RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

CEO do Santander Brasil decide deixar cargo; Finkelsztain, da B3, será o substituto

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 23:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%Oferecido por

O presidente-executivo do Santander Brasil, Mário Leão, comunicou ao banco que está deixando o cargo, que será ocupado por Gilson Finkelsztain, atualmente presidente-executivo da B3, anunciou nesta quinta-feira (19) a divisão brasileira do espanhol Santander.

A saída de Finkelsztain foi confirmada pela B3 em fato relevante separado ao mercado, com a operadora da bolsa de valores de São Paulo citando decisão de comum acordo entre o executivo e o conselho de administração da companhia.

Leão, que estava há onze anos no grupo, incluindo os últimos cinco como CEO, deixará o cargo até julho, enquanto Finkelsztain, que lidera a B3 desde 2017, sairá no final do primeiro semestre, em ambos os casos para assegurar uma transição organizada. O Santander não informou a razão da saída de Leão.

"Nossa organização atingiu um nível de maturidade que permite conduzir este processo sucessório de forma estruturada e planejada, em um momento bastante oportuno. Isso garantirá a continuidade da execução da nossa estratégia por meio de uma equipe que tenho orgulho de ter liderado", afirmou Leão em nota divulgada pelo Santander.

"A sucessão será conduzida de forma transparente e organizada e contará com a participação direta do Sr. Mario Leão, que seguirá liderando o Santander Brasil até a conclusão do processo, prevista para meados de 2026, garantindo, assim, uma transição cuidadosa e estruturada", afirmou o Santander.

"Sob a liderança de Mario, o banco completou um ciclo estratégico bem-sucedido, acelerando a estratégia de transformação operacional do banco, diversificando ainda mais suas operações com foco na rentabilidade sustentável e crescente, e com forte ênfase no relacionamento e na experiência dos clientes", afirmou o Santander em comunicado à imprensa.

Leão desempenhou um papel importante na transformação do Santander Brasil e no fortalecimento de seu posicionamento no Brasil, afirmou a presidente-executiva do Santander, Ana Botín.

A executiva destacou ainda que a experiência e o reconhecimento no setor financeiro brasileiro de Finkelsztain o tornam bem qualificado para liderar a próxima fase de crescimento "neste mercado tão relevante, à medida que seguimos executando nossa estratégia e promovendo crescimento com rentabilidade".

No ano passado, Finkelsztain foi indicado como membro do conselho de administração do Santander Brasil, mas desistiu da nomeação. Além da B3, ele acumula experiência em instituições como Citibank e J.P. Morgan, além do próprio Santander Brasil, onde trabalhou entre 2011 e 2013.

"Volto ao Santander Brasil muito feliz para assumir a liderança do banco neste momento", afirmou Finkelsztain. "Nosso foco será transformar a base sólida em entregas relevantes para clientes, acionistas e para a sociedade. O Brasil é um mercado de grandes oportunidades e estou entusiasmado com o potencial do que podemos construir nos próximos anos."

De acordo com a B3, a permanência de Finkelsztain no cargo nos próximos meses busca assegurar "a adequada transição de suas responsabilidades e a continuidade das operações e da execução da estratégia da companhia".

"Durante sua gestão, a B3 consolidou-se como uma das principais infraestruturas de mercado financeiro do mundo, conduzindo uma transformação profunda em seu modelo de negócios, cultura organizacional e papel no desenvolvimento econômico do Brasil", afirmou o grupo em nota à imprensa.

A B3 disse que informará oportunamente o nome do sucessor, uma vez concluído o processo em curso, afirmou a companhia.

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ANP cobra oferta maior de combustíveis da Petrobras, mas não vê indícios de falta de produtos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 21:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%Oferecido por

Ainda assim, a diretoria da agência aprovou, nesta quinta-feira (19), um conjunto de medidas para reforçar o monitoramento do mercado nacional de gasolina e diesel, com o objetivo de garantir o abastecimento.

Segundo a ANP, as ações buscam, “diante do cenário internacional, intensificar o acompanhamento de estoques e importações e prevenir eventuais problemas futuros”.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) cobrou nesta quinta-feira (19) a Petrobras aumente a oferta de combustíveis no Brasil. Mas afirmou não ver indícios de desabastecimento no setor.

Ainda assim, a diretoria da agência aprovou, nesta quinta-feira (19), um conjunto de medidas para reforçar o monitoramento do mercado nacional de gasolina e diesel, com o objetivo de garantir o abastecimento.

Segundo a ANP, as ações buscam, “diante do cenário internacional, intensificar o acompanhamento de estoques e importações e prevenir eventuais problemas futuros”.

Entre as ações está o envio de notificação à Petrobras, determinando que a empresa oferte de forma imediata os volumes de combustíveis referentes aos leilões de diesel e de gasolina pura de março de 2026, que haviam sido cancelados.

Além disso, a Petrobras deverá apresentar à ANP informações detalhadas sobre importações previstas, produtos a serem ofertados, preços de compra e venda, locais de internalização, datas de chegada e identificação dos navios, entre outros dados.

Sobreaviso: Produtores, importadores e distribuidores deverão enviar regularmente à ANP informações sobre estoques e importações até o encerramento da medida. De acordo com a ANP, o mecanismo permitirá um monitoramento mais dinâmico do abastecimento e subsidiará eventuais ações preventivas. Envio de informações ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) sobre a situação atual do abastecimento nacional para avaliação do órgão.Flexibilização de regras de estoque: a ANP estabeleceu a obrigatoriedade de manutenção de estoques médios semanais de gasolina pura e de diesel (S10 e S500) por produtores e distribuidores. Segundo a ANP, com a flexibilização as empresas poderão disponibilizar os combustíveis ao mercado sem a exigência de manter os níveis mínimos de estoque.Notificação sobre abusividade de preços: produtores, distribuidores e importadores deverão adotar todas as medidas "operacionalmente cabíveis para preservação do abastecimento".

Em carta endereçada ao governo federal mais cedo, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis relatou que as distribuidoras associadas têm observado "aumento relevante da demanda por produtos".

"Porém, relatam cortes nas cotas de fornecimento e negativa de pedidos adicionais nos meses de março e abril por parte da Petrobras, o que estressa o fluxo regular de produtos”, afirmou.

Segundo o sindicato, o volume importado de Diesel S-10 vem aumentando ano após ano e as distribuidoras seguem cumprindo seu papel de supridoras estruturais do mercado.

"O cenário de momento aponta a necessidade de um aumento abrupto do uso de produto importado o que gera disrupção e stress na cadeia logística a partir dos portos”, disse o Sindicom.

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Mega-Sena, concurso 2.986: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 21:47

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.986: prêmio acumula e vai a R$ 8 milhões Veja os números sorteados: 01 – 05 – 13 – 26 – 41 – 53. Quina teve 33 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 30.740,63. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.986 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (19), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 8 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Governo federal antecipa 13º de aposentados e pensionistas do INSS

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 21:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,215-0,58%Dólar TurismoR$ 5,428-0,12%Euro ComercialR$ 6,0420,43%Euro TurismoR$ 6,3000,81%B3Ibovespa180.271 pts0,35%Oferecido por

O governo federal decidiu antecipar o 13º aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão foi publicada em edição extra do "Diário Oficial da União" desta quinta-feira (19).

a primeira corresponderá a 50% sobre o valor do benefício devido na competência de abril e será paga junto aos benefícios do mês;a segunda parcela corresponderá à diferença entre o valor total do 13º salário e a parcela antecipada. O valor será pago junto aos benefícios de maio.

Segundo o decreto, caso o benefício seja encerrado antes de 31 de dezembro de 2026, o beneficiário receberá o valor proporcional do 13º salário.

Além disso, haverá um ajuste de contas entre o valor já pago e o valor efetivamente devido, aplicável tanto a benefícios temporários quanto a benefícios permanentes, caso a cessação ocorra antes da data programada.

auxílio por incapacidade temporária;auxílio-acidente;aposentadoria;pensão por morte; ou auxílio-reclusão.

O Ministério da Previdência informou que a antecipação vai injetar R$ 78,2 milhões na economia do país entre abril e maio.

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IR 2026: Receita libera programa; contribuinte terá fim de semana para fazer declaração

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 19/03/2026 21:47

Economia Imposto de renda IR 2026: Receita libera programa; contribuinte terá fim de semana para fazer declaração Transmissão da declaração só será possível a partir da próxima segunda-feira (23), quando começa o prazo de envio do IR deste ano. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Secretaria da Receita Federal decidiu antecipar e liberou o chamado "download" do programa do Imposto de Renda 2026 nesta quinta-feira (19).

A previsão inicial era que o download estivesse disponível nesta sexta-feira (20), às 8h, mas, devido à conclusão antecipada dos testes finais e à estabilidade das versões para todas as plataformas, o programa foi disponibilizado na noite desta quinta.

A transmissão da declaração, entretanto, só será possível a partir das 8h próxima segunda-feira (23), quando começa o prazo oficial de envio do IR deste ano.

Ou seja, o contribuinte terá a sexta-feira e também o final de semana para começar a adiantar a declaração do Imposto de Renda, e, assim que o prazo legal tiver início, na segunda-feira, poderá transmitir o documento.

➡️Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — na prática, vai para o fim do calendário de restituições.

Prazo começa em 23 de março e se estende até 29 de maioSaiba quais são os limites para as deduçõesDeclaração pré-preenchida estará disponível a partir do início do prazoReceita espera receber 44 milhões de declarações neste ano

Vale lembrar que a Receita Federal prioriza a data de entrega das declarações e também observa uma fila para alguns grupos, que recebem a restituição antes de todo o resto (mesmo que tenham entregado a declaração nos últimos dias do prazo).

idosos acima de 80 anos;idosos entre 60 e 79 anos;contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;as restituições de contribuintes que, conjuntamente, utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição por meio do sistema de pagamento PIX;as restituições de contribuintes que, exclusivamente, utilizarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição por meio do sistema de pagamento PIX.

Neste ano, as restituições serão pagas em quatro lotes. Em 2025, foram cinco lotes de restituição do Imposto de Renda.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitos à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguida de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;quem deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

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Em meio a tratativa com Vorcaro, STF pode rediscutir possibilidade de PF fechar delações sozinha

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 20:50

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode rediscutir o direito de a Polícia Federal (PF) fechar sozinha delações premiadas sem a anuência do Ministério Público Federal.

A possibilidade é aventada por ministros da corte ouvidos pelo blog já sob a perspectiva da delação de Daniel Vorcaro, dono do banco Master.

Os ministros dão como certo que o STF será novamente questionado por alguma das partes envolvidas na investigação do caso Master.

Em junho de 2018, o STF decidiu em plenário, por 8 votos a 3, que a PF e polícias estaduais podem fechar acordos de colaboração mesmo sem a participação do Ministério Público.

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode rediscutir o direito de a Polícia Federal (PF) fechar sozinha delações premiadas sem a anuência do Ministério Público Federal, ou se a participação de procuradores poderia voltar a ser necessária.

A possibilidade é aventada por ministros da corte ouvidos pelo blog já sob a perspectiva da delação de Daniel Vorcaro, dono do banco Master, que foi transferido nesta quinta-feira para a Superintendência da PF em Brasília já para iniciar conversas com advogados sobre o que propor delatar.

Em junho de 2018, o STF decidiu em plenário, por 8 votos a 3, que a PF e polícias estaduais podem fechar acordos de colaboração mesmo sem a participação do Ministério Público, derrotando a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os ministros dão como certo que o STF será novamente questionado por alguma das partes envolvidas na investigação do caso Master. Um pedido para reanalisar o caso poderia ser apresentado por partes envolvidas no caso Master ou pela própria PGR.

A PGR foi quem ajuizou a ação questionando a legitimidade de delegados para celebrar os acordos de colaboração. Parte dos ministros que votaram pelo direito da PF já estão aposentados, o que tornaria o placar de um novo julgamento imprevisível.

A decisão abriu as portas para a realização da delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), colaboração que foi um dos principais elementos da condenação de Bolsonaro e outros réus por tentativa de golpe de Estado.

Aventar um novo questionamento à jurisprudência do STF também revela a preocupação dentro do STF sobre o que Daniel Vorcaro pode falar se fechar uma delação premiada e como a participação da PGR pode tornar o processo de coleta de provas da delação mais exigente.

Há ainda o temor sobre uma delação coordenada pelo relator do caso no STF, ministro Andre Mendonça, que é visto até por seus pares como favorável a delações.

Há 36 minutos Blog da Andréia Sadi CAMILA BOMFIM: Transferência facilita depoimentos e possível delaçãoHá 36 minutosNATUZA: Entenda o passo a passo da delaçãoHá 36 minutosVorcaro deve ficar em cela igual à ocupada por Bolsonaro na PF; VEJA

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Tabela do frete: MP prevê multa de R$ 10 milhões e suspensão de empresas que descumprirem valores; veja detalhes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 16:51

Política Tabela do frete: MP prevê multa de R$ 10 milhões e suspensão de empresas que descumprirem valores; veja detalhes Texto foi publicado nesta quinta-feira (19) no 'Diário Oficial da União'. Penalidades para quem contratar frete abaixo do piso podem variar de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões. Por Delis Ortiz, TV Globo — Brasília

O governo publicou nesta quinta-feira (19) uma medida provisória que endurece as regras para o cumprimento do piso mínimo do frete no transporte rodoviário de cargas.

O texto estabelece punições mais duras para empresas que descumprirem os valores estabelecidos na tabela do frete – incluindo multas de R$ 10 milhões e até a proibição temporária de operar no setor.

O objetivo da proposta é reforçar o controle sobre o mercado de transportes e garantir que os preços praticados não fiquem abaixo dos custos operacionais mínimos definidos pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

🚚A Tabela do Frete, oficialmente chamada de Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, é uma norma que estabelece o valor mínimo que deve ser pago pelo serviço de transporte de cargas no Brasil.

Ministério dos Transportes diz que governo vai intensificar ações contra empresas que descumprem tabela do frete

As sanções foram divididas de acordo com o perfil do infrator, poupando o Transportador Autônomo de Cargas (TAC) das suspensões de registro, mas atingindo empresas de transporte e contratantes.

suspensão cautelar: o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) pode ser suspenso em caso de descumprimento reiterado.cancelamento do registro: Em casos considerados graves, a empresa pode ter o registro cancelado, ficando proibida de atuar no setor por até 2 anos.

multas: As penalidades financeiras para quem contratar frete abaixo do piso podem variar de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões por operação, em situações de reincidência.proibição de contratação: além da multa, o contratante pode ser impedido de realizar novos fretes por determinado período.

A MP inova ao permitir a desconsideração da personalidade jurídica, o que significa que as punições e cobranças podem atingir diretamente o patrimônio dos sócios e do grupo econômico envolvido na infração.

Além disso, a regra alcança o ambiente digital: plataformas ou empresas que anunciarem fretes com valores abaixo do piso mínimo também estarão sujeitas a penalidades.

Com a MP, toda operação deve ser registrada obrigatoriamente com este código, que detalha os valores pagos e o piso mínimo aplicável.

A fiscalização será potencializada pela integração de dados entre a Agência Nacional de Transportes Terrestres, a Receita Federal e os fiscos estaduais e municipais.

O CIOT passará a ser vinculado diretamente ao Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e), permitindo que a ANTT bloqueie automaticamente operações que apresentem valores abaixo do permitido por lei.

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Estados devem recusar proposta do governo para reduzir ICMS nos combustíveis; Fazenda diz que está disposta a negociar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 14:57

Política Estados devem recusar proposta do governo para reduzir ICMS nos combustíveis; Fazenda diz que está disposta a negociar Governo federal propôs aos estados zerar o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio, sendo que metade de suas perdas seria compensada pela União. Tendência é que eles rejeitem a proposta. Por Túlio Amâncio, Ana Flávia Castro, Juliana Braga, Norma Odara, GloboNews e g1 — Brasília

A decisão do momento entre governadores é de não aceitar a proposta do governo federal para zerar a cobrança de ICMS sobre o diesel.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), apresentou uma contraproposta que deve ser analisada na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

O governo federal propôs aos estados, nessa quarta-feira (18), zerar o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio, sendo que metade de suas perdas seria compensada pela União.

De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões por mês até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1, 5 bilhão por mês aos estados.

Mas, o entendimento dos governadores é rejeitar a proposta. Secretários de Fazenda de estados como Goiás, Distrito Federal e São Paulo, por exemplo, avaliam que não é possível abrir mão da arrecadação do ICMS sobre o combustível, por causa do impacto nas contas públicas.

🔎Como o ICMS é um imposto estadual, cada estado tem autonomia para tomar suas decisões sobre tributos, de modo que eles não são obrigados a baixar o imposto.

Em nota, o governo do Paraná informou que trabalha, junto ao Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), em soluções que não comprometam o equilíbrio das contas públicas, os repasses obrigatórios aos municípios e o setor produtivo.

O estado defende que qualquer mudança na carga tributária do diesel seja precedida de consenso entre as unidades da federação.

O governo paranaense também destacou que os estados ainda enfrentam perdas de arrecadação provocadas pelas leis complementares aprovadas em 2022, que reduziram as alíquotas sobre combustíveis.

Já o Ministério da Fazenda afirmou, em nota, que mantém diálogo com os governadores para buscar um acordo, em consenso, sobre o tema.

Gasolina e diesel ficam mais caros em Fortaleza na segunda semana de março, aponta ANP. — Foto: Fabiane de Paula/SVM

Mais cedo, em evento em São Paulo, o presidente Lula reforçou o pedido aos governadores para que reduzam o ICMS sobre os combustíveis.

O presidente comentava sobre os impactos internos provocados pela guerra no Oriente Médio. Lula voltou a criticar aumentos no preço do álcool, da gasolina e as pessoas que, segundo ele, se aproveitam da situação.

Lula já tinha feito um pedido público informalmente aos governadores, que rejeitaram a proposta. Depois disso, uma equipe do Ministério da Fazenda se reuniu com representantes dos estados para formalizar a demanda.

O governo tem se articulado para tentar diminuir os impactos internos provocados pelo aumento do preço do petróleo, em decorrência da guerra. O diesel, por exemplo, já ficou mais caros para os distribuidores.

Na semana passada, o Executivo anunciou redução de impostos federais sobre o diesel, além de subsídios para produtores e importadores. A preocupação do Planalto é com os custos logísticos e seu impacto nos preços de alimentos e outros produtos.

Ao mesmo tempo em que negocia com os estados, o governo preparou um pacote de medidas para endurecer a fiscalização do piso mínimo do frete e punir empresas que descumprem a regra.

➡️O Executivo, com isso, tem se articulado também para evitar uma nova greve de caminhoneiros diante da escalada dos preços do diesel.

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Em evento em São Paulo, Lula confirma Dario Durigan como substituto de Haddad

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 14:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,14%Dólar TurismoR$ 5,4420,15%Euro ComercialR$ 6,0570,67%Euro TurismoR$ 6,2960,75%B3Ibovespa178.814 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,14%Dólar TurismoR$ 5,4420,15%Euro ComercialR$ 6,0570,67%Euro TurismoR$ 6,2960,75%B3Ibovespa178.814 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,14%Dólar TurismoR$ 5,4420,15%Euro ComercialR$ 6,0570,67%Euro TurismoR$ 6,2960,75%B3Ibovespa178.814 pts-0,46%Oferecido por

A informação foi confirmada pelo presidente Lula nesta quinta-feira (19), durante um evento em São Paulo.

Desde 2023 no Executivo, Durigan ajudou nas chamadas "medidas de recomposição de receitas", ou seja, nos aumentos de tributos anunciados pelo governo nos últimos anos.

À frente do Ministério da Fazenda, Dario Durigan terá de coordenar as ações da área econômica do governo durante a campanha presidencial de Lula à uma nova reeleição.

Com a saída de Fernando Haddad do Ministério da Fazenda para concorrer ao governo de São Paulo, o secretário-executivo Dario Durigan, número dois na linha de comando, deve chefiar a pasta até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A informação foi confirmada pelo próprio presidente nesta quinta-feira (19), durante um evento em São Paulo de abertura da 17ª Caravana Federativa. O petista lia a nominata, antes de discursar, quando pediu para Durigan se levantar para as pessoas o conhecerem.

"Queria cumprimentar o companheiro Dario Durigan. Dario, levanta aí, levanta para as pessoas conhecerem o Dario. [Ele] será o substituto do Haddad no Ministério da Fazenda a partir do anúncio do Haddad. Olha bem para a cara dele, que é dele que vocês vão cobrar muitas coisas", afirmou.

Haddad estava presente na ocasião e também discursou em tom de balanço de gestão. Em sua declaração, ele destacou os desafios dos últimos anos na economia e agradeceu o apoio do Congresso Nacional na aprovação das pautas de interesse do governo (leia mais abaixo).

"Hoje, para mim é um dia especial, é um dia que eu estou deixando o Ministério da Fazenda. E, hoje, eu queria agradecer as pessoas que estão aqui e vou explicar o porquê. Ontem [quarta], eu tive a alegria de visitar Câmara e Senado para agradecer o empenho que foi feito pelo Congresso Nacional em aprovar as medidas econômicas necessárias para trazer o Brasil até aqui", frisou.

"Mas, eu faço questão de também cumprimentar os prefeitos do Brasil e de São Paulo, os governadores do Brasil, porque, sem o pacto federativo ter sido recuperado, nós teríamos chegado até aqui", reforçou.

Desde 2023 no Executivo, Durigan ajudou nas chamadas "medidas de recomposição de receitas", ou seja, nos aumentos de tributos anunciados pelo governo nos últimos anos, assim como na articulação e regulamentação da reforma tributária sobre o consumo e no fechamento de uma renegociação sobre a dívida dos estados, entre outros temas.

Antes da área econômica, trabalhou como consultor na Advocacia-Geral da União, entre 2017 e 2019, e no setor privado, entre 2020 e 2023, como diretor de Políticas Públicas do WhatsApp. Ele coordenava temas relacionados a políticas públicas e comunicação. Durigan também fez parte da equipe de Haddad em 2015 e 2016, na prefeitura de São Paulo.

Advogado formado pela Universidade de São Paulo (USP), o novo ministro da Fazenda tem perfil mais discreto, menos afeito aos holofotes. Entretanto, possui bom trânsito dentro do governo e é visto por interlocutores como bom articulador junto aos setores da economia real.

À frente do Ministério da Fazenda, Dario Durigan terá de coordenar as ações da área econômica do governo durante a campanha presidencial de Lula à uma nova reeleição, período que costuma ser tenso, marcado por embates com a oposição e divulgação de notícias falsas.

Temas como o fim da jornada 6 por 1, do Imposto de Renda sobre lucros e resultados dos trabalhadores, entre outros, devem entrar na pauta. A área econômica também citou, recentemente, a possível revisão de benefícios sociais e uma reforma de encargos sobre a folha de pagamentos.

Outro assunto da pauta econômica em 2026 é a regulamentação e a transição da reforma tributária. O governo trabalha para implementar a CBS, seu imposto sobre consumo, em 2027 e, para isso, divulga normas operacionais de transição neste ano (período de testes).

Na regulamentação da reforma tributária, embora boa parte dos temas já tenham sido abordados pelo Congresso, um deles, extremamente polêmico, ainda terá de ser debatido no Legislativo: o imposto seletivo, chamado de imposto do pecado.

Pelas regras, esse imposto será cobrado sobre produtos com externalidade negativa na economia, ou seja, que geram problemas sociais e repercussões de aumento de gastos, como bebidas alcoólicas e cigarros, entre outros. O problema é que tende a haver um aumento de preços desses produtos com a regulamentação, um debate que acontecerá em ano eleitoral.

Além disso, Durigan também terá de conduzir o processo orçamentário até o fim de 2026, período no qual o governo tem por meta retomar o superávit em suas contas (considerando os limites do arcabouço fiscal e o abatimento de precatórios).

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).Na prática, portanto, a previsão é de que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Além da busca por receitas para cumprir a meta fiscal, o novo ministro também terá de lidar com as restrições impostas pelo arcabouço fiscal.

Segundo analistas, o espaço para os gastos livres dos ministérios será apertado neste ano, o que tende a levar a bloqueios de despesas dos ministérios.

💵 A explicação é que há um limite para despesas totais fixado pelo arcabouço fiscal, a regra para as contas públicas aprovada em 2023. As despesas não podem ter aumento real, corrigidas pela inflação, acima de 2,5% ao ano.💰 Os chamados gastos obrigatórios, como benefícios, pensões e salário dos servidores públicos, estão crescendo mais do que 2,5% ao ano e comprimindo o espaço para os investimentos e despesas livres do governo — que vai ficando cada vez menor.

Para completar o quadro, Durigan terá de enfrentar um cenário internacional mais complicado diante da guerra no Oriente Médio e seu impacto no preço do petróleo — que já disparou para mais de US$ 100 por barril, contra US$ 72 antes do conflito.

O resultado direto é mais inflação neste ano, via contaminação dos dos preços dos combustíveis, e uma queda menor do juro, podendo afetar a geração de empregos. O Ministério da Fazenda já anunciou um pacote de medidas, entre elas redução de impostos e subsídios para o diesel.

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Quem é Dario Durigan, que vai assumir Ministério da Fazenda no lugar de Haddad

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/03/2026 14:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,13%Dólar TurismoR$ 5,4410,12%Euro ComercialR$ 6,0550,63%Euro TurismoR$ 6,2940,71%B3Ibovespa178.745 pts-0,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,13%Dólar TurismoR$ 5,4410,12%Euro ComercialR$ 6,0550,63%Euro TurismoR$ 6,2940,71%B3Ibovespa178.745 pts-0,5%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,13%Dólar TurismoR$ 5,4410,12%Euro ComercialR$ 6,0550,63%Euro TurismoR$ 6,2940,71%B3Ibovespa178.745 pts-0,5%Oferecido por

O secretário-executivo Dario Durigan, atual número dois na linha de comando do Ministério da Fazenda, deve chefiar a pasta até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Esta quinta-feira (19) é o último dia de trabalho de Fernando Haddad à frente do Ministério. Ele vai deixar a linha de frente do Executivo para concorrer ao governo de São Paulo.

O próprio ministro confirmou a informação nesta quinta-feira (19), num evento em São Paulo. Mesma cerimônia em que o presidente Lula pediu para Durigan se apresentar para as pessoas como substituto de Haddad.

"Queria cumprimentar o companheiro Dario Durigan. Dario, levanta aí, levanta para as pessoas conhecerem o Dario. [Ele] será o substituto do Haddad no Ministério da Fazenda a partir do anúncio do Haddad. Olha bem para a cara dele, que é dele que vocês vão cobrar muitas coisas", disse Lula.

Desde 2023 no Executivo, Durigan ajudou nas chamadas "medidas de recomposição de receitas", ou seja, nos aumentos de tributos anunciados pelo governo nos últimos anos, assim como na articulação e regulamentação da reforma tributária sobre o consumo e no fechamento de uma renegociação sobre a dívida dos estados, entre outros temas.

Antes da área econômica, trabalhou como consultor na Advocacia-Geral da União, entre 2017 e 2019, e no setor privado, entre 2020 e 2023, como diretor de Políticas Públicas do WhatsApp. Ele coordenava temas relacionados a políticas públicas e comunicação. Durigan também fez parte da equipe de Haddad em 2015 e 2016, na prefeitura de São Paulo.

Advogado formado pela Universidade de São Paulo (USP), o novo ministro da Fazenda tem perfil mais discreto, menos afeito aos holofotes. Entretanto, possui bom trânsito dentro do governo e é visto por interlocutores como bom articulador junto aos setores da economia real.

À frente do Ministério da Fazenda, Dario Durigan terá de coordenar as ações da área econômica do governo durante a campanha presidencial de Lula à uma nova reeleição, período que costuma ser tenso, marcado por embates com a oposição e divulgação de notícias falsas.

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Além disso, Durigan também terá de conduzir o processo orçamentário até o fim de 2026, período no qual o governo tem por meta retomar o superávit em suas contas (considerando os limites do arcabouço fiscal e o abatimento de precatórios).

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).Na prática, portanto, a previsão é de que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Para completar o quadro, Durigan terá de enfrentar um cenário internacional mais complicado diante da guerra no Oriente Médio e seu impacto no preço do petróleo — que já disparou para mais de US$ 100 por barril, contra US$ 72 antes do conflito.

O resultado direto é mais inflação neste ano, via contaminação dos dos preços dos combustíveis, e uma queda menor do juro, podendo afetar a geração de empregos. O Ministério da Fazenda já anunciou um pacote de medidas, entre elas redução de impostos e subsídios para o diesel.

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