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Artesãs de Itapetininga transformam matéria-prima da natureza em joias biodegradáveis

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Artesãs de Itapetininga transformam matéria-prima da natureza em joias biodegradáveis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/03/2026 08:05

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Artesãs de Itapetininga transformam matéria-prima da natureza em joias biodegradáveis Inspiradas pela natureza, artesãs da zona rural de Itapetininga (SP) transformam elementos coletados da natureza em biojoias únicas. Por Nosso Campo, TV TEM

No Distrito do Gramadinho em Itapetininga (SP), a a inspiração e a matéria-prima vêm diretamente da natureza.

A "pérola negra", uma das sementes utilizadas na produção das biojoias, é encontrada dentro de sua casca, e um punhado delas cai no chão a cada chacoalhada na árvore.

Na caminhada pelas ruas do bairro rural, as artesãs buscam outros elementos naturais que possam ter a melhor utilidade, como as sementes importantes encontradas na vagem da Leucena.

Artesãs de Itapetininga transformam matéria-prima da natureza em joias biodegradáveis — Foto: Reprodução/TV TEM

No distrito de Gramadinho, em Itapetininga (SP), artesãs transformam sementes e cascas em biojoias. Entre os materiais usados está a chamada "pérola negra", que cai da árvore sempre que o tronco é balançado.

Durante caminhadas pelo bairro rural, elas recolhem sementes e cascas de diferentes espécies, como a Leucena. O material coletado é a base para a produção artesanal das peças.

Depois da coleta, as sementes passam por tratamento antifúngico e secagem. A Leucena, por exemplo, é descascada e cozida antes de ser usada. O resultado são peças versáteis, como explica a artesã Deise Almeida: "Depois de pronto essa linda peça que pode usar como colar, cinto e pulseira".

Deise trabalhava como merendeira e não tinha experiência com artesanato. A mudança veio após um curso do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), ligado ao Sindicato Rural. "Eu me apaixonei pelo artesanato, principalmente pelas sementes", conta.

As biojoias também têm função de proteção. Plantas como alecrim, arruda, citronela e pimenta ajudam a afastar insetos. Já entre as cascas mais usadas estão as de coco, guapuruvu, jatobá e jacarandá-brasília.

A artesã Ione Berta destaca a sustentabilidade do trabalho. "É uma arte sustentável, né? Porque nada disso vai ser jogado fora. Depois que você não quiser mais, você pode desmanchar, fazer outro modelo ou jogar na natureza, porque ele decompõe da própria natureza", afirma.

Hoje, 54 mulheres integram a cooperativa. Todas recebem capacitação em cursos profissionalizantes, que ensinam tanto a produção das peças quanto noções de empreendedorismo.

O coordenador do Senar em Itapetininga, Bruno Galvão, destaca o impacto da iniciativa. "O importante do curso é fomentar, principalmente nas mulheres, uma economia criativa e uma renda fixa, e fomentar também o artesanato".

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