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Conta de luz: Aneel mantém bandeira tarifária verde em abril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 18:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

A bandeira tarifaria para o mês de abril será verde, anunciou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira (27). Com isso, não haverá cobrança adicional na tarifa.

🔎 A bandeira tarifária sinaliza ao consumidor os custos reais da geração de energia no país. Quando a geração fica mais cara, a cobrança extra é aplicada automaticamente nas contas.

Segundo a Aneel, com o volume de chuvas observado em março, "há nível satisfatório dos reservatórios das usinas hidrelétricas, refletindo em geração favorável de energia".

"A bandeira verde está vigorando desde janeiro, com o regime de chuvas em patamar favorável no primeiro trimestre. A situação permite que não seja necessário o acionamento mais intenso de termelétricas, que apresentam custo mais elevado", diz a agência.

💡 O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.

💡 Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.

•🟨bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh);

•🟥bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh);

•🟥bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).

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Proposta do governo para baixar preço do diesel foi aceita por número ‘relevante’ de estados, diz secretário da Fazenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 17:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

Proposta do governo para baixar preço do diesel foi aceita por número 'relevante' de estados, diz secretário da Fazenda

Um número significativo de estados aceitou a proposta do governo federal para apoiar medidas de contenção dos preços do diesel, afirmou nesta sexta-feira (27) o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron.

A declaração foi feita durante coletiva sobre reuniões do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz) e do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), em São Paulo (SP).

A proposta prevê um auxílio de R$ 1,20 por litro de diesel importado até o fim de maio, dividido igualmente entre União e estados. “Um número relevante de estados já sinalizou positivamente para a proposta, o que é muito importante para que possamos avançar de forma coordenada”, disse.

Os estados que ainda não se posicionaram terão até a próxima segunda-feira (30) para enviar um parecer final. A expectativa, segundo Ceron, é de que a medida seja publicada entre segunda e terça-feira da próxima semana.

Ceron também destacou o tom das negociações. “Foi um debate longo, mas de altíssimo nível. Estamos buscando realmente entender e compreender o momento que estamos vivendo”, afirmou.

Segundo ele, o governo tem atuado com urgência diante dos impactos da alta do petróleo. “É uma guerra da qual o país não participa diretamente, mas que traz impactos relevantes. O aumento do preço do petróleo afeta o diesel, que impacta a produção rural, os caminhoneiros, o transporte e a logística, e isso acaba sendo repassado para toda a sociedade”, disse.

O secretário lembrou que já foram adotadas medidas como a zeragem de tributos e subsídios, mas que ainda há necessidade de ações adicionais, especialmente na importação. “O Brasil exporta petróleo, mas ainda importa cerca de 30% do diesel que consome. Há uma preocupação com a incerteza nessa importação, que pode gerar problemas pontuais na distribuição, especialmente no setor rural”, explicou.

Para ele, a proposta em discussão busca justamente reduzir esses riscos. “Não se trata de retirada de tributos dos estados, mas de uma medida conjunta para apoiar a população, os produtores rurais e os caminhoneiros, evitando que esse choque de preços chegue com força à ponta”, disse.

A proposta inicial do governo previa zerar o ICMS sobre a importação de diesel até o fim de maio, com compensação de metade das perdas pela União. A medida pode custar cerca de R$ 3 bilhões por mês, com ressarcimento de R$ 1,5 bilhão aos estados.

A iniciativa ocorre em meio à alta do diesel provocada pela disparada do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra no Oriente Médio. O Brasil importa cerca de 27% do diesel que consome, e a defasagem entre preços internos e externos tem dificultado contratos.

Apesar disso, há resistência. O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz) rejeitou a redução do ICMS, argumentando que a medida prejudica receitas para serviços públicos e que cortes no imposto nem sempre chegam ao consumidor final.

O governo também pediu maior colaboração dos estados na fiscalização, como o envio de notas fiscais em tempo real à ANP e a lista de devedores contumazes. Além disso, já adotou medidas como redução de tributos federais e subsídios ao diesel.

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Além do petróleo: os outros produtos de exportação afetados pelo fechamento do estreito de Ormuz pelo Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 16:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,240-0,31%Dólar TurismoR$ 5,447-0,04%Euro ComercialR$ 6,034-0,37%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa181.255 pts-0,81%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-0,31%Dólar TurismoR$ 5,447-0,04%Euro ComercialR$ 6,034-0,37%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa181.255 pts-0,81%MoedasDólar ComercialR$ 5,240-0,31%Dólar TurismoR$ 5,447-0,04%Euro ComercialR$ 6,034-0,37%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa181.255 pts-0,81%Oferecido por

O preço da gasolina já subiu e as contas de aquecimento doméstico no Reino Unido, por exemplo, estão no mesmo caminho — Foto: Getty Images via BBC

A interrupção do fornecimento de petróleo e gás pelo Estreito de Ormuz, causada pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, elevou drasticamente os preços globais de energia.

O preço da gasolina já subiu e as contas de aquecimento doméstico no Reino Unido, por exemplo, estão no mesmo caminho.

Mas não é apenas o combustível que foi afetado pelo conflito. Uma série de outros produtos essenciais, como químicos e gases, normalmente entram nas cadeias globais de abastecimento via Estreito de Ormuz.

A BBC Verify, serviço de verificação da BBC, aponta que os preços de diversos produtos, de alimentos a smartphones e medicamentos, podem ser impactados, já que o número de navios que passam pelo Estreito de Ormuz, que antes da guerra passavam de 100 por dia, agora podem ser contados nos dedos.

Derivados do petróleo e do gás, os petroquímicos são produzidos em grande escala para exportação por países da região do Golfo.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de um terço dos fertilizantes do mundo, como ureia, potássio, amônia e fosfatos, normalmente passa pelo Estreito de Ormuz.

Dados da Organização Mundial do Comércio (OMC) mostram que, desde o início do conflito, os envios de produtos relacionados a fertilizantes pelo Estreito praticamente colapsaram.

Analistas alertam que a escassez desses fertilizantes pode ser especialmente prejudicial para a produção agrícola neste momento, porque março e abril correspondem à época de plantio no hemisfério norte, e o menor uso de fertilizantes agora pelos agricultores afetará a produtividade mais adiante no ano.

"Um fechamento relativamente breve pode comprometer toda uma safra, com consequências para a segurança alimentar que persistem muito depois da reabertura do estreito", segundo pesquisadores do Instituto Kiel.

O trabalho do instituto sugere que um fechamento total do Estreito de Ormuz pode elevar os preços globais do trigo em 4,2% e os de frutas e vegetais em 5,2%.

E estima que os países mais afetados, em termos de aumento geral dos preços dos alimentos, seriam Zâmbia (31%), Sri Lanka (15%), Taiwan (12%) e Paquistão (11%).

A Rússia normalmente responde por cerca de um quinto das exportações globais de fertilizantes, e analistas afirmam que o país pode aumentar a produção para suprir a lacuna.

Kirill Dmitriev, enviado especial de Vladimir Putin, disse que a Rússia, grande produtora de commodities (bens básicos) como fertilizantes, está "bem posicionada".

Cerca de um terço das remessas globais de gás hélio vem normalmente do Catar e passa pelo Estreito de Ormuz.

O hélio é um subproduto da produção de gás natural e é utilizado na fabricação de wafers de semicondutores (lâmina fina de material semicondutor), que depois são processados em microchips usados em computadores, veículos e eletrodomésticos.

O gás também é empregado no resfriamento dos ímãs em equipamentos de ressonância magnética (MRI, na sigla em inglês) utilizados em hospitais.

A usina gigantesca de Ras Laffan, no Catar, que produz o gás, interrompeu a produção após ataques iranianos com mísseis e drones.

O governo do Catar afirmou que levará de três a cinco anos para reparar os danos, o que levanta preocupações sobre o abastecimento.

Em 2023, a Associação da Indústria de Semicondutores dos EUA alertou para "picos de preços" caso o fornecimento global de hélio fosse interrompido.

Analistas afirmam que o efeito em cadeia do bloqueio do Estreito de Ormuz pode elevar os preços de uma série de tecnologias de ponta, de smartphones a centros de dados.

Prashant Yadav, pesquisador sênior de saúde global do Council on Foreign Relations (centro de pesquisa e debates), alertou que os preços de exames de MRI podem subir diante de uma escassez prolongada de hélio.

"As máquinas de ressonância magnética precisam de algo entre 1.500 e 2.000 litros de hélio para resfriar os ímãs. A cada exame realizado, uma pequena parte desse gás se perde por evaporação", contou Yadav.

"As pessoas costumam pensar que o principal uso do hélio está em centros de dados, semicondutores e no resfriamento da indústria de IA [inteligência artificial] e dados. Mas não podemos esquecer que o hélio é muito importante para exames de ressonância magnética e outros usos médicos", disse à BBC Verify.

Derivados petroquímicos, como metanol e etileno, são matérias-primas essenciais para a produção global de medicamentos, incluindo analgésicos, antibióticos e vacinas.

Os países do Conselho de Cooperação do Golfo, como Arábia Saudita, Catar, Omã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Bahrain, respondem por cerca de 6% da capacidade global de produção petroquímica.

Esses países utilizam principalmente o Estreito de Ormuz para exportar esses produtos ao resto do mundo, com cerca de metade destinada à Ásia.

A Índia produz cerca de um quinto das exportações globais de medicamentos genéricos (sem marca), muitos dos quais são enviados para os EUA e a Europa.

Grande parte desses produtos também costuma ser transportada por via aérea a partir de grandes aeroportos do Golfo, especialmente Dubai, que foram fortemente afetados pelo conflito.

Alguns analistas alertam para a possibilidade de aumento nos preços de medicamentos para os consumidores como resultado das interrupções no Estreito de Ormuz.

O enxofre é outro subproduto do processamento de petróleo bruto e gás natural, produzido em grande escala para exportação na região do Golfo.

Seu principal uso é como fertilizante agrícola, mas também é essencial para o processamento de metais.

O enxofre é usado na produção de ácido sulfúrico, empregado no processamento de cobre, cobalto e níquel, além da extração de lítio.

Todos esses metais são necessários para a produção de baterias, usadas em tudo, de eletrodomésticos a veículos elétricos e equipamentos militares, como drones.

Analistas alertam que, se o fornecimento de enxofre continuar interrompido, o resultado provável será o aumento dos preços para os consumidores de produtos que utilizam baterias.

Moraes, Gilmar, Dino e Zanin votaram a favor de eleição direta, mas foram derrotados pelos outros seis ministros.

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Alta do diesel desacelera, mas preço do combustível sobe quase 24% desde o início da guerra, diz ANP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 16:07

Carros Alta do diesel desacelera, mas preço do combustível sobe quase 24% desde o início da guerra, diz ANP. A guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo, principal insumo para a produção de combustíveis. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

Depois de uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu 2,62% em uma semana e é vendido por R$ 7,45, mostram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (27).

Porém, quando consideramos a evolução no preço médio do diesel desde o começo da guerra, a alta acumulada é de 23,55% desde o levantamento da semana de 28 de fevereiro:

Preço médio do litro do diesel em 28 de fevereiro: R$ 6,03;Preço médio do litro do diesel em 27 de março: R$ 7,45.

O preço do barril de petróleo está praticamente estável desde a última sexta-feira (20). Na ocasião, custava US$ 106,41 e atualmente está em US$ 106,47;O presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e a concessão de uma ajuda financeira a produtores e importadores de diesel.

▶️ O preço médio do diesel nos postos do Brasil ficou em R$ 7,45 por litro. O maior valor foi de R$ 9,35, registrado em Porto Seguro (BA). Já o menor preço foi encontrado em Mococa (SP), a R$ 5,47.▶️ A gasolina teve preço médio de R$ 6,78 por litro, alta de 1,95% na última semana. O valor mais alto foi de R$ 9,39, registrado em Guarujá (SP). Já o menor preço foi encontrado no Rio de Janeiro (RJ), onde a agência identificou o litro a R$ 5,69.▶️ O etanol teve preço médio de R$ 4,72 por litro, alta de 0,43%. O maior valor foi de R$ 6,59, registrado em Serra Talhada (PE). Já o menor preço foi encontrado em Araraquara (SP), a R$ 3,79.

Neste mês, a guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo de cerca de US$ 60 para mais de US$ 112, aumentando em 86,67% o custo da matéria-prima usada na produção de combustíveis.

Como o g1 já mostrou, o diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando o preço sobe, o custo do frete tende a aumentar — e acaba sendo repassado ao longo da cadeia produtiva.

O aumento foge do padrão, já que o mercado costuma reajustar preços dessa forma após mudanças anunciadas pela Petrobras.

O caso virou alvo de investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), depois que sindicatos do setor apontaram preços mais altos em várias regiões, mesmo sem alteração até então nos valores praticados pela Petrobras nas refinarias.

Preço do diesel nos postos brasileiros sobe quase 24% em março — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O governo brasileiro anunciou um pacote de medidas para tentar conter os efeitos da disparada do preço do petróleo sobre a inflação e reduzir o risco de desabastecimento de diesel no país.

Zerar alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel, o que representa uma redução de R$ 0,32 por litro;O aumento do imposto de exportação sobre o petróleo;Uma medida provisória que cria uma subvenção de R$ 0,32 por litro para produtores e importadores de diesel;Novas regras de fiscalização para garantir que os benefícios cheguem ao consumidor final.

Quem compra combustível precisa ficar atento aos seus direitos. Segundo Luiz Orsatti, diretor executivo do Procon-SP, a comunicação do posto deve ser clara e não pode levar o cliente a interpretações equivocadas.

“O consumidor não pode ser atraído por uma propaganda que exibe um preço e, ao final, perceber que aquele valor só vale para uma forma específica de pagamento ou para um programa de fidelidade”, explica Orsatti. Essa prática pode gerar punição ao estabelecimento.

Orsatti explica que um preço é considerado abusivo quando aumenta sem um motivo que justifique a mudança. “Não existe um percentual específico para definir esse abuso; cada caso é avaliado de forma individual”.

O consumidor pode denunciar à ANP e ao Procon se acreditar que o posto está cobrando valores abusivos. “Analisamos o preço exibido na bomba, o valor da nota fiscal da compra do combustível e verificamos se existe abuso”, afirma Orsatti.

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Mercosul e Canadá se aproximam de acordo de livre comércio com negociações em abril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 14:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,23%Dólar TurismoR$ 5,4520,03%Euro ComercialR$ 6,036-0,34%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa181.755 pts-0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,23%Dólar TurismoR$ 5,4520,03%Euro ComercialR$ 6,036-0,34%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa181.755 pts-0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,244-0,23%Dólar TurismoR$ 5,4520,03%Euro ComercialR$ 6,036-0,34%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa181.755 pts-0,53%Oferecido por

O Canadá e o Mercosul estão avançando em direção a um acordo de livre comércio que poderá ser assinado até o final do ano.

O Mercosul é composto por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, com a expectativa de que a Bolívia se torne membro pleno em 2028.

Autoridades governamentais de Canadá, Argentina e Brasil disseram à Reuters que esperam que o acordo seja concluído em 2026.

O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, deve visitar o Brasil no próximo trimestre, segundo uma fonte.

O impulso renovado segue meses de trocas técnicas depois que o Canadá e o Mercosul concordaram no ano passado em retomar as negociações que estavam paralisadas desde 2021.

Em agosto de 2025, o Amazonas registrou movimentação de US$ 1,41 bilhão na Corrente de Comércio. Do total, as exportações somaram US$ 86,3 milhões e as importações US$ 1,32 bilhão. — Foto: Bruno Leão/Sedecti

O Canadá e o Mercosul estão avançando em direção a um acordo de livre comércio que poderá ser assinado até o final do ano, com outra rodada de negociações agendada para o próximo mês em Brasília, de acordo com três fontes familiarizadas com as negociações.

O Mercosul é composto por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, com a expectativa de que a Bolívia se torne membro pleno em 2028.

Autoridades governamentais de Canadá, Argentina e Brasil disseram à Reuters que esperam que o acordo seja concluído em 2026, com uma delas observando que as negociações estavam progredindo bem e poderiam ser concluídas antes de setembro.

A fonte do governo argentino afirmou que o acordo deve ser assinado em setembro ou outubro, marcando cerca de um ano desde que as negociações foram formalmente reiniciadas.

Outro diplomata, no Brasil, também disse à Reuters que as negociações estão acontecendo em uma velocidade recorde e extremamente bem, confirmando que os países provavelmente chegarão a um acordo este ano.

O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, deve visitar o Brasil no próximo trimestre, segundo essa fonte. Embora nenhum dos governos planeje anunciar um acordo durante a visita, ela pode servir como um impulso para finalizá-lo o mais rápido possível, disse a fonte.

O escritório do Mercosul em Montevidéu e o Ministério do Comércio canadense não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

"As negociações sobre um acordo de livre comércio estão avançando com ímpeto, e estamos encorajados pelo progresso alcançado. O Canadá está empenhado em concluir um acordo ambicioso e abrangente que crie oportunidades reais para as empresas, os trabalhadores e os investidores canadenses", disse um porta-voz do Ministério do Comércio do Canadá.

Uma autoridade do governo do Canadá diretamente envolvida nas negociações disse à Reuters, nesta sexta-feira, que o ministro do Comércio do país, Maninder Sidhu, está "muito interessado" em finalizar o acordo ainda este ano e que se reunirá com seu homólogo brasileiro à margem das reuniões da Organização Mundial do Comércio em Camarões, no dia 28 de março.

O impulso renovado segue meses de trocas técnicas depois que o Canadá e o Mercosul concordaram no ano passado em retomar as negociações que estavam paralisadas desde 2021.

O Canadá intensificou os esforços para diversificar o comércio em meio à incerteza ligada às tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

A América do Sul, especialmente o Brasil, disse essa fonte, é um parceiro comercial do qual o Canadá não pode abrir mão.

Para o Mercosul, um grande exportador de carne bovina, soja e minerais, um acordo com o Canadá expandiria o acesso a mercados desenvolvidos e ajudaria a atrair investimentos em setores-chave como a mineração.

No início de março, autoridades comerciais de Ontário, uma província central para a economia canadense, visitaram a Argentina e o Uruguai como parte dos esforços para estabelecer as bases para um futuro acordo e demonstrar apoio ao aumento do comércio bilateral.

O ministro do Desenvolvimento Econômico, Criação de Empregos e Comércio de Ontário, Victor Fedeli, reuniu-se com representantes do setor de tecnologia e mineração como parte da viagem, dando continuidade à visita realizada ao Brasil no final do ano anterior.

Fedeli disse que Ontário estava intensificando o contato com a América do Sul, em parte devido ao que ele chamou de efeito de "aceleração de Trump", observando que cerca de 80% do comércio da província é com os Estados Unidos.

"Estamos aproveitando esse impulso", declarou Fedeli em uma entrevista à Reuters em Montevidéu. "O governo canadense leva a sério a diversificação em relação aos EUA, trabalhando para abrir novas oportunidades de comércio, parceria e investimento", acrescentou.

As negociações com o Canadá ocorrem depois que o Mercosul assinou um acordo comercial com a União Europeia em janeiro, após 25 anos de negociações. Neste mês, a Comissão Europeia disse que os principais elementos comerciais do acordo, que se mostrou controverso na Europa, serão aplicados em caráter provisório a partir de 1º de maio.

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Veja como combater as principais pragas e doenças do maracujá

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 13:53

GLOBO RURAL Veja como combater as principais pragas e doenças do maracujá Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tem um folheto gratuito com as dicas. Por Globo Rural

A produtora rural Hilda escreveu ao Globo Rural pedindo ajuda para controlar problemas no cultivo do maracujá.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tem um folheto gratuito com as informações sobre as principais pragas e doenças do maracujazeiro.

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Argentina consegue reverter condenação de US$ 16 bilhões nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 13:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,33%Dólar TurismoR$ 5,447-0,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,33%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa182.766 pts0,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,33%Dólar TurismoR$ 5,447-0,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,33%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa182.766 pts0,02%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,33%Dólar TurismoR$ 5,447-0,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,33%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa182.766 pts0,02%Oferecido por

Um tribunal de apelações de Nova York anulou, nesta sexta-feira (27), uma decisão que obrigava a Argentina a pagar US$ 16,1 bilhões (R$ 84,2 bilhões) em indenizações pela nacionalização da petroleira YPF, ocorrida em 2012. A informação consta na decisão judicial obtida pela AFP.

A condenação havia sido determinada em 8 de setembro de 2023 pela juíza Loretta Preska, do Tribunal Federal do Distrito Sul de Manhattan.

Na ocasião, ela concluiu que a Argentina deveria compensar empresas que, segundo a decisão, foram prejudicadas pela forma como ocorreu a nacionalização da companhia.

“VENCEMOS O PROCESSO DA YPF. O Tribunal acaba de reverter integralmente a sentença contra a Argentina: o melhor cenário possível”, escreveu.

Em 2012, o governo argentino expropriou 51% das ações da YPF, empresa que na época era parcialmente controlada pela petroleira espanhola Repsol.

Dois anos depois, a companhia espanhola recebeu US$ 5 bilhões (R$ 26 bilhões) para encerrar a disputa com o país.

A situação foi diferente para acionistas minoritários — investidores que tinham participações menores na empresa. Entre eles estavam a Petersen Energia e a Eton Park Capital, que juntos detinham 25,4% do capital da YPF.

Em 2015, essas empresas entraram na Justiça alegando que a Argentina deveria ter feito uma oferta pública de aquisição (OPA) — mecanismo pelo qual um comprador oferece adquirir ações de outros investidores — conforme previsto nas regras da companhia.

O presidente da Argentina, Javier Milei, em 7 de fevereiro de 2026 — Foto: REUTERS/Francisco Loureiro

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Sony anuncia aumento global de preços do PlayStation 5 e outros dispositivos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 13:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,235-0,4%Dólar TurismoR$ 5,445-0,08%Euro ComercialR$ 6,032-0,4%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa182.487 pts-0,13%MoedasDólar ComercialR$ 5,235-0,4%Dólar TurismoR$ 5,445-0,08%Euro ComercialR$ 6,032-0,4%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa182.487 pts-0,13%MoedasDólar ComercialR$ 5,235-0,4%Dólar TurismoR$ 5,445-0,08%Euro ComercialR$ 6,032-0,4%Euro TurismoR$ 6,291-0,08%B3Ibovespa182.487 pts-0,13%Oferecido por

A empresa japonesa de entretenimento Sony anunciou nesta sexta-feira (27) um aumento nos preços de alguns produtos da linha PlayStation.

O reajuste atinge os consoles PlayStation 5 (PS5), PS5 Pro e o PlayStation Portal, e passa a valer em todo o mundo a partir de 2 de abril. É o segundo aumento desse tipo em cerca de um ano.

"Considerando as pressões persistentes sobre a economia global, decidimos aumentar os preços do PS5, do PS5 Pro e do PlayStation Portal" em todo o mundo, "a partir de 2 de abril", afirmou o grupo no blog do PlayStation.

Na Europa, o preço dos consoles ficará 100 euros mais caro (cerca de R$ 603). O PlayStation Portal terá aumento de 30 euros (aproximadamente R$ 181), passando a custar 249,99 euros (cerca de R$ 1.500).

Nos Estados Unidos, os reajustes devem variar entre US$ 100 e US$ 150 (de cerca de R$ 523 a R$ 784), dependendo da versão do aparelho.

Parte da linha já havia sofrido reajuste recentemente. Em abril de 2025, a versão digital do PS5 ficou 50 euros mais cara na Europa. Na mesma época, os modelos com e sem leitor de Blu-ray também tiveram aumento no Reino Unido, Nova Zelândia e Austrália.

Lançado em 2020, o PlayStation 5 já vendeu mais de 92 milhões de unidades no mundo e está entre os consoles mais populares do mercado.

Mesmo assim, as vendas globais caíram 16% no período de outubro a dezembro, na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior, apesar do lançamento do PS5 Pro em novembro de 2024.

Empresas do setor também enfrentam dificuldades para obter semicondutores, componentes eletrônicos usados na fabricação de consoles e outros dispositivos.

A escassez desses itens tende a elevar os custos de produção. Em maio, a Microsoft também anunciou aumento global nos preços dos consoles Xbox Series, citando as mesmas condições de mercado.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Eu gostava da minha galinha’: francesa mata lince para salvar ave e caso vai parar na Justiça

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 13:53

Agro 'Eu gostava da minha galinha': francesa mata lince para salvar ave e caso vai parar na Justiça Espécie é ameaçada de extinção e protegida no país. Animal de criação também morreu. Por RFI

O tribunal criminal de Estrasburgo, no leste da França, analisou nesta sexta-feira (27) o caso da morte de um filhote de lince espancado por uma mulher em uma cidade no norte da Alsácia.

Na manhã de 18 de outubro de 2024, o felino, uma fêmea de 4,2 kg, entrou em um cercado onde viviam cinco galinhas, no jardim de uma área residencial de Niederbronn-les-Bains, uma cidade de 4.000 habitantes.

A dona da propriedade conta ter entrado “em pânico” quando viu uma de suas aves, Marie-Thérèse, ser atacada.

O tribunal criminal de Estrasburgo, no leste da França, analisou nesta sexta-feira (27) o caso da morte de um filhote de lince espancado por uma mulher em uma cidade no norte da Alsácia, após o animal atacar sua galinha, Marie Thérèse. O lince é uma espécie ameaçada de extinção e protegida no país.

Na manhã de 18 de outubro de 2024, o felino, uma fêmea de 4,2 kg, entrou em um cercado onde viviam cinco galinhas, no jardim de uma área residencial de Niederbronn-les-Bains, uma cidade de 4.000 habitantes.

A dona da propriedade conta ter entrado “em pânico” quando viu uma de suas aves, Marie-Thérèse, ser atacada. “Fiquei chocada, gritei, mas ele não soltava. Bati para que soltasse minha galinha”, relatou ao tribunal, onde responde por destruição de uma espécie animal protegida.

Depois de tentar afugentar o predador, a agressora, que diz estar arrependida, pegou um pedaço de madeira e o golpeou na cabeça. Em seguida, chamou a polícia municipal, que acionou o Escritório Francês de Biodiversidade (OFB).

“Eu estava a dez minutos dali. Vim ver o que podia ser feito para salvar o filhote que agonizava”, contou Claude Kurtz, especialista em linces e representante do OFB na Alsácia.

O lince estava debilitado e faminto. “Tentei prestar os primeiros socorros e rapidamente o levei à clínica veterinária”, mas “duas horas depois, ele estava morto”, acrescentou o defensor dos animais, que representou a associação SOS Falcão-peregrino Lince.

Segundo o relatório de autópsia, o felino sofreu “vários golpes”, além de duas fraturas no crânio e um hematoma.

Os defensores do lince ainda não haviam escolhido um nome para a filhote, mas conheciam sua linhagem: seus pais, Taïga e Filou, eram da “segunda geração” de linces reintroduzidos na Alemanha entre 2016 e 2021.

A mulher e o marido só alertaram as autoridades quando o animal já estava agonizando. “Eles poderiam ter chamado antes”, lamenta Kurtz, que denuncia “atos de crueldade”.

Marie-Thérèse, a galinha, não sobreviveu. Mas, segundo Kurtz, se a dona não tivesse atacado o lince, “ela teria sido indenizada pela perda da galinha”.

A espécie está ameaçada de extinção, segundo associações de defesa dos animais, que apontam números alarmantes: existem apenas cerca de 150 linces em toda a França e apenas dez nas montanhas da região de Vosges, perto da fronteira com a Alemanha.

Nesse contexto, “cada indivíduo conta para a sobrevivência da espécie”, destaca Sandrine Farny, responsável pelo tema no Parque Natural Regional dos Vosges do Norte. Ela lembra que linces são, com frequência, vítimas de atropelamentos.

“Você se dá conta de que, ao tentar salvar um animal, acabou matando outro?”, questionou a juíza, Valentine Seyfritz.

“Era meu animal doméstico, senhora. Eu gostava da minha galinha, como a senhora gosta do seu gato ou do seu cachorro”, respondeu a acusada.

A “legítima defesa” não se aplica ao caso, afirmou a promotora, Priscille Cazaux, que pediu quatro meses de prisão com suspensão condicional da pena para a mulher “sinceramente abalada pelos fatos”.

Mas a alegação de que ela teria confundido o lince com um gato é difícil de acreditar, segundo a promotora. 

Para a advogada da ré, Juliette Isaac, a sexagenária não é uma “caçadora experiente” nem uma “caçadora ilegal”, mas uma pessoa que enfrentou uma “situação estressante que não soube administrar”.

Aquela que “viu crescer suas cinco galinhas” simplesmente “reagiu diante da agressão a um ser querido”; e, desde então, tem dificuldades com o luto e não “substituiu Marie-Thérèse”.

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Governador do DF, Ibaneis pede empréstimo de R$ 4 bilhões ao FGC para capitalizar o BRB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/03/2026 13:53

Distrito Federal Governador do DF, Ibaneis pede empréstimo de R$ 4 bilhões ao FGC para capitalizar o BRB De acordo com o documento, objetivo é 'assegurar continuidade de serviços financeiros essenciais, o apoio a políticas públicas e a preservação de condições adequadas de liquidez e capital do BRB'. Por Iana Caramori, g1 DF

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), enviou uma carta ao presidente do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para iniciar as tratativas para um empréstimo de R$ 4 bilhões.

De acordo com o documento, o objetivo é "assegurar a continuidade de serviços financeiros essenciais, o apoio a políticas públicas e a preservação de condições adequadas de liquidez e capital do BRB".

A proposta prevê uma carência de 1 ano e 6 meses para o início do pagamento, seguido de parcelas semestrais – o documento não diz a duração e o valor desse parcelamento.

Como garantia, o GDF oferece os nove imóveis públicos que constam na lei de reforço ao Banco de Brasília (BRB), além de participações acionárias de empresas públicas da capital — Caesb, BRB e CEB.

Na carta ao FGC, o governador Ibaneis Rocha incluiu um conjunto de "parâmetros preliminares a serem refinados em conjunto".

Modalidade: operação de suporte financeiro de natureza estrutural (ex.: instrumento elegível a reforço de capital, conforme enquadramento regulatório aplicável) e/ou linha de liquidez associada;Valor: R$ 4 bilhões;Carência: 1 ano e 6 meses e pagamentos semestrais;Remuneração/encargos: CDI + spread, observadas as condições definidas pelo FGC;Garantias: participações acionárias das empresas públicas do Distrito Federal (Caesb, BRB, CEB) e imóveis, conforme Projeto de Lei nº 2165/2026.

O documento diz que o aporte de R$ 4 bilhões no Banco de Brasília teria um "caráter estruturante".

O governo tenta aportar recursos no BRB para restaurar os limites mínimos definidos pela legislação brasileira para a segurança de todos os bancos em operação.

reforço do Índice de Basileia e da capacidade de expansão da carteira de crédito;ampliação do financiamento à infraestrutura, à habitação e às micro e pequenas empresas;estímulo à atividade econômica local, com reflexos positivos sobre a arrecadação tributária; potencial geração de dividendos futuros ao acionista controlador, o Governo do Distrito Federal.

➡️ O Índice de Basileia mede a segurança financeira de cada banco, comparando o capital da instituição e o risco de suas operações. O Banco Central é quem fiscaliza o atingimento do índice.

"Trata-se, portanto, de investimento com potencial de retorno fiscal indireto e recorrente", defende o governo.

Na carta, o governo do DF reconhece que o Fundo Garantidor de Créditos tem regras próprias para conceder esse tipo de crédito. E se diz disposto a "cooperar com as tratativas e fornecer informações e documentos necessários para avaliação de viabilidade, risco, estrutura e salvaguardas".

Plano de Negócios;Plano de Capital;Diagnóstico de necessidades (drivers) e medidas internas em curso (capital, funding, liquidez, redução de risco);Proposta de garantias e mapa de elegibilidade/ônus de ativos;Minuta de cronograma de implementação e governança de monitoramento.

Há 51 minutos Política Relatório pede que PF e MPF apurem relações entre Vorcaro e ministros do STFHá 51 minutosASSISTA: deputado faz a leitura do relatório final da CPI do INSS

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