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Preço de petróleo bate US$ 115 por barril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 20:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,33%Dólar TurismoR$ 5,4550,1%Euro ComercialR$ 6,043-0,22%Euro TurismoR$ 6,2970,02%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,33%Dólar TurismoR$ 5,4550,1%Euro ComercialR$ 6,043-0,22%Euro TurismoR$ 6,2970,02%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,33%Dólar TurismoR$ 5,4550,1%Euro ComercialR$ 6,043-0,22%Euro TurismoR$ 6,2970,02%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%Oferecido por

A Agência Nacional do Petróleo afirmou hoje que o abastecimento de diesel no país está garantido até o final de abril

O preço do petróleo Brent alcançou US$ 115 (cerca de R$ 602,2) nesta segunda-feira (domingo, 29, no horário de Brasília). O preço da principal referência de petróleo dos EUA também subiu, mais de 3%, superando mais uma vez os US$ 100 (cerca de R$ 576) o barril. A crescente nos preços ocorre devido à guerra no Oriente Médio, que ainda não tem previsão para um fim.

Um barril de West Texas Intermediate (WTI), a referência dos EUA, para entrega em maio subiu 3,50 %, para US$ 103,13 (cerca de R$ 540), poucos minutos após a abertura dos mercados asiáticos.

Enquanto isso, o barril do Brent do Mar do Norte subiu 2,98 por cento, para US$ 115,93 (cerca de R$ 607,12). O aumento da cotação do barril de petróleo impacta os preços no Brasil, principalmento do diesel.

Esta não é a primeira vez que o preço do barril chega ou supera os US$ 115 em meio a guerra no Oriente Médio. Na quinta-feira (19), os contratos futuros do Brent chagavam a US$ 114,45 por barril após ataques ataques a reservas de energia no Oriente Médio.

Nesta sexta-feira (25), depois de uma severa alta dos preços do petróleo no Brasil por conta da guerra no Oriente Médio, o preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu 2,62% em uma semana e é vendido por R$ 7,45, mostram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Ainda neste domingo, o Irã disse estar pronto para reagir a um possível ataque terrestre dos Estados Unidos e acusou Washington de preparar uma ofensiva por terra enquanto, ao mesmo tempo, fala em negociações.

A declaração ocorre em meio a esforços diplomáticos de países da região, que se reúnem no Paquistão para tentar encerrar o conflito.

A reação ocorre após os Estados Unidos enviarem milhares de fuzileiros navais ao Oriente Médio. O primeiro de dois contingentes chegou na sexta-feira (27) a bordo de um navio de assalto anfíbio, segundo o Exército americano.

➡️Um navio de assalto anfíbio é um tipo de navio militar projetado para levar tropas, veículos e aeronaves até a costa e lançar uma invasão a partir do mar.

O jornal Washington Post informou que o Pentágono se prepara para operações terrestres no Irã, que poderiam incluir ações de forças especiais e tropas convencionais. Ainda não há confirmação de que o presidente Donald Trump autorizará esse plano.

O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que os EUA podem atingir seus objetivos sem tropas em solo, mas disse que o envio de forças amplia as opções do governo.

A guerra começou em 28 de fevereiro, com ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, e rapidamente se espalhou pelo Oriente Médio.

O Paquistão tenta atuar como mediador entre Washington e Teerã e sedia negociações neste domingo. No sábado, o primeiro-ministro paquistanês conversou com o presidente iraniano.

O chanceler paquistanês também teve reuniões com representantes da Turquia e do Egito antes das conversas mais amplas.

Além disso, há contatos militares em andamento. O chefe do Exército do Paquistão mantém diálogo com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, segundo fontes.

O Paquistão vem se consolidando como um importante canal diplomático no conflito, por manter relações próximas tanto com Teerã quanto com Washington.

A Turquia também trabalha, junto a outros países, em uma proposta para reabrir o Estreito de Ormuz — medida considerada essencial para reduzir as tensões.

Os Estados Unidos apresentaram recentemente um plano de cessar-fogo com 15 pontos, que incluía a reabertura do estreito e limites ao programa nuclear iraniano. O Irã rejeitou a proposta e apresentou suas próprias condições.

Neste domingo (29), a Adama, fabricante de insumos agrícolas e produtos para proteção de cultivos, informou que sua unidade Makhteshim, no sul de Israel, foi atingida por um míssil iraniano ou por destroços de um míssil, mas que não houve registro de feridos.

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KitKat fala em ‘boa notícia’ e diz que abastecimento não será afetado após roubo de 12 toneladas do chocolate na Europa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 18:43

Economia Negócios KitKat fala em 'boa notícia' e diz que abastecimento não será afetado após roubo de 12 toneladas do chocolate na Europa Carga de chocolates foi levada durante transporte na Europa. A empresa não informou onde a mercadoria desapareceu, mas indicou que "o veículo e seu conteúdo continuam desaparecidos". Por Redação g1

Nestlé denuncia roubo de carga com 12 toneladas barras de KitKat na Europa — Foto: REUTERS/Hannah McKay/Foto ilustrativa/Foto de arquivo

Após o grupo suíço Nestlé denunciar o roubo de uma carga de 12 toneladas de chocolate KitKat na semana passada, a empresa afirmou que o abastecimento não será afetado.

Em uma nota divulgada neste domingo (29), a KitKat confirma que a carga do produto foi roubada no deslocamento entre a fábrica na área centra da Itália e o destino final, na Polônia.

A companhia diz estar trabalhando de perto com as autoridades locais para auxiliar na investigação, mas tranquilizou os consumidores:

"A boa notícia: não há preocupações para a segurança do consumidor e o abastecimento não foi afetado", afirmam.

O caso aconteceu pouco tempo antes da Páscoa, o que gerou certa apreensão sobre a possibilidade de escassez justamente nessa data. (relembre abaixo)

A carga de 12 toneladas do chocolate KitKat desapareceu na semana passada durante uma viagem até centros de produção e distribuição, indicou.

A Nestlé confirmou em um comunicado que "um caminhão que transportava 413.793 unidades da sua nova linha de chocolates foi roubado durante o transporte na Europa".

"Sempre incentivamos as pessoas a fazerem uma pausa com o KitKat", comentou um porta-voz da marca, citando o slogan da barra de chocolate. "Mas parece que os ladrões levaram a mensagem muito a sério e roubaram mais de 12 toneladas do nosso chocolate", acrescentou.

O caminhão roubado saiu do centro da Itália e seguia para a Polônia, com a missão de distribuir as barras em vários países ao longo do trajeto.

A empresa não informou onde a mercadoria desapareceu, mas indicou que "o veículo e seu conteúdo continuam desaparecidos".

"As investigações prosseguem em estreita colaboração com as autoridades locais e os parceiros da cadeia de suprimentos", acrescentou.

Também advertiu que as barras de chocolate roubadas "podem entrar em canais de venda não oficiais nos mercados europeus".

A Nestlé destacou que é possível rastrear os produtos roubados escaneando os códigos de lote de cada barra.

"Se uma correspondência for localizada, o sistema apresentará instruções claras sobre como alertar a KitKat, que então compartilhará as provas de maneira adequada", indicou.

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Como a China passou anos se preparando para uma crise mundial do petróleo e qual é o seu ponto fraco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 11:19

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,33%Dólar TurismoR$ 5,4550,1%Euro ComercialR$ 6,043-0,22%Euro TurismoR$ 6,2970,02%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,33%Dólar TurismoR$ 5,4550,1%Euro ComercialR$ 6,043-0,22%Euro TurismoR$ 6,2970,02%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,33%Dólar TurismoR$ 5,4550,1%Euro ComercialR$ 6,043-0,22%Euro TurismoR$ 6,2970,02%B3Ibovespa182.733 pts-1,45%Oferecido por

A China se prepara há tempos para um possível choque no abastecimento de petróleo do Golfo Pérsico. Mas a interrupção da rota marítima estratégica que atravessa o Estreito de Ormuz, provocada pela guerra no Irã, está colocando esta resistência à prova.

As exportações de petróleo e gás do Oriente Médio foram interrompidas depois que o Irã ameaçou responder aos ataques americanos e israelenses com ataques próprios aos navios que atravessassem o estreito.

O bloqueio provocou uma escassez mundial de petróleo que atinge em cheio os países asiáticos que dependem das rotas do Golfo.

As Filipinas impuseram semanas de trabalho de quatro dias para economizar combustível e a Indonésia busca formas de evitar o esgotamento das suas reservas, suficientes para apenas algumas semanas.

Mas Pequim parte de uma posição mais sólida que a dos seus vizinhos, após anos de diplomacia e planejamento estratégico, voltados à preparação para uma crise energética global.

A economia mundial entrou em uma fase de turbulências, desde que os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã, no final de fevereiro.

Os preços do petróleo dispararam nas últimas semanas, chegando perto dos US$ 120 por barril em alguns momentos.

Eles foram impulsionados pelos ataques contra navios e a infraestrutura de energia. Isso sem falar no fechamento efetivo do Estreito de Ormuz, a rota marítima mais trafegada do mundo para transporte de petróleo.

Passam pelo estreito cerca de 20% do petróleo mundial, ou cerca de 20 milhões de barris diários, segundo estimativas da Administração de Informações de Energia dos Estados Unidos (EIA, na sigla em inglês).

A escassez obrigou os países a procurar fornecedores alternativos fora do Golfo Pérsico, enquanto outros começaram a recorrer às suas próprias reservas estratégicas.

A China é o segundo maior consumidor de petróleo do mundo, depois dos Estados Unidos. O país asiático consome entre 15 e 16 milhões de barris por dia, segundo diversos analistas de mercado consultados pela BBC.

A maior parte se destina ao seu vasto sistema de transporte, composto por automóveis, caminhões e aviões. E grande parte do petróleo consumido vem do exterior.

Os países do Golfo são uma fonte importante do petróleo que chega à China. A Arábia Saudita e o Irã representam, cada um, mais de 10% das importações chinesas, segundo dados da EIA.

A maior parte do petróleo importado pela China procede do Irã e do Oriente Médio, através do mar do Sul da China. Ele é empregado como combustível para manter as atividades das fábricas e o transporte, especialmente na metade sul do país.

Já o norte depende principalmente do petróleo extraído dos campos petrolíferos em território chinês, além das importações por oleoduto da Rússia, que não foram afetadas pela guerra no Oriente Médio.

Enquanto muitos países asiáticos dependem, em grande parte, do petróleo dos países do Golfo, o petróleo russo representa cerca de 20% das importações chinesas. Com isso, Moscou passou a ser o maior fornecedor de petróleo de Pequim, mesmo com as sanções impostas pelos Estados Unidos e pela Europa.

O carvão segue sendo a principal fonte de geração de energia elétrica na China e é abundante no país. A China é o maior produtor mundial de carvão e concentra mais da metade da produção global.

O petróleo e o gás, por outro lado, representam pouco mais de 25% do conjunto da matriz energética chinesa, segundo estimativas publicadas na imprensa estatal. Este número indica que o país depende menos desses recursos que a Europa ou os Estados Unidos.

Pequim aproveita há anos os baixos preços do petróleo e a abundância de fornecimento proveniente dos países do Golfo para formar uma das maiores reservas do mundo, explica a chefe de estratégias de matérias-primas do Saxo Bank, Ole Hansen.

Somente entre janeiro e fevereiro deste ano, a China comprou 16% a mais de petróleo que no mesmo período do ano anterior, segundo a administração de alfândegas do país.

O petróleo do Irã sofre sanções dos Estados Unidos, mas a República Islâmica se transformou em um dos principais fornecedores de petróleo barato para a China. Diversos relatórios indicam que Pequim compra mais de 80% das exportações iranianas de petróleo.

Os dados de acompanhamento de navios coletados desde o início da guerra no Irã indicam que parte desse petróleo continua chegando à China, mas os analistas discordam sobre o tamanho exato das reservas petrolíferas chinesas.

Segundo o grupo de análises comerciais Kpler, mais de 46 milhões de barris de petróleo iraniano estão atualmente armazenados em petroleiros ao longo do mar do Sul da China. Eles são suficientes para cobrir o consumo de vários dias.

Hansen afirma que as estimativas indicam que a China acumulou reservas de cerca de 900 milhões de barris, o equivalente a pouco menos de três meses de importação.

Números da Universidade Columbia, mencionados pela imprensa estatal chinesa, elevam as reservas de petróleo do país para cerca de 1,4 bilhão de barris.

Também não se sabe ao certo quanta energia importada a China consome por dia e quanto é desviado para suas reservas estratégicas, destaca Hansen. Ainda assim, o volume total forma um "colchão substancial" em momentos de interrupção do fornecimento.

Apesar de contar com reservas consideráveis, Pequim demonstrou sinais de cautela para gerenciar seu abastecimento a curto prazo.

Existem informações de que as autoridades chinesas teriam ordenado que as refinarias do país suspendessem temporariamente a exportação de combustíveis, para tentar conter os preços internos.

A BBC consultou o governo chinês a este respeito, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.

A China passou a ser líder mundial na produção de energia verde, com a instalação acelerada de parques eólicos e solares em todo o país.

O Escritório Nacional de Estatísticas de Pequim indica que a energia eólica, nuclear, solar e hidroelétrica gerou mais de um terço da eletricidade chinesa em 2025.

Desde então, a China ampliou consideravelmente sua rede de energias renováveis. Estimativas indicam que mais da metade da sua capacidade instalada procede atualmente de fontes limpas.

E, como resultado deste impulso às energias renováveis, o petróleo representou apenas cerca de 20% do consumo total de energia do país em 2024. E a demanda de petróleo dificilmente voltará a aumentar no futuro, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE).

O pesquisador em economia energética Roger Fouquet destaca que a "ambiciosa" transição da China rumo às energias renováveis não responde apenas a motivações ambientais. Ela também contribuiu para proteger sua economia contra riscos globais, como os observados no conflito no Irã.

"De certa forma, a China teve a sorte de ter iniciado seus investimentos em energia renovável 25 anos atrás", explica ele. "E, agora, está colhendo os frutos."

Os veículos elétricos representam pelo menos um terço dos automóveis novos vendidos no país. Eles também ajudaram a reduzir a dependência chinesa do petróleo, segundo Roc Shi, da Universidade de Tecnologia de Sydney, na Austrália.

"Isso significa que o proprietário de um veículo elétrico em Pequim simplesmente não sente o impacto na bomba de combustível quando aumenta a tensão no Oriente Médio", explica ele. "Seus custos de mobilidade não estão relacionados aos mercados internacionais de petróleo."

Mas isso não significa que a economia chinesa seja imune à interrupção do abastecimento de petróleo.

Para os donos de veículos elétricos, os custos do carregamento podem aumentar durante uma crise energética, se os preços dos combustíveis aumentarem.

Na semana passada, os preços da gasolina e do óleo diesel aumentaram, respectivamente, em 695 yuanes (cerca de US$ 100 ou R$ 525) e 670 yuanes (cerca de US$ 97 ou R$ 509) por tonelada, segundo o jornal estatal China Daily, mencionando um relatório oficial.

No caso das fábricas chinesas, o encarecimento do petróleo também pode aumentar os custos da enorme indústria petroquímica do país, responsável pela produção de plásticos, fertilizantes e outros produtos químicos.

A China, como maior importador de energia do mundo, pagará agora um preço mais alto por barril devido à guerra, segundo Shi. Mas não terá outra opção a não ser assumir esse custo adicional.

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Guerra no Oriente Médio eleva custos dos insumos agrícolas e preocupa produtores do interior de SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 08:00

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Guerra no Oriente Médio eleva custos dos insumos agrícolas e preocupa produtores do interior de SP A suspensão de fertilizantes por Rússia e China, somada ao aumento nos custos do diesel devido à guerra no Oriente Médio, fez com que produtores buscassem alternativas para conter os impactos. Por Nosso Campo, TV TEM

A temporada 2026 das competições de três tambores começou em Tietê (SP), reunindo milhares de participantes e movimentando o setor equestre.

A prova, considerada uma das maiores da América Latina, atrai competidores, público e investimentos.

Na arena, cavalos e cavaleiros enfrentam um percurso triangular que exige velocidade e precisão para ser concluído no menor tempo possível.

Realizada no Haras Rafaela, a competição reúne mais de 7,5 mil participantes e cerca de 1,5 mil cavalos.

Crise global eleva custos e faz produtores do interior buscarem alternativas — Foto: Reprodução/TV TEM

Produtores do interior de São Paulo estão em alerta diante dos reflexos da guerra no Oriente Médio, que já atingem diretamente o agronegócio brasileiro. A preocupação aumentou após a Rússia, responsável por cerca de 25% dos fertilizantes no mercado global, suspender as vendas nesta semana, medida que já havia sido adotada pela China.

No Brasil, os efeitos são imediatos: alta nos preços do diesel e dos fertilizantes, insumos essenciais para a produção agrícola. O aumento pressiona os custos e acende um sinal de alerta, especialmente no setor sucroenergético.

Segundo Júlio Cesar Moreira, gerente executivo da (Associação dos Plantadores de Cana (Aplacana) da região de Monte Aprazível (SP), o diesel, que representa de 30% a 35% dos custos, registrou aumento entre 20% e 25%. Já os fertilizantes subiram cerca de 20%, além do encarecimento do frete.

Diante desse cenário, produtores têm buscado alternativas para reduzir gastos, como o uso de insumos orgânicos e a limitação das operações ao essencial. Ainda assim, Moreira alerta que, mesmo com o fim das restrições no mercado internacional, os efeitos devem demorar a chegar ao produtor final.

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Produtores de leite enfrentam queda no preço e aumento de custos no interior de SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 08:00

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Produtores de leite enfrentam queda no preço e aumento de custos no interior de SP Com margens apertadas, estratégia tem sido vender animais para manter investimentos na produção. Por Nosso Campo, TV TEM

Produtores de leite enfrentam um cenário de custos em alta e queda no preço pago pelo produto no interior de São Paulo.

Neste ano, o valor por litro caiu mais de R$ 0,90 em comparação com o mesmo período de 2025, o que tem pressionado a renda no campo.

Em Sandovalina, no Pontal do Paranapanema, a produção de leite sustenta a família do produtor Alex Menezes.

Com os custos mais altos e o preço mais baixo, a saída encontrada por Alex tem sido vender alguns animais para não interromper os investimentos.

Produtor investe em sistema de piquetes irrigados para manter a qualidade da alimentação do gado e garantir a produção de leite em Sandovalina (SP) — Foto: TV TEM/Reprodução

Produtores de leite enfrentam um cenário de custos em alta e queda no preço pago pelo produto no interior de São Paulo. Neste ano, o valor por litro caiu mais de R$ 0,90 em comparação ao mesmo período em 2025, o que tem pressionado a renda no campo.

Em Sandovalina, no Pontal do Paranapanema, a produção de leite sustenta a família do produtor Alex Menezes. Ele tem 27 vacas da raça Girolândia, sendo 17 em lactação que produzem, diariamente, 170 litros de leite.

A produtividade só é possível por causa do investimento em um sistema de piquetes irrigados, que mantém o pasto em boas condições e garante alimentação de qualidade ao gado.

Para continuar produzindo, no entanto, é preciso seguir investindo — e esse tem sido o principal desafio. Com os custos mais altos e o preço mais baixo, a saída encontrada por Alex tem sido vender alguns animais para não interromper os investimentos.

Segundo ele, o custo de produção é de R$ 1,63 por litro, enquanto a venda é feita a R$ 1,80, diferença considerada insuficiente para manter melhorias na propriedade.

Mesmo com o cenário desfavorável, a produção não parou. No ano passado, foram produzidos quase 82 mil litros de leite no estado, 32 mil a mais do que os 50 mil litros registrados em 2024, segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA).

De acordo com o engenheiro agrônomo José Wanderley Quintero, que presta assistência técnica por meio do Senar, há pelo menos três anos os produtores enfrentam dificuldades para equilibrar custos e ganhos. Em 2026, a situação está ainda mais instável, influenciada também pelo aumento da importação de leite em pó.

A produtora rural Cristina Hattori, de Ameliópolis, afirma que nunca viu preços tão baixos em 16 anos de trabalho. No ano passado, ela vendeu três animais para comprar insumos e manter os piquetes irrigados.

Segundo especialistas, a venda de animais, como fizeram Cristina e Alex, é uma estratégia possível, mas exige atenção ao momento certo para não comprometer a produção.

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Competição de três tambores reúne milhares de participantes em Tietê

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 08:00

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Competição de três tambores reúne milhares de participantes em Tietê Evento no Haras Rafaela abre temporada de 2026 e deve movimentar mais de R$ 18 milhões no ano. Por Nosso Campo, TV TEM

A temporada 2026 das competições de três tambores começou em Tietê (SP), reunindo milhares de participantes e movimentando o setor equestre.

A prova, considerada uma das maiores da América Latina, atrai competidores, público e investimentos.

Na arena, cavalos e cavaleiros enfrentam um percurso triangular que exige velocidade e precisão para ser concluído no menor tempo possível.

Realizada no Haras Rafaela, a competição reúne mais de 7,5 mil participantes e cerca de 1,5 mil cavalos.

Competidores participam de prova de três tambores durante evento que reúne milhares de atletas e cavalos em Tietê (SP) — Foto: TV TEM/Reprodução

A temporada 2026 das competições de três tambores começou em Tietê (SP), reunindo milhares de participantes e movimentando o setor equestre. A prova, considerada uma das maiores da América Latina, atrai competidores, público e investimentos.

Na arena, cavalos e cavaleiros enfrentam um percurso triangular que exige velocidade e precisão para ser concluído no menor tempo possível. Além da habilidade dos competidores, o preparo e os cuidados com os animais são fundamentais para o desempenho nas provas.

O público acompanha de perto cada disputa e vibra com as apresentações. Para muitos, não é preciso ser especialista para aproveitar o evento. É o caso do empresário Luca Foresto, que aproveitou o dia para levar a família e conhecer a competição.

Realizada no Haras Rafaela, a competição reúne mais de 7,5 mil participantes e cerca de 1,5 mil cavalos. A estrutura conta com 20 mil metros quadrados de área coberta, duas arenas para provas, além de espaços destinados a treinamento, aquecimento e acomodação dos animais.

O evento marca o início da temporada, que deve ter de duas a três competições por mês em Tietê. Ao todo, são 28 categorias divididas por faixas etárias, que vão desde crianças a partir de quatro anos até adultos com mais de 40.

A modalidade também tem impacto econômico significativo. Em 2025, as competições movimentaram mais de R$ 15 milhões, e a expectativa para este ano é ultrapassar R$ 18 milhões.

Somente neste primeiro evento de 2026, a premiação total foi de R$ 1,5 milhão. Segundo a organização, os valores distribuídos em prêmios são um dos principais fatores que impulsionam o volume financeiro do setor.

Entre os competidores, a empresária Bárbara Moraes veio de Rio Branco (AC) em busca do prêmio de R$ 15 mil destinado ao campeão da categoria, mas destacou a experiência de participar do evento em Tietê.

A nova geração também marcou presença. A competidora Isadora Shayeb Dosso, de dez anos, participou das provas ao lado de atletas de diferentes idades.

Com disputas acirradas, público presente e premiação elevada, a temporada de três tambores começa aquecida e com expectativa de crescimento ao longo do ano.

Há 2 horas Mundo Pela 1ª vez, rebeldes houthis do Iêmen realizam ataquesHá 2 horasAlém de petróleo, guerra pode afetar indústria global de eletrônicosHá 2 horasPapa diz que Deus não ouve orações de ‘líderes que promovem guerras’

Há 4 horas fórmula 1 Dose contra influenzaVacina da gripe na rede privada: quanto custa e qual a versão oferecida?

Há 58 minutos Saúde Veja quem pode se imunizar pelo SUS e quando procurar atendimentoHá 58 minutosStiff e abdominais 💪Treino da Samira no BBB expõe erros comuns; veja como corrigir

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Um abacaxi pode ter até 200 frutas fundidas; veja como isso acontece

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 06:45

Agro Um abacaxi pode ter até 200 frutas fundidas; veja como isso acontece Cada parte se origina de uma flor. Os pedaços próximos à base são mais doces, enquanto os próximos à coroa são mais azedos. Por Vivian Souza, g1 — São Paulo

Você sabia que cada abacaxi é formado por até 200 frutas? É como se ele fosse um cacho de uvas, mas, no lugar de frutas separadas, elas são fundidas.

Um pé de abacaxi produz entre 50 e 200 flores, que geram as frutas, explica Davi Junghans, líder do programa de melhoramento genético do abacaxi da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) da unidade de Mandioca e Fruticultura.

Cada uma fica aberta por apenas um dia. Da abertura da primeira flor, geralmente localizada na base da infrutescência, até o fechamento da última flor, mais próxima à coroa, há um intervalo de 3 semanas.

As flores que se fecham primeiro dão origem a frutos que acumulam mais açúcar. Enquanto os da parte superior têm mais acidez.

A coroa do abacaxi também tem uma funcionalidade: é a muda da planta. Ou seja, ela pode ser cortada e usada para plantar outro pé de abacaxi.

Mas a coroa não é a única forma de o abacaxi se reproduzir: ele tem mais três mudas. Veja a seguir.

Filhote: nasce na parte de baixo do fruto, grudado no caule que sustenta o abacaxi.Rebentão: cresce debaixo da terra, perto da raiz;Filhote-rebentão: nasce a partir da base das folhas, conectadas ao caule.

Segundo Junghans, não é comum que todos apareçam no mesmo pé de abacaxi. Isso depende da variedade da planta.

Apesar de mais raro, o abacaxi também pode se reproduzir por meio de sementes, mas não é fácil encontrar a variedade. Isso porque, comercialmente, o produto sem sementes é mais popular, explica o pesquisador da Embrapa.

Além disso, plantar usando mudas é mais rápido. Como elas são clones da planta original, os frutos ficam todos parecidos entre si.

Outro motivo que dificulta a produção de sementes é que o abacaxi não consegue usar o próprio pólen. Para formar uma semente, é preciso misturar o de duas plantas diferentes, de variedades distintas.

Por aqui, o cultivo comercial começou apenas no começo do século 20, principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste. Atualmente, todos os estados produzem a fruta, sendo que o Pará é o maior produtor.

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VÍDEO: Porco nasce com ‘duas faces’ em propriedade rural no ES; caso é raro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 05:53

Espírito Santo Agronegócios VÍDEO: Porco nasce com ‘duas faces’ em propriedade rural no ES; caso é raro Animal não consegue mamar sozinho e é alimentado com leite em seringa. Ideia foi do filho da família, de 18 anos, que tem transtorno do espectro autista. Especialista explica que condição do porco dificulta funções básicas. Por Juirana Nobres, g1 ES

Um porquinho nasceu com uma malformação rara na zona rural de Alfredo Chaves, na Região Serrana do Espírito Santo.

O animal tem um só corpo, quatro patas e duplicação da face, condição conhecida como diprosopia.

O caso foi registrado na última quinta-feira (26), na localidade de Recreio, em uma propriedade de criação de porcos da Cláudia Pastori e do esposo Sidimar Parteli Sartori.

Segundo a produtora, a porca deu à luz 9 filhotes, mas dois morreram. O leitão com a anomalia não consegue ficar de pé nem mamar sozinho.

Um porquinho nasceu com uma malformação rara na zona rural de Alfredo Chaves, na Região Serrana do Espírito Santo. O animal tem um só corpo, quatro patas e duplicação da face, condição conhecida como diprosopia.

O caso foi registrado na última quinta-feira (26), na localidade de Recreio, em uma propriedade de criação de porcos da Cláudia Pastori e do esposo Sidimar Parteli Sartori.

“Não tinha acontecido isso até então, é o primeiro. A gente achou interessante porque nunca tinha visto, os porquinhos sempre nasceram perfeitos. Nos assustamos e ficamos preocupados de como iríamos cuidar dele, pois nunca tínhamos passado por isso”, contou Cláudia ao g1.

Porco nasce com ‘duas faces’ em propriedade rural no Espírito Santo; caso é raro — Foto: Arquivo pessoal

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Segundo a produtora, a porca deu à luz nove filhotes, mas dois morreram. O leitão com a anomalia não consegue ficar de pé nem mamar sozinho e por isso precisou ser separado dos demais.

Ele passou a ser alimentado com leite por meio de seringa. “Ele consegue se alimentar pelas duas bocas, mas é um ser só. O resto do corpo é completamente normal, é um macho normal”, explicou Sidimar.

A alternativa para manter o animal vivo veio do filho de Cláudia, Kaique, de 18 anos, que tem transtorno do espectro autista grau 1.

"Meu filho deu a idéia de tratar o porco com leite na seringa e também colocou uma lâmpada acesa em cima dele para deixar ele quentinho. Improvisou uma forma de aquecer o animal, com o uso de uma lâmpada. kaique é tranquilo nessas situações, o autismo só atrapalha socializar com as pessoas, mas ele é muito inteligente", contou a lavradora orgulhosa do filho.

Segundo orientação de uma estudante de veterinária à família, o animal tem poucas chances de sobrevivência.

De acordo com o médico veterinário e professor do Departamento de Patologia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Breno Salgado, o caso é classificado como diprosopia e raro.

“É a duplicação parcial ou completa da face em um único indivíduo, o que é diferente da policefalia, quando o animal nasce com mais de uma cabeça”, explicou.

Segundo o especialista, os animais podem apresentar duas bocas e dois focinhos, o que dificulta funções básicas.

“A maioria dos leitões com essa alteração nasce morta ou morre poucas horas após o nascimento, devido a dificuldades respiratórias e de alimentação”, disse.

“Ela pode estar associada a fatores genéticos, como consanguinidade, exposição a toxinas, substâncias químicas ou deficiências nutricionais, além de alterações no funcionamento de genes”, afirmou.

Apesar disso, não há formas de prevenção ou tratamento para a condição. O especialista também orientou que animais com esse tipo de alteração não sejam consumidos.

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Material comum em cozinhas vira alvo de batalha judicial após casos de doença pulmonar em trabalhadores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 04:58

Trabalho e Carreira Material comum em cozinhas vira alvo de batalha judicial após casos de doença pulmonar em trabalhadores Reportagem do New York Times mostra como a poeira gerada no corte de bancadas de quartzo pode causar silicose, e desencadeou processos e debate no Congresso dos EUA. Por Redação g1 — São Paulo

Um material comum em bancadas de cozinha está ligado a casos de silicose entre trabalhadores que cortam e moldam o produto, segundo The New York Times.

A doença pulmonar é causada pela inalação de poeira liberada durante o corte das placas, um processo comum em oficinas que fabricam bancadas.

O aumento de diagnósticos entre esses profissionais levou a uma onda de processos judiciais contra fabricantes e distribuidores do material nos Estados Unidos.

Empresas do setor afirmam que o produto é seguro e que o problema está nas condições de trabalho nas oficinas que fazem o corte.

Diante da disputa, parlamentares discutem um projeto que pode dar aos fabricantes proteção legal semelhante à existente para setores como o de vacinas e armas.

Um material comum em milhões de cozinhas está no centro de um debate cada vez mais intenso nos Estados Unidos. O quartzo utilizado em bancadas — alternativa ao mármore e ao granito — tem sido associado a casos de silicose, doença pulmonar grave provocada pela inalação de poeira mineral.

De acordo com o jornal "The New York Times", o aumento de diagnósticos entre trabalhadores que cortam e moldam essas placas abriu uma disputa entre empresas, profissionais do setor, médicos e advogados. O tema chegou ao Congresso americano.

Um projeto em análise poderia colocar o quartzo na mesma categoria jurídica de produtos como vacinas e armas de fogo, que contam com proteção federal contra determinados processos por danos.

Trabalhadores e especialistas em saúde ocupacional afirmam que a poeira liberada durante o corte do material pode ser extremamente perigosa — e que os mais expostos são justamente os profissionais responsáveis por transformar as placas em bancadas de cozinha.

Antes de chegarem às residências, as placas de quartzo passam por um processo de produção que inclui corte, lixamento e acabamento.

Segundo o jornal, grandes chapas de pedra artificial são enviadas a oficinas especializadas, onde trabalhadores usam serras e lixadeiras para moldar o material e criar aberturas para pias, torneiras e cantos das bancadas.

Segundo o jornal, essas partículas microscópicas podem se alojar nos pulmões quando inaladas. O organismo passa a tratá-las como corpos estranhos e desencadeia uma resposta inflamatória. Com o tempo, o tecido pulmonar desenvolve cicatrizes que reduzem a capacidade respiratória.

Jeff Rose, de 55 anos, trabalhou por anos esculpindo bancadas de quartzo em Georgetown, no estado de Kentucky. Era um trabalho de que gostava, que exigia habilidade manual e criatividade. Hoje, o ex-cortador convive com a silicose.

"Adoro ser criativo com as minhas mãos. Não consigo mais fazer isso", disse Rose em entrevista ao The New York Times.

O filho dele, Skyler, de 30 anos, seguiu o mesmo caminho profissional e também trabalhou cortando placas de quartzo. Assim como o pai, acabou diagnosticado com a doença, segundo a reportagem.

Os dois fazem parte de centenas de trabalhadores da indústria de pedra que desenvolveram silicose nos Estados Unidos, segundo levantamento citado pelo jornal.

Outro caso mencionado pelo jornal é o de Wade Hanicker, de 39 anos, que começou a cortar bancadas na Flórida há cerca de 15 anos.

Ele relatou ao jornal que muitas oficinas eram pequenos negócios familiares e que os ambientes frequentemente ficavam tomados pela poeira.

“Muitas vezes cortávamos a seco”, afirmou Hanicker, referindo-se ao processo sem uso de água para conter o pó.

Hoje ele também convive com a silicose. A doença trouxe outras complicações e reduziu sua capacidade física.

A pneumologista Jane C. Fazio começou a identificar um padrão entre pacientes atendidos no pronto-socorro do Olive View-UCLA Medical Center.

Segundo ela contou ao The New York Times, vários pacientes tinham o mesmo histórico profissional: trabalhar com bancadas de pedra.

“Todos deram a mesma resposta”, disse Fazio em entrevista ao jornal. “Eles trabalham com bancadas.”

Dados do departamento de saúde pública da Califórnia, citados pelo The New York Times, apontam 512 casos de silicose ligados à pedra artificial e 29 mortes desde 2019.

Com o avanço dos diagnósticos, também cresceram os processos judiciais contra fabricantes e distribuidores de pedra artificial.

Segundo o The New York Times, um júri em Los Angeles determinou, em 2024, o pagamento de US$ 52,4 milhões a um ex-trabalhador que processou empresas do setor.

Rebecca Shult, diretora jurídica da fabricante Cambria, afirmou em depoimento ao Congresso — citado pelo The New York Times — que o problema estaria nas condições de trabalho de algumas oficinas.

“O problema está no processo, não no produto”, disse ela durante audiência legislativa, segundo o jornal.

O projeto em discussão no Congresso atribui às oficinas que cortam as placas e aos órgãos reguladores do trabalho a responsabilidade pela segurança.

Segundo médicos ouvidos pelo jornal, esse número pode crescer, já que a doença leva anos para se manifestar após a exposição.

Especialistas em saúde ocupacional consultados pelo The New York Times afirmam que as normas atuais podem não ser suficientes para proteger os trabalhadores.

O epidemiologista David Michaels, que chefiou a Administração de Segurança e Saúde Ocupacional dos EUA entre 2009 e 2017, afirmou ao Congresso que os padrões de exposição à sílica podem estar desatualizados.

Segundo ele, a indústria deveria considerar alternativas mais seguras, como materiais feitos com vidro reciclado. Enquanto o debate avança em Washington, trabalhadores continuam enfrentando os efeitos da doença.

Jeff Rose disse ao The New York Times que se sente dividido: quer que a indústria aumente a segurança, mas teme que a onda de processos prejudique as empresas do setor.

"O que eu almejo é ser um líder neste setor e fazer as coisas da maneira correta", afirmou ao jornal.

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Ovos de Páscoa com jaca, kiwi, manga e jabuticaba viram aposta de produtor para driblar alta no preço do chocolate

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/03/2026 04:58

Espírito Santo Agronegócios Ovos de Páscoa com jaca, kiwi, manga e jabuticaba viram aposta de produtor para driblar alta no preço do chocolate Apesar da queda no valor do cacau nas lavouras, consumidores ainda não veem redução nos preços dos chocolates. Isso motivou produtor de Santa Teresa, no Espírito Santo, a inovar nas receitas. Por Alice Sousa, Julia Camim, g1 ES e TV Gazeta

Produtor capixaba de chocolates, de Santa Teresa, está inovando nas receitas para agregar valor aos ovos de Páscoa neste ano.

As opções inovadoras incluem frutas como jaca, kiwi, manga, jabuticaba e castanha de sapucaia aos ovos tradicionais.

A expectativa do chocolateiro, que investiu em um desidratador para aumentar a vida útil das frutas utilizadas, é aumentar as vendas em até 15% nesta Páscoa.

As receitas inovadoras são uma estratégia para reduzir prejuízos e driblar preços elevados causados pela queda na produção do cacau em 2024.

Para agregar valor aos ovos de Páscoa neste ano, um produtor capixaba de chocolates, de Santa Teresa, na Região Serrana do Espírito Santo, está inovando nas receitas. As opções inovadoras incluem frutas como jaca, kiwi, manga, jabuticaba e castanha de sapucaia aos ovos tradicionais.

O responsável pelos sabores inusitados é o produtor rural e empresário Marcos Rediguieri, que teve a ideia de trabalhar com produtos da Mata Atlântica e da propriedade rural para criar as receitas autorais.

A expectativa do chocolateiro, que investiu em um desidratador para aumentar a vida útil das frutas utilizadas, é aumentar as vendas em até 15% nesta Páscoa.

"A jaca eu posso dizer que é o carro-chefe. O pessoal tem procurado bastante o nosso chocolate branco com jaca, que é um sabor bem especial. E a gente tem notado um aumento nas nossas vendas nos últimos anos", disse.

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Alta nos valores do chocolate motivou produtor de Santa Teresa, no Espírito Santo, a inovar nas receitas de ovos de Páscoa. — Foto: Reprodução/TV Gazeta

A fábrica que faz os chocolates vendidos por Marcos fica nas proximidades da propriedade rural. Lá, os produtos são fabricados de forma artesanal pela família Rediguieri, do começo ao fim.

A plantação inicial foi feita em 2012 com variedade de cacau Parazinho. No entanto, ao assumir as terras dos pais, no distrito de 25 de Julho, o produtor enxertou espécies selecionadas que são mais produtivas e resistentes a pragas.

Atualmente, a propriedade produz 1 tonelada e meia de cacau fino por ano, que se transforma em 3 toneladas de chocolate. Para o empresário, o produto capixaba tem um potencial único.

"Cada chocolate do Espírito Santo, dependendo do clima, do solo, da terra em que o cacau foi cultivado, pode ter aromas e sabores diferentes. Então, há uma diversidade enorme no estado hoje. Tanto de cacau de qualidade quanto de chocolate também".

Alta nos valores do chocolate motivou produtor de Santa Teresa, no Espírito Santo, a inovar nas receitas de ovos de Páscoa. — Foto: Reprodução/TV Gazeta

As receitas inovadoras também são uma estratégia para reduzir prejuízos, apresentar itens alternativos e convencer o consumidor está encontrando nas prateleiras das chocolaterias e supermercados chocolates com preços elevados por causa da queda na produção do cacau em todo o mundo, em 2024, devido à crise climática.

Com a quebra na produção, menos sementes são produzidas. Com menos quantidade ofertada no mercado, o preço tende a aumentar. Isso impacto o produto final, que é o chocolate.

A presidente do Sindicato da Indústria de Produtores de Cacau e Balas, Doces e Conservas Alimentícias do Espírito Santo (Sindicacau), Maíra Chagas Welerson, explicouo fenômeno:

"A indústria funciona com contratos futuros. Então, o insumo que é produzido hoje já foi negociado há muito tempo. Para a Páscoa, que está batendo à porta, as produtoras de chocolate começaram a produzir em janeiro ou fevereiro do ano passado".

Alta nos valores do chocolate motivou produtor de Santa Teresa, no Espírito Santo, a inovar nas receitas de ovos de Páscoa. — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Por isso, apesar de o preço do cacau ter diminuído aproximadamente 30% neste ano, a poucos dias da Páscoa a redução não deve impactar o bolso dos consumidores.

"O chocolate que foi produzido, que está no mercado hoje, foi feito com aquela amêndoa (de cacau) com preço 30% maior".

Em fevereiro de 2025, os preços da amêndoa de cacau estavam em alta, chegando a R$ 3,5 mil por saca. Atualmente, o valor está abaixo de R$ 1 mil.

A queda no preço é positiva para quem compra a matéria-prima para produzir chocolate, mas para os produtores de cacau, a redução gera prejuízos, visto que não cobre os custos do cultivo.

Alta nos valores do chocolate motivou produtor de Santa Teresa, no Espírito Santo, a inovar nas receitas de ovos de Páscoa. — Foto: Reprodução/TV Gazeta

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