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BRB volta a convocar acionistas para votar ampliação de capital; assembleia será em 22 de abril
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BRB volta a convocar acionistas para votar ampliação de capital; assembleia será em 22 de abril
Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 19:52
Distrito Federal BRB volta a convocar acionistas para votar ampliação de capital; assembleia será em 22 de abril Banco chegou a marcar assembleia para 18 de março, mas cancelou na véspera por identificar temor de investidores. BRB tenta recuperar balanço patrimonial afetado pelo caso Master. Por Ygor Wolf, Vladimir Netto, Ana Paula Castro, Mateus Rodrigues, g1 DF e TV Globo — Brasília
Banco Central determina que BRB reserve R$ 3 bilhões para manter operações em segurança — Foto: Reprodução/TV Globo
O Banco de Brasília (BRB) convocou, para o próximo dia 22, uma nova assembleia para votar a ampliação do capital social do banco – o que pode ajudar a recuperar a situação patrimonial da instituição.
A assembleia servirá, também, para homologar a indicação do atual presidente, Nelson Antônio de Souza, e do executivo Joaquim Lima de Oliveira como conselheiros do BRB. Essa formalização está pendente desde o fim do ano passado.
"O BRB reafirma seu compromisso com a transparência, a governança corporativa e a adequada prestação de informações ao mercado", diz o comunicado.
Uma assembleia de acionistas com a mesma pauta tinha sido convocada pelo BRB para 18 de março, mas foi cancelada na noite anterior.
O motivo foi a insegurança jurídica causada pelo vaivém de decisões judiciais sobre os imóveis públicos que o governo do DF pretende usar para capitalizar o banco.
O BRB também anunciou, na noite desta terça-feira, que não cumprirá o prazo definido em lei para divulgar o balanço consolidado de 2025.
A legislação brasileira prevê que todas as instituições financeiras no país têm até o fim de março para divulgar suas demonstrações financeiras do ano anterior. O prazo termina às 23h59 desta terça.
No comunicado de "fato relevante", o BRB informou aos acionistas e ao mercado que a divulgação será postergada em razão da necessidade:
"de conclusão dos trabalhos da auditoria forense contratada para apuração dos eventos relacionados à operação 'Compliance Zero';"da adequada avaliação, pela Administração da Companhia e pelo Auditor Independente, de seus potenciais impactos."
"A medida visa assegurar a fidedignidade, transparência e integridade das demonstrações financeiras, em observância aos deveres legais e fiduciários da Administração e à proteção dos interesses da Companhia e de seus acionistas", diz o comunicado.
"A apreciação do tema ocorrerá tão logo concluídas as avaliações e providências em curso, mediante convocação específica para a continuidade da Assembleia Geral Ordinária", segue.
Além da divulgação da demonstração financeira anual, os acionistas esperavam que o banco indicasse o pacote de soluções que usará para cobrir os prejuízos acumulados nas transações realizadas com o Banco Master.
A não divulgação das contas dentro do prazo tende, também, a afetar a confiança de investidores e analistas.
Essa incerteza pode aumentar a volatilidade dos papéis ligados ao banco e pressionar ainda mais a imagem institucional do BRB.
🔎Volatilidade é uma medida econômica que indica a frequência e intensidade das mudanças no valor de um ativo em um período específico. No caso do BRB, a volatilidade pode se refletir nos ativos ligados ao banco, como títulos de dívida, e na percepção de risco do mercado.
O BRB entrou em crise após adquirir cerca de R$ 12 bilhões em ativos do Banco Master – operação que passou a ser investigada sob suspeita de fraude.
O Banco Master acabou sendo liquidado pelo Banco Central após investigações conduzidas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero.
As operações malsucedidas com o Banco Master fragilizaram o capital mínimo prudencial do BRB, ou seja, a reserva de segurança que o banco precisa manter em caixa para cobrir emergências e respeitar as regras de solidez bancária.
Diante do avanço das apurações, o Banco Central barrou a tentativa de compra do Banco Master pelo BRB e intensificou o monitoramento sobre a situação financeira e a governança da instituição brasiliense.
A decisão aumentou a pressão sobre a atual gestão do banco público. Com isso, o balanço patrimonial do BRB piorou e colocou em xeque o atendimento do banco às regras em vigor no país.
Mesmo com o BRB afirmando possuir solidez e plano de capital estruturado, o mercado continua desconfiado.
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