RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena, concurso 2.991: prêmio acumula e vai a R$ 7,5 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 22:15

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.991: prêmio acumula e vai a R$ 7,5 milhões Veja os números sorteados: 04 – 14 – 19 – 23 – 36 – 53. Quina teve 36 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 27.813,25. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.991 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (31), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 7,5 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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BRB anuncia que não divulgará balanço de 2025 nesta terça, último dia do prazo definido por lei

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 19:52

Distrito Federal BRB anuncia que não divulgará balanço de 2025 nesta terça, último dia do prazo definido por lei Atraso nos relatórios vem derrubando rating da instituição e pode gerar punições. Em nota, BRB afirmou que precisa aguardar conclusões de auditoria – e avaliar o impacto dessas conclusões. Por Ygor Wolf, Vladimir Netto, Ana Paula Castro, Mateus Rodrigues, g1 DF e TV Globo — Brasília

Banco Central determina que BRB reserve R$ 3 bilhões para manter operações em segurança — Foto: Reprodução/TV Globo

O Banco de Brasília (BRB) anunciou, na noite desta terça-feira (31), que não cumprirá o prazo definido em lei para divulgar o balanço consolidado de 2025.

A legislação brasileira prevê que todas as instituições financeiras no país têm até o fim de março para divulgar suas demonstrações financeiras do ano anterior. O prazo termina às 23h59 desta terça.

No comunicado de "fato relevante", o BRB informou aos acionistas e ao mercado que a divulgação será postergada em razão da necessidade:

"de conclusão dos trabalhos da auditoria forense contratada para apuração dos eventos relacionados à operação 'Compliance Zero';"da adequada avaliação, pela Administração da Companhia e pelo Auditor Independente, de seus potenciais impactos."

"A medida visa assegurar a fidedignidade, transparência e integridade das demonstrações financeiras, em observância aos deveres legais e fiduciários da Administração e à proteção dos interesses da Companhia e de seus acionistas", diz o comunicado.

"A apreciação do tema ocorrerá tão logo concluídas as avaliações e providências em curso, mediante convocação específica para a continuidade da Assembleia Geral Ordinária", segue.

Além da divulgação da demonstração financeira anual, os acionistas esperavam que o banco indicasse o pacote de soluções que usará para cobrir os prejuízos acumulados nas transações realizadas com o Banco Master.

Ao desrespeitar o prazo, o banco terá de prestar esclarecimentos a órgãos reguladores como o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

➡️As regras da CVM preveem multa diária caso os prazos sejam descumpridos. Os valores são baixos – o impacto maior é de imagem.

➡️ Se a infração ultrapassar 12 meses, o registro do BRB como companhia aberta (ou seja, que negocia ações em bolsa) pode inclusive ser suspenso.

A não divulgação das contas dentro do prazo tende, também, a afetar a confiança de investidores e analistas.

Essa incerteza pode aumentar a volatilidade dos papéis ligados ao banco e pressionar ainda mais a imagem institucional do BRB.

🔎Volatilidade é uma medida econômica que indica a frequência e intensidade das mudanças no valor de um ativo em um período específico. No caso do BRB, a volatilidade pode se refletir nos ativos ligados ao banco, como títulos de dívida, e na percepção de risco do mercado.

O BRB entrou em crise após adquirir cerca de R$ 12 bilhões em ativos do Banco Master – operação que passou a ser investigada sob suspeita de fraude.

O Banco Master acabou sendo liquidado pelo Banco Central após investigações conduzidas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero.

As operações malsucedidas com o Banco Master fragilizaram o capital mínimo prudencial do BRB, ou seja, a reserva de segurança que o banco precisa manter em caixa para cobrir emergências e respeitar as regras de solidez bancária.

Diante do avanço das apurações, o Banco Central barrou a tentativa de compra do Banco Master pelo BRB e intensificou o monitoramento sobre a situação financeira e a governança da instituição brasiliense.

A decisão aumentou a pressão sobre a atual gestão do banco público. Com isso, o balanço patrimonial do BRB piorou e colocou em xeque o atendimento do banco às regras em vigor no país.

Mesmo com o BRB afirmando possuir solidez e plano de capital estruturado, o mercado continua desconfiado.

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BRB volta a convocar acionistas para votar ampliação de capital; assembleia será em 22 de abril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 19:52

Distrito Federal BRB volta a convocar acionistas para votar ampliação de capital; assembleia será em 22 de abril Banco chegou a marcar assembleia para 18 de março, mas cancelou na véspera por identificar temor de investidores. BRB tenta recuperar balanço patrimonial afetado pelo caso Master. Por Ygor Wolf, Vladimir Netto, Ana Paula Castro, Mateus Rodrigues, g1 DF e TV Globo — Brasília

Banco Central determina que BRB reserve R$ 3 bilhões para manter operações em segurança — Foto: Reprodução/TV Globo

O Banco de Brasília (BRB) convocou, para o próximo dia 22, uma nova assembleia para votar a ampliação do capital social do banco – o que pode ajudar a recuperar a situação patrimonial da instituição.

A assembleia servirá, também, para homologar a indicação do atual presidente, Nelson Antônio de Souza, e do executivo Joaquim Lima de Oliveira como conselheiros do BRB. Essa formalização está pendente desde o fim do ano passado.

"O BRB reafirma seu compromisso com a transparência, a governança corporativa e a adequada prestação de informações ao mercado", diz o comunicado.

Uma assembleia de acionistas com a mesma pauta tinha sido convocada pelo BRB para 18 de março, mas foi cancelada na noite anterior.

O motivo foi a insegurança jurídica causada pelo vaivém de decisões judiciais sobre os imóveis públicos que o governo do DF pretende usar para capitalizar o banco.

O BRB também anunciou, na noite desta terça-feira, que não cumprirá o prazo definido em lei para divulgar o balanço consolidado de 2025.

A legislação brasileira prevê que todas as instituições financeiras no país têm até o fim de março para divulgar suas demonstrações financeiras do ano anterior. O prazo termina às 23h59 desta terça.

No comunicado de "fato relevante", o BRB informou aos acionistas e ao mercado que a divulgação será postergada em razão da necessidade:

"de conclusão dos trabalhos da auditoria forense contratada para apuração dos eventos relacionados à operação 'Compliance Zero';"da adequada avaliação, pela Administração da Companhia e pelo Auditor Independente, de seus potenciais impactos."

"A medida visa assegurar a fidedignidade, transparência e integridade das demonstrações financeiras, em observância aos deveres legais e fiduciários da Administração e à proteção dos interesses da Companhia e de seus acionistas", diz o comunicado.

"A apreciação do tema ocorrerá tão logo concluídas as avaliações e providências em curso, mediante convocação específica para a continuidade da Assembleia Geral Ordinária", segue.

Além da divulgação da demonstração financeira anual, os acionistas esperavam que o banco indicasse o pacote de soluções que usará para cobrir os prejuízos acumulados nas transações realizadas com o Banco Master.

A não divulgação das contas dentro do prazo tende, também, a afetar a confiança de investidores e analistas.

Essa incerteza pode aumentar a volatilidade dos papéis ligados ao banco e pressionar ainda mais a imagem institucional do BRB.

🔎Volatilidade é uma medida econômica que indica a frequência e intensidade das mudanças no valor de um ativo em um período específico. No caso do BRB, a volatilidade pode se refletir nos ativos ligados ao banco, como títulos de dívida, e na percepção de risco do mercado.

O BRB entrou em crise após adquirir cerca de R$ 12 bilhões em ativos do Banco Master – operação que passou a ser investigada sob suspeita de fraude.

O Banco Master acabou sendo liquidado pelo Banco Central após investigações conduzidas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero.

As operações malsucedidas com o Banco Master fragilizaram o capital mínimo prudencial do BRB, ou seja, a reserva de segurança que o banco precisa manter em caixa para cobrir emergências e respeitar as regras de solidez bancária.

Diante do avanço das apurações, o Banco Central barrou a tentativa de compra do Banco Master pelo BRB e intensificou o monitoramento sobre a situação financeira e a governança da instituição brasiliense.

A decisão aumentou a pressão sobre a atual gestão do banco público. Com isso, o balanço patrimonial do BRB piorou e colocou em xeque o atendimento do banco às regras em vigor no país.

Mesmo com o BRB afirmando possuir solidez e plano de capital estruturado, o mercado continua desconfiado.

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Governo federal e estados fecham acordo para conceder apoio a importadores de diesel; medida valerá por até dois meses

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 19:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

Para conter a alta do preço do diesel, o governo federal e os estados anunciaram um acordo para fornecer uma subvenção, ou seja, um apoio financeiro a importadores de diesel.

"A medida tem caráter excepcional, temporário e busca assegurar a previsibilidade e a estabilidade no abastecimento de combustíveis no país, atenuando os efeitos críticos mundiais que derivaram da atual intervenção conflituosa no Oriente Médio", diz nota assinada pelo Ministério da Fazenda e pelo Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal .

A medida estabelece uma subvenção no valor total de R$ 1,20 por litro de diesel importado, sendo R$ 0,60 custeado pela União e R$ 0,60 pelos estados.

A contrapartida estadual, ainda de acordo com a nota, será proporcional ao volume de diesel importado consumido em cada unidade da federação.

Prazo limitado: a subvenção vigorará pelo período de até dois meses para que a medida não se converta em passivo fiscal para os estados;Definição de cotas: as cotas referentes aos estados que não aderirem à medida não serão redistribuídas aos estados participantes, preservando o equilíbrio federativo e a voluntariedade de adesão.

A nota não diz quais estados aderiram à proposta, afirma apenas que "80% já sinalizaram positivamente com a adesão e parceria com o governo federal visando mitigar os efeitos do choque de preços do petróleo sobre a população dos seus respetivos estados".

Entre os estados estão Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão e Minas Gerais. Outros ainda não se manifestaram. O governo do Rio de Janeiro, por exemplo, informou que vai aguardar a publicação da medida provisória para decidir sobre a adesão à política de subvenção ao diesel.

O governo federal chegou a propor que os estados isentassem sobre importação do diesel até o fim de maio. Nesse caso, metade das perdas de arrecadação seria compensada pela União.

A isenção do ICMS na importação do diesel custaria R$ 3 bilhões por mês até o fim do período, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1, 5 bilhão por mês aos estados.

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Argentina: pobreza recua para 8,5 milhões de pessoas e afeta 28,2% da população

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 17:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.365 pts2,66%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.365 pts2,66%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.365 pts2,66%Oferecido por

O número de argentinos que vivem abaixo da linha da pobreza recuou no segundo semestre de 2025, para 8,5 milhões de pessoas, informou o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec), nesta terça-feira (31).

A pesquisa, que abrange 31 aglomerados urbanos da Argentina, aponta que 28,2% da população está em situação de pobreza. Entre as famílias, são 2,1 milhões — 21% do total.

Os novos dados indicam um cenário mais positivo, apesar da pressão sobre o presidente ultraliberal Javier Milei, que enfrenta desafios para estabilizar a economia. O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina cresceu em 2025, mas o avanço se concentrou em poucos setores, enquanto o consumo segue fraco e o desemprego é o maior desde a pandemia de Covid-19. (leia mais abaixo)

No segundo semestre de 2025, cerca de 6 milhões de pessoas saíram da pobreza, segundo o Indec. A taxa recuou 3,4 pontos percentuais (p.p.) em relação ao primeiro semestre, quando 31,6% da população (14,5 milhões de pessoas) estavam nessa condição.

🔎 Para definir se um cidadão argentino está abaixo da linha da pobreza, o Indec considera a renda das famílias e o acesso a necessidades essenciais, como alimentos, vestuário, transporte, educação e saúde.

Ainda de acordo com a pesquisa, 1,9 milhão de pessoas estão em situação de indigência, o equivalente a 6,3% da população avaliada. No primeiro semestre de 2025, eram 2,1 milhões (6,9%).

Quando observadas as famílias, 500 mil foram consideradas indigentes (4,8%) no segundo semestre — abaixo das 566 mil contabilizadas nos primeiros seis meses do ano (5,6%).

🔎 Segundo o Indec, estão em situação de indigência as pessoas sem acesso a uma cesta de alimentos capaz de suprir as necessidades diárias de energia e proteína.

O PIB do país cresceu 4,4% em 2025, resultado que representa uma recuperação em relação a 2024, quando a economia retraiu 1,3%, conforme valores revisados.

Esse foi o primeiro avanço do PIB sob a gestão do presidente ultraliberal Javier Milei, que assumiu o cargo em dezembro de 2023. É também a primeira alta desde 2022, ano em que o país cresceu 6%, durante o governo de Alberto Fernández.

Especialistas ouvidos pelo g1 avaliam que, embora o resultado do PIB tenha sido positivo, ele ainda apresenta desafios estruturais, com crescimento concentrado em setores específicos e consumo interno ainda fraco — ou seja, os argentinos seguem consumindo pouco.

Federico Servideo, diretor-presidente da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo, explica que o consumo ainda baixo no país está diretamente ligado ao forte ajuste nas contas públicas promovido por Javier Milei.

"Do lado da demanda, o crescimento do PIB foi sustentado principalmente pelas exportações, enquanto o consumo interno permaneceu fraco e o gasto público foi reduzido devido ao ajuste fiscal", avalia.

A Argentina, que já enfrentava uma forte crise antes de 2023, passou por uma ampla reforma na economia sob o comando de Milei. Após assumir o cargo, ele paralisou obras federais e interrompeu o repasse de recursos aos estados, medidas que reduziram a atividade econômica em 2024.

No chamado Plano Motosserra, o presidente também retirou subsídios às tarifas de água, gás, luz, transporte público e serviços essenciais, provocando um aumento expressivo nos preços — com impacto direto no bolso dos consumidores. O cenário se estendeu para 2025.

Isso fez o controle da inflação se tornar a principal obsessão do governo, embora a tarefa tenha se mostrado difícil. O índice de preços avançou 211,4% em 2023 e 117,8% em 2024, afetando diretamente o consumo. Em 2025, a inflação caiu para 31,5%, mas analistas avaliam ainda não ser o suficiente para a estabilização econômica.

Tito Nolazco, da Prospectiva, destaca que Milei adotou medidas econômicas relevantes em seus dois primeiros anos de governo: implementou reformas pró-mercado, abriu a economia, eliminou restrições cambiais e reduziu a inflação.

"Ele ainda não consegue, porém, que essa estabilização macroeconômica se traduza em geração de empregos, aumento do consumo e dinamismo da economia", analisa.

Dados divulgados recentemente pelo Indec mostram que o desemprego subiu 1,1 ponto percentual em 2025, alcançando 7,5% — o maior nível desde a pandemia de Covid‑19. A taxa mede a proporção de pessoas sem trabalho que estão disponíveis e procurando emprego.

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Brasil criou 255,3 mil empregos com carteira assinada em fevereiro, diz Caged

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 16:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,193-1,06%Dólar TurismoR$ 5,419-0,66%Euro ComercialR$ 5,996-0,29%Euro TurismoR$ 6,2630,01%B3Ibovespa187.220 pts2,58%MoedasDólar ComercialR$ 5,193-1,06%Dólar TurismoR$ 5,419-0,66%Euro ComercialR$ 5,996-0,29%Euro TurismoR$ 6,2630,01%B3Ibovespa187.220 pts2,58%MoedasDólar ComercialR$ 5,193-1,06%Dólar TurismoR$ 5,419-0,66%Euro ComercialR$ 5,996-0,29%Euro TurismoR$ 6,2630,01%B3Ibovespa187.220 pts2,58%Oferecido por

A economia brasileira gerou 255,3 mil empregos formais em fevereiro deste ano, informou nesta terça-feira (31) o Ministério do Trabalho com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, que teve geração de 440,4 mil empregos formais, houve uma queda, conforme dados oficiais.

O resultado de fevereiro de 2026 é o pior para o mês desde 2023, quando foram criados 252,5 mil vagas, de acordo com a série histórica, iniciada em 2020.

A comparação dos números com anos anteriores a 2020, segundo analistas, não é mais adequada, porque o governo mudou a metodologia naquele ano.

2020: criação de 217,3 mil vagas2021: abertura de 397,8 mil empregos2022: criação de 353,4 mil vagas 2023: 252,4 mil novos empregos criados2024: geração de 307,7 mil vagas2025: abertura de 404,4 mil postos de trabalho2026: 255,3 mil novos empregos

Os números do Caged de fevereiro de 2026 mostram que foram criados empregos formais em todos os cinco setores da economia.

O maior número absoluto foi no setor de serviços. O comércio foi o que menos contratou no mês passado.

Serviços: 177,9 milIndústria: 32,0 milConstrução: 31,1 milAgropecuária: 8,1 milComércio: 6,1 mil

No acumulado de janeiro e fevereiro, o saldo é de 370,3 mil novos postos de trabalho com carteira assinada.

Esse valor foi menor do que o verificado no mesmo período do ano passado, quando foram criadas 594,9 mil vagas formais.

2020: 329,4 mil2021: 652,3 mil2022: 520,8 mil2023: 342,6 mil2024: 480,9 mil2025: 594,9 mil 2026: 370,3 mil

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados consideram os trabalhadores com carteira assinada, ou seja, não incluem os informais.

Com isso, os resultados não são comparáveis com os números do desemprego divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coletados por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad).

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TikTok busca autorização do Banco Central para oferecer empréstimos no Brasil, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 16:00

Tecnologia TikTok busca autorização do Banco Central para oferecer empréstimos no Brasil, diz agência Segundo a Reuters, a rede social pediu licenças para operar como empresa de crédito e oferecer contas digitais. Executivos da ByteDance, dona da rede social, se reuniram com o presidente do BC nesta terça-feira (31). Por Redação g1

O TikTok busca aprovação do Banco Central para operar como uma instituição financeira no Brasil, segundo a Reuters.

A rede social pediu licenças de 'emissor de moeda eletrônica' e de 'sociedade de crédito direto', disse a agência.

A primeira permitiria oferecer contas digitais para usuários guardarem dinheiro, receberem transferências e fazerem pagamentos pelo TikTok.

Já a segunda autorizaria o TikTok a oferecer seu próprio capital para empréstimos ou atuar como um intermediador entre tomadores e credores.

O TikTok está buscando aprovação do Banco Central para operar como uma instituição financeira no Brasil, informou a agência Reuters nesta terça-feira (31).

A rede social controlada pela chinesa ByteDance pediu duas licenças: uma de "emissor de moeda eletrônica" e outra de "sociedade de crédito direto", disseram à Reuters fontes em condição de anonimato.

A primeira licença permitiria à empresa oferecer contas de pagamento digitais para usuários manterem dinheiro, receberem transferências e fazerem pagamentos no aplicativo do TikTok.

Já a segunda daria à companhia o direito de oferecer seu próprio capital para empréstimos ou atuar como uma intermediadora entre tomadores e credores.

Executivos da ByteDance, incluindo o chefe de Pagamentos Globais, Liao Baohua, se reuniram com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em Brasília na manhã desta terça-feira (31), de acordo com a sua agenda pública.

A ByteDance lançou em 2021 o Douyin Pay, um sistema de pagamentos da versão chinesa do TikTok. A plataforma compete com outros serviços já estabelecidos no país como o WeChat Pay e o AliPay.

A rede social também solicitou em 2023 uma licença para operar como serviço de pagamentos na Indonésia. O pedido foi recusado, e a plataforma passou a buscar parcerias com empresas locais.

Em seu plano de expansão no Brasil, o TikTok anunciou no final de 2025 que construirá um data center no Ceará. O empreendimento vai gerar investimentos de mais de R$ 200 bilhões, segundo a empresa.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O que foi a crise do petróleo dos anos 1970 – situação atual pode ser pior?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 16:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,193-1,06%Dólar TurismoR$ 5,419-0,66%Euro ComercialR$ 5,996-0,29%Euro TurismoR$ 6,2630,01%B3Ibovespa187.220 pts2,58%MoedasDólar ComercialR$ 5,193-1,06%Dólar TurismoR$ 5,419-0,66%Euro ComercialR$ 5,996-0,29%Euro TurismoR$ 6,2630,01%B3Ibovespa187.220 pts2,58%MoedasDólar ComercialR$ 5,193-1,06%Dólar TurismoR$ 5,419-0,66%Euro ComercialR$ 5,996-0,29%Euro TurismoR$ 6,2630,01%B3Ibovespa187.220 pts2,58%Oferecido por

O colapso do petróleo nos anos 1970 desencadeou uma crise econômica e financeira global — Foto: James Pozarik/Liaison via Getty Images

O fechamento por quase um mês de uma via crucial para o fornecimento global de energia, o Estreito de Ormuz, tem levado a alertas de que o mundo está caminhando em direção a problemas piores do que aqueles causados na crise do petróleo dos anos 1970.

Lars Jensen, especialista em transporte marítimo e ex-diretor da Maersk, uma das maiores companhias marítimas do mundo, afirmou à BBC que o impacto da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã pode, aliás, ser "substancialmente maior" do que o caos econômico de 50 anos atrás.

A opinião de Jensen se segue ao alerta feito pelo diretor da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, no início deste mês, de que o mundo estava "enfrentando a maior ameaça da história à segurança energética global".

A AIE é um organismo internacional que coordena a política energética e as reservas estratégicas de petróleo de 32 países industrializados.

"É muito maior do que o que tivemos nos anos 1970, com os choques do preço do petróleo. É também muito maior do que o choque do preço do gás natural que tivemos com a invasão russa na Ucrânia", disse Jensen à BBC.

Mas, ainda que o fechamento do Estreito de Ormuz cause a ruptura das cadeias globais de suprimentos, alguns especialistas afirmam que o mundo hoje é mais resiliente a impactos desse tipo do que aquele dos anos 1970.

A crise do petróleo dos anos 1970 foi "fundamentalmente diferente" da atual. O primeiro choque do petróleo naquela época foi "resultado de uma decisão política deliberada", explicou a economista e chefe executiva da Crystol Energy, Carole Nakhle, em entrevista à BBC.

Em outubro de 1973, os produtores árabes de petróleo impuseram um embargo a um grupo de países liderados pelos EUA por causa do apoio a Israel durante a Guerra do Yom Kippur. O embargo foi acompanhado de uma ação coordenada para reduzir a produção de petróleo.

A Guerra do Yom Kippur teve início em 6 de outubro de 1973, quando uma coalizão árabe liderada pelo Egito e pela Síria lançou um ataque combinado contra Israel, coincidindo com o feriado do Yom Kippur, um dia sagrado para os judeus.

O então presidente egípcio, Mohamed Anwar el-Sadat, e o mandatário sírio, Hafez al-Assad, queriam recuperar territórios ocupados por Israel na Guerra dos Seis Dias de 1967.

Em meio à Guerra Fria, aparatos militares começaram a chegar da União Soviética para seus aliados sírios e egípcios, enquanto os EUA começaram a enviar material militar para Israel, o que irritou o mundo árabe.

Com o embargo e o corte da produção de petróleo no Oriente Médio, "o preço do petróleo quase quadruplicou em poucos meses", conta Nakhle.

A explosão dos preços levou a racionamentos nos países que eram grandes consumidores de petróleo e seus derivados, levando a uma "crise econômica e financeira global" com consequências duradouras.

Tiarnán Heaney, pesquisador da Queen's University Belfast, na Irlanda do Norte, explica que o aumento do preço do petróleo elevou a inflação, "resultando em cortes nos negócios e alta do desemprego".

"Isso levou a uma reação em cadeia que atingiu o tecido social de muitos países com greves, tumultos e aumento da pobreza, já que muitas pessoas sofreram para fechar a conta", afirma Heaney.

Tanto os EUA quanto o Reino Unido tiveram recessões de 1973 a 1975, com a crise contribuindo para a queda do governo do conservador britânico Ted Heath em 1974.

O Brasil, que vivia o chamado "milagre econômico", havia aumentado seu PIB (soma de todas as riquezas produzidas) em 14% em 1973. Mas, com o choque do petróleo, a alta anual do PIB caiu para 9% no ano seguinte e 5,2% em 1975. O crédito, que antes era farto, ficou de repente escasso.

A economia brasileira, tão dependente de empréstimo estrangeiro, passou a enfrentar dificuldade. A rolagem da dívida externa teve de ser feita a juros mais elevados, o que deteriorou as contas públicas do país.

Desde que os EUA e Israel iniciaram uma guerra contra o Irã, em 28/2, o Estreito de Ormuz foi praticamente fechado para o tráfego de navios cargueiros.

Esse fechamento levou a interrupções nas cadeias de fornecimento de petróleo, gás e outros produtos essenciais a partir de países do Golfo, que normalmente exportam cerca de 20% do petróleo global.

O presidente dos EUA, Donald Trump, tentou várias táticas para reativar o tráfego pelo Estreito de Ormuz, incluindo pedir a nações aliadas que enviassem embarcações militares para escoltar os cargueiros e ameaçar ampliar os ataques ao Irã se o país persa não permitisse a passagem segura de embarcações pelo Estreito de Ormuz.

Mas Jensen, especialista em transporte que agora atua na consultoria Vespucci Maritime, afirmou ao programa Today, da BBC, que muito do petróleo que deixou o Golfo há mais de um mês ainda está chegando às refinarias ao redor do mundo. Mas esse fluxo vai parar em breve.

"A falta de petróleo que temos visto vai piorar, mesmo se o Estreito de Ormuz for magicamente reaberto amanhã", disse Jensen. "Nós vamos enfrentar preços de energia massivos não apenas enquanto a crise continuar, mas também por 6 a 12 meses depois que ela acabar."

Nakhle, executiva da Crystol Energy e secretária-geral do Clube Árabe de Energia, ressalta dois pontos: o mercado do petróleo é mais diversificado do que o dos anos 1970 e o seu peso relativo ao tamanho da economia global caiu bastante.

Para Nakhle, ainda que os preços estejam altos, a crise atual não é tão grave quanto a dos anos 1970.

"Ainda que o tamanho dos impactos seja significante, sem dúvida os maiores da história recente, o mercado é muito mais resiliente do que o dos anos 1970", afirma. "Ele é mais diverso, menos ligado ao petróleo, e mais bem equipado com 'para-choques' e mecanismos emergenciais de resposta."

Heaney, pesquisador da Queen's University Belfast, afirma que algumas diferenças entre as duas crises podem favorecer o mundo hoje, incluindo um melhor entendimento sobre as economias e mais países além do Oriente Médio com reservas de petróleo.

"O melhor cenário é o conflito acabar o mais rápido possível e uma certa estabilidade ser restaurada, diz Heaney.

Alicia Garcia Herrero, economista-chefe para Ásia-Pacífico da Natixis CIB, afirma que os choques de petróleo dos anos 1970 levaram os preços às alturas com o corte de 5% a 7% do fornecimento global. Por outro lado, afirma Garcia Herrero, a crise atual afeta 20% dos suprimentos globais de petróleo.

"A crise da guerra no Irã pode acabar sendo um choque maior [do que o dos anos 1970] se a situação não melhorar logo", diz ela, acrescentando que a crise também afeta o suprimento de gás e outros produtos refinados.

"As consequências disso é que podemos vivenciar aumentos acentuados dos preços, uma inflação mais ampla e maiores riscos de recessão, especialmente em países da Ásia que importam bastante desse petróleo", afirma Garcia Herrero. "Reservas e eficiência oferecem certa margem que os episódios dos anos 1970 não tiveram, mas a escala da perda de suprimentos torna isso muito pior, sem solução rápida à vista."

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Fertilizantes comprados pelo Brasil ‘não terão problemas em ser exportados’, diz embaixador do Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 16:00

Agro Fertilizantes comprados pelo Brasil 'não terão problemas em ser exportados', diz embaixador do Irã Segundo Abdollah Nekounam, algumas cargas já foram enviadas ao país. Oriente Médio é a quarta maior região fornecedora de fertilizantes químicos para o Brasil. Por Redação g1, Vivian Souza

Os fertilizantes comprados pelo Brasil de empresas iranianas não serão impedidos de embarcar para o país, informou o embaixador do Irã, Abdollah Nekounam, nesta terça-feira (31).

O Oriente Médio é a quarta maior região fornecedora de fertilizantes químicos para o Brasil, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), de 2025.

Apesar disso, o Oriente Médio tem um papel central no mercado de fertilizantes. A região responde, por exemplo, por 40% das exportações mundiais de ureia e 28% das vendas externas de amônia.

Os fertilizantes comprados pelo Brasil de empresas iranianas não serão impedidos de embarcar para o país, informou o embaixador do Irã, Abdollah Nekounam, nesta terça-feira (31).

"Alguns meses atrás nós começamos a exportar fertilizante de ureia para o Brasil com algumas empresas na atividade. […] Até o presente momento e no cenário atual, os produtos que foram adquiridos pelo Brasil não terão nenhum problema de ser exportados", declarou.

O Oriente Médio é a quarta maior região fornecedora de fertilizantes químicos para o Brasil, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), de 2025. A liderança é da Europa, seguida por Ásia e África.

Analisando os países individualmente, a Rússia lidera o ranking, com China e Canadá logo atrás. As nações do Oriente Médio aparecem mais abaixo na lista, como Arábia Saudita (6º), Israel (8º), Omã (9º), Catar (11º) e Irã (22º).

Apesar disso, o Oriente Médio tem um papel central no mercado de fertilizantes. A região responde, por exemplo, por 40% das exportações mundiais de ureia e 28% das vendas externas de amônia, destaca Tomás Rigoletto Pernías, analista da StoneX Brasil.

Considerando apenas a ureia, o Irã foi responsável por apenas 2% das compras brasileiras em 2025, segundo dados do Itaú BBA. Os principais fornecedores do produto são a Nigéria, Rússia e Catar, respectivamente.

Mas isso não significa que não existe mais ureia iraniana no Brasil. Isso porque o Irã é alvo de sanções comerciais, por isso, realiza um tipo de triangulação: vende para países vizinhos e estes comercializam para o Brasil. Deste modo, é possível fugir da penalidade, explica Francisco Queiroz, especialista da Consultoria Agro do Itaú BBA.

No Brasil, os produtores costumam comprar adubos fosfatados e potássicos para o plantio de soja entre maio, junho e julho, detalha.

Já a procura por adubos nitrogenados, como a ureia, ganha tração mais tarde, em novembro, dezembro e janeiro, visando a recomposição de estoques para a safra de milho.

O Brasil é dependente das importações de fertilizantes. Uma alternativa ao Oriente Médio pode ser o Canadá, diz Felippe Serigati, pesquisador da FGV Agro.

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Diesel: 17 estados aderem a proposta do governo para conter alta de preços

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 14:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,187-1,17%Dólar TurismoR$ 5,417-0,69%Euro ComercialR$ 5,992-0,37%Euro TurismoR$ 6,257-0,08%B3Ibovespa186.820 pts2,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,187-1,17%Dólar TurismoR$ 5,417-0,69%Euro ComercialR$ 5,992-0,37%Euro TurismoR$ 6,257-0,08%B3Ibovespa186.820 pts2,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,187-1,17%Dólar TurismoR$ 5,417-0,69%Euro ComercialR$ 5,992-0,37%Euro TurismoR$ 6,257-0,08%B3Ibovespa186.820 pts2,36%Oferecido por

Diesel: 17 estados aderem a proposta do governo para conter alta de preços — Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Pelo menos 17 estados já indicaram adesão à proposta do governo federal para conter a alta do diesel, pressionada pela guerra no Oriente Médio, segundo levantamento do g1. A expectativa é que a medida provisória seja publicada nesta terça-feira (31).

Entre os estados estão Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais. Outros estados ainda não se manifestaram sobre a adesão. O governo do Rio de Janeiro, por exemplo, informou que vai aguardar a publicação da medida provisória para avaliar a participação na política de subvenção ao diesel. Confira abaixo os estados que se manifestaram à favor da medida:

AC (Acre)AM (Amazonas)BA (Bahia)CE (Ceará)ES (Espírito Santo)MA (Maranhão)MG (Minas Gerais)MS (Mato Grosso do Sul)MT (Mato Grosso)PI (Piauí)PR (Paraná)RN (Rio Grande do Norte)RS (Rio Grande do Sul)SE (Sergipe)SC (Santa Catarina)

A proposta prevê um subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel importado até o fim de maio, com custo dividido entre a União e os governos estaduais.

Na semana passada, representantes do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz) e do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) se reuniram em São Paulo com o secretário da Fazenda, Rogério Ceron, para discutir a medida. Na ocasião, Ceron afirmou que um número “relevante” de estados demonstrou apoio.

Após o encontro, os estados que ainda não haviam se posicionado tinham até segunda-feira (30) para enviar um parecer final.

“É uma guerra da qual o país não participa diretamente, mas que traz impactos relevantes. O aumento do preço do petróleo afeta o diesel, que impacta a produção rural, os caminhoneiros, o transporte e a logística, e isso acaba sendo repassado para toda a sociedade”, disse.

O secretário lembrou que já foram adotadas medidas como zerar tributos e subsídios, mas que ainda há necessidade de ações adicionais, especialmente na importação.

“O Brasil exporta petróleo, mas ainda importa cerca de 30% do diesel que consome. Há uma preocupação com a incerteza nessa importação, que pode gerar problemas pontuais na distribuição, especialmente no setor rural”, explicou.

Para ele, a proposta em discussão busca justamente reduzir esses riscos. “Não se trata de retirada de tributos dos estados, mas de uma medida conjunta para apoiar a população, os produtores rurais e os caminhoneiros, evitando que esse choque de preços chegue com força à ponta”, disse.

Já o presidente do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Flávio Cesar de Oliveira, avaliou a reunião como positiva. Segundo ele, o encontro permitiu avanços importantes, principalmente no esclarecimento de dúvidas técnicas que ainda travavam a adesão de parte dos estados.

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