RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Galão de gasolina supera 4 dólares nos EUA, maior preço desde 2022

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 10:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,51%Dólar TurismoR$ 5,429-0,46%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,258-0,07%B3Ibovespa183.112 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,51%Dólar TurismoR$ 5,429-0,46%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,258-0,07%B3Ibovespa183.112 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,51%Dólar TurismoR$ 5,429-0,46%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,258-0,07%B3Ibovespa183.112 pts0,33%Oferecido por

Trump dá entrevista a bordo do Air Force One em 29 de março de 2025. — Foto: Reuters/Elizabeth Frantz

O preço médio da gasolina nos Estados Unidos disparou e superou US$ 4 (cerca de R$ 21) por galão nesta terça-feira (31), o maior valor em quase quatro anos devido à guerra com o Irã, informou a Associação Automobilística Americana (AAA).

O aumento dos preços do combustível, que estavam abaixo de US$ 3 no fim de fevereiro, representa outra notícia ruim para o presidente Donald Trump desde o início dos ataques contra a República Islâmica.

No início da manhã, o preço médio era de US$ 4,018 por galão (3,785 litros) de gasolina, segundo dados publicados no site da Associação Automobilística Americana.

O preço havia superado a marca de US$ 4 pela última vez em agosto de 2022, quando disparou para US$ 5 em meio à pandemia de covid-19 e após a invasão da Ucrânia pela Rússia, segundo a Administração de Informação de Energia.

A nova disparada no preço foi provocada pelo bloqueio que o Irã impõe de fato no Estreito de Ormuz, rota marítima crucial por onde passava quase 20% do petróleo e gás mundiais.

Trump expressou a confiança de que em breve alcançará um acordo negociado para encerrar a guerra, mas advertiu que, se isso não acontecer, as instalações petrolíferas iranianas sofrerão ataques severos.

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Dólar abre de olho na guerra no Irã e em dados de emprego no Brasil e nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 10:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (31) em quda, recuando 0,36% por volta das 9h10, sendo negociado a R$ 5,2290. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ No cenário internacional, a sinalização do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que aceitaria encerrar a guerra no Irã mesmo com o Estreito de Ormuz fechado, segundo o jornal The Wall Street Journal, ajudou a impulsionar os preços do petróleo e trouxe algum alívio às bolsas globais.

Apesar disso, a tensão continua na região. O Irã atacou um petroleiro próximo a Dubai nesta terça-feira, mesmo após Trump ter afirmado que os EUA poderiam destruir usinas de energia iranianas caso o país não avance em um acordo de paz.

▶️ Com esse cenário, os preços do petróleo operam em alta. Por volta das 9h (horário de Brasília), o barril do Brent subia 2,8%, a US$ 116, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 1,4%, a US$ 104,34.

▶️ Ainda nos EUA, investidores aguardam a divulgação do relatório JOLTS, que traz o número de vagas de trabalho abertas no país. A expectativa é de que o indicador mostre cerca de 6,9 milhões de postos disponíveis em fevereiro.

▶️ No Brasil, a agenda inclui os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). A expectativa do mercado é de que tenham sido criadas cerca de 270 mil novas vagas formais de trabalho em fevereiro.

Em mais um dia de alta do petróleo no mercado internacional, o receio é que o conflito provoque uma alta mais persistente dos preços de energia, pressionando a inflação e aumentando o risco de desaceleração econômica em várias partes do mundo.

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã nas redes sociais nesta segunda-feira. Ele afirmou que o país deve reabrir o Estreito de Ormuz — passagem marítima estratégica entre o Golfo Pérsico e o oceano Índico — ou poderá enfrentar ataques a instalações de energia, como poços de petróleo e usinas.

A região é considerada vital para o comércio global de energia. Cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito transportados no mundo passa por esse estreito.

Ao mesmo tempo, o Paquistão afirmou que pretende sediar nos próximos dias negociações para tentar encerrar o conflito. Já o governo iraniano acusou os EUA de preparar uma possível ofensiva terrestre, enquanto reforça sua presença militar na região.

Analistas do mercado financeiro voltaram a elevar a estimativa para a inflação no Brasil em 2026. A revisão ocorre em meio à alta do preço do petróleo no mercado internacional, que nesta segunda-feira (30) opera acima de US$ 100 por barril.

O avanço da commodity — impulsionado pela guerra no Oriente Médio — pode pressionar a inflação brasileira, principalmente por meio do aumento no custo dos combustíveis.

As projeções constam no boletim Focus, relatório divulgado semanalmente pelo Banco Central (BC) com estimativas de mais de 100 instituições financeiras para indicadores da economia.

O mercado passou a prever que a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), termine o ano em 4,31%. Na semana anterior, a projeção era de 4,17%.

O mercado financeiro manteve, na última semana, a previsão para a taxa Selic em 12,5% ao ano no fim de 2026. Esse cenário pressupõe que os juros comecem a cair ao longo do próximo ano.

Para 2027, a projeção também permaneceu estável: os analistas seguem estimando a Selic em 10,50% ao ano no fim daquele período.

No caso da atividade econômica, houve um ajuste pequeno na estimativa de crescimento do país. A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) passou de 1,84% para 1,85% em 2026. Para 2027, a expectativa de expansão da economia foi mantida em 1,8%.

Já para o dólar, o mercado não fez mudanças nas projeções. A estimativa é que a moeda norte-americana encerre 2026 em R$ 5,40. Para 2027, a previsão também permaneceu estável, em R$ 5,45.

Investidores continuam atentos ao conflito no Oriente Médio e aos possíveis efeitos sobre a economia global. A principal preocupação é que a guerra provoque uma alta prolongada nos preços da energia, o que tende a pressionar a inflação e pode reduzir o ritmo de crescimento econômico em diversos países.

Apesar desse cenário de cautela, os principais índices de Wall Street, nos EUA, registravam ganhos nesta segunda-feira, após quedas acentuadas na sessão anterior. O Dow Jones subia 0,48%, para 45.382,83 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,32%, a 6.389,31 pontos, e o Nasdaq tinha alta de 0,19%, para 20.987,88 pontos.

Na sexta-feira passada, porém, as bolsas em Nova York terminaram o dia em queda, e acumularam a quinta semana seguida de perdas — a sequência mais longa em quase quatro anos.

Na Europa, as bolsas europeias fecharam em alta, em sinal de recuperação das fortes perdas da semana passada. Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,61%, a 10.127,96 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,88%, a 22. 496,90 pontos.

Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,92%, a 7.772,45 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,02%, a 43.823,24 pontos.

O índice de Xangai subiu 0,2%, enquanto o CSI300 — que reúne grandes empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen — recuou 0,2%.

Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 0,8%. Já em Tóquio, o Nikkei registrou queda de 2,8%, encerrando aos 51.885 pontos.

Parte dessas perdas reflete a preocupação crescente no Japão e em outros países asiáticos com o acesso ao Estreito de Ormuz, uma rota marítima estratégica por onde passa grande parte do petróleo transportado no mundo.

A região depende fortemente desse caminho para importar energia, e qualquer restrição à passagem de navios pode afetar o abastecimento e pressionar os preços.

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Etanol ajuda Brasil a conter alta do petróleo em meio à guerra com o Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 10:24

Agro Etanol ajuda Brasil a conter alta do petróleo em meio à guerra com o Irã Enquanto o conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel entra em sua quinta semana, nações como Índia e México estão olhando para o modelo brasileiro como um projeto para a segurança energética. Por Mauricio Savarese

Enquanto a guerra no Irã abala os mercados globais de petróleo, o Brasil está parcialmente protegido por uma reserva contra choques que já dura décadas, é barata e ecologicamente correta.

A enorme frota de veículos bicombustíveis do Brasil — composta por veículos capazes de funcionar com qualquer combinação de etanol e gasolina — é única em sua escala.

O programa, lançado em 1975 durante a ditadura militar, evoluiu com sucesso em tempos democráticos, reduzindo a dependência do petróleo estrangeiro.

Hoje, enquanto o mais recente conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel entra em sua quinta semana, nações como Índia e México estão olhando para o modelo brasileiro como um projeto para a segurança energética.

Enquanto consumidores em todo o mundo enfrentam aumentos acentuados de preços , os preços da gasolina no Brasil subiram apenas 5% em março — em comparação com 30% nos Estados Unidos.

Enquanto a guerra no Irã abala os mercados globais de petróleo, o Brasil está parcialmente protegido por uma reserva contra choques que já dura décadas, é barata e ecologicamente correta.

Enquanto a guerra no Irã abala os mercados globais de petróleo, o Brasil está parcialmente protegido por uma reserva contra choques que já dura décadas, é barata e ecologicamente correta: dezenas de milhões de motoristas no país podem escolher entre abastecer seus tanques com etanol 100% derivado da cana-de-açúcar ou com uma mistura de gasolina que contém 30% de biocombustível .

A enorme frota de veículos bicombustíveis do Brasil — composta por veículos capazes de funcionar com qualquer combinação de etanol e gasolina — é única em sua escala.

O programa, lançado em 1975 durante a ditadura militar, evoluiu com sucesso em tempos democráticos, reduzindo a dependência do petróleo estrangeiro.

Hoje, enquanto o mais recente conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel entra em sua quinta semana, nações como Índia e México estão olhando para o modelo brasileiro como um projeto para a segurança energética.

Enquanto consumidores em todo o mundo enfrentam aumentos acentuados de preços , os preços da gasolina no Brasil subiram apenas 5% em março — em comparação com 30% nos Estados Unidos.

Analistas atribuem parcialmente essa estabilidade a uma indústria nacional de biocombustíveis já consolidada, que permite ao país resistir a choques geopolíticos com risco mínimo de escassez de combustível.

“O Brasil está muito mais bem preparado do que a maioria dos países porque possui uma alternativa viável dessa natureza”, afirmou Evandro Gussi, presidente da Associação Brasileira da Indústria da Cana-de-Açúcar (UNICA).

O momento é particularmente oportuno, já que a próxima safra de cana-de-açúcar do Brasil, que começa na primeira quinzena de abril, deverá produzir um recorde de 30 bilhões de litros de etanol — 4 bilhões a mais que no ano passado.

“Esse aumento, por si só, equivale à quantidade total de gasolina que o Brasil importou durante todo o ano passado”, observou Gussi.

Apesar de ser um grande produtor e exportador de petróleo bruto, o Brasil ainda depende de importações para suprir sua demanda interna por combustíveis refinados. Atualmente, o país importa petróleo dos Estados Unidos, da Arábia Saudita, da Rússia e da vizinha Guiana.

No entanto, o etanol se tornou a espinha dorsal do deslocamento diário. Em 2025, o etanol representou 37,1 bilhões de litros de vendas, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), estatal.

Embora fique um pouco atrás do diesel e da gasolina em participação total no consumo de energia, sua presença em todos os postos de gasolina oferece aos brasileiros uma rede de segurança psicológica e econômica.

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O sucesso da economia de biocombustíveis do Brasil está enraizado no estado de São Paulo, o polo industrial e agrícola do país.

A produção aqui é uma mistura de "megafazendas" de alta tecnologia voltadas para a exportação e operações familiares menores, como a fazenda Bom Retiro, fundada em 1958, cujos poucos dezenas de trabalhadores estão agora se preparando para colher suas terras de 40 quilômetros quadrados.

A tecnologia brasileira em biocombustíveis também é impulsionada por anos de pesquisa financiada pelo Estado. Um desses centros fica nos arredores de São Paulo: o Centro de Desenvolvimento Científico do Etanol, da Universidade Unicamp, em Campinas.

O coordenador Luis Cortez afirma que o programa brasileiro possui vantagens únicas, incomparáveis ​​às de outros países.

“Temos flexibilidade na produção de etanol, nos motores dos veículos e por parte do governo federal, que define a porcentagem de etanol na mistura de combustível”, disse Cortez. “Temos flexibilidade em três níveis.”

Em última análise, ele argumenta que o investimento em pesquisa acaba fazendo a diferença nos postos de gasolina.

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Segundo a Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis, a gasolina refinada pela Petrobras — que inclui uma mistura de biocombustíveis — está atualmente 46% mais barata que o combustível importado, ou R$ 1,16 (US$ 0,22) a menos por litro.

Da mesma forma, o diesel da Petrobras está sendo vendido nas refinarias a um preço 63% inferior ao dos importados.

Embora o fechamento do Estreito de Ormuz ainda não tenha causado mudanças drásticas no mercado de gasolina do Brasil, o país enfrenta dificuldades com o aumento dos preços do diesel.

Isso ocorre porque o diesel é produzido principalmente a partir de petróleo bruto importado e contém uma porcentagem menor de biocombustíveis.

Ao contrário do sucesso do etanol de cana-de-açúcar, o biodiesel brasileiro, produzido principalmente a partir da soja, representa apenas 14% da mistura do diesel.

Esse percentual poderá subir para os mesmos 30% utilizados na gasolina somente em 2030, caso as pesquisas e os avanços tecnológicos o permitam, o que significa que o conflito teve impacto imediato.

Os preços do diesel no Brasil subiram mais de 20% em março, levando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a propor subsídios à importação até maio. Estimativas do governo mostram que o país precisa comprar entre 20% e 30% do seu diesel mensalmente, sendo a maior parte proveniente da Rússia.

As autoridades brasileiras afirmam que o país importou quase 17 bilhões de litros de diesel no ano passado.

Para o presidente Lula, de 80 anos, que busca a reeleição em outubro, estabilizar os preços do diesel é fundamental para evitar greves de caminhoneiros e controlar a inflação dos alimentos.

Gussi, presidente da UNICA, afirmou que, desde a última guerra com o Irã, diversos chefes de Estado o procuraram para discutir a indústria brasileira de biocombustíveis.

Entre eles, a presidente mexicana Claudia Sheinbaum , que declarou no início deste mês ter interesse na tecnologia da Petrobras para a produção de etanol a partir do agave , planta muito popular em seu país.

“A melhor notícia, mesmo em meio a uma situação como a que estamos vivenciando, é que essa solução possui um alto grau de replicabilidade”, disse Gussi.

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Contas públicas têm déficit de R$ 16,4 bilhões em fevereiro; dívida sobe para 79,2% do PIB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 10:24

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,5%Dólar TurismoR$ 5,431-0,43%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,259-0,05%B3Ibovespa183.070 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,5%Dólar TurismoR$ 5,431-0,43%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,259-0,05%B3Ibovespa183.070 pts0,3%MoedasDólar ComercialR$ 5,221-0,5%Dólar TurismoR$ 5,431-0,43%Euro ComercialR$ 6,0130,000%Euro TurismoR$ 6,259-0,05%B3Ibovespa183.070 pts0,3%Oferecido por

As contas do setor público consolidado apresentaram um déficit primário de R$ 16,4 bilhões em fevereiro, informou o Banco Central (BC) nesta terça-feira (31).

🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se o contrário acontece, o resultado é de superávit primário.

🔎O resultado não leva em conta o pagamento dos juros da dívida pública, e abrange o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais.

Na comparação com fevereiro do ano passado, houve pequena melhora, uma vez, que o saldo negativo, no segundo mês de 2025, foi de R$ 19 bilhões (sem correção pela inflação).

governo federal registrou saldo negativo de R$ 29,5 bilhões;estados e municípios tiveram saldo superavitário de R$ 13,7 bilhão;empresas estatais apresentaram déficit de R$ 568 milhões.

Foto aérea mostra a Esplanada dos Ministérios com o Congresso ao fundo — Foto: Ana Volpe/Agência Senado

No acumulado dos dois primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, as contas do governo registraram um superávit primário de R$ 87,3 bilhões — o equivalente a 4,23% do Produto Interno Bruto (PIB).

Com isso, houve relativa estabilidade na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foi registrado um saldo positivo de R$ 85,1 bilhões (4,36% do PIB).

No caso somente do governo federal, o resultado ficou positivo em R$ 57,8 bilhões na parcial deste ano, informou o BC, contra um superávit de R$ 54,6 bilhões nos dois primeiros meses de 2025.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhõesO texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais, defesa e educação).

Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta – no conceito conhecido no mercado como resultado nominal, utilizado para comparação internacional –, houve déficit de R$ 100,6 bilhões nas contas do setor público em fevereiro.

➡️No acumulado em 12 meses até fevereiro, foi registrado um resultado negativo (déficit) de R$ 1,09 trilhão, ou 8,5% do PIB.

🔎Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores.

O resultado nominal das contas do setor público sofre impacto do resultado mensal das contas, das atuações do BC no câmbio, e dos juros básicos da economia (Selic) fixados pela instituição para conter a inflação. Atualmente, a taxa Selic está em 14,75% ao ano, patamar elevado.

Segundo o BC, as despesas com juros nominais somaram R$ 1,04 trilhão (8,1% do PIB) em doze meses até fevereiro deste ano.

Com o déficit nas contas públicas em janeiro, a dívida do setor público consolidado subiu 0,5 ponto percentual, para 79,2% do PIB, o equivalente a R$ 10,2 trilhões.

A proporção com o PIB é considerada por especialistas como o conceito mais apropriado para medir e comparar a dívida das nações. E o formato de cálculo do Fundo Monetário Internacional (FMI) é adotado internacionalmente.

➡️Este é o maior nível para a dívida pública desde outubro de 2021, quando somava 79,5% do PIB, ou seja, é o maior patamar em mais de quatro anos.

➡️No acumulado do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ou seja, em pouco mais de três anos, a dívida já avançou 7,5 pontos percentuais. A alta na dívida está relacionada, principalmente, com o aumento de gastos públicos, e com as despesas com juros.

➡️Para o Fundo Monetário Internacional (FMI), conceito internacional — que considera os títulos públicos na carteira do BC —, o endividamento brasileiro foi bem maior em fevereiro: 94% do PIB.

➡️Acima de 90% do PIB, o patamar da dívida brasileira está bem acima de nações emergentes e de países da América do Sul, ficando maior, também, do que a média das nações da Zona do Euro (segundo dados do FMI).

Para tentar conter o crescimento da dívida, em 2023 o governo aprovou o chamado "arcabouço fiscal", ou seja, novas regras para as contas públicas em substituição ao teto de gastos. Por estas regras:

a despesa não pode registrar crescimento maior do que 70% do aumento da arrecadação;a alta de gastos fica limitada, em termos reais, a 2,5% por ano;o arcabouço busca justamente conter o crescimento da dívida pública no futuro.

Sem um corte robusto de despesas, necessário para manter de pé o arcabouço fiscal, especialistas em contas públicas estimam que a regra terá de ser abandonada nos próximos anos.

Por conta disso, preveem uma expansão maior da dívida pública no futuro, o que pode resultar em aumento das taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras ao setor real da economia.

Analistas do mercado financeiro estimaram, na semana passada, que a dívida pública brasileira deve atingir 97,6% do PIB em 2035 (pelo conceito brasileiro) — patamar bem distante dos países emergentes e mais próximo da Europa.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Documentos do BRB apontam que Master cancelou reuniões destinadas a resolver pendências sobre carteiras podres

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 10:24

Distrito Federal Documentos do BRB apontam que Master cancelou reuniões destinadas a resolver pendências sobre carteiras podres Relatórios da área técnica revelam dificuldades na comunicação do BRB com o banco de Daniel Vorcaro. Por Caetano Tonet, Vinícius Cassela, Marcelo Parreira, g1

Documentos internos do BRB apontam que o Banco Master cancelou reuniões, deixou de responder a cobranças formais e não esclareceu pendências relacionadas a carteiras de crédito adquiridas pelo BRB.

Operação foi barrada pelo Banco Central, que liquidou o banco na mesma data em que prendeu o dono do Master, Daniel Vorcaro.

Documentos internos do Banco de Brasília (BRB) apontam que o Banco Master cancelou reuniões, deixou de responder a cobranças formais e não esclareceu pendências relacionadas a carteiras de crédito adquiridas pelo BRB.

Ao longo de 2025, o BRB tentou comprar o 58% das ações Banco Master por R$ 2 bilhões, mas a operação foi barrada pelo Banco Central, que liquidou o banco na mesma data em que prendeu o dono do Master, Daniel Vorcaro.

As informações estão em relatórios, de 4 de abril e de 19 de maio de 2025, elaborados por um grupo de trabalho do BRB responsável por analisar operações do produto CredCesta — um cartão de benefício consignado ofertado a servidores públicos, aposentados e pensionistas, onde o pagamento das parcelas é descontado diretamente da folha de pagamento.

Segundo os documentos, o banco identificou inconsistências em repasses financeiros, falhas na documentação e dificuldades para verificar contratos. Com o diagnóstico, o BRB tentou, sem sucesso, resolver os problemas diretamente com o Master.

De acordo com o primeiro relatório, concluído uma semana depois do BRB informar ao mercado a intenção de comprar o Master, o banco passou a enviar cobranças após identificar divergências nos repasses. Em um dos casos, técnicos apontaram que parcelas previstas não haviam sido incluídas nos arquivos enviados pelo Master, o que gerou uma "inadimplência muito acima do esperado".

Fachada do Banco Master no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, no dia 19 de novembro de 2025 — Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Já no segundo relatório o banco destaca que, além dos e-mails, encaminhou ao menos três cartas formais pedindo esclarecimentos sobre pendências financeiras, critérios das operações e cumprimento de cláusulas contratuais. Houve apenas resposta parcial a um dos pedidos.

O segundo relatório detalha uma sequência de tentativas frustradas do BRB de se reunir com o Banco Master para tratar de pendências nas carteiras de crédito.

A primeira reunião foi marcada para 4 de abril. Na própria data, o Banco Master pediu o adiamento do encontro para o dia 7. No encontro, a pauta foi alterada e a reunião específica sobre lastros acabou remarcada para o dia seguinte, 8 de abril

No dia 8, a reunião chegou a ser realizada, mas, segundo o relatório, serviu apenas para que o Banco Master solicitasse um novo adiamento, passando o encontro para o dia seguinte.

Em 9 de abril, pouco antes do horário previsto, o Master voltou a pedir o reagendamento, desta vez para o dia 14 de abril. Na ocasião, o BRB havia solicitado ao banco quatro levantamentos considerados essenciais para a análise das carteiras, mas nenhum deles foi apresentado.

a relação de contratos originados por associações; a relação de contratos originados diretamente pelo Banco Master; a listagem dos contratos do produto CredCesta; e a identificação de contratos de crédito consignado e de outros produtos vinculados às operações.

De acordo com o documento, o próprio Banco Master informou, por e-mail, que não havia conseguido concluir esses levantamentos, o que motivou o novo pedido de adiamento da reunião.

No dia 14 de abril, o Banco Master declinou da reunião. O BRB chegou a pedir, por meio de mensagens, que fosse informada uma nova data e horário ainda naquele dia, mas não houve retorno.

Diante da sequência de adiamentos e da falta de resposta, em 15 de abril de 2025 o grupo de trabalho do BRB registrou formalmente preocupação com o que classificou como “constantes remarcações e recusas” do Banco Master em participar das reuniões.

Na mesma data, o grupo de trabalho iniciou a primeira visita técnica na sede do Master, em São Paulo, para tentar avançar na resolução das pendências.

Entre os dias 15 e 17 de abril de 2025, o grupo de trabalho esteve no Master com o objetivo de obter respostas às cobranças feitas nas cartas formais e conciliar informações financeiras relacionadas aos repasses.

O relatório destaca que o controle das operações era feito de forma manual, por meio de planilhas, e havia limitações na capacidade de calcular os valores de repasse.

O documento também aponta demora no atendimento às demandas do BRB e pouco conhecimento, por parte da equipe do Master sobre parte das operações — especialmente aquelas originadas por associações.

Durante os trabalhos, técnicos do BRB identificaram valores referentes a parcelas que constavam nos arquivos, mas não haviam sido repassados financeiramente. De acordo com o documento, foram identificados cerca de R$ 15,5 milhões nessas condições, dos quais o Banco Master reconheceu aproximadamente R$ 14,5 milhões, que foram efetivamente pagos durante a visita do grupo de trabalho.

Uma segunda visita técnica foi realizada nos dias 29 e 30 de abril de 2025 com o objetivo de aprofundar a apuração sobre averbações, lastros e informações complementares das operações, além de discutir aspectos operacionais, como a possibilidade de utilização de conta escrow — uma conta do Banco Master no BRB onde os repasses dos órgãos pagadores seriam depositados diretamente, permitindo ao BRB conciliar os valores antes de qualquer movimentação.

Foi nesta visita que o BRB descobriu que boa parte das carteiras de créditos adquiridas do Master não tinham como fonte o banco de Daniel Vorcaro e sim a Tirreno, empresa fundada meses antes, em 4 de novembro de 2024.

Quando questionada nas reuniões anteriores sobre a origem das carteiras de crédito, a equipe do Master dizia que parte dos contratos vinha de uma "associação", mas sem identificar o nome da instituição. A identificação formal como Tirreno só veio na visita presencial, através do superintendente executivo de Tesouraria, Alberto Felix.

Duas semanas depois, segundo o relatório, o Master informou ao BRB em uma reunião virtual que não realizava o registro dessas operações em seu balanço, o que, segundo o grupo de trabalho, dificultava a rastreabilidade e a validação dos contratos adquiridos.

Segundo as investigações, o BRB comprou R$ 12 bilhões em carteiras de crédito podres, que não pertenciam ao Master e não tinham garantias financeiras.

A suspeita é que o Banco Master não tinha fundos suficientes para honrar os títulos que emitiu, com vencimento em 2025. Comprou então créditos – sem realizar qualquer pagamento – da Tirreno para, em seguida, revender ao BRB.

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Toyota GR Yaris chega ao Brasil por R$ 354.990

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 10:24

Carros Toyota GR Yaris chega ao Brasil por R$ 354.990 e já esgota vendas Hatch esportivo já vendeu primeiro lote de 99 unidades. Motor de 304 cavalos é o 1.6 turbo de três cilindros mais potente do mundo. Toyota deve trazer mais unidades ainda em 2026. Por Redação g1

O Toyota lançou nesta terça-feira (31) o novo GR Yaris no Brasil em duas versões: automática e manual. Durante a pré-venda, que termina hoje, a marca vendeu todas as 99 unidades do primeiro lote.

A previsão inicial da Toyota era de emplacar 198 GR Yaris no Brasil em 2026. O preço é R$ 354.990.

O motor é o três cilindros 1.6 turbo mais potente do mundo. O hatch produz 304 cv e 40,8 kgfm de torque.

Para aguentar toda essa força, os pistões são reforçados. A injeção direta teve pressão elevada para 260 bar. O radiador de óleo teve sistema de refrigeração aperfeiçoado e o Toyota pode pulverizar água no intercooler para controlar a temperatura do ar na admissão.

A tração é integral GR-Four, a mesma usada pelo GR Corolla. E pode ser ajustada para o modo Normal, Gravel (cascalho) e Track. A novidade é a opção de câmbio automático de oito marchas, além do manual de seis marchas que já era oferecido.

A estrutura é exclusiva da Gazoo Racing, divisão esportiva da Toyota. São aplicados 15% a mais de pontos de solda e 15% a mais de adesivos estruturais. A suspensão dianteira é McPherson; a traseira, independente, usa double wishbone.

A direção elétrica foi recalibrada por Kazuya Oshima, piloto japonês multicampeão em categorias de protótipos e Fórmula.

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Natura redesenha comando, retira fundadores do conselho e negocia entrada de investidor externo

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 31/03/2026 10:24

Economia Negócios Natura redesenha comando, retira fundadores do conselho e negocia entrada de investidor externo Empresa anuncia novo acordo de acionistas, reorganização do conselho de administração e compromisso para entrada da Advent International como investidora minoritária, com possível participação de até 10% no capital. Por Redação g1 — São Paulo

A Natura anunciou na segunda-feira (30) uma reestruturação em sua governança, dando início ao que a empresa descreve como um "novo ciclo estratégico". A mudança envolve alterações na composição do Conselho de Administração e a criação de um novo órgão consultivo.

Como parte dessa transição, os três fundadores da empresa — Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Passos — deixarão suas cadeiras no Conselho de Administração.

Eles passarão a integrar um novo Conselho Consultivo estatutário, que terá como função acompanhar a trajetória da companhia e zelar pela preservação de seus valores e de sua cultura empresarial.

Além dos fundadores, o atual presidente do conselho (chairman), Fabio Barbosa, também deixará o órgão para integrar o novo colegiado consultivo.

Segundo a empresa, esse conselho não terá funções executivas nem poder de decisão, atuando como um espaço voltado à preservação da identidade institucional da marca.

Em comunicado ao mercado, a Natura afirmou que o novo órgão atuará como “guardião da cultura, dos valores e do legado que definem a essência da companhia”, função que ficará sob responsabilidade dos fundadores e de Barbosa.

Enquanto isso, o Conselho de Administração passará por uma recomposição completa para um mandato de dois anos. Alessandro Carlucci, que já atuava como conselheiro independente, foi indicado para assumir a presidência do colegiado.

A proposta de nova composição inclui nomes que já participam da operação da companhia, como Duda Kertesz, João Paulo Ferreira — atual CEO — e o próprio Carlucci.

A lista também traz novos integrantes, entre eles Pedro Villares, Guilherme Passos e Luiz Guerra, além de Flávia Almeida e Gabriela Comazzetto.

Ao mesmo tempo, Bruno Rocha e Gilberto Mifano deixarão o conselho. Mifano, no entanto, continuará à frente do comitê de auditoria e finanças da empresa.

A reorganização ocorre após um período de simplificação corporativa e reorganização da estrutura de capital da companhia.

Segundo a Natura, a nova estrutura busca separar de forma mais clara dois papéis: a execução da estratégia de negócios, atribuída ao conselho de administração, e a preservação da cultura da empresa, que ficará a cargo do conselho consultivo.

Paralelamente às mudanças na governança, os principais acionistas da Natura firmaram um novo acordo com prazo inicial de dez anos, prorrogável por mais dez.

O acordo substitui o documento anterior, cujo prazo terminaria em 31 de março de 2026, e reúne os chamados “blocos” de acionistas que representam os fundadores e outros investidores históricos.

Entre eles estão o Bloco Seabra, representado por Antonio Luiz da Cunha Seabra; o Bloco Leal, representado por Guilherme Peirão Leal; e o Bloco Passos, representado por Pedro Luiz Barreiros Passos. Também participam o Bloco Pinotti, representado por Vinicius Pinotti, e o Bloco Mattos, representado por Maria Heli Dalla Colletta de Mattos.

Segundo a empresa, o novo acordo mantém inalteradas as participações acionárias desses grupos e reafirma o compromisso de longo prazo com a companhia.

As mudanças também estão ligadas à possível entrada de um novo investidor. A Natura firmou um compromisso vinculante com o fundo Lotus, gerido pela Advent International, para a compra de uma participação minoritária na empresa.

O acordo prevê que a Advent adquira entre 8% e 10% das ações da Natura no mercado secundário dentro de um prazo de até seis meses. A operação considera um preço alvo médio de R$ 9,75 por ação.

Caso o investidor atinja a participação mínima de 8%, terá o direito de indicar dois membros para o Conselho de Administração e participar de comitês de assessoramento.

Nesse cenário, o conselho poderá ser ampliado para até dez integrantes. O acordo também prevê uma estrutura que combine conselheiros indicados pelos acionistas controladores, representantes do investidor e membros independentes.

Para a empresa, a reorganização da governança e a entrada do novo parceiro fazem parte da estratégia de preparar a companhia para um novo ciclo de crescimento.

“A celebração do novo acordo reafirma o compromisso dos acionistas com o futuro da Natura e com a continuidade do projeto empresarial”, afirmou a companhia, por meio de comunicado ao mercado.

Estande da Natura é destaque em edição paulistana do Festival Negritudes. — Foto: Felipe Vianna / Agência Canarinho

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Nova CNH: economia com a renovação automática passa de R$ 1 bilhão, diz ministério

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 04:56

Carros Nova CNH: economia com a renovação automática passa de R$ 1 bilhão, diz ministério Medida é exclusiva para a CNH digital e está disponível para os 'bons condutores', aqueles que não tiveram multas nos últimos 12 meses. O benefício não é válido para condutores com mais de 70 anos. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

Com as novas regras da CNH, em vigor desde o fim de 2025, mais de 1,5 milhão de motoristas conseguiram renovar a habilitação de forma automática e gratuita.

A medida é um benefício para o chamado “bom condutor” e a renovação gratuita é exclusiva para a CNH digital.

Com as novas regras da CNH, em vigor desde o fim de 2025, mais de 1,5 milhão de motoristas conseguiram renovar a habilitação de forma automática e gratuita, segundo o Ministério dos Transportes.

Esse valor deixou de ser arrecadado com taxas, exames e procedimentos administrativos. Entre as regiões do Brasil, o Sudeste lidera o ranking de renovações automáticas.

Segundo a pasta, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro foram os estados com maior número de CNHs renovadas automaticamente.

São Paulo: 406.882 renovações;Minas Gerais: 176.816 renovações;Rio de Janeiro: 141.898 renovações;Paraná: 117.321 renovações;Rio Grande do Sul: 98.002 renovações;Santa Catarina: 80.158 renovações;Bahia: 76.350 renovações; Pernambuco: 56.979 renovações;Goiás: 55.063 renovações;Ceará: 42.254 renovações; Espírito Santo: 34.181 renovações;Pará: 30.313 renovações;Distrito Federal: 28.239 renovações; Mato Grosso: 27.309 renovações; Rio Grande do Norte: 23.209 renovações; Alagoas: 22.306 renovações; Mato Grosso do Sul: 19.986 renovações; Paraíba: 19.341 renovações; Maranhão: 19.305 renovações; Sergipe: 17.428 renovações; Tocantins: 9.591 renovações; Amazonas: 9.492 renovações; Rondônia: 9.351 renovações; Piauí: 7.728 renovações; Acre: 3.931 renovações; Roraima: 3.832 renovações; Amapá: 2.373 renovações.

A medida é um benefício para o chamado “bom condutor”. Para ser considerado, o motorista precisa cumprir os seguintes critérios:

🪪 Não ter pontos registrados na CNH nos últimos 12 meses;🚨 Não ter infrações de trânsito registradas no documento no mesmo período;📝 Estar cadastrado no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC).

Abrir o aplicativo CNH Brasil;Selecionar a opção “Condutor”;Acessar “Cadastro Positivo”;Tocar em “Autorizar participação”.

Segundo as novas regras, apenas a versão digital da CNH é renovada automaticamente. Caso o condutor também queira o documento físico, será necessário solicitá-lo separadamente, após a renovação da versão digital.

Para receber a CNH física, o condutor pode fazer a solicitação pelo aplicativo CNH Brasil ou presencialmente em uma unidade do Detran do estado onde reside.

As novas regras da CNH não eliminaram o custo de emissão da carteira física, cujo valor varia conforme o Detran de cada estado.

Em São Paulo, por exemplo, o valor é de R$ 137,79.Em Alagoas, a cobrança é maior, chegando a R$ 144,12;No Rio Grande do Sul, a taxa é de R$ 80,37.

É importante destacar que nem todos os condutores têm direito à renovação automática da CNH, mesmo aqueles que não cometeram infrações ou receberam multas nos últimos 12 meses.

Pelas novas regras, condutores com mais de 50 anos podem renovar automaticamente a CNH apenas uma vez. Além disso, os casos abaixo não têm direito à renovação automática:

Condutores com 70 anos ou mais;A renovação automática não vale para motoristas que têm a validade da CNH reduzida por recomendação médica, em casos de doenças progressivas ou condições que exigem acompanhamento de saúde.

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Bacalhau ou ‘tipo bacalhau’: o que saber para não errar na compra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 04:10

Agro Bacalhau ou 'tipo bacalhau': o que saber para não errar na compra Visual semelhante pode enganar, mas só duas espécies podem ser chamadas oficialmente de bacalhau no Brasil. Por Lara Castelo

Os peixes vendidos como "tipo bacalhau" são de outras espécies e têm aspectos menos apreciados e valorizados.

Em meio a tantas opções nas prateleiras, surge uma dúvida: o que está no carrinho é realmente bacalhau — ou apenas “tipo bacalhau”?

A diferença pode parecer sutil, mas reflete no sabor, na qualidade e no valor nutricional do alimento.

No Brasil, somente duas espécies de peixe são oficialmente reconhecidas como bacalhau: o Gadus morhua (encontrado no Oceano Atlântico) e o Gadus macrocephalus (do Oceano Pacífico).

Quem explica é a Lícia Lundstedt, chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Pesca e Aquicultura.

Já os peixes vendidos como "tipo bacalhau" são de outras espécies, como Saithe, Ling e Zarbo.

"Por passarem por um processo de salga e secagem parecido ao do bacalhau, eles acabam desenvolvendo características parecidas, como formato, textura, cor e cheiro", explica a especialista.

Vale destacar que, segundo ela, a denominação "tipo bacalhau" é legítima e, inclusive, deve ser usada para identificar que não se trata do original.

"Até mesmo espécies nacionais, como o pirarucu (Arapaima gigas), quando submetidas a esse tratamento, podem ser vendidas como 'bacalhau brasileiro', exemplifica.

No Brasil, somente duas espécies de peixe são oficialmente reconhecidas como bacalhau: o Gadus morhua (encontrado no Oceano Atlântico) e o Gadus macrocephalus (do Oceano Pacífico) — Foto: Pixabay

Além de serem de peixes diferentes, o bacalhau verdadeiro e o "tipo bacalhau" têm características diferentes.

As características organolépticas (percebidas por meio dos sentidos, como sabor, cheio e textura) do bacalhau verdadeiro são mais apreciadas e valorizadas que a do "tipo bacalhau", segundo a especialista.

A principal dica é ler o rótulo com atenção. Nos bacalhaus verdadeiros deve estar presente o nome científico da espécie (Gadus morhua ou Gadus macrocephalus).

Mesmo nas peças não embaladas, vale a pena buscar se informar sobre o nome científico do produto, segundo a especialista.

Além disso, apesar da identificação visual ser difícil, já que os cortes e a conservação influenciam no aspecto, existem algumas pistas que ajudam na hora da escolha, segundo a especialista:

cor da carne: o bacalhau verdadeiro tem carne clara, quase branca, com coloração uniforme. Já o "tipo bacalhau" tende a ter tonalidade mais escura ou amarelada;lascas: no bacalhau legítimo, elas são grossas, firmes e se soltam com facilidade após o cozimento. No "tipo", costumam ser menores e irregulares;postas (corte mais grosso, na espinha): as do bacalhau autêntico são mais altas, largas e regulares, enquanto as do "tipo" costumam ser mais finas e estreitas;cheiro: o bacalhau verdadeiro tem aroma de peixe suave. O “tipo bacalhau” pode ter cheiro mais forte e marcante;preço: em geral, o tipo bacalhau é mais barato que o original.

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Em 2026, ANTT aplicou mais de R$ 354 milhões em multas por não pagamento do preço mínimo da tabela de frete

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/03/2026 02:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2480,12%Dólar TurismoR$ 5,4550,04%Euro ComercialR$ 6,013-0,39%Euro TurismoR$ 6,262-0,5%B3Ibovespa182.514 pts0,53%Oferecido por

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) já aplicou mais de R$ 354 milhões em multas por descumprimento do piso mínimo do frete em 2026.

Em 2018, foram R$ 69 mil reais em multas durante o ano inteiro. Os dados foram levantados pela agência a pedido do g1.

Só neste ano, mais de 90 mil autuações já foram registradas, aumento de 33% em relação a todo o ano passado, quando foram aplicadas cerca de 67 mil multas.

De acordo com a ANTT, o aumento está relacionado ao uso mais intensivo da fiscalização eletrônica no setor de transporte de cargas.

🚛 A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) já aplicou mais de R$ 354 milhões em multas por descumprimento do piso mínimo do frete em 2026.

💰 Em 2018, foram R$ 69 mil reais em multas durante o ano inteiro. Os dados foram levantados pela agência a pedido do g1. (veja o valor anual de multas aplicadas)

📝 Só neste ano, mais de 90 mil autuações já foram registradas, aumento de 33% em relação a todo o ano passado, quando foram aplicadas cerca de 67 mil multas. (veja a série histórica desde 2018)

De acordo com a ANTT, o aumento está relacionado ao uso mais intensivo da fiscalização eletrônica no setor de transporte de cargas.

⛽ A legislação estabelece que a tabela do piso mínimo do frete no transporte rodoviário deve ser atualizada a cada seis meses ou sempre que houver variação superior a 5% no preço do diesel S10, seja para mais ou para menos. Esse mecanismo é conhecido como “gatilho”.

Criada em 2018, a política de preços mínimos do frete surgiu como uma das principais reivindicações dos caminhoneiros durante a greve nacional daquele ano.

A paralisação, que durou 11 dias, provocou desabastecimento, afetou exportações e impactou diversos setores da economia. Os grevistas foram as ruas diante do aumento expressivo do diesel, dentre outros fatores.

Entre os efeitos registrados na época, a redução de linhas de ônibus em várias regiões do país, a suspensão de postagens pelos Correios e a paralisação da produção em pelo menos 129 frigoríficos e abatedouros, além da escassez de hortifrutigranjeiros.

Em 2018, o setor de serviços no Brasil recuou 3,8% em maio na comparação com abril, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

📈 O índice foi fortemente influenciado pelos 11 dias de greve dos caminhoneiros no final de maio.

A greve foi encerrada após um acordo entre o governo federal e a categoria, que incluiu a criação da tabela com valores mínimos para o frete.

Os preços mínimos, que estabelecem o custo base para o transporte de cargas no país, são definidos pela própria ANTT.

Diante da alta nos preços dos combustíveis, impulsionada pela guerra no Oriente Médio, o governo federal buscou evitar uma nova paralisação de caminhoneiros neste ano e anunciou um pacote de medidas para reduzir os riscos e o impacto no mercado nacional.

📝 As ações endurecem as punições para quem descumprir o piso mínimo do frete. As multas, por exemplo, podem chegar a R$ 10 milhões.

Para reforçar a aplicação das regras, o governo elaborou um instrumento jurídico que amplia a capacidade de fiscalização e de cumprimento da legislação (enforcement) no ambiente regulatório.

A principal mudança prevê o impedimento de contratação de fretes por empresas irregulares. Em casos de reincidência ou de elevado número de infrações, tanto o embarcador, responsável pela carga, quanto o transportador poderão ser proibidos de operar.

suspensão imediata do registro de empresas que descumprirem a tabela;cassação do registro em caso de reincidência;fiscalização permanente, com monitoramento integral (100% das operações), sobre transportadoras reincidentes.

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