Imposto de Renda
Receita ainda não tem data para liberar novo formato de declaração do IR em que contribuintes teriam apenas de confirmar dados
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Receita ainda não tem data para liberar novo formato de declaração do IR em que contribuintes teriam apenas de confirmar dados
Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 12:45
Economia Imposto de renda Receita ainda não tem data para liberar novo formato de declaração do IR em que contribuintes teriam apenas de confirmar dados Ministro da Fazenda, Dario Durigan, pediu a criação da nova modalidade. Ideia é que a declaração do IR, no futuro, contenha mais dados enviados por empresas e por bancos. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília
A Receita Federal ainda não tem uma data para disponibilizar a declaração totalmente pré-preenchida, na qual os contribuintes não precisariam mais incluir informações.
Nesse formato, buscado pelo novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, os trabalhadores teriam apenas de validar os dados informados no documento pelo leão.
Assim que implementada, a nova declaração do IR seria uma evolução da pré-preenchida, que já reúne uma série de informações dos contribuintes — mas não todas.
Atualmente, a Receita Federal já tem acesso a uma série de informações dos contribuintes, que são usadas na malha fina do leão.
O supervisor do Imposto de Renda da Receita Federal, José Carlos da Fonseca, informou nesta quarta-feira (1º) que o Fisco ainda não tem uma data para disponibilizar a declaração totalmente pré-preenchida, na qual os contribuintes não precisariam mais incluir informações.
Nesse formato, buscado pelo novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, os trabalhadores teriam apenas de validar os dados informados no documento pelo leão.
"A demanda [do ministro Durigan] chegou pra nós ontem [terça, 31 de março]. Temos ainda que avaliar o que falta e traçar um caminho. Não temos essa data [de liberar o novo formato para o público]", disse José Carlos da Fonseca, da Receita Federal.
Assim que implementada, a nova declaração do IR seria uma evolução da declaração pré-preenchida, que já contempla uma série de informações dos contribuintes — mas não todas elas. O Fisco estima que a declaração pré-preenchida já deve abranger 60% dos contribuintes neste ano.
🔎Na declaração pré-preenchida, a Receita Federal mostra ao contribuinte informações de rendimentos, deduções, bens e direitos e dívidas e ônus reais – que são carregadas automaticamente, sem a necessidade de digitação.
🔎Para optar pela declaração pré-preenchida, é preciso ter uma conta níveis prata ou ouro no "gov.br". Para quem não faz a própria declaração, ainda existe a alternativa de usar o site ou app "Meu Imposto de Renda". Nele, é possível dar autorização de acesso à declaração pré-preenchida para qualquer CFP ou CNPJ, evitando assim o compartilhamento da senha gov.br.
"Esse é o caminho natural e gradual da evolução deste modelo da declaração a partir da evolução da pré-preenchida. Cada vez mais a Receita Federal obtém as informações diretamente das fontes pagadoras e dos registros de bens e direitos dos contribuintes, e oferece para validação do contribuinte", informou o órgão.
A Receita Federal acrescentou que, com o aumento da consistência das informações a cada ano, vai gradualmente desobrigando o contribuinte da necessidade de preenchimentos.
Atualmente, a Receita Federal já tem acesso a uma série de informações dos contribuintes, que são usadas na malha fina do leão.
Além das movimentações financeiras, o Fisco checa, com a ajuda de supercomputadores e de inteligência artificial, uma quantidade enorme de informações dos contribuintes.
Ao todo, são mais de 160 filtros de checagem de dados na declaração do Imposto de Renda, que tem de ser entregue todos os anos.
Alguns cruzamentos são mais simples, como CPF, endereço, dependentes, ou seja, informações pessoais.
rendimentos;movimentações financeiras no PIX (acima de R$ 2 mil por mês);pagamentos no débito (acima de R$ 2 mil por mês);cartões de crédito (acima de R$ 2 mil por mês);aluguéis;despesas médicas (titular e dependentes, com recibos digitais a partir de 2025);mercado acionário e criptoativos;automóveis;aplicações em renda fixa;número de dependentes;despesas com educação (titular e dependentes);previdência complementar;gastos com empregados domésticos,informações sobre imóveis, incluindo compra e venda;carnê leão;bens no exterior;deduções de incentivo cultural;contribuição a entidades beneficentes.
O objetivo é saber se os valores declarados no Imposto de Renda estão corretos, ou se eles precisam ser ajustados.
Essas informações também serão usadas na declaração totalmente pré-preenchida, meta fixada pelo novo ministro da Fazenda, Dario Durigan.
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