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Fazenda que hospedou Dom Pedro II em Tietê abre para visitas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/04/2026 07:56

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Fazenda que hospedou Dom Pedro II em Tietê abre para visitas Casarão de 1879 em Tietê (SP) preserva objetos da época, senzala e oferece café da própria produção. Eventos serão pontuais. Por Nosso Campo, TV TEM

Uma paisagem que encanta, um lugar tranquilo para se conectar com a natureza e uma viagem no tempo. A histórica Fazenda da Serra, em Tietê (SP), cujo casarão de mais de 1.200 m² foi construído em meados de 1800, está abrindo suas portas para visitação, revelando um capítulo importante da história do Brasil.

No final do Império, em 1879, a fazenda teve a honra de hospedar por cerca de uma semana o Imperador Dom Pedro II e a Imperatriz Teresa Cristina. Entusiasta das ciências e da tecnologia, o monarca visitou a região para inaugurar uma ferrovia e, principalmente, para conhecer o manejo e a agricultura de ponta da época, durante o auge do ciclo do café.

O que era parte do imaginário local agora poderá ser visto de perto em eventos pontuais ao longo do ano.

A fazenda guarda preciosidades que remontam à visita. O corrimão da escadaria principal foi importado da França em 1876, especialmente para receber o imperador. O piso de madeira, a porta de entrada e até uma pia na sala são originais da época. Parte da pintura em estilo afresco foi cuidadosamente restaurada, mantendo viva a atmosfera do passado.

Segundo relatos, Dom Pedro II tinha o costume de plantar uma palmeira imperial em cada local que visitava. Embora a árvore plantada na fazenda tenha caído com o tempo, seu tronco permanece no local como um vestígio da visita.

As irmãs Regina Helena Dahas de Carvalho e Roselene Carvalho Santili herdaram a fazenda e, junto com suas filhas, preservam essa memória. Elas relembram a infância marcada pela presença do imperador no imaginário.

"A vida toda brincamos aqui falando: 'Dom Pedro passou por aqui'", contam. Elas mencionam a construção de um "quarto de banho" com água corrente de mina, uma exigência do monarca na época.

Agora, a família decidiu compartilhar essa riqueza com o público. Melina Santilli, filha de Roselene, está à frente da organização dos eventos. "Era algo que a cidade sempre pedia. Temos um patrimônio histórico muito importante para mostrar. Então, resolvemos abrir nossas portas", explica.

As visitas guiadas incluirão novidades como um café da manhã e a degustação do café produzido na própria fazenda. Os eventos serão pontuais e divulgados previamente.

A experiência também oferece um olhar sobre o período da escravidão no Brasil. Os visitantes poderão conhecer a antiga senzala e a história de "Seu Pedro", um homem escravizado que, mesmo após a abolição, permaneceu na fazenda e viveu ali até os 105 anos, tendo conhecido pessoalmente Dom Pedro II.

Ingrid Cury, uma das primeiras visitantes, se emocionou com a experiência. "É resgatar de onde viemos, a nossa história, os costumes. Cada pedacinho da fazenda me emociona, porque é como se a gente estivesse voltando nos livros de história e vendo um pouquinho da realidade da época", conclui.

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Safra de caqui no interior de SP tem ‘colha e pague’ e tradição de 70 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/04/2026 07:56

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Safra de caqui no interior de SP tem 'colha e pague' e tradição de 70 anos Com clima favorável, produção deve crescer 20% em Piedade (SP), onde família de origem japonesa atrai 10 mil turistas para colher a fruta no pé. Por Nosso Campo, TV TEM

A safra de caqui deve ser maior neste ano no interior de São Paulo, impulsionada por condições climáticas favoráveis.

Em propriedades da região, os galhos carregados de frutos indicam uma colheita mais produtiva em comparação com o ano passado.

Em Piedade (SP), a família Sakaguti cultiva a fruta há mais de 70 anos. A produção começou com imigrantes japoneses e segue até hoje.

Metade da produção nacional de caqui está concentrada no estado de São Paulo. No interior, além da produção, a fruta também representa tradição para as famílias.

Na propriedade dos Sakaguti, toda a produção é destinada ao evento “colha e pague”, organizado pela família e que já se tornou tradição.

Galhos carregados indicam safra maior de caqui em propriedade de Piedade (SP) — Foto: TV TEM/Reprodução

A safra promissora de caqui está em andamento no interior de São Paulo, impulsionada por condições climáticas favoráveis. Em propriedades da região, os galhos carregados de frutos já indicam uma colheita mais produtiva do que no ano passado.

Em Piedade (SP), a família Sakaguti cultiva a fruta há mais de 70 anos. A produção começou com imigrantes japoneses e segue até hoje, com a terceira geração à frente do sítio. Segundo o produtor Erik Sakaguti, a expectativa é colher 50 toneladas nesta safra, cerca de 20% a mais do que no ano anterior.

Metade da produção nacional de caqui está concentrada no estado de São Paulo. No interior, além da produção, a fruta também representa tradição e história para as famílias que mantêm a atividade.

Na propriedade dos Sakaguti, toda a produção é destinada ao evento “colha e pague”, organizado pela família e que já se tornou tradição. A expectativa é receber cerca de 10 mil visitantes, incluindo turistas de outras regiões e até do exterior.

O sítio conta com aproximadamente 1 mil pés de caqui, sendo 90% da variedade Fuyu. Com técnicas de manejo, algumas árvores chegam a produzir por quase 70 anos. Uma delas é a prática anual de lavagem dos pés para retirada de musgos, método de origem japonesa que ajuda a prolongar a vida útil das plantas.

Em Pilar do Sul (SP), outra propriedade aposta na produção voltada ao mercado interno. São seis hectares com cerca de 3 mil pés da variedade Fuyu. Apesar da boa carga de frutos, os produtores enfrentam preços mais baixos em relação ao ano passado.

A produtora rural Naomi Jojima, que também é advogada, decidiu atuar no campo para manter a tradição da família e valorizar a cultura japonesa na região.

Mesmo com preços menores, a expectativa é de aumento na produção total em Pilar do Sul, considerando o conjunto dos produtores.

Segundo especialistas, a safra reforça a importância da atividade na região, aliando tradição, técnicas de cultivo e novas formas de geração de renda.

Produção de caqui também impulsiona turismo rural em sistema “colha e pague” no interior de SP — Foto: TV TEM/Reprodução

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Diaristas premium sofisticam profissão para cobrar mais: ‘Não tiro menos de R$ 8 mil por mês’

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 05/04/2026 05:52

Empreendedorismo Guia do empreendedor Diaristas premium sofisticam profissão para cobrar mais: 'Não tiro menos de R$ 8 mil por mês' O g1 conversou com diaristas e especialistas para detalhar o que muda em relação à limpeza tradicional e quais são os principais riscos e cuidados do modelo. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

A faxina premium elevou a limpeza a um serviço técnico e especializado que aumentou a renda e a autonomia de muitas diaristas;

Apesar do faturamento maior, diaristas autônomas não têm proteção social e precisam garantir previdência por conta própria;

O Sebrae orienta planejamento, precificação correta, presença digital e formalização como MEI para evitar riscos.

Durante anos, o trabalho de diarista ocupou a vida de Cláudia Rodrigues de maneira exaustiva. A rotina começava às 3h da manhã: ônibus lotado, longos deslocamentos por São Paulo e chegada às casas dos clientes antes do amanhecer.

As jornadas eram longas, os ambientes, enormes. Cláudia limpava do chão ao teto, sem saber se sairia dali no meio da tarde ou já à noite. Com semanas cheias, eram mais de 20 diárias mensais.

São tempos que ficaram para trás. Hoje, Cláudia continua trabalhando com limpeza, mas em outro patamar: ela se tornou diarista premium.

Seus pacotes custam R$ 250 (4h), R$ 280 (6h) e R$ 330 (8h), com adicionais entre R$ 80 e R$ 100 para serviços como limpeza de geladeira e armários. A agenda ficou tão cheia que ela contratou uma colaboradora para acompanhar a demanda.

Segundo o IBGE, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores domésticos foi de R$ 1.367 em 2025. O valor se refere à média geral da categoria, sem distinção entre quem tem carteira assinada e quem não tem.

As diaristas premium conseguem faturar quase seis vezes mais que a média dos domésticos ao refinar o serviço e atender um público de alto padrão.

Cláudia conta que sua virada aconteceu quando descobriu, no Instagram, que havia outra forma de fazer o que sempre fez. Encontrou profissionais falando sobre técnica, método, organização e posicionamento. Não era uma nova profissão — era um novo olhar sobre a limpeza.

➡️ A chamada "faxina premium" é apenas um reposicionamento profissional, contam as diaristas ouvidas pelo g1. A sacada é deixar de atuar com foco em rapidez e preço baixo, e passar a entregar um serviço técnico e personalizado.

🔎 Na prática, elas contam que é necessário estudar tipos de piso, aprender sobre produtos químicos, criar cronogramas de organização, investir em imagem profissional e levar equipamentos próprios para as diárias.

Essa reinvenção também cria um ecossistema próprio. Algumas delas usaram os aprendizados para lançar cursos, listas de produtos e conteúdos que fortalecem a profissão e ajudam a combater o preconceito ainda existente.

Cláudia, por exemplo, investiu em mentoria, mudou a forma de atender, passou a levar os próprios produtos, estruturou pacotes por hora e adotou técnicas de detalhamento — do uso de pincéis ao acabamento de metais.

A imagem profissional também virou parte central do negócio. A diarista investiu em fotos, passou a usar uniforme e formalizou o trabalho como microempreendedora individual (MEI).

“No início, quando fiz as fotos profissionais e comecei a alimentar o Instagram, pensei: vou colocar que limpo chão, vão rir da minha cara. Existia muito preconceito”, lembra.

Cláudia Silva estudou técnicas e hoje usa até pincéis para entregar uma limpeza premium. — Foto: Arquivo pessoal

Essa transformação também marcou a trajetória de Gabriela Valente. Ela pediu demissão de um emprego com carteira assinada porque acreditava que a faxina poderia trazer mais retorno. A decisão gerou insegurança, mas a aposta deu certo.

Durante a pandemia, Gabriela lotou a agenda com pacotes que chegavam a R$ 400 por dia. Ao mesmo tempo, viu colegas perderem clientes e enfrentarem dificuldades.

"Em 2020, vi gente sem dinheiro até para comer", conta. Enquanto ela faturava alto, viu muitas diaristas ficarem sem renda. A disparidade a levou a compartilhar o que sabia nas redes sociais.

Hoje, Gabriela é diarista por escolha. Além dos atendimentos, atua como mentora, palestrante e criadora de conteúdo. Ela também criou seu próprio produto de limpeza.

“Passei fome. Vendi roupa para comer. Hoje, tudo mudou. Consegui reformar a casa da minha mãe, construir a lavanderia dos sonhos dela, montar um escritório e pagar colégio particular para meus filhos”, relata.

Gabriela Valente é diarista por escolha e fatura alto com serviços premium, mentoria e produtos próprios — Foto: Arquivo pessoal

Mesmo com novas frentes de trabalho, Gabriela mantém quatro clientes fixos. Para novos contratantes, cobra R$ 600 por quatro horas e R$ 1.000 por oito horas. Mas não revela ao g1 quanto fatura por mês.

Trabalha uniformizada e leva uma mala de 23 quilos com equipamentos profissionais. Nas aulas, ela insiste que a técnica evita prejuízos. Em casas com porcelanatos de R$ 5 mil o metro ou sofás de R$ 30 mil, um erro pode sair muito caro.

A diarista detalha as diferenças entre pisos, rejuntes e estofados e orienta sobre os produtos adequados para cada superfície.

"Todo mundo sabe limpar, mas usa sabão em pó, detergente neutro ou misturinhas da internet. Quando você aprende o produto certo e o equipamento certo, tudo muda", afirma.

Embora muitas profissionais se sintam atraídas pela promessa de autonomia e ganhos maiores, sindicatos e consultores reforçam que essa transição não é simples. Ignorar riscos pode comprometer a estabilidade que muitos buscam ao deixar o emprego formal.

O Sebrae alerta que diaristas autônomas não têm Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), férias remuneradas, 13º salário ou aviso prévio. Também reforça que a faxina premium não é uma nova categoria formal, mas um movimento de mercado em um contexto de queda do emprego fixo.

“Está cada vez mais custoso ter um trabalhador doméstico formalizado. Além disso, os próprios profissionais perceberam que o trabalho como diarista é mais lucrativo e dá mais liberdade para ter mais tempo livre ou investir em outras atividades”, explica Glauco Nunes, coordenador de Mercado do Sebrae Rio.

Segundo a entidade, o sucesso depende de planejamento. Isso vai desde a forma de se vender até a precificação e a gestão do orçamento.

Mônica Andrade trabalha como diarista premium na Europa, depois de deixar a carreira de cabeleireira e manicure por 22 anos. — Foto: Arquivo pessoal

Mônica Oliveira consolidou seu caminho ao recomeçar na Holanda. Após mais de 20 anos como cabeleireira e manicure no Brasil e em Portugal, ela abriu um salão na Europa, mas a pandemia interrompeu os planos.

Sem alternativa, aprendeu as técnicas de limpeza com outra brasileira e rapidamente percebeu que, na Holanda, o serviço era mais valorizado e melhor remunerado.

Mônica começou atendendo casas e hotéis de luxo em Amsterdã e levou para o dia a dia o padrão que observava na hotelaria. Nada de jogar água no chão. O protocolo é técnico: pano específico para cada superfície, produtos adequados e aspirador profissional.

A brasileira também abandonou a cobrança por hora e passou a vender combos com serviços fechados. Para cada novo cliente, envia um documento detalhando serviços, técnicas e extras, como limpeza de geladeira, armários e lava-louças.

Mônica Andrade mantém agenda cheia, tem site, cursos e mais de 500 mil seguidores que acompanham suas técnicas de limpeza. — Foto: Arquivo pessoal

A limpeza básica custa 87 euros, cerca de R$ 550. Em serviços mais completos, o valor pode chegar a 290 euros, aproximadamente R$ 1.830. Limpezas de mudança alcançam 150 euros, algo em torno de R$ 950.

A proposta vai além da limpeza visível. Mônica observa a disposição dos objetos, o alinhamento das toalhas, o brilho dos metais e a fragrância do ambiente. Sua entrega é proporcionar ao cliente a sensação de entrar em um quarto de hotel.

Ou seja, o foco deixou de ser o tempo e passou a ser a experiência entregue. Seu público inclui moradores de alto padrão, expatriados e clientes que buscam padrão de hotelaria dentro de casa.

Hoje, Mônica tem agenda cheia, site próprio, oferece cursos e acumula mais de 500 mil seguidores no Instagram, onde compartilha dicas de limpeza e bastidores do dia a dia.

Especialistas alertam que essa perspectiva de ganhos da faxina premium deve vir acompanhada de preparo, planejamento e de ciência da realidade jurídica e previdenciária da profissão.

O Sindoméstica, sindicato das trabalhadoras domésticas, destaca a falta de direitos trabalhistas para diaristas.

Janaina Souza, presidente do sindicato, chama atenção para a confusão entre faturamento alto e segurança. Muitas diaristas realmente ganham mais como autônomas, mas abrem mão de garantias importantes.

Existe ainda o risco de precarização quando a diarista não se organiza juridicamente. A contribuição ao INSS, por exemplo, precisa ser feita por conta própria. Sem isso, não há amparo em caso de acidente, licença ou doença.

Tanto o sindicato quanto o Sebrae recomendam a formalização via MEI. Essa etapa facilita a emissão de nota, o acesso a crédito, a comprovação de renda e benefícios previdenciários básicos, como aposentadoria ou auxílio-doença.

Calcule todos os custos reais envolvidos no serviço: transporte, alimentação, compra e manutenção de equipamentos, desgaste físico, reposição de produtos, investimento em marketing e até custos com internet e ferramentas digitais.Construa uma presença digital profissional: boas fotos, portfólio, materiais de apresentação e conteúdos nas redes ajudam a transmitir credibilidade.Evite competir apenas por preço: destaque-se pela qualidade, pela experiência e pelo profissionalismo.Formalize-se como MEI: isso garante segurança jurídica e acesso a benefícios.Defina preços de forma estratégica: a precificação deve cobrir custos, garantir lucro e refletir o posicionamento da profissional.

A precificação, inclusive, é um dos pontos mais delicados. Gabriela costuma alertar suas alunas que não adianta cobrar caro sem entregar qualidade, nem cobrar barato ignorando o próprio valor.

Por fim, especialistas recomendam criar uma reserva financeira e adotar contratos de prestação de serviços. Isso ajuda a enfrentar períodos de baixa demanda e evita conflitos com clientes.

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Brasil amplia licença-paternidade, supera os EUA, mas segue longe de países referência; compare

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/04/2026 04:45

Trabalho e Carreira Brasil amplia licença-paternidade, supera os EUA, mas segue longe de países referência; compare Depois de mais de uma década de debate, nova lei amplia a licença-paternidade de 5 para até 20 dias até 2029, inclui mais trabalhadores e coloca o Brasil em posição intermediária no cenário global. Por Redação g1 — São Paulo

A ampliação da licença‑paternidade no Brasil, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira (31), representa um avanço aguardado há décadas.

Depois de mais de dez anos de debate no Congresso, os pais brasileiros finalmente vão ganhar mais tempo para acompanhar os primeiros dias de vida dos filhos, ainda que esse tempo continue bem menor do que o oferecido em países considerados referência.

Até agora, a licença‑paternidade no Brasil era de apenas cinco dias corridos. Com a nova lei, esse período vai aumentar de forma gradual: passa para 10 dias em 2027, 15 dias em 2028 e chega a 20 dias em 2029.

Com isso, o Brasil deixa de ocupar o grupo dos países com regras mais restritivas e passa a figurar em uma posição intermediária no cenário internacional. Supera países como México e também fica à frente dos Estados Unidos.

A ampliação da licença‑paternidade no Brasil, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na terça-feira (31), representa um avanço aguardado há décadas.

Depois de mais de 10 anos de debate no Congresso, os pais brasileiros finalmente vão ganhar mais tempo para acompanhar os primeiros dias de vida dos filhos — ainda que esse tempo continue bem menor do que o oferecido em países considerados referência no tema.

Até agora, a licença‑paternidade no Brasil era de apenas cinco dias corridos. Com a nova lei, esse período vai aumentar de forma gradual: passa para 10 dias em 2027, 15 dias em 2028 e chega a 20 dias em 2029. O benefício vale para casos de nascimento, adoção ou guarda de crianças e adolescentes.

Com isso, o Brasil deixa de ocupar o grupo dos países com regras mais restritivas e passa a figurar em uma posição intermediária no cenário internacional. Supera países como México e também fica à frente dos Estados Unidos, onde não existe uma licença parental remunerada garantida em nível nacional.

Ainda assim, o país permanece distante de modelos mais avançados, adotados principalmente no norte da Europa.

Um levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que poucos países adotaram um modelo realmente igualitário de licença parental, garantindo o mesmo direito para pais e mães. É o caso de Suécia, Islândia, Austrália e Nova Zelândia.

Na Suécia, por exemplo, o cuidado com os filhos é tratado como responsabilidade conjunta desde o primeiro dia. O país garante 480 dias de licença parental por família, que podem ser divididos entre os responsáveis. Cada um tem direito a 240 dias, sendo que uma parte desse período é obrigatoriamente individual e não pode ser transferido.

📎 A remuneração não é integral durante todo o tempo, mas o volume de dias disponíveis é muito superior ao brasileiro.

Na Nova Zelândia, a lógica é parecida, mas com menos tempo. A licença parental remunerada pode chegar a seis meses e é concedida ao cuidador principal, que pode ser o pai ou a mãe, conforme decisão da família. O benefício pode ser transferido entre os parceiros, mas só um pode usar por vez.

➡️ Na União Europeia, existe uma regra mínima: todos os países devem garantir pelo menos duas semanas de licença‑paternidade. A partir daí, cada governo define seus próprios critérios.

A França oferece quatro semanas. A Holanda, seis. Em Portugal, os pais têm cinco semanas de licença‑paternidade, sendo quatro obrigatórias e totalmente remuneradas, além de incentivos para que o pai use parte da licença compartilhada, aumentando o tempo total de afastamento da família.

Um outro levantamento da Organização Internacional do Trabalho (OIT), com base em dados de 2025, mostra o número de dias de licença-paternidade em cerca de 193 países. A liderança é da Eslováquia, com 197 dias, seguida pela Islândia, com 183, e pela Espanha, com 133 dias.

A maior parte dos países no topo do ranking é europeia. O Brasil, com cinco dias, ocupa a 80ª posição. Com os 20 dias previstos para 2029, o país passaria a figurar entre os 20 primeiros, igualando-se à Bélgica e superando o Uruguai, que conta com 17 dias.

Quando o Brasil é comparado aos Estados Unidos, o avanço fica ainda mais evidente. Apesar de ser a maior economia do mundo, o país não tem uma licença parental remunerada garantida por lei federal.

“Aqui nos Estados Unidos não existe licença, nem maternidade de direito. É tudo caso a caso, depende do contrato”, explicou o jornalista Guga Chacra, em comentário ao Estúdio I.

“Muitos pais só vão ao hospital, veem o bebê e no dia seguinte já estão trabalhando. Às vezes, se não voltam no mesmo dia”, relatou.

A legislação americana garante apenas até 12 semanas de afastamento sem salário, e isso só vale para trabalhadores de empresas maiores e com mais tempo de vínculo.

Alguns estados criaram programas próprios de licença remunerada, mas eles não cobrem todo o país e pagam apenas uma parte do salário.

Segundo Guga Chacra, os países que decidiram equiparar a licença de homens e mulheres fizeram isso por um motivo prático, além da preocupação social.

“Na hora de contratar, o empregador sabe que tanto o homem quanto a mulher terão direito à licença. Isso evita aquela lógica de priorizar homens porque a mulher pode engravidar e ficar meses afastada.”

Esse tipo de política ajuda a reduzir a discriminação contra mulheres no mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, estimula uma divisão mais equilibrada das responsabilidades dentro de casa.

Em alguns países, o direito à licença é do casal, independentemente de serem dois homens, duas mulheres ou um casal heterossexual. O tempo pode ser dividido ao longo dos anos, conforme a necessidade da família.

No Brasil, a nova lei representa um passo concreto para reconhecer o papel do pai nos primeiros dias de vida da criança.

A legislação também corrige distorções ao prever situações em que o pai terá direito a uma licença equivalente à maternidade, como nos casos de falecimento da mãe, adoção ou guarda unilateral, ausência do nome materno no registro civil, parto antecipado ou internação da mãe ou do recém‑nascido.

Mesmo assim, especialistas avaliam que o avanço ainda é limitado. “A ampliação para 20 dias é importante, mas continua sendo tímida”, afirma a advogada Ana Gabriela Burlamaqui.

Segundo ela, o Brasil ainda mantém um modelo que concentra o cuidado com o recém‑nascido quase totalmente na mulher e não adota, de fato, uma política de licença parental compartilhada.

Com a nova legislação, o Brasil finalmente atualiza as regras da licença‑paternidade e amplia o alcance do direito.

O benefício passa a se chamar salário‑paternidade e será custeado pela Previdência Social, com reembolso às empresas pelo INSS.

A lei também amplia quem pode ter acesso à licença: além dos trabalhadores com carteira assinada, autônomos, empregados domésticos, microempreendedores individuais (MEIs) e outros segurados do INSS passam a ter direito ao benefício.

Outro ponto importante é que o texto reconhece situações em que o pai pode precisar assumir integralmente o cuidado da criança. Nesses casos — como falecimento da mãe, adoção ou guarda unilateral, ausência do nome materno no registro civil, parto antecipado ou internação da mãe ou do recém‑nascido —, a licença‑paternidade pode ser equiparada à licença‑maternidade, chegando a até 120 ou 180 dias.

A nova regra também cria estabilidade no emprego durante o período da licença e por até 30 dias após o retorno ao trabalho, além de prever a suspensão ou negação do benefício em casos de violência doméstica, abandono material ou quando o pai não se afasta de fato das atividades profissionais.

Há 8 horas São Paulo Motorista diz que bebeu porque tinha se separadoHá 8 horasAcidente em DiademaVÍDEO: pai abraça filha que escapou de atropelamento que matou 2 crianças

Há 13 horas Ciência Lua está ficando maior, dizem astronautas da Artemis IIHá 13 horasMúsica de cantora que viveu polêmica no Brasil é usada para acordar astronautas

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Frutas e legumes que iriam para o lixo viram couro vegetal comestível no ES

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/04/2026 04:45

Espírito Santo Agronegócios Frutas e legumes que iriam para o lixo viram couro vegetal comestível no ES Iniciativa do Ifes em Venda Nova do Imigrante, no Sul do Espírito Santo, ensina técnica de desidratação que evita desperdício e cria flores comestíveis e itens decorativos. Por Vinícius Colini, TV Gazeta

Um projeto desenvolvido pelo Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) está transformando frutas que seriam descartadas em fonte de renda para agricultores.

O projeto transforma frutas e legumes maduros, que seriam descartados, em lâminas flexíveis e comestíveis, chamadas de "couro vegetal".

A técnica consiste em higienizar, triturar e desidratar a polpa dos alimentos por até um dia e meio, resultando em um material maleável.

Um projeto desenvolvido pelo Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), no campus de Venda Nova do Imigrante, no Sul do estado, está transformando frutas que antes seriam descartadas e iriam para o lixo em fonte de renda para agricultores familiares.

A proposta ensina uma técnica de desidratação que converte frutas e legumes maduros em lâminas finas e flexíveis, semelhantes a um "couro vegetal" comestível.

O material pode ser consumido normalmente, é isento de lactose, glúten e açúcar, e pode ser utilizado na produção de flores decorativas para bolos e eventos, além de outras aplicações gastronômicas.

A técnica parte de frutas que já passaram do ponto ideal de venda in natura, e que não.teriam valor para venda. Elas são higienizadas, batidas até virar um purê e espalhadas em camada fina sobre uma superfície antes de irem para a desidratadora.

Frutas e legumes que iriam para o lixo viram couro vegetal comestível em projeto desenvolvido pelo Ifes em Venda Nova do Imigrante, no Sul do Espírito Santo — Foto: TV Gazeta

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Após cerca de 12 horas a um dia e meio, o resultado é uma lâmina maleável, pronta para corte e modelagem.

"Sabe aquela fruta que geralmente o produtor fala que já não dá pra vender?! A gente pensa: 'Faz alguma coisa com ela, bate um suco!'. Então, é essa fruta que iria ser desperdiçada, sem valor de venda, que volta a ser um produto através da desidratação", explicou a coordenadora geral de Extensão e do Núcleo Incubador do Ifes, Zâmora Santos.

Em seis meses, o grupo testou e analisou diferentes produtos, como pitaya, limão siciliano, goiaba, maracujá, tomate e café. As experiências resultaram na elaboração de uma cartilha com orientações técnicas para replicar o processo.

Frutas e legumes que iriam para o lixo viram couro vegetal comestível em projeto desenvolvido pelo Ifes em Venda Nova do Imigrante, no Sul do Espírito Santo — Foto: TV Gazeta

Durante três meses, dez produtores da agricultura familiar participaram da formação prática no campus. Eles receberam conteúdo teórico, apostila com passo a passo e kits com desidratadores para aplicar a técnica nas propriedades.

"O nosso curso foi totalmente prático mesmo, mão na massa. Eles receberam o conteúdo teórico, uma apostila com todo o passo a passo, em cada aula nós fornecemos pra eles um roteiro, como se fosse uma receita de bolo, para eles produzirem, e fomos para dentro do laboratório iniciar a produção", afirmou a professora do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Michele Nogueira.

O projeto integra o InovaTech, iniciativa da incubadora do Ifes, e conta com apoio do Incaper, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes).

Na propriedade da produtora rural Vanuza Rosa Falqueto, em Venda Nova do Imigrante, o cultivo é diversificado, com produção de palmito, laranja, abacate, café e limão siciliano. Parte da itens, no entanto, se perdia por falta de escala para venda antes do começo da produção das lâminas.

"A nossa produção aqui não é grande. Então, quando a gente ia vender para os atravessadores, eles necessitavam de uma quantidade maior. Muito produto acabava se perdendo aqui na propriedade", disse Vanuza.

Com a técnica e a adaptação de uma receita própria, ela passou a transformar principalmente limão siciliano e palmito juçara em lâminas comestíveis.

A produtora rural Vanuza Rosa Falqueto transforma principalmente limão siciliano em couro vegetal comestível, em Venda Nova do Imigrante, no Espírito Santo — Foto: TV Gazeta

Também em Venda Nova, a produtora rural Maria Dalva Garcia Andrerão está se capacitando para começar a utilizar as jabuticabas cultivadas na propriedade para criar as lâminas.

A família já produzia geleias, doces e compotas e vê na novidade uma oportunidade de ampliar a renda, diversificando os produtos.

"Nós estamos pensando em começar primeiro pelos enroladinhos, depois pela florzinhas, que a gente ainda está aprendendo com os professores no curso. Então, eu acho que vai ser de grande valor para nós. É algo que provavelmente iria para o lixo e a gente aproveita tudo, como banana, abacaxi, hortelã, limão, tudo coisas que a gente já tem no sítio", contou Maria Dalva.

Para o extensionista do Incaper, Thiago Monteiro, o diferencial do projeto está na sustentabilidade.

"O viés de sustentabilidade desse curso está justamente na possibilidade de você fazer o uso de um produto que já não está apto para o consumo in natura, uma fruta que já passou um pouquinho do ponto para banca, o legume que já passou um pouquinho, pra agregar valor a ele. Você pode fazer um uso mais nobre daquele produto, processar e vender como produto acabado", avaliou.

Após o encerramento das aulas, os produtores passam a receber acompanhamento técnico e consultoria para definir preço, embalagem e estratégias de venda.

Frutas e legumes que iriam para o lixo viram couro vegetal comestível em projeto desenvolvido pelo Ifes em Venda Nova do Imigrante, no Sul do Espírito Santo — Foto: TV Gazeta

"Quanto vai custar para o mercado? Quanto vai custar para mim? Eles ainda estão com dúvidas nessa parte e é nisso que a gente vai seguir, para eles conseguirem efetivamente colocar o produto no mercado", reforçou Zâmora Santos.

A expectativa é que as lâminas comestíveis, que já deram origem a medalhões de pêssego, lasanha com lâmina de berinjela e combinações como abóbora com coco, passem a integrar o comércio local, ampliando as possibilidades de renda no campo e reduzindo o desperdício de alimentos.

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Colapso do turismo: lojas de luxo em Dubai sentem baque da guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/04/2026 03:58

Turismo e Viagem Colapso do turismo: lojas de luxo em Dubai sentem baque da guerra no Oriente Médio A imagem de refúgio seguro para ricos e de paraíso das compras de luxo que Dubai havia construído levou um duro golpe quando mísseis e drones iranianos atingiram o país. Por France Presse

Louis Vuitton, Dior, Louboutin… No 'Mall of the Emirates', em Dubai, as lojas de luxo estão alinhadas umas ao lado das outras, quase idênticas. Mas, após um mês de guerra no Oriente Médio, seus corredores estão longe da agitação habitual e seus vendedores passam as horas quase sem clientes.

"Não se deve vir para Dubai neste momento. É perigoso, estamos em guerra. Para mim é diferente, eu sou daqui; se eu morrer, morro com minha família", diz uma das poucas clientes da Chanel, que prefere não se identificar.

Os vendedores, impecavelmente vestidos com ternos, garantem que receberam a ordem de não falar. Ainda assim, um deles descreve brevemente o ambiente geral. "Claro que há menos clientes, mas isso se nota sobretudo nos turistas; os locais continuam vindo. E, por sorte, temos muita clientela local, aqui ninguém está em pânico".

A imagem de refúgio seguro para ricos expatriados e de paraíso das compras de luxo que Dubai havia construído levou um duro golpe quando mísseis e drones iranianos atingiram alguns de seus locais mais emblemáticos no início do conflito desencadeado pela ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.

Os turistas fugiram, mas a indústria do luxo tenta se manter positiva. "O sentimento predominante", passado o "espanto" dos últimos dias, "é de que a situação é temporária, de que tudo será resolvido rapidamente", afirma um agente do setor sob condição de anonimato.

Entre 6% e 8% do faturamento mundial das grandes marcas de luxo vem do Oriente Médio, segundo analistas da consultoria Bernstein.

Os especialistas estimam que as vendas de artigos de luxo em março podem cair pela metade nesta região, sobretudo devido ao colapso do turismo, tanto o de visitantes quanto o de passageiros em trânsito, com os grandes aeroportos de Dubai, Doha e Abu Dhabi fechados ou operando de forma reduzida.

Mais da metade das boutiques de luxo da região está localizada na Arábia Saudita e nos Emirados. Entre elas, as que registram as melhores vendas estão concentradas no Dubai Mall, outro gigantesco centro comercial da cidade.

Com suas cascatas internas, seu aquário gigante, 1.200 lojas e mais de 110 milhões de visitantes por ano, este colosso da opulência ostenta o título de lugar mais frequentado do planeta. Mas, em plena guerra, o local perdeu seu ritmo frequente. Não se veem grupos de turistas, mas os clientes habituais continuam ali.

Para não "gerar preocupações inúteis" ou prejudicar a "reputação" dos Emirados, a incorporadora imobiliária Emaar proibiu as lojas de fechar ou reduzir os horários de funcionamento.

Segundo analistas da Bernstein, os níveis de visitação "despencaram" e várias marcas realocaram seus vendedores para tarefas de prospecção on-line, uma estratégia que se mostrou eficaz, garantem, um cenário semelhante como "durante a pandemia de Covid".

De acordo com um profissional do setor, o pior cenário seria que o conflito se prolongasse com ataques esporádicos no Golfo, algo que poderia comprometer de forma duradoura a atratividade de Dubai.

Cerca de 20 milhões de turistas visitaram Dubai no ano passado – uma das principais atrações do emirado é o Burj Khalifa, edifício mais alto do mundo — Foto: David Davies/empics/PA Wire/picture alliance via DW

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Quando a criança pode ir no banco da frente? Veja como evitar erros na volta do feriado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/04/2026 02:28

Carros Quando a criança pode ir no banco da frente? Veja como evitar erros na volta do feriado Crianças maiores já podem sentar no banco da frente, enquanto utilizam o cinto. Por regra, os pequenos com 7 anos ou mais estão liberados, mas existem pontos importantes para garantir a segurança no transporte. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

A escolha e o uso adequado da cadeirinha infantil ainda despertam dúvidas entre pais e responsáveis, mesmo após a sua obrigatoriedade em veículos de passeio, estabelecida em setembro de 2010.

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) permite o transporte no banco da frente em situações específicas:

Crianças a partir de 10 anos, com cinto de segurança;Quando o banco traseiro só tem cinto de dois pontos;Em veículos sem banco traseiro, como picapes de cabine simples;Quando há mais crianças do que lugares no banco traseiro — a de maior estatura pode ir na frente;Equipamentos certificados.

Segundo a Senatran, apenas bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação são considerados dispositivos adequados. O Inmetro reforça que não há certificação para outros tipos de equipamentos.

“Sem um equipamento certificado, ou seja, que passou por testes rigorosos, a criança não estará devidamente protegida”, alerta Fábio Viviani, especialista em segurança veicular.

Bebê conforto, cadeirinha e assento com elevação: os dispositivos indispensáveis para transportar crianças — Foto: g1

Qual cadeirinha usar no carro?Quando trocar a cadeirinha?Como usar e fixar o assento de elevação?Onde instalar a cadeirinha?O que é e como usar o Isofix?

Bebê conforto: até 1 ano ou 13 kg;Cadeirinha: de 1 a 4 anos ou entre 9 kg e 18 kg;Assento de elevação: de 4 a 7 anos; entre 15 kg e 36 kg ou até 1,45 m de altura;Banco traseiro com cinto de segurança: de 7 anos a 10 anos, desde que a criança tenha pelo menos 1,45 m de altura.

O uso incorreto da cadeirinha, além da insegurança para o bebê ou a criança, inclui multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e retenção do veículo.

O Inmetro, que certifica os produtos, classifica os dispositivos por grupos que combinam idade, peso e altura. Há modelos que abrangem mais de um grupo e podem ser usados por mais tempo.

“Existem cadeirinhas certificadas que comportam de 0 kg a 25 kg, por exemplo. Outras duram praticamente todo o tempo em que a criança vai precisar usar dispositivo de retenção”, afirma Gustavo Kuster, do Inmetro.

O modelo da cadeirinha deve acompanhar o crescimento da criança, garantindo que ela esteja sempre firme e protegida. Como cada versão é indicada para uma faixa etária específica, a troca do equipamento se torna necessária conforme o desenvolvimento.

Um bebê que já não cabe no bebê conforto, por exemplo, pode ir para a cadeirinha, mesmo que ainda não tenha completado a idade mínima para a transição.

“Se ela ainda cabe naquele dispositivo, está confortável, com o cinto bem preso, pode continuar nele”, afirma Kuster.

A posição do bebê conforto — voltado para o encosto do banco — é recomendada por causa da anatomia dos recém-nascidos. “O bebê nasce com a cabeça maior que o corpo, como na forma de um martelo. Nessa posição, ele fica mais protegido”, explica Celso Arruda, especialista da Unicamp.

Para os mais crescidos, a altura é o fator mais importante na hora de dispensar o assento de elevação.

Crianças com menos de 1,45 m não devem usar apenas o cinto de segurança, mesmo que tenham mais de 7 anos. O assento serve para posicionar corretamente o cinto de três pontos, que deve passar pelo peito.

“Se ela ainda não tiver altura suficiente e quiser continuar usando inclusive a cadeirinha completa, sem dispensar o encosto, ainda que tenha mais de 4 anos ou mais de 36 kg, tudo bem. Desde que esteja confortável”, diz Kuster.

O lugar mais seguro para transportar a criança é o banco traseiro, com cinto de três pontos e o dispositivo adequado. Mas há exceções.

Em carros que só têm cinto de dois pontos no banco de trás — e não há cadeirinha certificada para esse tipo de cinto — o ideal é levar a criança no banco da frente, com cinto de três pontos e o equipamento de retenção.

Mas é preciso desligar o airbag, nos carros equipamentos com o dispositivo, para não eclodir em caso de acidente e causar mais danos do que proteger a criança.

“Dar um jeito de fixar a cadeirinha feita para cinto de três pontos em um cinto com dois pontos é ruim”, alerta Viviani.

“Pode até parecer que ficou firme, mas nos crash tests é impressionante ver as forças envolvidas. A cadeirinha sem esse terceiro ponto de fixação não vai trabalhar da maneira como foi projetada”.

Nesses casos, a recomendação é recuar o banco dianteiro ao máximo, para afastar a criança do painel.

Uma das formas de prender o bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação nos carros é o Isofix, que ancora a cadeirinha ao assento traseiro do carro. Porém, a lei do Isofix foi sancionada em 2015 e somente em 2020 é que passou a ser obrigatória para todos os veículos novos fabricados ou importados no país.

Este tipo de ancoragem exige pontos de fixação específicos, tanto no veículo quanto na cadeirinha.

O sistema é composto por dois pontos de fixação na base da cadeirinha ou do bebê-conforto, que se encaixam a dois pontos no veículo, localizados no vão entre o assento e o encosto do banco traseiro.

Localizar os pontos de ancoragem no banco traseiro, que podem ser visíveis como na imagem acima, ou escondidos. Neste caso, um ícone de cadeirinha infantil ou o nome "Isofix" fica fisível.Guiar os pontos da cadeirinha aos locais do banco e empurrar, até escutar um "clique".Em algumas cadeirinhas, uma indicação em verde aparece próxima do local de ancoragem no assento do veículo.

Um terceiro ponto pode estar no carro e ele se liga a uma espécie de gancho da cadeirinha, evitando que o dispositivo se movimente. Esse ponto tem nome de Top Tether e, se estiver no seu carro, estará em um dos seguintes locais:

No assoalho;Na parte de trás do encosto (na área do porta-malas, como na imagem abaixo);Na lateral do carro (na mesma área de onde saem os cintos de segurança).

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Médicos criam aplicativo para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 05/04/2026 02:28

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Médicos criam aplicativo para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês Plataforma desenvolvida em Goiânia reúne conteúdo médico, comunidade de pais e chat com inteligência artificial; startup nasceu de experiências de consultório e recebeu investimento inicial de R$ 82 mil. Por PEGN

Aplicativo foi idealizado pela odontopediatra Luciane Costa e pelo pediatra Paulo Sucasas, que se uniram a outros três sócios.

O foco do aplicativo é a fase da primeira infância, que vai do nascimento até os seis anos de idade.

O investimento inicial no negócio foi de R$ 82 mil, valor usado principalmente para desenvolver a tecnologia da plataforma.

Hoje, a startup registra faturamento médio mensal de cerca de R$ 27 mil e reúne conteúdo médico, comunidade de pais e chat com inteligência artificial.

Imagine uma mãe acordando às três da manhã preocupada com a febre do filho. Em vez de abrir dezenas de sites ou recorrer a fóruns na internet, ela busca uma orientação rápida, clara e confiável.

Foi pensando nesse tipo de situação que um grupo de empreendedores criou, em Goiânia (GO), um aplicativo voltado para cuidados e orientações na primeira infância.

A plataforma foi idealizada pela odontopediatra Luciane Costa e pelo pediatra Paulo Sucasas, que se uniram a outros três sócios — uma psicóloga, uma cientista da computação e um engenheiro com formação em administração — para desenvolver uma solução digital que ajudasse pais e cuidadores a acompanhar o desenvolvimento infantil.

O foco do aplicativo é a fase da primeira infância, que vai do nascimento até os seis anos de idade. A ideia surgiu da experiência profissional dos fundadores e do contato frequente com dúvidas e inseguranças de famílias durante consultas.

“Cuidar de uma criança é como estar em uma orquestra em que o regente é a própria criança. Todos precisam tocar afinados, porque quando alguém desafina, o desenvolvimento também pode ser afetado”, diz Luciane.

Segundo os empreendedores, a motivação para criar o negócio também veio das histórias de mães atendidas nos consultórios e da própria experiência deles como pais.

“O objetivo era levar para os pais as informações essenciais sobre desenvolvimento infantil, especialmente o desenvolvimento neuropsicomotor, que precisa ser acompanhado ao longo dos primeiros meses e anos de vida”, afirma Paulo.

Da ideia até o lançamento do aplicativo, o projeto levou quase sete anos de desenvolvimento. Durante esse período, a empresa também recebeu apoio por meio de editais e programas de incentivo à inovação.

O investimento inicial no negócio foi de R$ 82 mil, valor usado principalmente para desenvolver a tecnologia da plataforma. Hoje, a startup registra faturamento médio mensal de cerca de R$ 27 mil.

Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

O aplicativo oferece diferentes tipos de conteúdo para os usuários, como artigos, vídeos educativos e uma comunidade de famílias que trocam experiências. Um dos recursos mais utilizados é um chat com inteligência artificial disponível 24 horas por dia.

O diferencial, segundo os fundadores, é que as respostas da IA passam por curadoria de profissionais da saúde, o que busca garantir maior segurança nas orientações.

“Nós testamos diversas tecnologias de inteligência artificial, mas a maioria foi criada para propósitos gerais. O nosso propósito é muito específico: parentalidade e domínio médico”, explica a cientista da computação Nádia Félix, uma das sócias.

Hoje, cerca de 24 profissionais, em sua maioria da área da saúde, participam da produção e revisão do conteúdo disponível no aplicativo.

A startup também aposta em estratégias de divulgação digital e no boca a boca entre pais e profissionais da saúde. O aplicativo já registra quase 2 mil downloads, com metade dos usuários formada por mães e cuidadores e a outra metade por profissionais da área médica.

Outra frente de expansão do negócio é oferecer a tecnologia para consultórios, permitindo que médicos acompanhem o desenvolvimento de pacientes pela plataforma.

Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

Para quem utiliza o aplicativo, o acesso rápido às informações pode fazer diferença em momentos de insegurança.

A mãe Larissa Arbués Carneiro conta que recorreu ao chat da plataforma após o filho cair da cama. “Eu fiquei com muito medo e perguntei o que deveria observar. A orientação foi clara sobre quais sinais acompanhar e em que situação procurar atendimento médico. Isso me deixou muito mais tranquila”, afirma.

Segundo os fundadores, a proposta da ferramenta não é substituir profissionais de saúde, mas ampliar o acesso das famílias a informações confiáveis.

“Como pediatra, vejo que o aplicativo cria uma oportunidade para que pais e cuidadores tenham acesso a orientações importantes”, diz Paulo.

Para Luciane, o projeto também tem um significado pessoal. “É uma forma de devolver às mães e às famílias alguns dos privilégios e aprendizados que tive ao longo da vida.”

Médicos criam app para orientar famílias sobre primeira infância e faturam R$ 27 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

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Há 3 horas Mega-Sena Loteria Federal: veja bilhetes sorteadosHá 3 horasIndústria brasileiraUSP aposta em ‘fábricas de bolso’ para colocar o Brasil no mapa dos semicondutores

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