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Mega-Sena, concurso 2.995: prêmio acumula e vai a R$ 45 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/04/2026 22:00

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.995: prêmio acumula e vai a R$ 45 milhões Os números sorteados foram 08 – 29 – 42 – 49 – 50 – 58. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.995 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (11), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 45 milhões.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Anvisa manda apreender lote de mostarda após suspeita de produto irregular

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/04/2026 21:07

Agro Anvisa manda apreender lote de mostarda após suspeita de produto irregular Lote de mostarda Cepêra foi alvo de apreensão após inconsistências no rótulo e na validade; empresa diz que número citado não aparece em seus registros e pode não fazer parte de sua cadeia oficial. Por Redação g1 — São Paulo

A Anvisa determinou a apreensão de um lote de mostarda da marca Cepêra após identificar indícios de irregularidade no produto.

Ao g1, companhia afirma que realizou uma investigação interna e não encontrou qualquer correspondência do lote mencionado entre os produtos oficialmente produzidos, envasados ou distribuídos pela empresa.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de um lote de mostarda da marca Cepêra após identificar indícios de irregularidade no produto. A medida foi publicada nesta sexta-feira (10) e atinge o lote 316625 da mostarda amarela de 3,3 kg.

A decisão também proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e o uso desse lote específico. Segundo o órgão, a medida foi adotada após a própria fabricante informar que o produto não corresponde a um lote oficialmente produzido ou registrado em seus sistemas de controle.

A resolução publicada pela Anvisa também aponta inconsistências no rótulo. De acordo com o documento, há diferenças no padrão de impressão e nas informações de validade indicadas na embalagem.

Segundo o órgão, a fabricante afirma utilizar um sistema específico de codificação da data de validade, com formato juliano (sistema que usa o número do dia do ano para indicar a data) e indicação abreviada do ano — padrão que não foi identificado no lote apreendido.

Em nota enviada ao g1, a Cepêra Alimentos informou ter identificado indícios de irregularidade em três unidades do produto “mostarda amarela” atribuídas à marca, que apresentavam inconsistências no rótulo e padrões gráficos diferentes daqueles adotados pela empresa.

A companhia afirmou ainda que realizou uma investigação interna e não encontrou qualquer correspondência do lote mencionado entre os produtos oficialmente produzidos, envasados ou distribuídos pela empresa, o que indica que o item pode não fazer parte de sua cadeia regular de fabricação.

"A Cepêra Alimentos informa que identificou indícios de irregularidade em três unidades do produto 'mostarda amarela' atribuídas à marca, que apresentavam inconsistências no rótulo, com padrões diferentes dos adotados pela empresa.

Assim, foi conduzida uma investigação interna, que não encontrou correspondência do lote mencionado entre os produtos oficialmente produzidos, envasados ou distribuídos pela Cepêra, indicando que se trata de um item alheio à sua cadeia regular.

Diante disso, a situação foi prontamente comunicada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e a empresa segue colaborando com as autoridades, fornecendo todas as informações necessárias para a apuração do caso.

A Cepêra Alimentos reforça que adota rigorosos controles de qualidade, segurança e rastreabilidade em toda a sua cadeia produtiva e de comercialização, garantindo aos consumidores produtos seguros e de procedência conhecida."

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Com relação à pesquisa anterior, presidente foi de 46% para 45%, e Flávio Bolsonaro, de 43% para 46%. Caiado e Zema marcaram agora 42%.

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Eleições no Peru: como crises políticas levaram país a ter uma ‘economia zumbi’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/04/2026 18:25

Mundo Eleições no Peru: como crises políticas levaram país a ter uma 'economia zumbi' Mesmo com toda a instabilidade política e as constantes trocas de presidentes, a economia peruana conseguiu crescer nos últimos anos. Mas especialistas ressaltam que nem tudo o que reluz é ouro no país. Por BBC

Especialistas acreditam que o crescimento da economia peruana poderia ser maior — Foto: Ernesto Benavides via Getty Images

O Peru, país que vai escolher seu novo presidente em eleições neste domingo (12), foi um exemplo de gestão macroeconômica por anos.

Apesar da permanente instabilidade política e das constantes mudanças de presidente nos últimos anos, o país conseguiu manter suas contas públicas saneadas, atrair investimentos estrangeiros significativos, continuar crescendo e manter o valor da sua moeda.

A aparente impermeabilidade da sua economia e o vaivém da política peruana são admirados e invejados por outros países latino-americanos, castigados pelas turbulências financeiras.

E contribuíram para prolongar o relato de sucesso que o país começou a escrever no início deste século, quando reformas econômicas agressivas superaram sua grave crise e definiram as bases para décadas de expansão do PIB.

Mas especialistas alertam que nem tudo o que reluz é ouro. E, apesar dos seus indicadores positivos, os peruanos pagam um preço pela instabilidade política e pelas constantes mudanças de governo.

"Esta questão de que a economia e a política do Peru andam por cordas separadas é uma meia verdade. Existe um ponto a partir do qual a política afeta a economia", explica à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC, o economista Armando Mendoza, do Centro Peruano de Estudos Sociais.

Para ele, o Peru possui há tempos "uma economia que caminha em piloto automático, em modo zumbi".

Segundo a última pesquisa divulgada pelo jornal peruano El Comercio, os dois favoritos para passarem ao segundo turno são Rafael López Aliaga, ex-prefeito de direita e conservador da capital, Lima; e Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, condenado por violações aos direitos humanos, e que tenta virar presidente há quatro eleições.

Trata-se de uma economia aberta que, de forma geral, vem oferecendo segurança jurídica aos investidores nos últimos anos.

Diferentemente de outros países do continente, habituados a enfrentar problemas financeiros, o Peru tem uma das moedas mais estáveis da América Latina, o sol.

Graças à autonomia concedida a ele pela Constituição do país, o organismo se mantém à margem das disputas políticas e realizou uma gestão orientada por critérios técnicos.

Os especialistas reconhecem que este é um dos fatores fundamentais para a estabilidade macroeconômica do país.

Nas duas primeiras décadas do século 21, o Peru viu seu Produto Interno Bruto (PIB) crescer em cerca de 4% ao ano. E, em alguns anos, o país chegou a superar a barreira dos 10% de crescimento interanual.

Mas o ritmo de crescimento vem diminuindo desde 2018, com a renúncia do então presidente Pedro Pablo Kuczynski, o PPK. Ela deu início a uma caótica sucessão de presidentes — oito, desde então.

Se ignorarmos os anos da pandemia de covid-19, a economia peruana cresceu em média cerca de 2,3% desde 2022. Segundo os especialistas, este índice está longe do seu potencial.

"A economia peruana continua crescendo, mas existe um custo de oportunidades perdidas", explica Mendoza. "Se tivéssemos políticas sustentadas, não estaríamos crescendo em 3%. Provavelmente, estaríamos crescendo em níveis de 5 ou 6%."

Seguindo esta mesma linha, o diretor do Instituto Peruano de Economia e membro da diretoria do BCRP, Diego Macera, declarou à BBC que o Peru deveria ter se beneficiado mais da atual conjuntura de altos preços do ouro e do cobre, duas das suas maiores matérias-primas de exportação.

"Com os preços internacionais atuais e a macro estabilidade que vivenciamos, não há motivo para não termos crescido mais de 4,5%, se nossos governos tivessem sido razoavelmente previsíveis e competentes", explica ele.

Tudo isso explica por que, apesar dos anos de crescimento, a economia peruana se expandiu abaixo do esperado e o país não conseguiu retornar aos níveis de pobreza e emprego formal anteriores à pandemia.

Em 2019, 20% dos peruanos viviam em situação de pobreza e este índice atingiu 27,6% em 2024. E o Instituto Nacional de Estatísticas e Informática do país indica que a renda real formal em 2024 também não retornou aos níveis de 2019.

O exemplo mais claro do preço que os peruanos pagam pela sua instabilidade política é o ano de 2023, depois que o então presidente Pedro Castillo foi destituído e preso por tentativa de golpe de Estado, gerando protestos em todo o país.

"Foi um ano em que ficou muito claro que o desajuste político afetou o andamento da economia", indica Mendoza.

Para Mendoza, quando o Peru entrou no "carrossel político" dos últimos anos, "passou a ser impossível ter políticas econômicas sustentadas". E Macera recorda que "os presidentes, em média, não chegaram a ficar dois anos no cargo".

O atual presidente, José María Balcázar, foi eleito pelo Congresso no último dia 18 de fevereiro, substituindo José Jerí, que foi destituído depois de pouco mais de quatro meses de mandato.

Se os presidentes duram pouco, menos ainda os ministros. "Um ministro da Economia dura hoje, em média, sete ou oito meses", destaca Macera.

"Com esta volatilidade, é muito complicado ter políticas de Estado razoavelmente consistentes e fazer com que o setor privado saiba com clareza quem são seus interlocutores dentro dos ministérios."

No Peru, os presidentes duram pouco. O atual mandatário, José María Balcázar, assumiu o cargo em fevereiro e precisará sair em julho. — Foto: Jorge Cerdán via Getty Images

Para setores que exigem grandes investimentos e anos de planejamento, como a mineração, que é um dos principais setores da economia do Peru, saber ao certo quais serão as políticas futuras do país é fundamental na hora de decidir e executar investimentos.

"Como você pode fazer um planejamento se os ministros e suas equipes mudam a cada poucos meses?", questiona Macera.

Além disso, o ciclo eleitoral deste ano agrava ainda mais as incertezas que se transformaram em rotina no Peru.

Em poucos meses, serão realizadas eleições gerais (para escolher o presidente e o Congresso) e pleitos locais e regionais, para eleger prefeitos e governadores.

A julgar pelo descontentamento dos eleitores, refletido nas pesquisas, é provável que se decida mudar a maioria dos governantes.

Todas as pesquisas indicam que os peruanos consideram que a corrupção é um dos principais problemas do país.

A vida política peruana foi marcada, nos últimos anos, pelos escândalos que custaram o cargo de quase todos os últimos mandatários, um após o outro.

Mendoza lamenta que "segmentos significativos do Estado tenham sido capturados e depredados pelas máfias". Para ele, "já não se trata apenas da corrupção tradicional, mas da criminalidade vinculada ao crime comum".

"Calculamos que, no ano passado, tenha havido cerca de US$ 11,5 bilhões [cerca de R$ 58,2 bilhões] de exportação ilegal de ouro, um número similar ao exportado pela agroindústria peruana em 2014."

Todas as previsões estão, agora, à mercê do que vier a acontecer com a guerra no Oriente Médico, que já provocou o aumento dos preços do petróleo e poderá causar uma recessão mundial, caso não seja encerrada rapidamente.

Novamente, um dado de crescimento positivo que, se confirmado, colocaria o Peru como a segunda economia com maior crescimento do continente. Mas o cenário pode variar, em caso de prolongamento do conflito no Oriente Médio.

O Peru continua se beneficiando dos altos preços dos metais, da estabilidade da sua moeda e da solidez das suas contas públicas. E se espera que os investimentos e o emprego formal continuem aumentando.

A diretoria do Banco Central peruano também deverá ser renovada este ano, em outra medida importante.

"O Banco tem grande independência nas suas operações, mas a escolha dos membros da diretoria dependerá do novo presidente e do novo Congresso", indica Macera.

Ele espera que haja um consenso para manter Julio Velarde como presidente do Banco Central. Ele está à frente da instituição há 20 anos e é amplamente considerado uma das garantias da solidez macroeconômica peruana.

Os governantes que sairão das urnas terão o desafio de fazer com que a economia peruana abandone seu "modo zumbi" e passe a trabalhar a todo vapor, em prol da coesão social e do progresso dos seus cidadãos.

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Quem é Satoshi Nakamoto? Investigação reacende debate sobre identidade de criador do bitcoin

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/04/2026 05:44

Tecnologia Quem é Satoshi Nakamoto? Investigação reacende debate sobre identidade de criador do bitcoin Dezessete anos após o lançamento, identidade do criador segue cercada por teorias, suspeitos e novas investigações — sem nenhuma prova definitiva. Por BBC

O criador do bitcoin segue desconhecido 17 anos após publicação do white paper assinado por Satoshi Nakamoto.

Diversas teorias já apontaram nomes como Dorian Nakamoto, Craig Wright e Elon Musk, mas nenhuma foi comprovada.

Nova investigação levanta hipótese de que criptógrafo britânico Adam Back estaria por trás da criação.

Adam Back, indicado por investigação do NYT como possível criador do bitcoin — Foto: Getty Images

Em 31 de outubro de 2008, foi publicado o white paper intitulado "Bitcoin: Um Sistema de Dinheiro Eletrônico Peer-to-Peer" (documento técnico que descreve o funcionamento e os fundamentos de uma tecnologia), assinado por Satoshi Nakamoto — um pseudônimo.

Assim como outras figuras contemporâneas envoltas em anonimato — da autora napolitana Elena Ferrante ao artista de rua britânico Banksy — a identidade por trás de Nakamoto permanece um mistério.

Há, no entanto, um elemento que torna tudo ainda mais intrigante: uma simples busca na internet coloca Nakamoto em diferentes listas das pessoas mais ricas do mundo.

Como alguém que revolucionou o sistema financeiro, criando um sistema de transação global descentralizado de governos, deu origem a uma indústria avaliada em US$ 2,4 trilhões e acumulou uma das maiores fortunas do planeta poderia continuar completamente anônimo — e, ao que tudo indica, sem jamais tentar reivindicar publicamente esse poder?

Satoshi Nakamoto nunca movimentou suas bitcoins, e sua última interação pública aconteceu em 2010, por meio de um post no fórum BitcoinTalk, um fórum online onde os usuários se reuniam para discutir o software, a economia e a filosofia da moeda digital.

Último post de Nakamoto no Bitcointalk, lançando uma nova versão do Bitcoin (0.3.19) e explicando ajustes técnicos — Foto: BBC

Sua identidade, desde a criação do sistema, é cercada por teorias. Há quem suponha que, quem quer que esteja por trás do nome, já não esteja mais vivo — já que não há qualquer indício de atividade desde 2010.

Outros acreditam que se trate de alguém que já acumulava grande fortuna em outras áreas de negócio e que, por isso, nunca precisou recorrer aos bilhões associados a criptomoeda.

Diversos nomes já foram apontados como, potencialmente, a verdadeira identidade do criador do bitcoin.

Em 2014, a revista americana Newsweek publicou uma reportagem de grande repercussão afirmando que o criador da criptomoeda seria Dorian Nakamoto, um nipo-americano radicado na Califórnia.

Ele negou, e a teoria acabou sendo amplamente desacreditada. No ano seguinte, o cientista da computação australiano Craig Wright foi apontado por jornalistas como o verdadeiro Satoshi.

Ele primeiro negou, depois passou a afirmar que era, mas nunca conseguiu comprovar — e, em 2024, o Tribunal Superior de Londres concluiu que Wright não é o criador do bitcoin, após considerar que ele apresentou documentos falsos e fez alegações enganosas por anos.

Outros nomes também já foram levantados, celebridades como o bilionário Elon Musk — que também negou qualquer envolvimento — e até Jeffrey Epstein, também bilionário e que foi condenado por abusos sexuais.

Nenhuma dessas hipóteses resistiu ao escrutínio, e agora, uma nova investigação do New York Times aponta para outro nome, já levantado em outras ocasiões: Adam Back, um criptógrafo britânico altamente ativo na comunidade de bitcoin.

O texto do New York Times sobre a possibilidade de Adam Back ser o verdadeiro criador da criptomoeda aponta que, ao longo dos últimos 16 anos, as teorias mais atraentes se apoiaram em coincidências que se encaixavam no pouco que se sabe sobre Satoshi: um estilo específico de programação, um histórico profissional nebuloso, domínio dos conceitos técnicos centrais do Bitcoin e até uma visão de mundo crítica ao Estado.

A reportagem destaca paralelos em relação à Beck: ele é o criador do Hashcash, um sistema de prova de trabalho citado diretamente no white paper do Bitcoin; participou ativamente das discussões iniciais sobre criptografia e dinheiro digital; e usava expressões e construções linguísticas semelhantes às encontradas nos textos atribuídos a Satoshi.

Além disso, análises apontam que sua atividade online diminui em períodos que coincidem com a atuação mais intensa de Satoshi — e volta a crescer após o desaparecimento do pseudônimo.

O texto também chama atenção para características da escrita de Satoshi, que misturava ortografia britânica com expressões americanas. Para alguns, isso poderia indicar uma tentativa deliberada de disfarce.

Mas há um indício que aponta na direção oposta: na primeira transação registrada no blockchain, Satoshi incluiu a manchete de um jornal — "The Times 03/Jan/2009 Chancellor on brink of second bailout for banks" — publicada na edição impressa britânica do The Times, o que indica uma conexão com o Reino Unido.

Sua trajetória acadêmica e profissional, desde o interesse precoce por codificação até a atuação em comunidades que discutiam dinheiro digital anônimo, também se encaixa no perfil esperado do criador da criptomoeda.

Ao mesmo tempo, há pontos que complicam essa hipótese: Back apresentou e-mails de 2008 mostrando que Satoshi entrou em contato com ele antes da publicação do white paper, o que, em tese, indicaria que eram pessoas diferentes — embora o próprio texto levante a possibilidade, ainda que especulativa, de que essa troca pudesse ter sido criada como forma de despistar.

A reportagem também aponta paralelos mais sutis — e, em alguns casos, mais ideológicos — entre Back e Satoshi. Ambos demonstravam uma visão libertária sobre dinheiro e Estado, defendendo o uso da criptografia como forma de reduzir o poder governamental.

Há coincidências curiosas: Back questionou, anos antes, as restrições ao ouro nos EUA — tema que Satoshi parece ter referenciado simbolicamente ao indicar sua data de nascimento; os dois também compartilhavam uma preocupação incomum com spam e propunham soluções semelhantes para lidar com mensagens indesejadas usando sistemas de custo computacional.

Além disso, Back já defendia o uso de pseudônimos e estratégias para escapar da vigilância estatal — algo que dialoga diretamente com o anonimato extremo de Satoshi. Em comum, eles também tinham posições críticas a patentes e copyright e optaram por tornar seus projetos de código aberto.

Ainda assim, como destaca a própria reportagem, esses paralelos — embora intrigantes — permanecem circunstanciais e não constituem prova definitiva.

A investigação vai além das coincidências de perfil e linguagem e aponta que Back chegou a descrever, ainda nos anos 1990, um sistema de dinheiro eletrônico com características quase idênticas às do Bitcoin: descentralizado, baseado em uma rede de computadores independentes, com oferta limitada para evitar inflação e sem necessidade de confiança em instituições ou intermediários.

Em diferentes mensagens na lista dos cypherpunks, ele também discutiu soluções para problemas centrais da moeda digital — como a validação pública das transações, a emissão de novas unidades por meio de esforço computacional e até o aumento progressivo da dificuldade de mineração. Em um dos pontos mais destacados, a reportagem sugere que o Bitcoin pode ser visto como a combinação direta de duas ideias já debatidas por Back: o Hashcash e o sistema b-money, de Wei Dai — exatamente como descrito por Satoshi anos depois.

A reportagem também destaca momentos posteriores que alimentam as suspeitas. Quando a fortuna atribuída a Satoshi começou a ser mapeada publicamente, Back chegou a sugerir que investigações muito precisas poderiam prejudicar o próprio Nakamoto — um comentário visto como incomum.

Pouco depois, aponta o texto, ele passou a se envolver intensamente com o ecossistema do Bitcoin, propondo mudanças técnicas, ganhando influência entre desenvolvedores e fundando empresas centrais para o desenvolvimento da rede.

Em alguns episódios, há paralelos diretos até no discurso: análises apontam que posições defendidas por Back em debates técnicos (como a oposição ao aumento do tamanho dos blocos) coincidem com mensagens atribuídas a Satoshi que surgiram anos depois, com linguagem e argumentos semelhantes.

Para o autor do texto, John Carreyrou, não se trata de uma prova definitiva, mas de um conjunto de coincidências que, somadas, tornam difícil ignorar a hipótese.

A reportagem também recorre a análises linguísticas mais detalhadas para tentar aproximar Back de Satoshi. Em um dos exercícios, ao filtrar milhares de participantes de fóruns de criptografia por esses traços específicos, apenas um nome permanecia ao final do cruzamento de critérios: Adam Back.

Ainda assim, especialistas ouvidos ressaltam que esse tipo de análise não é conclusivo, especialmente porque o próprio Satoshi poderia ter ajustado deliberadamente seu estilo de escrita para evitar identificação.

Em entrevista à BBC, Adam Back negou qualquer envolvimento com a identidade de Satoshi Nakamoto. Após reportagem do New York Times sugerir que ele poderia estar por trás da criptomoeda, Back classificou a investigação como fruto de "viés de confirmação" e reiterou: "Eu não sou o Satoshi".

Em publicação na plataforma X, ele afirmou que, embora não seja o criador, esteve entre os primeiros a se dedicar às implicações da criptografia para a privacidade online e o dinheiro eletrônico. Back também contestou pontos centrais da apuração, dizendo que as semelhanças apontadas — tanto de linguagem quanto de atividade online — são "uma combinação de coincidência e frases semelhantes usadas por pessoas com experiências e interesses parecidos".

A hipótese de que Back seria Satoshi não é nova, e ele já foi apontado outras vezes como possível autor do Bitcoin. Desta vez, a investigação destacou paralelos entre seus escritos e os de Nakamoto, além de sugerir que sua atividade online teria coincidido com o desaparecimento do pseudônimo. Back rebateu, afirmando que participou ativamente de fóruns na época e que a interpretação dos dados está incorreta.

Ele também ironizou as especulações sobre a fortuna atribuída ao criador do Bitcoin — estimada em cerca de US$ 70 bilhões — dizendo que gostaria de ter minerado mais moedas no início. "Me arrependo de não ter minerado com mais intensidade em 2009", escreveu.

Para Back, o mistério em torno da identidade de Satoshi pode, inclusive, ser positivo. "Não sei quem é Satoshi — e acho que isso é bom para o Bitcoin", afirmou.

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OpenAI, dona do ChatGPT, vê ameaça da IA ao emprego e defende semana de 4 dias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/04/2026 03:49

Tecnologia OpenAI, dona do ChatGPT, vê ameaça da IA ao emprego e defende semana de 4 dias Documento da OpenAI defende que a IA deve gerar ganhos sociais, como redução da jornada de trabalho sem corte salarial e participação dos trabalhadores nas decisões sobre o uso da tecnologia. Por Redação g1

Relatório da OpenAI afirma que avanço da IA deve ir além do lucro e gerar benefícios para a sociedade.

Documento sugere que ganhos de produtividade sejam revertidos em mais tempo livre para trabalhadores.

A OpenAI também propõe participação dos funcionários no uso da IA e criação de fundo para distribuir ganhos econômicos.

Um relatório da OpenAI, dona do ChatGPT, propõe que o avanço da inteligência artificial não seja usado apenas para aumentar lucros, mas também para ampliar o bem-estar da população.

O documento da bigtech, intitulado "Política Industrial para a Era da Inteligência", foi divulgado neste mês.

Nele, a empresa afirma que, enquanto novas formas de trabalho surgirão, "alguns empregos desaparecerão" e indústrias inteiras serão remodeladas em uma velocidade sem precedentes históricos.

Entre as propostas apresentadas, a OpenAI defende a redução da jornada de trabalho sem corte de salários. A sugestão é incentivar testes com semanas de quatro dias (32 horas), mantendo os níveis de produção e serviço.

Segundo o relatório, o tempo economizado com a automação de tarefas poderia ser convertido em folgas ou em uma jornada menor.

A empresa argumenta que a automação de atividades repetitivas e administrativas tende a liberar tempo, que deveria ser "devolvido" aos trabalhadores. O documento também sugere ampliar contribuições para aposentadoria e oferecer apoio para cuidados com filhos e idosos.

A OpenAI diz que trabalhadores deveriam ter voz formal nesse processo, ajudando a definir como a tecnologia será usada, com foco na redução de tarefas perigosas ou exaustivas, e não apenas no aumento da produtividade ou da vigilância.

O relatório também menciona a criação de um fundo para distribuir parte dos ganhos econômicos gerados pela IA à população, independentemente da renda.

Por fim, a empresa afirma que a IA deve ser tratada como infraestrutura essencial, semelhante à eletricidade e à internet, e defende a oferta de versões acessíveis da tecnologia para pequenos negócios e comunidades de baixa renda.

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Mega-Sena pode pagar R$ 40 milhões neste sábado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/04/2026 00:54

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 40 milhões neste sábado Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.995 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 40 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h deste sábado (11), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Preço do diesel no Brasil cai pela primeira vez desde o início do conflito no Oriente Médio, mostra ANP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/04/2026 00:54

Carros Preço do diesel no Brasil cai pela primeira vez desde o início do conflito no Oriente Médio, mostra ANP Gasolina, diesel e etanol tiveram recuos no preço ao consumidor. Entidade que representa postos acredita que aumento de fiscalização às distribuidoras pode ser uma das explicações. Por Redação g1

Preço do diesel registra primeira queda nos postos de combustíveis — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O preço médio do diesel na bomba recuou 0,2% e ficou em R$ 7,43, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Essa é a primeira redução desde o começo do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Ainda de acordo com o levantamento, a gasolina teve redução de apenas R$ 0,01 no preço médio, ficando em R$ 6,77. O etanol também registrou queda, para R$ 4,69.

Desde que os bombardeios começaram, na madrugada de 28 de fevereiro, as incertezas sobre a duração e a intensidade do conflito fizeram o preço do barril do petróleo subir de forma acentuada.

Desde então, os preços do Brent, referência internacional, chegaram a disparar mais de 60%, alcançando o patamar de US$ 118,32 por barril. Na última sexta-feira (11), os preços do petróleo tipo Brent fecharam cotados a US$ 94,33, queda de 1,66% em relação ao dia anterior.

As oscilações do petróleo no mercado internacional também se refletiram no Brasil. Na primeira semana de março, o preço do diesel ao consumidor subiu R$ 0,05, para R$ 6,08, segundo a ANP. No dia 14 do mesmo mês, o valor já havia alcançado R$ 6,80.

O avanço dos preços acendeu o alerta no governo federal, que vem, desde então, anunciando medidas para tentar frear o aumento do diesel — entre elas a proposta de subsídios e a isenção de impostos federais.

Segundo Rodrigo Zingales, diretor da Associação Brasileira de Revendedores de Combustíveis Independentes e Livres (Abrilivre), ainda é cedo para sentir os efeitos das medidas do governo nas bombas.

“Acredito que o aumento da fiscalização sobre os preços praticados pelas distribuidoras seja a razão dessa estabilidade”, diz Zingales.

Nas últimas semanas, a ANP e a Polícia Federal têm realizado operações para fiscalizar distribuidoras e postos. O objetivo é coibir a prática de preços abusivos, inclusive na venda do gás de cozinha.

A ANP também criou um novo canal para denúncias de irregularidades. Veja aqui como fazer a denúncia.

Uma série de fatores influenciam o cálculo dos preços cobrados dos consumidores nas bombas. A maior fatia da composição de preços responde pela parcela de remuneração das refinarias. Veja abaixo como o preço é formado:

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