RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Com quase 130 milhões de pessoas com débitos bancários, BC avalia que superendividamento é ‘problema crescente’ no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 11:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

O Banco Central (BC) avaliou nesta segunda-feira (13), por meio do Relatório de Cidadania Financeira, que o superendividamento é um problema crescente no Brasil, afetando milhões de pessoas.

No fim de 2024, segundo o documento, quase 130 milhões de pessoas tinham alguma dívida com instituições financeiras, cerca de 74% da população com relacionamento bancário.

"Em quatro anos, 32 milhões a mais de pessoas passaram a ter acesso a estes produtos, um crescimento de 34%", informou o Banco Central.

A avaliação é divulgada em um momento no qual o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia novas medidas para reduzir o endividamento da população, em um ano eleitoral (leia mais abaixo).

A estratégia envolve unificar as dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal em uma só, que seria refinanciada com descontos que iriam de 30% a 80% nos juros, com possibilidade de os bancos chegarem a um desconto de até 90%.

Dentro do mesmo programa de refinanciamento de dívidas, o governo analisa autorizar o uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagamento de dívidas, mas com limites para evitar uma sangria dos recursos.

Maquininhas de cartão de crédito e débito são essenciais para o comércio. — Foto: Divulgação

No Relatório de Cidadania Financeira, o BC observou que, nos últimos anos, houve "expansão expressiva de modalidades de crédito sem garantia", ou seja, com juros maiores.

"O número de brasileiros com empréstimo pessoal mais que triplicou desde 2020 – 214% de crescimento no período, atingindo 41,7 milhões de clientes. Um segundo ponto de destaque foi o crescimento do número de clientes com dívidas no cartão (ou seja, uso do rotativo ou parcelado), de 55% entre 2020-2024, totalizando cerca de 53 milhões de pessoas em 2024", diz o Banco Central.

Considerado vilão no endividamento do brasileiro, o uso do cartão de crédito cresceu de forma expressiva após a pandemia da Covid-19. No ano passado, os empréstimos somaram quase R$ 400 bilhões, os maiores da série histórica do BC.

O BC destacou que, entre as outras modalidades, tanto o cheque especial como o crédito consignado são usados por cerca de 24 milhões de clientes e cresceram na faixa de 20% no período.

"Os financiamentos com garantia de alienação fiduciária (imobiliário e automotivo) alcançaram pouco menos de 10 milhões de clientes cada. O financiamento automotivo, entretanto, teve crescimento de apenas 3% no período, enquanto o imobiliário cresceu 23%", informa o BC.

Segundo o a autoridade monetária, a alta no endividamento tem causado "impacto psicológico profundo e abrangente" na vida dos brasileiros.

"Estudos mostram que o endividamento excessivo está associado a altos níveis de estresse, ansiedade e depressão. A preocupação constante com as contas a pagar e a sensação de impotência diante das dívidas podem levar a problemas de sono, baixa autoestima e até mesmo a conflitos familiares", informou o BC.

A instituição avaliou que a facilidade de acesso ao crédito, sem uma oferta responsável e adequada ao perfil do cliente por parte das instituições, sem proteção ao consumidor e educação financeira, leva muitos brasileiros a contraírem dívidas que não conseguem pagar.

Há 1 hora Mundo Petróleo sobe mais de 7% e supera US$ 102 antes de bloqueioHá 1 horaMudança de comandoLula demite o presidente do INSS, Gilberto Waller, após 11 meses

Há 9 minutos Política VALDO: filas em ano eleitoral levaram governo a fazer a trocaHá 9 minutosFalas sobre a guerraPapa Leão XIV reage a Trump e diz que defende a paz: ‘Não tenho medo’

Há 4 horas Mundo Trump chama papa de ‘fraco’ e diz que ele prejudica a IgrejaHá 4 horasBlog da Andréia SadiCentrão rejeita Zema como vice de Flávio e vê fala sobre Nordeste como ‘bomba’

Há 3 horas Blog da Andréia Sadi O ASSUNTO: Ronaldo Caiado e suas chances na corrida presidencialHá 3 horasBastidores do SupremoSADI: ministros do STF articulam votos para Messias no Senado

Há 2 horas Blog da Andréia Sadi CPI do Crime OrganizadoMaster faturou mais com revenda de consignados do que com juros em 2024

Há 6 horas Política CPI deve ouvir Castro e votar relatório final amanhãHá 6 horasMorte de Matthew PerryComo herdeira virou uma das principais traficantes da elite de Hollywood

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Fiat Toro tem recall no Brasil por risco de incêndio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 11:47

Carros Fiat Toro tem recall no Brasil por risco de incêndio Problema na instalação do chicote elétrico da picape pode danificar fios e, em casos mais graves, provocar mau funcionamento do motor e princípio de chamas. Por Redação g1

A Stellantis, dona da marca Fiat, anunciou um recall para a Toro no Brasil por problemas na instalação do chicote elétrico. A campanha é para unidades com motor diesel do modelo 2026.

Segundo a Fiat, existe a possibilidade de contato entre o suporte da caixa de transmissão e o chicote elétrico. Isso pode provocar danos aos fios e, por consequência, acender luzes de aviso no painel e prejudicar o funcionamento do motor.

Em casos mais severos, esse contato dos fios pode causar o desligamento do motor ou até gerar um princípio de incêndio.

A solução para o problema, segundo a empresa, é a instalação de uma proteção no chicote elétrico dianteiro e, caso necessário, a reparação do componente.

O serviço pode ser agendado a partir desta segunda-feira (13) em concessionárias da Fiat. O cliente não paga nada pelo reparo, que leva aproximadamente duas horas para ser concluído. Veja os números de chassi envolvidos na campanha.

Há 1 hora Mundo Petróleo sobe mais de 7% e supera US$ 102 antes de bloqueioHá 1 horaMudança de comandoLula demite o presidente do INSS, Gilberto Waller, após 11 meses

Há 9 minutos Política VALDO: filas em ano eleitoral levaram governo a fazer a trocaHá 9 minutosFalas sobre a guerraPapa Leão XIV reage a Trump e diz que defende a paz: ‘Não tenho medo’

Há 4 horas Mundo Trump chama papa de ‘fraco’ e diz que ele prejudica a IgrejaHá 4 horasBlog da Andréia SadiCentrão rejeita Zema como vice de Flávio e vê fala sobre Nordeste como ‘bomba’

Há 3 horas Blog da Andréia Sadi O ASSUNTO: Ronaldo Caiado e suas chances na corrida presidencialHá 3 horasBastidores do SupremoSADI: ministros do STF articulam votos para Messias no Senado

Há 2 horas Blog da Andréia Sadi CPI do Crime OrganizadoMaster faturou mais com revenda de consignados do que com juros em 2024

Há 6 horas Política CPI deve ouvir Castro e votar relatório final amanhãHá 6 horasMorte de Matthew PerryComo herdeira virou uma das principais traficantes da elite de Hollywood

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre em alta após fracasso nas negociações e ameaça de Trump sobre Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 09:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (13) em alta de 0,50%, a R$ 5,0363. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Os mercados reagem aos novos acontecimentos do conflito no Oriente Médio. As Forças Armadas dos Estados Unidos farão um bloqueio aos portos iranianos a partir das 11h (horário de Brasília). A decisão ocorre após negociações de paz entre Irã e EUA fracassarem no fim de semana.

▶️ Dois petroleiros associados ao Irã deixaram o Golfo Pérsico nesta segunda-feira, enquanto outras embarcações passaram a evitar o Estreito de Ormuz. A medida abalou o mercado de transporte marítimo em um dos principais pontos de passagem do comércio global.

🛢️ Por volta das 9h07h (horário de Brasília), o Brent subia 7,67%, negociado a US$ 102,50 por barril, enquanto o WTI avançava 7,83%, para US$ 104,13.

▶️ No Brasil, o destaque é o Boletim Focus, divulgado nesta manhã pelo Banco Central do Brasil (BC). Segundo o relatório, a expectativa para a inflação em 2026 no Focus superou o teto da meta em meio às preocupações decorrentes da guerra no Oriente Médio. O levantamento apontou que a expectativa para a alta do IPCA este ano subiu a 4,71%, de 4,36% antes, na quinta semana seguida.

▶️Investidores também acompanham declarações do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em encontros do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Após um cessar-fogo cambaleante entre Estados Unidos e Irã na semana passada, Donald Trump prometeu implantar um bloqueio naval no Estreito de Ormuz a partir desta segunda-feira.

Segundo o Exército dos EUA, qualquer navio que entrar ou sair de um porto no Irã será interceptado. Em resposta, o Irã afirmou que poderá retaliar portos caso a medida seja efetivada.

Por causa da tensão, apenas poucos navios ligados ao Irã saíram do Golfo Pérsico, e o movimento na área caiu bastante. Ao mesmo tempo, há risco de conflito, já que o Irã avisou que pode reagir.

Mesmo com o bloqueio, os EUA disseram que não vão impedir a passagem de navios que não tenham relação com o Irã. Ainda assim, a incerteza já está afetando o transporte e o mercado de petróleo.

Rússia, China e União Europeia criticaram tanto o Irã quanto os EUA pela obstrução da rota. Em meio ao risco de uma nova escalada militar, o preço do petróleo voltou a subir.

No fim de semana, negociações consideradas históricas no Paquistão entre EUA e Irã terminaram sem acordo. O vice-presidente americano, JD Vance, deixou o país após afirmar que as tratativas foram encerradas na madrugada de domingo (sábado no Brasil), após a recusa de Teerã em aceitar os termos de Washington para não desenvolver uma arma nuclear.

As conversas de "alto nível" duraram 21 horas e, segundo Vance, ocorreram com ele em contato constante com Donald Trump e outros integrantes do governo.

Vance afirmou a jornalistas que Washington precisa de um compromisso claro de que o Irã não buscará desenvolver uma arma nuclear nem os meios que permitiriam obtê-la rapidamente.

A expectativa do mercado para a inflação no Brasil piorou, segundo as projeções do novo Boletim Focus. Para 2026, a projeção subiu para 4,71%, acima do teto da meta do Banco Central, principalmente por causa das tensões no Oriente Médio, que estão elevando o preço do petróleo.

Mesmo assim, a previsão para os juros não mudou: a taxa Selic deve terminar 2026 em 12,50% e 2027 em 10,50%, com expectativa de um pequeno corte já na próxima reunião.

Em Wall Street, as principais bolsas do mercado operavamm em queda antes da abertura dos mercados. Dow Jones caía 0,99%, S&P 500 recuava 0,65%, Nasdaq perdia 0,66%.

Na Europa, as quedas eram mais intensas, indicando que os mercados locais devem operar no vermelho hoje. O DAX, da Alemanha, recuava 1,42%; o CAC 40, da França, caía 0,98%; enquanto os índices de Londres registravam baixa de 0,43%.

Na Ásia, as bolsas da China e de Hong Kong tiveram um dia mais instável e fecharam perto da estabilidade após as negociações entre EUA e Irã no Oriente Médio fracassaram.

Com o risco de conflito maior — incluindo a ameaça de bloqueio marítimo pelos EUA — os investidores ficaram mais cautelosos e evitaram fazer grandes apostas, o que limitou os ganhos dos mercados.

Além disso, há expectativa pela divulgação de dados importantes da economia chinesa nos próximos dias, como comércio e crescimento do PIB, o que também deixou o mercado em compasso de espera.

Com isso, o índice de Xangai subiu levemente 0,06%, e o CSI300 avançou 0,21%, recuperando perdas do início do dia. Já o Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,9%.

Outros mercados também recuaram: o Nikkei, no Japão, caiu 0,74%, e o Kospi, da Coreia do Sul, perdeu 0,86%. Taiwan teve leve alta de 0,11%, e Austrália e Singapura registraram pequenas quedas.

Há 2 horas Mundo Trump chama papa de ‘fraco’ e diz que ele prejudica a Igreja CatólicaHá 2 horasBlog da Andréia SadiCentrão rejeita Zema como vice de Flávio e vê fala sobre Nordeste como ‘bomba’

Há 48 minutos Blog da Andréia Sadi O ASSUNTO: Ronaldo Caiado e suas chances na corrida presidencialHá 48 minutosCPI do Crime OrganizadoMaster faturou mais com revenda de consignados do que com juros em 2024

Há 4 horas Política CPI deve ouvir Castro e votar relatório final amanhãHá 4 horasEleição para presidentePeru: direitistas Fujimori e Aliaga saem na frente em disputa por 2º turno

Há 1 hora Mundo Blog da Sandra Cohen Por que derrota de Orbán é triunfo também da União Europeia

Há 21 minutos Blog da Sandra Cohen Oposição vence na Hungria e põe fim a 16 anos de governo de OrbánHá 21 minutosImportunação sexual’Calças abaixadas em cima de mim’: mulheres denunciam médico no RS

Há 10 horas Fantástico Tragédia na SC-355Colisão entre 4 veículos mata casal, dois filhos e amigo da família em SC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

JBS chega a acordo provisório com trabalhadores em greve em fábrica nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 09:58

Trabalho e Carreira JBS chega a acordo provisório com trabalhadores em greve em fábrica nos EUA Acordo provisório prevê aumento salarial de quase 33% em dois anos e encerra greve de um mês; pacto também elimina cobrança por equipamentos de proteção e trava custos de saúde para funcionários da JBS nos EUA. Por Reuters

Os trabalhadores da JBS aprovaram um acordo provisório de dois anos que abrange cerca de 3,8 mil funcionários em uma unidade no Colorado, após um mês de greve por reajustes salariais e melhores condições.

O pacto prevê aumento de quase 33% no período, fim da cobrança por equipamentos de proteção e proteção contra alta nos custos de saúde, segundo o sindicato United Food and Commercial Workers Local 7.

A empresa disse estar satisfeita, mas lamentou a retirada de um benefício previdenciário histórico; o sindicato também concordou em retirar acusações de práticas trabalhistas.

O acordo ocorre em meio à alta recorde dos preços da carne bovina nos EUA, cenário que pressiona o setor, já afetado por cortes de capacidade da Tyson Foods.

Os trabalhadores da JBS dos Estados Unidos ratificaram um acordo provisório de dois anos com a companhia, a maior do setor de carnes do mundo.

O pacto abrange cerca de 3,8 mil funcionários da unidade de processamento de carne bovina em Greeley, no estado do Colorado (EUA), segundo informações divulgadas no domingo (12) pelo sindicato e pela empresa.

O acordo foi fechado após uma nova rodada de negociações realizada nos dias 9 e 10 de abril, depois de um mês de greve. A paralisação havia sido iniciada para pressionar por reajustes salariais alinhados à inflação e pelo fim da cobrança aos trabalhadores pela reposição de equipamentos de proteção.

Pelos termos acertados — que, segundo a empresa, não sofreram mudanças em relação à proposta anterior —, os funcionários terão aumento salarial de quase 33% ao longo de dois anos.

O acordo também prevê que os trabalhadores não precisarão mais arcar com custos de equipamentos de proteção individual e garante proteção contra aumentos nas despesas com saúde, de acordo com o United Food and Commercial Workers Local 7 (UFCW Local 7), sindicato que representa os trabalhadores.

Embora o frigorífico tenha dito que estava satisfeito com o acordo alcançado, ele "expressou sua decepção com o fato de a liderança do UFCW Local 7 ter optado por eliminar o histórico benefício previdenciário que fazia parte do acordo nacional negociado no ano passado em parceria com o UFCW International", de acordo com a declaração da empresa.

Como parte do acordo, o sindicato também está retirando sete supostas acusações de práticas trabalhistas injustas contra a JBS, informou a empresa.

Os preços da carne bovina bateram recordes este ano, depois que a oferta de gado dos EUA caiu para o nível mais baixo em 75 anos, levando frigoríficos como a JBS a comprar gado para abate, mesmo se beneficiando do aumento dos preços.

A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina em Nebraska este ano e reduziu as operações em uma instalação no Texas.

Há 2 horas Mundo Trump chama papa de ‘fraco’ e diz que ele prejudica a Igreja CatólicaHá 2 horasBlog da Andréia SadiCentrão rejeita Zema como vice de Flávio e vê fala sobre Nordeste como ‘bomba’

Há 47 minutos Blog da Andréia Sadi O ASSUNTO: Ronaldo Caiado e suas chances na corrida presidencialHá 47 minutosCPI do Crime OrganizadoMaster faturou mais com revenda de consignados do que com juros em 2024

Há 4 horas Política CPI deve ouvir Castro e votar relatório final amanhãHá 4 horasEleição para presidentePeru: direitistas Fujimori e Aliaga saem na frente em disputa por 2º turno

Há 1 hora Mundo Blog da Sandra Cohen Por que derrota de Orbán é triunfo também da União Europeia

Há 21 minutos Blog da Sandra Cohen Oposição vence na Hungria e põe fim a 16 anos de governo de OrbánHá 21 minutosImportunação sexual’Calças abaixadas em cima de mim’: mulheres denunciam médico no RS

Há 10 horas Fantástico Tragédia na SC-355Colisão entre 4 veículos mata casal, dois filhos e amigo da família em SC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petrobras faz nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 09:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (13) a descoberta de hidrocarbonetos em águas profundas do pré-sal da Bacia de Campos.

Segundo a companhia, a presença das substâncias foi identificada em um poço exploratório perfurado no setor SC-AP4, no bloco C-M-477. A área fica a cerca de 201 quilômetros da costa do estado do Rio de Janeiro, em profundidade d’água de 2.984 metros.

De acordo com a empresa, o intervalo com hidrocarbonetos foi detectado por meio de perfis elétricos, indícios de gás e amostras de fluido coletadas durante a perfuração.

A Petrobras informou que o material será enviado para análises laboratoriais, que devem permitir a caracterização dos reservatórios e dos fluidos encontrados, além de orientar a avaliação do potencial da área.

A estatal é operadora do bloco C-M-477, com participação de 70%, em parceria com a BP, que detém os 30% restantes.

Há 2 horas Mundo Trump chama papa de ‘fraco’ e diz que ele prejudica a Igreja CatólicaHá 2 horasBlog da Andréia SadiCentrão rejeita Zema como vice de Flávio e vê fala sobre Nordeste como ‘bomba’

Há 47 minutos Blog da Andréia Sadi O ASSUNTO: Ronaldo Caiado e suas chances na corrida presidencialHá 47 minutosCPI do Crime OrganizadoMaster faturou mais com revenda de consignados do que com juros em 2024

Há 4 horas Política CPI deve ouvir Castro e votar relatório final amanhãHá 4 horasEleição para presidentePeru: direitistas Fujimori e Aliaga saem na frente em disputa por 2º turno

Há 1 hora Mundo Blog da Sandra Cohen Por que derrota de Orbán é triunfo também da União Europeia

Há 21 minutos Blog da Sandra Cohen Oposição vence na Hungria e põe fim a 16 anos de governo de OrbánHá 21 minutosImportunação sexual’Calças abaixadas em cima de mim’: mulheres denunciam médico no RS

Há 10 horas Fantástico Tragédia na SC-355Colisão entre 4 veículos mata casal, dois filhos e amigo da família em SC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petróleo sobe mais de 7% e supera US$102 antes de bloqueio dos EUA ao Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 09:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

Os preços do petróleo voltaram a superar US$ 100 por barril nesta segunda-feira (13), enquanto a Marinha dos Estados Unidos se preparava para bloquear a passagem de navios de e para o Irã pelo Estreito de Ormuz.

A medida pode restringir as exportações de petróleo iraniano e ocorre após Washington e Teerã não conseguirem chegar a um acordo para encerrar a guerra.

Por volta das 8h29 (horário de Brasília), os contratos futuros do petróleo Brent subiam US$6,81, ou 7,2%, para US$102,01 por barril, depois de terem caído 0,75% na sexta-feira. Já o petróleo West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava US$7,50, ou 7,8%, para US$104,07, após uma perda de 1,33% na sessão anterior.

No domingo, o presidente Donald Trump disse que a Marinha norte-americana iniciaria o bloqueio do Estreito de Ormuz, aumentando a tensão depois que uma maratona de negociações com o Irã terminou sem acordo para encerrar a guerra. O impasse também coloca em risco um cessar-fogo de duas semanas.

Trump acrescentou que os preços do petróleo e da gasolina podem permanecer elevados até as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, em novembro, em um raro reconhecimento das possíveis consequências políticas de sua decisão de atacar o Irã há seis semanas.

"O bloqueio anunciado pelos EUA marca uma admissão de que a premissa central do cessar-fogo — ao menos conforme interpretado pelos EUA –, que era a reabertura do Estreito, é insustentável por enquanto", disse Erik Meyersson, analista do banco nórdico SEB.

O Comando Central dos Estados Unidos afirmou que as forças norte-americanas começariam a aplicar nesta segunda-feira o bloqueio ao tráfego marítimo que entra e sai dos portos iranianos.

Segundo o comando, o bloqueio seria "aplicado imparcialmente contra embarcações de todas as nações que entrassem ou saíssem dos portos e áreas costeiras do Irã, incluindo todos os portos iranianos no Golfo Arábico e no Golfo de Omã", de acordo com comunicado publicado na rede social X.

O texto acrescenta que as forças dos EUA não impedirão a navegação de embarcações que cruzam o Estreito de Ormuz com destino a portos que não sejam iranianos.

No domingo, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que qualquer embarcação militar que tente se aproximar do Estreito de Ormuz será considerada uma violação do cessar-fogo e será tratada de forma severa e decisiva.

No mercado físico, o petróleo está sendo negociado com prêmios elevados em relação aos contratos futuros, e alguns tipos já atingem cerca de US$150 por barril.

"[Se] o presidente Trump de fato apoiar sua ameaça de bloqueio com barcos reais, uma convergência entre os mercados físico e de papel poderá ocorrer em breve", disse Helima Croft, analista da RBC Capital Markets.

Dados de navegação indicam que petroleiros estão se afastando do Estreito de Ormuz antes do início do bloqueio norte-americano ao Irã.

Mesmo assim, três superpetroleiros totalmente carregados de petróleo atravessaram o estreito no sábado. Segundo dados de navegação, eles parecem ter sido os primeiros navios a deixar o Golfo desde que o acordo de cessar-fogo foi fechado na semana passada.

Bombas de extração abandonadas e danificadas ao longo do tempo em um campo da estatal de petróleo PDVSA no Lago de Maracaibo, em Cabimas, na Venezuela. — Foto: Reuters

Há 2 horas Mundo Trump chama papa de ‘fraco’ e diz que ele prejudica a Igreja CatólicaHá 2 horasBlog da Andréia SadiCentrão rejeita Zema como vice de Flávio e vê fala sobre Nordeste como ‘bomba’

Há 48 minutos Blog da Andréia Sadi O ASSUNTO: Ronaldo Caiado e suas chances na corrida presidencialHá 48 minutosCPI do Crime OrganizadoMaster faturou mais com revenda de consignados do que com juros em 2024

Há 4 horas Política CPI deve ouvir Castro e votar relatório final amanhãHá 4 horasEleição para presidentePeru: direitistas Fujimori e Aliaga saem na frente em disputa por 2º turno

Há 1 hora Mundo Blog da Sandra Cohen Por que derrota de Orbán é triunfo também da União Europeia

Há 21 minutos Blog da Sandra Cohen Oposição vence na Hungria e põe fim a 16 anos de governo de OrbánHá 21 minutosImportunação sexual’Calças abaixadas em cima de mim’: mulheres denunciam médico no RS

Há 10 horas Fantástico Tragédia na SC-355Colisão entre 4 veículos mata casal, dois filhos e amigo da família em SC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Banco Mundial alerta para crise iminente de empregos mesmo após fim da guerra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 09:58

Trabalho e Carreira Banco Mundial alerta para crise global de empregos mesmo após fim da guerra no Oriente Médio Países em desenvolvimento devem gerar cerca de 400 milhões de empregos nos próximos 10 a 15 anos, bem abaixo da demanda de 1,2 bilhão de pessoas que entrarão no mercado de trabalho, disse o presidente do Banco Mundial. Por Reuters

A guerra no Oriente Médio deve dominar as discussões das autoridades financeiras globais nesta semana em Washington.

Ainda assim, o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, alertou para um desafio que considera ainda maior no horizonte: a falta de empregos para cerca de 1,2 bilhão de pessoas que chegarão à idade de trabalhar nos países em desenvolvimento nos próximos 10 a 15 anos.

Segundo Banga, se as tendências atuais se mantiverem, essas economias criarão apenas cerca de 400 milhões de postos de trabalho nesse período. Isso deixaria um déficit de aproximadamente 800 milhões de vagas, disse ele à Reuters.

O ex-presidente-executivo da Mastercard reconhece que discutir desafios de longo prazo pode parecer difícil diante da sequência de choques recentes que têm atingido a economia global desde a pandemia de Covid-19 — o mais recente deles, a guerra no Oriente Médio.

Mesmo assim, ele afirma estar determinado a manter as autoridades financeiras concentradas em temas estruturais, como a criação de empregos, a ampliação do acesso à eletricidade e a garantia de água potável.

"Temos de andar e mascar chiclete ao mesmo tempo. O que estamos vivendo agora é um ciclo de curto prazo de ritmo acelerado. No prazo mais longo, o ritmo está ligado a essa situação do emprego ou da água", disse Banga em uma entrevista gravada na sexta-feira.

Milhares de autoridades financeiras de todo o mundo se reunirão em Washington nesta semana para as reuniões de primavera do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional. O encontro ocorre em meio à guerra entre EUA e Israel contra o Irã, que ameaça desacelerar o crescimento global e pressionar a inflação.

O tamanho do impacto na economia dependerá da duração de um cessar-fogo de duas semanas anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na semana passada, poucas horas antes dos ataques que, segundo ele, destruiriam a civilização do Irã.

O cessar-fogo interrompeu a maior parte dos ataques, mas não encerrou o bloqueio efetivo do Estreito de Ormuz pelo Irã. A medida provocou a maior interrupção já registrada no fornecimento global de energia e também não reduziu as tensões em outro front do conflito: os confrontos entre Israel e o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã, no Líbano.

Feirão de emprego oferece mais de 400 vagas e entrevistas no local em Jundiaí nesta quinta-feira (26) — Foto: Divulgação

Há 2 horas Mundo Trump chama papa de ‘fraco’ e diz que ele prejudica a Igreja CatólicaHá 2 horasBlog da Andréia SadiCentrão rejeita Zema como vice de Flávio e vê fala sobre Nordeste como ‘bomba’

Há 47 minutos Blog da Andréia Sadi O ASSUNTO: Ronaldo Caiado e suas chances na corrida presidencialHá 47 minutosCPI do Crime OrganizadoMaster faturou mais com revenda de consignados do que com juros em 2024

Há 4 horas Política CPI deve ouvir Castro e votar relatório final amanhãHá 4 horasEleição para presidentePeru: direitistas Fujimori e Aliaga saem na frente em disputa por 2º turno

Há 1 hora Mundo Blog da Sandra Cohen Por que derrota de Orbán é triunfo também da União Europeia

Há 21 minutos Blog da Sandra Cohen Oposição vence na Hungria e põe fim a 16 anos de governo de OrbánHá 21 minutosImportunação sexual’Calças abaixadas em cima de mim’: mulheres denunciam médico no RS

Há 10 horas Fantástico Tragédia na SC-355Colisão entre 4 veículos mata casal, dois filhos e amigo da família em SC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Brasileiro trabalha pouco? O que é produtividade e por que ela se tornou central no debate sobre escala 6×1

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 08:45

Trabalho e Carreira Brasileiro trabalha pouco? O que é produtividade e por que ela se tornou central no debate sobre escala 6×1 Economistas e empresários têm citado a baixa produtividade da economia brasileira como um dos argumentos contrários ao fim da escala 6×1. Entenda em 5 pontos o que está em jogo neste debate. Por Thais Carrança

Produtividade do trabalho é a quantidade de bens e serviços que um trabalhador gera, em média, na economia com o seu trabalho.

No Brasil, a produtividade é medida usando o Produto Interno Bruto (PIB), valor gerado por todas as atividades econômicas do país.

O PIB é dividido por trabalhador ou horas trabalhadas — esta forma é usada, por exemplo, pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) para comparar a produtividade entre países.

Segundo dados da OIT para 175 países, o Brasil ocupa apenas a 86ª posição entre as nações mais produtivas do mundo, considerando a produtividade por hora trabalhada.

Economistas e empresários têm citado a baixa produtividade da economia brasileira como um dos argumentos contrários ao fim da escala 6×1. — Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Quando economistas e empresários falam sobre o possível fim da escala 6×1 — aquela em que o funcionário trabalha seis dias na semana e tem apenas um dia de descanso — uma palavra surge com frequência: produtividade.

"A gente tem que ser verdadeiro: aumenta o custo, sim; gera desemprego por causa desse aumento; o país perde produtividade", afirmou Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em entrevista à GloboNews em 11 de março.

"Nenhuma nação foi capaz de enriquecer e pagar melhor sem antes promover ganhos de produtividade relevantes. A discussão que deveríamos estar pautando como obsessão nacional é como ganhar produtividade para pagar mais, melhor, e trabalhar menos", disse Paulo Solmucci, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), em entrevista à BBC News Brasil em fevereiro.

E por que alguns economistas criticam esta centralidade, argumentando que limitar o debate sobre o fim da escala 6×1 a isso pode ser insuficiente?

Produtividade do trabalho é a quantidade de bens e serviços que um trabalhador gera, em média, na economia com o seu trabalho, define Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

"Se você pensar num Starbucks: quantos clientes o trabalhador consegue atender em um dia? Essa é a produtividade dele", exemplifica Naercio Menezes Filho, professor do Insper.

"Se pensar numa indústria automobilística: quantas partes do carro ele consegue botar num automóvel por dia? É um conceito bem intuitivo."

Como é difícil ter acesso aos dados de cada empresa, em economia, a produtividade é medida usando o Produto Interno Bruto (PIB), valor gerado por todas as atividades econômicas do país.

O PIB é dividido por trabalhador ou horas trabalhadas — esta forma é usada, por exemplo, pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) para comparar a produtividade entre países.

A produtividade do trabalho é, por fim, o resultado da produtividade por hora de trabalho, multiplicada pelo total de horas trabalhadas.

Segundo dados da OIT para 175 países, o Brasil ocupa apenas a 86ª posição entre as nações mais produtivas do mundo, considerando a produtividade por hora trabalhada, logo à frente da China (87ª).

O país, no entanto, fica atrás de grandes economias como Estados Unidos (12º), Alemanha (13º) e Reino Unido (22º), mas também de pares latino-americanos, como Chile (53º), Argentina (55º), México (81º) e até mesmo de Cuba (82º).

Gráfico feito por Caroline Souza, da equipe de Jornalismo Visual da BBC News Brasil — Foto: Reprodução

Fernando de Holanda, da FGV, avalia que diversos fatores contribuem para a posição desfavorável do Brasil na comparação internacional, como a baixa qualificação da mão de obra e infraestrutura precária.

Também pesam um ambiente de negócios ruim (com elevada burocracia e tributação complexa, por exemplo) e falhas de mercado que pioram o funcionamento da economia — como incentivos mal desenhados e para setores específicos da atividade, desigualdade no acesso a crédito, entre outras.

Esses fatores reduzem a eficiência das empresas e levam a uma má alocação de recursos na economia, prejudicando a produtividade do país.

Menezes Filho, do Insper, cita ainda o reduzido nível de investimento do Brasil — influenciado pelos juros altos e baixa taxa de poupança — como outro fator que também afeta a produtividade, já que o estoque de capital (como máquinas, equipamentos, edifícios e infraestrutura) e a adoção de novas tecnologias também influenciam no quão produtivos são os trabalhadores.

Outros economistas têm apontado, porém, que a própria forma como a produtividade é mensurada, usando como base o valor adicionado da economia, dividido pelas horas trabalhadas, contribui para a baixa posição do Brasil no ranking.

Isso porque a economia do país é baseada em grande medida na produção agrícola e mineral, e em serviços de baixa complexidade, o que resulta em um valor adicionado menor e, consequentemente, em uma produtividade mais baixa que a de países cuja economia é baseada em uma indústria de alta intensidade tecnológica e serviços mais sofisticados, de maior valor agregado.

Isso não significa que os brasileiros trabalhem menos horas ou se esforcem menos do que os trabalhadores de economias avançadas, observam esses economistas.

No ranking da OIT de média de horas trabalhadas por semana para 167 países, o Brasil ocupa a 93ª posição com uma média de 38,9 horas trabalhadas semanais.

Apesar da baixa posição também neste ranking, o país fica à frente de economias avançadas como EUA (37,5 horas), França (35,5 horas) e Alemanha (33,3 horas) e de vizinhos como Uruguai (36,8 horas) e Argentina (36,5 horas).

No topo deste ranking, com o maior número de horas trabalhadas semanais, estão Butão (54,4 horas), Emirados Árabes Unidos (50,8 horas) e Sudão (50,8 horas), países cujas economias são marcadas por elevada informalidade e peso da agricultura na economia (no caso de Butão e Sudão), e pela forte presença de trabalho de estrangeiros pouco regulamentando (no caso dos Emirados).

Assim, estas não são necessariamente nações cujas economias são consideradas exemplos a serem seguidos por outros países.

Em um estudo recente, o economista Daniel Duque, também pesquisador do Ibre FGV, utilizou uma base de dados disponibilizada pelos economistas Amory Gethin e Emmanuel Saez para analisar quanto os brasileiros trabalham em relação ao que seria esperado, dado o nível de desenvolvimento e o perfil demográfico do país — ou seja, a composição da população por diferentes idades.

Utilizando uma base de 146 países, ele encontrou que os brasileiros trabalham em média 1,2 hora por semana a menos do que o padrão sugerido pelo modelo.

Em comparação, os EUA trabalham 0,9 hora a mais, assim como Rússia (1,6 hora) e África do Sul (1,7 hora). Países como Colômbia (4,1 horas a mais) e China (4,2 horas) são exemplos extremos, com semanas de trabalho de mais de quatro horas acima do padrão, quando controlado por produtividade e demografia.

Na outra ponta, países europeus ricos como Alemanha (-1,8 hora), França (-3,6 horas), Dinamarca (-5,5 horas) e Noruega (-6,6 horas), são exemplos de nações onde, assim como no Brasil, se trabalha menos do que o sugerido pelo modelo.

"Não se pode dizer que o brasileiro trabalha pouco, porque não existe um nível certo de se trabalhar", observa Duque.

"Os EUA trabalham um pouco mais do que o esperado, a Europa trabalha relativamente menos, e todos são países desenvolvidos, então não existe um 'modelo certo'", afirma o economista.

"Não significa que temos que trabalhar mais para sermos desenvolvidos, é uma questão de preferência [da sociedade]. O que o dado mostra é que o brasileiro talvez tenha uma preferência por ser uma país mais perto da Europa, do que de outros países desenvolvidos."

"A produtividade é fundamental quando falamos de bem-estar", afirma Fernando Holanda, do FGV Ibre.

"Não há nenhum país na história com elevada oferta de bens e serviços para sua população em que a produtividade seja muito baixa", observa.

Menezes Filho acrescenta que a produtividade influencia diretamente no PIB per capita (por pessoa), a mais importante medida de bem-estar dos países.

"Quando o PIB per capita aumenta, tem mais riqueza para distribuir para cada pessoa, mantida a desigualdade constante", afirma.

"E o PIB per capita depende da produtividade — o PIB por trabalhador — e do número de trabalhadores em relação ao total de pessoas do país."

O professor do Insper observa que, até recentemente, o Brasil aumentou muito o número de pessoas trabalhando, porque o país tinha uma população jovem.

"Nasciam mais jovens, essas pessoas iam trabalhar e o país crescia. Então, mesmo sem aumento da produtividade, aumentava o PIB per capita", afirma.

"Agora, já estamos em um país que está envelhecendo, então a demografia não está mais a nosso favor e não será mais possível aumentar o PIB per capita só aumentando o número de trabalhadores na população. Então, é preciso aumentar a produtividade de cada um desses trabalhadores."

Assim, para o país se tornar mais rico e desenvolvido no futuro, só existem duas maneiras, resume Menezes Filho: mais gente trabalhando ou maior produtividade.

"O Paul Krugman, que é um economista famoso [ele foi vencedor do Nobel de Economia em 2008], disse uma frase que se tornou emblemática: 'produtividade não é tudo, mas, no longo prazo, é quase tudo'."

Fernando de Holanda é um dos economistas que têm trazido o tema da produtividade para o debate sobre o fim da escala 6×1.

Em um estudo publicado em maio de 2025, ele buscou avaliar o impacto sobre a produtividade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), que propõe a redução da jornada máxima de trabalho no país, de 44 horas, para 36 horas semanais.

Considerando a jornada média de trabalho do país, que era de 38,4 horas semanais em 2024, ele observa que a introdução de uma jornada máxima de 36 horas reduziria a jornada de trabalho em 6,2%. Isso reduziria de forma proporcional o total de horas trabalhadas e, com isso, encolheria também o PIB em 6,2%.

Holanda pondera, porém, que trata-se de um exercício estático (isto é, que mantém todas as demais variáveis constantes), e que é de se esperar que as empresas tomem medidas para mitigar esse impacto — mudando sua forma de trabalhar ou de fazer contratações, por exemplo — o que pode tornar o efeito final da política na economia diferente do calculado.

Ele também observa que, caso a redução da jornada máxima seja para 40 horas, como tem sido discutido no Congresso e é defendido pelo governo Lula por ser uma proposta mais plausível de ser aprovada, o impacto seria menor.

Reduzir jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas ou 36 horas reduziria as horas trabalhadas em 9% e 18%, elevando o salário-hora em 10% e 22%, respectivamente, calcula economista da FGV — Foto: Getty Images

Em um outro artigo, publicado no jornal Valor Econômico em fevereiro, Holanda destaca que uma queda na jornada de trabalho máxima de 44 horas para 40 horas ou 36 horas reduziria as horas trabalhadas em 9% e 18%, respectivamente.

Sem uma redução equivalente de salários, as opções elevariam o salário-hora em 10% e 22%, respectivamente, representando um aumento de custos para as empresas.

"Essa elevação de salários depende de ganhos de produtividade para ser sustentável", argumenta Holanda, no artigo.

Ele observa que, entre 1981 e 2024, a produtividade por hora trabalhada cresceu apenas 0,6% ao ano no Brasil, enquanto a produtividade do trabalho (resultado da produtividade por hora de trabalho, multiplicada pelo total de horas trabalhadas) avançou 0,3% ao ano neste período.

A diferença, segundo ele, se deve à redução da jornada de trabalho trazida pela Constituição de 1988, que determinou a diminuição da jornada máxima de 48 horas para 44 horas semanais.

"Sem ganhos de produtividade, a elevação do salário-hora pode ter impacto negativo sobre a informalidade", observa o economista.

Uma parte importante da informalidade é explicada pela baixa produtividade de trabalhadores que, por conta de sua baixa qualificação, não conseguem produzir o suficiente para se alocarem no mercado formal, diz o pesquisador.

Outros fatores que explicam a informalidade, segundo economistas, são desigualdades regionais, custos e burocracia da formalização, fiscalização insuficiente e a emergência de novas formas de trabalho.

Outros economistas têm criticado a centralidade da produtividade no debate sobre o fim da escala 6×1. Eles também avaliam que a mudança na jornada de trabalho pode ter o efeito contrário àquele estimado em alguns estudos, elevando a produtividade dos trabalhadores.

"Quando se reduz a jornada, isso pode aumentar a produtividade do trabalhador", defende Naercio Menezes Filho.

"Porque ele tem que trabalhar menos horas, vai ficar menos estressado, a qualidade de vida dele vai melhorar. Tudo isso tende a contribuir para um aumento da produtividade, que pode compensar o aumento de custo que as empresas vão ter."

Naercio observa que, reduzindo as horas trabalhadas, mas mantendo o salário dos trabalhadores, há de fato um aumento do salário-hora e um crescimento do custo para as empresas.

Esse aumento de custo foi estimado, em um estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 7,84% em média, no caso de uma jornada de 40 horas semanais.

No estudo, os economistas do Ipea comparam essa alta no custo do trabalho, com aquela que ocorre quando há aumentos reais (ou seja, acima da inflação) do salário-mínimo no país — que chegaram a 12% em 2001, 7,6% em 2012 e 5,6% em 2024.

"Quando se fala de aumento do salário-mínimo, também vem toda essa questão da produtividade", observa Joana Simões, uma das autoras do estudo do Ipea.

"E conseguimos observar na economia, nesse passado recente, que esses aumentos do salário-mínimo não vieram acompanhados de todas aquelas previsões catastróficas. Foram aumentos que foram absorvidos pelo mercado de trabalho."

No estudo do Ipea, os autores criticam estudos como o de Holanda, que, segundo eles, "estimam grandes impactos negativos sobre o PIB", o que não estaria respaldado na experiência histórica brasileira ou internacional, na visão dos autores.

"Esses estudos consideram que a redução de horas [trabalhadas] vai significar uma redução proporcional de PIB, mas sem considerar que, com esse cenário de redução de jornada, as empresas devem repensar sua organização interna, reduzir desperdícios, implantar mudanças tecnológicas e reorganizar turnos de trabalho", enumera Simões.

"Ou seja, tem uma série de fatores de mudança na gestão do tempo que as empresas provavelmente vão considerar e isso vai contribuir para aumentar a produtividade, o que vai ajudar esse impacto do aumento do custo da hora trabalhada a ser absorvido por aquele setor."

Ele observa que, embora as firmas menores possam ter mais dificuldade em absorver a alta de custos, para as empresas maiores, não deve haver grandes problemas.

Isso porque as grandes empresas aproveitam que o trabalhador depende daquele emprego, para pagar um salário menor do que o valor da contribuição produtiva dele para a empresa. Os economistas chamam isso de "poder de monopsônio", explica Menezes Filho.

Em artigo recente, o economista cita estudo de Mayara Felix, professora em Yale (EUA), que estimou que os trabalhadores brasileiros levam para casa apenas 50 centavos de cada dólar que geram de valor para as empresas onde trabalham, parcela menor do que a de trabalhadores de outros países.

"Então, aumentando o salário-hora, chega-se mais próximo da produtividade real desse trabalhador", argumenta Menezes Filho.

"Nesses casos, você nem precisa ter um aumento grande da produtividade, porque o salário pago atualmente está abaixo da produtividade real."

O professor do Insper e a economista do Ipea citam também o exemplo da redução de jornada de trabalho trazida pela Constituição de 1988, que determinou a redução da jornada máxima de 48 horas para 44 horas semanais, e que não resultou em aumento do desemprego.

Menezes Filho destaca ainda que a redução de jornada pode aumentar o tempo de convivência dos trabalhadores com seus filhos, com potenciais impactos no desenvolvimento cognitivo e no aprendizado escolar das crianças. Isso pode aumentar a produtividade futura do país, afirma.

"O fato de a produtividade ser baixa ou alta não tem muito a ver com você introduzir ou não a [mudança de] jornada", argumenta Menezes Filho.

"A produtividade pode ser alta ou baixa, se reduz a jornada, aumenta o custo de trabalho do mesmo jeito. Assim, não é questão do nível da produtividade, mas se ela vai mudar depois da [redução de] jornada. São duas questões diferentes", afirma.

"A produtividade do Brasil é baixa e tem crescido pouco? Tem. Precisa ter maior produtividade em nível para você reduzir a jornada? Não necessariamente."

Para o professor do Insper, aumentar a produtividade deve ser uma preocupação do país sempre. "Se queremos ter um país mais rico, desenvolvido, com menos pobreza e desigualdade, e as pessoas consumindo mais, aumentar a produtividade é um objetivo em si do país", afirma.

Daniel Duque, do FGV Ibre, por sua vez, avalia que o fim da escala 6×1 deve aumentar a produtividade dos trabalhadores na hora trabalhada, mas reduzir a produtividade total, já que eles vão trabalhar menos horas. Assim, ele antecipa que deve haver um efeito negativo sobre a economia, mas pequeno.

"Não vai alterar nossa trajetória de desenvolvimento", avalia. "Existem vários outros caminhos para o aumento da produtividade."

Ele cita como exemplos uma maior abertura comercial, avanços na educação, mudanças na composição tributária (com a redução de impostos sobre o trabalho e o consumo, por exemplo) e uma maior estabilidade institucional e fiscal.

"O que eu acredito que ocorre é que os empresários acham que esses fatores não vão mudar, então, eles precisam segurar o que eles podem, por exemplo, a produtividade total dos trabalhadores deles.

Há 40 minutos Mundo Trump chama papa de ‘fraco’ e diz que ele prejudica a Igreja CatólicaHá 40 minutosBombardeios e destruiçãoFantástico entra no Irã e mostra rotina no país em guerra

Há 11 horas Fantástico Caco Barcellos flagra outdoor com sinal de amor a fogueteHá 11 horasComo é o dia a dia de quem vive sob ataque de mísseis em IsraelHá 11 horasEleição para presidentePeru: direitistas Fujimori e Aliaga saem na frente em disputa por 2º turno

Há 8 minutos Mundo Eleições na Europa CentralOposição vence na Hungria e põe fim a 16 anos de governo de Orbán

Há 3 horas Mundo Quem é Péter Magyar, que deve ser novo premiê Há 3 horasCPI do Crime OrganizadoMaster faturou mais com revenda de consignados do que com juros em 2024

Há 3 horas Política CPI deve ouvir Castro e votar relatório final amanhãHá 3 horasEsquema sofisticadoImagens exclusivas mostram como quadrilha invadia mansões em SP

Há 8 horas Fantástico Tragédia na SC-355Colisão entre 4 veículos mata casal, dois filhos e amigo da família em SC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Com guerra no Oriente Médio, mercado sobe estimativa de novo e passa a prever estouro da meta de inflação neste ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 08:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

Analistas do mercado financeiro elevaram outra vez sua estimativa para a inflação em 2026 e passaram a projetar estouro da meta deste ano. Esta é a quinta semana seguida de aumento.

De acordo com a pesquisa do BC, o mercado passou a projetar que a inflação oficial, medida pelo IPCA, some 4,71% neste ano, contra a projeção anterior de 4,36%.

As expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera nesta segunda acima de US$ 100 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

A inflação de março, divulgada na semana passada pelo IBGE, ja mostra o impacto da guerra nos preços internos. Em 0,88% no mês passado, o índice acelerou e ficou acima das projeções do mercado financeiro.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.Em 4,71% para este ano, a projeção do mercado financeiro supera o teto do sistema de metas – que é de 4,5%. Essa é a primeira vez, desde maio do ano passado, que o mercado estima estouro da meta de inflação em 2026.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa subiu de 3,85% para 3,91%;➡️ Para 2028, a previsão permaneceu em 3,60%.➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

Atualmente, a taxa está em 14,75% ao ano — após o primeiro corte em quase dois anos (autorizado na semana passada pelo BC).

Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para a taxa Selic permaneceu em 12,50% ao ano na última semana, embutindo uma redução no decorrer de 2026.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado de crescimento permaneceu em 1,85%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do IBGE.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro baixou sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano de R$ 5,40 para R$ 5,37 por dólar.

Há 40 minutos Mundo Trump chama papa de ‘fraco’ e diz que ele prejudica a Igreja CatólicaHá 40 minutosBombardeios e destruiçãoFantástico entra no Irã e mostra rotina no país em guerra

Há 11 horas Fantástico Caco Barcellos flagra outdoor com sinal de amor a fogueteHá 11 horasComo é o dia a dia de quem vive sob ataque de mísseis em IsraelHá 11 horasEleição para presidentePeru: direitistas Fujimori e Aliaga saem na frente em disputa por 2º turno

Há 8 minutos Mundo Eleições na Europa CentralOposição vence na Hungria e põe fim a 16 anos de governo de Orbán

Há 3 horas Mundo Quem é Péter Magyar, que deve ser novo premiê Há 3 horasCPI do Crime OrganizadoMaster faturou mais com revenda de consignados do que com juros em 2024

Há 3 horas Política CPI deve ouvir Castro e votar relatório final amanhãHá 3 horasEsquema sofisticadoImagens exclusivas mostram como quadrilha invadia mansões em SP

Há 8 horas Fantástico Tragédia na SC-355Colisão entre 4 veículos mata casal, dois filhos e amigo da família em SC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

EUA dizem que bloqueio naval ao estreito de Ormuz começará em poucas horas e preço do petróleo dispara novamente

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 08:20

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

As Forças Armadas dos EUA afirmaram que farão um bloqueio aos portos iranianos a partir das 11h desta segunda-feira (13), no horário de Brasília.

Os mercados reagiram com nervosismo aos novos acontecimentos do conflito no Oriente Médio. O preço do petróleo voltou a subir com força nesta segunda-feira, com o barril do tipo Brent ultrapassando os US$ 100 — alta de mais de 7% — refletindo temores sobre o impacto do bloqueio no fornecimento global de energia.

Nas redes sociais, o presidente americano, Donald Trump, havia dito, no domingo, que iria "bloquear" todos os navios que tentem entrar ou sair do estreito de Ormuz, uma rota marítima vital para a economia global e que dá acesso aos principais portos iranianos.

Segundo Trump publicou nas redes sociais, ele "instruiu a Marinha a procurar e interceptar toda embarcação em águas internacionais que tenha pago um pedágio ao Irã" para passar por Ormuz.

As Forças Armadas dos EUA afirmaram que farão um bloqueio aos portos iranianos a partir das 11h desta segunda-feira (13), no horário de Brasília.

Os mercados reagiram com nervosismo aos novos acontecimentos do conflito no Oriente Médio. O preço do petróleo voltou a subir com força nesta segunda-feira, com o barril do tipo Brent ultrapassando os US$ 100 — alta de mais de 7% — refletindo temores sobre o impacto do bloqueio no fornecimento global de energia.

Nas redes sociais, o presidente americano, Donald Trump, havia dito, no domingo, que iria "bloquear" todos os navios que tentem entrar ou sair do estreito de Ormuz, uma rota marítima vital para a economia global e que dá acesso aos principais portos iranianos.

Segundo Trump publicou nas redes sociais, ele "instruiu a Marinha a procurar e interceptar toda embarcação em águas internacionais que tenha pago um pedágio ao Irã" para passar por Ormuz.

Desde o início da guerra, o Irã faz um bloqueio seletivo de uma das vias marítimas mais importantes do mundo; só permite a passagem de navios de países que Teerã considera amistosos ou por embarcações que se acredita terem pago um pedágio, estimado em cerca de US$ 2 milhões (R$ 10 milhões).

"Ninguém que pague um pedágio ilegal terá passagem segura no alto-mar", disse Trump, acrescentando que "qualquer iraniano que atirar contra nós, ou contra embarcações pacíficas, será explodido até o inferno".

Mais tarde, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) afirmou que o bloqueio será apenas para navios que entram e saem de portos iranianos.

O Centcom afirmou que não bloqueará embarcações no estreito de Hormuz se elas estiverem a caminho "de e para portos não iranianos".

Pelo menos 60 embarcações passaram pelo estreito — uma média de 10 por dia — desde que o cessar-fogo foi anunciado na noite da última terça-feira (7/4).

Trata-se de um aumento significativo em relação ao período anterior ao cessar-fogo, mas ainda é apenas uma fração do volume pré-guerra, quando cerca de 138 navios atravessavam o estreito diariamente, segundo o Joint Maritime Information Centre.

Após as declarações de Trump, as Forças Navais do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) afirmaram que quaisquer embarcações militares que se aproximem do estreito de Ormuz serão consideradas como estando em violação do cessar-fogo e serão "tratadas severamente".

Em um comunicado publicado por veículos iranianos, as Forças Navais acrescentam que, "ao contrário das falsas alegações de alguns funcionários inimigos", o estreito de Ormuz está "aberto para a passagem inocente [trânsito livre] de embarcações não militares, sob controle e gestão inteligentes, em conformidade com regulamentos específicos" do Irã.

A ameaça de Trump, porém, afetaria apenas um pequeno número de embarcações que ainda navegam pela via, segundo o especialista em transporte marítimo Lars Jensen.

"Se isso for realmente feito pelos americanos, vai interromper um fluxo muito pequeno de navios. No contexto geral, isso não muda realmente nada", afirma.

Jensen, diretor-executivo da Vespucci Maritime, diz que a ameaça de Trump de impedir a passagem segura de quaisquer navios que paguem pedágios ao Irã também teria pouco impacto, já que qualquer empresa que fizesse isso já estaria sujeita a sanções por pagar ao regime.

"Antes de tudo, são pouquíssimos navios que passam. Ainda menos são os que pagam, e aqueles que pagam já estarão sujeitos a sanções americanas", diz.

Trump também comentou as negociações conduzidas por seu vice, J.D. Vance, em Islamabad, capital do Paquistão.

O presidente disse nas redes sociais que "a reunião foi boa, a maioria dos pontos foi acordada, mas o único ponto que realmente importava, nuclear, não foi".

Segundo Trump, após "quase 20 horas" de negociações, "há apenas uma coisa que importa — o Irã não está disposto a abrir mão de suas ambições nucleares".

Donald Trump também afirmou que o Irã retornará à mesa de negociações e "nos dará tudo o que queremos".

Em uma entrevista ao Sunday Morning Futures, programa da Fox News, Trump declarou que os negociadores dos EUA conseguiram "praticamente todos os pontos de que precisávamos", exceto o nuclear.

Ele afirmou ainda que o Irã não "deixou a mesa de negociações". "Prevejo que eles voltem e nos deem tudo o que queremos", declarou.

O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, que liderou a delegação de Teerã nas conversas no Paquistão, afirmou no domingo (12/4) que agora é o momento de os EUA "decidirem se podem conquistar nossa confiança ou não".

Em uma publicação no X, Ghalibaf diz que enfatizou antes das negociações que o Irã tinha "boa-fé e vontade", mas, devido às experiências de duas guerras anteriores, não tinha "nenhuma confiança no lado oposto".

Ele afirma que a delegação iraniana "apresentou iniciativas voltadas para o futuro, mas o lado oposto acabou não conseguindo conquistar a confiança da delegação iraniana nesta rodada de negociações".

Ele prossegue: "Não cessaremos por um momento sequer nossos esforços para consolidar as conquistas dos quarenta dias da defesa nacional do Irã".

Ele acrescentou que as negociações foram "intensas" e agradeceu ao Paquistão por facilitá-las.

Respondendo a comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, Ghalibaf disse em um comunicado no último domingo que "essas ameaças não têm efeito sobre os iranianos" e que o Irã não irá "se render sob ameaças".

No centro desta guerra, o estreito de Ormuz é uma das rotas de energia mais importantes do mundo, que conecta os produtores do Oriente Médio aos principais mercados da Ásia-Pacifico, da Europa e América do Norte.

Desde que o Irã anunciou seu fechamento, no dia 2 de março, logo após os primeiros ataques de Israel e dos Estados Unidos, a rota se tornou um dos epicentros da atual guerra no Oriente Médio.

Até então, cerca de 20% de todo o petróleo consumido no planeta passava por ali. Esse petróleo não vem apenas do Irã, mas também de países do Golfo, como Iraque, Kuwait, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

Quase 90% desse volume segue para a Ásia. A China, sozinha, recebe cerca de 38%, seguida por Índia, Coreia do Sul e Japão.

Além disso, o estreito é uma rota essencial para o gás natural liquefeito, usado como combustível na indústria, no transporte e no aquecimento de residências em vários países.

No sentido contrário, é pelo estreito de Ormuz que entram alimentos, medicamentos e outros produtos essenciais para o Oriente Médio.

Antes do conflito, cerca de 130 embarcações passavam pelo estreito de Ormuz todos os dias. Hoje, esse fluxo caiu para cinco ou seis navios — uma redução de cerca de 95%.

Qualquer instabilidade no estreito de Ormuz tem impacto quase imediato no restante do mundo, afetando preços, cadeias de abastecimento e economias inteiras.

Há 15 minutos Mundo Trump chama papa de ‘fraco’ e diz que ele prejudica a Igreja CatólicaHá 15 minutosBombardeios e destruiçãoFantástico entra no Irã e mostra rotina no país em guerra

Há 10 horas Fantástico Caco Barcellos flagra outdoor com sinal de amor a fogueteHá 10 horasComo é o dia a dia de quem vive sob ataque de mísseis em IsraelHá 10 horasEleições na Europa CentralOposição vence na Hungria e põe fim a 16 anos de governo de Orbán

Há 3 horas Mundo Quem é Péter Magyar, que deve ser novo premiê Há 3 horasCPI do Crime OrganizadoMaster faturou mais com revenda de consignados do que com juros em 2024

Há 3 horas Política CPI deve ouvir Castro e votar relatório final amanhãHá 3 horasEsquema sofisticadoImagens exclusivas mostram como quadrilha invadia mansões em SP

Há 8 horas Fantástico Tragédia na SC-355Colisão entre 4 veículos mata casal, dois filhos e amigo da família em SC

Há 1 hora Pop & Arte 🎧 PodcastO ASSUNTO: Ronaldo Caiado e suas chances na corrida presidencial

0

PREVIOUS POSTSPage 2 of 3NEXT POSTS