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MBRF avança em parceria com fundo saudita na Sadia Halal em preparação para oferta de ações

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 14/04/2026 11:44

Economia Negócios MBRF avança em parceria com fundo saudita na Sadia Halal em preparação para oferta de ações BRF aportará US$ 2,07 bilhões em ativos na Sadia Halal, enquanto fundo saudita poderá elevar participação na joint venture para até 40% antes da abertura de capital. Por Reuters

A empresa de alimentos MBRF anunciou nesta terça-feira (14) que conseguiu todas as aprovações necessárias de autoridades para formar uma parceria com o fundo soberano da Arábia Saudita no Oriente Médio, em preparação para uma futura oferta de ações (IPO) da Sadia Halal, plataforma de produção e distribuição da companhia na região.

A BRF, que é parte da brasileira MBRF, vai fazer parte da Sadia Halal por meio da contribuição de US$2,07 bilhões em ativos.

Eles incluem as empresas de distribuição localizadas na Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuweit e Omã; as fábricas situadas na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos; e seu negócio de exportações diretas para clientes na região.

O acordo prevê que a Halal Products Development Company (HPDC), subsidiária do fundo soberano saudita, aumente sua participação na parceria para até 20% até o final do primeiro semestre do próximo ano ou até o IPO da Sadia Halal.

"Esse aumento deverá se dar integralmente mediante venda de ações detidas pela BRF GmbH à HPDC. A HPDC segue com a possibilidade de atingir a participação de 40% até o IPO da Sadia Halal", diz o comunicado.

Com base no contrato de investimento, a HPDC deverá contribuir à Sadia Halal, no dia do fechamento do contrato, com o montante de US$ 24,3 milhões e, até 31 de dezembro de 2026, com US$ 73,1 milhões, ambas em transações primárias.

A HPDC deverá então adquirir da BRF GmbH, até 30 de junho de 2027, ações da Sadia Halal no valor de US$170,5 milhões, em uma transação secundária.

Pelo acordo, aumentos subsequentes deverão observar a divisão de 50% em transações primárias e 50% em transações secundárias.

Segundo a MBRF, o compromisso da HPDC de aumentar sua participação na Sadia Halal "reforça a consolidação da Sadia Halal como plataforma global de produção e distribuição de alimentos com certificação halal em preparação a seu IPO a partir de 2027, sujeito às condições de mercado e obrigações regulatórias aplicáveis".

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Ministério do Trabalho demite secretário após inclusão da BYD na ‘lista suja’ e cita ‘ato administrativo’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Trabalho e Carreira Ministério do Trabalho demite secretário após inclusão da BYD na ‘lista suja’ e cita ‘ato administrativo’ Sindicato e Associação dos auditores-fiscais do trabalho afirmam que a exoneração está ligada à inclusão da BYD na “lista suja”. A montadora entrou no cadastro e foi retirada dois dias depois por decisão da Justiça. Por Redação g1, g1 — São Paulo

O secretário de Inspeção do Trabalho, Luiz Felipe Brandão de Mello, foi exonerado do cargo após incluir a montadora chinesa BYD na chamada “lista suja”.

A empresa entrou no cadastro na última segunda-feira (6) e foi retirada dois dias depois, na quarta-feira (8), após decisão da Justiça.

O Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho do Estado da Bahia (Safiteba) e a Associação Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (Anafitra) afirmam que a exoneração estaria relacionada à inclusão da BYD na “lista suja”.

Em nota, o Ministério do Trabalho afirmou que a exoneração “trata de ato administrativo de gestão, de prerrogativa de ministro de Estado”.

O secretário de Inspeção do Trabalho, Luiz Felipe Brandão de Mello, foi exonerado do cargo após incluir a montadora chinesa BYD na chamada “lista suja”, que reúne empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão.

A empresa entrou no cadastro na última segunda-feira (6) e foi retirada dois dias depois, na quarta-feira (8), após decisão da Justiça. Fontes disseram ao g1 que o secretário teria desobedecido a uma ordem do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para não incluir a montadora na lista.

O Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho do Estado da Bahia (Safiteba) e a Associação Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (Anafitra) afirmam que a exoneração estaria relacionada à inclusão da BYD na “lista suja”.

Segundo profissionais ligados à área de fiscalização, uma das chefes da Coordenação-Geral de Combate ao Trabalho Escravo assinou a atualização da “lista suja” conforme os procedimentos legais, incluindo a BYD.

O ministro teria orientado o adiamento da inclusão, sem apresentar justificativa técnica, e também solicitado a exoneração da servidora — o que não foi acatado pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT).

Diante da recusa, o secretário acabou sendo exonerado. A demissão foi oficializada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (13). Em nota enviada ao g1, o Ministério do Trabalho afirmou que a exoneração “trata de ato administrativo de gestão, de prerrogativa de ministro de Estado”.

O g1 procurou o secretário de Inspeção do Trabalho, Luiz Felipe Brandão de Mello, que não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários.

O Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho do Estado da Bahia (Safiteba) manifestou indignação com a exoneração, afirmando que o caso ocorreu “em circunstâncias que indicam possível interferência indevida na atuação técnica e legal da fiscalização trabalhista no país”.

A entidade criticou a atuação do ministro Luiz Marinho, apontando o uso de mecanismos considerados controversos – como a avocação – para influenciar decisões e criar uma instância de natureza política sobre a inclusão de empresas na “lista suja”.

O sindicato também destacou que há uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que questiona a legalidade dessas intervenções.

Na mesma linha, a Associação Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (Anafitra) afirmou que a exoneração ocorre em meio a uma sequência de interferências em processos já concluídos e representa um possível sinal de retaliação institucional.

Para a entidade, as medidas colocam em risco a autonomia da fiscalização, enfraquecem o combate aos abusos trabalhistas e podem comprometer a credibilidade da “lista suja”, considerada uma ferramenta central nesse enfrentamento.

“A exoneração de uma autoridade por cumprir a lei é um fato extremamente grave”, afirmou Rodrigo Carvalho, auditor-fiscal do trabalho e membro da coordenação executiva nacional da Anafitra. “Isso fragiliza a autonomia da fiscalização e coloca em risco uma política pública construída ao longo de décadas”, completou.

A demissão do secretário é o episódio mais recente de tensão entre o governo Lula e os auditores-fiscais do trabalho, servidores tradicionalmente independentes responsáveis por investigar abusos trabalhistas graves. O ministro Luiz Marinho já foi alvo de críticas por suposta interferência na atuação desses profissionais, especialmente em casos envolvendo grandes empresas.

Pelas regras do governo, a “lista suja” deve ser atualizada a cada seis meses – o último prazo ocorreu em 6 de abril. Além do impacto à reputação, a inclusão no cadastro pode restringir o acesso das empresas a linhas de crédito em instituições financeiras.

No ano passado, Marinho realizou revisões consideradas incomuns em investigações conduzidas por auditores, o que teria impedido a inclusão de algumas empresas, entre elas uma divisão da JBS. Segundo fontes, Luiz Felipe Brandão de Mello se opôs a essas decisões, e a recusa em atender à orientação no caso da BYD foi vista como o ponto decisivo para sua exoneração.

A montadora BYD entrou no cadastro após o resgate de trabalhadores chineses em dezembro de 2024. Ao todo, 163 trabalhadores haviam sido contratados para atuar na construção da fábrica da empresa em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (BA).

Eles foram encontrados em alojamentos superlotados, sem condições adequadas de conforto e higiene, e sob vigilância de seguranças armados, que impediam a saída do local.

Segundo as autoridades, os passaportes eram retidos e os contratos incluíam cláusulas ilegais, como jornadas exaustivas e ausência de descanso semanal.

Um dos trabalhadores ouvidos pelo Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA) associou um acidente com uma serra ao cansaço causado pela falta de folgas.

O órgão também apontou que todos entraram no país de forma irregular, com vistos para serviços especializados que não correspondiam às atividades exercidas na obra.

Na ocasião, a BYD informou que a construtora terceirizada Jinjiang Construction Brazil Ltda. cometeu irregularidades e que, por isso, decidiu encerrar o contrato com a empresa.

A montadora afirmou ainda que não tolera desrespeito à legislação brasileira nem à dignidade humana e determinou a transferência de parte dos trabalhadores para hotéis da região.

No fim de 2025, o MPT-BA firmou um acordo de R$ 40 milhões com a montadora e duas empreiteiras, após ajuizar ação civil pública por trabalho análogo à escravidão e tráfico de pessoas.

Após o acordo, a BYD afirmou manter “compromisso inegociável” com os direitos humanos e disse que se manifestaria nos autos da ação. (leia a íntegra da nota da ocasião)

A empresa entrou na “lista suja” na última segunda-feira (6), mas foi retirada dois dias depois, na quarta-feira (8), por decisão da Justiça. A medida é temporária e vale até o julgamento final do processo.

A BYD ingressou com um mandado de segurança para contestar a inclusão no cadastro. A decisão foi tomada pelo juiz Luiz Fausto Marinho de Medeiros, da 16ª Vara do Trabalho de Brasília (TRT-10), após pedido apresentado pela montadora.

Os trabalhadores, no entanto, foram contratados por empresas terceirizadas responsáveis pela obra. A BYD afirma que não era a empregadora direta e que apenas contratou essas empresas. (veja a decisão)

Auditores-fiscais do trabalho do MTE realizam constantemente ações de combate ao trabalho análogo à escravidão, que podem contar com a participação de integrantes da Defensoria Pública da União, dos Ministérios Públicos Federal e do Trabalho, da Polícia Federal, Polícia Rodoviária, entre outras forças policiais.Quando, durante essas ações, são encontrados trabalhadores em condição análoga à escravidão, um auto de infração é lavrado.Cada auto de infração gera um processo administrativo, no qual as irregularidades são apuradas e os empregadores têm direito à defesa.Pessoas físicas ou jurídicas só são incluídas na “lista suja” quando o processo administrativo que julgou o auto específico de trabalho análogo à escravidão em relação àquele empregador é concluído, com decisão sem possibilidade de recurso.

Existe um canal específico para denúncias de trabalho análogo à escravidão: é o Sistema Ipê, disponível pela internet. O denunciante não precisa se identificar, basta acessar o sistema e inserir o maior número possível de informações.

A ideia é que a fiscalização possa, a partir dessas informações do denunciante, analisar se o caso de fato configura trabalho análogo à escravidão e realizar as verificações no local.

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Meta cria ‘clone’ de Mark Zuckerberg com inteligência artificial, diz jornal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Tecnologia Meta cria 'clone' de Mark Zuckerberg com inteligência artificial, diz jornal Ferramenta aprenderá sobre a estratégia da empresa para conversar com funcionários. A ideia é que todos na companhia (e fora dela) tenham seu próprio agente de IA no futuro. Por Redação g1

Atual avatar de Mark Zuckerberg no Horizon (esquerda) e versão prometida com futura atualização (direita) — Foto: Reprodução

A Meta está trabalhando em um personagem de inteligência artificial que imita os trejeitos, o tom de voz e as declarações públicas de Mark Zuckerberg, CEO da companhia. A informação foi dada pelo jornal "Financial Times”.

O jornal diz ainda que a IA também estaria aprendendo sobre os pensamentos do CEO a respeito da estratégia da empresa, com a ideia de que poderia conversar com funcionários da Meta sem ocupar o executivo – ou quando ele não quiser fazer isso pessoalmente.

Essa não é a primeira vez que Zuckerberg afirma querer ter sua "própria" IA. No final de março, o “Wall Street Journal" relatou que o CEO queria que "todos dentro e fora da companhia" tivessem seu próprio agente de IA.

No final de 2024, a Meta anunciou a chegada do Creator AI, um recurso que permite criar "clones" de pessoas famosas em suas plataformas.

A ideia era gerar respostas automatizadas com o estilo do criador de conteúdo para as mensagens enviadas por fãs.

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Trump Phone: celular da marca de Donald Trump ganha nova versão e mantém visual dourado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Tecnologia Trump Phone: celular da marca de Donald Trump ganha nova versão e mantém visual dourado Aparelho traz mudanças nas especificações e ainda não tem data de lançamento; 'preço promocional' é de US$ 499 (R$ 2.500). Por Redação g1

A Trump Mobile, empresa de telefonia móvel ligada ao presidente Donald Trump, apresentou a nova versão do Trump Phone T1.

Trump Phone: celular da marca de Donald Trump ganha nova versão e mantém visual dourado — Foto: Reprodução/Trump Mobile

A Trump Mobile, empresa de telefonia móvel ligada ao presidente Donald Trump, apresentou a nova geração do Trump Phone T1, um celular que a companhia afirma ser inteiramente fabricado nos Estados Unidos.

O primeiro Trump Mobile foi lançado em junho de 2025 e trouxe um design com características que, segundo a empresa, valorizam os Estados Unidos.

O novo modelo mantém o visual dourado e traz, na parte traseira, a bandeira norte-americana acompanhada da marca "Trump Mobile".

O novo aparelho ainda não está à venda, mas interessados já podem se cadastrar em uma lista de espera. No site oficial, ele aparece com "preço promocional" de US$ 499 (cerca de R$ 2.500 na conversão direta). A empresa não informou a data de lançamento do T1.

Em seu site, a Trump Mobile afirma que o aparelho foi desenvolvido com foco em "inovação americana" e diz que equipes dos EUA participaram do design e do controle de qualidade do produto.

De acordo com o site de tecnologia The Verge, que teve acesso antecipado ao modelo, a fabricação ocorre em Miami, na Flórida.

Segundo a publicação, o novo T1 também teve as especificações atualizadas. A tela é OLED de 6,78 polegadas, e o conjunto de câmeras inclui uma lente principal de 50 megapixels, uma ultrawide de 8 megapixels e uma teleobjetiva (voltada para capturar imagens à distância) também de 50 megapixels.

A bateria tem capacidade de 5.000 mAh e suporte a carregamento de 30W. O aparelho roda o sistema Android, do Google.

A marca de telefonia móvel da Organização Trump foi lançada em junho de 2025, com a proposta de oferecer aparelhos fabricados nos Estados Unidos e atendimento ao cliente baseado no país.

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Gemini, IA do Google, aumenta integração com Gmail e YouTube para personalizar respostas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Tecnologia Gemini, IA do Google, aumenta integração com Gmail e YouTube para personalizar respostas Aplicativo analisa histórico para identificar quando pode apresentar uma resposta mais pessoal. Recurso será liberado primeiro para assinantes, mas chegará à versão gratuita nas próximas semanas. Por Victor Hugo Silva, g1

O Gemini agora pode analisar seu histórico do Gmail, do YouTube, da busca e do Fotos e identificar quando pode apresentar uma resposta mais pessoal.

A promessa do recurso Inteligência Personalizada é se adaptar à experiência de cada usuário para dar informações mais precisas.

O recurso já tinha sido liberado nos Estados Unidos e foi anunciado nesta terça-feira (14) para o Brasil.

Ele ficará disponível primeiro para quem paga os planos mensais de IA do Google (Plus, Pro e Ultra), mas será liberado nas próximas semanas para usuários da versão gratuita.

O Gemini, assistente de inteligência artificial do Google, agora pode analisar seu histórico do Gmail, do YouTube, da busca e do Fotos e identificar por conta própria quando pode apresentar uma resposta a partir das informações da sua conta.

A promessa do recurso Inteligência Personalizada é se adaptar à experiência de cada usuário para dar informações mais precisas. O recurso já tinha sido liberado nos Estados Unidos e foi anunciado nesta terça-feira (14) para o Brasil.

Ele ficará disponível primeiro para quem paga os planos mensais de IA do Google (Plus, Pro e Ultra), mas será liberado nas próximas semanas para usuários da versão gratuita do Gemini.

Para garantir a privacidade, a integração fica desativada por padrão, e o usuário pode decidir se deseja conectar o Gemini a outros aplicativos de sua conta Google. É possível ainda conectar apenas alguns dos serviços ao assistente.

O Gemini já buscava informações em outros aplicativos quando eles eram citados por usuários. Com a mudança, vai apresentar sugestões por conta própria sempre que identificar que elas podem ser úteis, explicou o Google.

"Este recurso representa nosso próximo passo para tornar o Gemini mais pessoal, proativo e poderoso", disse vice-presidente para a divisão do assistente de IA do Google, Josh Woodward.

O Google divulgou um exemplo em que o usuário diz que precisa substituir os pneus de seu carro e pede sugestões de modelos. A partir das imagens do carro salvas no Google Fotos, o aplicativo conseguiu indicar pneus para aquele determinado veículo.

Segundo a empresa, as sugestões não deverão aparecer em interações mais complexas. "O Gemini evita fazer suposições proativas sobre dados sensíveis, como sua saúde, mas vai discutir essas informações com você se for questionado", continuou Woodward.

O assistente também permitirá tirar a personalização de respostas ao clicar em "Tentar de novo". E é possível fornecer comentários sobre erros nas sugestões ao clicar em "Não gostei".

O Google admitiu que o Gemini poderá ter dificuldades com o tempo ou nuances, como mudanças de relacionamento ou em assuntos de interesse. A empresa disse que, se a resposta não for adequada, será possível corrigir o assistente na hora.

Inteligência Personalizada, recurso do Gemini que se integra a outros aplicativos do Google — Foto: Divulgação/Google

Inteligência Personalizada, recurso do Gemini que se integra a outros aplicativos do Google — Foto: Divulgação/Google

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BNDES aprova financiamento de R$ 279 milhões para projetos de inovação da Embraer

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Vale do Paraíba e Região BNDES aprova financiamento de R$ 279 milhões para projetos de inovação da Embraer Financiamento do BNDES será destinado à pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias para a linha de produtos da fabricante de aeronaves. Por g1 Vale do Paraíba e Região

O BNDES aprovou um financiamento de R$ 279 milhões para apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Embraer.

Os recursos serão usados em estudos e novas tecnologias que podem ser aplicadas aos modelos de aeronaves já fabricados pela Embraer.

Com sede em São José dos Campos (SP), a Embraer é uma das principais fabricantes de aeronaves do mundo e atua em diferentes segmentos da aviação.

Segundo o BNDES, o investimento faz parte de uma estratégia para fortalecer a inovação no setor e ampliar a competitividade da indústria brasileira no mercado internacional.

Atualmente, a empresa emprega mais de 21 mil pessoas no país e mantém fábricas em cidades do interior de São Paulo, além de centros de engenharia em Minas Gerais e Santa Catarina.

Vista da sede da Embraer, em São José dos Campos, interior de SP — Foto: Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 279 milhões para apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Embraer. O anúncio foi feito pelo banco nesta terça-feira (14).

De acordo com o BNDES, os recursos serão usados em estudos e novas tecnologias que podem ser aplicadas aos modelos de aeronaves já fabricados pela Embraer.

Com sede em São José dos Campos (SP), a Embraer é uma das principais fabricantes de aeronaves do mundo e atua em diferentes segmentos da aviação, como comercial, executiva, agrícola e de defesa. A maior parte da produção é destinada ao mercado externo.

Segundo o BNDES, o investimento faz parte de uma estratégia para fortalecer a inovação no setor e ampliar a competitividade da indústria brasileira no mercado internacional.

Atualmente, a empresa emprega mais de 21 mil pessoas no país e mantém fábricas em cidades do interior de São Paulo, além de centros de engenharia em Minas Gerais e Santa Catarina.

Em 2025, a Embraer registrou receita de R$ 41,9 bilhões, o maior resultado da história da companhia, impulsionado principalmente pelos segmentos de aviação executiva e defesa.

No começo de abril, a fabricante divulgou um balanço afirmando que entregou 44 aviões no primeiro trimestre de 2026. De acordo com a empresa, o número representa alta de 47% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram entregues 30 aeronaves nos primeiros três meses do ano.

A alta foi puxada pelo segmento comercial. Foram entregues dez aviões no primeiro trimestre de 2026, sendo três do modelo E195-E2, a maior aeronave atualmente em produção pela Embraer nesse segmento. Nos primeiros três meses de 2025, foram entregues sete aeronaves comerciais – alta de 43%.

50 vídeos BNDES Embraer São José dos Campos Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

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Porto e Fleury desistem de criar nova empresa com a Oncoclínicas

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,974-0,47%Dólar TurismoR$ 5,171-0,4%Euro ComercialR$ 5,871-0,1%Euro TurismoR$ 6,113-0,06%B3Ibovespa198.529 pts0,27%MoedasDólar ComercialR$ 4,974-0,47%Dólar TurismoR$ 5,171-0,4%Euro ComercialR$ 5,871-0,1%Euro TurismoR$ 6,113-0,06%B3Ibovespa198.529 pts0,27%MoedasDólar ComercialR$ 4,974-0,47%Dólar TurismoR$ 5,171-0,4%Euro ComercialR$ 5,871-0,1%Euro TurismoR$ 6,113-0,06%B3Ibovespa198.529 pts0,27%Oferecido por

As negociações para a criação de uma nova empresa entre Porto Seguro, Oncoclínicas e Fleury foram oficialmente encerradas, após a desistência das três companhias.

A Porto Seguro informou, em fato relevante divulgado nesta terça-feira (14), que notificou a Oncoclínicas sobre sua decisão de encerrar as tratativas relacionadas à possível transação.

Com isso, a empresa de saúde fica liberada da cláusula de exclusividade prevista no acordo firmado anteriormente.

Na véspera, o Fleury já havia comunicado ao mercado que decidiu abandonar as negociações envolvendo uma potencial operação com a Porto Seguro e a Oncoclínicas.

As tratativas começaram em março e tinham como objetivo a criação de uma nova companhia que reuniria clínicas de oncologia atualmente pertencentes à Oncoclínicas.

O projeto previa investimentos conjuntos de cerca de R$ 500 milhões por parte de Porto Seguro e Fleury, que ficariam no controle do negócio.

A iniciativa também fazia parte de uma estratégia para reorganizar a estrutura financeira da Oncoclínicas, que enfrenta dívidas superiores a R$ 4 bilhões.

A ideia era permitir a renegociação desses passivos, inclusive com a possibilidade de conversão em participação na nova empresa.

Apesar do potencial de consolidação no setor de saúde, o acordo ainda estava em fase inicial e dependia de auditorias, definições internas e aprovação de órgãos reguladores.

Com o fim das negociações, as empresas seguem caminhos independentes, encerrando um movimento que chegou a gerar expectativa no mercado sobre uma reestruturação relevante no segmento de oncologia.

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Valores a receber: mais de 47 milhões de pessoas ainda têm dinheiro esquecido nos bancos; veja como sacar os recursos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 09:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%Oferecido por

Banco Central informou nesta terça-feira (14) que ainda existem, nas instituições financeiras, R$ 10,55 bilhões em "recursos esquecidos" pelos clientes.

Sistema do BC permite consultar se pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas deixaram valores para trás em bancos, consórcios ou outras instituições.

Entretanto, recentemente, o Ministério da Fazenda informou que não há prazo para clientes resgatarem os valores nas instituições financeiras.

O Banco Central (BC) informou nesta terça-feira (14) que ainda existem, nas instituições financeiras, R$ 10,55 bilhões em "recursos esquecidos" pelos clientes. O balanço considera valores contabilizados até fevereiro deste ano.

R$ 8,15 bilhões são recursos de 47 milhões de pessoas físicas;R$ 2,4 bilhões são valores de 5,06 milhões de empresas.

Até o momento, o Banco Central informou que já foram devolvidos R$ 14,14 bilhões em recursos que estavam esquecidos nas instituições financeiras.

O sistema do BC permite consultar se pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas deixaram valores para trás em bancos, consórcios ou outras instituições.

O prazo oficial para buscar os recursos teria, em tese, acabado em 16 de outubro de 2024. Entretanto, o Ministério da Fazenda informou que não há prazo para clientes resgatarem os valores nas instituições financeiras.

O único site no qual é possível fazer a consulta e saber como solicitar a devolução dos valores para pessoas jurídicas ou físicas, incluindo falecidas, é o https://valoresareceber.bcb.gov.br.

🔑Via sistema do Banco Central, os valores só serão liberados para aqueles que fornecerem uma chave PIX para a devolução.

📞Caso não tenha uma chave cadastrada, é preciso entrar em contato com a instituição para combinar a forma de recebimento. Outra opção é criar uma chave e retornar ao sistema para fazer a solicitação.

💰No caso de valores a receber de pessoas falecidas, é preciso ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal para consultá-los. Também é necessário preencher um termo de responsabilidade.

Após a consulta, é preciso entrar em contato com as instituições nas quais há valores a receber e verificar os procedimentos.

Desde maio do ano passado, o BC informou que é possível habilitar uma solicitação automática de resgate de valores a receber.

Agora, quem quiser, pode automatizar as solicitações. As demais funcionalidades do sistema continuam iguais.

"O propósito é facilitar ainda mais a vida do cidadão, que não precisará consultar o sistema periodicamente nem registrar manualmente a solicitação de cada valor que existe em seu nome", informou o Banco Central, na ocasião.

Para habilitar, é necessário acessar o SVR com uma conta gov.br de nível prata ou ouro e verificação em duas etapas ativadas.A solicitação automática é exclusiva para pessoas físicas e está disponível apenas para quem possui chave PIX do tipo CPF. Quem ainda não possui essa chave deve cadastrá-la junto à sua instituição financeira.O cidadão não receberá aviso do Banco Central quando algum valor for devolvido. O crédito será feito diretamente pela instituição financeira na conta do cidadão.As instituições financeiras que não aderiram ao termo de devolução via PIX continuarão exigindo solicitação manual. Isso também se aplica a valores oriundos de contas conjuntas.

🚨Atenção: o governo não entra em contato solicitando dados pessoais ou informações extras para a devolução dos recursos por mensagem ou ligação telefônica. Fique atento e se proteja de golpes.

Em fevereiro, o Banco Central mudou a verificação de segurança do Sistema Valores a Receber para evitar fraudes.

📱O acesso continua a ser feito com a conta gov.br , nível prata ou ouro. Mas o aplicativo passou a exigir duas etapas de verificação de segurança.

📲Quem não tem o gov.br no celular, precisa primeiro baixar o aplicativo. Depois, é necessário preencher as informações e fazer a validação facial para liberar as duas etapas.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre abaixo de R$ 5 com foco em negociações de cessar-fogo no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 09:52

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Após fechar abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dois anos na véspera, o dólar abre esta terça-feira (14) com investidores atentos aos desdobramentos da guerra no Irã, incluindo a possibilidade de cessar-fogo. Por volta das 9h01, a moeda americana caía 0,41%, a R$ 4,9762. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️Com o fracasso nas negociações com o Irã, novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, melhoraram o humor dos investidores ontem. Ele afirmou ter recebido uma ligação de “pessoas certas do Irã” e disse que elas “querem muito fechar um acordo”.

▶️Nesta terça, embaixadores de Líbano e Israel se reúnem em Washington para discutir um possível cessar-fogo, tema central nas negociações com EUA e Irã. Também expectativa de que EUA e Irã retomem conversas no Paquistão ainda nesta semana, segundo agência.

🛢️ O tipo Brent, referência global, caía 0,32% por volta das 8h47, negociado a US$ 99,04 por barril. Já o WTI (West Texas Intermediate), usado como referência nos EUA, recuava 1,80%, a US$ 97,30

▶️ No Brasil, a preocupação é o impacto da guerra sobre os combustíveis. O bloqueio do Estreito de Ormuz voltou a acender o alerta entre analistas, devido aos possíveis efeitos sobre o petróleo e os preços no país.

▶️Na agenda econômica, os destaques são os dados do setor de serviços de fevereiro no Brasil, divulgados pelo IBGE, e o índice de preços ao produtor (PPI) nos Estados Unidos.

Representantes de Líbano e Israel se reúnem nesta terça, em Washington, para iniciar negociações sobre um possível cessar-fogo, em meio à escalada do conflito no Oriente Médio.

O encontro ocorre com mediação do governo americano e faz parte das discussões mais amplas que envolvem também Irã e EUA.

Apesar da iniciativa diplomática, ainda há impasses importantes. Israel afirma que não negociará com o Hezbollah, enquanto o grupo libanês rejeita as conversas e diz que não respeitará qualquer acordo firmado. O governo libanês, por outro lado, demonstra abertura ao diálogo.

Os confrontos, no entanto, continuam intensos. Ataques recentes de Israel no Líbano deixaram milhares de mortos, enquanto foguetes lançados pelo Hezbollah também atingem o território israelense. O controle de áreas estratégicas segue sendo disputado.

🔎 A inclusão do Líbano em um eventual acordo de cessar-fogo é um dos principais pontos de divergência. Enquanto EUA e Israel consideram que o país não faz parte da trégua, Irã e outros mediadores defendem que os ataques ao território libanês deveriam ser interrompidos.

Segundo a agência de notícias Reuters, EUA e Irã podem retomar as negociações para finalizar a guerra entre os dois países nos próximos dias, possivelmente ainda nesta semana.

No final de semana passado, a primeira rodada de negociações entre EUA e Irã por um fim definitivo da guerra terminou sem acordo.

Na Ásia, as bolsas da China e de Hong Kong fecharam em alta nesta terça-feira, impulsionadas pelo otimismo dos investidores com a possível retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã.

O índice de Xangai subiu 0,95%, aos 4.026 pontos, enquanto o CSI300 avançou 1,19%, aos 4.701 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 0,82%, aos 25.872 pontos.

Outros mercados asiáticos também acompanharam o movimento positivo, como o Nikkei, do Japão, que subiu 2,43%, aos 57.877 pontos, e o Kospi, da Coreia do Sul, que avançou 2,74%, aos 5.967 pontos.

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Consumo de petróleo deve cair em 2026 após crise de oferta, diz agência de energia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 09:52

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Segundo a agência, o consumo mundial de petróleo em 2026 deve alcançar 104,26 milhões de barris por dia em média, contra 104,34 milhões em 2025.

Preço do barril de petróleo cai após declaração de Trump de que guerra no Oriente Médio está perto do fim — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A Agência Internacional de Energia (AIE) prevê que o mundo vai consumir menos petróleo em 2026. Isso acontece por causa de uma forte redução de oferta provocada pela guerra no Oriente Médio.

Segundo a agência, o consumo mundial de petróleo em 2026 deve alcançar 104,26 milhões de barris por dia em média, contra 104,34 milhões em 2025.

"A demanda mundial de petróleo deve recuar 80.000 barris por dia, em média, em 2026", afirma a agência, que previa um crescimento de 730.000 barris diários, no relatório do mês passado.

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No segundo trimestre, o consumo deve alcançar 102,07 milhões de barris por dia, ou seja, uma queda prevista de 1,5 milhão em um ano.

"Inicialmente, as reduções mais marcantes do consumo de petróleo foram observadas no Oriente Médio e na Ásia-Pacífico", em particular para o combustível de aviação e o gás de petróleo liquefeito (GLP), muito utilizado para cozinhar, destacou a AIE.

"No entanto, a queda da demanda deve prosseguir enquanto persistir a escassez e o aumento dos preços", advertiu a agência, que destacou o "choque de oferta de petróleo mais grave da história".

Em março, a oferta mundial de petróleo caiu 10,1 milhões de barris por dia, a 97 milhões, devido aos ataques contra as infraestruturas de energia do Golfo e às restrições registradas no abastecimento de petróleo no Estreito de Ormuz.

Em contrapartida, a Rússia teve um bom resultado: as receitas do país com exportações de petróleo dobraram de fevereiro para março, passando de US$ 9,7 bilhões de dólares para US$ 19 bilhões.

Um crescimento impulsionado pelo aumento dos preços e pelo avanço das exportações de petróleo bruto e de produtos petrolíferos.

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