RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Abono salarial PIS/Pasep 2026 terá novo pagamento na quarta-feira; veja quem tem direito

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 02:55

Trabalho e Carreira Abono salarial PIS/Pasep 2026 terá novo pagamento na quarta-feira; veja quem tem direito Benefício no valor de até um salário-mínimo é concedido anualmente a trabalhadores e servidores que atendem aos requisitos do programa; entenda. Por Redação g1 — São Paulo

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento na quarta-feira (15).

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento nesta quarta-feira (15). Desta vez, o benefício será destinado aos trabalhadores que nasceram nos meses de março e abril.

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

➡️ O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e a servidores públicos (Pasep) que atendem aos requisitos do programa.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O banco de recebimento, data e os valores, inclusive de anos anteriores, estão disponíveis para consulta no aplicativo Carteira de Trabalho Digital e no portal gov.br.

Em fevereiro, o Ministério do Trabalho efetuou o pagamento para os trabalhadores nascidos em janeiro. Em março, foi a vez dos aniversariantes de fevereiro.

Estar inscrito no programa há pelo menos cinco anos;Ter trabalhado com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias no ano-base (2024);Ter recebido até o limite de renda estipulado para o ano (neste caso, R$ 2.765,93);E ter os dados informados corretamente pelo empregador na RAIS ou no eSocial.

O benefício é pago a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e a servidores públicos (Pasep) que cumpram essas condições.

Empregado doméstico;Trabalhadores rurais empregados por pessoa física;Trabalhadores urbanos empregados por pessoa física;Trabalhadores empregados por pessoa física equiparada a jurídica.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, a estimativa é de que 26,9 milhões de trabalhadores sejam beneficiados em 2026, com um total de R$ 33,5 bilhões em pagamentos.

A partir deste ano, o pagamento do PIS/Pasep passa a seguir datas fixas. Os valores serão liberados sempre no dia 15 do mês correspondente ao mês de nascimento — ou no primeiro dia útil seguinte, caso a data caia em fim de semana ou feriado.

O encerramento anual dos pagamentos ocorrerá no último dia útil bancário do ano, conforme as regras do Banco Central, que passa a ser a data-limite para o saque do abono.

O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores. — Foto: Marcello Casal Jr.

Há 2 horas Economia Por que Trump decidiu bloquear Ormuz após tanto defender sua aberturaHá 2 horasEconomiaQual é a hora de comprar dólar? Especialistas recomendam melhor estratégia

Há 1 hora Economia Dólar abaixo de R$ 5: o que explica a queda da moeda americana?Há 1 horaEncontro nos EUARepresentantes do Líbano e de Israel se reúnem hoje para debater cessar-fogo

Há 2 horas Mundo Clima pesado e desconfianças: como foi a reunião entre EUA e Irã no PaquistãoHá 2 horasNos EUAEsposa monitorada e passaporte cancelado: veja bastidores da prisão de Ramagem

Há 3 horas Política Vista para o lago, 5 quartos: Ramagem mora em casa de R$ 4,4 milhões na FlóridaHá 3 horasCarro usado por Ramagem para buscar a esposa levou agentes a descobrir seu endereçoHá 3 horasMulher de Ramagem não trabalha há 148 dias na PGE-RRHá 3 horasNovidade 📱GloboPop traz novas formas de acompanhar as notícias; veja como funciona

Há 3 horas Pop & Arte 🎧 PodcastO ASSUNTO: fim da era Orbán na Hungria e o futuro da extrema-direita global

Há 2 minutos O Assunto Escândalo sexualJuiz rejeita ação de Trump que pedia US$ 10 bilhões por reportagem sobre ligação com Epstein

Há 8 horas Mundo Fim das indiretas’Não tenho medo’: como o papa Leão endureceu o discurso contra Trump

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena pode pagar R$ 45 milhões nesta terça-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 01:17

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 45 milhões nesta terça-feira Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.996 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 45 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (14), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

Há 41 minutos Economia Por que Trump decidiu bloquear Ormuz após tanto defender sua aberturaHá 41 minutosEconomiaQual é a hora de comprar dólar? Especialistas recomendam melhor estratégia

Há 1 hora Economia Dólar abaixo de R$ 5: o que explica a queda da moeda americana?Há 1 horaEncontro nos EUARepresentantes do Líbano e de Israel se reúnem hoje para debater cessar-fogo

Há 3 minutos Mundo Clima pesado e desconfianças: como foi a reunião entre EUA e Irã no PaquistãoHá 3 minutosNos EUAEsposa monitorada e passaporte cancelado: veja bastidores da prisão de Ramagem

Há 56 minutos Política Vista para o lago, 5 quartos: Ramagem mora em casa de R$ 4,4 milhões na FlóridaHá 56 minutosCarro usado por Ramagem para buscar a esposa levou agentes a descobrir seu endereçoHá 56 minutosMulher de Ramagem não trabalha há 148 dias na PGE-RRHá 56 minutosNovidade 📱GloboPop traz novas formas de acompanhar as notícias; veja como funciona

Há 55 minutos Pop & Arte Escândalo sexualJuiz rejeita ação de Trump que pedia US$ 10 bilhões por reportagem sobre ligação com Epstein

Há 6 horas Mundo Fim das indiretas’Não tenho medo’: como o papa Leão endureceu o discurso contra Trump

Há 29 minutos Mundo Trump chama Leão XIV de ‘fraco’ e Papa reage a provocaçõesHá 29 minutosTrump posta imagem de IA em que aparece como Jesus e depois apagaHá 29 minutosPrevisão do tempo 🌧️❄️Chuva ganha força no Norte e Nordeste; Sul tem manhãs mais frias

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de 2 anos: qual é a hora de comprar?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 01:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%Oferecido por

O dólar encerrou esta segunda-feira (13) a R$ 4,99, abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde março de 2024.

Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que a resposta não é tão simples. O cenário é favorável, mas a estratégia recomendada é comprar aos poucos, de acordo com o objetivo de cada investidor.

Já na compra para investimento, a recomendação é focar no longo prazo e tratar o dólar como proteção, mantendo parte do patrimônio dolarizada independentemente do cenário, acrescenta o especialista.

A recente queda do dólar reflete, em grande parte, a instabilidade global provocada por ações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — levando investidores a buscar alternativas em países como o Brasil.

Diante das incertezas em torno das ações de Trump, porém, o cenário ainda é volátil. "Por isso, usar esse movimento para decidir comprar um volume maior ou tudo o que você precisa para os próximos dias é um risco muito grande", alerta Galhardo.

Após sucessivas quedas, o dólar encerrou esta segunda-feira (13) a R$ 4,99, abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde março de 2024.

Seria, então, o momento ideal para comprar? Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que a resposta não é tão simples. O cenário é favorável, mas a estratégia recomendada é comprar aos poucos, de acordo com o objetivo de cada investidor.

"Para uma viagem, o recomendado é sempre fracionar a compra em pelo menos três períodos até o dia do embarque. Assim, você consegue um preço médio e evita aquela sensação de ter comprado mal", afirma Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

Já na compra para investimento, a recomendação é focar no longo prazo e tratar o dólar como proteção, mantendo parte do patrimônio dolarizada independentemente do cenário, acrescenta o especialista.

André Galhardo, economista-chefe da consultoria Análise Econômica, tem a mesma leitura. Ele defende que a compra da moeda seja diluída, com o objetivo de equilibrar o preço médio.

"Se existe uma necessidade de compra de moeda estrangeira, eu diria que a melhor estratégia é comprar um pouco por dia, por semana, buscando fazer um preço médio interessante. Apostar na continuidade da valorização da moeda brasileira é um risco", diz.

A recente queda do dólar reflete, em grande parte, a instabilidade global provocada por ações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — levando investidores a buscar alternativas em países como o Brasil. Além disso, a taxa de juros elevada por aqui reforça esse movimento. (leia mais abaixo)

Diante das incertezas em torno das ações de Trump, porém, o cenário ainda é volátil. "Por isso, usar esse movimento para decidir comprar um volume maior ou tudo o que você precisa para os próximos dias é um risco muito grande", alerta Galhardo.

Apesar da cautela, analistas do mercado veem este como um bom momento para adquirir a moeda — desde que com compras diluídas.

Edson Mendes, sócio-fundador da Private Investimentos, afirma que a queda do dólar à faixa de R$ 5 representa uma "boa oportunidade" para reforçar a posição na moeda (ou seja, na composição da carteira de investimentos), já que a projeção do mercado é de que encerre 2026 acima de R$ 5,37.

Sérgio Samuel dos Santos, economista do Sistema Ailos, tem a mesma avaliação. Para ele, o nível atual é um "bom patamar para diversificação da carteira ou compra parcial da moeda". Ele também recomenda a aquisição aos poucos, para garantir um preço médio.

Na mesma linha, Rafael Minotto, analista da Ciano Investimentos, vê a janela como uma boa oportunidade de compra. Ele pondera, porém, que o dólar é sensível a variáveis como guerra, juros, petróleo e cenário fiscal. "O investidor precisa estar ciente dos riscos de volatilidade", afirma.

A recente queda do dólar reflete o aumento da instabilidade global provocado por ações de Donald Trump. Diante das incertezas comerciais e geopolíticas, investidores têm buscado diversificar suas aplicações, com maior alocação em mercados emergentes — como o Brasil.

🔎 Como já mostrou o g1, parte dos recursos tem migrado dos EUA para outros mercados. Esse fluxo, somado à atratividade das empresas brasileiras, amplia a entrada de capital no país — pressionando o dólar para baixo.

A guerra no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro, interrompeu a queda do dólar no início do ano e levou a moeda a oscilar em patamares mais elevados em março, acima de R$ 5,30. Em abril, porém, voltou a cair, diante de um frágil cessar-fogo e sinais de um possível acordo de paz entre EUA e Irã.

Além do cenário externo, especialistas afirmam que a queda do dólar também reflete o fato de o Brasil ter um dos maiores juros reais do mundo. Na prática, investidores buscam esses rendimentos, o que atrai capital, aumenta a oferta de dólares e pressiona a moeda para baixo.

“Há ainda a abundância na exportação de commodities, o que torna o movimento mais sustentável, especialmente em um momento como o atual, em que o país é menos afetado por conflitos geopolíticos", afirma Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

Rafael Costa, fundador da Cash Wise Investimentos, lembra que o movimento de desvalorização do dólar é global. Ele avalia que faz parte de uma estratégia do próprio presidente Donald Trump, com o objetivo de enfraquecer a moeda para atrair mais investimentos aos EUA.

"Faz parte do modus operandi econômico de Trump, que combina a desvalorização da moeda com a elevação de barreiras tarifárias para levar a produção de volta aos EUA. Assim, o movimento global ocorre de forma intencional, para tornar mais lucrativo produzir no país do que importar", conclui.

Há 41 minutos Economia Por que Trump decidiu bloquear Ormuz após tanto defender sua aberturaHá 41 minutosEconomiaQual é a hora de comprar dólar? Especialistas recomendam melhor estratégia

Há 1 hora Economia Dólar abaixo de R$ 5: o que explica a queda da moeda americana?Há 1 horaEncontro nos EUARepresentantes do Líbano e de Israel se reúnem hoje para debater cessar-fogo

Há 3 minutos Mundo Clima pesado e desconfianças: como foi a reunião entre EUA e Irã no PaquistãoHá 3 minutosNos EUAEsposa monitorada e passaporte cancelado: veja bastidores da prisão de Ramagem

Há 56 minutos Política Vista para o lago, 5 quartos: Ramagem mora em casa de R$ 4,4 milhões na FlóridaHá 56 minutosCarro usado por Ramagem para buscar a esposa levou agentes a descobrir seu endereçoHá 56 minutosMulher de Ramagem não trabalha há 148 dias na PGE-RRHá 56 minutosNovidade 📱GloboPop traz novas formas de acompanhar as notícias; veja como funciona

Há 55 minutos Pop & Arte Escândalo sexualJuiz rejeita ação de Trump que pedia US$ 10 bilhões por reportagem sobre ligação com Epstein

Há 6 horas Mundo Fim das indiretas’Não tenho medo’: como o papa Leão endureceu o discurso contra Trump

Há 29 minutos Mundo Trump chama Leão XIV de ‘fraco’ e Papa reage a provocaçõesHá 29 minutosTrump posta imagem de IA em que aparece como Jesus e depois apagaHá 29 minutosPrevisão do tempo 🌧️❄️Chuva ganha força no Norte e Nordeste; Sul tem manhãs mais frias

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Bloqueio do Estreito de Ormuz pode pressionar petróleo e afetar preços de combustíveis no Brasil; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 01:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,997-0,29%Dólar TurismoR$ 5,192-0,21%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.001 pts0,34%Oferecido por

O bloqueio do Estreito de Ormuz pelos Estados Unidos nesta segunda-feira (13) voltou a preocupar analistas do mercado financeiro, diante dos possíveis efeitos nos preços do petróleo e de eventuais riscos para os combustíveis no Brasil.

🔎 O estreito é uma das principais vias marítimas para o comércio global de petróleo, e a interrupção do transporte pelo canal pode limitar a oferta e pressionar os preços da commodity no mercado mundial.

De acordo com a CEO da Magno Investimentos, Olívia Flôres de Brás, o aumento da tensão entre os Estados Unidos e o Irã deixou de ser um fator secundário e passou a "influenciar diretamente a formação de preços globais", principalmente por atingir um ponto crítico da cadeia de energia.

"Como uma parcela relevante do petróleo global passa por essa região que, agora, está sob risco, o mercado passa a lidar com maior incerteza sobre oferta, o que se traduz em juros mais pressionados", diz.

Ainda segundo a executiva, esse cenário também se reflete nas expectativas para os preços do petróleo.

"O Brent [referência internacional] vinha sendo projetado entre US$ 75 e US$ 85 ao longo de 2026. Esse era o cenário de normalidade: crescimento moderado, oferta ajustada e sem grandes rupturas. Mas esse cenário não existe mais", afirma.

"Com o aumento da tensão envolvendo Irã e o Estreito de Ormuz, o mercado passa a precificar a possibilidade de interrupção. Quando o risco entra, o preço sobe antes do problema acontecer. Hoje, as revisões já começam a apontar para um intervalo mais próximo de US$ 85 a US$ 95 neste ano", completa.

Segundo especialistas consultados pelo g1, apesar de não haver projeção de desabastecimento de combustíveis no Brasil, o aumento dos preços do petróleo no mercado internacional já começa a pressionar a inflação — cenário que pode piorar caso a guerra se estenda.

"Entendemos que não haverá desabastecimento, mas, conforme mostram os preços atuais, cresce a expectativa de um petróleo mais caro por mais tempo", avalia Felipe Oliveira, economista-chefe da MAG Investimentos.

“O IPCA [inflação oficial do país] já mostrou impacto da guerra, especialmente com o aumento dos preços dos combustíveis. Esse efeito tende a se intensificar se o conflito perdurar, devido ao impacto indireto da alta do diesel sobre a cadeia de distribuição no Brasil”, completa.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na última semana, indicaram que a inflação de março subiu 0,88% em relação ao mês anterior, acima do esperado por economistas (0,7%).

O principal impacto veio do grupo Transportes (1,64%), pressionado pela alta dos combustíveis, de 4,59%.

“A combinação entre restrições de oferta no mercado internacional e repasses domésticos acabou se refletindo nos preços ao consumidor e já aparece nos dados da inflação de março”, disse o gerente do IPCA do IBGE, Fernando Gonçalves, durante a divulgação do índice.

Segundo Brás, da Magno Investimentos, o impacto sobre os preços dos combustíveis tende a depender mais da duração do conflito do que das oscilações diárias do petróleo.

“No curto prazo, pode haver estabilidade, com ajustes contidos e comunicação mais cautelosa. Já no médio prazo, entre um e três meses, o repasse começa a aparecer, primeiro de forma parcial e depois de maneira mais direta. No longo prazo, o repasse é inevitável, seja via preço na bomba ou via inflação”, conclui.

Desde que os bombardeios começaram, na madrugada de 28 de fevereiro, as incertezas sobre a duração e a intensidade do conflito fizeram o preço do barril do petróleo subir de forma acentuada e já se refletiram no Brasil.

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostraram que o preço do diesel ao consumidor subiu R$ 0,05 na primeira semana de março, para R$ 6,08. No dia 14 do mesmo mês, o valor já havia alcançado R$ 6,80.

Na última sexta-feira, dados da agência indicaram que os preços médios do diesel na bomba caíram pela primeira vez desde o início do conflito, mas seguem em patamares elevados. De acordo com a ANP, o recuo foi de 0,2%, para R$ 7,43. Na gasolina, a redução foi de apenas R$ 0,01, para R$ 6,77.

Há 41 minutos Economia Por que Trump decidiu bloquear Ormuz após tanto defender sua aberturaHá 41 minutosEconomiaQual é a hora de comprar dólar? Especialistas recomendam melhor estratégia

Há 1 hora Economia Dólar abaixo de R$ 5: o que explica a queda da moeda americana?Há 1 horaEncontro nos EUARepresentantes do Líbano e de Israel se reúnem hoje para debater cessar-fogo

Há 3 minutos Mundo Clima pesado e desconfianças: como foi a reunião entre EUA e Irã no PaquistãoHá 3 minutosNos EUAEsposa monitorada e passaporte cancelado: veja bastidores da prisão de Ramagem

Há 56 minutos Política Vista para o lago, 5 quartos: Ramagem mora em casa de R$ 4,4 milhões na FlóridaHá 56 minutosCarro usado por Ramagem para buscar a esposa levou agentes a descobrir seu endereçoHá 56 minutosMulher de Ramagem não trabalha há 148 dias na PGE-RRHá 56 minutosNovidade 📱GloboPop traz novas formas de acompanhar as notícias; veja como funciona

Há 55 minutos Pop & Arte Escândalo sexualJuiz rejeita ação de Trump que pedia US$ 10 bilhões por reportagem sobre ligação com Epstein

Há 6 horas Mundo Fim das indiretas’Não tenho medo’: como o papa Leão endureceu o discurso contra Trump

Há 29 minutos Mundo Trump chama Leão XIV de ‘fraco’ e Papa reage a provocaçõesHá 29 minutosTrump posta imagem de IA em que aparece como Jesus e depois apagaHá 29 minutosPrevisão do tempo 🌧️❄️Chuva ganha força no Norte e Nordeste; Sul tem manhãs mais frias

0

NO OLD POSTSPage 4 of 4NEXT POSTS