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FMI fecha acordo com a Argentina para liberar US$ 1 bilhão em novos fundos

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FMI fecha acordo com a Argentina para liberar US$ 1 bilhão em novos fundos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 14:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,06%Dólar TurismoR$ 5,187-0,12%Euro ComercialR$ 5,8930,08%Euro TurismoR$ 6,132-0,1%B3Ibovespa197.230 pts-0,72%MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,06%Dólar TurismoR$ 5,187-0,12%Euro ComercialR$ 5,8930,08%Euro TurismoR$ 6,132-0,1%B3Ibovespa197.230 pts-0,72%MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,06%Dólar TurismoR$ 5,187-0,12%Euro ComercialR$ 5,8930,08%Euro TurismoR$ 6,132-0,1%B3Ibovespa197.230 pts-0,72%Oferecido por

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta quarta-feira (15) que chegou a um novo acordo com a Argentina e vai liberar US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4,9 bilhões) ao país.

Esse valor faz parte de um programa maior, de US$ 20 bilhões (quase R$ 100 bilhões), criado para ajudar a economia argentina a se recuperar.

Esse acordo, que tem duração de quatro anos, foi fechado há cerca de um ano para substituir um empréstimo anterior ainda maior, de US$ 44 bilhões.

Na prática, o dinheiro serve para dar fôlego ao governo do presidente Javier Milei, permitindo reorganizar as contas do país e desmontar restrições antigas ao uso de dólares, conhecidas como controle cambial.

A Argentina tem um longo histórico com o FMI — este é o 23º acordo com o organismo internacional, que tem sede em Washington. Isso mostra a dificuldade recorrente do país em equilibrar sua economia e evitar crises.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta quarta-feira (15) que chegou a um novo acordo com a Argentina e vai liberar US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4,9 bilhões) ao país.

Esse valor faz parte de um programa maior, de US$ 20 bilhões (quase R$ 100 bilhões), criado para ajudar a economia argentina a se recuperar.

Esse acordo, que tem duração de quatro anos, foi fechado há cerca de um ano para substituir um empréstimo anterior ainda maior, de US$ 44 bilhões.

🔎Na prática, o dinheiro serve para dar fôlego ao governo do presidente Javier Milei, permitindo reorganizar as contas do país e desmontar restrições antigas ao uso de dólares, conhecidas como controle cambial.

A Argentina tem um longo histórico com o FMI — este é o 23º acordo com o organismo internacional, que tem sede em Washington. Isso mostra a dificuldade recorrente do país em equilibrar sua economia e evitar crises.

Segundo o próprio FMI, as medidas adotadas pelo governo ganharam força nos últimos meses. O órgão destacou que Milei conseguiu mais apoio político para implementar mudanças e avançou em áreas importantes, como o controle da inflação e da taxa de câmbio.

Esses avanços começaram a ajudar o país a recompor suas reservas internacionais, que funcionam como uma “poupança” em moeda estrangeira.

Essas reservas são fundamentais porque garantem que a Argentina consiga pagar dívidas e manter a estabilidade da economia. Por isso, investidores e analistas acompanham de perto se o país está conseguindo aumentar esse caixa.

Quando aprovou a primeira etapa do programa, em julho do ano passado, o FMI chegou a reduzir a meta de reservas, já que a Argentina não conseguiu cumprir o objetivo inicial.

Ainda assim, nos últimos meses, o Banco Central argentino voltou a comprar dólares no mercado para reforçar suas reservas e pagar compromissos da dívida.

Só em 2026, essas compras já somam mais de US$ 5,5 bilhões. Mesmo assim, o nível total de reservas ainda é considerado baixo, porque o país continua usando parte desse dinheiro para quitar dívidas.

Esse novo repasse do FMI acontece em um contexto mais amplo de ajuda internacional. Em 2025, por exemplo, a Argentina recebeu uma primeira parcela de US$ 12 bilhões dentro desse mesmo acordo, e o total de apoio de organismos internacionais chega a cerca de US$ 42 bilhões.

Na ocasião, o governo conseguiu flexibilizar o controle sobre o dólar, que existia há anos. Agora, a moeda americana pode variar dentro de uma faixa de valores, o que dá mais liberdade ao mercado e facilita transações, como importações, exportações e envio de lucros para o exterior.

Ainda assim, o sucesso do plano depende justamente da capacidade do país de continuar fortalecendo suas reservas e manter a confiança de investidores.

A inflação na Argentina ficou em 3,4% em março, acelerando em relação aos 2,9% de fevereiro e atingindo o maior nível mensal em um ano. Apesar disso, no acumulado de 12 meses, o índice desacelerou levemente para 32,6%.

Os maiores aumentos de preços vieram de educação, transporte e serviços básicos como energia e habitação, além de alimentos.

Após uma melhora ao longo de 2024, a inflação voltou a mostrar resistência em 2025, mantendo-se entre 2% e 3% ao mês e voltando a subir gradualmente.

O controle da inflação é um dos principais objetivos do governo, que busca mantê-la abaixo de 2% ao mês para avançar na flexibilização do mercado de câmbio e consolidar a recuperação econômica do país.

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