RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Em maior emissão de títulos internacionais da história, Brasil capta 5 bilhões de euros no mercado europeu

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 21:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

O Tesouro Nacional informou nesta quarta-feira (15) que o governo brasileiro captou 5 bilhões de euros por meio de uma oferta de títulos públicos no mercado europeu. Segundo o Tesouro, a operação teve demanda maior do que o previsto e marcou a maior emissão de títulos internacionais da história do país.

Mais cedo nesta quarta, o Tesouro Nacional havia anunciado a oferta de títulos denominados em euros, ao destacar que se tratava de um retorno ao mercado europeu após mais de uma década de ausência de emissões nesse segmento.

"Conseguimos uma captação histórica", disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan, em entrevista a jornalistas em Washington.

"Voltamos agora ao mercado europeu com grande sucesso e vamos prospectar novos mercados ainda até o fim do ano."

Os novos títulos têm vencimentos em 4 anos (EURO 2030), 7 anos (EURO 2033) e 10 anos (EURO 2036), com operação liderada pelos bancos BBVA, BNP Paribas, Bank of America e UBS.

De acordo com o Tesouro, a emissão totalizou 2 bilhões de euros com o título de quatro anos, com um retorno final ao investidor de 4,240% ao ano.

O papel de sete anos totalizou 1,5 bilhão de euros emitidos e retorno de 5,031% ao ano. O título de dez anos também teve emissão de 1,5 bilhão de euros, com retorno de 5,627% ao ano.

Segundo o Tesouro, a demanda para os títulos superou em mais de três vezes o volume emitido, com expressiva participação de investidores não residentes. Cerca de 69% das operações vieram da Europa e 9% da Ásia. Outros 13% vieram da América Latina, incluindo o Brasil, e o restante da América do Norte.

"Os resultados com alta demanda, alto volume e spreads baixos evidenciam a confiança dos investidores na robustez e atratividade da dívida soberana brasileira", disse o Tesouro.

O Tesouro havia informado na terça-feira (14) o início de conversas com investidores sobre a emissão, argumentando que o governo busca oferecer referência para outros emissores domésticos e contribuir para a "diversificação cambial" da dívida pública.

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Valor é 5,92% maior que os R$ 1.621 em vigor em 2026. Projeção está no texto da LDO de 2027, que será enviado hoje ao Congresso.

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TCU determina que governo elabore plano para reformular regras do uso de aviões da FAB por autoridades

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 18:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que a Casa Civil, Ministério da Defesa e o Comando da Aeronáutica elaborem um plano de ação conjunto para reformular a estrutura regulatória do emprego de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) para o transporte de autoridades em 30 dias.

De acordo com o TCU, as medidas que estarão no plano deverão ser adotadas no prazo de até 180 dias.

Algumas das determinações que os órgãos deverão estabelecer critérios objetivos que deverão ser seguidos nos pedidos de uso de aeronaves da FAB.

As medidas são fruto de uma fiscalização cujo objetivo foi o de avaliar a legalidade, economicidade e eficiência no uso das aeronaves da FAB para atendimento de necessidades de deslocamento de autoridades.

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que a Casa Civil, Ministério da Defesa e o Comando da Aeronáutica elaborem um plano de ação conjunto para reformular a estrutura regulatória do emprego de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) para o transporte de autoridades em 30 dias.

De acordo com o TCU, as medidas que estarão no plano deverão ser adotadas no prazo de até 180 dias.

Algumas das determinações que os órgãos deverão estabelecer critérios objetivos que deverão ser seguidos nos pedidos de uso de aeronaves da FAB:

demonstrar a efetiva necessidade do emprego da FAB e não da aviação comercial;demonstração da necessidade de presença dos membros da comitiva para o cumprimento da agenda da autoridade;identificação dos passageiros, com descrição dos cargos e CPF;demonstração do risco para a segurança da autoridade em voo comercial.

As medidas são fruto de uma fiscalização cujo objetivo foi o de avaliar a legalidade, economicidade e eficiência no uso das aeronaves da FAB para atendimento de necessidades de deslocamento de autoridades.

O caso chegou ao TCU por solicitação de parlamentares. Com isso, foi realizada uma auditoria operacional que abrangeu o período de março de 2020 a julho de 2024.

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EUA anunciam novas sanções contra o petróleo do Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 18:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

O Departamento do Tesouro dos EUA anunciou nesta quarta-feira (15) medidas contra a infraestrutura de transporte de petróleo do Irã.

A ação faz parte da campanha de “pressão econômica máxima” contra o regime iraniano, informou o governo do presidente Donald Trump.

Em comunicado, o Departamento do Tesouro afirma que as sanções têm como alvo uma rede ligada ao magnata iraniano do transporte de petróleo Mohammad Hossein Shamkhani.

Ele é filho de Ali Shamkhani, figura-chave nas áreas de segurança e política nuclear do Irã, morto em ataques dos EUA e de Israel contra Teerã em 28 de fevereiro.

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (15) medidas contra a infraestrutura de transporte de petróleo do Irã, ao impor sanções a mais de 20 pessoas, empresas e embarcações.

A ação faz parte da campanha de “pressão econômica máxima” contra o regime iraniano, informou o governo do presidente Donald Trump. As medidas entram em vigor já nesta quarta.

Em comunicado, o Departamento do Tesouro afirma que as sanções têm como alvo uma rede ligada ao magnata iraniano do transporte de petróleo Mohammad Hossein Shamkhani.

Ele é filho de Ali Shamkhani, figura-chave nas áreas de segurança e política nuclear do Irã, morto em ataques dos Estados Unidos e de Israel contra Teerã em 28 de fevereiro.

“O Tesouro está agindo de forma agressiva com a Operação Fúria Econômica, ao mirar elites do regime, como a família Shamkhani, que tentam lucrar às custas do povo iraniano”, disse o secretário do Tesouro, Scott Bessent, em comunicado.

O Departamento do Tesouro também sancionou o cidadão iraniano Seyed Naiemaei Badroddin Moosavi, que, segundo o órgão, atua como financiador do Hezbollah, além de três empresas ligadas a um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo a venda de petróleo iraniano em troca de ouro venezuelano.

O Comando Militar conjunto do Irã afirmou nesta quarta-feira que as Forças Armadas do país agirão para bloquear o fluxo comercial no Mar Vermelho caso o bloqueio dos EUA contra embarcações iranianas persista.

A Guarda Revolucionária iraniana afirmou que não permitirá importações e exportações no Golfo Pérsico e no Mar de Omã.

O Irã também questionou a efetividade da medida ameracana, afirmando que duas embarcações iranianas conseguiram furar o bloqueio marítimo e atravessaram o Estreito de Ormuz.

Segundo a agência estatal Fars, um petroleiro de grande porte, capaz de carregar 2 milhões de barris de petróleo, atravessou o estreito rumo ao Golfo Pérsico e, depois, um navio graneleiro carregando produtos alimentícios fez o mesmo.

O bloqueio naval dos EUA está sendo realizado principalmente no Golfo de Omã e no Mar Arábico, a sudeste do Estreito de Ormuz, e não em cima do estreito propriamente dito. Washington afirmou que a costa e os portos iranianos também estão bloqueados.

De acordo com a agência de notícias Mehr, o Irã irá utilizar portos alternativos no sul para contornar o bloqueio.

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Governo estima salário mínimo de R$ 1.717 em 2027

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 17:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

O governo federal estima que o salário mínimo suba para R$ 1.717 em janeiro de 2027, com pagamento a partir de fevereiro.

A projeção está no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, que será enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional.

🔎A LDO é a norma que define as metas e prioridades do governo para o ano seguinte. Ela precisa ser aprovada pelo Congresso e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), que representa o Orçamento do ano.

Atualmente, o salário mínimo está em R$ 1.621, após um reajuste de 6,79% concedido neste ano.Com isso, o reajuste do salário mínimo em 2026, se confirmada a projeção da área econômica, será 5,92%, o equivalente a R$ 96.

O valor, entretanto, ainda pode mudar. O salário mínimo definitivo só será conhecido em dezembro deste ano — quando será divulgado o INPC de novembro.

a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 12 meses até novembro – como prevê a Constituição;o índice de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores. No caso de 2027, vale o PIB de 2025 — que somou 2,3%.

No governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, a correção do salário mínimo se dava apenas pela inflação do ano anterior, sem aumento real.

No início do terceiro mandato do governo Lula, o salário mínimo passou a ser corrigido pela soma da inflação do ano anterior com a variaçã do PIB de dois anos antes (modelo do governo petista de Dilma Rousseff).

Em 2024, porém, o governo propôs, e o Congresso aprovou, uma limitação do aumento real (acima da inflação) a um teto 2,5% (o mesmo do arcabouço fiscal para as demais despesas).

A medida tem como objetivo adequar o crescimento do piso salarial do país aos limites definidos pelo novo arcabouço fiscal. O teto valerá até 2030.

O reajuste do salário mínimo em 2026, se confirmada a projeção da área econômica, será 5,92%, o equivalente a R$ 96. — Foto: Natalia Filippin/G1

De acordo com informações divulgadas em maio pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 61,94 milhões de pessoas no Brasil.

Além dos trabalhadores que, por contrato, recebem um salário mínimo (ou múltiplos do mínimo), há também as aposentadorias e benefícios como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) vinculados ao mesmo valor.

O Dieese calcula que 29,27 milhões de beneficiários do INSS têm seus rendimentos atrelados ao salário mínimo.

"O peso relativo da massa de benefícios equivalentes a até um salário mínimo é de 46% e corresponde a 70,8% do total de beneficiários, segundo o Boletim Estatístico da Previdência de setembro de 2025", informou o Dieese, em janeiro deste ano.

O Dieese calcula que 29,27 milhões de beneficiários do INSS têm seus rendimentos atrelados ao salário mínimo — Foto: Reprodução

Instituído em janeiro de 1936 no governo Getúlio Vargas por meio da lei 185, o salário mínimo completou 90 anos de existência no começo deste ano.

"Embora definido em 1936 com base nas necessidades alimentares do trabalhador e da trabalhadora, logo se percebeu que a legislação precisava especificar que o salário mínimo deveria ser aplicado a homens e a mulheres, e mais tarde que deveria considerar as necessidades das famílias trabalhadoras. Ao longo dos anos, porém, seu valor veio sendo corroído, atendendo cada vez menos às necessidades básicas do trabalhador e da trabalhadora", avaliou o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, em publicação do Dieese sobre o tema.

O próprio Dieese calcula que o salário mínimo mínimo mensal necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 7.425,99, ou 4,58 vezes o mínimo reajustado em R$ 1.621.

O cálculo leva em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

Economistas ponderam, entretanto, que o reajuste real do salário mínimo, ou seja, acima da inflação do ano anterior, é um fator de forte aumento de gastos públicos — o que pressiona para cima a taxa de juros da economia e prejudica o crescimento sustentado do país.

A recomendação de alguns analistas é de que o governo volte a adotar o formato anterior, do governo Bolsonaro, sem alta acima da inflação, ou seja, "desindexe" a correção do salário mínimo do PIB.

Somente a limitação do aumento real do salário mínimo a 2,5%, proposta da equipe econômica do governo Lula no fim de 2024, por exemplo, gerou uma redução de gastos com pagamento de benefícios previdenciários e assistenciais de R$ 110 bilhões entre 2025 e 2030.

Estudo do consultor de Orçamento da Câmara, Paulo Bijos, ex-secretário de Orçamento Federal, estima uma redução de gastos acima de R$ 1 trilhão em dez anos com a correção do salário mínimo apenas pela inflação do ano anterior.

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Governo propõe meta fiscal de superávit de 0,5% do PIB em 2027, o equivalente a R$ 73,2 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 17:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

O governo vai encaminhar nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para o ano de 2027 com uma meta de superávit para as contas do governo.

Para o próximo ano, a meta proposta é de um saldo positivo de 0,5% do PIB, o equivalente a R$ 73,2 bilhões.

Pelas regras do arcabouço fiscal, há uma banda de 0,25 ponto percentual para cima ou para baixo, em relação ao objetivo central.

Com isso, o governo poderá ter um superávit menor, de até 0,25% do PIB, sem que a meta seja formalmente descumprida, ou seja, de R$ 36,6 bilhões.

Além disso, também poderá abater o valor de precatórios (sentenças judiciais), no valor de até R$ 57,8 bilhões.

Na prática, portanto, o governo pode ter um déficit primário de até R$ 21,1 bilhões sem que a meta seja formalmente descumprida.

Apesar disso, o governo está projetando, no projeto da LDO de 2027, um superávit de R$ 8 bilhões, ou seja, não prevê o abatimento da integralidade dos precatórios na meta fiscal.

Economistas alertam que excesso de gastos retirados da meta fiscal compromete credibilidade das contas públicas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O governo conta com alguns fatores para perseguir uma meta mais ousada no próximo ano, como os aumentos de impostos realizados no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva — com impacto acumulado em 2027.

Além disso, também estima contar com o petróleo em um patamar mais alto, fruto dos conflitos no Oriente Médio, o que eleva sua arrecadação com "royalties" e dividendos da Petrobras.

Ao mesmo tempo, o Executivo também poderá contar com a redução de subsídios tributários, algo aprovado pelo Congresso Nacional no fim de 2025 (com impacto progressivo com o passar dos anos).

Segundo o Ministério do Planejamento, pelo fato de o governo ter registrado déficit no ano de 2025, entrará em vigor gatilhos aprovados em lei. Eles implicam em:

vedação de concessão, ampliação ou prorrogação de benefício tributário;vedação de crescimento real da despesa de pessoal acima de 0,6%.

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FMI fecha acordo com a Argentina para liberar US$ 1 bilhão em novos fundos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 14:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,06%Dólar TurismoR$ 5,187-0,12%Euro ComercialR$ 5,8930,08%Euro TurismoR$ 6,132-0,1%B3Ibovespa197.230 pts-0,72%MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,06%Dólar TurismoR$ 5,187-0,12%Euro ComercialR$ 5,8930,08%Euro TurismoR$ 6,132-0,1%B3Ibovespa197.230 pts-0,72%MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,06%Dólar TurismoR$ 5,187-0,12%Euro ComercialR$ 5,8930,08%Euro TurismoR$ 6,132-0,1%B3Ibovespa197.230 pts-0,72%Oferecido por

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta quarta-feira (15) que chegou a um novo acordo com a Argentina e vai liberar US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4,9 bilhões) ao país.

Esse valor faz parte de um programa maior, de US$ 20 bilhões (quase R$ 100 bilhões), criado para ajudar a economia argentina a se recuperar.

Esse acordo, que tem duração de quatro anos, foi fechado há cerca de um ano para substituir um empréstimo anterior ainda maior, de US$ 44 bilhões.

Na prática, o dinheiro serve para dar fôlego ao governo do presidente Javier Milei, permitindo reorganizar as contas do país e desmontar restrições antigas ao uso de dólares, conhecidas como controle cambial.

A Argentina tem um longo histórico com o FMI — este é o 23º acordo com o organismo internacional, que tem sede em Washington. Isso mostra a dificuldade recorrente do país em equilibrar sua economia e evitar crises.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta quarta-feira (15) que chegou a um novo acordo com a Argentina e vai liberar US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4,9 bilhões) ao país.

Esse valor faz parte de um programa maior, de US$ 20 bilhões (quase R$ 100 bilhões), criado para ajudar a economia argentina a se recuperar.

Esse acordo, que tem duração de quatro anos, foi fechado há cerca de um ano para substituir um empréstimo anterior ainda maior, de US$ 44 bilhões.

🔎Na prática, o dinheiro serve para dar fôlego ao governo do presidente Javier Milei, permitindo reorganizar as contas do país e desmontar restrições antigas ao uso de dólares, conhecidas como controle cambial.

A Argentina tem um longo histórico com o FMI — este é o 23º acordo com o organismo internacional, que tem sede em Washington. Isso mostra a dificuldade recorrente do país em equilibrar sua economia e evitar crises.

Segundo o próprio FMI, as medidas adotadas pelo governo ganharam força nos últimos meses. O órgão destacou que Milei conseguiu mais apoio político para implementar mudanças e avançou em áreas importantes, como o controle da inflação e da taxa de câmbio.

Esses avanços começaram a ajudar o país a recompor suas reservas internacionais, que funcionam como uma “poupança” em moeda estrangeira.

Essas reservas são fundamentais porque garantem que a Argentina consiga pagar dívidas e manter a estabilidade da economia. Por isso, investidores e analistas acompanham de perto se o país está conseguindo aumentar esse caixa.

Quando aprovou a primeira etapa do programa, em julho do ano passado, o FMI chegou a reduzir a meta de reservas, já que a Argentina não conseguiu cumprir o objetivo inicial.

Ainda assim, nos últimos meses, o Banco Central argentino voltou a comprar dólares no mercado para reforçar suas reservas e pagar compromissos da dívida.

Só em 2026, essas compras já somam mais de US$ 5,5 bilhões. Mesmo assim, o nível total de reservas ainda é considerado baixo, porque o país continua usando parte desse dinheiro para quitar dívidas.

Esse novo repasse do FMI acontece em um contexto mais amplo de ajuda internacional. Em 2025, por exemplo, a Argentina recebeu uma primeira parcela de US$ 12 bilhões dentro desse mesmo acordo, e o total de apoio de organismos internacionais chega a cerca de US$ 42 bilhões.

Na ocasião, o governo conseguiu flexibilizar o controle sobre o dólar, que existia há anos. Agora, a moeda americana pode variar dentro de uma faixa de valores, o que dá mais liberdade ao mercado e facilita transações, como importações, exportações e envio de lucros para o exterior.

Ainda assim, o sucesso do plano depende justamente da capacidade do país de continuar fortalecendo suas reservas e manter a confiança de investidores.

A inflação na Argentina ficou em 3,4% em março, acelerando em relação aos 2,9% de fevereiro e atingindo o maior nível mensal em um ano. Apesar disso, no acumulado de 12 meses, o índice desacelerou levemente para 32,6%.

Os maiores aumentos de preços vieram de educação, transporte e serviços básicos como energia e habitação, além de alimentos.

Após uma melhora ao longo de 2024, a inflação voltou a mostrar resistência em 2025, mantendo-se entre 2% e 3% ao mês e voltando a subir gradualmente.

O controle da inflação é um dos principais objetivos do governo, que busca mantê-la abaixo de 2% ao mês para avançar na flexibilização do mercado de câmbio e consolidar a recuperação econômica do país.

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Dona do Snapchat vai demitir 1.000 funcionários e cita eficiência com IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 14:46

Tecnologia Dona do Snapchat vai demitir 1.000 funcionários e cita eficiência com IA Empresa cita ganhos com IA e pressão de investidor para cortar custos; plano prevê economia de mais de US$ 500 milhões Por Reuters

A Snap, dona do Snapchat, anunciou nesta quarta-feira (15) que vai demitir cerca de 1.000 funcionários, o equivalente a 16% da equipe total. Segundo a empresa, a decisão está ligada, entre outros fatores, aos ganhos de eficiência com o uso de inteligência artificial.

A medida também inclui o fechamento de mais de 300 vagas em aberto e ocorre semanas após a pressão da Irenic Capital Management, investidora com cerca de 2,5% de participação na companhia, para que a Snap otimize seu portfólio e melhore o desempenho.

A empresa afirmou que os avanços em IA têm permitido simplificar operações e trabalhar com equipes menores. De acordo com a Snap, mais de 65% do novo código já é gerado com auxílio da tecnologia, enquanto tarefas críticas são direcionadas a equipes mais enxutas e a agentes de IA.

Por volta das 10h58 (horário de Brasília), as ações da empresa subiam cerca de 8%, mas ainda acumulavam queda próxima de 30% no ano.

A Snap também tem investido em sua divisão de óculos de realidade aumentada, os Specs, que devem ser lançados ainda este ano.

A Irenic Capital, no entanto, defende que a empresa avalie desmembrar ou encerrar a operação, citando investimentos superiores a US$ 3,5 bilhões e perdas anuais próximas de US$ 500 milhões. O fundo também pediu cortes mais amplos de custos.

Segundo o presidente-executivo da Snap, Evan Spiegel, a empresa espera economizar mais de US$ 500 milhões em despesas anualizadas até o segundo semestre com as demissões, como parte de um plano mais amplo de redução de custos operacionais e de remuneração baseada em ações.

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Escala 6×1: entenda principais pontos e diferenças entre textos do Congresso e do governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 14:46

Política Escala 6×1: entenda principais pontos e diferenças entre textos do Congresso e do governo Propostas do Congresso exigem maior tempo de análise e um quórum de aprovação maior. Texto do governo, em formato de projeto de lei, tem tramitação mais simples e foi enviado em regime de urgência. Por Alexandro Martello, Gustavo Garcia, g1 — Brasília

Relator na CCJ lê parecer favorável a PECs que acabam com escala 6×1; pedido de vista da oposição adia votação

O deputado federal Paulo Azi (União-BA) apresentou nesta quarta-feira (15) relatório favorável ao avanço, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem a redução da jornada semanal de trabalho no Brasil.

Após a leitura do relatório, o deputado da oposição Lucas Redecker (PSD-RS), que é crítico ao fim da escala 6×1, apresentou um pedido de vista – mais tempo para análise do relatório –, que foi aceito pelo presidente da CCJ, Leur Lomanto Júnior (União-BA). Com isso, a votação deve ocorrer em até 15 dias.

👷🏽👩🏽‍🏭Ao todo, são três textos de diferentes autorias tramitando sobre o mesmo tema, e que têm como objetivo central abolir o modelo de seis dias de trabalho para um de descanso, a chamada "Escala 6×1".

uma PEC proposta pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) no ano passado, que prevê a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana, com prazo de 360 dias para entrada em vigor da nova regra;a segunda PEC é de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e foi apresentada em 2019. O texto reduz a jornada de trabalho a 36 horas semanais, com prazo de 10 anos para entrada da norma em vigor.Há ainda um projeto de lei (PL) enviado pelo governo Lula nessa terça-feira (14) sobre o mesmo assunto. O texto do Executivo tramita sob urgência constitucional (entenda mais abaixo).

Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.

Deputado federal Paulo Azi (União-BA), relator das PECs que preveem o fim da escala 6×1, na CCJ da Câmara — Foto: Renato Araújo / Câmara dos Deputados

➡️Do Congresso: as propostas de Erika Hilton e de Reginaldo Lopes alteram a Constituição e estão em tramitação há mais tempo no Congresso.

O processo para se alterar um dispositivo constitucional é mais rígido, exige maior tempo de análise e um quórum de votação mais amplo, de três quintos, na comparação com um projeto de lei, que precisa de maioria simples para ser aprovado.

➡️Do governo Lula: o PL encaminhado pelo governo, por sua vez, altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e outras legislações infraconstitucionais.

Ou seja, para ser aprovado, o projeto precisa dos votos da maioria simples da duas Casas do Congresso. O texto foi enviado com regime de urgência.

🔎A chamada urgência constitucional limita a até 45 dias o prazo máximo de tramitação em cada Casa Legislativa. Além disso, prevê mais 10 dias, caso o texto seja alterado na Casa revisora. Depois, disso, se não retirada a urgência, o projeto passa a trancar a pauta.

➡️A CCJ da Câmara dos Deputados analisa dois textos apresentados por parlamentares de esquerda, que preveem uma jornada não superior a 36 horas semanais e o direito do trabalhador a três dias de folga.

➡️A discussão dessas propostas é diferente, portanto, da contida no projeto de lei apresentado nesta terça (14) pelo governo Lula, que prevê a redução do limite de jornada de trabalho semanal para 40 horas e reduz a escala de 6 para 5 dias de trabalho, com dois dias de descanso remunerado.

Os textos do Congresso já começaram a ser analisados pela CCJ nesta quarta (15)— um passo à frente do projeto enviado pelo governo na terça-feira (14). No entanto, seguem um rito de tramitação diferente.

Nesta quarta (15), o relator dos textos na CCJ apresentou seu parecer. Nesta fase, o relatório de Paulo Azi se limita a analisar a compatibilidade das propostas com a Constituição – a chamada admissibilidade. Para o parlamentar, os textos preenchem os requisitos constitucionais para avançar no Congresso.

O debate sobre o mérito das PECs, ou seja, os conteúdos das propostas, só será feito após a aprovação dos textos na CCJ, em uma comissão especial.

A votação foi adiada por um pedido de vistas coletivo. O tema deve ser retomado em 15 dias, quando será concluída a votação e os parlamentares da comissão vão decidir se aprovam, ou não, o texto.

Caso ele seja aprovado, segue para uma comissão especial para tratar do assunto. Caso seja rejeitado, o trâmite tradicional é que ele seja arquivado.

➡️Em seu relatório, feito após debates públicos com representantes da sociedade civil e com o setor produtivo, o relator fez recomendações de mudanças no texto, e indicou o caminho que os debates podem tomar — resultando em alterações na proposta original.

Embora os textos das PECs considerados nesta quarta-feira pela CCJ prevejam uma jornada máxima de até 36 horas, o direito do trabalhador a três dias de folga, o relator indicou que a jornada máxima deve ser maior, de 40 horas — em linha com a proposta do governo federal.

"As audiências públicas evidenciaram, de forma reiterada, que os atores sociais defendem a adoção da escala 5×2, mas sem prejuízo da garantia da manutenção da negociação coletiva como instrumento eficaz para a sua implementação, como forma de se considerar na normatização a particularidade de cada setor", diz o texto do relator.

Diz, ainda, que diversos países de alta renda e membros da OCDE têm convergido para uma jornada padrão de 40 horas, sendo que em muitos casos a jornada efetiva é ainda menor devido a acordos coletivos setoriais que priorizam o bem-estar.

No documento, o relator também diz que a experiência internacional "joga algumas luzes sobre o que pode ser feito no Brasil para mitigar eventuais efeitos negativos trazidos pela medida".

E sugere "fortemente" que a comissão especial a sobre o assunto "investigue cuidadosamente as medidas de compensação fiscal realizadas na Europa, de forma a avaliar possíveis adaptações para o contexto brasileiro"

"A reestruturação da jornada de trabalho possui potenciais impactos que extrapolam a esfera trabalhista, alcançando o financiamento da Seguridade Social e suscitando debates sobre eventuais medidas de compensação econômica, como a redução de contribuições previdenciárias patronais", propõe o relator.

Diz, ainda, que a adoção de "instrumentos mitigatórios demanda análise cautelosa", com base em estudos de impacto financeiro e atuarial, especialmente quanto à sua focalização setorial, a fim de "evitar distorções e efeitos adversos sobre as contas públicas".

"Adicionalmente, considera-se a possibilidade de efeitos indiretos sobre o mercado de trabalho, como alterações nos custos de contratação e eventuais reflexos nos níveis de formalização, fatores que podem influenciar a base de financiamento do Regime Geral de Previdência Social e sua sustentabilidade no médio e longo prazo", acrescenta.

Em seu parecer, o relator Paulo Azi também cita a proposta de uma transição para a implementação de uma escala menor de trabalho, ou seja, uma redução gradual do teto da jornada semanal dos trabalhadores.

"Ademais, acerca da necessidade de se discutir regras de progressividade ou transição, o comparativo internacional evidencia que diversas reformas (como no Chile, na Colômbia e no México) foram implementadas de forma gradual, com exemplos de redução de jornada implementada em duas etapas, com prazo diferenciado conforme o porte da empresa, bem como de adoção de cronogramas escalonados com reduções anuais sucessivas", diz o documento.

Ele recomenda que essa possibilidade seja avaliada "com rigor, nos debates subsequentes, a necessidade de incorporar ao texto aprovado um regime de transição que compatibilize a efetividade da reforma com a capacidade de absorção dos distintos setores econômicos".

Em seu relatório, Azi avalia, ainda, que a redução da jornada de trabalho pode se apresentar como um mecanismo normativo para a preservação da saúde, segurança e bem-estar dos trabalhadores, promovendo o devido equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e o dedicado à vida pessoal.

"Nesse ponto, vale ressaltar que longas jornadas de trabalho podem representar uma grave ameaça à saúde física e mental dos trabalhadores, bem como à sua segurança ocupacional. Para além de uma variável de produtividade econômica, o tempo excessivo dedicado ao trabalho pode ser um fator de risco determinante para uma série de adoecimentos agudos e crônicos", avaliou.

Afirmou, também, que a atual organização da jornada de trabalho no Brasil "atinge as mulheres de forma especialmente desproporcional, impactando seu tempo de vida, perpetuando a desigualdade salarial e punindo a maternidade".

"No regime de escala 6×1, o único dia designado ao repouso é, em termos práticos, absorvido por um acúmulo de demandas domésticas não atendidas durante o período semanal", afirmou.

"Já para os trabalhadores de baixa renda, historicamente mais sujeitos a jornadas extensas, a reorganização do tempo de trabalho pode promover melhores condições de vida, maior equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e, potencialmente, melhores perspectivas de mobilidade social", diz o texto.

Por um lado, diz ele, a universalização da rede de comunicações possibilitou o surgimento de novas formas de prestação de trabalho, incluindo o teletrabalho e a prestação de serviço intermediado por plataformas, por exemplo.

"Mais recentemente, tem-se debatido os impactos da inteligência artificial, tecnologia inovadora que simula operações humanas de forma extremamente efetiva. Todas essas transformações do ambiente de trabalho tornam fundamental a discussão sobre a modernização do trabalho em sentido amplo, incluindo a possibilidade de que as tecnologias venham a ser implementadas como forma de mitigar a própria necessidade de atenção constante do trabalhador", avaliou o relator.

Por fim, o relator observa que estudo da Fecomércio calcula que R$ 158 bilhões será o custo sobre a folha de pagamentos de empresas do país, em um cenário conservador, caso o projeto de reduzir a jornada legal de trabalho das atuais horas para 40 horas seja aprovado.

"Quem sofreria os maiores impactos do aumento de custos seriam os pequenos negócios. O setor de serviços, por ser o mais intensivo em mão de obra, seria mais impactado, com elevação de quase R$ 80 bilhões na sua folha de pagamentos. A indústria (R$ 35 bi) e varejo (R$ 30,4 bi) também seriam substancialmente afetados pela mudança. Naturalmente, este incremento de custos geraria incremento de preços para os consumidores", acrescenta.

O relator avalia que preliminarmente, no curtíssimo prazo, a depender da sazonalidade do negócio, é possível um breve incremento de emprego resultante da necessidade de aumentar o número de homens-horas para fazer frente às encomendas existentes que antes eram viabilizadas por um número menor de trabalhadores em mais horas.

"Mas como essa nova contratação torna o fator trabalho mais caro, haverá ajustes de preços que diminuirão essas encomendas e, por conseguinte, a necessidade de mais pessoas trabalhando. Seria um típico 'voo de galinha' na expansão do emprego. O efeito de médio e longo prazos será dispensar os trabalhadores que ficaram com salários reais superiores à produção por trabalhador em função de se trabalharem menos horas", diz o texto.

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Análise: Lula não reverte piora na avaliação, e preço dos alimentos e dívidas são os principais desafios

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 12:45

Política Análise: Lula não reverte piora na avaliação, e preço dos alimentos e dívidas são os principais desafios Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra presidente com 40% das intenções de voto, contra 42% de Flávio Bolsonaro no 2º turno. 'O ambiente não parece favorável ao governo', diz o diretor da consultoria, Felipe Nunes. Por Redação g1

A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (15), indica que o presidente Lula (PT) não conseguiu reverter a tendência de piora na avaliação do governo.

Segundo o levantamento, 52% desaprovam o governo e 43% aprovam, enquanto 5% não souberam ou não responderam.

Para o diretor da Quaest, a inflação de alimentos também tem papel central na percepção econômica dos eleitores.

A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (15), indica que o presidente Lula (PT) não conseguiu reverter a tendência de piora na avaliação do governo, em meio à pressão da inflação de alimentos e ao endividamento das famílias, segundo o diretor da consultoria, Felipe Nunes.

De acordo com o levantamento, 52% desaprovam o governo e 43% aprovam, enquanto 5% não souberam ou não responderam. A diferença entre desaprovação e aprovação vem aumentando desde o início do ano.

"O principal motor dessa piora parece ser o preço dos alimentos nos mercados. Saltou de 59% para 72% o percentual dos que afirmam ter visto aumento de preço dos alimentos no último mês", afirmou Felipe Nunes, diretor da Quaest.

Para ele, o resultado reflete um ambiente ainda desfavorável ao governo, em que fatores econômicos e de percepção continuam pesando.

"Além dos preços, tem o endividamento das famílias que continua atingindo um número muito expressivo de brasileiros. De março do ano passado pra cá, saltou de 65% para 72% o percentual de entrevistados que afirmam ter poucas ou muitas dívidas pra pagar", completou.

Muitas dívidas: 29% (eram 32% em maio de 2025);Poucas dívidas: 43% (eram 33%);Não tem dívidas: 28% (eram 34%);Não sabem/Não responderam: 0% (era 1%).

🔍 O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa no TSE é BR-09285/2026.

Montagem com fotos dos pré-candidatos à Presidência da República: Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) — Foto: Montagem/g1

Para o diretor da Quaest, a inflação de alimentos também tem papel central na percepção econômica dos eleitores.

Segundo a pesquisa, a parcela dos que dizem ter visto aumento nos preços subiu de 59% para 72%, uma variação de 14 ponto percentuais em relação ao resultado de março.

Subiu: 72% (eram 58%, em março);Ficou igual: 18% (eram 24%);Caiu: 8% (eram 16%);Não sabem/não responderam: 2% (era 2%).

Segundo a pesquisa, 50% dizem que a economia piorou nos últimos 12 meses, enquanto apenas 21% apontam melhora. "A percepção da população é que a economia está piorando”, afirmou Nunes.

Neste mês, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano — a primeira queda desde maio de 2024.

Ao mesmo tempo, a inflação segue pressionada: o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,88% em março.

No mercado de trabalho, a taxa de desemprego foi de 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, puxada pelo fim de vagas temporárias. Apesar da alta, o índice é o menor para esse período desde o início da série histórica do IBGE, em 2012.

Mesmo com iniciativas econômicas, como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e o Desenrola, programa de renegociação de dívidas de brasileiros inadimplentes, o efeito percebido ainda é restrito.

“A isenção do IR não tem sido capaz de produzir efeitos significativos de melhora na renda”, disse Nunes.

De acordo com o levantamento, 31% dizem ter sido beneficiados, enquanto 66% afirmam que não sentiram efeitos.

Já questionados sobre a avaliação do programa Desenrola Brasil, 46% dizem aprovar a medida (eram 42% em dezembro), 9% desaprovam (eram 6% em dezembro) e 45% não conhecem (era 52%).

Na simulação de segundo turno, Lula aparece com 40% das intenções de voto, contra 42% de Flávio Bolsonaro (PL).

“O empate no segundo turno também é um reflexo do empate no medo que cada um dos dois lados representa”, disse Nunes.

“O principal movimento no último mês é a leve mudança na percepção sobre o grau de moderação de Flávio em relação à sua família”, afirmou.

Segundo ele, a vantagem entre os que o consideravam "mais radical" caiu de 10 para 6 pontos.

Segundo a pesquisa, 43% dizem ter mais medo da volta da família Bolsonaro, enquanto 42% afirmam temer a continuidade do governo Lula.

Quaest sobre medo do eleitor em Lula ficar mais 4 anos ou Bolsonaro voltar à Presidência — Foto: Arte/g1

Segundo ele, “ambos conseguiram reduzir suas rejeições e ampliar seus potenciais de voto no último mês”.

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SUV elétrico GAC Hyptec HT 2027 chega ao Brasil com carregamento ultrarrápido e 340 cv de potência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 12:45

Carros SUV elétrico GAC Hyptec HT 2027 chega ao Brasil com carregamento ultrarrápido e 340 cv de potência Utilitário esportivo usa baterias de íon fosfato de lítio e pode subir de 30% até 80% de carga em só 15 minutos em conectores com 280 kW. Autonomia é de 431 km com carga total. Por Redação g1

A GAC lançou nesta quarta-feira (15) o Hyptec HT 2027. O SUV utiliza bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) com capacidade de 83 kWh. O modelo suporta carregamento rápido de até 280 kW em corrente contínua, com recarga de 30% a 80% em cerca de 15 minutos.

Em corrente alternada de um wallbox, por exemplo, o carregamento é de 6,6 kW Aí o tempo de recarga é de 6 horas e 40 minutos.

A autonomia é de até 431 km no ciclo Inmetro o modelo é equipado com motor elétrico de 340 cv (250 kW) e 43,8 kgfm de torque, com aceleração de 0 a 100 km/h em 5,8 segundos.

O Hyptec HT 2027 será vendido no Brasil em duas versões: Elite, por R$ 314.990, e Ultra, por R$ 369.990.

O veículo mede 4.935 mm de comprimento, 1.920 mm de largura e 2.935 mm de entre-eixos. As rodas são de 20 polegadas, com pneus 245/50R20.

O porta-malas traseiro tem capacidade de 670 litros, com compartimento adicional de 80 litros sob o assoalho e 55 litros no compartimento dianteiro.

A suspensão é double wishbone na dianteira e multilink na traseira. O modelo tem tração traseira.

O interior conta com tela multimídia de 14,6 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, e painel digital de 8,9 polegadas. Os bancos dianteiros possuem ajustes elétricos, memória, aquecimento, ventilação e massagem.

O modelo possui ar-condicionado automático, iluminação interna configurável e sistema de som com alto-falantes integrados ao banco do motorista e outros itens.

O sistema de assistência à condução é de nível 2, com 11 funções, incluindo assistência de faixa, controle de cruzeiro adaptativo e monitoramento de tráfego.

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