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Reforma Casa Brasil: governo amplia crédito para reforma de moradias para quem tem renda até R$ 13 mil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 12:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,04%Dólar TurismoR$ 5,187-0,12%Euro ComercialR$ 5,8960,12%Euro TurismoR$ 6,134-0,07%B3Ibovespa197.705 pts-0,48%MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,04%Dólar TurismoR$ 5,187-0,12%Euro ComercialR$ 5,8960,12%Euro TurismoR$ 6,134-0,07%B3Ibovespa197.705 pts-0,48%MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,04%Dólar TurismoR$ 5,187-0,12%Euro ComercialR$ 5,8960,12%Euro TurismoR$ 6,134-0,07%B3Ibovespa197.705 pts-0,48%Oferecido por

O governo federal anunciou nesta quarta-feira (15) a ampliação do programa Reforma Casa Brasil, voltado à reforma de moradias populares.

o aumento da renda máxima para acesso ao crédito, ampliação do valor financiado,redução das taxas de juros, prazo maior para pagamento.

Para famílias com renda de até R$ 3,2 mil, a taxa caiu de 1,17% para 0,99% ao mês. Para quem recebe acima desse valor, a taxa foi reduzida de 1,95% para 0,99% ao mês.

Outra mudança anunciada foi a ampliação do prazo de amortização, que passou de 60 para 72 meses.

Além disso, o Fundo Garantidor da Habitação Popular (FGHab) passará a garantir todos os financiamentos realizados pelo programa.

Apesar do anúncio, o governo ainda não detalhou como o programa deve funcionar a partir das novas possibilidades. Criado no fim do ano passado, a iniciativa é responsabilidade da Caixa Econômica Federal, que atua como operadora do crédito.

Unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, em Imperatriz (MA). — Foto: Ricardo Stuckert/PR

O Reforma Casa Brasil parte do diagnóstico de que o déficit habitacional brasileiro não se restringe à falta de moradias, mas também à inadequação das que já existem.

Cidadãos que forem beneficiados com o crédito podem usar os recursos para compra de materiais, pagamento de mão de obra e serviços técnicos, como projetos e acompanhamento de obras.

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Ministros das Finanças de ao menos 11 países alertam para impacto prolongado do conflito no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 11:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9940,000%Dólar TurismoR$ 5,189-0,08%Euro ComercialR$ 5,8900,02%Euro TurismoR$ 6,130-0,14%B3Ibovespa197.694 pts-0,48%MoedasDólar ComercialR$ 4,9940,000%Dólar TurismoR$ 5,189-0,08%Euro ComercialR$ 5,8900,02%Euro TurismoR$ 6,130-0,14%B3Ibovespa197.694 pts-0,48%MoedasDólar ComercialR$ 4,9940,000%Dólar TurismoR$ 5,189-0,08%Euro ComercialR$ 5,8900,02%Euro TurismoR$ 6,130-0,14%B3Ibovespa197.694 pts-0,48%Oferecido por

Ministros das Finanças de ao menos onze países afirmaram nesta quarta-feira (15) que o conflito no Oriente Médio deve continuar pressionando o crescimento global, a inflação e os mercados financeiros, mesmo que haja uma solução duradoura.

Em declaração conjunta divulgada pelo governo do Reino Unido durante as Reuniões de Primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, em Washington, os ministros alertaram para novos riscos à economia global.

O documento foi assinado por ministros das Finanças do Reino Unido, Austrália, Japão, Suécia, Holanda, Finlândia, Espanha, Noruega, Irlanda, Polônia e Nova Zelândia.

Segundo o grupo, uma eventual retomada das hostilidades, a ampliação do conflito ou a continuidade de interrupções no Estreito de Ormuz podem afetar a segurança energética, as cadeias de suprimentos e a estabilidade econômica e financeira.

Embarcação no Estreito de Ormuz, ao largo da costa da província de Musandam, Omã, 12 de abril de 2026. — Foto: Reuters

No texto, os países também se comprometeram a adotar medidas internas "fiscalmente responsáveis" e direcionadas à população mais vulnerável.

Além disso, defenderam que governos evitem ações protecionistas, como controles de exportação injustificados, formação de estoques e outras barreiras comerciais relacionadas a hidrocarbonetos e cadeias de suprimentos afetadas pela crise.

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Fim da jornada 6×1: os argumentos de quem é contra e quem é a favor

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 11:45

Trabalho e Carreira Fim da jornada 6×1: os argumentos de quem é contra e quem é a favor Proposta foi enviada ao Legislativo pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e deve ser analisada em 45 dias. Por Julia Braun

Mudança da escala 6×1 teve grande adesão nas redes sociais e impulsionou projetos no Congresso — Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O Congresso brasileiro deve analisar até o final de maio o projeto de lei que prevê o fim da escala 6×1 — modelo de jornada em que o funcionário trabalha seis dias na semana e tem apenas um dia de descanso.

A proposta foi enviada ao Legislativo pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na terça-feira (14/4). Ela reduz a carga semanal de trabalho de 44 para 40 horas, garante dois dias de descanso remunerado e proíbe qualquer redução salarial em decorrência da mudança.

O texto também prevê alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e em legislações específicas, com o objetivo de assegurar a aplicação uniforme das novas regras em todo o país.

Segundo Lula, a proposta foi enviada com "urgência constitucional", o que faz com que o Legislativo tenha 45 dias para a deliberação da matéria.

Se esse prazo não for cumprido pela Câmara dos Deputados, a pauta fica travada para outras votações. Ainda assim, o comando da Casa pode simplesmente não levar o projeto ao plenário, o que paralisa parte das votações, mas não garante que a proposta avance. O mesmo se repete no Senado se a matéria for aprovada pelos deputados e enviada aos senadores.

Segundo o presidente, a medida busca melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. "Um passo para um país mais justo e com mais qualidade de vida para todos", escreveu nas redes socias.

Outros apoiadores da medida dizem ainda que a alteração na lei poderia trazer impactos econômicos positivos e alinhamento a tendências mundiais.

Para os críticos, porém, a sociedade ainda não está ciente dos custos econômicos que uma mudança dessas traria.

Quem é a favor das mudanças foca principalmente no ganho de bem-estar e qualidade de vida que uma escala mais flexível poderia proporcionar a uma mão de obra hoje exausta.

Segundo o próprio governo federal, a proposta enviada ao Congresso dialoga com transformações recentes na economia, como o avanço tecnológico e os ganhos de produtividade. "Jornadas mais equilibradas tendem a reduzir afastamentos, melhorar o desempenho e diminuir a rotatividade", diz um comunicado divulgado pelo Planalto.

"Experiências internacionais mostram que, quando implementada com planejamento e diálogo, a redução da jornada contribui para melhor organização do trabalho e ganhos de produtividade."

O governo cita exemplos de outros países que caminham nessa direção, como o Chile, que aprovou a redução gradual da jornada de 45 para 40 horas semanais até 2029, e a Colômbia, que está em transição de 48 para 42 horas até 2026.

"Na Europa, a jornada de 40 horas ou menos já é predominante: a França adota 35 horas semanais desde os anos 2000, e países como Alemanha e Holanda operam, na prática, com médias inferiores a 40 horas", diz a nota.

Economistas e empresários têm citado a baixa produtividade da economia brasileira como um dos argumentos contrários ao fim da escala 6×1 — Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

"A luta contra a escala 6×1 é uma luta por dignidade. É uma luta por olhar o trabalhador como peça importante da economia. É uma luta por respeitar o trabalhador como ser humano que tem sonhos, que tem medos, que tem dores…", afirmou a deputada Erika Hilton (PSOL-SP), autora de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que também propõe a redução da jornada de trabalho, em uma sessão no Congresso.

O projeto enviado ao Congresso pelo governo Lula é uma alternativa à PEC. A proposta encabeçada por Hilton, porém, propõe uma redução ainda mais significativa da jornada máxima, para 36 horas.

Segundo a deputada e outros apoiadores da causa, ambos os projetos teriam um impacto positivo na vida dos brasileiros, que teriam mais tempo para conviver com a família, estudar, ter acesso a lazer e praticar sua religiosidade.

Em sua defesa da mudança, Erika Hilton também destaca um possível impacto em termos de desigualdade social. Segundo ela, os empresários e brasileiros mais ricos têm acesso maior a renda apesar de trabalharem menos horas do que seus funcionários.

"Não é que nós somos contra o trabalho, nós somos contra a exploração", disse ela na Câmara dos Deputados.

O vereador Rick Azevedo (PSOL – RJ) também é um conhecido defensor da mudança. Ele é autor de uma petição que já reúne quase 3 milhões de assinaturas e fundou com outros trabalhadores o movimento Vida Além do Trabalho (VAT).

Azevedo também é ex-balconista de farmácia e viralizou no TikTok desabafando sobre sua rotina de trabalho, com só um dia de folga por semana.

"Quem já trabalhou em farmácia sabe como é difícil, como você fica esgotado. Farmácias vendem cuidado, e quem cuida das pessoas que estão ali trabalhando?", disse em entrevista à BBC News Brasil.

O vereador afirma ainda que outros países que reduziram a jornada de trabalho viram o consumo aumentar.

"Na verdade, o empresariado brasileiro não conseguiu enxergar o que está acontecendo mundo afora. Porque o patrão europeu não é bonzinho. O exemplo que temos de outros países que já diminuíram a jornada de trabalho, não é porque o patrão é bonzinho, é porque ele é esperto o suficiente para entender que o trabalhador com mais tempo vai consumir mais", afirma.

Segundo Azevedo, o empresariado brasileiro tenta causar "pânico econômico" com suas críticas ao projeto: "Eles querem causar esse pânico econômico para continuar sugando o trabalhador seis dias na semana, para apenas um dia de folga, e receber um salário que muitas vezes não dá nem para comer".

"Se eu estivesse falando para você aqui agora, 'vamos acabar com a escravidão no país', os economistas de hoje iriam falar a mesma coisa: que o país não tem estrutura para acabar com a escravidão, que o país ia quebrar", diz.

Já os críticos dizem que a proposta pode ser um tiro no pé da economia brasileira, em um momento em que empresas enfrentam dificuldades para contratar.

Há também quem diga que a redução da jornada pode prejudicar principalmente as pequenas e médias empresas, responsáveis por 80% do emprego formal do país.

Para Paulo Solmucci, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o principal problema das propostas em tramitação hoje no Brasil é a redução da jornada dos trabalhadores com manutenção da mesma remuneração.

"Esse meu aumento de custo [do trabalho] de 20% implica em repasse de preços de 7% a 8% para o consumidor final. A pergunta que fica para o consumidor: ele está ciente disso? Ele concordaria com a redução da jornada para pagar mais [pelo serviço ou produto]?", questionou em entrevista à BBC News Brasil.

O empresário diz não se posicionar contra o fim da escala 6×1, mas acredita que quando a sociedade e pessoas responsáveis ("há muitas pessoas sérias no governo e no Congresso") fizerem o debate com mais informações, elas não aprovarão as mudanças trabalhistas na forma como elas estão propostas hoje.

"O mais importante é avaliar o que mudaria para o consumidor e para o brasileiro em geral. O que falta no debate de hoje é isso. Ninguém, em tese, seria contra trabalhar menos e ganhar a mesma coisa. Isso faz todo o sentido sob o ponto de vista da proposta isolada. Mas, como tudo na vida, existe um custo."

Ele acredita que as relações de trabalho podem ser melhoradas no Brasil com o trabalho intermitente — modalidade criada na Reforma Trabalhista de 2017 que permite que o empregado seja convocado apenas quando o empregador precisar, com antecedência.

Para Solmucci, a popularidade que o assunto ganhou nas redes faz com que parlamentares e integrantes do governo não queiram se indispor com a população em um ano de eleição nesse assunto.

Paulo Solmucci é presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes — Foto: Caio Veloso

Em discussão na FPN (Frente Parlamentar Mista do Ambiente de Negócios) em março, o deputado Kim Kataguiri (União Brasil) disse que proposta constitucional em discussão pode não resolver o problema e ainda criar efeitos indesejados.

Segundo ele, mudanças desse tipo podem elevar o custo de contratação e incentivar a informalidade, sem necessariamente melhorar as condições do trabalhador. "Não acho que estamos fazendo uma discussão que seja efetiva para a vida do trabalhador", afirmou.

O deputado citou como exemplo a chamada PEC das Domésticas, que, segundo ele, teve como consequência o aumento da informalidade no setor.

Outro crítico da mudança, o líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirma que a relação entre empregador e trabalhador precisa acompanhar as transformações do mercado e ser baseada na produtividade real.

"Eu pessoalmente acho que a melhor relação de empregador x trabalhador é a relação por hora, hora trabalhada, hora recebida. Esse é o melhor modelo, modelo mais moderno. […] A PEC originária da Erika Hilton tem vícios, inclusive erros de matemática nos cálculos", afirmou em entrevista ao SBT News em fevereiro.

Na mesma entrevista, Sóstenes pontuou que a proposta precisa levar em conta novas formas de trabalho, como o home office, e modelos mais flexíveis já adotados em diferentes setores.

O parlamentar também avaliou que a mudança precisa ocorrer por meio de uma emenda constitucional, e não por projeto de lei, para evitar questionamentos futuros no Supremo Tribunal Federal (STF).

Fim da jornada 6×1: os argumentos de que é contra e quem é a favor — Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Pesquisas Genial/Quaest publicadas em dezembro mostraram que, embora 72% da população seja a favor do fim da escala 6×1, entre os deputados, apenas 42% são favoráveis e 45% são contra — os outros 13% não opinaram ou não responderam.

A bancada contrária já foi maior, era de 70% em julho de 2025, segundo o mesmo instituto. Mas ainda assim, o apoio ainda é bem inferior ao da tarifa zero no transporte público, por exemplo, aprovada por 65% dos deputados em dezembro.

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Booking.com confirma invasão em seus sistemas e alerta clientes para possível vazamento de dados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 10:44

Tecnologia Booking.com confirma invasão em seus sistemas e alerta clientes para possível vazamento de dados Empresa diz que invasores podem ter acessado dados como nome, e-mail e telefone; companhia nega exposição de endereços residenciais. Por Darlan Helder, g1

Booking.com confirma invasão em sistemas e alerta clientes para possível vazamento de dados — Foto: Reprodução/Booking.com

A Booking.com confirmou que foi alvo de uma invasão cibernética e que "terceiros não autorizados" acessaram seus sistemas, obtendo informações de reservas de clientes.

A empresa está enviado e-mails aos consumidores afetados para informar a alteração do PIN (código da reserva feita no site).

Segundo a companhia, os invasores podem ter acessado "detalhes da reserva, nomes, e-mails, endereços, números de telefone associados à reserva e qualquer dado que você possa ter compartilhado com a acomodação".

Em nota, a empresa afirmou que endereços residenciais não foram expostos. Questionada se clientes brasileiros foram afetados, a Booking.com não respondeu. Ainda assim, o g1 obteve o comunicado de um consumidor brasileiro que fez uma reserva em outubro de 2025.

"Recomendamos que você tenha protocolos de segurança (como um programa antivírus) configurados em seus dispositivos para se proteger de tentativas de phishing", diz a empresa no e-mail encaminhado aos afetados (veja na imagem abaixo).

🔎 O que é phishing? A palavra "phishing" é um trocadilho com a palavra "fishing", que, traduzindo, significa "pesca". Assim como a "pesca", o golpe de phishing consiste em jogar uma isca (um e-mail fraudulento) esperando que as vítimas "mordam" (caiam no golpe).

"Na Booking.com, estamos comprometidos com a segurança e a proteção de dados de nossos clientes. Recentemente, identificamos atividades suspeitas envolvendo terceiros não autorizados que conseguiram acessar algumas informações de reservas. Assim que tomamos conhecimento da situação, agimos rapidamente para conter o problema. Atualizamos o número PIN dessas reservas e informamos os viajantes. Também é importante esclarecer que endereços residenciais não foram expostos".

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Agrônoma brasileira entra na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da revista Time

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 10:44

Agro Agrônoma brasileira entra na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da revista Time Pesquisadora da Embrapa Mariângela Hungria é reconhecida por desenvolver microrganismos que permitem às plantas absorver nitrogênio do ar de forma mais natural. Por Redação g1

A pesquisadora Mariângela Hungria entrou na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da revista Time, divulgada nesta quarta-feira (15).

Agrônoma e microbiologista, Mariângela trabalha na Embrapa desenvolvendo microrganismos que permitem às plantas absorver nitrogênio do ar de forma mais natural.

A revista pontua que suas inovações científicas, utilizadas em todo o mundo, ajudaram os agricultores brasileiros a economizar cerca de US$ 25 bilhões por ano e a evitar a emissão de 230 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente.

No ano passado, Mariângela também ganhou o prêmio da instituição americana World Food Prize, também conhecido como o Nobel da Agricultura.

Mariangela Hungria também foi uma uma das vencedoras do 1º Prêmio Mulheres e Ciência do CNPq. — Foto: Arquivo Pessoal/Mariangela Hungria

A pesquisadora Mariângela Hungria entrou na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da revista Time, divulgada nesta quarta-feira (15).

Agrônoma e microbiologista, Mariângela trabalha na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), onde desenvolve microrganismos do solo que permitem às plantas absorver nitrogênio do ar de forma mais natural.

"Hoje, graças ao seu trabalho, 85% da soja do Brasil é cultivada com o uso desses microrganismos, em vez de fertilizantes químicos", diz a revista.

A Time pontua que suas inovações científicas, utilizadas em todo o mundo, ajudaram os agricultores brasileiros a economizar cerca de US$ 25 bilhões por ano e a evitar a emissão de 230 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente.

“Nunca vou desistir de trabalhar por um mundo melhor", disse ela à revista Time no ano passado".

📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graçaGente do campo: produtora rural contaminada por agrotóxico vive hoje de plantio sustentável

No ano passado, Mariângela também ganhou o prêmio da instituição americana World Food Prize, conhecido como o Nobel da Agricultura.

Há 34 anos, ela pesquisa formas de substituir fertilizantes químicos por alternativas sustentáveis.

Um dos estudos identificou e selecionou bactérias que facilitam a fixação do nitrogênio nas lavouras de soja. Este nutriente é indispensável para que as plantas cresçam e se desenvolvam.

A pesquisa, feita na Embrapa Soja, em Londrina, no Paraná, deu origem a um produto chamado inoculante, que é misturado à semente na hora do plantio.

"Não tenho dúvidas de afirmar que, se não fosse a fixação biológica de nitrogênio na soja, hoje não seríamos os maiores produtores e exportadores de soja do mundo, porque seria inviável economicamente", comentou Mariângela ao Jornal Nacional, em maio do ano passado.

Só no ano passado, esse método proporcionou, segundo a Embrapa, uma economia estimada de R$ 140 bilhões.

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Por que o FMI prevê que Brasil crescerá mais por causa da guerra no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,04%Dólar TurismoR$ 5,188-0,11%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,126-0,2%B3Ibovespa198.859 pts0,1%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,04%Dólar TurismoR$ 5,188-0,11%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,126-0,2%B3Ibovespa198.859 pts0,1%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,04%Dólar TurismoR$ 5,188-0,11%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,126-0,2%B3Ibovespa198.859 pts0,1%Oferecido por

O FMI revisou para baixo suas projeções para a economia global e alertou que a guerra no Oriente Médio pode levar o mundo a um cenário próximo de recessão.

Ao mesmo tempo, elevou sua projeção para o Brasil, prevendo uma expansão de 1,9% neste ano — acima da estimativa anterior.

O principal risco então vinha da escalada de tensões comerciais (especialmente tarifas dos EUA), capazes de reduzir produtividade, aumentar custos e frear a atividade.

Agora, em 2026, o foco sai da fragmentação comercial e passa para um choque geopolítico ligado à guerra, com impacto direto sobre energia e cadeias de suprimento.

Segundo o FMI, o papel do Brasil como exportador de commodities, especialmente energia, pode fazer com que o país se beneficie do cenário.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para baixo suas projeções para a economia global e alertou que a guerra no Oriente Médio pode levar o mundo a um cenário próximo de recessão — especialmente se o conflito se prolongar e provocar novos choques nos preços de energia.

No relatório Panorama Econômico Mundial (WEO, na sigla em inglês), divulgado em abril, o FMI reduziu a estimativa de crescimento global para 2026 de 3,3% para 3,1%. Ao mesmo tempo, elevou sua projeção para o Brasil, prevendo uma expansão de 1,9% neste ano — acima da estimativa anterior.

No relatório do ano passado, o cenário era diferente: o FMI descrevia uma economia global relativamente estável, ainda que 'modesta', após uma sequência de choques, com crescimento em torno de 3% e expectativa de continuidade desse ritmo.

O principal risco então vinha da escalada de tensões comerciais (especialmente tarifas dos Estados Unidos), vistas como um "choque negativo de oferta" capaz de reduzir produtividade, aumentar custos e frear a atividade.

Agora, em 2026, o foco sai da fragmentação comercial e passa para um choque geopolítico ligado à guerra, com impacto direto sobre energia e cadeias de suprimento.

À primeira vista, pode parecer contraditório que um conflito com efeitos negativos para a economia mundial beneficie, ainda que marginalmente, um país específico. Mas, segundo o próprio FMI, há uma explicação clara: o papel do Brasil como exportador de commodities, especialmente energia.

O ponto de partida da análise do FMI é o impacto direto do conflito sobre os preços internacionais. A guerra no Oriente Médio, uma região central para a produção e o transporte de petróleo, tende a provocar interrupções na oferta e aumentar a incerteza nos mercados.

No cenário-base do Fundo, os preços de energia devem subir de forma relevante. O petróleo, por exemplo, é projetado para registrar alta significativa em 2026, refletindo justamente as dificuldades de produção e transporte na região.

Energia mais cara também encarece transporte, produção industrial e alimentos — especialmente em países dependentes de importações. Por isso, o FMI destaca que economias importadoras de commodities tendem a ser as mais prejudicadas, enfrentando inflação mais alta, desvalorização cambial e perda de renda.

Refinaria de Petróleo Riograndense, em Rio Grande (RS); Brasil vende mais petróleo e derivados ao exterior do que compra — Foto: Divulgação/Petrobras

É nesse contexto que aparece o caso brasileiro. Diferentemente de muitos países emergentes, o Brasil é considerado pelo FMI um exportador líquido de energia— ou seja, vende mais petróleo e derivados ao exterior do que compra.

Isso significa que, quando os preços internacionais sobem, o país tende a receber mais receitas com exportações. Esse efeito melhora os chamados "termos de troca" (a relação entre preços de exportação e importação), e pode impulsionar o crescimento econômico.

O próprio relatório resume esse mecanismo ao afirmar que a guerra deve ter "um pequeno efeito líquido positivo" sobre o Brasil em 2026, elevando o crescimento em cerca de 0,2 ponto percentual.

Esse tipo de impacto não é exclusivo do Brasil. O FMI indica que, de forma geral, economias exportadoras de energia ou commodities podem ter revisões positivas ou neutras de crescimento, em contraste com perdas mais acentuadas em países importadores.

Apesar desse efeito positivo inicial, o FMI enfatiza que o benefício é modesto e tende a se dissipar rapidamente.

Isso ocorre porque os impactos negativos da guerra sobre a economia global acabam se espalhando. Com o tempo, a desaceleração do crescimento mundial reduz a demanda por exportações brasileiras. Ao mesmo tempo, o aumento de custos de insumos — como fertilizantes, fortemente ligados ao mercado internacional — pressiona a produção doméstica.

O relatório aponta ainda que condições financeiras mais restritivas, com juros mais altos no mundo, podem limitar investimentos e consumo. Por isso, o efeito positivo observado em 2026 tende a ser revertido.

Segundo o FMI, em 2027 esses fatores devem prevalecer, levando a uma redução do crescimento brasileiro em relação às projeções anteriores.

O pano de fundo dessa dinâmica é um cenário global mais incerto e frágil. O FMI avalia que a guerra interrompeu uma trajetória de crescimento relativamente estável e introduziu novos riscos para a economia mundial.

Em cenários mais adversos, com conflito prolongado e preços de petróleo acima de US$ 100 por barril, o impacto pode ser significativamente mais severo. O Fundo projeta que o crescimento global poderia cair para até 2,5% — ou mesmo próximo de 2% em um cenário extremo, o que historicamente se aproxima de uma recessão global.

Além do choque direto de preços, há efeitos indiretos importantes: aumento da inflação, deterioração das condições financeiras e maior aversão ao risco nos mercados. Esses fatores tendem a atingir com mais força países emergentes e economias mais vulneráveis.

A análise do FMI deixa claro que o impacto da guerra não é uniforme. Ele depende principalmente de três fatores: se o país é exportador ou importador de energia, qual o grau de exposição a choques externos, como preços de alimentos e fertilizantes, e a capacidade de resposta econômica, incluindo política fiscal e monetária.

No caso brasileiro, a combinação de exportações de commodities, reservas internacionais robustas e menor dependência de dívida externa em moeda estrangeira ajuda a amortecer o impacto inicial do choque.

Mas o próprio Fundo ressalta que essas condições não eliminam os riscos — apenas os tornam mais administráveis no curto prazo.

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Maioria dos brasileiros vê como improvável perder emprego em 6 meses, diz estudo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 10:44

Trabalho e Carreira Maioria dos brasileiros vê como improvável perder emprego em 6 meses, diz estudo Pesquisa da FGV mostra que 56,5% veem baixa chance de perder renda no período; 17,2% avaliam risco como alto, e 26,3% não souberam responder. Por Redação g1 — São Paulo

A maioria dos trabalhadores brasileiros não acredita que vai perder o emprego ou a principal fonte de renda nos próximos meses.

É o que mostra a décima edição dos Indicadores de Qualidade do Trabalho da Sondagem de Mercado de Trabalho, feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

Segundo os dados do trimestre encerrado em março de 2026, 56,5% dos respondentes consideram muito improvável ou improvável perder seu principal emprego e/ou fonte de renda nos próximos seis meses.

Já 17,2% avaliam que essa chance é provável ou muito provável, enquanto 26,3% afirmam não saber responder.

Brasileiros dizem ser improvável perder emprego nos próximos 6 meses — Foto: Reprodução/Freepik

A maioria dos trabalhadores brasileiros não acredita que vai perder o emprego ou a principal fonte de renda nos próximos meses, mas cresce a parcela que demonstra preocupação com essa possibilidade.

É o que mostra a décima edição dos Indicadores de Qualidade do Trabalho da Sondagem de Mercado de Trabalho, feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre),

Segundo os dados do trimestre encerrado em março de 2026, 56,5% dos respondentes consideram muito improvável ou improvável perder seu principal emprego e/ou fonte de renda nos próximos seis meses.

Já 17,2% avaliam que essa chance é provável ou muito provável, enquanto 26,3% afirmam não saber responder.

Apesar de a percepção de segurança ainda predominar, houve um leve aumento na proporção de trabalhadores que enxergam risco de perder o emprego — o maior patamar desde o início da série, em junho de 2025.

Ao mesmo tempo, a parcela que considera essa possibilidade improvável se mantém como a mais citada e está relativamente estável nos últimos meses.

A parcela de trabalhadores falando que é “improvável” ou “muito improvável” chegou a 56,5%, sendo a parcela mais citada e se mantendo ligeiramente estável nos últimos meses.

Como a série ainda é recente e não conta com ajuste sazonal, as comparações ao longo do tempo devem ser feitas com cautela.

Para o economista do FGV IBRE Rodolpho Tobler, os resultados refletem um mercado de trabalho ainda aquecido, mas com sinais de desaceleração.

“Mais da metade dos trabalhadores demonstra segurança em relação aos próximos meses, mas cresce o percentual daqueles que têm receio de perder a ocupação. Esse resultado reflete os dados de mercado de trabalho, que continuam indicando aquecimento, mas também passaram a sinalizar redução no ritmo da evolução. O aumento da incerteza e o cenário macroeconômico ainda desafiador podem contribuir para o aumento dessa probabilidade nos próximos meses”, afirma.

Desde julho de 2025, o FGV IBRE passou a divulgar mensalmente indicadores sobre a qualidade do emprego no país, com base em médias móveis trimestrais. Os dados são obtidos por meio da Sondagem de Mercado de Trabalho (SMT), pesquisa mensal realizada com a população em idade de trabalhar em todo o território nacional.

Os indicadores complementam as estatísticas tradicionais ao incorporar a percepção dos trabalhadores sobre suas condições de trabalho. A pesquisa aborda seis temas principais:

satisfação com o trabalho;chance de perder o emprego ou fonte de renda;proteção social;suficiência da renda;percepção geral do mercado de trabalho;expectativas para os próximos seis meses.

Como a coleta começou em 2025, ainda não há série histórica suficiente para comparações de longo prazo. Por isso, os relatórios iniciais têm caráter mais descritivo, detalhando os temas e os quesitos analisados.

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Dólar abre com foco em guerra entre EUA e Irã e possível acordo de paz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%Oferecido por

O dólar abre nesta quarta-feira (15) com investidores atentos aos desdobramentos da guerra entre Estados Unidos e Irã, diante da possibilidade de novas negociações de um acordo de paz.

Por volta das 9h03, a moeda americana subia 0,02%, a R$ 4,9944. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Altos funcionários dos Emirados Árabes Unidos e do Irã realizaram uma teleconferência nesta quarta-feira para discutir a redução das tensões do conflito, informou a mídia estatal árabe. Foi o primeiro contato de alto nível desde a deterioração das relações causada pela guerra entre EUA e Irã.

▶️ O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que não pretende estender o cessar-fogo com o Irã, mas que a guerra está “perto do fim”. Ele também disse à ABC News que o conflito “pode terminar de diversas formas, mas um acordo é preferível, porque assim o país pode se reconstruir”.

▶️ Enquanto isso, o bloqueio militar dos EUA no Estreito de Ormuz continua. Dados de monitoramento mostram vários navios dando meia-volta, mas, segundo agências iranianas, petroleiros do país conseguiram atravessar o estreito. O Irã ameaçou interromper o fluxo comercial no Mar Vermelho caso o bloqueio dos EUA a embarcações iranianas persista.

▶️No Brasil, novas pesquisas eleitorais para a presidência mostram que Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados em um eventual 2º turno. O levantamento também indica alto endividamento: 72% dos brasileiros dizem ter dívidas.

▶️ Na agenda econômica, dados de vendas no varejo no Brasil, divulgados pelo IBGE, e o Livro Bege do Federal Reserve (Fed, banco central americao) nos EUA são destaques.

Representantes de Líbano e Israel se reúnem nesta terça, em Washington, para iniciar negociações sobre um possível cessar-fogo, em meio à escalada do conflito no Oriente Médio.

O encontro ocorre com mediação do governo americano e faz parte das discussões mais amplas que envolvem também Irã e EUA.

Apesar da iniciativa diplomática, ainda há impasses importantes. Israel afirma que não negociará com o Hezbollah, enquanto o grupo libanês rejeita as conversas e diz que não respeitará qualquer acordo firmado. O governo libanês, por outro lado, demonstra abertura ao diálogo.

Os confrontos, no entanto, continuam intensos. Ataques recentes de Israel no Líbano deixaram milhares de mortos, enquanto foguetes lançados pelo Hezbollah também atingem o território israelense. O controle de áreas estratégicas segue sendo disputado.

🔎 A inclusão do Líbano em um eventual acordo de cessar-fogo é um dos principais pontos de divergência. Enquanto EUA e Israel consideram que o país não faz parte da trégua, Irã e outros mediadores defendem que os ataques ao território libanês deveriam ser interrompidos.

Segundo a agência de notícias Reuters, EUA e Irã podem retomar as negociações para finalizar a guerra entre os dois países nos próximos dias, possivelmente ainda nesta semana.

No final de semana passado, a primeira rodada de negociações entre EUA e Irã por um fim definitivo da guerra terminou sem acordo.

O setor de serviços no Brasil voltou a crescer em fevereiro pelo segundo mês seguido e atingiu o maior nível da série histórica, mostrando que a economia ainda tem força, apesar de sinais de desaceleração.

Na comparação com janeiro, o crescimento foi de apenas 0,1%, abaixo do esperado pelo mercado. Já em relação a fevereiro do ano passado, houve alta de 0,5%, também menor que as projeções.

Os dados do IBGE indicam que o avanço foi puxado principalmente pelos serviços de tecnologia da informação e transportes, além de um aumento nos serviços prestados às famílias. Em contrapartida, áreas como serviços profissionais e administrativos e turismo tiveram queda no período.

Apesar do resultado positivo, economistas avaliam que o setor pode perder ritmo nos próximos meses, por causa da inflação, dos juros ainda altos e do impacto do aumento dos combustíveis, influenciado pelas tensões no Oriente Médio.

Os preços no atacado dos EUA subiram em março, mas menos do que o mercado esperava. Isso aconteceu porque os custos de serviços ficaram estáveis, ajudando a segurar a alta.

Ainda assim, a inflação segue pressionada principalmente pela energia. A guerra com o Irã elevou o preço do petróleo, o que tende a encarecer produtos e pode gerar novos aumentos nos próximos meses.

No mês, os preços ao produtor subiram 0,5%, abaixo da expectativa. Em 12 meses, a alta acumulada chegou a 4%.

Especialistas avaliam que esse foi apenas o primeiro impacto do conflito. Como o petróleo já subiu mais de 35% desde o início da guerra e passou de US$ 100 por barril, a tendência é de mais pressão sobre os preços à frente.

Em Wall Street, o pregão desta terça-feira foi positivo, com investidores de olho na possibilidade de novas negociações entre EUA e Irã. O índice Dow Jones subiu 0,66%, o S&P 500 avançou 1,17% e Nasdaq teve ganho de 1,96%.

Na Europa, as bolsas fecharam em alta, com investidores mais otimistas diante de sinais de retomada das negociações de paz no Oriente Médio.

O principal índice europeu subiu 1%, atingindo o maior nível em mais de um mês. Entre os destaques, o índice DAX, da Alemanha, avançou 1,27%, aos 24.044 pontos; o CAC 40, da França, subiu 1,12%, aos 8.327 pontos; e o FTSE 100, de Londres, teve alta de 0,25%, aos 10.609 pontos.

Na Ásia, as bolsas da China e de Hong Kong fecharam em alta nesta terça-feira, impulsionadas pelo otimismo dos investidores com a possível retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã.

O índice de Xangai subiu 0,95%, aos 4.026 pontos, enquanto o CSI300 avançou 1,19%, aos 4.701 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 0,82%, aos 25.872 pontos.

Outros mercados asiáticos também acompanharam o movimento positivo, como o Nikkei, do Japão, que subiu 2,43%, aos 57.877 pontos, e o Kospi, da Coreia do Sul, que avançou 2,74%, aos 5.967 pontos.

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Hora extra e almoço mais curto: medo da inteligência artificial leva profissionais a trabalhar mais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 08:57

Trabalho e Carreira Hora extra e almoço mais curto: medo da inteligência artificial leva profissionais a trabalhar mais Profissionais estão fazendo mais horas extras, reduzindo pausas e tentando provar valor diante do avanço da IA, mas especialistas alertam que a estratégia pode não garantir proteção profissional. Por Rafaela Zem — São Paulo

O avanço da inteligência artificial no mercado de trabalho e o aumento das demissões, especialmente no setor de tecnologia, têm levado trabalhadores a se esforçar para demonstrar sua própria relevância.

Uma pesquisa da plataforma Resume.io, com mais de 3 mil profissionais, indica que, para demonstrar valor, empregados têm trabalhado em média 2 horas e 24 minutos extras por semana — o equivalente a quase 125 horas a mais por ano.

Essa escolha se traduz em mais horas extras, almoços mais curtos e no chamado “teatro da produtividade” — quando trabalhadores se esforçam para parecer ocupados.

Segundo especialistas, essa reação ao avanço da tecnologia nem sempre é a mais eficaz. Thiago Genaro, psiquiatra da Conexa, afirma que aumentar o volume de trabalho não significa, necessariamente, maior proteção profissional.

A pesquisa também aponta que mais da metade dos entrevistados percebe mudanças na forma como o desempenho é avaliado desde a adoção de ferramentas de inteligência artificial.

O avanço da inteligência artificial no mercado de trabalho e o aumento das demissões, especialmente no setor de tecnologia, têm levado trabalhadores a se esforçar para demonstrar sua própria relevância. Eles trabalham mais, fazem menos pausas e buscam estar sempre visíveis.

Uma pesquisa da plataforma Resume.io, com mais de 3 mil profissionais, indica que, para demonstrar valor, empregados têm trabalhado em média 2 horas e 24 minutos extras por semana — o equivalente a quase 125 horas a mais por ano.

Essa escolha se traduz em mais horas extras, almoços mais curtos e no chamado “teatro da produtividade” — quando trabalhadores se esforçam para parecer ocupados. (Entenda mais abaixo)

Segundo especialistas, essa reação ao avanço da tecnologia nem sempre é a mais eficaz e pode até causar efeito rebote.

Thiago Genaro, psiquiatra da Conexa, afirma que aumentar o volume de trabalho não significa, necessariamente, maior proteção profissional.

"Trabalhar horas a mais não garantirá postos de trabalho”, diz. Para ele, a insegurança diante da inteligência artificial tem levado parte dos trabalhadores a uma estratégia que pode não dialogar com as mudanças estruturais pelas quais o mercado passa.

Para ele, essas mudanças estruturais indicam que o mercado está trocando o "quanto se trabalha" pelo "como e para quê se trabalha".

Na avaliação do especialista em tecnologia da RS Systems, Emilio Salcedo, esse cenário de insegurança é agravado justamente pela forma como a tecnologia é incorporada no ambiente corporativo.

Ele afirma que, embora a IA possa reduzir tarefas repetitivas, também pode ampliar a pressão por produtividade quando não há revisão das metas e expectativas de desempenho.

A pesquisa da Resume.io sugere que essas mudanças de comportamento do trabalhador ocorrem por meio de ajustes contínuos no dia a dia.

Trabalhadores relatam responder a mensagens fora do expediente, reduzir pausas e assumir tarefas adicionais sem mudanças formais no contrato.

Um sinal claro dessa intensificação do trabalho aparece no tempo dedicado às pausas. Para 55% dos entrevistados, o intervalo de almoço diminuiu no último ano.

A maioria associa a redução à necessidade de se manter produtiva e visível. Em um ambiente em que a eficiência tecnológica redefine expectativas, o descanso passa a ser percebido como um risco.

Outro comportamento identificado pela pesquisa é o chamado “teatro da produtividade”, quando empregados sentem a necessidade de “parecer ocupados” para demonstrar valor.

Segundo os dados, 67% dos trabalhadores afirmaram sentir essa necessidade e adotar atitudes para se mostrar ocupados, como manter o status online constantemente ativo, responder a mensagens imediatamente e prolongar tarefas simples.

“Com o avanço da inteligência artificial, as métricas de avaliação de desempenho tendem a ser cada vez mais sofisticadas e detalhadas (…) essas métricas irão identificar trabalhadores e setores com baixo engajamento e baixa produtividade”.

A pesquisa também aponta que mais da metade dos entrevistados percebe mudanças na forma como o desempenho é avaliado desde a adoção de ferramentas de inteligência artificial. Para 16%, a principal alteração está no ritmo: se a tecnologia realiza tarefas mais rapidamente, o trabalhador passa a ser cobrado a acelerar.

Sobre esse ponto, Genaro afirma que a eficiência técnica tende a se tornar um critério básico de avaliação.

Com a inteligência artificial assumindo tarefas repetitivas, sobra menos espaço para atividades mecânicas e mais demanda por análise, tomada de decisão e criatividade.

Salcedo reforça essa mudança ao afirmar que a IA não substitui categorias inteiras de forma imediata, mas elimina tarefas específicas, o que exige readequação constante das funções. Nesse contexto, ganham relevância profissionais que conseguem usar a tecnologia como apoio para análise, automação e tomada de decisão.

Isso muda também a forma de avaliação: em vez de horas extras ou presença constante, ganham peso as entregas, o impacto e a capacidade de usar a tecnologia a favor do trabalho.

“Mas a IA não se emociona com um xeque-mate.” Segundo ele, ainda há um conjunto de competências que permanece restrito à experiência humana.

“O lado humano da experiência, da emoção e da criatividade ainda não entra no conjunto de competências da IA. E é nesse rol de competências que o trabalhador deve investir e se destacar no mundo corporativo.”

Apesar disso, o medo da substituição direta segue como a principal preocupação dos entrevistados. Para 34%, essa é a maior ameaça percebida. Outros 30% temem uma substituição gradual, enquanto 20% receiam que a IA seja usada para justificar cobranças mais intensas.

Já 14% afirmam temer ficar para trás em relação a colegas que dominam melhor as novas ferramentas tecnológicas.

“O desenvolvimento de novas habilidades, em sintonia com as ferramentas da IA, me parece o melhor caminho para o trabalhador no século XXI”, afirma.

Segundo Salcedo, compreender o básico da tecnologia, mapear tarefas automatizáveis e desenvolver pensamento crítico já são diferenciais importantes nesse novo contexto.

Ele também chama atenção para os efeitos emocionais dessa transição. Segundo o especialista, a pressão por produtividade pode aumentar a sensação de insegurança e sobrecarga, especialmente quando a adoção da tecnologia não vem acompanhada de ajustes claros nas expectativas de desempenho.

“O maior risco não é a tecnologia em si, mas a forma como ela é implementada sem suporte adequado”, resume.

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Quaest: 72% dos brasileiros dizem ter poucas ou muitas dívidas para pagar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 08:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%Oferecido por

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra que 29% dos brasileiros afirmam ter muitas dívidas e 43% poucas dívidas, somando 72% que afirmam estar endividados. 28% dos entrevistados dizem não ter dívidas.

O percentual de entrevistados que diziam ter dívidas na pesquisa realizada em maio de 2025 era de 65%. Veja os números:

Muitas dívidas: 29% (eram 32% em maio de 2025)Poucas dívidas: 43% (eram 33%)Não tem dívidas: 28% (eram 34%)Não sabem/Não responderam: 0% (era 1%).

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa no TSE é BR-09285/2026.

A Quaest também questionou a opinião sobre programas governamentais que auxiliam famílias endividadas. 70% dos entrevistados são a favor de que o governo federal gaste mais recursos para apoiar programas de renegociação de dívidas. Segundo o levantamento, 24% são contra e 6% não sabem/não responderam.

Um desses programas para renegociar dívidas é o Desenrola Brasil. Questionados sobre a avaliação do programa, 46% dizem aprovar a medida (eram 42% em dezembro), 9% desaprovam (eram 6% em dezembro) e 45% não conhecem (era 52%).

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Os resultados mostram que 50% dos entrevistados consideram que a economia piorou nos últimos 12 meses. Esse índice era de 48% em março e de 43% em janeiro e fevereiro.

Economia piorou: 50% (eram 48%, em março);Melhorou: 21% (eram 24%);Ficou do mesmo jeito: 27% (eram 26%);Não sabem/não responderam: 2% (eram 2%).

O levantamento também perguntou se o eleitor foi beneficiado pela isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Veja os números:

Não houve mudança em relação à pesquisa anterior, de março de 2026, quando os percentuais foram os mesmos para as três respostas.

A pesquisa também perguntou qual é a expectativa dos entrevistados para a economia nos próximos 12 meses.

O índice dos que acham que vai melhorar vem caindo desde o início do ano: era de 48% em janeiro, 43% em fevereiro, 41% em março e 40% agora.

O grupo dos que esperam uma piora da economia era de 28% em janeiro, passou para 29% em fevereiro, 34% em março e em abril, 32%.

Vai melhorar: 40% (eram 41% em março);Vai piorar: 32% (eram 34%);Vai ficar do mesmo jeito: 23% (eram 21%);Não sabem/não responderam: 5% (eram 4%).

A pesquisa também perguntou sobre a percepção em relação ao preço dos alimentos nos mercados no mês anterior. 72% dizem que o preço subiu (uma variação de 14 ponto percentuais em relação ao resultado de março), 24% que ficou igual e 8% que caiu. Veja números:

Subiu: 72% (eram 58%, em março);Ficou igual: 18% (eram 24%);Caiu: 8% (eram 16%);Não sabem/não responderam: 2% (era 2%)

Sobre poder de compra, 71% dizem que conseguem comprar menos do que um ano atrás, 11% afirmam que conseguem comprar mais e 17% consideram que não há diferença.

Menos: 71% (eram 64%, em março);Mais: 11% (eram 14%);O mesmo tanto: 17% (eram 21%);Não sabem/não responderam: 1% (eram 1%)

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