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Mega-Sena, concurso 2.997: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 21:47

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.997: resultado Veja os números sorteados: 14 – 20 – 32 – 37 – 39 – 42. Prêmio é de R$ 51.745.849,62. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.997 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (16), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertarem as seis dezenas é de R$ 51.745.849,62.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Escala 6×1: equipe econômica descarta discutir contrapartidas para as empresas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 19:04

Política Escala 6×1: equipe econômica descarta discutir contrapartidas para as empresas Interlocutores disseram que o governo está aberto, no entanto, a conversar sobre uma regra de transição. O projeto enviado pelo Executivo não traz previsão de escalonamentos para a redução da jornada de trabalho. Por Mariana Assis, Marcela Cunha, Paloma Rodrigues, G1 e TV Globo

A ala econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não prevê discutir contrapartidas financeiras às empresas caso prospere alguma das proposições que prevê o fim da escala 6×1. 

Duas propostas de emenda à Constituição (PECs) tramitam juntas na Câmara dos Deputados. E, na terça-feira (14), o governo encaminhou ao Congresso Nacional projeto de lei ao Congresso Nacional sobre o mesmo assunto.  

Na quarta-feira (15), o deputado federal Paulo Azi (União-BA) apresentou relatório favorável ao avanço, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aos textos que estabelecem a redução de jornada no país.

Embora o relatório tenha se limitado a analisar a compatibilidade das propostas com a Constituição, ele fez sugestões em relação ao mérito das PECs. 

Azi sugeriu medidas para a adaptação do setor produtivo e uma regra de transição, progressiva, para a entrada em vigor da redução da jornada de trabalho, com prazos diferenciados conforme o porte e o tipo da empresa.

"Uma possibilidade para mitigar estes riscos da redução da jornada é fazer compensações fiscais, ou seja, reduzir tributos, especialmente sobre a folha, para os agentes que reduzirem sua jornada, o que foi seguido por alguns países europeus", destacou o relator.

Interlocutores da área econômica que acompanham o debate disseram ao g1 que o governo está aberto a discutir formas de reduzir os impactos sobre as empresas, incluindo uma regra de transição, mas se opõe à ideia de compensar financeiramente empresários por eventuais perdas decorrentes da redução da jornada de trabalho.

O projeto enviado pelo Executivo não traz qualquer previsão de escalonamentos para a redução da jornada.

Após a leitura do relatório na CCJ, o deputado da oposição Lucas Redecker (PSD-RS), que é crítico ao fim da escala 6×1, apresentou um pedido de vista – mais tempo para análise do relatório –, que foi aceito pelo presidente da CCJ, Leur Lomanto Júnior (União-BA). A votação deve ocorrer, agora, em até 15 dias.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), recebe nesta sexta-feira (17) o ministro da secretaria das relações institucionais, José Guimarães, para tratar das propostas que reduzem a jornada de trabalho no Brasil.

Na terça-feira (14), o governo acertou o envio do projeto do Executivo em um almoço no Palácio do Planalto entre Lula e Motta.

O presidente da Câmara vinha defendendo a votação das PECs que já tramitavam na Casa. O processo para se alterar um dispositivo constitucional exige mais tempo de análise e quórum de votação mais amplo, de três quintos.

O governo, por sua vez, passou a advogar por um projeto de lei. O PL encaminhado pelo governo altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e outras legislações infraconstitucionais. Para ser aprovado, precisa apenas dos votos da maioria simples das duas Casas Legislativas.

Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

Azi apresentou estudo da Fecomércio que calcula que R$ 158 bilhões será o custo sobre a folha de pagamentos de empresas do país, em um cenário conservador, caso o projeto de reduzir a jornada legal de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas seja aprovado.

Na avaliação de economistas, o debate precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.

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Reed Hastings, cofundador da Netflix, anuncia saída da empresa após 29 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 19:04

Tecnologia Reed Hastings, cofundador da Netflix, anuncia saída da empresa após 29 anos Hastings permanecerá como presidente do conselho até junho. Executivo pretende focar em filantropia e outros projetos, informou a companhia. Por Redação g1 — São Paulo

Reed Hastings, cofundador da Netflix, em foto de 18 de outubro de 2021 — Foto: Reuters/David Swanson

A Netflix informou nesta quinta-feira (16) que seu cofundador e presidente do conselho administrativo deixará a empresa após 29 anos.

Em comunicado a investidores, a Netflix disse que Hastings não concorrerá à reeleição no conselho e que ficará no cargo até junho. O plano do executivo é focar em filantropia e outros projetos, informou a companhia.

A plataforma de streaming afirmou que Reed "construiu uma cultura de inovação, integridade e alto desempenho" capazes de definir a empresa e que "sua visão e liderança foram pioneiras na forma como o mundo se diverte".

"Minha verdadeira contribuição na Netflix não foi uma única decisão, foi focar na satisfação dos nossos assinantes, construir uma cultura que outros pudessem herdar e aprimorar, e construir uma empresa que fosse amada pelos assinantes e extremamente bem-sucedida por gerações", disse Hastings.

A Netflix também divulgou o balanço para o primeiro trimestre de 2026, com faturamento de US$ 12,2 bilhões, um aumento de 16% sobre o mesmo período de 2025.

A empresa tratou ainda da falta de acordo pela compra da Warner, que chegou a um acordo com a Warner, e afirmou que a aquisição seria "um ótimo acelerador" para sua estratégia, mas "apenas pelo preço certo".

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Comissão aprova projeto que recoloca estado e município nas placas de veículos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 17:46

Carros Comissão aprova projeto que recoloca estado e município nas placas de veículos no Brasil Argumento de senador é que informações ajudariam agentes de segurança. Deputado diz que mudança facilita a percepção pelos locais quando se tratar de veículo ‘de fora’. Por Redação g1

Um projeto de lei quer recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação.

A matéria foi aprovada nesta terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

O Projeto de Lei 3214/23 é de autoria do Senador Esperidião Amim (PP-SC). O argumento usado pelo senador é que a informação na placa ajudaria as autoridades de trânsito e polícia a identificar com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações, furtos, roubos e delitos relacionados ao veículo.

A aprovação do projeto foi recomendada pelo relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ). “A iniciativa também resgatará o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento à região e o orgulho local e facilitando a percepção pelos locais quando se tratar de veículos ‘de fora’”, afirmou Leal.

Para se tornar lei, o projeto tem de ser aprovado na Câmara e no Senado e, depois, ser sancionado pela Presidência da República.

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Patrimônio milionário do indicado à presidência do Banco Central dos EUA acende alerta no Senado americano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 14:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,21%Dólar TurismoR$ 5,2000,3%Euro ComercialR$ 5,8900,000%Euro TurismoR$ 6,1350,06%B3Ibovespa196.637 pts-0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,21%Dólar TurismoR$ 5,2000,3%Euro ComercialR$ 5,8900,000%Euro TurismoR$ 6,1350,06%B3Ibovespa196.637 pts-0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,21%Dólar TurismoR$ 5,2000,3%Euro ComercialR$ 5,8900,000%Euro TurismoR$ 6,1350,06%B3Ibovespa196.637 pts-0,56%Oferecido por

A indicação de Kevin Warsh para comandar o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) ganhou novos obstáculos após a divulgação de seu patrimônio superior a US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 500 milhões).

A principal crítica é que parte relevante dos ativos não foi detalhada por conta de acordos de confidencialidade, o que, segundo parlamentares, impede uma avaliação adequada das ligações financeiras do indicado.

A senadora democrata Elizabeth Warren afirmou que as inconsistências não atendem às regras éticas e defendeu o adiamento da audiência de confirmação, marcada para a próxima terça-feira (21).

A preocupação central é que, sem transparência total, não é possível identificar eventuais conflitos de interesse — nem garantir que eles sejam eliminados antes de uma eventual posse.

O governo Donald Trump pretende confirmar Warsh no comando do banco central americano até 15 de maio, quando termina o mandato de Powell na presidência do Fed.

A indicação de Kevin Warsh para comandar o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) ganhou novos obstáculos após a divulgação de seu patrimônio superior a US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 500 milhões) — marcada por lacunas e informações incompletas que levantaram dúvidas no Senado sobre possíveis conflitos de interesse.

A principal crítica é que parte relevante dos ativos não foi detalhada por conta de acordos de confidencialidade, o que, segundo parlamentares, impede uma avaliação adequada das ligações financeiras do indicado, segundo informações divulgadas pela agência Reuters.

A senadora democrata Elizabeth Warren afirmou que as inconsistências não atendem às regras éticas e defendeu o adiamento da audiência de confirmação, marcada para a próxima terça-feira (21).

“Essa audiência não deveria avançar até que essas divulgações financeiras sejam resolvidas e ele esteja em conformidade com as regras de ética”, disse Warren após reunião com Warsh.

A preocupação central é que, sem transparência total, não é possível identificar eventuais conflitos de interesse — nem garantir que eles sejam eliminados antes de uma eventual posse.

“O objetivo da divulgação é entender essas relações e verificar se foram desfeitas”, afirmou a senadora, citando ainda que o Fed já enfrentou escândalos recentes ligados a conflitos de interesse.

A documentação entregue por Warsh, com 69 páginas, mostra um patrimônio robusto, mas de difícil mensuração precisa.

Entre os principais ativos estão dois investimentos superiores a US$ 50 milhões no fundo Juggernaut Fund LP, além de US$ 10,2 milhões recebidos em consultorias para o investidor Stanley Druckenmiller.

Parte desses investimentos, no entanto, aparece sem detalhamento dos ativos subjacentes, justamente por cláusulas de confidencialidade — o que reforçou as críticas no Congresso. Warsh afirmou que pretende se desfazer desses ativos caso seja confirmado.

🔎 As regras de ética do Fed, que se tornaram mais rígidas em 2022, proíbem autoridades de manter certos tipos de investimento, como ações de bancos e ativos ligados a criptomoedas. Mesmo assim, as declarações indicam exposição a empresas do setor, como plataformas relacionadas ao Ethereum e serviços financeiros digitais.

Além disso, o documento lista dezenas de participações em áreas como inteligência artificial e tecnologia, muitas sem valores especificados. Há também ativos ligados à esposa de Warsh, Jane Lauder, herdeira da marca de cosméticos Estée Lauder, com patrimônio estimado em cerca de US$ 1,9 bilhão.

Especialistas apontam que a complexidade e o volume dos investimentos podem dificultar o processo de verificação no Senado. Em entrevista à Reuters, a professora Kathryn Judge, da Columbia Law School, disse que “o mais impressionante são os acordos que não foram totalmente divulgados”, o que pode exigir mais esclarecimentos durante a sabatina.

No Congresso, a resistência não vem apenas dos democratas. O senador republicano Thom Tillis afirmou que só votará a favor da confirmação após o encerramento de uma investigação do Departamento de Justiça envolvendo o atual presidente do Fed, Jerome Powell — movimento que, na prática, trava o avanço da indicação.

Paralelamente, todos os democratas do Comitê Bancário pediram o adiamento da audiência enquanto houver investigações em curso envolvendo membros do Fed, vistas por eles como tentativa de pressionar a política de juros da instituição.

O governo Donald Trump pretende confirmar Warsh no comando do banco central americano até 15 de maio, quando termina o mandato de Powell na presidência do Fed. No entanto, diante das lacunas nas declarações e da necessidade de eventual desinvestimento de ativos complexos, o cronograma é considerado desafiador.

Caso não seja confirmado a tempo, Powell pode permanecer interinamente no comando do Fed e seguir como diretor da instituição até 2028.

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Brasil e Argentina firmam acordo para fortalecer o setor automotivo e reagir à concorrência chinesa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 13:45

Carros Brasil e Argentina firmam acordo para fortalecer o setor automotivo e reagir à concorrência chinesa Declaração assinada na Automechanika de Buenos Aires prevê integração produtiva, atração de investimentos e novas regras até 2029. Por Redação g1

Representantes de montadoras e fabricantes de autopeças do Brasil e da Argentina firmaram um acordo na última semana para fortalecer o setor automotivo da região, em meio à entrada cada vez maior de veículos chineses.

O termo, chamado de ‘Declaração de Buenos Aires", foi assinado durante o evento Automechanika, realizado na capital argentina.

O texto estabelece uma agenda integrada, com foco em competitividade, atração de investimentos e fortalecimento da integração produtiva e, segundo as entidades que participaram do evento, é uma resposta ao aumento da competição global e às transformações tecnológicas do setor.

De acordo com os representantes, a declaração também reforça a necessidade de o Mercosul avançar de um modelo centrado na administração do comércio para uma estratégia voltada à produção e à exportação.

A expectativa é que as novas regras do acordo sejam definidas antes de 2029, de modo a criar um ambiente favorável de investimentos.

Representantes de montadoras e fabricantes de autopeças do Brasil e da Argentina firmaram um acordo na última semana para fortalecer o setor automotivo da região, em meio à entrada cada vez maior de veículos chineses. (Entenda mais abaixo)

O termo, chamado de ‘Declaração de Buenos Aires", foi assinado durante o evento Automechanika, realizado na capital argentina.

O texto estabelece uma agenda integrada, com foco em competitividade, atração de investimentos e fortalecimento da integração produtiva e, segundo as entidades que participaram do evento, é uma resposta ao aumento da competição global e às transformações tecnológicas do setor.

De acordo com os representantes, a declaração também reforça a necessidade de o Mercosul avançar de um modelo centrado na administração do comércio para uma estratégia voltada à produção e à exportação.

Pelo lado do Brasil, o acordo foi firmado por Anfavea e Sindipeças; já pelo lado argentino, por Adefa e Afac.

A expectativa é que as novas regras do acordo sejam definidas antes de 2029, de modo a criar um ambiente favorável de investimentos.

Segundo dados divulgados no evento, o setor automotivo responde por cerca de 20% do PIB industrial brasileiro e 8,4% do argentino, empregando conjuntamente mais de 1,9 milhão de pessoas, direta e indiretamente.

O objetivo é ampliar o intercâmbio comercial e fortalecer as cadeias de valor regionais. O documento também prevê processos de investimento equilibrados e sustentáveis entre os dois países.

A agenda proposta inclui ainda a coordenação de políticas para incentivar o desenvolvimento de tecnologias automotivas regionais. Também há foco na produção de sistemas de autopeças de maior complexidade, como tecnologias de motores híbridos e elétricos.

O documento também prevê avanços na padronização de regulamentos técnicos automotivos, inclusive aqueles aplicáveis ao mercado de reposição de peças.

Outro ponto destacado é a necessidade de tornar mais fluidos os processos aduaneiros nas fronteiras, como forma de reduzir custos e aumentar a eficiência logística do comércio entre Brasil e Argentina.

A medida ocorre no momento em que os mercados do Brasil e da Argentina sentem o avanço agressivo de marcas chinesas.

O tema tem sido o centro das atenções do setor automotivo há anos e chegou a gerar tensões no Brasil em 2025, quando diversas montadoras passaram a pressionar o governo federal para impedir a concessão de imposto para a importação sobre carros em estado semi-pronto.

Em fevereiro deste ano, o presidente da Nissan para as Américas também defendeu a taxação de carros chineses, reiterando que o governo deveria adotar medidas para proteger a indústria nacional.

Representantes de entidades do setor automotivo Brasil e Argentina assinam declaração na Automechanika 2026 — Foto: Divulgação / Automechanika Buenos Aires

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Brasil deve bater recorde de exportação e produção de soja em 2026, diz associação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 12:48

Agro Brasil deve bater recorde de exportação e produção de soja em 2026, diz associação Mesmo com safra e exportação recordes previstas, receita do setor deve cair em 2026 devido à queda nos preços internacionais e aumento da oferta global, aponta Abiove. Por Reuters

O Brasil deverá exportar um recorde de soja de 113,6 milhões de toneladas em 2026, estimou nesta quinta-feira a associação de tradings e processadoras Abiove, ao elevar sua projeção mensal em mais de 2 milhões de toneladas, no momento em que o país está na fase final de sua colheita da oleaginosa, prevista também em máxima histórica.

Se a previsão for confirmada, o maior produtor e exportador de soja do mundo verá seus embarques para o exterior crescerem 5,4 milhões de toneladas na comparação com 2025, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), que reúne companhias como a ADM, Amaggi, Bunge, Cargill, Cofco e Louis Dreyfus.

A associação manteve a previsão de produção de soja do Brasil 2025/26 em 177,85 milhões de toneladas, alta de 3,7% na comparação com o ciclo passado, com o país contando com avanço de área e produtividades favorecidas pelo clima benéfico, de forma geral.

Além do recorde da produção brasileira, a oferta global está abundante com grandes safras em outros países, o que levou a Abiove a reduzir sua projeção de preços da commodity para o ano e consequentemente as receitas previstas com a exportação em 2026, que ficarão abaixo das registradas em 2025.

A receita projetada com as exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) do Brasil foi reduzida nesta quinta-feira para US$51,18 bilhões em 2026, ante US$58,17 bilhões na previsão do mês anterior. A previsão deixaria o faturamento abaixo do visto em 2025 (US$52,9 bilhões).

A soja, um dos principais produtos de exportação do Brasil, ao lado do petróleo e do minério de ferro, teve sozinha a receita estimada em US$42 bilhões, ante US$49 bilhões na previsão do mês passado, com a Abiove projetando agora o preço médio da exportação do grão em 2026 em US$370/tonelada, ante US$440/tonelada na projeção do mês anterior.

A Abiove explicou que a reavaliação de valores se deve ao aumento da oferta e dos estoques de passagem globais –as cotações médias são projetadas considerando as exportações realizadas e os preços e prêmios futuros dos meses seguintes.

A Abiove também aumentou a previsão de esmagamento de soja no Brasil em 2026 para 62,2 milhões de toneladas, também um recorde, ante 61,5 milhões na estimativa do mês anterior. A projeção representa um aumento anual de 3,5 milhões de toneladas.

"O ajuste positivo nas expectativas de processamento evidencia a resiliência do setor frente à safra recorde. A conversão da matéria-prima em produtos de maior valor agregado fortalece os pilares da matriz energética e do suprimento alimentar brasileiro", disse o diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, Daniel Furlan Amaral, em nota.

Com a alta no processamento, a Abiove elevou a previsão de produção de farelo de soja do Brasil em 2026 para 47,9 milhões de toneladas, 500 mil toneladas acima da previsão de março, contra 44,85 milhões em 2025.

A Abiove não alterou a projeção de embarques de farelo para o exterior, estimados em 24,6 milhões de toneladas.

Por outro lado, a Abiove aumentou ligeiramente a previsão de exportação de óleo de soja do Brasil em 2026 para 1,55 milhão de toneladas, versus 1,36 milhão em 2025.

A associação agora vê a produção de óleo de soja do Brasil em 2026 em 12,5 milhões de toneladas, ante 12,35 milhões na estimativa anterior, versus 11,9 milhões em 2025.

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Guerra no Oriente Médio deve elevar salário mínimo perto de R$ 1.730 em 2027, diz órgão do Senado; governo prevê mínimo em R$ 1.717

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 12:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0050,26%Dólar TurismoR$ 5,2020,33%Euro ComercialR$ 5,8960,08%Euro TurismoR$ 6,1390,12%B3Ibovespa196.936 pts-0,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,0050,26%Dólar TurismoR$ 5,2020,33%Euro ComercialR$ 5,8960,08%Euro TurismoR$ 6,1390,12%B3Ibovespa196.936 pts-0,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,0050,26%Dólar TurismoR$ 5,2020,33%Euro ComercialR$ 5,8960,08%Euro TurismoR$ 6,1390,12%B3Ibovespa196.936 pts-0,41%Oferecido por

A Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, estimou nesta quinta-feira (16) que a guerra no Oriente Médio deve impulsionar o valor do salário mínimo em 2027, que deverá ficar próximo da marca de R$ 1.730.

Este valor supera os R$ 1.717 projetados pelo governo federal no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), divulgado nesta quarta-feira (15).

A explicação é que o conflito tem pressionado o preço do petróleo, que opera próximo de US$ 100 por barril nesta semana, impulsionando a inflação brasileira devido ao reajuste dos preços dos combustíveis. Em março, por exemplo, a inflação já foi impactada por este fator.

a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 12 meses até novembro – como prevê a Constituição;o índice de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores. No caso de 2027, vale o PIB de 2025 — que somou 2,3%.

Deste modo, uma pressão inflacionária maior neste ano também resultará em um salário mínimo mais alto em 2027.

Na projeção do governo para o salário mínimo em 2027, de R$ 1.717, o governo considerou a expansão do PIB em 2025, de 2,3%, mais uma estimativa para o INPC, em doze meses até novembro deste ano, abaixo de 3,6%.

Já a IFI, do Senado Federal, estimou que o INPC, em doze meses até novembro deste ano, deverá ser bem maior: de 4,17%, no caso de um choque transitório do petróleo, e de 4,47% com um choque persistente. Considerando as projeções da IFI, o salário mínimo ficaria seria de R$ 1.727 (choque transitório) ou de R$ 1.732 em 2027 (choque persistente).

O valor definitivo do salário mínimo em 2027, entretanto, só será conhecido pela população em dezembro deste ano — quando será divulgado o INPC de novembro.

De acordo com informações divulgadas em maio pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 61,94 milhões de pessoas no Brasil.

Além dos trabalhadores que, por contrato, recebem um salário mínimo (ou múltiplos do mínimo), há também as aposentadorias e benefícios como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) vinculados ao mesmo valor.

O Dieese calcula que 29,27 milhões de beneficiários do INSS têm seus rendimentos atrelados ao salário mínimo.

"O peso relativo da massa de benefícios equivalentes a até um salário mínimo é de 46% e corresponde a 70,8% do total de beneficiários, segundo o Boletim Estatístico da Previdência de setembro de 2025", informou o Dieese, em janeiro deste ano.

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Chocolate fake vai acabar? O que muda no chocolate que você come no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 11:50

Agro Chocolate fake vai acabar? O que muda no chocolate que você come no Brasil Queixas de consumidores sobre qualidade do produto é antigo. Recentemente, Câmara dos Deputados aprovou mudanças na quantidade de cacau para um produto ser chamado de chocolate. Por BBC

O Senado aprovou na última quarta-feira (15), um projeto de lei que pode redefinir o que chamamos de chocolate no Brasil, após mudanças feitas pela Câmara dos Deputados em 2025. A proposta segue agora para sanção presidencial — etapa final antes de virar lei.

A proposta exige que o percentual de cacau apareça na frente das embalagens e redefine os percentuais mínimos de cacau exigidos por lei: mantendo a exigência de ao menos 35% de sólidos totais para chocolates em geral, e 25% para os ao leite.

Atualmente, para um produto ser chamado de chocolate no Brasil, basta ter 25% de sólidos totais de cacau — inferior aos padrões internacionais. Na União Europeia, por exemplo, o mínimo exigido é de 35% para chocolate em geral e 30% para a versão ao leite.

Com a aprovação no Congresso, o texto também detalha melhor o que conta como "sólidos de cacau" e estabelece limites para substituições: pelo menos 18% devem ser de manteiga de cacau e 14% de componentes isentos de gordura, além de um teto de 5% para outras gorduras vegetais.

Antes, o projeto ainda precisava passar pelo Senado, mas reacendia uma queixa antiga dos consumidores: o chocolate vendido pela grande indústria é "pura gordura e açúcar". Agora, com a votação concluída, o debate se desloca para como as novas regras serão implementadas na prática e fiscalizadas.

Segundo especialistas ouvidas pela BBC News Brasil, essa percepção faz sentido e reflete fatores como a baixa qualidade do cacau utilizado e mudanças nas composições dos produtos para reduzir custos ao longo de décadas.

Além disso, a substituição cada vez maior de produtos de "chocolate" por "sabor chocolate", que levam menos de 25% de cacau na composição, reforçam essa impressão.

Esse "sabor chocolate" é encontrado em biscoitos, como o Choco Biscuit, da Bauducco, e também em bombons de grandes marcas, como o clássico Serenata de Amor, da Garoto, e seu concorrente, o Sonho de Valsa, da Lacta. Nenhum deles tem chocolate de verdade em suas coberturas.

Especialistas em chocolate ouvidas pela BBC News Brasil afirmam que "chocolates mais doces e sem gosto" não são apenas uma percepção.

"Sim, o chocolate piorou. Isso é realidade", afirma a engenheira de alimentos Luciana Monteiro, fundadora e diretora da Ara Cacao, uma consultoria para inovação em chocolates.

Antes de se tornar consultora, Monteiro atuou dez anos em grandes empresas, como a multinacional Bunge, onde desenvolvia gorduras para substituir manteiga de cacau na produção de chocolates, e a suíça Barry Callebaut, uma das gigantes mundiais em processamento de cacau.

Também se especializou academicamente na área, com mestrado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e um ano como pesquisadora convidada na Universidade Estadual de Utah, nos Estados Unidos.

Monteiro diz que a piora do produto é consequência de mudanças no processo de produção e nos insumos utilizados ao longo de décadas, em ações da indústria para reduzir custos.

Esse processo, ressalta, começa com a crise que assolou as fazendas de cacau na Bahia há quarenta anos, quando uma praga, a vassoura-de-bruxa, fez a produção brasileira encolher quase 80% entre 1985 e 1999, de cerca de 449 mil toneladas ao ano para apenas 96 mil.

Na época, o país era o segundo maior produtor mundial. Hoje é o sexto, com cerca de 300 mil toneladas de cacau ao ano, segundo a Organização Internacional do Cacau (ICCO).

Os dois primeiros, Costa do Marfim e Gana, chegaram a produzir juntos quase três milhões de toneladas de cacau na safra 2022/2023, mas a produção caiu 23% para 2,22 milhões de toneladas na safra seguinte, segundo projeções iniciais da ICCO, o que impactou na disparada do preço recente.

E, nesse contexto de menos oferta da matéria prima básica do chocolate, a exigência mínima de sólidos de cacau foi reduzida para 25%, como uma nova regulamentação adotada em 2005 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Além do percentual baixo, a norma atual também dá flexibilidade aos tipos de sólido que podem ser utilizados para atingir o mínimo.

"Esse sólido de cacau [para cumprir o mínimo de 25%] pode ser pó de cacau, manteiga de cacau e massa de cacau. Isso também é uma grande diferença da nossa indústria. O pó de cacau entra muitas vezes ali como um redutor de custo", explica.

"Então, ele não tem a mesma performance [que a massa ou a manteiga], não tem o mesmo sabor, mas ele, dentro da legislação, está incluso [no que pode ser usado]", continua.

"E há também uma margem muito grande para gorduras substitutas da manteiga de cacau. Então, gorduras vegetais podem entrar na formulação sem problema nenhum, vai continuar sendo chamado de chocolate", disse ainda.

Monteiro ressalta que isso viabilizou o crescimento da indústria no país. Mas, como a produção de cacau não se recuperou na mesma velocidade, a qualidade piorou.

"Até início dos anos 1990, as fazendas cuidavam melhor do seu cacau, no processo de fermentação, de secagem. Então, tinha uma matéria-prima de maior qualidade", avalia.

"Como a indústria se desenvolveu, cresceu, e a matéria-prima estava escassa, os critérios de qualidade foram muito reduzidos. Até porque a qualidade não é reconhecida. Se eu faço cacau de boa qualidade e você faz um cacau pior, a indústria vai pagar o mesmo para mim e para você. Não existe um incentivo para agregação de valor", destaca.

Professora do curso de Lazer e Turismo da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do projeto de extensão Cacau e Cultura, Mariana Bueno também vê grande pressão na indústria por redução de custos e substituições nos insumos.

A manteiga de cacau, segundo ela, é um ingrediente importante para garantir que o chocolate derreta na temperatura da boca, que é de 37 graus.

Como o insumo é demandado também pela indústria de cosméticos, esse é mais um fator que pressiona as empresas de chocolate a buscarem gorduras mais baratas.

"O óleo de palma é um tipo de gordura vegetal usado em substituição à manteiga de cacau. Mas, muitas vezes, a indústria ainda substitui esse óleo de palma por óleo de palmiste, que é muito inferior. Então, é a substituição da substituição", exemplifica.

Outro insumo que tem sido substituído pela indústria de chocolate é o leite. Na lista de ingredientes de produtos de grandes marcas, é fácil encontrar o permeado de soro de leite em pó e soro de leite em pó.

Estudiosa do assunto há mais de uma década, Zélia Frangioni é autora do Chocólatras Online, que começou em 2014 como blog e hoje está presente nas principais redes sociais.

Na sua visão, a piora do chocolate nas últimas décadas reflete um mercado muito competitivo no país e a demanda dos consumidores por produtos baratos.

Em contraponto, ela diz que tem crescido a oferta de chocolates de excelente qualidade no Brasil, que seguem os princípios do movimento "bean to bar" [do grão à barra], método de produção que controla toda a cadeia produtiva, com cuidados especiais na plantação e processamento do cacau, inclusive ambientais e sociais.

Além do cacau melhor, esse tipo de chocolate é feito com poucos insumos, sem usar as substituições da grande indústria.

"O cacau é igual às uvas dos vinhos. Então, dependendo da região onde ele foi plantado, como foi fermentado, como foi secado, você vai ter diferentes notas de sabores", explica.

"Mas não é só uma questão sensorial, é também de sustentabilidade. O produtor do bean to bar paga muito melhor o produtor de cacau. Ele vai ser valorizado da forma justa", diz ainda.

"Falando dos melhores chocolates no Brasil, você compra uma barra [de 80 gramas] por R$ 30 a R$ 35. É caro, sim, comparado com a barra de uma grande marca, que vai custar R$ 9 a R$ 10. É três, quatro vezes mais caro", compara.

Em um país desigual e de renda média baixa como o Brasil, Frangioni sabe que o chocolate "bean to bar" não cabe em todos os bolsos. Por isso, uma alternativa é reduzir o consumo e investir na qualidade.

"Eu prefiro comprar um chocolate de melhor qualidade e comer menos quantidade, mesmo porque chocolate em quantidade, não importa a qualidade, não vai fazer bem pra saúde. É para consumir com moderação", recomenda.

"Então, escolha que tipo de chocolate você quer e o quanto você está disposto a pagar por isso. Tem os intermediários", reforça.

Uma dica para identificar um bom produto, segundo ela, é ler o rótulo, pois os insumos são listados em ordem decrescente de quantidade — ou seja, os mais presentes aparecem primeiro.

"O cacau tem que ser um dos principais ingredientes. O açúcar não deve ser o primeiro ingrediente. Chocolate bom não tem aromatizante. Por uma coisa muito simples, se você usa um cacau bom, você não precisa de aromatizante [que serve para realçar o sabor e o aroma dos alimentos]", orienta.

"Os chocolates caros nem sempre são bons. Às vezes é só marketing. Tem marcas muito chiques que você olha a lista de ingredientes e vê que não é ingrediente bom".

Nutricionista do programa de Alimentação Saudável e Sustentável do Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), Mariana Ribeiro reforça que o excesso de chocolate é prejudicial à saúde, ainda mais quando se trata de produtos ultraprocessados, que usam muitos aditivos, como espessantes, emulsificantes, corantes e aromatizantes.

Por isso, ela também recomenda uma atenção especial ao rótulo porque, muitas vezes, as embalagens podem confundir o consumidor.

Produtos sabor chocolate, por exemplo, costumam trazer essa informação sem destaque, em letras pequenas.

"Muitas vezes o produto está de acordo com as regras de rotulagem e informam que é sabor chocolate, ou sabor outra coisa. Mas, por outro lado, também vemos jogos de palavras, uma comunicação visual muito semelhante [ao chocolate real]. Isso pode levar o consumidor ao engano em relação às características daquele produto", reforça.

Procurada pela reportagem, a Pandurata Alimentos, dona da Bauducco, diz que a mudança do Choco Biscuit para sabor chocolate buscou "equilibrar qualidade e acessibilidade".

A empresa ressaltou que a alteração foi comunicada nas embalagens, conforme previsto na legislação.

"Em um contexto de pressão inflacionária, especialmente nos custos do cacau, a Pandurata Alimentos reforça sua responsabilidade de garantir o acesso ao seu portfólio", disse a empresa.

"O estudo encomendado pela marca mostrou que, considerando todas as métricas avaliadas, a receita atingiu 99% de performance comparativa à receita original entre os consumidores habituais do produto", afirmou ainda a dona da Bauducco.

A reportagem também entrou em contato com a Nestlé, dona da Garoto, e a Mondelez, dona da Lacta, mas não obteve retorno.

Já a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab) ressaltou em nota à reportagem que a indústria oferta uma variedade de produtos, com diferentes percentuais de cacau, para escolha do consumidor.

"A preferência nacional é o chocolate ao leite, mas os produtores têm feito composições com frutas, castanhas, amendoim, pistache. A Anvisa estabelece que um produto, para ser considerado chocolate, tenha, no mínimo 25%, de cacau. Mas, todas as indústrias oferecem produtos com mais intensidade de cacau e menos açúcar", diz a nota.

A associação também destacou que a Organização Internacional do Cacau (ICCO na sigla em inglês) concedeu ao chocolate brasileiro o certificado de 100% de aroma e sabor.

O certificado, porém, só atesta a qualidade do cacau fino exportado pelo Brasil, não analisando a qualidade do cacau produzido em larga escala.

Segundo publicação do governo brasileiro de 2022, apenas 3% da produção de cacau brasileira é do tipo fino.

Se sancionada, a nova lei dará às empresas cerca de 360 dias para se adaptar às regras — incluindo a reformulação de produtos, a adequação de rótulos e a inclusão obrigatória do percentual de cacau também em peças publicitárias.

O descumprimento poderá levar a sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor e na legislação sanitária. Especialistas avaliam que a medida pode aumentar a transparência para o consumidor e pressionar a indústria a rever parte das formulações atuais.

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Veja os setores e exportadores habilitados para linha de crédito de R$ 15 bilhões do governo federal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 09:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

O governo publicou nesta semana portaria que define os setores que poderão acessar os recursos adicionais de R$ 15 bilhões do Plano Brasil Soberano, anunciados no mês passado.

Trata-se de uma linha de crédito que foi inicialmente utilizada durante o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, agora utilizada também para ajudar as empresas afetadas pela guerra no Oriente Médio.

De acordo com o governo, os critérios priorizaram indústrias de maior intensidade tecnológica e com relevância estratégica para o país, além daquelas que tiveram suas exportações afetadas por medidas tarifárias dos EUA e pela guerra no Oriente Médio.

A seleção também considerou a relevância dos setores para o comércio exterior brasileiro, incluindo cadeias estratégicas e aqueles que apresentam vulnerabilidade externa, com déficit na balança comercial, explicou o governo.

"A medida fortalece cadeias estratégicas e reduz vulnerabilidades externas (…). A inclusão de minerais críticos e terras raras reflete a centralidade desses insumos nas cadeias globais de valor, especialmente em energia, defesa, semicondutores e mobilidade elétrica”, disse o ministro do Desenvolvimento, Márcio Elias Rosa.

máquinas, equipamentos e setor automotivo; produtos químicos e farmacêuticos; eletrônicos e equipamentos de informática; aeronáutica e demais equipamentos de transporte; máquinas elétricas, geradores e equipamentos industriais; borracha e plásticos industriais; têxtil e cadeia de transformação associada; e minerais críticos e terras raras.

Também estão contemplados exportadores e fornecedores afetados com o tarifaço, bem como aqueles que exportam para o Golfo Pérsico. Os países do Oriente Médio definidos na portaria são: Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Irã, Kuwait e Omã.

"São elegíveis as empresas cujo percentual de faturamento com exportação para esses destinos e produtos tenha sido, em 12 meses, igual ou superior a 5% do faturamento total no mesmo período", informa o governo.

Prejuízo na exportação de café é reflexo da impossibilidade de embarque de mais de 624 mil sacas do produto nos portos brasileiros — Foto: Divulgação/Cecafé

capital de giro; aquisição de bens de capital ou investimentos para adaptação de atividade produtiva; investimentos para ampliar a capacidade produtiva ou o adensamento da cadeia de produção; e investimento em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos.

Os recursos são oriundos do superavit do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) e as taxas de juros dos empréstimos ainda têm de ser definidas, o que deve acontecer nesta semana em reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), diz o governo.

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