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Preços do petróleo voltam a subir após novas tensões entre EUA e Irã sobre o Estreito de Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/04/2026 20:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%Oferecido por

Os preços do petróleo subiram na abertura do mercado neste domingo (19), depois que um impasse entre Irã e Estados Unidos impediu a passagem de navios petroleiros pelo Estreito de Ormuz.

Às 20h23, o barril do petróleo WTI (referência nos EUA) avançava 6,8%, a US$ 88,23, após a retomada das negociações na Bolsa de Chicago. Já o Brent, referência internacional, subia 6,4%, para US$ 96,21.

A reação do mercado veio após mais de dois dias de idas e vindas envolvendo o estreito. Na sexta-feira (17), o Irã, que controla a passagem, anunciou que reabriria totalmente a rota para o tráfego comercial.

No sábado (18), Teerã voltou atrás. A decisão veio após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o bloqueio naval americano aos portos iranianos continuaria em vigor.

Os preços do petróleo subiram na abertura do mercado neste domingo (19), depois que um impasse entre Irã e Estados Unidos impediu a passagem de navios petroleiros pelo Estreito de Ormuz, rota essencial para o abastecimento global de energia.

Às 20h35, o barril do petróleo WTI (referência nos EUA) avançava 7,2%, a US$ 88,57, após a retomada das negociações na Bolsa de Chicago. Já o Brent, referência internacional, subia 6,8%, para US$ 96,58.

A reação do mercado veio após mais de dois dias de idas e vindas envolvendo o estreito. Na sexta-feira (17), o Irã, que controla a passagem, anunciou que reabriria totalmente a rota para o tráfego comercial. Com isso, os preços do petróleo chegaram a cair mais de 9%.

No sábado (18), Teerã voltou atrás. A decisão veio após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o bloqueio naval americano aos portos iranianos continuaria em vigor. Ao longo do fim de semana, a Guarda Revolucionária do Irã abriu fogo contra embarcações.

Já neste domingo, Trump também informou que forças americanas apreenderam um cargueiro com bandeira iraniana que tentou furar o bloqueio. O Comando Militar do Irã classificou a ação americana como “pirataria” e prometeu retaliar.

Além disso, a agência estatal iraniana Irna informou que o Irã não participará de uma nova rodada de negociações com os EUA, prevista para segunda-feira (20). A suspensão do diálogo aumenta o risco de retomada da guerra, já que o cessar-fogo entre os dois países termina na quarta-feira (22).

Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, os preços do petróleo têm oscilado com força. Antes da guerra, o barril era negociado perto de US$ 70. Em alguns momentos, passou de US$ 119. Na sexta-feira, fechou a US$ 82,59 (WTI) e US$ 90,38 (Brent).

Analistas do setor alertam que, quanto mais tempo o Estreito de Ormuz permanecer fechado, maior pode ser a pressão sobre os preços.

Mesmo que um acordo seja fechado para reabrir o estreito, especialistas dizem que pode levar meses até que o fluxo de petróleo volte ao normal e os preços dos combustíveis recuem.

O acúmulo de navios, o receio de novas escaladas e danos à infraestrutura energética durante o conflito podem atrasar a normalização.

Petroleiros e navios de carga alinhados no Estreito de Ormuz em 11 de março de 2026, vistos de Khor Fakkan, Emirados Árabes Unidos. — Foto: AP/Altaf Qadri, Arquivo

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Quase 70% dos brasileiros têm dívidas; 41% não pagaram familiares e amigos após empréstimo, diz Datafolha

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/04/2026 12:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%Oferecido por

De cada três brasileiros, dois têm dívidas financeiras, mostra uma pesquisa do Datafolha publicada neste sábado (18). E não é só em relação a bancos: 41% dos que pegaram empréstimo com conhecidos, como amigos e familiares, não devolveram o dinheiro.

Foram ouvidas 2.002 pessoas, distribuídas proporcionalmente entre todas as regiões do Brasil, entre 8 e 9 de abril de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%.

Considerando só os endividados, 29% estão inadimplentes nos parcelamentos de cartão de crédito , 26% não quitaram os empréstimos no banco, e 25% têm pendências em carnês de lojas.

Entre os entrevistados, 27% utilizam o crédito rotativo, ainda que com frequências distintas. Desse total, apenas 5% recorrem à modalidade habitualmente, enquanto 22% o fazem de forma ocasional ou rara. Vale lembrar que o rotativo é ativado automaticamente quando o cliente paga apenas o mínimo da fatura, incidindo juros altos sobre o valor restante.

O levantamento também mapeou a inadimplência em contas de consumo e serviços, revelando que 28% dos entrevistados têm débitos em atraso. Entre as contas mais citadas pelos inadimplentes, destacam-se:

A sensação de "aperto financeiro" é uma realidade para grande parte dos brasileiros, segundo o levantamento do Datafolha.

A partir de um índice que mensura oito tipos de restrições orçamentárias — como cortes de consumo e inadimplência —, a pesquisa revelou que 45% da população vive sob forte pressão econômica: 27% em situação "apertada" e 18% em condição "severa". Outros 36% enfrentam uma situação moderada, enquanto apenas 19% são considerados isentos ou com restrições leves.

Para equilibrar as contas, as estratégias de sobrevivência são variadas. O lazer foi o primeiro item sacrificado (64%), seguido pela redução das refeições fora de casa (60%) e a troca de marcas por opções mais baratas (60%).

Há claro impacto no consumo básico: 52% reduziram a compra de alimentos, e metade dos entrevistados (50%) cortou gastos com água, luz e gás. No campo das obrigações, 40% deixaram contas vencerem, e 38% suspenderam o pagamento de dívidas ou a compra de remédios.

Esse sufoco reflete-se nas preocupações imediatas: ao serem questionados espontaneamente sobre seu maior problema pessoal, 37% dos brasileiros apontaram fatores financeiros, citando a baixa renda, o endividamento e o alto custo de vida.

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Alívio de sanções ao petróleo russo é ‘dinheiro para a guerra’, diz Zelensky

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/04/2026 10:18

Mundo Guerra na Ucrânia Alívio de sanções ao petróleo russo é 'dinheiro para a guerra', diz Zelensky Os Estados Unidos prorrogaram a suspensão de sanções sobre a matéria-prima russa na sexta-feira (17). Por France Presse

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou neste domingo (19) que "cada dólar" pago pelo petróleo da Rússia é "dinheiro para a guerra".

"Com o alívio das sanções, o petróleo russo transportado em petroleiros pode voltar a ser vendido sem consequências. Isso representa US$ 10 bilhões, um recurso que se transforma diretamente em novos ataques contra a Ucrânia", afirmou o líder ucraniano na rede social X.

A Rússia é um dos maiores produtores de petróleo do mundo e responde por cerca de 10% da oferta global.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou neste domingo (19) que "cada dólar" pago pelo petróleo da Rússia é "dinheiro para a guerra".

"Com o alívio das sanções, o petróleo russo transportado em petroleiros pode voltar a ser vendido sem consequências. Isso representa US$ 10 bilhões, um recurso que se transforma diretamente em novos ataques contra a Ucrânia", afirmou o líder ucraniano na rede social X.

"Apenas nesta semana, a Rússia lançou mais de 2.360 ataques de drones, mais de 1.320 bombas aéreas guiadas e quase 60 mísseis" contra a Ucrânia, acrescentou Zelensky.

Segundo a administração militar da cidade de Chernihiv, norte da Ucrânia, um bombardeio nesta noite matou um adolescente de 16 anos e deixou quatro feridos.

A decisão de prorrogar o alívio às sanções ao petróleo russo foi publicada pelo Departamento do Tesouro dos EUA e vale para cargas embarcadas até 16 de maio.

A renovação faz parte da estratégia dos EUA para conter a alta dos preços globais de energia, pressionados pela guerra no Oriente Médio.

🚢 Desde fevereiro, EUA, Israel e Irã travam uma guerra na região. Como resposta, o governo de Teerã fechou o Estreito de Ormuz, uma importante rota para o comércio mundial de petróleo. Com isso, os preços da commodity dispararam em todo o mundo.

🛢️ A Rússia é um dos maiores produtores de petróleo do mundo e responde por cerca de 10% da oferta global. O país produz aproximadamente 9 a 10 milhões de barris por dia, e as exportações do produto representam uma das principais fontes de receita do governo russo.

Moscou se tornou alvo de uma ampla rodada de sanções ocidentais desde fevereiro de 2022, quando invadiu a Ucrânia. Estados Unidos, União Europeia e aliados impuseram restrições ao comércio de petróleo russo, incluindo proibições de importação, limites de preço e obstáculos ao financiamento e seguro de embarques.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em foto de 16 de abril de 2026 — Foto: Piroschka van de Wouw/Reuters

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Produtores do noroeste paulista apostam no sorgo como alternativa após a colheita da soja

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/04/2026 07:57

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Produtores do noroeste paulista apostam no sorgo como alternativa após a colheita da soja Mais resistente à seca e com menor custo, cultura ganha espaço após a soja e ajuda produtores a enfrentar o clima, o cereal é usado para alimentação de aves, suínos e bovinos. Por Nosso Campo, TV TEM

Apesar de mais resistente, o sorgo não é imune às condições adversas e que a produtividade ainda depende do manejo e das chuvas.

No noroeste paulista agricultores já tem preparado a terra para o sorgo após a colheita da soja — Foto: Reprodução/TV TEM

Depois da colheita da soja, o produtor precisa decidir rapidamente o que fazer com a terra. No noroeste paulista, a aposta tem sido o sorgo uma cultura mais econômica e também mais resistente às variações do clima.

Em uma propriedade de Brejo Alegre (SP), a lavoura ainda está no início. Com pouco mais de um palmo de altura, o sorgo começa a ganhar espaço no campo. O produtor Odair Albano plantou há cerca de 25 dias e vê na cultura uma alternativa viável diante das dificuldades hídricas e climáticas da região.

É esse verde que começa a tomar conta das áreas após a soja que representa a chamada “safrinha”, uma segunda chance de renda para o produtor. Assim que retira a oleaginosa do campo, Odair entra com o sorgo para não deixar a terra parada.

Na propriedade, são cerca de 60 hectares de sorgo granífero, voltado à produção de grãos usados principalmente na alimentação de aves, suínos e bovinos. A colheita deve ocorrer em três a quatro meses, com expectativa que depende diretamente do clima.

O cultivo, que antes era mais comum na safrinha, agora também ganha espaço no verão. Isso porque o sorgo apresenta maior resistência à seca quando comparado ao milho, característica que tem atraído produtores em meio às irregularidades climáticas.

Segundo a engenheira agrônoma Isabela Redigolo, o avanço da cultura está ligado aos desafios recentes no campo, como o alto custo de produção, a escassez de água e as altas temperaturas. Apesar de mais resistente, ela ressalta que o sorgo não é imune às condições adversas e que a produtividade ainda depende do manejo e das chuvas.

Já em Mirandópolis (SP), a paisagem muda. Em meio às áreas de cana-de-açúcar, uma lavoura de sorgo ocupa cerca de 900 hectares plantados ainda em novembro, durante a safra de verão. Agora, chegou a hora da colheita.

As chuvas no início do plantio foram um dos principais desafios enfrentados pelo produtor Marco Antonio Bordin, que arrendou a área de uma usina. O excesso de água impactou o desenvolvimento da cultura, além de influenciar na escolha da espécie plantada.

O sorgo ganha espaço no campo como alternativa mais resistente à seca e com menor custo para o produtor — Foto: Reprodução/TV TEM

Apesar dos obstáculos, a expectativa para a safra é positiva em diversas áreas da região. Ainda assim, um problema preocupa os produtores: a falta de estrutura para armazenamento do sorgo. A limitação de armazéns afeta diretamente a comercialização e pode reduzir o lucro.

No fim do ciclo, é no grão que o produtor vê o resultado de meses de trabalho. E, diante das condições atuais, o sorgo tem se mostrado uma alternativa segura e cada vez mais presente no campo.

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De espiga à pamonha: Capela do Alto mantém tradição e renda com cultivo de milho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/04/2026 07:57

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo De espiga à pamonha: Capela do Alto mantém tradição e renda com cultivo de milho Além de marcar presença na culinária brasileira, o milho também faz parte do dia a dia dos moradores de Capela do Alto (SP), considerada a capital do milho verde, e movimenta a economia da cidade. Por Nosso Campo, TV TEM

O milho verde movimenta a tradição e a economia em Capela do Alto (SP), conhecida como a capital do milho.

Depois da colheita, o trabalho continua. Antes de chegar ao consumidor, o milho passa por um processo cuidadoso de seleção e preparo.

Na propriedade do produtor rural Valdir Marcos Leonor, o cuidado é manual e envolve toda a família.

O milho verde movimenta a tradição e a economia em Capela do Alto (SP), conhecida como a capital do milho — Foto: Reprodução/TV TEM

Ele está presente na mesa dos brasileiros há muito tempo e também garante o sustento de muitas famílias. Seja ainda como milho verde ou já seco, ele movimenta tradições, gera renda e impulsiona a economia em Capela do Alto (SP), conhecida como a capital do milho.

Depois da colheita, o trabalho continua. Antes de chegar ao consumidor, o milho passa por um processo cuidadoso de seleção e preparo. É nesse momento que a qualidade do produto começa a ser definida. Na propriedade do produtor rural Valdir Marcos Leonor, o cuidado é manual e envolve toda a família.

Toneladas de milho são limpas e organizadas para a venda, principalmente para a região de Sorocaba (SP). O controle de qualidade é rigoroso. Apenas as espigas consideradas ideais seguem para comercialização.

Além do trabalho no campo, o milho também reúne a família. Aos 71 anos, a aposentada Geni Becca mantém a tradição de preparar refeições à base do alimento sempre que todos se encontram. Pratos como sopa, pamonha e cural fazem parte da rotina e reforçam a relação afetiva com a produção.

Valdir é um dos mais de 70 produtores da cidade. Juntos, eles cultivam cerca de mil hectares de milho, com uma produção anual que chega a aproximadamente 15 mil toneladas. A atividade movimenta cerca de R$ 13 milhões por ano na economia local.

Mas o milho vai além da produção agrícola, ele também é símbolo cultural. Há quase 40 anos, a cidade realiza a tradicional Festa do Milho Verde, evento que reúne milhares de visitantes e valoriza o trabalho dos produtores.

Durante a festa, o alimento ganha diferentes formas. Desde o milho cozido com manteiga até receitas como bolo, cural e pamonha com leite condensado. Para muitos produtores, o evento representa uma importante fonte de renda extra.

É o caso da produtora Sandriele Karine Simões, que trabalha há cerca de dez anos com o milho e vê na festa uma oportunidade de ampliar os ganhos. Já a empresária Ana Paula Santos apostou na criatividade e desenvolveu um cardápio artesanal com o ingrediente como base, incluindo pães e lanches.

O milho verde movimenta a tradição e a economia em Capela do Alto (SP) — Foto: Reprodução/TV TEM

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Versão rara do Fusca vai a leilão e pode alcançar R$ 570 mil; veja outros veículos raros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/04/2026 06:29

Carros Versão rara do Fusca vai a leilão e pode alcançar R$ 570 mil; veja outras preciosidades Museu de Arte & Design coloca 45 veículos em pregão online e presencial. Visitantes podem ver de perto modelos à venda da Jaguar, Rolls Royce, Viper, Mercedes, Corvette e outras joias. Por Carlos Cereijo, G1 SP

Volkswagen Sedan "Zwitter" 1953 que vai a leilão pelo Museu CARDE de Campos do Jordão (SP) — Foto: Divulgação / Museu CARDE

Consumidores e colecionadores aficionados por automóveis raros terão a oportunidade de arrematar veículos no próximo leilão do Museu de Arte & Design.

O leilão beneficente acontece em 2 de maio e reúne 45 automóveis raros, como o icônico cupê esportivo Lotus Esprit, um Chrysler Imperial de 1954, um Rolls-Royce Silver Cloud II e um Zwitter — versão rara do Fusca que já conta com lances a partir de R$ 230 mil. (Veja mais abaixo)

Os interessados já podem se cadastrar no site do escritório de arte Magalhães Gouveia, fazer lances e até garantir a compra sem precisar disputar com outros participantes.

A modalidade, chamada de Buy It Now (compre agora, em inglês), permite pagar o preço fixo indicado no anúncio e retirar o carro do pregão. Mas atenção: o Buy It Now vai até 21 de abril.

“Queremos dar um parâmetro mais real aos preços dos carros antigos no Brasil. Existem muitos anúncios com valores exorbitantes. Com o leilão, temos um dado real de venda e uma referência de preço para o mercado”, explica Luiz Goshima, curador do CARDE.

O Volkswagen Fusca foi um dos modelos mais vendidos da história e, ainda assim, suas versões raras são cobiçadas. O Sedan 1200 é chamado de “Zwitter”, termo que, em tradução livre, significa “híbrido”.

Nesse caso, no entanto, o Fusca não tem propulsão elétrica. O apelido de “híbrido” vem da combinação de elementos de diferentes versões, como a transição da janela traseira bipartida para a janela oval. O modelo foi produzido em poucas unidades entre o fim de 1952 e o começo de 1953.

A estimativa é de que o carro raro da Volkswagen seja arrematado por R$ 570 mil. Até a última atualização desta reportagem, os lances já haviam alcançado R$ 230 mil.

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Churrasco de domingo: saco de carvão que acende ‘sozinho’ vira negócio de R$ 1 milhão

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 19/04/2026 05:26

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Churrasco de domingo: saco de carvão que acende 'sozinho' vira negócio de R$ 1 milhão Empreendedor do Rio Grande do Sul transformou dificuldade de acender o carvão em negócio milionário; solução dispensa álcool e facilita o uso da churrasqueira. Por PEGN

O empreendedor Wilian Biolo desenvolveu um saco de carvão que acende "sozinho", eliminando a dificuldade e o perigo do processo tradicional.

Sua experiência como churrasqueiro e bombeiro voluntário foi crucial para criar um produto focado em segurança e praticidade.

Após dois anos e mais de 200 protótipos, o produto patenteado garante circulação de ar e acendimento simples, sem sujeira.

O negócio, que faturou R$ 62 mil em 2021, alcançou mais de R$ 1 milhão em 2025, com distribuição em vários estados.

A criação de um empreendedor do interior do Rio Grande do Sul pode facilitar a vida de muitos churrasqueiros pelo país. Com foco em aumentar a segurança de quem precisa acender a churrasqueira, Wilian Biolo, de Pareci Novo, criou um saco de carvão que acende “sozinho” e transformou a ideia em um negócio milionário.

A solução funciona de forma simples. O carvão já vem dentro de uma embalagem com um dispositivo interno acoplado, responsável por iniciar e manter o fogo. Para usar, o consumidor precisa apenas rasgar duas partes do pacote, acender o dispositivo embutido e posicionar o produto em pé na churrasqueira.

Dentro da embalagem, há uma estrutura de madeira projetada para garantir a circulação adequada de ar — um fator essencial para que o fogo se espalhe e o carvão atinja o ponto ideal.

Esse sistema permite que o acendimento aconteça de forma mais rápida e uniforme, dispensando a necessidade de assoprar ou abanar.

Conheça o empreendedor que criou o saco de carvão que acende 'sozinho' e fatura R$ 1 milhão — Foto: Reprodução/PEGN

Outro diferencial está nos materiais utilizados. A embalagem é feita de papel kraft natural, com tintas à base de água e cola vegetal, o que permite que todo o conjunto seja queimado junto com o carvão, sem interferir no sabor dos alimentos.

Segundo o empreendedor, a proposta resolve três problemas comuns no churrasco: “segurança, praticidade e sujeira”.

A ideia surgiu da combinação de duas experiências de Biolo: o contato com churrasqueiras desde jovem, em uma churrascaria da família, e a atuação por mais de duas décadas como bombeiro voluntário, lidando com incêndios e a prevenção de acidentes.

Após cerca de dois anos de testes e mais de 200 protótipos, o produto chegou ao mercado. Hoje, o negócio opera em um galpão com quatro funcionários e produz até 5 mil pacotes por mês, vendidos em embalagens de três e quatro quilos, a um preço médio de R$ 32.

O produto é distribuído para diferentes estados do país — e os números mostram o crescimento do negócio: o faturamento, que era de cerca de R$ 62 mil no primeiro ano de vendas, chegou a R$ 1 milhão em 2025.

Para o empreendedor, o caminho até o sucesso exigiu persistência. “Nesses dois anos de protótipos, a gente desanima, duvida, mas eu nunca desisti. Hoje vejo que o produto deu certo e que não sai mais do mercado”, diz.

Para ele, a criatividade nasce da observação. “Sempre tive esse olhar de não só enxergar o problema, mas também a solução”, afirma.

Conheça o empreendedor que criou o saco de carvão que acende 'sozinho' e fatura R$ 1 milhão — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Rua da Praia, 3 – Centro Pareci Novo/RS – CEP: 95783-000📞 Telefone: (51) 99823-8973🌐 Site: www.brazah.com.br📧 E-mail: wilianbiolo@gmail.com📘Facebook: https://www.facebook.com/fogobrazah/?locale=pt_BR📸 Instagram: https://www.instagram.com/carvaobrazah

Conheça o empreendedor que criou o saco de carvão que acende 'sozinho' e fatura R$ 1 milhão — Foto: Reprodução/PEGN

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IR: erro de empresas ao preencher nova forma de apurar imposto retido na fonte leva trabalhadores à malha fina; entenda

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 19/04/2026 05:26

Economia Imposto de renda IR: erro de empresas ao preencher nova forma de apurar imposto retido na fonte leva trabalhadores à malha fina; entenda Trabalhadores devem considerar valores do informe de rendimentos, diz Receita. Mas pode ser necessário fazer uma declaração retificadora caso receba um novo informe do empregado. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

O erro de empresas no envio de informações para as novas bases de dados utilizadas pela Receita Federal para apurar o Imposto de Renda retido na fonte está resultando em informações incorretas repassadas ao Fisco e também aos trabalhadores.

O erro tem causado a retenção de milhares de declarações na chamada "malha fina". A Receita orienta que trabalhadores considerem valores do informe de rendimentos. Porém, pode ser necessário pedir um novo informe ao empregador e fazer uma declaração retificadora.

A explicação para o maior número de retenções em malha neste ano é que, com o fim da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf), a Receita passou a buscar as informações em outras bases de dados. Essas informações também foram enviadas pelas empresas.

A Dirf, que deixou de ser usada este ano, era feita por quem faz os pagamentos e retém o IR. A declaração continha pagamentos feitos a residentes ou dimiciliados no exterior, os pagamentos a planos de saúde empresarial, além dos pagamentos a pessoas físicas com domicílio no país.

As declarações são retidas em malha quando há inconsistências nos valores informados pelas pessoas físicas. A verificação de pendências é feita online no Portal e-CAC ou no app "Meu Imposto de Renda", utilizando a conta Gov.br.

O erro de empresas no envio de informações para as novas bases de dados utilizadas pela Receita Federal para apurar o Imposto de Renda retido na fonte está resultando em informações incorretas repassadas ao Fisco e também aos trabalhadores.

🦁 O erro tem causado a retenção de milhares de declarações na chamada "malha fina". A Receita orienta que trabalhadores considerem valores do informe de rendimentos. Porém, pode ser necessário pedir um novo informe ao empregador e fazer uma declaração retificadora. (veja o que fazer)

A explicação para o maior número de retenções em malha neste ano é que, com o fim da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf), a Receita passou a buscar as informações em outras bases de dados. Essas informações também foram enviadas pelas empresas.

🔎 A Dirf, que deixou de ser usada este ano, era feita por quem faz os pagamentos e retém o IR. A declaração continha pagamentos feitos a residentes ou dimiciliados no exterior, os pagamentos a planos de saúde empresarial, além dos pagamentos a pessoas físicas com domicílio no país.

👩‍💻 As declarações são retidas em malha quando há inconsistências nos valores informados pelas pessoas físicas. A verificação de pendências é feita online no Portal e-CAC ou no app "Meu Imposto de Renda", utilizando a conta Gov.br.

e-Social, que concentra concentra praticamente todas as informações trabalhistas, previdenciárias e tributárias ligadas ao empregado; e EFD-Reinf, que tem dados de retenções de tributos e faz parte de uma plataforma que unifica o envio de informações fiscais, contábeis e trabalhistas das empresas em formato digital chamada SPED.

Essas bases de dados são consideradas mais complexas e erros de preenchimentos por parte de algumas empresas e gerando divergências com os informes de rendimento dos trabalhadores (veja mais abaixo nessa reportagem).

➡️A Receita Federal estima que o número de retenção de declarações dos trabalhadores na malha fina está em média, neste ano, cerca de 2% maior até o momento.

Segundo o balanço do órgão, foram recebidas 13 milhões de declarações do IR até as 12h de sexta-feira (17), o que significa dizer que cerca de 260 mil contribuintes a mais caíram na malha fina.

O prazo de entrega da declaração do IR, neste ano, começou em 23 de março e se estende até 29 de maio. São esperadas 44 milhões de declarações em 2026.

De acordo com a Receita, algumas empresas estão preenchendo de forma errada o e-Social, ou a a EFD-Reinf, agora usadas nas declarações do IR. Isso gera divergências nas informações prestadas em relação ao informe de rendimentos entregue aos empregados.

Em outros casos, a menor parte deles, o órgão diz que as empresas chegaram a enviar erroneamente os números do próprio informe de rendimentos aos seus empregados.

"A Dirf [usada até o ano passado] era uma declaração anual. O contribuinte [empresário] pegava os dados do ano, juntava, e entregava a declaração de todo ano [à Receita]. O e-Social, que cuida dessa parte de folha de pagamentos, é uma declaração mensal que tem muito mais detalhes, muito mais exigências, e que é muito mais complexa. É a própria folha de pagamentos completa, mas é preciso que o contribuinte faça classificações: isso aqui é tributável, isso aqui não é, isso aqui é décimo terceiro, é exclusivo ou não é [na fonte]", explicou Vinicius Lara de Oliveira, o chefe da malha fina da Receita Federal.

A Receita identificou divergências de dados, não necessariamente propositais, ao compilar as informações mensais dessas bases de dados com o informe de rendimentos enviado aos trabalhadores, no início deste ano.

"É uma regra de interpretação. Se ele [empresário] manda em um formato que a interpretação que a Receita não é a que ele achou que daria, há um conflito. Ele [empregador] entregou um comprovante de rendimentos com o cálculo que ele acha correto, mas pode ter transferido o e-Social com classificações equivocadas", explicou o Oliveira.

Empresa que informou o décimo terceiro salário de um trabalhador como tributação normal e incluiu esse valor no rendimento total, e não como tributação exclusiva na fonte. Por ser tributado na fonte, esse valor não pode ser compensado ou restituído na declaração anual do IR.Erros sobre o período de lançamento dos salários: a Receita explicou que usa o regime de "caixa", ou seja, o momento em que os salários e tributos são pagos, e não de competência, mês relativo ao pagamento. Nesse caso, a empresa lançou, por exemplo, o salário relativo a dezembro no mesmo mês, quando ele, de fato, foi efetivamente pago somente em janeiro, data considerada pela Receita.

A Receita indica que o contribuinte não deve fazer nada neste momento caso caia na malha fina, mesmo tendo enviado sua declaração com os dados que constam em seu informe de rendimentos.

O supervisor nacional do Programa do Imposto de Renda da Receita Federal, José Carlos da Fonseca, informou, porém, que se o contribuinte deve retificar sua declaração se receber um novo informe de rendimentos da empresa.

"A declaração do IR deve ser respaldada por documentos. Se o comprovante diz que ele recebeu R$ 100, e está errado na declaração pré-preenchida, ele corrige antes de transmitir. Quem já entregou a declaração e está obedecendo o que está no comprovante, pode ficar tranquilo", disse José Carlos da Fonseca, da Receita Federal.

A declaração pré-preenchida é um "espelho" dos dados que a Receita Federal tem sobre os contribuintes. No caso de preencher a declaração manualmente, e cair na malha fina, a lógica é a mesma.

Se o contribuinte utilizou os dados do informe de rendimentos, deve aguardar. Somente deve enviar uma declaração retificadora no caso de receber outro informe, corrigido pela empresa.

Segundo a Receita, a maior parte dos erros das empresas está no e-Social. Nesse caso, assim que as informações forem retificadas pelos empregadores, as declarações de seus trabalhadores saem da malha fina automaticamente (se não houver mudança no informe de rendimentos). A Receita informou que milhões de empresas já corrigiram os dados enviados pelo e-Social desde o início do prazo do Imposto de Renda.Ainda segundo o Fisco, em um número menor de casos, os empregadores erraram, de fato, os valores que constam no informe de rendimentos enviados aos trabalhadores. Nessa hipótese, as empresas terão de enviar novos informes de rendimento aos trabalhadores, que terão de retificar suas declarações para sair da malha fina.

"Se a empresa entender que o informe de rendimentos está errado, ela é obrigada a gerar um novo informe de rendimentos. Aí o contribuinte vai retificar [os valores] e vai bater com a pré-preenchida. Mas não é mais comum. O mais comum que a informação enviada ao empregado esteja correta, e que a empresa parametrizou errado no e-Social. Ele corrige o e-Social e vai bater com o informe de rendimentos. Essa parametrização errada pode mudar ou não os valores a pagar ou a restituir", disse Daniel Fontes, assessor da Receita Federal.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que a jabuticaba sempre aparece entre as melhores frutas do mundo? Veja o que ela tem de especial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/04/2026 03:48

Agro Por que a jabuticaba sempre aparece entre as melhores frutas do mundo? Veja o que ela tem de especial Ranking elaborado pela TasteAtlas, uma enciclopédia gastronômica internacional, tem a fruta constantemente entre as primeiras posições. Por Rafaela Zem, g1

Jabuticaba aparece entre as melhores frutas do mundo no ranking TasteAtlas, ocupando atualmente a 18ª posição.

No ranking, a fruta mais bem colocada é o morango polonês; açaí e guaraná também representam o Brasil entre as 100 melhores.

A fruta é elogiada por sua polpa doce e saborosa, além de ser rica em antioxidantes, vitaminas C e B, ferro, magnésio e potássio.

O TasteAtlas destaca que a jabuticaba é tradicional do Brasil, tem vida útil curta e demora anos para frutificar, tornando-a valorizada.

Para obter benefícios, recomenda-se consumir dez jabuticabas por dia com casca, que ajuda o sistema imunológico e reduz colesterol.

Não existe comprovação científica para a relação entre tamanho e qualidade, mas há quem diga que os melhores perfumes estão nos menores frascos. Mito ou verdade, a jabuticaba é um exemplo de sucesso.

Apesar de pequena, a fruta de tom roxo escuro tem uma polpa doce e saborosa. Esses atributos conquistaram também o paladar dos estrangeiros, que a avaliam como uma das melhores do mundo no TasteAtlas, portal considerado uma enciclopédia gastronômica dos EUA.

No ranking atual de 100 melhores frutas do mundo do TasteAtlas, a jabuticaba aparece na 18ª colocação, com 4,3 estrelas (de 5), uma nota baseada na avaliação dos usuários. Ela já esteve melhor posicionada: em novembro de 2023, a jabuticaba aparecia na segunda posição.

A primeira colocada do ranking é a polonesa truskawka kaszubska, um tipo de morango, que tem 4,7 estrelas. Outras duas frutas brasileiras estão entre os 100 melhores: o açaí (40º lugar, com 4,1 estrelas) e o guaraná (79º, 3,9 estrelas). Veja abaixo as cinco melhores frutas do ranking.

Apesar de a polpa ser a parte mais doce da jabuticaba, a riqueza nutricional dela está na casca. Abaixo, confira os principais benefícios da fruta:

A casca da jabuticaba é rica em antioxidantes;Tem as vitaminas C e do complexo B;Contém minerais como o ferro, o magnésio e o potássio;É fonte de pectina, uma fibra que auxilia as "bactérias do bem" do intestino.

A fruta reforça ainda o sistema imunológico, diminui o risco do diabetes tipo 2 e reduz o colesterol por ter alta capacidade antioxidante, segundo a pesquisadora da Embrapa Ana Carolina Chaves.

Além disso, os antioxidantes da jabuticaba protegem o organismo dos radicais livres, que podem provocar doenças.

Para conseguir os benefícios para a saúde, segundo a pesquisadora, a dica é consumir dez jabuticabas por dia (com a casca).

O portal informa que a jabuticaba é uma fruta tradicional brasileira, nativa de Minas Gerais, Goiás e São Paulo. "As frutas são de cor roxo-escura, possuem uma casca grossa e crescem nos troncos das árvores", diz o TasteAtleas.

"As jabuticabas têm uma vida útil muito curta e começam a fermentar de 3 a 4 dias após serem colhidas. Além disso, a jabuticabeira leva entre 6 e 8 anos para começar a produzir frutos, o que torna essas frutas tão valorizadas."

O portal acrescenta que o sabor da jabuticaba combina doce e ácido e a fruta é consumida fresca, mas frequentemente utilizada em geleias e sucos.

A truskawka kaszubska é um tipo de morango cultivado nos distritos de Kartuski, Kościerski e Bytowski, na Polônia.

Ele se destaca pelo alto teor de açúcar, com sabor doce, aromático e bem equilibrado, segundo o TasteAtlas.

A rodakina naoussas é um tipo de pêssego cultivado na vila de Naoussas, na ilha de Paros, na Grécia — daí o nome “naoussas”.

Mesmo tendo origem na China, essa fruta doce e com aroma forte se tornou uma das mais populares da Grécia. Isso porque, segundo o TastleAtlas, o clima e o solo locais favorecem o seu cultivo.

Atualmente, os "pêssegos" gregos também são vendidos em mercados da Europa e do Oriente Médio, especialmente, entre os meses de maio e outubro.

Os pêssegos Melocotón de Calanda, da Comunidade Autônoma de Aragão, na Espanha, aparecem na terceira posição e são considerados únicos devido ao tamanho grande, doçura e sabor, segundo o TasteAtlas.

Eles são cultivados na região espanhola desde o século 19 e colhidos no ponto correto de maturação, garantindo o sabor e a textura ideal para consumo.

Com um diâmetro mínimo de 73 mm, os Melocotón de Calanda são maiores do que os pêssegos de outros locais, aponta o TasteAtlas, e não podem apresentar nenhuma imperfeição visual.

Mandarini chiou é um tipo de tangerina cultivado em Quios, uma ilha da Grécia — Foto: Reprodução/@visit_chios

A quarta fruta da lista é a mandarini chiou (tangerina de Quios, na tradução livre do grego para o português). Quios é a ilha na Grécia na qual essa fruta é tradicionalmente cultivada.

O cheiro é tão marcante que fez com que a ilha ganhasse o apelido de "Myrovolos" – a ilha perfumada, segundo a publicação.

A fruta também se destaca por ser muito doce, o que é atribuído ao clima quente e as propriedades do solo.

Segundo o TasteAtlas, as laranjas, tangerinas, toranjas, limas e limões produzidas na região do Algarve, em Portugal, compartilham uma casca fina, cores intensamente vivas e elevado teor de sumo.

Eles podem ser consumidos após as refeições ou como aperitivo, mas também são utilizados na preparação de sucos, sobremesas, licores e compotas.

O site ainda destaca que as árvores de Natal na região portuguesa são decoradas com citrinos desde os tempos antigos, demonstrando a importância deste produto para a região.

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Explosão de negócios da família Trump abre caminho para presidentes dos EUA lucrarem com o cargo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/04/2026 02:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,975-0,35%Dólar TurismoR$ 5,168-0,35%Euro ComercialR$ 5,879-0,06%Euro TurismoR$ 6,115-0,13%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%Oferecido por

Negócios da família Trump cresceram rapidamente no exterior e em criptomoedas durante o segundo mandato presidencial.

Filhos de Trump investiram em empresas que buscam contratos com o governo dos EUA, incluindo setores militares e de tecnologia.

Grandes investidores estrangeiros compraram ativos ligados à família Trump, levantando suspeitas de conflitos de interesse.

Trump e familiares lucraram com vendas de produtos, moedas digitais e clubes exclusivos, aumentando significativamente sua fortuna.

Especialistas e pesquisas apontam preocupação com a ética e o impacto desses negócios para a democracia americana.

Donald Trump em evento de fevereiro de 2024, com um par de tênis Trump — Foto: AP Photo/Manuel Balce Ceneta

Por muitos anos, os presidentes dos Estados Unidos tomaram cuidado para não dar a impressão de que estavam ganhando dinheiro devido ao cargo.

Harry Truman não permitiu que seu nome fosse usado em nenhum empreendimento, mesmo após deixar a presidência. Richard Nixon ficou tão preocupado com a possibilidade de um irmão se beneficiar de suas conexões que chegou a mandar instalar escutas em seu telefone.

O presidente Donald Trump tem seguido um caminho diferente. A empresa de imóveis de sua família está crescendo internacionalmente em um ritmo nunca visto desde que foi criada, há um século, com os acordos potencialmente influenciando decisões que vão desde tarifas a ajuda militar.

Comandados pelos filhos de Trump, Eric e Donald Jr., os negócios da família passaram a incluir criptomoedas. Essas novas atividades trouxeram bilhões de dólares, mas também levantaram dúvidas sobre possíveis vantagens dadas a grandes investidores.

Os irmãos também se juntaram ou investiram em várias empresas que buscam fazer negócios com o governo comandado por seu pai.

Recentemente, Eric e Donald Jr. conseguiram uma parte milionária em uma empresa que fabrica drones armados e que tenta vender seus produtos tanto para o Pentágono quanto para países do Golfo, que dependem da proteção militar dos Estados Unidos.

A Casa Branca e a Trump Organization negam qualquer problema ético. Quando foi perguntado sobre o tema em um evento de criptomoedas, Donald Jr. respondeu: “Francamente, isso já cansou.

Especialistas em ética governamental e historiadores argumentam, no entanto, que o tema é mais preocupante do que nunca. Segundo eles, os conflitos se acumulam no segundo mandato e são considerados sem precedentes, flagrantes e perigosos para a democracia.

“Não acho que haja atualmente qualquer linha entre decisões políticas, cálculos políticos e o interesse da família Trump”, disse Julian Zelizer, historiador presidencial da Universidade de Princeton.

Durante o primeiro mandato de Trump, a Trump Organization não fechou nenhum acordo fora dos Estados Unidos. Pouco mais de um ano depois do início do segundo mandato, já são oito negócios.

Segundo a empresa, todos eles estão seguindo a regra criada pela própria Trump Organization de não negociar diretamente com governos estrangeiros.

No entanto, em países onde o governo tem muito poder, é difícil que não haja algum tipo de influência, principalmente quando o dono do negócio é o presidente em exercício.

No Catar, por exemplo, um clube de golfe e casas de luxo com o nome Trump está sendo construído em parte por uma empresa do próprio governo do país.

No Vietnã, segundo o The New York Times, agricultores foram retirados de suas terras pelo governo para dar espaço a um resort Trump, e o acordo foi aprovado em uma cerimônia oficial com a presença do vice-primeiro-ministro.

Já na Arábia Saudita, um resort chamado “Trump Plaza” está sendo erguido no Mar Vermelho por uma empresa próxima à família real.

Não dá para saber ao certo se esses negócios mudaram decisões dos Estados Unidos para beneficiar esses países, mas eles conseguiram o que buscavam: o Qatar teve acesso à tecnologia americana, o Vietnã conseguiu redução de impostos e a Arábia Saudita recebeu aviões de combate.

Quando perguntada sobre esses projetos, a Trump Organization afirmou que não fez negócios com governos, dizendo que a empresa da Arábia Saudita é privada e que está apenas “colaborando” com a empresa do Catar, sem criar uma “parceria” que contrariaria suas próprias regras.

Outro negócio que gera dúvidas sobre conflitos de interesse foi revelado em uma reportagem do Wall Street Journal em janeiro, um ano depois de ter sido fechado.

Pouco antes da posse, a família Trump vendeu quase metade da empresa de criptomoedas World Liberty Financial para uma companhia ligada ao governo dos Emirados Árabes Unidos, comandada por um membro da família real, por US$ 500 milhões.

Outro grupo dos Emirados, um fundo do governo, investiu na plataforma de criptomoedas Binance usando US$ 2 bilhões em uma moeda digital criada pela World Liberty.

Com isso, a empresa de Trump pôde aplicar esse dinheiro em investimentos considerados seguros, como títulos públicos, e ficou com dezenas de milhões de dólares em juros.

Pouco tempo depois, o governo Trump cancelou uma regra do governo de Joe Biden e permitiu que os Emirados Árabes Unidos comprassem chips avançados dos Estados Unidos.

Mais tarde, o fundador da Binance, Changpeng Zhao, recebeu um perdão de Trump, mesmo após ter se declarado culpado por não impedir o uso da plataforma por criminosos que movimentavam dinheiro de casos envolvendo abuso sexual infantil, tráfico de drogas e terrorismo.

Questionado, o advogado de Zhao negou qualquer relação entre os negócios da Binance com a família Trump e o perdão recebido.

“Qualquer alegação de troca de favores por parte da Binance ou Changpeng Zhao, ou tratamento financeiro preferencial, é uma clara distorção do registro público”, disse Teresa Goody Guillen em um e-mail à AP.

Sobre o perdão, a Casa Branca afirmou que Zhao foi punido de forma injusta pelas autoridades federais, em uma “guerra da administração Biden contra as criptomoedas”.

A World Liberty também negou qualquer conflito de interesse, dizendo que o negócio com os Emirados Árabes Unidos não tinha ligação com a decisão sobre os chips.

A World Liberty também criou outra forma de renda para uma nova empresa de Trump, vendendo “tokens de governança”. Esses tokens dão ao comprador direito a voto, mas não o tornam dono da empresa. Só no ano passado, foram arrecadados US$ 2 bilhões.

Com isso, a família Trump ganhou centenas de milhões de dólares por sua participação na World Liberty e por um acordo que garante parte dessas vendas.

Um dos principais compradores desses tokens foi Justin Sun, um bilionário do setor de criptomoedas que, por ser estrangeiro, é proibido pela lei dos EUA de fazer doações a políticos americanos. Entre a eleição e a posse de Trump, Sun gastou US$ 75 milhões nesses tokens.

Em fevereiro de 2025, um processo federal contra Sun por enganar investidores foi suspenso. O caso terminou no mês passado, com uma multa de US$ 10 milhões.

Outro produto lançado foram as moedas “meme” com o rosto de Trump, colocadas à venda pouco antes de ele começar o segundo mandato.

Nos quatro meses seguintes, essas moedas renderam US$ 320 milhões, a maioria indo para empresas ligadas a Trump, segundo a empresa Chainalysis, que monitora transações em blockchain.

Esse valor é mais que o dobro do que foi arrecadado em quatro anos com o hotel Trump International, em Washington D.C., durante o primeiro mandato.

Trump International Hotel, em Washington DC, em foto de 2021; empreendimento foi vendido no ano seguinte — Foto: AP Photo/Julio Cortez

Ao contrário de lobistas ou doadores de campanha que tentam influenciar Trump, quem compra essas moedas pode fazer isso sem se identificar.

Justin Sun está entre os que optaram por tornar sua aquisição pública, gastando US$ 200 milhões nas moedas e conseguindo participar de uma festa exclusiva com Trump para os maiores compradores.

Outro empreendimento da família, a American Bitcoin, abriu capital em setembro, o que deu a Donald Jr. e Eric um valor estimado de US$ 1 bilhão em ações na época.

Meses antes, Trump anunciou a criação de uma reserva nacional de bitcoin, o que fez o preço da moeda disparar.

O valor do bitcoin e de outros tokens digitais despencou desde então, assustando investidores. Tanto as ações da American Bitcoin quanto o valor das moedas meme de Trump perderam 90% do valor desde o pico.

No mês passado, Trump disse que faria mais um jantar com os maiores compradores de suas moedas meme, o que fez o valor das moedas subir antes de cair de novo.

“Quaisquer restrições que existiam no primeiro mandato parecem ter desaparecido completamente”, diz o historiador da Universidade Columbia Timothy Naftali.

Quando perguntada sobre a reportagem, a Casa Branca afirmou que Trump age de “maneira ética” e que qualquer sugestão diferente é “mal informada ou maliciosa”.

A porta-voz Anna Kelly reforçou que os bens de Trump estão sob a administração dos filhos e disse que ele “não tem envolvimento” nos negócios da família. “Não há conflitos de interesse”, afirmou.

Em outro comunicado, a Trump Organization disse estar “totalmente em conformidade com todas as leis aplicáveis de ética e conflitos de interesse” e acrescentou que “a insinuação de que a política enriqueceu a família Trump é infundada.”

Em janeiro, Trump declarou ao The New York Times que, sobre possíveis conflitos de interesse, “eu descobri que ninguém se importava, e eu posso”, fazendo referência à exceção que o presidente tem na lei federal que impede funcionários públicos de manterem interesses financeiros em negócios afetados por decisões do governo.

Não está claro se Trump está certo ou errado sobre o que pensam os americanos, mas essa opinião parece estar mudando, até mesmo entre os republicanos.

Em uma pesquisa feita pelo Pew Research Center em janeiro, 42% dos eleitores republicanos disseram confiar que Trump age de forma ética, número menor do que os 55% registrados no início do segundo mandato, um ano antes.

A revista Forbes calcula que a fortuna de Trump agora chega a US$ 6,3 bilhões, um aumento de 60% em comparação ao período antes de ele voltar à presidência, o que chama atenção diante das dificuldades que a Trump Organization enfrentou no passado.

O Trump International Hotel em Washington, D.C., nunca teve lucro antes de ser vendido em 2022. Duas redes de hotéis da marca Trump, voltadas para a classe média, fecharam no primeiro mandato por falta de clientes.

Alguns prédios de apartamentos tiraram o nome Trump das fachadas porque perceberam que, em vez de atrair compradores, estavam afastando-os.

Nenhum novo prédio residencial nos Estados Unidos está usando o nome Trump na entrada durante o segundo mandato, mas em Washington, onde há muitos negócios com o governo, o nome ainda tem valor.

Donald Jr., o filho mais velho de Trump, abriu um clube privado em Georgetown, Washington, cobrando até US$ 500 mil de quem quer ser membro fundador.

Poucos clubes cobram valores parecidos, como o Yellowstone Club, em Montana, que oferece acesso a resorts, pistas de esqui e muitos restaurantes em uma área exclusiva.

Chamado de “Executive Branch” (“Poder Executivo”), o clube de Donald Jr. fica no subsolo de um prédio, mas oferece algo diferente: estar perto do centro do poder.

Outros presidentes e suas famílias também já buscaram lucros de formas que prejudicaram a imagem do cargo.

Hunter Biden foi pago como diretor de uma empresa de gás ucraniana enquanto seu pai, Joe, era vice-presidente.

A Fundação Clinton recebeu doações de outros países, mas isso foi depois que Bill Clinton deixou a presidência. Já o irmão de Jimmy Carter, Billy, ganhou dinheiro usando o nome da família para vender cerveja.

No caso de Trump, ele mesmo está vendendo produtos como Bíblias “God Bless the USA” por US$ 59,99, tênis “Never Surrender” por US$ 399 e guitarras elétricas que podem custar até US$ 11.500 —frete não incluído — para quem quiser um modelo autografado pelo presidente.

Nos primeiros meses do segundo ano de Trump de volta à presidência, o ritmo dos negócios continuou forte.

Em janeiro, a Trump Organization anunciou o terceiro acordo com a Arábia Saudita em menos de um ano, desta vez para construir mansões, um hotel e um campo de golfe perto da capital, Riad.

Agora, a “colaboração” é com uma empresa ainda mais ligada ao governo, pois pertence ao fundo soberano do país, comandado pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman.

Quando questionada pela AP se esse projeto desrespeita a promessa de não fazer negócios com governos estrangeiros, a Trump Organization respondeu que não “faz negócios com nenhuma entidade governamental”, mas não comentou sobre esse caso em particular.

Enquanto isso, a nova empresa de drones de Eric e Donald Jr. tenta fechar contratos com o Pentágono. Outras empresas que têm acordos com o governo e que receberam investimentos dos irmãos no último ano estão recebendo dezenas de milhões de dólares em dinheiro público.

Entre elas estão uma fabricante de motores de foguetes, uma fornecedora de chips de inteligência artificial e uma empresa de análise de dados, de acordo com registros oficiais.

Quando perguntado sobre possíveis conflitos depois do acordo dos drones, Eric afirmou: “Tenho um orgulho enorme de investir em empresas nas quais acredito.”

Um representante de Donald Jr. disse que ele não “interage” com o governo sobre as empresas em que investe, e acrescentou que “a ideia de que ele deveria parar de viver sua vida e sustentar seus cinco filhos só porque seu pai é presidente é, francamente, um padrão risível e ridículo.”

Uma nova empresa de investimentos, da qual os irmãos se tornaram conselheiros no ano passado, arrecadou US$ 345 milhões em uma oferta pública inicial para comprar partes de empresas americanas que devem ajudar o pai deles a fortalecer a indústria dos Estados Unidos.

Depois que a AP perguntou ao principal advogado de Trump sobre um trecho de um documento oficial dizendo que a empresa buscaria negócios que pedem incentivos do governo, ele apresentou um novo documento com essa parte removida.

Zelizer, o historiador de Princeton, diz que espera que os próximos presidentes sejam mais cuidadosos ao enriquecer, mas se preocupa com o exemplo que Trump está dando.

“Ele mostrou politicamente que não há preço a pagar para ganhar dinheiro”, disse. “Você sabe que pode seguir por esse caminho.”

Guarda Revolucionária iraniana subiu o tom neste sábado, mas país ainda pode avaliar proposta de acordo com os EUA.

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