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Mega-Sena pode pagar R$ 100 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/04/2026 02:12

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 100 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.999 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 100 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta quinta-feira (25), em São Paulo.

O g1 passou a transmitir, desde segunda-feira (20), todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Taxa das blusinhas: receita dos Correios com encomendas internacionais cai de 22% para 8%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/04/2026 02:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

A participação das receitas com a distribuição de encomendas internacionais nas contas dos Correios caiu de 22% em 2023 para 7,8% em 2025, segundo as demonstrações financeiras da estatal publicadas no Diário Oficial da União na quinta-feira (24).

A queda está relacionada à criação do programa Remessa Conforme, do Ministério da Fazenda, que encerrou o monopólio dos Correios na distribuição de encomendas internacionais no Brasil e reduziu a receita da empresa nos últimos dois anos.

Em 2024, a estatal tinha registrado uma receita de R$ 3,9 bilhões com encomendas internacionais, já com uma redução de R$ 530 milhões para 2023.

Em 2025 o valor caiu para R$ 1,3 bilhão, com uma redução de R$ 2,6 bilhões em relação ao ano anterior.

Um documento produzido pela Diretoria Econômico-Financeira (Diefi) da instituição aponta que a criação do programa "Remessa Conforme" escancarou os problemas econômico-financeiros da empresa.

"A redução da participação de mercado no segmento de encomendas internacionais, que até agosto de 2024 representava uma espécie de “monopólio” para os Correios, evidenciou a ausência de reposicionamento negocial da Empresa, diante das transformações do comportamento da sociedade", afirmou o documento assinado pela diretora Loiane de Carvalho Bezerra de Macedo.

Tesouro aprova empréstimo para Correios de R$ 12 bilhões com garantias da União — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Em 2023, o governo criou o programa Remessa Conforme que passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50. Até então, essas compras estavam isentas para empresas. A medida ficou conhecida como "taxa das blusinhas".

Com a instituição do programa, a legislação brasileira passou a permitir que empresas de transportes façam o frete pelo Brasil de mercadorias internacionais, deixando de ser obrigatória a distribuição das encomendas junto aos Correios, como era feito até então.

A medida gerou um impacto significativo nas receitas dos Correios. Um estudo produzido pela empresa no começo de 2025 apontou que a estatal teve um prejuízo de receita de R$ 2,2 bilhões após o implemento do programa.

Um documento interno dos Correios aponta que o volume de encomendas internacionais transportadas caiu cerca de 110 milhões de objetos nos nove primeiros meses de 2025, na comparação com o mesmo período de 2024.

Ao todo, a empresa transportou 149 milhões de pacotes até setembro de 2024, contra 41 milhões de encomendas no mesmo período do ano passado.

Com a difusão das compras por meio de marketplaces internacionais nos últimos anos, a receita com encomendas estrangeiras, que já chegou a responder por quase 25% de todo o faturamento da empresa, agora representa apenas 8,8%.

Em julho de 2024, a empresa transportou 21 milhões de pacotes e teve uma receita de R$ 449 milhões, contra 3 milhões de encomendas e R$ 87 milhões em receita em setembro passado — a menor quantidade em 23 meses.

Essa frustração de receitas gerou um "ciclo vicioso de prejuízos" nos últimos anos, admitido pelos próprios Correios.

"Formou-se, assim, um ciclo vicioso de perda de clientes e receitas, decorrente da baixa qualidade operacional, que reduziu progressivamente a geração de caixa necessária para regularizar as obrigações dos Correios", afirmou a diretora Loiane de Carvalho Bezerra de Macedo.

Segundo o documento, o agravamento da performance operacional foi o principal responsável pelos prejuízos recorrentes registrados pela empresa nos últimos trimestres.

"As negociações com grandes clientes — responsáveis por mais de 50% da receita de vendas — tornaram-se cada vez mais sensíveis, comprometendo acordos e frustrando expectativas de resultado", completou.

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Antes de IPO, SpaceX aposta em IA para empresas como mercado maior que o de foguetes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/04/2026 02:12

Tecnologia Antes de IPO, SpaceX aposta em IA para empresas como mercado maior que o de foguetes Documento revela aposta agressiva da empresa em IA para empresas, que pode concentrar mais de 90% do mercado potencial — mesmo com prejuízos bilionários e alto nível de investimento. Por Reuters

A SpaceX calcula que seu mercado total endereçável (TAM, na sigla em inglês) pode chegar a US$28,5 trilhões, de acordo com um registro S-1 analisado pela Reuters.

O TAM é a receita máxima que uma companhia poderia gerar se conquistasse todos os clientes em um determinado mercado.

O registro regulatório S-1, no qual as empresas divulgam suas finanças e os principais riscos antes de abrir capital, mostra que a SpaceX espera que mais de 90% desse mercado — ou US$26,5 trilhões — possa resultar do setor de IA.

Logos da Tesla, Neuralink, SpaceX, The Boring Company e SolarCity aparecem em frente à foto de Elon Musk — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Foto de arquivo

No último quarto de século, Elon Musk revitalizou as viagens espaciais e transformou a exploração cósmica em um negócio próspero. Agora, a SpaceX mira uma oportunidade ainda maior em um campo mais mundano: a criação de inteligência artificial para empresas.

A SpaceX calcula que seu mercado total endereçável (TAM, na sigla em inglês) — métrica acompanhada de perto por investidores — pode chegar a US$ 28,5 trilhões, segundo um registro S-1 analisado pela Reuters. O TAM representa a receita máxima que uma empresa poderia alcançar se conquistasse todos os clientes de um mercado.

O registro regulatório S-1, no qual empresas divulgam finanças e riscos antes de abrir capital, indica que a SpaceX espera que mais de 90% desse mercado — ou US$ 26,5 trilhões — venha do setor de IA. A maior parte desse valor, cerca de US$ 22,7 trilhões, estaria na IA voltada a empresas.

A companhia avança com a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês), prevista para o verão no hemisfério norte (de junho a setembro), com avaliação estimada em cerca de US$ 1,75 trilhão. A empresa pretende levantar aproximadamente US$ 75 bilhões, o que pode tornar a operação a maior da história.

"Acreditamos que identificamos o maior mercado endereçável e acionável da história da humanidade", disse a empresa no registro.

As novas informações sobre onde a SpaceX enxerga sua maior oportunidade contrastam com a forma como a empresa ganha dinheiro hoje. A companhia não respondeu a pedido de comentário.

Embora o TAM não seja uma previsão nem uma avaliação, ele é um indicador importante para investidores que analisam o potencial de crescimento de uma empresa.

Esses números costumam ser elevados e raramente questionados. Quando abriu capital, em 2019, a Uber estimou uma oportunidade de mercado de US$ 5,7 trilhões apenas para o negócio de transporte por aplicativo.

A oportunidade bilionária apontada pela SpaceX, detalhada em mais de 300 páginas de documentos financeiros, reforça o desejo antigo de Musk de ter papel central no avanço da IA.

Atualmente, o mercado de IA para empresas é dominado por Anthropic e OpenAI, que disputam a liderança do setor. As duas já indicaram intenção de abrir capital ainda neste ano.

Em fevereiro, a SpaceX adquiriu a xAI, empresa de pesquisa em IA fundada por Musk no início de 2023. O documento analisado pela Reuters indica que a xAI ainda é uma operação incipiente e altamente deficitária.

A unidade de IA registrou prejuízo operacional de US$ 6,4 bilhões em 2025, acima dos US$ 1,6 bilhão do ano anterior.

As perdas eclipsaram os US$ 4,4 bilhões de lucro operacional da Starlink, serviço de internet via satélite e principal fonte de receita da empresa. A Starlink respondeu por US$ 11,4 bilhões da receita total de US$ 18,7 bilhões no ano passado. No consolidado, a SpaceX teve prejuízo de US$ 4,9 bilhões.

A unidade de IA também demanda altos investimentos. Em 2025, o capex total da SpaceX chegou a US$ 20,7 bilhões, sendo US$ 12,7 bilhões destinados à IA — mais do que o gasto somado com os negócios espaciais e de conectividade.

A empresa afirma que pode aproveitar ferramentas da xAI, como o Grok Enterprise e uma plataforma autônoma em desenvolvimento com a Tesla, chamada Macrohard.

No documento, a empresa alertou investidores sobre os planos de investir pesadamente no desenvolvimento de IA e outras tecnologias, incluindo a fabricação de componentes essenciais, como as unidades de processamento gráfico (GPUs).

A SpaceX também pretende montar uma equipe de vendas especializada e enviar profissionais, chamados de engenheiros avançados, para atuar diretamente com clientes e apoiar a adoção de IA.

“Acreditamos que nossa estratégia empresarial, focada em atender às necessidades digitais dos maiores setores do mundo com soluções de IA, nos posiciona de forma competitiva para aproveitar essa oportunidade de rápido crescimento”, disse a SpaceX no documento.

Uma fonte familiarizada com as finanças da empresa não ficou convencida. “Se você decidir que vai ser realmente conservador em relação a isso e valorar apenas os negócios que eu realmente consigo ver, você não vai chegar nem perto do valor que o mercado quase certamente vai atribuir", disse.

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