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Mega-Sena, concurso 3.000: prêmio acumula e vai a R$ 115 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/04/2026 21:51

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3.000: prêmio acumula e vai a R$ 115 milhões Veja os números sorteados: 22 – 23 – 36 – 40 – 52 – 60. Quina teve 65 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 64.627,76. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3.000 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (25), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 115 milhões.

O g1 passou a transmitir, desde segunda-feira (20), todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Salão de Pequim: grupo Chery mostra robôs humanoides de R$ 210 mil; VÍDEO

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/04/2026 13:48

Carros Salão de Pequim: grupo Chery mostra robôs humanoides de R$ 210 mil; VÍDEO Os modelos podem ser adquiridos por qualquer pessoa e são voltados para entretenimento, tarefas gerais e até para atuação em concessionárias do próprio grupo Chery. Por André Fogaça, g1 — Pequim, China

Robôs humanoides Mornine M1 já estão à venda na China por 285.800 yuans, o equivalente a cerca de R$ 210 mil.

Anunciados para uso em empresas, entretenimento, trabalho e revenda, os robôs foram projetados para interagir com pessoas de maneira mais natural.

Além dos carros da própria marca, a Chery levou ao Salão do Automóvel de Pequim alguns robôs humanoides Mornine M1. Eles já estão à venda na China por 285.800 yuans, o equivalente a cerca de R$ 210 mil, e foram desenvolvidos para atender pessoas nas lojas da empresa.

Os robôs foram desenvolvidos pela Aimoga Robotics, empresa chinesa ligada à Chery, fabricante conhecida pelos modelos Tiggo e também pelas marcas Omoda e Jaecoo, que chegaram recentemente ao Brasil.

Anunciados para uso em empresas, entretenimento, trabalho e revenda, os robôs — com aparência inspirada em um corpo feminino — foram projetados para interagir com pessoas de maneira mais natural, seja de forma autônoma ou com controle remoto, em concessionárias e lojas.

Durante o salão, apenas a interação com controle remoto estava disponível. Ela era feita por funcionários da Chery, que operavam os robôs a partir de um aplicativo em celulares Android, posicionados atrás de uma pilastra.

Os robôs dançavam, cantavam em inglês e falavam em mandarim para chamar a atenção do público que passava em frente ao estande.

No modo autônomo, a Mornine usa inteligência artificial para tomar decisões, tanto sobre a interação com pessoas quanto sobre as tarefas para as quais foi programada.

Segundo a fabricante, os robôs pesam 70 quilos e têm 1,68 metro de altura. Apesar de terem peso e tamanho semelhantes aos de um humano, a caminhada produzia um som pesado ao tocar o chão de madeira.

Ao todo, são 40 articulações, que permitem caminhar a uma velocidade de até um metro por segundo e levantar objetos com peso de até 1,5 quilo.

A bateria garante cerca de duas horas de funcionamento por carga e precisa de mais duas horas na tomada para que o robô possa ser usado novamente.

A Aimoga afirma que, em 2025, já enviou 300 robôs para mais de 30 países ao redor do mundo. A lista inclui nações da Europa, mas a empresa não informa quais são.

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Preço da carne bovina no atacado dispara 45% em dois anos e bate recorde, diz USP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/04/2026 09:00

Piracicaba e Região Preço da carne bovina no atacado dispara 45% em dois anos e bate recorde, diz USP Oferta restrita de animal para abate e aumento de exportações são apontados como fatores que contribuem para essa alta. Por Rodrigo Alonso, g1 Piracicaba e Região

O preço da carne bovina negociada no atacado da Grande São Paulo bateu recorde neste mês, após um aumento de 45% em dois anos.

A informação é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), de Piracicaba (SP).

Segundo o órgão, neste mês, o preço médio da carcaça casada do boi — formada por traseiro, dianteiro e ponta de agulha — é R$ 25,05.

Esse é o maior valor desde quando o Cepea iniciou o levantamento, em 2001. O preço supera em 11% o registrado no mesmo mês de 2025 e em 45% o de abril de 2024.

O preço da carne bovina negociada no atacado da Grande São Paulo bateu recorde neste mês, após um aumento de 45% em dois anos.

A informação é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), de Piracicaba (SP).

Segundo o órgão, neste mês, o preço médio da carcaça casada do boi — formada por traseiro, dianteiro e ponta de agulha — é R$ 25,05.

Esse é o maior valor desde quando o Cepea iniciou o levantamento, em 2001. O preço supera em 11% o registrado no mesmo mês de 2025 e em 45% o de abril de 2024.

O pesquisador e coordenador de pecuária do Cepea, Thiago Bernardino de Carvalho, elencou dois fatores que contribuem para o aumento do valor:

Segundo ele, o começo do ano — de janeiro a meados de abril — costuma ser um período em que os bovinos são mantidos no pasto, em razão das condições climáticas.

"Há uma oferta mais restrita de animal pronto para o abate. Tradicionalmente, no começo do ano, a gente tem volume de chuva, sol, em que eu tenho uma condição de pasto mais favorável", diz.

Thiago também apontou que a demanda exterior tem aumentado, com recorde de exportações no ano passado. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), o Brasil exportou 3,5 mil toneladas de carne bovina em 2025. Em 2024, foram 2,9 mil.

"Neste ano, a gente começa também a bater recorde, em janeiro, fevereiro e março e abril, sinalizando também um cenário de exportação forte."

O pesquisador também destacou o impacto da demanda interna, impulsionada pela preferência do brasileiro pela carne bovina.

"Apesar do cenário de inadimplência do brasileiro, da preocupação em termos de gastos do orçamento familiar, o brasileiro gosta de comer carne bovina e, pelo menos até abril, vem mantendo um consumo relativamente positivo", afirmou.

Esses aumentos, no entanto, trazem um impacto para os consumidores. Segundo o Índice de Cesta Básica de Piracicaba (ICB-Esalq), de março de 2026, o preço da carne de primeira aumentou R$ 10 por quilo desde o início do ano. Passou de R$ 44,24 em janeiro para R$ 54,84 no mês passado.

"As carnes bovinas de primeira e de segunda são dois produtos que têm um peso grande no nosso cálculo da cesta básica. São dois produtos importantes", diz Carlos Eduardo de Freitas Vian, professor do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Esalq.

Ele apontou que o valor deve subir ainda mais nas próximas semanas. Segundo o professor, neste momento de maior alta, a tendência é as pessoas trocarem a carne bovina por outra proteína, como frango, peixe e embutidos.

"É um peso grande, mas é um peso que pode ser substituído", afirma Carlos, que também é delegado do Conselho Regional de Economia de São Paulo em Piracicaba.

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Nissan vai vender operação na Argentina; marca já havia fechado fábrica da picape Frontier

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/04/2026 09:00

Carros Nissan vai vender operação na Argentina; marca já havia fechado fábrica da picape Frontier Grupos empresariais argentinos assinaram memorando para avançar no acordo. Em janeiro, Nissan já havia vendido suas operações no Chile e Peru. Por Redação g1

Nissan Frontier era produzida na Argentina e exportada para o Brasil. Agora picape é fabricada no México. — Foto: Divulgação /Nissan

A Nissan anunciou nesta sexta-feira (24) que negocia com compradores interessados em assumir sua operação comercial na Argentina.

A marca já assinou um memorando de entendimentos com dois grupos empresariais. O objetivo é transformar a Argentina em um mercado distribuidor de produtos Nissan.

Em março de 2025, a filial argentina da Nissan já havia fechado a fábrica de Santa Isabel, em Córdoba. Lá, desde 2018, era produzida a picape Frontier.

“Por meio do seu plano de reestruturação Re:Nissan, a companhia continua avançando no fortalecimento de sua competitividade, na otimização de seu portfólio de produtos e na incorporação de tecnologias de próxima geração, estabelecendo bases sólidas para um crescimento sustentável no futuro”, diz o texto divulgado pela empresa.

A Nissan também esclarece que o memorando de entendimento com o Grupo SIMPA e com o Grupo Tagle não constitui um acordo definitivo.

O processo, segundo a montadora, se encontra na etapa de análise. Isso implica uma revisão detalhada dos aspectos do negócio por parte das empresas envolvidas.

“As operações comerciais da Nissan na Argentina continuarão se desenvolvendo com normalidade, mantendo a comercialização de seu portfólio de produtos, o lançamento de novos modelos e a prestação dos serviços de atendimento e pós-venda por meio de sua rede de concessionários em todo o país”, diz o comunicado.

Em janeiro deste ano, a Nissan passou o controle de suas operações comerciais no Chile e Peru ao grupo espanhol Astara.

Os dois países, assim como deve acontecer com a Argentina, passaram a fazer parte do Nissan Importers Business Unit. Essa divisão da empresa é responsável pelos 36 mercados importadores da América Latina.

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Vinhos soterrados por enchentes no RS viram edição especial; agricultores celebram retomada após tragédia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/04/2026 06:49

GLOBO RURAL Vinhos soterrados por enchentes no RS viram edição especial; agricultores celebram retomada após tragédia Produtores de vinho da Serra Gaúcha estão implementando técnicos para minimizar impacto das mudanças climáticas. Por Redação g1 — São Paulo

Após enfrentarem a maior catástrofe ambiental da história do Rio Grande do Sul em 2024, os viticultores da Serra Gaúcha vivem um momento de alívio e celebração.

A safra deste ano é descrita como "emblemática", com uma produção que atingiu 905 mil toneladas — somando uvas de mesa e para a indústria —, um volume considerado acima da média.

A retomada, no entanto, não é apenas fruto do clima favorável, mas de uma combinação de persistência e alto investimento em tecnologia.

Para seguir adiante, uma família transformou a tragédia em um símbolo de resistência: das garrafas soterradas, 180 foram limpas e vendidas como a "Edição Inundação", acompanhadas de um poema sobre a força da terra e da água.

Após enfrentarem a maior catástrofe ambiental da história do Rio Grande do Sul em 2024, os viticultores da Serra Gaúcha vivem um momento de alívio e celebração.

A safra deste ano é descrita como "emblemática", com uma produção que atingiu 905 mil toneladas — somando uvas de mesa e para a indústria —, um volume considerado acima da média, segundo dados da Emater-RS.

A retomada, no entanto, não é apenas fruto do clima favorável, mas de uma combinação de uma alta no investimento em tecnologia e persistência por parte dos agricultores.

Edição especial dos vinhos da família Argenta, de Barão (RS), que ficaram soterradas durante as enchentes no Rio Grande do Sul. — Foto: Reprodução/Globo Rural

Até chegarem ao atual momento de celebração, os agricultores do Rio Grande do Sul passaram por perdas sucessivas.

O produtor Arnaldo Argenta, de Barão (RS), por exemplo, relata que sua propriedade sofreu com transbordamentos e enchentes por três anos consecutivos, entre 2023 e 2025.

Em maio de 2024, a família perdeu toda a produção que estava em processo de fermentação e teve máquinas cobertas pela lama. O prejuízo acumulado em três anos chegou a R$ 1,5 milhão.

Para seguir adiante, a família transformou a tragédia em um símbolo de resistência: das garrafas soterradas, 180 foram limpas e vendidas como a "Edição Inundação", acompanhadas de um poema sobre a força da terra e da água.

"A gente vai levar cinco anos para voltar ao estágio em que estávamos, mas a gente tem muita resiliência e vai conseguir", afirma Arnaldo. (veja detalhes no vídeo acima)

Poema escrito na embalagem da edição Inundação dos vinhos produzidos pela família Argenta, de Barão (RS). — Foto: Reprodução/Globo Rural

Para reduzir os riscos impostos pelas variações extremas do tempo, a aposta tem sido o sistema de cultivo coberto.

A técnica protege os frutos da chuva e reduz em até 90% a ocorrência de doenças fúngicas, permitindo uma irrigação direta no solo. Contudo, o custo de implantação é elevado, chegando a R$ 450 mil por hectare.

Além da proteção física, a pesquisa com novas variedades é fundamental. Em Santa Teresa, a família de João Paulo Berra mantém uma área experimental com 50 variedades de uvas europeias, como a Palava, originária da República Checa.

Essa uva é precoce, o que ajuda a escalonar a colheita e o processamento industrial, evitando a pressa excessiva nos períodos de pico.

A viticultura na Serra Gaúcha é um legado que remonta à chegada dos imigrantes italianos em 1875. Atualmente, cerca de 15 mil famílias cultivam uva no estado, sendo que 90% da produção está concentrada na região serrana.

Para muitos, como para João Paulo Berra, a continuidade do trabalho é uma questão de "sangue nas veias". Mesmo trabalhando na cidade, ele retorna às origens todos os anos durante a colheita para manter viva a tradição da quinta geração da família.

"A viticultura não é só uma fonte de renda, é um legado. Passa de pai para filho", resume João Paulo.

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Salão de Pequim: conheça o GAC Aion UT, lançamento confirmado para o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/04/2026 06:49

Carros Salão de Pequim: conheça o GAC Aion UT, lançamento confirmado para o Brasil Modelo é hatch 100% elétrico que chega ao país já nas próximas semanas, com objetivo de rivalizar com o BYD Dolphin GS. Por André Fogaça, g1 — Pequim, China

A GAC revelou ao g1, durante o Salão do Automóvel de Pequim, que o próximo veículo a ser lançado no Brasil será o Aion UT.

O modelo é um hatchback totalmente elétrico e deve ser anunciado oficialmente no país nas próximas semanas.

O Aion UT chega com a missão de disputar espaço com o BYD Dolphin, atualmente o segundo carro elétrico mais vendido do Brasil.

Na comparação com o Dolphin GS, o modelo da GAC é 15 centímetros mais comprido, com 4,27 metros de comprimento, ante 4,12 metros do concorrente.

A GAC ainda não informou quais serão o motor e as versões do Aion UT no Brasil, mas na China tem entre 136 cv e 204 cv.

A GAC revelou ao g1, durante o Salão do Automóvel de Pequim, que o próximo veículo a ser lançado no Brasil será o Aion UT. O modelo é um hatchback totalmente elétrico e deve ser anunciado oficialmente no país nas próximas semanas.

O Aion UT chega com a missão de disputar espaço com o BYD Dolphin, atualmente o segundo carro elétrico mais vendido do Brasil, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

No ranking da ABVE, o modelo teve 4.577 unidades emplacadas no primeiro trimestre de 2026. A liderança é do Dolphin Mini, com 14.767 registros no mesmo período.

Na comparação com o Dolphin GS — e não com a versão Plus —, o modelo da GAC é 15 centímetros mais comprido, com 4,27 metros de comprimento, ante 4,12 metros do concorrente. A distância entre os eixos, que influencia diretamente no espaço interno, também é 5 centímetros maior.

Com isso, o Aion UT oferece mais espaço para os passageiros e para a bagagem: são 440 litros de porta-malas, contra 250 litros do Dolphin GS.

A GAC ainda não informou quais serão o motor e as versões do Aion UT no Brasil. A fabricante adiantou apenas que o modelo passará por adaptações para o mercado nacional, como já aconteceu com o GS3, que recebeu uma central multimídia maior por aqui em relação à versão vendida na China.

Na China, o Aion UT é oferecido com duas opções de motor. A mais potente entrega 204 cv, enquanto a segunda é mais simples, com 136 cv. Ainda assim, mesmo a versão menos potente supera os 95 cv do Dolphin GS.

A configuração mais potente do Aion UT, portanto, fica no mesmo nível dos 204 cv do Dolphin Plus, versão topo de linha da BYD.

Em relação à bateria, também há duas opções para o mercado chinês. A versão menor tem 44,1 kWh, enquanto a maior chega a 60 kWh. O Aion UT conta ainda com a tecnologia V2L, que permite usar a energia do carro para alimentar outros equipamentos, como uma TV, um ventilador, iluminação ou até um videogame.

No interior, o Aion UT segue a tendência dos carros chineses ao oferecer uma lista generosa de equipamentos. Entre os destaques estão a central multimídia de 14,6 polegadas, o painel de instrumentos digital de 8 polegadas e o uso de materiais macios ao toque, que reduzem a presença de plástico rígido.

O modelo também traz sistemas de assistência ao motorista, como controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática de emergência e carregador de celular por indução. Por outro lado, repete um ponto negativo comum em carros chineses: a concentração de muitos comandos na central multimídia e a ausência de alguns botões físicos no volante.

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Fim do Wayback Machine? Como a preservação da memória da internet está sobre pressão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/04/2026 04:44

Tecnologia Fim do Wayback Machine? Como a preservação da memória da internet está sobre pressão Guardiã da história da web, plataforma luta pela sobrevivência. Cada vez mais empresas de comunicação se recusam a permitir que a plataforma armazene seus conteúdos — acabando por prejudicar a memória da web. Por Deutsche Welle

No entanto, esse projeto fundamental da entidade criada em São Francisco, nos EUA, está diante de uma crise existencial.

Um número cada vez maior de empresas de comunicação está negando o acesso do Internet Archive aos seus conteúdos.

Há 30 anos, o portal archive.org guarda a memória da internet. Sua plataforma Wayback Machine contém mais de um bilhão de sites arquivados e funciona como uma ferramenta imprescindível, que permite a jornalistas, pesquisadores, historiadores e juristas acessar conteúdos originais de páginas que foram alteradas ou até mesmo excluídas.

No entanto, esse projeto fundamental da entidade criada em São Francisco, nos EUA, enfrenta uma crise existencial. E a última ameaça vem justamente de quem mais precisa do arquivo — os veículos de imprensa.

Um número cada vez maior de empresas de comunicação vem negando o acesso do Internet Archive aos seus conteúdos.

Segundo uma pesquisa da Nieman Foundation for Journalism, da Universidade de Harvard, pelo menos 241 portais de notícias de nove países já bloquearam o acesso da Wayback Machine. Entre eles estão o britânico The Guardian, o americano New York Times, o francês Le Monde e o USA Today, maior conglomerado jornalístico dos Estados Unidos.

'Pegou foto sem autorização', diz evangélica de 16 anos vítima de influencer que usou IA para sexualizar sua imagem em igrejaUsar o celular enquanto carrega é perigoso? Veja em quais situações é preciso ter cuidado

O próprio USA Today publicou recentemente uma reportagem mostrando como a polícia de imigração americana, o ICE, havia ocultado informações na web sobre sua política de detenção. Para a apuração, o jornal utilizou conteúdos da Wayback Machine do archive.org, contradizendo a própria política da empresa, que agora bloqueia o acesso da plataforma a seus artigos.

O motivo pelo qual os veículos de comunicação estão barrando o acesso à ferramenta que eles mesmos utilizam é simples. Os jornais temem que empresas de inteligência artificial, como OpenAI ou Google, acessem os conteúdos jornalísticos arquivados na plataforma para treinar seus modelos de linguagem — sem autorização e sem pagamento.

"O problema é que os conteúdos do New York Times no Internet Archive são utilizados pelas empresas de IA, que infringem direitos autorais para concorrer diretamente conosco", declarou o porta-voz do NYT, Graham James.

De fato, dados mostram que, no site archive.org, inúmeros robôs são usados para buscar conteúdos jornalísticos e utilizá-los no treinamento de modelos de IA — obtendo, assim, exatamente as informações que lhes são negadas.

O diretor do Wayback Machine, Mark Graham, afirmou à revista Wired que algumas empresas chegaram a acessar os arquivos com dezenas de milhares de solicitações por segundo, a ponto de sobrecarregar temporariamente os servidores.

Era algo que o archive.org não esperava. A organização sem fins lucrativos se apresenta como uma entidade comprometida com a internet aberta.

"Exatamente como uma biblioteca clássica, oferecemos acesso gratuito a pesquisadores, historiadores, cientistas e pessoas com deficiência visual e ao público em geral. Nosso objetivo é possibilitar a todas as pessoas o acesso universal a todo o conhecimento", diz o lema da associação.

Isso também exclui a possibilidade de bloquear robôs e rastreadores — o que levou às sanções impostas por grandes editoras e empresas de mídia.

A Electronic Frontier Foundation (EFF), organização de direitos humanos especializada em questões digitais, compara a atitude dos veículos de imprensa a uma situação em que "um jornal proibisse bibliotecas de manter cópias de seu periódico".

Desde então, mais de 100 jornalistas assinaram uma petição em apoio ao Internet Archive. Em carta aberta, eles afirmam:

"Em um cenário de mídia digital em que artigos desaparecem devido à perda de links, fusões de empresas ou cortes de custos, os jornalistas dependem frequentemente da Wayback Machine do Internet Archive para recuperar páginas que, de outra forma, estariam perdidas. Sem esse trabalho contínuo de preservação da Internet, grande parte da história jornalística recente já teria se perdido."

Mark Graham, do New York Times, afirmou também à Wired que está em conversas com as empresas de jornalismo para reaver o acesso. O desfecho ainda é incerto.

"Não há dúvida de que o bloqueio crescente de grande parte da internet pública prejudica a capacidade da sociedade de compreender o que está acontecendo em nosso mundo", confessou Graham.

Repórter especializado em mídia e fundador do socialmedia watchblog.de, Martin Fehrensen vê no archive.org o único registro funcional da web aberta. Caso a plataforma não consiga mais cumprir essa função, isso teria consequências graves, diz ele à DW.

"Milhões de trechos da Wikipedia perderiam a referência; pesquisas sobre a responsabilidade das plataformas – ou seja, quais termos de uso vigoravam em cada momento, quais regras de moderação foram reformuladas e de que maneira – se tornariam significativamente mais difíceis; e as evidências digitais com valor probatório judicial seriam perdidas", explica, acrescentando que, especialmente para os veículos jornalístico, seria totalmente absurdo bloquear o arquivo.

Segundo Fehrensen, há duas maneiras de se resolver esse conflito. "Precisamos de um diálogo com os editores, com uma separação técnica clara entre o arquivamento e o treinamento de IA, pois esse é o verdadeiro conflito, não o arquivo em si", explica o jornalista.

A médio prazo, na opinião dele, deve ser criado um status jurídico especial para os arquivos da web. E, a longo prazo, o arquivamento da internet deve ser tratado como infraestrutura pública, não como um projeto isolado de uma ONG em São Francisco, acrescenta.

"O fato de que, em 2026, ele ainda dependa de uma única organização é a verdadeira falha estrutural", conclui.

Não é a primeira vez que o Internet Archive luta para continuar existindo. Em setembro de 2024, um ataque hacker ao site resultou no roubo de 31 milhões de contas de usuário. Foi um duro golpe, mas a organização conseguiu se recuperar.

No mesmo ano, o Archive perdeu um processo de direitos autorais em um tribunal de apelação dos EUA: as editoras Hachette, Penguin Random House, HarperCollins e Wiley entraram com uma ação contra o programa gratuito de empréstimo de e-books que o Archive havia lançado durante a pandemia de Covid-19, e obtiveram sucesso. Mais de 500 mil livros tiveram que ser retirados da plataforma. Mas o archive.org ainda enfrenta pedidos de indenização na casa dos milhões.

Em comparação com essas derrotas, a ameaça atual representada pelos bloqueios da mídia é estruturalmente mais grave, pois não pode ser sanada por uma decisão judicial ou uma atualização. Ela é o resultado de inúmeras decisões corporativas que, em conjunto, minam a essência do Wayback Machine: a documentação completa da internet pública.

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Você manda currículo e ninguém responde? IA está te eliminando? O que mudou nos processos seletivos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/04/2026 03:58

Trabalho e Carreira Você manda currículo e ninguém responde? IA está te eliminando? O que mudou nos processos seletivos Ferramentas passaram a filtrar currículos antes do recrutador e ajudam a explicar por que muitos candidatos não conseguem avançar nos processos seletivos. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Por muitos anos, a fórmula para conseguir um emprego parecia clara: formação, experiência e disponibilidade para assumir a vaga.

Esses critérios continuam no centro das decisões de contratação, e ninguém no mercado sério discute isso. O que mudou é que, nos últimos anos, eles deixaram de ser suficientes para garantir avanço em um processo seletivo.

Mesmo candidatos qualificados passaram a esbarrar em uma etapa invisível da seleção. Ferramentas de inteligência artificial passaram a organizar, priorizar e filtrar perfis antes mesmo de qualquer análise humana. Nesse cenário, saber fazer o trabalho já não basta. É preciso, antes de tudo, ser notado.

A engenheira de produção Samanta Santos conhece bem essa sensação. Com formação técnica, experiência em diferentes áreas e abertura para diferentes modelos de contratação, ela segue enviando currículos e acumulando silêncios.

“Existem vagas para as quais me inscrevi em outubro e nunca tive retorno. Na semana passada, três processos dos quais eu participava foram encerrados ao mesmo tempo, sem explicação (…). Até hoje, nenhum processo realizado por plataformas digitais avançou para mim”, desabafa.

A experiência de Samanta se tornou comum em um mercado que amplia as oportunidades e intensifica a disputa ao mesmo tempo.

No Brasil, seis em cada 10 profissionais afirmam que buscar emprego ficou mais difícil no último ano, segundo levantamento do LinkedIn. Entre os fatores mais citados estão o aumento da concorrência (55%) e a percepção de processos mais exigentes (50%).

Esse contexto ajuda a explicar por que a inteligência artificial passou a ocupar um lugar central no debate.

O uso da tecnologia avançou rapidamente. Mais da metade das organizações ouvidas pela Society for Human Resource Management (SHRM) afirmou ter utilizado inteligência artificial em processos de recrutamento em 2025.

Ao mesmo tempo, os candidatos também passaram a recorrer a essas ferramentas: estima-se que cerca de um terço dos usuários do ChatGPT tenha utilizado o chatbot para apoiar a busca por emprego.

Na prática, isso criou uma dinâmica: sistemas automatizados filtram candidatos que, por sua vez, usam tecnologia para tentar se destacar dentro desses mesmos sistemas.

“A inteligência artificial deu rosto a um problema que já existia, o de disputar vagas em um mercado cada vez mais competitivo”, analisa Milton Beck, diretor-geral do LinkedIn para a América Latina.

Com o desemprego nos menores níveis da série histórica do IBGE, o Brasil vive um período intenso de mobilidade profissional. Nesse cenário, trabalhadores empregados se sentem mais confiantes para buscar novas oportunidades, motivados por melhores salários, flexibilidade ou crescimento na carreira.

O efeito prático é um aumento expressivo do número de candidatos por vaga, muitos deles com trajetória sólida e sem urgência imediata para trocar de emprego.

“As empresas hoje escolhem entre profissionais muito qualificados. Isso torna as decisões mais criteriosas e, naturalmente, mais lentas”, afirma Beck.

Jhennyfer Coutinho, chefe da experiência para pessoas candidatas da Gupy, observa que há casos em que uma empresa recebe milhares de candidaturas e ainda assim consegue operar com rapidez graças a uma triagem eficiente.

Ela cita seleções que chegam a reunir 17 mil candidatos em apenas dois dias, especialmente em empresas com marcas muito fortes, sem que isso comprometa a triagem inicial. Em outros, a ausência de etapas estruturadas transforma a análise de currículos em um gargalo inevitável.

Entre os profissionais de atração de talentos que já testaram ou integraram a IA generativa, 70% dizem que a tecnologia melhora a eficiência da contratação. Outros 47% avaliam que os anúncios de vagas se tornam mais assertivos, e 33% apontam melhora na qualidade das escolhas.

Quando a tecnologia consegue organizar esse volume, o gargalo tende a surgir em outra etapa: aquelas que ainda dependem exclusivamente da decisão humana. Entrevistas, reuniões com gestores e validações internas seguem condicionadas a agendas, alinhamentos e critérios subjetivos.

Além disso, o custo de uma contratação equivocada faz com que as empresas adotem uma postura cada vez mais cautelosa.

É nesse momento que o processo desacelera, explica Thomas Costa, head de growth da Pandapé e da Redarbor.

Para quem está do lado de fora, a sensação é de estagnação; para a empresa, o processo continua em andamento, ainda que silencioso. Nesse período, pesa também o fato de haver mais candidatos empregados disputando as vagas.

“Esse perfil [profissional que já está empregado] não tem a mesma urgência ou velocidade para responder ou marcar uma entrevista do que alguém que está desempregado”, diz.

Outro fator que reforça essa percepção é a forma como os sistemas operam. Plataformas de recrutamento afirmam que a inteligência artificial não elimina candidatos, mas organiza os perfis conforme a compatibilidade aos critérios da vaga.

Na prática, porém, em processos com milhares de inscritos, quem aparece nas últimas posições dificilmente será avaliado.

"O robô afunila demais. Se não tem a palavra certa, o currículo cai. Ele não vê o potencial", afirma Samanta.

Samanta Santos vive há meses a frustração de processos seletivos que não avançam. — Foto: Samanta Santos

Segundo o levantamento do LinkedIn, 29% dos brasileiros dizem não entender como a inteligência artificial é usada nos processos seletivos, e 28% desconfiam se as candidaturas são avaliadas de forma justa. Esse desconhecimento amplia o desgaste emocional da busca por emprego

Entre todas as frustrações relatadas por quem procura trabalho, a falta de retorno aparece como a mais persistente.

Esse desgaste transborda para as redes sociais, onde hashtags como #venceragupy se tornaram símbolo da frustração coletiva.

A Gupy reconhece o peso emocional dessa percepção, mas ressalta que o funil é naturalmente estreito. Em 2024, houve 36 milhões de inscrições para cerca de 1 milhão de vagas na plataforma.

A empresa decidiu agir diante da sensação de "vagas fantasmas", anúncios que permanecem abertos por meses sem intenção real de contratação.

Desde o fim de 2024, passou a realizar um fechamento trimestral de vagas inativas. Nesse processo, identificou 24 mil vagas sem movimentação, que acumulavam cerca de 4 milhões de candidaturas.

A Redarbor observa fenômeno semelhante. Segundo Thomas Costa, algumas empresas mantêm processos abertos em silêncio como estratégia para reaproveitar candidatos no futuro.

Para os entrevistados desta reportagem, acelerar os processos seletivos passa menos pelo avanço tecnológico e mais por decisões internas. Muitos gargalos persistem porque empresas mantêm etapas que já não se justificam, mas sobrevivem por tradição ou excesso de cautela.

Outro ponto central é a transparência. Processos sigilosos, nos quais o candidato não sabe quantas fases existem, quanto tempo cada uma deve durar ou o que está sendo avaliado, reforçam a percepção de desorganização.

“Informar o caminho, mesmo que de forma simples, reduz ruído, alinha expectativas e torna a experiência menos desgastante”, afirma Jhennyfer Coutinho.

E nada disso funciona sem comunicação. A ausência de retorno, ainda que mínimo, cria uma ruptura difícil de reparar.

O feedback não precisa ser longo, mas precisa existir. Ele devolve ao candidato a sensação de acompanhamento humano — e não apenas a de um desaparecimento silencioso —, apontam os entrevistados.

Em um mercado em que o tempo investido em cada processo é alto, não responder deixa de ser apenas uma falha. Passa a ser parte do problema.

Enquanto isso, Samanta segue tentando. Já são quase seis meses entre buscas, testes e formulários preenchidos, conciliando tudo com a rotina de cuidar de dois filhos pequenos.

Samanta Santos é engenheira de produção, mãe de dois filhos, e enfrenta há meses processos seletivos longos e silenciosos na tentativa de se recolocar no mercado. — Foto: Samanta Santos

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Pacotes de Inteligência Artificial expõem dilema do Brasil na disputa entre EUA e China

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/04/2026 03:58

Tecnologia Pacotes de Inteligência Artificial expõem dilema do Brasil na disputa entre EUA e China Com matriz energética limpa e maior volume de dados da região, país atrai bilhões em investimentos de gigantes digitais, mas enfrenta riscos crescentes de dependência normativa e tecnológica. Por RFI

EUA e China disputam influência tecnológica no Brasil, oferecendo pacotes completos de inteligência artificial.

Apesar de seguir referência europeia, regulação brasileira é implementada por corporações dos EUA.

Brasil é maior mercado de dados da América Latina e atrai investimentos, mas precisa debater soberania tecnológica.

Em 23 de julho de 2025, Donald Trump assinou ordem para exportar “pacotes completos” de inteligência artificial, colocando o Brasil entre destinos prioritários ao lado de Egito e Indonésia. A medida intensifica a disputa com a China por influência tecnológica global.

No mesmo período, o Brasil firmou memorando com Pequim e negocia com Washington, enquanto amplia dependência de infraestrutura digital estrangeira.

O Brasil está nominalmente na lista de destinos prioritários. Ao lado do Egito e da Indonésia, o país figura entre os mercados emergentes onde a presença americana precisa ser consolidada, antes que a influência chinesa se torne irreversível.

Para entender o que isso representa na prática, vale olhar o que aconteceu com o Japão. Em outubro de 2025, durante a visita de Trump a Tóquio, os dois países assinaram um “Technology Prosperity Deal”, um acordo de alinhamento em política de IA que vai muito além da compra e venda de hardware.

O documento inclui compromissos sobre padrões técnicos, frameworks de governança, fluxo de dados e cooperação em segurança digital. O Japão passou a integrar estruturalmente a órbita tecnológica americana, não apenas como parceiro comercial, mas como parceiro normativo. Washington quer replicar esse modelo em escala.

A lógica americana é clara e, num certo sentido, legítima. A China exporta tecnologia de IA num modelo que analistas descrevem como “full-stack com condições embutidas”: hardware subsidiado, software com lógica de caixa preta e frameworks de governança que replicam o modelo regulatório de Pequim.

Washington entendeu que competir chip a chip não é suficiente. É preciso exportar o ecossistema inteiro e, com ele, a arquitetura normativa que o acompanha.

Para o Brasil, o problema é que os dois modelos chegam com política externa no rodapé do contrato.

Em 2025, o governo Lula assinou um memorando de entendimento com a China para aprofundar a colaboração em inteligência artificial. No mesmo período, Brasília avançava nas conversas com Washington sobre o programa de exportação de IA e recebia anúncios de bilhões de dólares em data centers da Microsoft, Amazon e Oracle.

Do ponto de vista diplomático, é um malabarismo admirável. Do ponto de vista tecnológico, é uma contradição estrutural que vai cobrar seu preço mais cedo do que se imagina.

Os grandes sistemas de linguagem e tomada de decisão que o setor público e privado brasileiro já usa, na análise de crédito, na triagem de políticas, na recomendação de conteúdo e na gestão de contratos foram desenvolvidos majoritariamente por empresas americanas, segundo padrões americanos, com dados que refletem realidades americanas.

O viés não é necessariamente malicioso. Mas é estrutural. E tende a se aprofundar na medida em que o Brasil sustenta sua infraestrutura cognitiva sobre servidores sujeitos ao CLOUD Act americano, a lei que autoriza o governo federal dos EUA a requisitar dados armazenados por provedores americanos em qualquer jurisdição do mundo, independentemente de onde o servidor esteja fisicamente localizado.

O próprio debate regulatório revela a ambiguidade. O Senado brasileiro tem acompanhado de perto o AI Act europeu como referência normativa para sua legislação nacional, e o projeto em discussão cria um sistema de governança de IA sob a responsabilidade da Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

Na teoria, é soberania. Na prática, o discurso regulatório aponta para autonomia, mas a implementação é operada por corporações multinacionais americanas. O Brasil faz a lei, mas quem comanda a infraestrutura sobre a qual essa lei incide são outros.

A boa notícia é que o Brasil tem cartas genuínas nessa mesa. É o maior mercado de dados da América Latina, tem uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, o que importa imensamente para data centers, e produziu o PIX, um dos sistemas de pagamentos digitais mais sofisticados em operação no planeta.

Quando Washington e Pequim disputam o Brasil como parceiro de IA, não o fazem por generosidade. É porque o país tem o que ambos precisam: escala, energia e população conectada. A dependência, se vier, será escolhida, não imposta.

A pergunta que o debate público brasileiro ainda não fez com a seriedade necessária é esta: ao aceitar o pacote completo de IA americano, com seus chips, seus modelos, seus padrões de governança e suas obrigações de compliance, o que o Brasil está abrindo mão em troca?

Não em termos comerciais, mas em termos de autonomia sobre decisões que, daqui a dez anos, serão tomadas por sistemas que alguém, em algum lugar, já programou.

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Salão de Pequim: GWM Tank 300 ganha motor híbrido plug-in flex no Brasil, por R$ 342.000

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/04/2026 02:12

Carros Salão de Pequim: GWM Tank 300 ganha motor híbrido plug-in flex no Brasil, por R$ 342.000 O modelo tem proposta mais robusta, com tração 4×4, e passa a contar com motor flex antes do Haval H6, que era a promessa inicial da própria GWM. Não existe mais a versão somente a gasolina. Por André Fogaça, g1 — Pequim, China

A GWM anunciou, neste sábado (25), durante Salão do Automóvel de Pequim, o Tank 300 equipado com motor híbrido plug-in flex. Trata-se do primeiro veículo do mundo a utilizar esse tipo de conjunto, que chega custando R$ 342.000, R$ 3 mil acima da versão a gasolina – R$ 339.000.

A chegada desse tipo de motorização não surpreende, já que, desde 2024, a GWM informava ter iniciado o desenvolvimento de seu primeiro motor híbrido flex. Naquele momento, a previsão era estrear o conjunto no SUV Haval H6.

Em entrevista ao g1, Ricardo Bastos, diretor de relações institucionais e governamentais da GWM Brasil, explicou que a escolha do Tank 300, em vez do Haval H6, como modelo de estreia, se deu pela quantidade de versões disponíveis do veículo.

“No H6 você tem híbrido plug-in e híbrido pleno em mais de uma configuração, o que aumenta a complexidade da transição do modelo”, apontou.

O executivo apontou que, neste momento, já não existe estoque do Tank 300 movido apenas a gasolina. “Todos os carros do estoque já são flex”, disse.

No Brasil, o Tank 300 é vendido em uma única configuração, que combina um motor 2.0 turbo a gasolina com um sistema elétrico capaz de percorrer até 75 quilômetros no modo totalmente elétrico, sem consumo de combustível.

O modelo aposta em um visual robusto, com proposta mais tradicional, mas traz claras referências a concorrentes já conhecidos do público.

O estepe traseiro sem cobertura, instalado em uma tampa de porta-malas que abre para a direita e tem maçaneta vertical, remete diretamente ao Jeep Wrangler;As lanternas traseiras lembram as do Land Rover Defender 90;Os parabarros sobre as rodas e os faróis redondos trazem inspiração nos modelos aventureiros da Jeep e do Mercedes Classe G;O acabamento interno, com saídas de ar redondas, relógio analógico e detalhes cromados sobre as grelhas dos alto-falantes, também segue o estilo da Mercedes;Já os faróis, embora redondos, são “cortados” por listras iluminadas muito semelhantes às do Ford Bronco.

O Tank 300 segue à risca a cartilha de um verdadeiro 4×4. Começa pela construção em chassi sobre carroceria, que torna o conjunto mais firme e resistente, especialmente fora do asfalto.

No uso off-road, o sistema funciona de forma semelhante: um bloqueio central distribui a força do motor para as rodas traseiras — e ainda é possível travar os diferenciais dianteiro e traseiro para reforçar o desempenho 4×4 e garantir tração mesmo em terrenos difíceis.

O Tank 300 também conta com um piloto automático adaptativo, desenvolvido para uso fora de estrada, e uma interface especial na central multimídia. Nesse último caso, o carro exibe dados como inclinômetro, bússola, pressão atmosférica, altitude, ângulo de esterço das rodas e inclinação longitudinal e lateral.

Além disso, o veículo conta com uma entrada de ar do motor elevada, ideal para enfrentar ruas ou trechos alagados. A altura livre do solo de 22,2 cm e da suspensão, macia na medida certa para o off-road, ajudam a absorer os solavancos — inclusive no asfalto irregular — sem perder a estabilidade.

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