RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo estuda exportar sobras de energia hidrelétrica à Argentina e ao Uruguai

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 16:03

Agro Governo estuda exportar sobras de energia hidrelétrica à Argentina e ao Uruguai Proposta prevê a venda antecipada de energia produzida com água que hoje sobra nos reservatórios das hidrelétricas. Por Reuters

O governo quer propor uma nova modalidade de exportação de energia elétrica do Brasil para a Argentina e o Uruguai, baseada na venda antecipada de energia elétrica que ainda será gerada.

A medida permitiria gerar receita com uma energia que hoje não é usada para atender ao consumo do país e ajudaria a aliviar o excesso de energia disponível.

A ideia já vinha sendo defendida por grandes geradores de energia elétrica, que vinham discutindo com o governo, nos últimos anos, formas de viabilizá-la.

O Brasil criou, em 2022, regras para exportar aos países vizinhos a geração hidrelétrica excedente com base em vertimentos “iminentes” — e não futuros, como está sendo proposto agora.

Essa primeira modalidade de exportação, no entanto, só foi usada em 2023, quando um período de chuvas abundantes levou as usinas hidrelétricas a abrirem seus vertedouros.

O governo pretende propor uma nova modalidade de exportação do Brasil para a Argentina e o Uruguai, baseada na venda antecipada de energia que ainda será gerada, mecanismo conhecido como “vertimento turbinável antecipado”.

As informações constam em documentos da consulta pública aberta pelo governo nesta segunda-feira (27).

🔎 Essa modalidade permite antecipar a venda de energia que poderia ser produzida com água excedente dos reservatórios e que, sem essa medida, acabaria sendo desperdiçada.

A medida permitiria gerar receita com uma energia que hoje não é usada para atender ao consumo do país e ajudaria a aliviar o excesso de energia disponível — situação que gera prejuízos às usinas solares e eólicas e dificulta a operação do sistema elétrico nacional.

A ideia já vinha sendo defendida por grandes geradores de energia elétrica, que vinham discutindo com o governo, nos últimos anos, formas de viabilizá-la.

O Brasil criou, em 2022, regras para exportar aos países vizinhos a geração hidrelétrica excedente com base em vertimentos “iminentes” — e não futuros, como está sendo proposto agora.

🔎 Vertimentos iminentes são sobras de água que devem ocorrer em breve. Já os vertimentos futuros são excedentes previstos para os próximos meses, com tempo para planejamento.

Essa primeira modalidade de exportação, no entanto, só foi usada em 2023, quando um período de chuvas abundantes levou as usinas hidrelétricas a abrirem seus vertedouros. Desde então, esse tipo de operação somou um benefício financeiro de R$ 788,2 milhões.

Segundo a proposta anunciada nesta segunda-feira, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) poderá autorizar a exportação antecipada pelas hidrelétricas quando houver previsão de sobra futura de água capaz de gerar energia.

Essa nova modalidade poderá ocorrer a partir da operação, pelo ONS, de usinas localizadas nos subsistemas Sul e Norte, preservando a energia de subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste, considerados essenciais para garantir o abastecimento do país.

A proposta considera dois períodos distintos ao longo do ano, definidos pelo ciclo de chuvas no Norte, que influencia o volume de geração das grandes hidrelétricas da região.

No primeiro intervalo, de junho a novembro, correspondente ao período seco no Norte, quando normalmente as hidrelétricas da região não vertem água, poderá ocorrer a exportação antecipada, desde que haja bons níveis de água nos reservatórios do Sul do país.

Já no segundo intervalo, de dezembro a maio, período mais chuvoso no Norte, a ideia é recuperar o nível de armazenamento do Sul após a exportação realizada no intervalo anterior, ampliando o uso das hidrelétricas do Norte e reduzindo a geração no Sul

A modalidade abre uma oportunidade relevante para os geradores hidrelétricos, ao permitir evitar desperdícios de recursos por falta de demanda, e também deve trazer benefícios ao sistema brasileiro e aos consumidores, afirmou Marisete Dadald Pereira, presidente da Abrage, associação que reúne grandes investidores do setor, como Axia, Engie Brasil, CTG Brasil e Auren.

Segundo ela, a entidade vinha mostrando ao governo que o Brasil já poderia ter exportado aos países vizinhos seus excedentes hidrelétricos nos últimos anos, assim como ocorreu com a energia termelétrica.

"Em um sistema cada vez mais renovável, o desafio não é só gerar energia limpa, mas evitar que ela seja desperdiçada", disse Pereira, acrescentando que a fonte hidrelétrica costuma ser a primeira a ter sua geração reduzida pela ONS, por permitir ajustes mais rápidos no volume produzido.

A nova modalidade de exportação antecipada dependerá da adesão de geradores hidrelétricos interessados e não incluirá usinas que operam sob o regime de cotas — modelo em que a energia é destinada ao mercado regulado — nem a Itaipu Binacional. A operação será conduzida pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

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Fiat, Jeep, Peugeot e Ram serão foco dos investimentos da Stellantis, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 13:26

Carros Fiat, Jeep, Peugeot e Ram serão foco dos investimentos da Stellantis, diz agência Segundo a Reuters, grupo vai concentrar aportes nas suas quatro marcas mais populares e rentáveis. Antonio Filosa, CEO da Stellantis, deve anunciar plano de longo prazo em maio. Por Redação g1

A Stellantis vai ampliar de forma significativa os investimentos em quatro marcas: Fiat, Jeep, Peugeot e RAM.

De acordo com a Reuters, Filosa não pretende encerrar as operações de nenhuma outra marca do grupo.

Demais montadoras também receberão aportes, mas deverão usar as tecnologias das quatro marcas principais.

Em fevereiro deste ano, a Stellantis informou prejuízo líquido de 25,4 bilhões de euros em 2025 (R$ 153,9 bilhões na cotação atual).

Linha de produção da fábrica da Stellantis em Goiana (PE) tem produtos Fiat, Jeep e RAM — Foto: Divulgação / Stellantis

Segundo fontes ouvidas pela Reuters, a Stellantis vai ampliar de forma significativa os investimentos em quatro marcas: Fiat, Jeep, Peugeot e RAM.

A definição de rumo, diz a agência, faz parte do plano que Antonio Filosa, CEO do grupo, deve apresentar no dia 21 de maio.

Nessa data, a empresa deve detalhar a estratégia de longo prazo, com foco nas marcas mais populares e rentáveis.

De acordo com a Reuters, Filosa não pretende encerrar as operações de nenhuma outra marca do grupo.

A Stellantis reúne 14 marcas, entre elas Citroën, Opel, Leapmotor e Alfa Romeo. Segundo as fontes ouvidas pela agência, essas montadoras também receberão aportes, mas deverão usar as tecnologias das quatro marcas principais no desenvolvimento de novos veículos.

Em fevereiro deste ano, a Stellantis informou que teve prejuízo líquido de 25,4 bilhões de euros em 2025 (R$ 153,9 bilhões na cotação atual).

O resultado negativo se concentrou no segundo semestre, principalmente porque a empresa registrou despesas elevadas para rever suas projeções para carros elétricos, já que o crescimento desse mercado está mais lento do que o esperado.

Leapmotor, marca chinesa de veículos eletrificados, pertence ao grupo Stellantis — Foto: Divulgação / Stellantis

O caso da Stellantis mostra como montadoras no mundo todo enfrentam dificuldades na transição dos carros a combustão para os elétricos, especialmente após Estados Unidos e Europa reduzirem metas para esse tipo de veículo.

“Nossos resultados completos de 2025 refletem o custo de superestimar o ritmo da transição energética e a necessidade de reorientar o negócio, garantindo aos clientes a liberdade de escolher entre tecnologias elétricas, híbridas e a combustão”, afirmou na época em nota Antonio Filosa.

Segundo o executivo, na segunda metade do ano a empresa viu sinais iniciais de progresso, com os primeiros resultados dos esforços para melhorar a qualidade, fortalecer lançamentos e retomar o crescimento da receita.

“Em 2026, nosso foco será corrigir falhas na execução e acelerar o retorno ao crescimento com lucro”, declara Filosa.

Ao longo do ano passado, a Stellantis registrou 25,4 bilhões de euros (R$ 154 bilhões) em baixas contábeis, que representam perdas no valor de ativos. Só no segundo semestre foram 22,2 bilhões de euros (R$ 134,5 bilhões), o que pressionou as ações da montadora.

No mesmo período, a empresa registrou prejuízo operacional ajustado de 1,38 bilhão de euros (R$ 8,4 bilhões), resultado que também já havia sido antecipado. Esse indicador mostra o desempenho das operações, sem considerar eventos extraordinários, como o fechamento de uma fábrica.

Apesar disso, a receita da companhia cresceu 10% e somou 79,25 bilhões de euros (R$ 480,3 bilhões) entre julho e dezembro, com alta de 11% nas entregas de veículos.

Segundo analistas do Citi, esse conjunto de resultados representa um “ponto baixo evidente” para a Stellantis. Eles avaliam que pode haver recuperação à frente, mas consideram que outras montadoras da Europa e dos Estados Unidos oferecem menos riscos no momento.

A empresa manteve as projeções para 2026: espera crescimento moderado da receita e margem operacional baixa, mas positiva. No entanto, prevê que o fluxo de caixa livre — o dinheiro que sobra após os investimentos — só voltará a ficar positivo em 2027.

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Salão de Pequim: Brasil terá 1 mil carregadores ultrarrápidos da BYD com recarga em 9 minutos até 2027; VÍDEO

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 13:26

Carros Salão de Pequim: Brasil terá 1 mil carregadores ultrarrápidos da BYD com recarga em 9 minutos até 2027; VÍDEO Carregadores estarão em concessionárias da Denza, marca de luxo da BYD, e espalhados pelo país em formato de hub, onde múltiplos pontos de recarga estarão no mesmo local. Por André Fogaça, g1 — Pequim, China

A BYD apresentou, durante o Salão do Automóvel de Pequim, uma tecnologia que promete recarregar 97% da bateria de um carro elétrico em apenas nove minutos. A novidade chegará ao Brasil ainda neste ano.

O equipamento fornece 1.500 kW de potência, número cinco vezes maior do que o dos carregadores rápidos mais avançados disponíveis hoje no Brasil, que operam em torno de 300 kW. Com isso, a BYD afirma ser possível recuperar 70% da bateria em cinco minutos e chegar a 97% em nove minutos.

A solução exibida no evento consiste em uma estrutura em formato de “T”, com dois pontos de recarga. Assim, dois veículos podem ser carregados simultaneamente.

Dois fatores são essenciais para que a recarga ultrarrápida funcione. O primeiro diz respeito ao local da instalação, que precisa contar com infraestrutura capaz de suportar um volume tão grande de energia concentrado em um único ponto.

Para contornar essa limitação, a BYD utiliza um conjunto de baterias que é carregado gradualmente quando não há veículos conectados. Quando um carro é plugado, tanto a rede elétrica quanto esse banco de baterias passam a fornecer energia ao veículo na maior velocidade possível.

Em entrevista ao g1, Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD no Brasil, afirmou que a estrutura atual de carregadores rápidos pode ser adaptada para operar com potências acima de 1.000 kW.

“Você incorpora um banco de baterias para que você armazene eletricidade continuamente, para que elas estejam sendo carregadas, para que você tenha um carro que, quando parar para ser carregado, tenha 400 km em 5 minutos", explicou o executivo.

Segundo Baldy, esses carregadores estarão disponíveis nas concessionárias da Denza, marca de luxo da BYD. Ele também afirmou que haverá novos pontos de recarga, organizados como hubs com vários equipamentos, somando 1.000 carregadores em todo o Brasil até o fim de 2027.

O segundo ponto fundamental é que o veículo conectado ao carregador seja capaz de receber a tensão fornecida. Atualmente, alguns modelos da Denza já são compatíveis, e a BYD pretende ampliar essa capacidade para outros carros da marca.

Para efeito de comparação, o carro elétrico mais barato da BYD, o Dolphin Mini, suporta recarga de até 40 kW. Mesmo que seja conectado a um eletroposto de 1.500 kW, ele receberá apenas a potência máxima que consegue suportar.

Para suportar uma recarga tão rápida, o veículo precisa contar com diversos componentes específicos, incluindo sistemas de segurança reforçados para a bateria, motor e o próprio carregador.

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Nubank quer investir R$ 45 bilhões no Brasil em 2026

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 27/04/2026 13:26

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,969-0,57%Dólar TurismoR$ 5,171-0,61%Euro ComercialR$ 5,828-0,49%Euro TurismoR$ 6,081-0,48%B3Ibovespa190.358 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 4,969-0,57%Dólar TurismoR$ 5,171-0,61%Euro ComercialR$ 5,828-0,49%Euro TurismoR$ 6,081-0,48%B3Ibovespa190.358 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 4,969-0,57%Dólar TurismoR$ 5,171-0,61%Euro ComercialR$ 5,828-0,49%Euro TurismoR$ 6,081-0,48%B3Ibovespa190.358 pts-0,2%Oferecido por

O Nubank anunciou nesta segunda-feira (27) que quer investir cerca de R$ 45 bilhões no Brasil em 2026.

A quantia será destinada para o desenvolvimento de plataformas e modelos de crédito baseados em inteligência artificial, o lançamento de produtos e serviços, a ampliação da equipe e da rede de escritórios e o aumento do capital próprio e capacidade de crédito.

O Brasil é o principal mercado o banco digital, com mais de 113 milhões de clientes — montante que representa 87% da base de clientes globais da Nu Holdings.

Ainda segundo o Nubank, o valor representa quase o dobro do investido pelo banco nos últimos dois anos.

A companhia ainda indicou que continua a trabalhar para obter uma licença bancária no Brasil ainda neste ano e afirmou que, como parte desse processo, ingressou na Federação Brasileira de Bancos (Febraban) no último mês.

Logotipo de Nubank na sede do banco em São Paulo, Brasil, 19 de junho de 2018 — Foto: Paulo Whitaker/Reuters

O Nubank anunciou nesta segunda-feira (27) que quer investir cerca de R$ 45 bilhões no Brasil em 2026.

O Brasil é o principal mercado o banco digital, com mais de 113 milhões de clientes — montante que representa 87% da base de clientes globais da Nu Holdings. De acordo com o Nubank, a quantia será destinada para:

o desenvolvimento de plataformas e modelos de crédito baseados em inteligência artificial;o lançamento de produtos e serviços;a ampliação da equipe e da rede de escritórios; e o aumento do capital próprio e capacidade de crédito.

Ainda segundo o Nubank, o valor representa quase o dobro do investido pelo banco nos últimos dois anos, e também abrange o reinvestimento dos resultados gerados pela operação brasileira, gastos com tecnologia, custos de operação e impostos pagos no Brasil.

“Este investimento é a expressão concreta do nosso compromisso de ser o principal aliado financeiro dos brasileiros: estar ao lado das pessoas em cada etapa da jornada, oferecendo soluções que as ajudem a tomar decisões mais inteligentes e a construir uma vida financeira mais saudável", afirmou a CEO do Nubank Brasil, Livia Chanes.

A companhia ainda indicou que continua a trabalhar para obter uma licença bancária no Brasil ainda neste ano e afirmou que, como parte desse processo, ingressou na Federação Brasileira de Bancos (Febraban) no último mês.

Em janeiro, o Nubank também recebeu a aprovação condicional do órgão regulador dos Estados Unidos para operar como banco no país.

No último trimestre do ano passado, o Nubank reportou um aumento de 50% do luro líquido em relação ao mesmo período de 2024, para US$ 894,8 milhões (R$ 4,5 bilhões). O banco digital ainda expandiu a carteira de crédito em 40% na mesma base de comparação, para US$ 32,7 bilhões (R$ 163,8 bilhões).

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Desigualdade salarial: mulheres ganham 21,3% menos que homens, mesmo com alta do emprego

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 11:52

Trabalho e Carreira Desigualdade salarial: mulheres ganham 21,3% menos que homens, mesmo com alta do emprego Contratação feminina cresceu 11%, mas diferença salarial persiste, mostra o Relatório de Transparência Salarial do Ministério do Trabalho. Por Rayane Moura — São Paulo

Mulheres ganham, em média, 21,3% menos que homens no setor privado, e a desigualdade não diminuiu entre 2023 e 2025.

Mesmo assim, o emprego feminino cresceu 11% no período (+800 mil vagas), com destaque para mulheres negras, que tiveram alta de 29% (+1 milhão).

A diferença salarial aumentou ao longo dos relatórios recentes e é maior em empresas grandes, cargos mais qualificados e setores como indústria e agropecuária.

No recorte por raça, mulheres negras têm os menores rendimentos, enquanto homens não negros concentram os maiores salários, ampliando a desigualdade.

As mulheres recebem, em média, 21,3% menos que os homens no setor privado do país, segundo o 5º Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios, divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O levantamento reúne dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e analisou cerca de 53 mil empresas com 100 ou mais empregados, comparando os anos de 2023 a 2025. Apesar do avanço na participação feminina, a diferença salarial não diminuiu e segue presente em todos os setores.

Desde 2023 — primeiro ano após a entrada em vigor da Lei de Igualdade Salarial — o emprego feminino cresceu 11%, passando de 7,2 milhões para 8 milhões de trabalhadoras, um aumento de cerca de 800 mil vagas.

No mesmo período, o número de mulheres negras (pretas e pardas) empregadas cresceu 29%, passando de 3,2 milhões para 4,2 milhões — um aumento de 1 milhão de trabalhadoras.

Também aumentou o número de empresas com maior presença feminina negra. Os estabelecimentos com pelo menos 10% de mulheres negras somaram 21.759 em 2025, alta de 3,6% em relação a 2023. Ainda assim, a desigualdade de renda permanece estável.

A série histórica mostra que a desigualdade vem aumentando. No primeiro relatório, divulgado em março de 2024, a diferença salarial era de 19,4%. No segundo, em setembro, subiu para 20,7%. Em abril de 2025, chegou a 20,9% e, em novembro, a 21,2%. Agora, alcança 21,3%.

Em relação ao salário de admissão, as mulheres passaram a receber, em média, 14,3% menos que os homens em 2025, ante 13,7% em 2023. Na remuneração geral, elas ganham R$ 3.965,94 por mês, enquanto os homens recebem R$ 5.039,68. (veja comparativo abaixo)

A massa de rendimentos das mulheres cresceu de 33,7% para 35,2%, mas ainda está abaixo da participação feminina no emprego, que é de 41,4%. Para alcançar esse patamar, seria necessário um aumento de R$ 95,5 bilhões na renda das mulheres.

“Aumentar a massa em 10,6% teria impacto no consumo das famílias e diminuiria a diferença de rendimentos entre homens e mulheres, mas isso representa custo para as empresas, o que as torna mais resistentes a promover essas mudanças”, ressalta a Subsecretaria de Estatística e Estudos do Trabalho do MTE.

A desigualdade varia de acordo com o porte das empresas. Em companhias menores, com até 250 funcionários, a diferença salarial é menor. Já nas empresas maiores, onde os salários são mais altos, a distância entre homens e mulheres tende a aumentar.

Por ocupação, há maior aproximação entre os salários em funções administrativas, mas os avanços são limitados em cargos de maior qualificação. Entre profissionais de nível superior, por exemplo, houve leve piora na diferença salarial.

A desigualdade também varia entre os setores econômicos. Indústria e agropecuária concentram as maiores diferenças, enquanto comércio e serviços apresentam distâncias menores — ainda assim, negativas para as mulheres em todos os casos.

No campo das políticas internas, houve avanço em iniciativas de apoio. A oferta de jornada flexível passou de 40,6% para 53,9%, enquanto o auxílio-creche cresceu de 22,9% para 38,4%. As licenças-maternidade e paternidade estendidas também avançaram, de 20% para 29,9%.

Ainda assim, essas medidas são menos comuns do que critérios tradicionais de remuneração, como tempo de experiência, metas e planos de carreira. (veja comparativo abaixo)

O levantamento também mostra que cresceu o número de empresas que afirmam promover mulheres, passando de 38,8% para 48,7%. Já as ações de contratação de mulheres em grupos específicos, como pessoas com deficiência, LGBTQIA+ e chefes de família, permaneceram relativamente estáveis.

Por outro lado, houve avanço na contratação de mulheres indígenas, de 8,2% para 11,2%, e de mulheres vítimas de violência, de 5,5% para 10,5%. Apenas 7% dos estabelecimentos afirmam adotar políticas de contratação para mulheres em situação de violência.

Mulheres ganham 21,3% menos que homens, mesmo com alta do emprego — Foto: Surprising Snapshots para Pixabay

No recorte por raça, a desigualdade é ainda mais acentuada. As mulheres negras estão na base da renda, com remuneração média de R$ 3.026,66 e salário contratual mediano de R$ 1.908,79.

Já as mulheres não negras recebem, em média, R$ 5.018,11, com salário contratual mediano de R$ 2.434,51 — valor mais próximo ao dos homens em geral, mas ainda inferior.

Entre os homens, os não negros concentram os maiores rendimentos, com média de R$ 6.560,02 e salário contratual mediano de R$ 2.921,21. Já os homens negros recebem R$ 3.875,52, com salário contratual mediano de R$ 2.211,15.

O levantamento também mostra diferenças regionais. Os estados com menor desigualdade salarial são Acre (91,9%), Piauí (92,1%), Distrito Federal (91,2%), Ceará (90,5%), Pernambuco (89,3%), Alagoas (88,8%) e Amapá (86,9%). Já os maiores níveis de desigualdade foram registrados no Espírito Santo (70,7%), Rio de Janeiro (71,2%) e Paraná (71,3%).

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que o Brasil poderia ampliar a economia em R$ 382 bilhões com a adoção de políticas para igualdade de gênero — valor que poderia dobrar com a plena equidade entre homens e mulheres.

O Banco Mundial também alerta que, caso as mulheres tivessem as mesmas oportunidades que os homens no mercado de trabalho, o Produto Interno Bruto (PIB) global poderia crescer mais de 20%.

Diante do atual cenário, os ministérios das Mulheres e do Trabalho lançaram em abril do ano passado, o Movimento pela Igualdade no Trabalho. A iniciativa conta com a adesão de empresas e organizações trabalhistas de diversos setores, como o bancário e o industrial.

Além disso, foi publicado no Diário Oficial, o Plano Nacional de Igualdade Salarial e Laboral entre Mulheres e Homens, com vigência até 2027. A finalidade é promover iniciativas que contribuam para reduzir as desigualdades salariais entre mulheres e homens no mundo do trabalho.

A Lei da Igualdade Salarial foi sancionada pelo presidente Lula em julho de 2023, e reforça o direito de homens e mulheres a receberem remuneração igual para trabalho de igual valor, com medidas mais rigorosas para garantir transparência, fiscalização e combate à discriminação no ambiente de trabalho.

Por isso, a legislação obriga empresas com mais de 100 empregados adotar medidas para garantir essa igualdade, incluindo transparência salarial, fiscalização contra discriminação, canais de denúncia, programas de diversidade e inclusão e apoio à capacitação de mulheres.

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Mistura maior de etanol na gasolina deve elevar demanda pelo combustível em 1 bilhão de litros, diz Unica

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 11:52

Agro Mistura maior de etanol na gasolina deve elevar demanda pelo combustível em 1 bilhão de litros, diz Unica Proposta de elevar a mistura de 30% para 32% é avaliada em meio à alta nos preços dos combustíveis fósseis em meio à guerra no Irã. Por Reuters

O aumento planejado pelo Brasil na mistura obrigatória de etanol na gasolina, de 30% para 32%, deve elevar a demanda anual de etanol anidro em cerca de 1 bilhão de litros, informou a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) nesta segunda-feira (27).

Na última sexta-feira (24), o governo brasileiro informou que o Conselho Nacional de Política Energética discutirá a proposta em sua próxima reunião, no início de maio. A decisão ocorre em um momento em que o país enfrenta custos mais altos dos combustíveis fósseis, em meio à guerra no Irã.

O Brasil já havia ampliado a mistura de etanol de 27% para 30% em agosto do ano passado. A mudança para a chamada mistura E32 representaria um aumento de 2,4 bilhões de litros na demanda anual em comparação com o E27, de acordo com a Unica.

O aumento do uso de etanol reduziria a dependência das importações de gasolina e melhoraria a previsibilidade do fornecimento de combustível, segundo a Unica.

A expectativa é que uma mistura mais elevada de etanol aumente a destinação da cana-de-açúcar para a produção do biocombustível e impulsione uma expansão já forte do etanol à base de milho.

A recente escalada nas tensões geopolíticas e seus efeitos sobre o mercado internacional de petróleo já impactam os preços dos combustíveis no Brasil. — Foto: A recente escalada nas tensões geopolíticas e seus efeitos sobre o mercado internacional de petróleo já impactam os preços dos combustíveis no Brasil. Levantamento do Núcleo de Economia do Sincomercio Araraquara aponta que, embora o país não enfrente risco de desabastecimento, a alta global do petróleo e fatores internos seguem pressionando gasolina, etanol e diesel, com reflexos diretos no custo de vida. O Núcleo de Economia do Sincomercio Araraquara segue monitorando os dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a fim de avaliar o comportamento do preço dos combustíveis no município e no Brasil.

O aumento planejado pelo Brasil na mistura obrigatória de etanol na gasolina, de 30% para 32%, deve elevar a demanda anual de etanol anidro em cerca de 1 bilhão de litros, informou a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) nesta segunda-feira (27).

Na última sexta-feira (24), o governo brasileiro informou que o Conselho Nacional de Política Energética discutirá a proposta em sua próxima reunião, no início de maio. A decisão ocorre em um momento em que o país enfrenta custos mais altos dos combustíveis fósseis, em meio à guerra no Irã.

O Brasil já havia ampliado a mistura de etanol de 27% para 30% em agosto do ano passado. A mudança para a chamada mistura E32 representaria um aumento de 2,4 bilhões de litros na demanda anual em comparação com o E27, de acordo com a Unica.

“A ampliação da mistura é um caminho que o Brasil já conhece e sabe operar. O etanol permite avançar na segurança energética a partir de uma solução disponível, produzida no país e em larga escala, com ganhos relevantes também do ponto de vista ambiental, ao reduzir as emissões ao longo do ciclo de vida dos combustíveis”, disse o presidente da Unica, Evandro Gussi, em nota.

O aumento do uso de etanol reduziria a dependência das importações de gasolina e melhoraria a previsibilidade do fornecimento de combustível, segundo a Unica.

A expectativa é que uma mistura mais elevada de etanol aumente a destinação da cana-de-açúcar para a produção do biocombustível e impulsione uma expansão já forte do etanol à base de milho.

O setor já possui capacidade instalada suficiente para atender à demanda adicional, considerando tanto o etanol de cana quanto o de milho, além das novas usinas em construção, segundo a Unica.

“Somente a expansão esperada do etanol de milho seria suficiente para absorver esse aumento”, acrescentou a entidade.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Apesar do juro alto, famílias recorrem mais ao rotativo do cartão de crédito; empréstimos somam R$ 110 bi no 1º trimestre

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 10:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

O uso do cartão de crédito rotativo, a linha de crédito mais cara do mercado financeiro, somou R$ 109,65 bilhões no primeiro trimestre deste ano, informou o Banco Central nesta segunda-feira (27).

Com isso, houve um aumento de 9,7% na comparação com o mesmo período do ano passado — quando as concessões dessa modalidade somaram R$ R$ 99,9 bilhões.

A modalidade é considerada um dos vilões do alto nível de endividamento da população brasileira. Em março, a taxa de juros do rotativo do cartão de crédito somou 428,3% ao ano.

Em um ano eleitoral, o governo do presidente Luiz Luiz Inácio Lula da Silva se movimenta para reduzir os débitos da população e facilitar a tomada de crédito pelas pessoas (veja mais abaixo nessa reportagem).

➡️Segundo a autoridade monetária, 101 milhões de pessoas no Brasil têm cartão de crédito no país, ou seja, quase a metade do povo brasileiro.

➡️De acordo com dados do Banco Central, cerca de 40 milhões de brasileiros estavam com dívida no cartão de crédito rotativo em janeiro deste ano.

➡️Com juros elevados, a taxa de inadimplência dessa linha de crédito somou 63,5%, ou seja, mais de R$ 60 em R$ 100 emprestados não foram honrados.

O crédito rotativo do cartão de crédito é acionado por quem não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento.Segundo analistas, essa forma de crédito deve ser evitada. A recomendação é que os clientes bancários paguem todo o valor da fatura mensalmente.Em janeiro de 2024, o Congresso e o governo limitaram o endividamento do cartão de crédito rotativo. Desde então, ficou determinado que o valor do débito não pode exceder o valor original da dívida.Se a dívida for de R$ 100, por exemplo, a dívida total, com a cobrança de juros e encargos, não poderá exceder R$ 200.

Juro médio cobrado pelos bancos no rotativo do cartão de crédito era de 428,3% ao ano em março, segundo dados do Banco Central — Foto: Getty Images via BBC Brasil

No mês passado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que as pessoas estão tomando linhas de crédito que deveriam ser usadas somente em momentos emergenciais, como o rotativo do cartão de crédito, como parte de sua renda, e isso deveria ser alvo de uma "discussão estrutural".

"Nossa dimensão do BC é como a gente consegue construir alternativas para o cliente ter uma opção mais adequada à situação dele", disse o presidente do BC, Gabriel Galípolo.

De acordo com Galípolo, a ideia é tentar "produzir arranjos mais saudáveis para quem está buscando crédito", ou seja, linhas de crédito mais adequadas.

Para facilitar a concessão do crédito com taxas menores, o governo lançou, no ano passado, o crédito consignado para trabalhadores do setor privado, com mais de R$ 80 bilhões liberados em um ano.

A regulamentação do uso do saldo do FGTS dos trabalhadores como garantia aos empréstimos, algo prometido pelo governo como um diferencial da modalidade, uma forma de baixar os juros aos trabalhadores, porém, ainda não saiu do papel.

O governo brasileiro trabalha, neste momento, em um ano eleitoral, em um novo programa para reduzir o nível de endividamento da população.

A estratégia envolve unificar as dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal em uma só, que seria refinanciada com descontos que iriam de 30% a 80% nos juros, com possibilidade de os bancos chegarem a um desconto de até 90%.

Dentro do mesmo programa de refinanciamento de dívidas, o governo analisa autorizar o uso de recursos do FGTS para pagamento de dívidas, mas com limites para evitar uma sangria dos recursos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre a R$ 4,97 com investidores atentos às tensões no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 10:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (27) em queda, recuando 0,58% por volta das 9h10, cotado a R$ 4,9687. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

As tensões no Oriente Médio continuam no radar dos mercados, com novos sinais de impasse entre Estados Unidos e Irã. Mesmo com um cessar-fogo frágil em vigor, os desdobramentos da guerra seguem influenciando o fluxo de petróleo e o humor dos investidores.

▶️ O presidente dos EUA, Donald Trump cancelou a visita de dois enviados ao Paquistão, o que reduziu as expectativas de negociações de paz. Ao mesmo tempo, autoridades da região afirmam que o Irã sinalizou encerrar o controle sobre o Estreito de Ormuz se os americanos suspenderem o bloqueio ao país.

▶️ Mesmo com um cessar-fogo frágil em vigor, as tensões entre EUA e Irã seguem dificultando a travessia de petroleiros pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte de petróleo do Golfo Pérsico.

Na sexta-feira, a Casa Branca informou que Trump concedeu uma prorrogação de 90 dias à isenção da Lei Jones, permitindo o transporte de petróleo e gás natural por embarcações não americanas em razão da guerra com o Irã.

▶️ No Brasil, o Boletim Focus mostrou nova alta nas projeções de inflação para 2026 — a sétima semana consecutiva de revisão para cima. A estimativa subiu de 4,8% para 4,86%, refletindo a pressão do petróleo, que nesta segunda-feira opera acima de US$ 100 após a escalada do conflito no Oriente Médio.

As tensões no Oriente Médio seguem no radar dos mercados globais. Mesmo após um cessar-fogo ter reduzido os combates iniciados há cerca de dois meses, as negociações de paz entre EUA e Irã ainda enfrentam dificuldades.

No fim de semana, o presidente dos EUA, Donald Trump cancelou a viagem de enviados americanos que participariam das conversas e afirmou que o Irã deveria procurar Washington quando estivesse pronto para um acordo.

Ao mesmo tempo, o ministro das Relações Exteriores iraniano viajou à Rússia para se reunir com Vladimir Putin, aliado do governo de Teerã. Segundo fontes do Paquistão, país que atua como mediador, as tentativas de diálogo continuam.

Diante desse cenário, investidores acompanham de perto a situação no Estreito de Ormuz, passagem usada para o transporte de petróleo e gás do Golfo Pérsico.

A região permanece com pouco movimento de navios, o que levanta preocupações sobre possíveis interrupções no fornecimento de energia. Com isso, os preços do petróleo avançam.

Nesta segunda-feira, o barril do Brent — referência internacional — subia pouco mais de 1%, a US$ 106,47, depois de ter alcançado cerca de US$ 108,50 no início da sessão.

As projeções do mercado financeiro voltaram a indicar pressão maior sobre a inflação nos próximos anos, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira.

Para 2026, a expectativa de inflação subiu de 4,80% para 4,86%. Já para 2027, a projeção passou de 3,99% para 4%.

Mesmo com essa revisão, o mercado manteve a previsão de queda dos juros ao longo dos próximos anos. A estimativa para a taxa Selic no fim de 2026 permaneceu em 13% ao ano, o que indica expectativa de redução no decorrer daquele ano.

O relatório também trouxe ajustes em outras previsões. A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2026 caiu levemente, de 1,86% para 1,85%. Já a estimativa para o dólar ao fim deste ano recuou de R$ 5,30 para R$ 5,25.

Em Wall Street, os contratos futuros operavam perto da estabilidade na manhã desta segunda-feira, enquanto investidores acompanhavam o impasse nas negociações de paz entre EUA e Irã.

Por volta das 8h30 (horário de Brasília), os futuros do Dow Jones caíam 0,09%, enquanto o S&P 500 permanecia estável e o Nasdaq subia 0,15%.

Entre os principais mercados do continente, o DAX da Alemanha subia 0,3%, enquanto o CAC 40, de Paris, tinha alta de 0,1%. Já o FTSE 100, do Reino Unido, recuava 0,1%.

Em Xangai, o Shanghai Composite subiu 0,16%, enquanto o CSI 300 avançou 0,03%. Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 0,20%.

China reduz investimento no Tesouro dos EUA e derruba o dólar nos mercados globais — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Preços do petróleo sobem com impasse nas negociações na guerra entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 10:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta segunda-feira (27) após as negociações de paz entre Estados Unidos e Irã travarem.

O barril do tipo Brent avançava 96 centavos, ou 0,9%, a US$ 106,29 por volta das 12h12 (GMT), depois de atingir US$ 108,36 mais cedo, maior nível em três semanas.

Na semana passada, Brent e WTI acumularam altas de quase 17% e 13%, respectivamente — os maiores ganhos semanais desde o início da guerra.

Guerra no Oriente Médio faz governo brasileiro zerar impostos sobre diesel e taxar exportações de petróleo — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta segunda-feira (27) após as negociações de paz entre Estados Unidos e Irã travarem. O fluxo de cargas pelo Estreito de Ormuz segue limitado, mantendo a oferta global apertada.

O barril do tipo Brent avançava 96 centavos, ou 0,9%, a US$ 106,29 por volta das 12h12 (GMT), depois de atingir US$ 108,36 mais cedo, maior nível em três semanas. O petróleo americano WTI subia 63 centavos, ou 0,7%, para US$ 95,03.

🔍 O tipo Brent é a principal classificação de petróleo cru para os mercados europeu e asiático. É a referência utilizada pela Petrobras para definir os preços dos combustíveis no mercado interno. Extraído principalmente no Mar do Norte, classificado como "leve" e "doce" devido à sua baixa densidade e baixo teor de enxofre, o que facilita o refino em gasolina e diesel.

Na semana passada, Brent e WTI acumularam altas de quase 17% e 13%, respectivamente — os maiores ganhos semanais desde o início da guerra.

Segundo fontes do Paquistão, mediador das negociações entre os dois países, as tentativas de aproximação entre EUA e Irã continuam, apesar do fracasso das conversas presenciais. O presidente Donald Trump cancelou uma viagem de seus enviados e disse que o Irã pode telefonar quando quiser negociar.

“O impasse diplomático significa que, todos os dias, entre 10 milhões e 13 milhões de barris deixam de chegar ao mercado internacional, agravando um cenário já apertado. Assim, os preços do petróleo só tendem a subir”, afirmou Tamas Varga, analista da PVM Oil Associates.

Teerã fechou em grande parte o Estreito de Ormuz, enquanto Washington impôs um bloqueio aos portos iranianos. O tráfego pela rota segue reduzido: apenas um navio-tanque de derivados entrou no Golfo no domingo, segundo dados da Kpler.

O Goldman Sachs elevou suas previsões para o quarto trimestre: US$ 90 por barril para o Brent e US$ 83 para o WTI, citando a redução da produção no Oriente Médio.

“Os riscos econômicos são maiores do que nosso cenário-base indica, devido à tendência de alta nos preços do petróleo, aos preços elevados de derivados, ao risco de escassez e à escala sem precedentes desse choque”, disseram analistas do banco, liderados por Daan Struyven, em relatório divulgado no domingo (26).

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China constrói mais rápido e barato que os EUA; veja comparação entre Xangai e Nova York

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 10:12

Fantástico China constrói mais rápido e barato que os EUA; veja comparação entre Xangai e Nova York Enquanto grandes obras levam décadas e bilhões de dólares para sair do papel em Nova York, Xangai ergue estações, aeroportos e linhas de trem em poucos anos — e por uma fração do custo. A diferença revela dois modelos urbanos e políticos opostos. Por Fantástico

A série especial Entre Dois Mundos, do Fantástico, coloca frente a frente os modelos de desenvolvimento da China e dos Estados Unidos. A reportagem mostrou que a comparação entre Xangai e Nova York vai além do contraste visual entre arranha-céus. Os números escancaram diferenças profundas em tempo, custo e forma de execução das obras — e ajudam a entender como cada cidade projeta seu crescimento.

De um lado, Nova York acumula projetos que levam décadas para sair do papel e consomem bilhões de dólares. Do outro, Xangai avança com obras concluídas em poucos anos e com custos significativamente menores.

Um dos exemplos mais emblemáticos está na conexão entre aeroporto e centro urbano. Em Nova York, um trecho de cerca de 13 quilômetros até o aeroporto exigiu anos de planejamento, custou cerca de US$ 2 bilhões e ainda assim não oferece alta velocidade. Na prática, o deslocamento completo pode ultrapassar uma hora.

Já em Xangai, o trem de levitação magnética — considerado o mais rápido do mundo — foi construído em apenas três anos, custou aproximadamente metade desse valor e faz o percurso em pouco mais de sete minutos.

China ou EUA: quem vai liderar o futuro? Série estreia mostrando as diferenças entre Xangai e Nova York

A diferença também aparece em grandes estações de transporte. Em Nova York, uma nova entrada da Penn Station custou cerca de US$ 1,6 bilhão e levou décadas desde a concepção até a entrega.

Em Xangai, a estação central foi construída em apenas três anos, por cerca de US$ 300 milhões — menos de um quinto do valor americano.

Além disso, a expansão da rede de metrô mostra ritmos distintos: embora tenha começado quase um século depois, o sistema de Xangai já supera o de Nova York em extensão e número de estações.

Especialistas apontam três palavras-chave para entender esse contraste: velocidade, escala e planejamento.

Na China, grandes projetos são padronizados e replicados em diferentes cidades, como “peças de Lego”, o que reduz custos por unidade.

Além disso, o planejamento centralizado permite que decisões sejam tomadas e executadas rapidamente, sem longos processos políticos ou disputas locais.

Outro ponto é a velocidade: quanto mais rápido uma obra é concluída, menor tende a ser o custo final — algo difícil de alcançar em sistemas com múltiplas etapas de aprovação.

Na China, o mesmo partido está no poder há quase 80 anos, o que permite pensar e executar obras de longo prazo sem interrupções eleitorais. Decisões são centralizadas e, quando o governo define uma área como prioritária, a execução é imediata — mesmo que isso signifique realocar bairros inteiros.

Em democracias como a americana, o processo é mais fragmentado. Cada obra precisa atravessar debates públicos, disputas políticas, interesses imobiliários e resistências locais. O resultado é um ciclo de atrasos, que encarece projetos e limita intervenções estruturais. Em alguns casos, a modernização necessária em cinco anos pode levar 50 anos para acontecer.

A comparação entre as duas cidades revela mais do que números: mostra como decisões políticas e econômicas impactam diretamente o bolso e o tempo das obras.

De um lado, Nova York enfrenta custos altos e prazos longos, influenciados por disputas políticas, interesses econômicos e participação social.

Do outro, Xangai avança com rapidez e menor custo, sustentada por planejamento centralizado e execução em larga escala.

No fim, a pergunta não é apenas quem constrói mais rápido ou mais barato — mas que tipo de cidade e de sociedade cada modelo está disposto a sustentar.

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