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Mega-Sena, concurso 3.001: prêmio acumula e vai a R$ 130 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 21:49

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3.001: prêmio acumula e vai a R$ 130 milhões Veja os números sorteados: 01 – 13 – 32 – 36 – 43 – 60. Prêmio acumulou e vai a R$ 130 milhões. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3.001 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça (28), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou os seis números, 92 apostas acertaram cinco e 5.877 acertaram quatro números. O prêmio principal acumulou, e a estimativa é de que chegue a R$ 130 milhões no próximo sorteio, marcado para quinta-feira (30).

O g1 passou a transmitir, desde segunda-feira (20), todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Vale tem lucro de US$ 1,9 bilhão no 1° trimestre, alta de 36%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 21:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

A Vale, uma das maiores produtoras de minério de ferro do mundo, informou nesta terça-feira (28) um lucro líquido de US$ 1,9 bilhão no primeiro trimestre, alta de 36% em relação ao mesmo período do ano passado.

O desempenho foi impulsionado pelo aumento no volume de vendas e pela alta nos preços de seus principais produtos.

Ainda assim, o lucro da mineradora ficou ligeiramente abaixo da expectativa dos analistas, que era de US$ 2 bilhões, segundo dados compilados pela LSEG.

Neste mês, a companhia havia informado um aumento de 3,9% no volume de vendas de minério de ferro entre janeiro e março, em comparação ao mesmo período de 2025, totalizando 68,7 milhões de toneladas.

Além desse avanço, o preço médio do principal produto da companhia também subiu 5,5% no período.

A Vale, uma das maiores produtoras de minério de ferro do mundo, informou nesta terça-feira (28) um lucro líquido de US$ 1,9 bilhão no primeiro trimestre, alta de 36% em relação ao mesmo período do ano passado.

O desempenho foi impulsionado pelo aumento no volume de vendas e pela alta nos preços de seus principais produtos. Ainda assim, o lucro da mineradora ficou ligeiramente abaixo da expectativa dos analistas, que era de US$ 2 bilhões, segundo dados compilados pela LSEG.

Neste mês, a companhia havia informado um aumento de 3,9% no volume de vendas de minério de ferro entre janeiro e março, em comparação ao mesmo período de 2025, totalizando 68,7 milhões de toneladas.

Além desse avanço, o preço médio do principal produto da companhia também subiu 5,5% no período.

"Entregamos um início sólido em 2026, refletindo nossa execução disciplinada, excelência operacional e o contínuo desenvolvimento de projetos estratégicos em todo o nosso portfólio", afirmou o CEO da Vale, Gustavo Pimenta, em nota.

A companhia reportou um lucro operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de US$ 3,83 bilhões, alta de 23% em relação ao ano anterior, após o volume de vendas de minério de ferro no primeiro trimestre ter atingido o maior patamar para o período desde 2018.

A receita líquida de vendas avançou 14%, para US$ 9,26 bilhões, impulsionada também pelo aumento nos volumes vendidos de níquel e cobre.

"Durante o trimestre, alcançamos recordes de produção em múltiplos ativos, demonstrando a força de nossas operações", destacou Pimenta. Um dos destaques foi registrado na operação S11D, no Pará, que teve a maior produção de minério de ferro para um primeiro trimestre.

De acordo com Pimenta, o "portfólio flexível" da companhia permitiu à empresa "capturar oportunidades em um ambiente de mercado robusto", enquanto a busca contínua por eficiência de custos segue preservando a competitividade.

O custo caixa C1 do minério de ferro, entretanto, subiu 12% na comparação anual, para US$ 23,6 por tonelada, principalmente impactado pela apreciação do real frente ao dólar.

Os custos all-in do minério de ferro ficaram em US$ 55,4 por tonelada no trimestre, 8% maiores ano contra ano.

Na Vale Metais Básicos, que reúne ativos de níquel e cobre, o CEO disse que a empresa colheu resultados das iniciativas de otimização de ativos, "resultando em maior produção e menores custos".

A companhia informou ainda um fluxo de caixa livre recorrente de US$ 813 milhões, aumento de US$ 309 milhões na comparação anual.

Já dívida líquida expandida chegou a US$ 17,8 bilhões ao fim do trimestre, um aumento de US$ 2,2 bilhões na comparação com o trimestre anterior.

Segundo a Vale, a alta foi influenciada pelo pagamento de US$ 2,7 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio, parcialmente compensado pela geração de caixa livre, conforme explicou no balanço financeiro.

Os investimentos totalizaram US$ 1,09 bilhão no primeiro trimestre, queda de 7% em relação ao mesmo período do ano passado, mas em linha com a projeção anual da companhia, de US$ 5,4 bilhões a US$ 5,7 bilhões para 2026, segundo a empresa.

Os aportes em projetos de crescimento somaram US$ 182 milhões, recuo de 42%, principalmente devido à redução de desembolsos no segmento de soluções de minério de ferro. A queda reflete o avanço do projeto Capanema e o estágio mais adiantado do projeto Serra Sul +20, cuja entrada em operação está prevista para o segundo semestre de 2026.

A Vale informou que a construção do projeto Serra Sul +20, de minério de ferro, continua avançando e já atingiu 86% de execução física.

"Os testes de carga do transportador de correia foram iniciados em março. A construção do britador de compactos está 91% concluída, com as obras civis finalizadas", afirmou a companhia.

Se os investimentos em projetos de crescimento caíram, os aportes para manutenção aumentaram 5% na comparação anual, para US$ 907 milhões, com recursos destinados ao projeto de cobre Bacaba e iniciativas nas operações de pelotização e ferroviária.

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Escala 6×1: CNI entrega manifesto a Hugo Motta contra mudanças na jornada de trabalho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 20:46

Política Escala 6×1: CNI entrega manifesto a Hugo Motta contra mudanças na jornada de trabalho Estimativas indicam que o fim da escala 6×1 pode elevar o custo das empresas em até R$ 267 bilhões por ano. A Comissão Especial que vai analisar a proposta será instalada nesta quarta-feira (29). Por Redação g1 — Brasília

Presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que debate sobre o fim da escala 6×1 será uma das prioridades do ano legislativo de 2026 — Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), em conjunto com as 27 federações estaduais, 98 associações setoriais e 741 sindicatos industriais, entregou um manifesto ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), expressando preocupação com o avanço da tramitação das propostas que acabam com a escala 6×1.

A Comissão Especial que vai analisar o tema será instalada nesta quarta-feira (29). Motta anunciou nesta teça-feira (28) os deputados que comandarão a comissão. O deputado Alencar Santana (PT-SP) será o presidente do colegiado e o deputado Léo Prates (Republicanos-BA) o relator.

No manifesto, a CNI afirmou que, embora o debate seja legítimo, as propostas "podem provocar impactos severos sobre a economia, os investimentos e a criação de empregos formais".

De acordo com a CNI, estimativas indicam que a redução da jornada pode elevar os custos com empregados formais em até R$ 267 bilhões por ano.

"Não estamos falando apenas de horas trabalhadas. Estamos falando de competitividade em um país que já convive com desafios estruturais para produzir e competir, alto custo de produção e insegurança jurídica" , disse a entidade no manifesto.

O relator será o responsável por consolidar uma proposta para ser votada pela Casa a partir de duas sugestões apresentadas pela deputada Érika Hilton (Psol-SP) e pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).

Ele tem, entretanto, liberdade para construir um texto independente e totalmente novo em relação às propostas, desde que consiga o aval de maioria da comissão, que será composta por 38 deputados.

Motta afirmou que pretende votar a PEC em plenário ainda em maio, em homenagem ao Dia do Trabalhador, comemorado no dia 1º de maio. Antes, o presidente da Câmara disse que todo o setor produtivo precisará ser ouvido antes da construção do texto final.

"Toda e qualquer sugestão ao texto é válida e a comissão vai debater. Não vai ser a vontade de um partido ou de um grupo que prevalecerá. Será a vontade média da casa", disse Motta, antes de receber o documento da CNI. 

No manifesto entregue ao presidente da Câmara, a CNI declarou ainda que "mudanças estruturais na legislação trabalhista precisam ser construídas com base em evidências, diálogo técnico e responsabilidade econômica".

"A indústria deve participar desse debate para contribuir no estabelecimento de soluções equilibradas, que fortaleçam o ambiente de negócios, ampliem oportunidades de emprego para os brasileiros e promovam a sustentabilidade econômica de longo prazo do país", completou a CNI.

Há duas semanas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encaminhou ao Congresso Nacional projeto de lei sobre o mesmo assunto.

São, portanto, três textos de diferentes autorias tramitando sobre o mesmo tema, com o objetivo central de abolir o modelo de seis dias de trabalho para um de descanso.

a PEC proposta pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), apresentada no ano passado, prevê a redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais, com prazo de 360 dias para entrada em vigor da nova regra;a PEC de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), apresentada em 2019, reduz a jornada de trabalho para 36 horas semanais, com prazo, porém, de 10 anos para mudança entrar em vigor.o projeto de lei (PL) enviado pelo governo Lula nesta terça-feira (14), reduz a jornada de trabalho a 40 horas semanais. O texto do Executivo tramita sob urgência constitucional.

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Acordo entre Mercosul e União Europeia é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 17:55

Política Acordo entre Mercosul e União Europeia é oficializado e passa a valer em 1º de maio Decreto assinado por Lula conclui etapa interna do tratado e aproxima entrada em vigor de um dos maiores acordos comerciais do mundo. Por Kellen Barreto, Isabella Calzolari, g1 — Brasília

O presidente Lula assinou nesta terça-feira (28) o decreto que promulga o acordo de comércio entre o Mercosul e a União Europeia. A medida encerra a etapa interna brasileira de incorporação do tratado ao ordenamento jurídico.

No Brasil, o acordo deve começar a valer de forma provisória a partir de 1º de maio, permitindo o início da aplicação gradual de suas regras entre os blocos.

A promulgação ocorre após a aprovação do texto pelo Congresso Nacional e a troca de notificações entre Brasil e União Europeia, que já haviam concluído os trâmites necessários para essa fase inicial de implementação.

As negociações entre os dois blocos duraram 27 anos e resultaram em um tratado que abre caminho para a criação de uma das maiores áreas de livre comércio do mundo.

"Quando o acordo vem dos colonizadores para colonizados, vem com mais rapidez, mas quando colonizados resolvem levantar cabeça e dizer que eles têm direitos, as coisas criam mais dificuldades porque aí nós viramos competitivos com produtos que são produzidos em outros países", disse.

Lula afirmou que o acordo "foi feito a ferro, suor e sangue". "Tem muita coisa que querem evitar, que o Brasil cresça, dispute, coloque seus produtos no mercado estrangeiro. E ele veio no momento para reforçar a ideia consagrada do multilateralismo", disse.

O presidente brasileiro citou a taxação imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no ano passado e disse que o Brasil, "ao invés de ficar chorando o leite derramado", procurou novos parceiros.

"Está cheio de gente querendo vender, gente querendo comprar. Brasil hoje não é uma republiqueta, o Brasil é um grande país. Se o Brasil aprender a se respeitar, a gente vai negociar em igualdade de condições em qualquer país do mundo", afirmou Lula.

Com o decreto, o Brasil conclui sua parte no processo de ratificação interna de um acordo que envolve cerca de 720 milhões de pessoas e economias que somam mais de US$ 20 trilhões.

No país, a medida deve impactar o comércio exterior com redução gradual de tarifas de importação e exportação, maior acesso de produtos brasileiros ao mercado europeu e abertura ampliada para bens e serviços europeus.

A expectativa é de aumento da concorrência e estímulo a investimentos em diferentes setores da economia.

Apesar da resistência de alguns países e setores dentro da União Europeia, o acordo segue com previsão de entrada em vigor provisória e passa a valer a partir de 1º de maio no Brasil.

Isso ocorre porque a aplicação inicial pode ser feita de forma parcial, após a conclusão dos trâmites executivos entre os blocos, permitindo o início das regras comerciais enquanto o processo de ratificação completa ainda segue em discussão nas instâncias europeias.

Apesar do avanço, o acordo ainda enfrenta resistência dentro da União Europeia, especialmente de países e setores ligados ao campo e a questões ambientais. No entanto, essas divergências não impedem o início da aplicação provisória do tratado.

Isso porque a entrada em vigor inicial pode ocorrer de forma parcial, após a conclusão dos trâmites executivos entre os blocos, enquanto a ratificação completa segue em análise no Parlamento Europeu.

Após a aprovação entre os Estados-membros, a ministra da Agricultura da França, Annie Genevard, afirmou que o país pode adotar medidas unilaterais caso o setor agrícola e pecuário francês seja prejudicado pelo acordo.

Agricultores europeus comemoram em Estrasburgo, na França, a decisão do Parlamento Europeu de levar acordo comercial UE-Mercosul à Justiça, no dia 21 de janeiro de 2026 — Foto: Yves Herman/Reuters

A presidência brasileira no Mercosul tinha como prioridade a conclusão do tratado. Após intensas negociações entre os países do bloco e a União Europeia, o acordo foi assinado em janeiro deste ano, já durante a presidência paraguaia do Mercosul, marcando um avanço decisivo nas tratativas.

Além da etapa no Brasil, o acordo ainda precisa ser aprovado internamente por cada país do Mercosul, conforme seus próprios processos legislativos.

Somente após a ratificação de todos os membros o tratado entrará em vigor de forma plena. Até lá, sua aplicação pode ocorrer de maneira gradual, conforme o avanço dos trâmites em cada país.

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Cade investiga alinhamento de preços de passagens aéreas após indícios de atuação coordenada entre Latam e Gol

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 17:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) informou nesta terça-feira (28) que instaurou um processo administrativo para apurar possíveis condutas anticoncorrenciais no mercado brasileiro de transporte aéreo doméstico de passageiros, envolvendo a Gol e a Latam.

Segundo o órgão, ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, a apuração vai examinar "indícios de possível alinhamento de preços em rotas de elevada relevância comercial".

O Cade afirmou que a análise buscou verificar se o comportamento dos preços dessas empresas era compatível com dinâmica da concorrência ou refletia mecanismos das empresas para manipular o mercado com o uso de algoritmos e compartilhamento de dados.

A abertura do processo não representa julgamento definitivo e tem por finalidade aprofundar a apuração, assegurar o contraditório e permitir o exame completo do conjunto de evidências. A decisão final sobre o andamento da investigação caberá ao Tribunal do Cade.

A Superintendência-Geral também analisou contratos firmados por Latam e Gol com empresas que:. Segundo o Cade, essas ferramentas trazem "riscos de troca de informações comercialmente sensíveis, reduzindo a incerteza concorrencial e ampliando a capacidade coordenação".

Movimentação intensa de passageiros para remarcação de passagens no Aeroporto de Congonhas — Foto: RENATO S. CERQUEIRA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) informou nesta terça-feira (28) que instaurou um processo administrativo para apurar possíveis condutas anticoncorrenciais no mercado brasileiro de transporte aéreo doméstico de passageiros, envolvendo a Gol e a Latam.

Segundo o órgão, ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, a apuração vai examinar "indícios de possível alinhamento de preços em rotas de elevada relevância comercial".

"A Superintendência-Geral iniciou a investigação em 2023 e envolveu o exame do uso de ferramentas de precificação e de bases de dados de mercado, com emprego de técnicas avançadas de análise de dados pela equipe do Projeto Cérebro. As apurações indicam a existência de padrão persistente de interdependência entre os movimentos de preços das empresas", afirmou o órgão.

O Cade afirmou que a análise buscou verificar se o comportamento dos preços dessas empresas era compatível com dinâmica da concorrência ou refletia mecanismos das empresas para manipular o mercado com o uso de algoritmos e compartilhamento de dados.

🔎 A abertura do processo não representa julgamento definitivo e tem por finalidade aprofundar a apuração, assegurar o contraditório e permitir o exame completo do conjunto de evidências. A decisão final sobre o andamento da investigação caberá ao Tribunal do Cade.

fornecem serviços de inteligência tarifária, distribuem conteúdo; e fornecem soluções de precificação dinâmica.

Segundo o Cade, essas ferramentas trazem "riscos de troca de informações comercialmente sensíveis, reduzindo a incerteza concorrencial e ampliando a capacidade coordenação".

"A Superintendência-Geral destacou que, em mercados concentrados e com alta transparência informacional, o uso convergente de ferramentas algorítmicas e de infraestruturas comuns de dados pode aumentar riscos concorrenciais", disse o Cade.

Com a instauração do processo administrativo, as empresas serão notificadas para apresentar defesa e indicar as provas que entenderem cabíveis.

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EUA ordenam suspensão de envio de máquinas à 2ª maior fabricante de chips da China, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 16:55

Tecnologia EUA ordenam suspensão de envio de máquinas à 2ª maior fabricante de chips da China, diz agência Governo Trump enviou cartas a empresas do setor determinando a suspensão de fornecimento à Hua Hong. Medida busca conter o avanço da IA no gigante asiático. Por Reuters — São Paulo

O Departamento de Comércio dos EUA ordenou que empresas do setor de semicondutores interrompam o envio de determinadas ferramentas à Hua Hong, a segunda maior fabricante de chips da China.

A medida, adotada na semana passada, é a mais recente tentativa de desacelerar o desenvolvimento de chips avançados no país, segundo duas fontes com conhecimento do assunto ouvidas pela Reuters.

O departamento enviou cartas a algumas empresas informando sobre novas restrições a ferramentas e outros materiais destinados às instalações da Hua Hong, que autoridades americanas acreditam poder produzir os chips mais avançados da China, segundo as fontes.

Entre as empresas que teriam recebido a carta estão grandes fabricantes de equipamentos para chips dos EUA, como Lam Research, Applied Materials e KLA, todas com forte presença no mercado chinês.

A Reuters informou, em março, que o grupo Hua Hong havia desenvolvido tecnologias avançadas de fabricação que poderiam ser usadas na produção de chips de inteligência artificial — um marco nos esforços de Pequim para ampliar a autossuficiência tecnológica.

O Departamento de Comércio dos Estados Unidos ordenou que diversas empresas do setor de semicondutores interrompam o envio de determinadas ferramentas à Hua Hong, a segunda maior fabricante de chips da China. A informação é da Reuters.

A medida, adotada na semana passada, é a mais recente tentativa de desacelerar o desenvolvimento de chips avançados no país, segundo duas fontes com conhecimento do assunto ouvidas pela agência.

O departamento enviou cartas a algumas empresas informando sobre novas restrições a ferramentas e outros materiais destinados às instalações da Hua Hong, que autoridades americanas acreditam poder produzir os chips mais avançados da China, segundo as fontes.

Entre as empresas que teriam recebido a carta estão grandes fabricantes de equipamentos para chips dos EUA, como Lam Research, Applied Materials e KLA, todas com forte presença no mercado chinês.

A Reuters informou, em março, que o grupo Hua Hong havia desenvolvido tecnologias avançadas de fabricação que poderiam ser usadas na produção de chips de inteligência artificial — um marco nos esforços de Pequim para ampliar a autossuficiência tecnológica.

A unidade de fabricação sob contrato do grupo, a Huali Microelectronics, se preparava para adotar um processo de produção de 7 nanômetros em sua planta em Xangai, segundo fontes ouvidas pela Reuters.

A SMIC, maior fabricante contratada de chips da China, é atualmente a única empresa do país capaz de produzir chips com tecnologia de 7 nanômetros, segundo a reportagem. A empresa não respondeu imediatamente a pedidos de comentário.

As ações da KLA, Lam e Applied caíram entre 4% e 6% após a divulgação das cartas pela Reuters. Já os papéis da Hua Hong recuaram 3,5% na terça-feira.

Nos últimos anos, o Departamento de Comércio tem restringido o envio de equipamentos dos EUA para fábricas chinesas que produzem chips avançados, como parte de um esforço para preservar a liderança tecnológica do país na produção de chips de inteligência artificial e outros semicondutores, por razões de segurança nacional.

As cartas recentes dão continuidade a essa política, mas podem aumentar as tensões com a China antes da reunião prevista, em maio, entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim.

Empresas americanas de equipamentos para chips e outros fornecedores podem perder bilhões de dólares em vendas, disse uma das fontes, especialmente se abastecem fábricas em construção ou em processo de modernização para produzir chips mais avançados.

As restrições podem desacelerar o avanço da indústria chinesa de semicondutores, embora a Hua Hong possa substituir os equipamentos por alternativas de fornecedores estrangeiros ou locais.

Um porta-voz do Departamento de Comércio se recusou a comentar. A Hua Hong não respondeu imediatamente a pedidos de comentário feitos pela Reuters. Lam Research, Applied Materials e KLA também não se manifestaram.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Após troca de presidente, INSS lança programa para tentar reduzir fila; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 16:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,04%Dólar TurismoR$ 5,1850,08%Euro ComercialR$ 5,832-0,15%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.477 pts-0,58%MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,04%Dólar TurismoR$ 5,1850,08%Euro ComercialR$ 5,832-0,15%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.477 pts-0,58%MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,04%Dólar TurismoR$ 5,1850,08%Euro ComercialR$ 5,832-0,15%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.477 pts-0,58%Oferecido por

A nova presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ana Cristina Silveira, anunciou nesta terça-feira (28) um pacote de medidas para tentar reduzir a fila de espera e melhorar o atendimento no órgão. A iniciativa reúne ações de gestão, ampliação da capacidade operacional e reforço no quadro de pessoal. (veja mais detalhes)

Batizado de "Acelera INSS", o conjunto de medidas quer reduzir o número de requerimentos analisados fora do prazo de 45 dias para menos de 400 mil. Atualmente, o INSS tem cerca 1,06 milhão de pedidos na fila.

O anúncio aconteceu após a troca de presidente no órgão, que é responsável pela previdência pública no Brasil. Ela assumiu o lugar de Gilberto Waller, que assumiu o INSS em um esforço do governo para melhorar os processos no órgão após o esquema de corrupção envolvendo descontos indevidos nos benefícios de aposentados e pensionistas. (entenda a saída)

Ana Cristina Silveira é próxima do ministro da Previdência, Wolney Queiroz (PDT), de quem era secretária-executiva. Wolney assumiu o ministério após a saída de Carlos Lupi (PDT), de quem também era secretário-executivo. Lupi deixou a pasta em meio à pressão por conta do escândalo.

Entre as medidas previstas estão a intensificação de mutirões a partir de maio, a nomeação de novos servidores e ajustes em processos internos para dar mais agilidade à análise dos benefícios.

ajustes no fluxo de requerimentos para evitar retrabalho (prazo de até 30 dias);priorização da Avaliação Social do Benefício de Prestação Continuada (BPC);reprocessamento de pedidos do BPC com uso de biometria;automação da concessão de salário-maternidade;implementação de sistemas automatizados de BI com verificação de endereço;revisão do controle de prazos do BPC.

A fila de espera do INSS é um dos principais gargalos da gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em meados de abril, ele trocou o comando do órgão porque as filas do INSS estavam desgastando a imagem do governo, e serão usadas na campanha eleitoral.

Dados mais recentes mostram que, em março, a fila caiu de 3,1 milhões para 2,7 milhões de solicitações. Apesar da redução, o volume é o mesmo registrado no mesmo mês de 2025.

Em meados de abril, Lula decidiu trocar o comando do INSS. Servidora de carreira do órgão, Ana Cristina Viana Silveira assumiu a presidência.

Graduada em direito, Ana está no INSS desde 2003, onde ingressou no cargo de analista do seguro social.

Entre 2020 e 2024, atuou como professora de Direito Previdenciário. Ocupou a presidência do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS) de abril de 2023 até fevereiro de 2026, quando foi nomeada secretária-executiva adjunta do Ministério.

Sua trajetória inclui, ainda, a presidência do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS) por quase três anos.

O presidente Lula decidiu fazer a troca porque as filas do INSS estavam desgastando a imagem do governo, e serão usadas na campanha eleitoral.

O antecessor de Ana, Gilberto Waller Júnior foi nomeado presidente do instituto em 30 de abril do ano passado, em meio a um escândalo de fraudes na Previdência Social.

Ele passou a ocupar a função uma semana após a Polícia Federal (PF) deflagrar uma operação que revelou um esquema bilionário de desvios por meio de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.

🔎 As investigações revelaram um esquema criminoso para realizar descontos irregulares de valores recebidos por aposentados e pensionistas do INSS, ocorridos no período de 2019 a 2024. Os desvios, conforme as investigações, podem chegar a R$ 6,3 bilhões.

Na ocasião, o então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, foi afastado e demitido em abril. Em novembro, foi preso. Outros cinco servidores da cúpula do órgão também foram afastados por decisão judicial, e posteriormente, detidos pela polícia.

A demissão e a nova gestão do órgão foi anunciada em nota pelo Ministério da Previdência Social no dia 13 de abril.

"A partir desta segunda-feira (13), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passa a ser liderado por Ana Cristina Viana Silveira. Servidora de carreira, ela assume a presidência do órgão com a missão estratégica de acelerar a análise de benefícios e simplificar os processos internos do Instituto. Ana Cristina substitui Gilberto Waller, que esteve à frente da instituição nos últimos 11 meses", diz o texto.

A nota acrescenta ainda que "a escolha de uma servidora com visão sistêmica — que compreende o fluxo previdenciário desde o atendimento nas agências até a fase recursal — marca um novo momento para o Instituto, focado na redução do tempo de espera e qualidade do atendimento aos segurados."

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

GM aumenta previsão de lucro e espera reembolso de tarifas nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 16:02

Carros GM aumenta previsão de lucro e espera reembolso de tarifas nos EUA Montadora projeta melhora nos resultados em 2026, apesar do impacto das tarifas e do aumento dos custos ligados à guerra no Oriente Médio. Por Redação g1 — São Paulo

A General Motors aumentou sua previsão de lucros para este ano, apoiada na perspectiva de um mercado automotivo resiliente nos Estados Unidos e na expectativa de restituição das tarifas de importação impostas pelo presidente americano, Donald Trump.

A maior montadora dos EUA em vendas reportou um lucro antes de juros e impostos de US$ 4,3 bilhões (R$ 21,5 bilhões) no primeiro trimestre do ano, acima das estimativas dos analistas.

Para 2026, a montadora aumentou sua perspectiva de lucro em US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões) — valor que corresponde ao montante que a empresa espera recuperar com o reembolso das tarifas americanas.

Com isso, a companhia projeta um lucro entre US$ 13,5 bilhões e US$ 15,6 bilhões (R$ 67,3 bilhões a R$ 77,8 bilhões) no ano.

Apesar da melhora na projeção para 2026, a companhia reforçou que as tarifas americanas ainda devem ter um impacto negativo entre US$ 2,5 bilhões e US$ 3,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões a R$ 17,5 bilhões) no resultado do ano.

A General Motors aumentou sua previsão de lucros para este ano, apoiada na perspectiva de um mercado automotivo resiliente nos Estados Unidos e na expectativa de restituição das tarifas de importação impostas pelo presidente americano, Donald Trump. (entenda mais abaixo)

A maior montadora dos EUA em vendas reportou um lucro antes de juros e impostos de US$ 4,3 bilhões (R$ 21,5 bilhões) no primeiro trimestre do ano, acima das estimativas dos analistas, segundo dados da LSEG.

Para 2026, a montadora aumentou sua perspectiva de lucro em US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões) — valor que corresponde ao montante que a empresa espera recuperar com o reembolso das tarifas americanas. Com isso, a companhia projeta um lucro entre US$ 13,5 bilhões e US$ 15,6 bilhões (R$ 67,3 bilhões a R$ 77,8 bilhões) no ano.

Apesar da melhora na projeção para 2026, a companhia reforçou que as tarifas americanas ainda devem ter um impacto negativo entre US$ 2,5 bilhões e US$ 3,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões a R$ 17,5 bilhões) no resultado do ano.

Segundo a GM, as tarifas comerciais impostas por Trump e os custos mais elevados de energia, ligados à guerra com o Irã, estão pesando sobre os resultados — mesmo com margens maiores, impulsionadas por regras mais flexíveis de controle de poluição e economia de combustível nos EUA, introduzidas pelo presidente americano no ano passado.

A GM também alertou que a inflação provocada pela guerra deve continuar pressionando seus negócios.

“A principal questão que estamos observando é a evolução do conflito com o Irã”, disse a presidente‑executiva Mary Barra, ao citar o aumento dos custos de commodities e logística. A empresa afirmou ainda que desviou remessas planejadas de 7.500 SUVs do Oriente Médio por causa do conflito.

A estimativa da montadora é que a inflação em matérias‑primas, semicondutores e logística reduza os lucros entre US$ 1,5 bilhão e US$ 2 bilhões (R$ 7,5 bilhões a R$ 10 bilhões) neste ano — cerca de US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões) a mais do que o projetado no fim do ano passado.

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Petrobras pode aumentar preço da gasolina nas refinarias se houver redução de tributos, diz CEO

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 16:02

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,978-0,1%Dólar TurismoR$ 5,1960,29%Euro ComercialR$ 5,830-0,19%Euro TurismoR$ 6,0960,18%B3Ibovespa188.691 pts-0,47%MoedasDólar ComercialR$ 4,978-0,1%Dólar TurismoR$ 5,1960,29%Euro ComercialR$ 5,830-0,19%Euro TurismoR$ 6,0960,18%B3Ibovespa188.691 pts-0,47%MoedasDólar ComercialR$ 4,978-0,1%Dólar TurismoR$ 5,1960,29%Euro ComercialR$ 5,830-0,19%Euro TurismoR$ 6,0960,18%B3Ibovespa188.691 pts-0,47%Oferecido por

A Petrobras poderia aumentar os preços da gasolina nas refinarias caso o projeto do governo para reduzir tributos de combustíveis seja aprovado pelo Congresso Nacional, afirmou a presidente da companhia, Magda Chambriard, nesta terça-feira (28).

"Aguardamos o projeto do PIS e Cofins na gasolina, o que para nós também é suficiente neste momento", disse a jornalistas, após um evento no Rio de Janeiro.

Segundo Chambriard, a companhia ainda não sofre pressão imediata para reajustar os preços da gasolina porque o país produz grande parte do volume consumido internamente, sem depender de importações — o que tende a reduzir os impactos da alta do petróleo por aqui.

O país importa volumes comparativamente maiores de diesel, em relação à gasolina. Nos combustíveis do ciclo Otto, o Brasil conta ainda com a oferta de etanol, que complementa a oferta tanto pelo combustível hidratado, usado diretamente nos carros flex, como pelo anidro, utilizado na mistura com o combustível fóssil.

O governo anunciou na semana passada projeto de lei complementar para permitir que a arrecadação de receitas extraordinárias com o preço do petróleo mais alto seja usada para reduzir tributos sobre combustíveis, como PIS/Cofins.

Segundo ela, se for aprovada a proposta do governo, haveria margem para reajuste de preços da Petrobras, evitando ainda impactos para os consumidores, uma preocupação da administração federal em ano de eleição.

"Acreditamos que a isenção de PIS e Cofins é suficiente para nós darmos respostas ao nosso investidor público e privado. (O projeto) abre margem para o reajuste de preços da Petrobras, mas não para o consumidor, porque quando você reduz o PIS e Cofins tem espaço para produtores e importadores aumentarem preço de gasolina sem que isso chegue às distribuidoras", explicou.

Questionada se a Petrobras poderia aumentar o preço da gasolina, Magda disse que "se o Congresso Nacional assim entender, sim (pode haver aumento no preço da gasolina)".

Ela reiterou que a empresa não vai transferir ao consumidor brasileiro a "ansiedade" do momento e "todas as declarações do presidente norte-americano", Donald Trump.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Aprovação de Trump cai em meio a preocupações com o custo de vida e a guerra com o Irã, aponta pesquisa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/04/2026 15:18

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,04%Dólar TurismoR$ 5,1980,32%Euro ComercialR$ 5,834-0,1%Euro TurismoR$ 6,0980,21%B3Ibovespa188.808 pts-0,41%MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,04%Dólar TurismoR$ 5,1980,32%Euro ComercialR$ 5,834-0,1%Euro TurismoR$ 6,0980,21%B3Ibovespa188.808 pts-0,41%MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,04%Dólar TurismoR$ 5,1980,32%Euro ComercialR$ 5,834-0,1%Euro TurismoR$ 6,0980,21%B3Ibovespa188.808 pts-0,41%Oferecido por

A aprovação do governo de Donald Trump continua em queda nos EUA e atingiu o nível mais baixo de seu mandato, segundo pesquisa Reuters/Ipsos.

Preocupações com o custo de vida no país e com a guerra contra o Irã influenciaram a queda de aprovação.

O levantamento mostra que 34% dos americanos aprovam o desempenho de Trump, porcentagem menor do que os 36% registrados em meados de abril.

Já a aprovação sobre como Trump conduz as medidas que afetam o custo de vida dos americanos caiu de 25% para 22% entre as duas pesquisas.

Presidente Donald Trump fala a jornalistas na Casa Branca após o tiroteio que interrompeu jantar com correspondentes. — Foto: Jonathan Ernst/Reuters

A aprovação do governo de Donald Trump continua em queda nos EUA e atingiu o nível mais baixo de seu mandato, segundo pesquisa Reuters/Ipsos. Preocupações com o custo de vida no país e com a guerra contra o Irã influenciaram a queda de aprovação.

O levantamento mostra que 34% dos americanos aprovam o desempenho de Trump, porcentagem menor do que os 36% registrados em meados de abril.

Já a aprovação sobre como Trump conduz as medidas que afetam o custo de vida dos americanos caiu de 25% para 22% entre as duas pesquisas.

A pesquisa, divulgada nesta terça-feira, foi realizada ao longo de quatro dias e concluída na segunda-feira (27).

O levantamento foi conduzido em todo o país, de forma online, ouviu 1.014 adultos norte-americanos e apresenta uma margem de erro de 3 pontos percentuais.

A maioria das respostas foi coletada ‌antes ‌do ataque a tiros na noite de sábado (25), durante um jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, onde Trump deveria ‌discursar. Os promotores federais acusaram o atirador de ‌tentar ‌assassinar o presidente.

A posição de Trump perante a população ​dos EUA tem apresentado uma tendência de queda desde que ⁠ele assumiu ​o cargo em janeiro de 2025, quando 47% dos norte-americanos o aprovavam.

Sua popularidade ⁠sofreu uma queda desde que EUA ⁠e Israel lançaram uma guerra contra o Irã em 28 de fevereiro, o que levou a um aumento nos preços da gasolina.

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