RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

DF envia ao Ministério da Fazenda pedido de garantia para empréstimo de R$ 6,6 bilhões do FGC ao BRB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 15:59

Distrito Federal DF envia ao Ministério da Fazenda pedido de garantia para empréstimo de R$ 6,6 bilhões do FGC ao BRB Ofício pede que União seja garantidora do empréstimo, o que melhora as condições do crédito; 'nota baixa' do DF em gestão fiscal é entrave. Banco enfrenta crise após perdas ligadas ao Banco Master. Por Isabela Camargo, Ana Lídia Araújo, TV Globo e g1 DF — Brasília

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), formalizou ao governo federal o pedido de garantia da União para um empréstimo de R$ 6,6 bilhões destinado ao Banco de Brasília (BRB).

O pedido consta em ofício enviado ao Ministério da Fazenda na terça-feira (28), ao qual o g1 teve acesso. No documento, o GDF solicita aval para contratar a operação de crédito junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com objetivo de reforçar o capital do banco público.

A movimentação ocorre em meio à crise enfrentada pela instituição após prejuízos relacionados às operações com o Banco Master e à operação Compliance Zero.

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), formalizou ao governo federal o pedido de garantia da União para um empréstimo de R$ 6,6 bilhões destinado ao Banco de Brasília (BRB).

O pedido consta em ofício enviado ao Ministério da Fazenda na terça-feira (28), ao qual o g1 teve acesso. No documento, o DF solicita aval para contratar a operação de crédito junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com objetivo de reforçar o capital do banco público.

➡️ Celina Leão também enviou um ofício ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira (28) para pedir uma reunião, ainda esta semana, sobre a crise do BRB. Até a tarde desta quarta, não havia confirmação do encontro.

A movimentação ocorre em meio à crise enfrentada pela instituição após prejuízos relacionados às operações com o Banco Master e à operação Compliance Zero.

"Esses eventos produziram efeitos diretos sobre a geração de caixa esperada e demandaram reforço de provisões, pressionando a posição de liquidez e os indicadores prudenciais da instituição", diz o documento assinado por Celina e pelo secretário de Economia do DF, Valdivino Oliveira.

O empréstimo seria tomado pelo governo do DF, acionista controlador do BRB, e repassado ao banco para sanear a crise patrimonial vivida pela instituição desde as transações malsucedidas com o Banco Master.

Em nota, o GDF afirmou que a iniciativa integra uma lista de medidas para “garantir a estabilidade do BRB” (veja a nota na íntegra abaixo).

A movimentação ocorre apesar de o Distrito Federal estar atualmente com nota C na Capacidade de Pagamento (Capag), indicador do Tesouro Nacional que avalia a saúde fiscal de estados e municípios.

➡️ Como mostrou o g1, essa classificação impede que a União atue como garantidora em novas operações de crédito — prerrogativa restrita a entes com notas A ou B.

Na prática, a ausência de garantia federal dificulta a obtenção de empréstimos em condições mais vantajosas, com juros menores e prazos mais longos.

O Capag se baseia em critérios de endividamento, poupança e liquidez (veja detalhes abaixo) que, juntos, definem a "saúde fiscal" de cada ente. Na prática, indicam o risco de aquele governo dar o calote em um empréstimo.

➡️ A União só entra como avalista em empréstimos de Estados e municípios que tenham nota alta (A ou B).

➡️ O DF tinha nota B em 2023 e 2024, mas caiu para C na avaliação feita em 2025 e divulgada no início deste mês.

"O Governo do Distrito Federal informa que a governadora Celina Leão irá encaminhar ao Tesouro Nacional ofício solicitando aval do governo federal para avançar nas tratativas relacionadas a uma operação junto ao Fundo Garantidor de Créditos. A iniciativa integra as medidas que vêm sendo conduzidas com transparência, responsabilidade e diálogo institucional para garantir a estabilidade do BRB. O documento está em fase final de formalização."

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Fed mantém juros dos EUA na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano em última decisão com Powell na presidência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 15:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%Oferecido por

Foto de arquivo: O presidente dos EUA, Donald Trump, observa Jerome Powell, seu indicado para presidir o Federal Reserve (Fed), durante discurso na Casa Branca, em Washington, EUA, em 2 de novembro de 2017. — Foto: REUTERS/Carlos Barria/Foto de arquivo

O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, manteve a taxa de juros do país inalterada na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano — menor nível desde setembro de 2022. A decisão, anunciada nesta quarta-feira (29), veio em linha com a expectativa do mercado financeiro.

Foi a terceira reunião consecutiva em que o banco central dos EUA manteve a taxa no mesmo nível. Esta também é a última decisão com Jerome Powell na presidência da instituição. Ele deixará o cargo em 15 de maio, após oito anos no comando e em meio a atritos com Donald Trump. (leia mais abaixo)

A guerra no Oriente Médio e a consequente disparada do preço do petróleo no mercado global continuaram em destaque na decisão desta quarta-feira. A principal preocupação do banco central americano é o impacto sobre a inflação no país.

➡️ A política de juros nos EUA tem reflexos no Brasil. Com as taxas em nível historicamente elevado, cresce a pressão para que a Selic, taxa básica de juros brasileira, permaneça em patamar alto por mais tempo, além de gerar efeitos sobre o câmbio.

Esta é a 11ª decisão desde que Donald Trump assumiu como 47º presidente dos EUA, em 20 de janeiro de 2025. Desde a posse, houve três cortes de juros, em meio a um cenário econômico incerto, com conflitos geopolíticos e a guerra tarifária promovida pelo republicano.

O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) informou, em comunicado, que a atividade econômica dos EUA tem se expandido em um ritmo sólido, enquanto a criação de empregos permaneceu baixa e a taxa de desemprego mudou pouco nos últimos meses.

O colegiado destacou que a inflação "está elevada, refletindo, em parte, o recente aumento nos preços globais de energia", em meio à guerra entre os EUA e Israel contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro. (leia mais abaixo)

"Os desdobramentos no Oriente Médio estão contribuindo para um alto nível de incerteza sobre as perspectivas econômicas. O Comitê está atento aos riscos", diz o texto.

O Fomc afirmou ainda que "continuará monitorando as implicações das novas informações recebidas para a perspectiva econômica" e que está "preparado para ajustar a política monetária, conforme apropriado, caso surjam riscos que possam dificultar o alcance de seus objetivos".

Com o início da guerra, em 28 de fevereiro, o petróleo disparou no mercado internacional e chegou a US$ 120, o maior nível desde 2022. Na tarde desta quarta-feira, o barril do tipo Brent era cotado a US$ 118,70, o que representa uma alta de mais de 60% desde o início do conflito.

Diante do cenário, Trump passou a buscar formas de conter a alta da commodity, atento ao impacto no bolso dos eleitores americanos e às eleições legislativas de meio de mandato, marcadas para novembro. (leia mais aqui)

Petróleo mais caro costuma significar gasolina e diesel mais caros — e, em efeito cascata, pressões sobre os preços de diversos produtos nos EUA. O cenário preocupa, em especial, o Fed, que tem mandato duplo: controlar a inflação e manter o mercado de trabalho aquecido.

"O Comitê está fortemente comprometido em apoiar o máximo emprego e em trazer a inflação de volta à meta de 2%", declarou o Fomc nesta quarta-feira. Atualmente, a taxa está em 3,3% no acumulado em 12 meses.

Nos dados mais recentes, os preços nos EUA subiram 0,9% em março, no maior aumento desde maio de 2024, influenciados pela alta nos custos de energia, alimentos e moradia.

A pressão é reforçada pelos combustíveis: dados da associação automobilística AAA mostram que o preço da gasolina já subiu mais de 40% desde que o republicano iniciou a guerra.

🚢 O fator central da disparada dos preços é o bloqueio do Estreito de Ormuz, principal rota global do petróleo, por onde passa cerca de 20% do consumo mundial. A região — responsável também por cerca de um quinto do comércio global de gás natural (GNL) — registrou forte queda no tráfego de navios após o Irã anunciar o bloqueio e ataques a petroleiros.

O fluxo da commodity na região passou a preocupar Trump, que chegou a pedir apoio de outros países para monitorar e “cuidar” da passagem — solicitação rejeitada por aliados europeus e asiáticos.

Na sequência, o presidente determinou que a Marinha dos EUA bloqueasse a passagem de navios petroleiros ligados ao Irã que ainda circulavam pela área. Com isso, o estreito segue no centro da disputa, tanto sob o ponto de vista geopolítico quanto econômico.

Esta é a última reunião de decisão de juros com Jerome Powell à frente da instituição, após oito anos no cargo.

A expectativa é que o economista Kevin Warsh, indicado por Trump, esteja à frente da instituição já na próxima reunião, marcada para os dias 16 e 17 de junho. O nome de Warsh foi aprovado por um comitê do Senado nesta quarta, antes de seguir para votação no plenário.

Apesar do fim do mandato como presidente, Powell afirmou nesta quarta que permanecerá como diretor do Fed. Ele tem mandato até janeiro de 2028.

“Continuarei a servir como diretor por um período ainda a ser determinado”, disse em entrevista coletiva nesta quarta-feira. “Só existe um presidente do conselho do Federal Reserve. Quando Kevin Warsh for confirmado e tomar posse, ele será o presidente”, acrescentou.

O economista pode seguir na diretoria até o término do governo Trump, que, ao longo dos últimos anos, elevou o tom das críticas ao atual chefe da instituição, com xingamentos frequentes como “mula”, “cabeça oca” e “estúpido”.

No segundo semestre de 2025, Trump intensificou as críticas ao Federal Reserve e passou a se dedicar à indicação de nomes alinhados à sua agenda econômica para a diretoria da instituição.

Em setembro, o republicano nomeou Stephen Miran para substituir Adriana Kugler, diretora que antecipou sua saída e deixou o cargo em agosto. Além disso, há o nome de Warsh, indicado para chefiar a instituição.

Paralelamente, a Suprema Corte ainda analisa a tentativa do republicano de demitir Lisa Cook do cargo de diretora do Fed. Caso a Justiça confirme a demissão de Lisa Cook, Trump terá garantido ao menos duas indicações para a diretoria do Fed , além do presidente da instituição.

Em meio às movimentações no Fed, caso Trump alcance maioria de aliados no conselho da instituição — que tem sete membros —, ele terá maior influência sobre a aprovação das nomeações nos 12 bancos regionais. Assim, ampliaria sua interferência sobre as decisões de juros.

Mais uma vez, a decisão de juros nesta quarta não foi unânime. Além do presidente do Fed, Jerome Powell, e do vice, John C. Williams, outros nove diretores votaram para manter a taxa inalterada — três deles, no entanto, divergindo do tom do comunicado. Apenas Stephen Miran, nomeado por Trump, se posicionou a favor de um corte de 0,25 ponto percentual.

Os juros, ainda considerados elevados nos EUA, mantêm os rendimentos das Treasuries, os títulos públicos americanos, em níveis mais atraentes.

Por serem considerados os investimentos mais seguros do mundo, as Treasuries com rentabilidades elevadas despertam o interesse de investidores estrangeiros, que direcionam recursos aos EUA e fortalecem o dólar.

Em outra perspectiva: apesar de diversas variáveis interferirem nessa lógica, o movimento tende a reduzir o volume de investimentos estrangeiros no Brasil, desvalorizando o real em relação à moeda americana.

Além disso, o dólar em nível elevado aumenta a pressão sobre a inflação por aqui, com reflexos na manutenção de juros altos pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central do Brasil.

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Tesouro cobra dados para analisar garantia da União em empréstimo para o BRB, mas já indica que pedido deve ser rejeitado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 15:59

Distrito Federal Tesouro diz que faltam dados para União garantir crédito para o BRB, mas indica que pedido será rejeitado Governo do DF, que é acionista majoritário do banco, enviou pedido de crédito R$ 6,6 bilhões ao FGC. Nota baixa do DF em gestão fiscal pode impedir que a União entre como garantia. Por Alexandro Martello, g1 DF — Brasília

O secretário do Tesouro Nacional, Daniel Cardoso Leal, informou nesta quarta-feira (29) que foi recebido, de fato, um pedido de operação de crédito ao Banco Regional de Brasília com aval da instituição, mas que ainda faltam informações para ser possa ser formalmente analisada.

Ele indicou, porém, que a operação será rejeitada, pelo fato de o governo do Distrito Federal ter a chamada "capacidade de pagamento", uma análise que apura a situação fiscal dos estados nacionais que querem contrair novos empréstimos com garantia da União, inferior à possível pela legislação.

De acordo com ele, o governo do Distrito Federal tem capacidade de pagamento classificada com nota "C", enquanto o aval do Tesouro Nacional para operações de crédito só é possível para estados ou municípios com um índice melhor, de "A" ou "B".

Para melhorar essa capacidade de pagamento, o secretário do Tesouro Nacional explicou que o Distrito Federal teria de ingressar no chamado Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF), pelo qual os entes federativos são incentivados a implementar medidas de ajuste para equilibrar suas contas e retomarem os investimentos por meio de operações de crédito com garantia da União.

Daniel Cardoso Leal explicou, porém, que como esse é o último ano do mandato, sendo também um ano eleitoral, também não é permitido, pelas regras, que o Distrito Federal ingresse no PEF para melhorar sua capacidade de pagamento e, consequentemente, conseguir o empréstimo com aval da União.

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Trump comemora saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 15:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%Oferecido por

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse a repórteres na Casa Branca, na quarta-feira (29), que considera ótimo que os Emirados Árabes Unidos estejam saindo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

Os Emirados Árabes Unidos anunciaram na terça-feira que deixarão a Opep e a Opep+ a partir de 1º de maio.

A decisão foi tomada após os Emirados Árabes Unidos, importante centro de negócios e um dos principais aliados dos Estados Unidos, criticarem outros países árabes por não fazerem o suficiente para defendê-los de ataques do Irã durante o conflito.

A saída do país da Opep é vista como uma vitória para o presidente Donald Trump, que já acusou a organização de “roubar o resto do mundo” ao elevar os preços do petróleo.

A inesperada saída dos Emirados, membro da Opep desde 1967, ocorre em um período em que o conflito com o Irã provocou uma crise energética sem precedentes e afetou a economia mundial.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse a repórteres na Casa Branca, na quarta-feira (29), que considera ótimo que os Emirados Árabes Unidos estejam saindo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), informou a agência de notícias Reuters.

Os Emirados Árabes Unidos anunciaram na terça-feira que deixarão a Opep e a Opep+ a partir de 1º de maio. (saiba mais abaixo)

A decisão foi tomada após os Emirados Árabes Unidos, importante centro de negócios e um dos principais aliados dos Estados Unidos, criticarem outros países árabes por não fazerem o suficiente para defendê-los de ataques do Irã durante o conflito.

A Opep foi criada em 1960 para controlar a quantidade de petróleo disponível no mundo e influenciar seu preço. Hoje, reúne 12 membros, principalmente do Oriente Médio e da África.Já a Opep+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados), criada em 2016, reúne esse grupo e mais 11 países produtores, que se encontram regularmente para decidir sobre a oferta de petróleo no mercado internacional.

A saída do país da Opep é vista como uma vitória para o presidente Donald Trump, que já acusou a organização de “roubar o resto do mundo” ao elevar os preços do petróleo.

Trump também relacionou o apoio militar dos Estados Unidos à região do Golfo aos preços do petróleo, afirmando que, enquanto os americanos protegem os países da Opep, eles “exploram isso impondo preços altos do petróleo”.

Anwar Gargash, conselheiro diplomático do presidente dos Emirados Árabes Unidos, também criticou a resposta dos países árabes e do Golfo aos ataques do Irã durante uma reunião no Fórum de Influenciadores do Golfo, na segunda-feira.

“Os países do Conselho de Cooperação do Golfo se apoiaram logisticamente, mas política e militarmente, acho que sua posição tem sido historicamente a mais fraca”, disse Gargash

“Eu esperava essa postura fraca da Liga Árabe, e não me surpreende, mas não esperava isso do Conselho de Cooperação do Golfo. Estou surpreso”, afirmou.

Leia também: Petróleo sobe mais de 6% e tem maior patamar em quase quatro anos, com Oriente Médio no radar

A inesperada saída dos Emirados, membro da Opep desde 1967, ocorre em um período em que o conflito com o Irã provocou uma crise energética sem precedentes e afetou a economia mundial.

A decisão pode gerar instabilidade e enfraquecer o grupo, que costuma manter uma imagem de união, apesar de divergências internas sobre temas como política internacional e limites de produção.

Os países do Golfo que fazem parte da Opep já enfrentavam dificuldades para exportar pelo Estreito de Ormuz, que fica entre o Irã e Omã.

Por esse local passa cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, mas as exportações foram prejudicadas por ameaças e ataques de iranianos a navios.

Como fica a Opep depois de os Emirados Árabes Unidos saírem do grupoEmirados Árabes têm a 5ª maior reserva conhecida de petróleo no mundo; veja MAPA

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Governo deve liberar R$ 4,5 bilhões do FGTS para reduzir endividamento, diz ministro do Trabalho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 15:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%Oferecido por

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho (PT), disse nesta quarta-feira (29), que devem ser liberados cerca de R$ 4,5 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que trabalhadores possam quitar dívidas.

💳 Essa medida faz parte do pacote que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende lançar nos próximos dias para reduzir o endividamento das famílias e empresas do país. Um dos pilares do pacote será a renegociação de dívidas que a população tem com bancos.

O ministro afirmou que será possível usar até 20% do saldo disponível do FGTS para pagar débitos.

💵 Essa medida que envolve o FGTS deverá atender a quem recebe até cinco salários mínimos, cerca de R$ 8 mil por mês.

💰 Além disso, para garantir que os recursos serão mesmo usados para quitar dívidas, a Caixa deverá transferir o dinheiro do FGTS direto para o banco em que o trabalhador tem débitos – isso depois que a renegociação for feita e o trabalhador autorizar o repasse.

Para que as condições dessa renegociação sejam favoráveis, o governo pretende usar um fundo com recursos públicos para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, o dinheiro da União vai cobrir eventual calote dos renegociadores.

“Nesse momento estamos debruçados, consolidando medidas, Lula fará referência no seu pronunciamento de amanhã e anunciará a medida na semana seguinte, talvez na segunda-feira ou na sequência”, disse Marinho.

Integrantes do governo trabalham nos ajustes finais para que as ações sejam apresentadas, inicialmente, pelo presidente Lula em um pronunciamento na quinta-feira (30), véspera do 1º de maio, feriado do Dia do Trabalhador.

No entanto, se ainda for necessário um prazo para que bancos e órgãos públicos se alinhem para colocar as medidas em prática, o presidente deverá manter a menção ao programa contra o endividamento no discurso.

Depois do pacote para combater os efeitos da guerra no Oriente Médio no Brasil, o governo definiu o socorro aos brasileiros endividados como prioridade para o primeiro semestre deste ano, como informou o blog do jornalista Valdo Cruz.

O presidente Lula pediu ao ministro da Fazenda para levantar medidas para o refinanciamento das dívidas de brasileiros.

A medida têm um componente eleitoral, principalmente num momento em que Lula enfrenta novamente uma fase de aprovação ruim dos brasileiros.

Lula não quer inflação em alta durante a campanha eleitoral, nem que as famílias continuem reclamando que seu orçamento não está fechando no final do mês.

Celular vira a principal forma de sacar o FGTS; saiba em quais situações o resgate é permitido — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Caiado diz que é ‘agro raiz’ e critica políticos que se aproximam do setor por conveniência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 14:49

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Caiado diz que é 'agro raiz' e critica políticos que se aproximam do setor por conveniência Em visita a Ribeirão Preto (SP) para a Agrishow, pré-candidato à presidência disse ter relação verdadeira com o segmento, diferente de outros políticos. Nomes pré-cotados para as eleições como Flávio Bolsonaro e Romeu Zema também passaram pela feira no interior de São Paulo. Por Rodolfo Tiengo, g1 Ribeirão Preto e Franca

Ronaldo Caiado (PSD) criticou políticos que se dizem alinhados com o agro por conveniência em época de eleição.

A declaração foi dada em Ribeirão Preto (SP), onde Caiado esteve para visitar a Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do país.

Ao longo desta semana, outros nomes que se pré-candidataram à presidência, como Flávio Bolsonaro e Romeu Zema, também estiveram na feira do interior de São Paulo.

Pela representatividade no agro, a Agrishow se tornou uma parada quase obrigatória para aqueles que buscam uma maior proximidade com o setor na corrida eleitoral de 2026.

Sem mencionar nomes, o pré-candidato à presidente Ronaldo Caiado (PSD) criticou nesta quarta-feira (29) os políticos que, por conveniência, se dizem alinhados com o agronegócio em época de eleição.

"Eu posso dizer a você que eu sou um agro raiz. Eu não sou uma geração que tem sabor de agro, mas não é agro raiz, entendeu? Alguns que se propõem a entender do agro em períodos de campanhas eleitorais, são aqueles que eu os denomino sabor agro", disse o ex-governador de Goiás.

A declaração foi dada em Ribeirão Preto (SP), onde Caiado esteve para visitar a Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do país que, assim como outros grandes eventos do setor, tem sido frequentada por pré-candidatos que buscam apoio do segmento nas eleições 2026.

Ao longo desta semana, os pré-candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo-MG) também estiveram na feira do interior de São Paulo.

O ex-governador de Goiás disse que atua em defesa do setor há décadas, desde quando, segundo ele, o agronegócio era demonizado, e reiterou que não é a primeira vez que visita a Agrishow.

"Estou nessa luta em defesa do setor produtivo primário da agropecuária brasileira no direito de propriedade desde 1986. Depois na Constituinte, depois mais 24 anos no Congresso, depois como governador do Estado. (…) Agro raiz mesmo, na essência, aí realmente, nós começamos essa luta há muitos anos e vimos aí a superação da classe."

Ronaldo Caiado, pré-candidato à presidência da República pelo PSD, durante passagem pela Agrishow em Ribeirão Preto, SP — Foto: Érico Andrade/g1

Durante a visita, o ex-governador também criticou os políticos que se utilizam do prestígio nas redes sociais para se eleger, mas que, segundo ele, não têm competência para governar.

"Espero que as pessoas que muitas vezes alimentam a sua popularidade por rede social e TikTok, que aquele que está assistindo, faça uma reflexão e pesquise o que ele já fez. Porque você, para se sentar na cadeira da Presidência da República, não pode ser apenas você dizer na rede social que você vai consertar as coisas. Vem cá, mas você já fez alguma coisa? Você já mostrou que você é capaz disso? Porque escrever no papel ou falando é muito fácil."

Nesse contexto, ele mencionou que Lula voltou ao poder por problemas na gestão depois de 2018, quando o Brasil estava sob o comando de Jair Bolsonaro.

"Você não aprende a governar na cadeira da Presidência da República. Você tem que ter mais responsabilidade com isso. Então, este é o momento. Por que nós perdemos as eleições em 2022? Porque não tiveram as entregas. Então, você já aprovou esses dois modelos. Você quer repetí-los?"

Ronaldo Caiado, pré-candidato à presidência da República pelo PSD, durante passagem pela Agrishow em Ribeirão Preto, SP — Foto: Érico Andrade/g1

Ainda durante a passagem pelo interior de São Paulo, Caiado defendeu um memorando que assinou com grupos estrangeiros para a exploração das terras raras, com minérios visados por potências como EUA e China, em Goiás, estado que governou até o fim de março.

"Terras raras é o que é mais demandado no mundo hoje. Então, calma lá, isso não pode ser assim, eu não posso estar vendendo uma tonelada de minério concentrado por 50 dólares", disse.

Segundo ele, o objetivo foi garantir que a atividade resulte em um maior valor agregado para as exportações a partir da separação de materiais, em vez da comercialização que já ocorre com minérios brutos como nióbio e cobre.

O ex-governador argumentou que, antes de dar autorização ambiental para a atividade no estado, foi o próprio governo federal quem deu a concessão para a mineradora Serra Verde, e que apenas buscou dar uma melhor destinação econômica para a exploração por meio de tecnologia própria.

"O que Goiás está fazendo é dizer: 'Olha, o minério que está saindo aqui do subsolo foi autorizado pelo governo federal a uma empresa de capital americano e inglês e vocês, governo federal, autorizaram. A hora que ela sai daqui, ela vai de forma bruta para a China. Eu falei: 'Calma lá. O que eu quero é que vocês separem o produto aqui no Brasil."

Caido foi o um dos políticos que, nesta semana, visitaram a Agrishow, considerada a maior feira de tecnologia agrícola do país. Pela representatividade no agro, o evento se tornou uma parada quase obrigatória para aqueles que buscam uma maior proximidade com o setor na corrida eleitoral de 2026.

Antes dele, também passaram pelo evento o vice-presidente da República Geraldo Alckmin (PSB). Acompanhado por autoridades, e diante de críticas do segmento com relação a problemas como altas taxas de juros e endividamento, ele anunciou uma linha de crédito de R$ 10 bilhões para a compra de equipamentos agrícolas.

Zema afirma que equilíbrio de poderes depende de Supremo 'sem rabo preso'Em primeira agenda conjunta com Tarcísio, Flávio Bolsonaro critica atuação de Lula no agroAlckmin anuncia programa para diminuir juros em financiamentos de máquinas agrícolas

Na segunda-feira (27), foi a vez de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Flávio Bolsonaro (PL) visitarem a feira, em um primeiro ato pré-eleitoral conjunto entre o governador, que acena com a tentativa de buscar a reeleição, e do senador, que anunciou sua pré-candidatura à presidência da República.

Durante o evento, eles fizeram críticas ao governo federal, principalmente às políticas voltadas para o setor agropecuário.

Na terça-feira (28) foi a vez de Romeu Zema (Novo-MG), que reiterou críticas ao STF e rebateu declarações do ministro Gilmar Mendes, que ironizou o sotaque mineiro dele.

Agrishow 2026: Visitantes poderão encontrar o que há de mais novo em máquinas e implementos agrícolas em Ribeirão Preto, SP — Foto: Érico Andrade/g1

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Contas do governo têm déficit de R$ 73,7 bilhões em março, pior resultado para o mês da história

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 14:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9970,32%Dólar TurismoR$ 5,2020,38%Euro ComercialR$ 5,8390,09%Euro TurismoR$ 6,0960,24%B3Ibovespa185.769 pts-1,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,9970,32%Dólar TurismoR$ 5,2020,38%Euro ComercialR$ 5,8390,09%Euro TurismoR$ 6,0960,24%B3Ibovespa185.769 pts-1,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,9970,32%Dólar TurismoR$ 5,2020,38%Euro ComercialR$ 5,8390,09%Euro TurismoR$ 6,0960,24%B3Ibovespa185.769 pts-1,51%Oferecido por

As contas do governo registraram um déficit primário de R$ 73,7 bilhões em março, informou Tesouro Nacional nesta quarta-feira (29).

🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se as receitas ficam acima as despesas, o resultado é um superávit primário. Esses valores não englobam os juros da dívida pública.

➡️Houve uma piora na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando o resultado positivo foi de R$ 1,52 bilhão (valor corrigido pela inflação).

➡️Esse também foi o pior resultado para meses de março desde o início da série histórica do Tesouro Nacional, em 1997, ou seja, em 30 anos.

➡️De acordo com o governo, a piora no resultado negativo está relacionada, principalmente, pela antecipação no pagamento de precatórios (sentenças judiciais) neste ano.

📈Segundo o Tesouro Nacional, as despesas totais do governo somaram R$ 269,88 bilhões em março deste ano, com uma alta real de 49,2% no período.

Esse forte aumento de despesas, por sua vez, está relacionada, principalmente, pelo cronograma de pagamentos de precatórios (sentenças judiciais).

"Em 2026, esses pagamentos concentraram-se em março, enquanto no ano anterior ocorreram majoritariamente em julho", informou o Tesouro Nacional.

Sentenças Judiciais e Precatórios (+R$ 34,9 bilhões), Benefícios Previdenciários (+R$ 28,6 bilhões), e dePessoal e Encargos Sociais (+R$ 11,3 bilhões).

A elevação nos gastos com benefícios previdenciários e pessoal também foram influenciadas, em menor proporção, pelo aumento na base de segurados, pela política de valorização do salário mínimo e pelos reajustes salariais concedidos ao funcionalismo público.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Comissão do Senado dos EUA aprova indicação de Trump para o Fed

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 13:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,42%Dólar TurismoR$ 5,2040,43%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.837 pts-1,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,42%Dólar TurismoR$ 5,2040,43%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.837 pts-1,47%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,42%Dólar TurismoR$ 5,2040,43%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.837 pts-1,47%Oferecido por

Kevin Warsh, indicado por Trump para a presidência do Federal Reserve, o Fed — Foto: Kevork Djansezian/AFP

Kevin Warsh, escolhido pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para liderar o Federal Reserve, abriu caminho nesta quarta-feira (29) para suceder Jerome Powell, em meio aos esforços da Casa Branca para exercer controle sobre o banco central mais poderoso do mundo.

A Comissão Bancária do Senado aprovou o encaminhamento da indicação de Warsh ao plenário da Casa, que é controlado pelos republicanos.

Todos os 13 republicanos do comitê apoiaram Warsh. O senador Thom Tillis, da Carolina do Norte, retirou sua oposição após o Departamento de Justiça encerrar, na sexta-feira (24), uma investigação criminal contra Powell, que Tillis considerava uma ameaça à independência política do Fed.

Os 11 democratas do comitê, que dizem duvidar da promessa de Warsh de definir políticas sem levar em conta os desejos do presidente, votaram contra ele.

A votação ocorreu no momento em que Powell lidera o que provavelmente será sua última reunião de definição de política monetária como chefe do Fed.

Espera-se que o Comitê Federal de Mercado Aberto deixe sua taxa básica de juros inalterada, na faixa atual de 3,50% a 3,75%, dada a inflação ainda elevada e a pressão de alta sobre os preços decorrente da interrupção do fornecimento global de petróleo devido à guerra do Irã.

Há poucas dúvidas de que o Senado confirmará a indicação de Warsh, um advogado de 56 anos. Financista e ex-diretor do Fed, ele prometeu uma "mudança de regime" para o banco central. Segundo Trump, ele executará fará os cortes de juros que o presidente americano deseja.

O mais cedo que o Senado poderá votar a indicação de Warsh será na semana de 11 de maio. Se a votação for realizada nessa data, Warsh poderá tomar posse em 15 de maio, quando termina o mandato de liderança de Powell.

O que não está claro é se a ascensão de Warsh significaria a saída de Powell do Fed, ou se o atual chefe do banco central permanecerá como membro da sua diretoria — e, se o fizer, se Trump levará adiante sua ameaça de tentar demiti-lo.

Uma medida desse tipo certamente atrairia uma contestação legal, assim como a tentativa do presidente, no verão passado, de demitir a diretora do Fed Lisa Cook. O mandato de Powell na diretoria vai até janeiro de 2028.

Os chefes do Fed quase sempre deixam o cargo para dar lugar a seus sucessores, e Powell é um advogado cuja adesão à regularidade é profunda.

Mas ele considerou que a investigação criminal do governo era uma intimidação política e parte dos esforços do governo Trump para influenciar a forma como o Fed define as taxas de juros.

Powell disse no mês passado que não deixará o Fed até que a investigação criminal seja concluída com "finalidade", e que ele ainda pode permanecer no cargo se achar que isso é melhor para o banco central e para o país.

A Procuradora dos EUA para o Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, disse na sexta-feira que não hesitará em retomar sua investigação "caso os fatos o justifiquem".

Os democratas do Senado Elizabeth Warren e Dick Durbin classificaram essa declaração na sexta-feira como uma ameaça de "futuras investigações infundadas" sobre Powell ou qualquer outro diretor do Fed.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petróleo sobe mais de 7% e tem maior patamar em quase quatro anos, com Oriente Médio no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 13:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0040,45%Dólar TurismoR$ 5,2050,44%Euro ComercialR$ 5,8470,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.747 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0040,45%Dólar TurismoR$ 5,2050,44%Euro ComercialR$ 5,8470,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.747 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0040,45%Dólar TurismoR$ 5,2050,44%Euro ComercialR$ 5,8470,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.747 pts-1,52%Oferecido por

Os preços do petróleo subiam pelo 8º dia seguido nesta quarta-feira (28) e alcançavam o maior patamar em quase quatro anos, impulsionado pelas tensões no Oriente Médio.

Além do impasse nas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã, investidores também continuavam a avaliar a saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e da Opep+, que reúne aliados estratégicos do grupo.

Segundo dados da Bloomberg, o petróleo tipo Brent, referência internacional, tinha alta de 7,09% perto das 13h10, cotado a US$ 119,15 o barril — maior patamar desde 10 de junho de 2022, quando alcançou US$ 122,01.

Já o West Texas Intermediate (WTI), dos Estados Unidos, subia 6,62% no mesmo horário, a US$ 106,55.

🔍 O tipo Brent é a principal classificação de petróleo cru para os mercados europeu e asiático. É a referência utilizada pela Petrobras para definir os preços dos combustíveis no mercado interno. Extraído principalmente no Mar do Norte, classificado como "leve" e "doce" devido à sua baixa densidade e baixo teor de enxofre, o que facilita o refino em gasolina e diesel.

O avanço nos preços da commodity ganharam força pela manhã, após o presidente dos EUA, Donald Trump, voltar a ameaçar o Irã. Em uma publicação nas suas redes sociais, o republicano compartilhou uma montagem em que aparece segurando um fuzil, com explosões ao fundo, com a mensagem "chega de bancar o bonzinho".

"O Irã não consegue se organizar. Eles não sabem como assinar um acordo que não seja nuclear. É melhor ficarem espertos logo!", afirmou Trump.

Segundo a mídia internacional, o presidente dos EUA está insatisfeito com a proposta do Irã para encerrar a guerra. A expectativa é que o governo americano dê uma resposta ainda nos próximos dias.

Já o Irã afirmou que só permitirá novamente a passagem de navios comerciais pelo Estreito de Ormuz após o fim definitivo da guerra com Estados Unidos e Israel. A retomada do trânsito dependerá ainda do cumprimento de protocolos de segurança definidos por Teerã.

A escalada das tensões se soma, ainda, à saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep e da Opep+ a partir de 1º de maio, anunciada na véspera. A decisão causou um grande golpe ao grupo e para a Arábia Saudita, seu principal líder.

O ministro de Energia dos Emirados Árabes Unidos, Suhail Mohamed al-Mazrouei, confirmou a saída à Reuters e explicou que a decisão foi tomada após uma análise detalhada das estratégias de energia do país na região.

A inesperada saída dos Emirados, membro da Opep desde 1967, acontece em um período em que o conflito com o Irã causou uma crise energética sem precedentes e afetou a economia mundial.

A decisão pode gerar instabilidade e enfraquecer o grupo, que geralmente tenta manter uma imagem de união, mesmo com divergências internas sobre temas como política internacional e limites de produção.

Quando perguntado se os Emirados Árabes Unidos conversaram com a Arábia Saudita sobre a decisão, Suhail Mohamed al-Mazrouei disse que o país não tratou do tema com nenhuma outra nação.

"Esta é uma decisão sobre política, tomada após uma análise cuidadosa das políticas atuais e futuras relacionadas ao nível de produção", disse o ministro de Energia.

Os países do Golfo que fazem parte da Opep já estavam tendo problemas para exportar pelo Estreito de Ormuz, que fica entre o Irã e Omã.

Por esse local passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, mas as exportações foram prejudicadas por ameaças e ataques de iranianos a navios.

Mazrouei disse que a saída dos Emirados Árabes Unidos não deve causar grande impacto no mercado, por causa da situação no estreito.

A decisão foi tomada depois que os Emirados Árabes Unidos, que são um importante centro de negócios e um dos principais aliados dos Estados Unidos, criticaram outros países árabes por não fazerem o suficiente para defendê-los de vários ataques do Irã durante o conflito.

A saída do país da Opep é vista como uma vitória para o presidente Donald Trump, que já acusou a organização de “roubar o resto do mundo” ao aumentar os preços do petróleo.

Trump também relacionou o apoio militar dos Estados Unidos à região do Golfo aos valores do petróleo, dizendo que, enquanto os americanos protegem os países da Opep, eles “exploram isso impondo preços altos do petróleo”.

Anwar Gargash, conselheiro diplomático do presidente dos Emirados Árabes Unidos, também criticou a resposta dos países árabes e do Golfo aos ataques do Irã, durante uma reunião no Fórum de Influenciadores do Golfo, na segunda-feira.

“Os países do Conselho de Cooperação do Golfo se apoiaram logisticamente, mas política e militarmente, acho que sua posição tem sido historicamente a mais fraca”, disse Gargash.

“Eu esperava essa postura fraca da Liga Árabe, e não me surpreende, mas não esperava isso do Conselho de Cooperação do Golfo. Estou surpreso”, afirmou.

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Famílias de vítimas processam dona do ChatGPT por massacre que deixou 8 mortos no Canadá

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 12:05

Tecnologia Famílias de vítimas processam dona do ChatGPT por massacre que deixou 8 mortos no Canadá Tiroteio em Tumbler Ridge, em fevereiro, matou várias crianças. Ações judiciais dizem que o ChatGPT identificou a atiradora como uma possível ameaça, meses antes do ataque, mas não alertou a polícia. Por Reuters

Homenagem às vítimas do massacre que deixou nove mortos em uma escola de Tumbler Ridge, no Canadá, em fevereiro de 2026 — Foto: Christinne Muschi/The Canadian Press via AP

Familiares das vítimas de um dos massacres mais mortais da história do Canadá entraram com um processo contra a OpenAI, dona do ChatGPT, e o CEO Altman, em um tribunal dos EUA, nesta quarta-feira (29).

No massacre ocorrido em fevereiro em Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica, uma atiradora matou oito pessoas, muitas deles crianças, e cometeu suicídio em seguida.

Segundo a alegação dos familiares, a empresa identificou a atiradora, chamada Jesse Van Rootselaar, como uma potencial ameaça oito meses antes do ataque, mas não alertou a polícia.

Na semana passada, um jornal local de Tumbler Ridge publicou uma carta aberta na qual Altman disse estar “profundamente arrependido” pelo fato de a conta da atiradora não ter sido sinalizada às autoridades.

As ações judiciais, apresentadas no tribunal federal de São Francisco, acusam os líderes da OpenAI de não alertarem a polícia porque isso iria expor o volume de conversas relacionadas à violência no ChatGPT e poderia colocar em risco o caminho da empresa de buscar uma oferta pública inicial de quase US$ 1 trilhão.

Um porta-voz da OpenAI classificou o tiroteio como “uma tragédia” e disse que a empresa tem uma política de tolerância zero para o uso de suas ferramentas na facilitação de atos violentos.

“Como compartilhamos com as autoridades canadenses, já fortalecemos nossas salvaguardas, incluindo a melhoria de como o ChatGPT responde a sinais de angústia, conectando pessoas com suporte local e recursos de saúde mental, reforçando como avaliamos e escalamos ameaças potenciais de violência e aprimorando a detecção de reincidência de violadores de políticas”, disse o porta-voz em comunicado.

Os casos fazem parte de uma onda crescente de processos acusando empresas de inteligência artificial de não prevenirem interações em chatbots que, segundo os autores, contribuem para automutilação, doenças mentais e violência.

Essas acusações são as primeiras, nos EUA, a alegar que o ChatGPT teve um papel na facilitação de um massacre.

Jay Edelson, que representa os autores do processo, disse que planeja apresentar mais duas dezenas de ações judiciais nas próximas semanas contra a OpenAI, em nome de outras pessoas impactadas pelo tiroteio.

Jesse Van Rootselaar, cujas interações com o ChatGPT estão no centro dos processos, atirou em sua mãe e meio-irmão em casa antes de matar uma assistente educacional e cinco alunos de 12 a 13 anos em sua antiga escola em 10 de fevereiro, segundo a polícia.

Os autores do processo incluem familiares dos mortos na escola e uma menina de 12 anos que sobreviveu após ser baleada três vezes, mas permanece em terapia intensiva.

De acordo com uma das queixas, os sistemas automatizados da OpenAI, em junho de 2025, sinalizaram conversas no ChatGPT nas quais a atiradora descrevia cenários de violência armada.

Membros da equipe de segurança recomendaram contatar a polícia após concluírem que ela representava uma ameaça crível e iminente de dano, segundo a queixa, que cita um artigo do Wall Street Journal de fevereiro sobre discussões internas da empresa.

Mas Sam Altman e outros líderes da OpenAI teriam ignorado a recomendação da equipe de segurança e a polícia nunca foi chamada, alega o processo.

A conta da atiradora foi desativada, mas ela conseguiu criar uma nova conta e continuar usando a plataforma para planejar o ataque, afirma o processo.

Após a publicação do artigo do Wall Street Journal, a empresa disse que a conta foi sinalizada por sistemas que identificam “usos indevidos de nossos modelos para atividades violentas”, mas que as questões não atenderam aos critérios internos para notificação às autoridades.

Em um blog publicado na terça-feira (28), a OpenAI disse que treina seus modelos para recusar solicitações que possam “facilitar significativamente a violência” e notifica as autoridades quando conversas sugerem “um risco iminente e crível de dano a outros”, com especialistas em saúde mental ajudando a avaliar casos limítrofes.

A empresa afirmou que continuamente aprimora seus modelos e métodos de detecção com base no uso e em opiniões de especialistas.

Os processos buscam uma quantia não revelada publicamente em indenizações e uma ordem judicial exigindo que a OpenAI reformule suas práticas de segurança, incluindo protocolos obrigatórios de notificação às autoridades.

Uma das vítimas inicialmente entrou com uma ação no Canadá, mas desistiu e acabou decidindo processar na Califórnia, segundo Edelson.

Os processos relacionados ao tiroteio em Tumbler Ridge ocorrem após várias ações judiciais terem sido movidas contra a OpenAI em tribunais estaduais e federais dos EUA nos últimos meses, alegando que o ChatGPT facilitou comportamentos prejudiciais, suicídio e, em pelo menos um caso, um assassinato seguido de suicídio.

Os processos, que ainda estão em fases iniciais, pressionarão os tribunais a lidar com o papel que uma plataforma de IA pode desempenhar na promoção da violência e se a empresa pode ser responsabilizada por suas ações ou pelas ações de seus usuários.

A OpenAI negou as alegações nos processos, argumentando, no caso do assassinato-suicídio, que o autor tinha um longo histórico de doença mental.

O procurador-geral da Flórida, James Uthmeier, anunciou no início deste mês uma investigação criminal sobre o papel do ChatGPT em um tiroteio ocorrido em 2025 na Universidade Estadual da Flórida.

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