RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Receita da Alphabet cresce mais de 20%, com melhor trimestre da história de unidade de nuvem após boom de IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 19:53

Tecnologia Receita da Alphabet cresce mais de 20%, com melhor trimestre da história de unidade de nuvem após boom de IA Controladora do Google disse que o crescimento foi impulsionado pelo aumento dos gastos com produtos e infraestrutura de IA para empresas. Por Reuters

A Alphabet, empresa controladora do Google, reportou nesta quarta-feira (29) lucro e receita trimestrais que superaram as estimativas de Wall Street.

O crescimento de 22% acontece depois de investimentos corporativos em inteligência artificial proporcionando à sua divisão de computação em nuvem a melhor alta em um trimestre desde o início do boom da IA.

A receita total atingiu US$ 109,9 bilhões no primeiro trimestre do ano, enquanto previsões compiladas pela LSEG apontavam US$ 107,2 bilhões.

A receita do Google Cloud cresceu 63%, para US$ 20 bilhões no período, acima da expansão de 50,1% apontadaxa0pela média das projeçõesxa0de analistas compiladas pela LSEG.

Essa taxa de crescimento é a maior desde que a empresa passou a divulgar separadamente a receita do segmento, em 2020, segundo dados da LSEG.

A Alphabet, empresa controladora do Google, reportou nesta quarta-feira (29) lucro e receita trimestrais que superaram as estimativas de Wall Street.

O crescimento de 22% acontece depois de investimentos corporativos em inteligência artificial proporcionando à sua divisão de computação em nuvem a melhor alta em um trimestre desde o início do boom da IA.

A receita total atingiu US$ 109,9 bilhões no primeiro trimestre do ano, enquanto previsões compiladas pela LSEG apontavam US$ 107,2 bilhões.

O lucro operacional da unidade de nuvem triplicou, passando para US$ 6,6 bilhões no primeiro trimestre, de US$ 2,2 bilhões um ano antes.

A receita do Google Cloud cresceu 63%, para US$ 20 bilhões no período, acima da expansão de 50,1% apontada pela média das projeções de analistas compiladas pela LSEG.

Essa taxa de crescimento é a maior desde que a empresa passou a divulgar separadamente a receita do segmento, em 2020, segundo dados da LSEG.

“2026 começou de forma extraordinária. Nossos investimentos em IA e nossa abordagem integrada de ponta a ponta estão impulsionando todas as áreas do negócio”, afirmou o CEO Sundar Pichai, referindo-se a todas as camadas da cadeia de tecnologia de IA, incluindo chips, data centers, modelos de IA e ferramentas para desenvolvedores.

A carteira de contratos da unidade de nuvem quase dobrou na comparação trimestral, de acordo com a empresa, para mais de US$ 460 bilhões.

A companhia disse que contava com 350 milhões de assinaturas pagas distribuídas entre o YouTube, seu serviço de armazenamento em nuvem, o serviço avançado de IA Google One e outros produtos.

A carteira de pedidos da unidade de nuvem quase dobrou em relação ao trimestre anterior, segundo a empresa, ultrapassando US$460 bilhões.

A forte demanda por serviços de IA baseados em nuvem continua superando a oferta em todo o setor, levando as gigantes de tecnologia a acelerar investimentos em data centers, chips avançados e equipamentos de rede.

Os investimentos (capex) da Alphabet mais do que dobraram em relação a um ano antes, para US$ 35,67 bilhões, mas ficaram ligeiramente abaixo da estimativa de US$ 36,06 bilhões.

A empresa informou no trimestre passado que planeja investir entre US$ 175 bilhões e US$ 185 bilhões em capex neste ano.

Alphabet, Microsoft, Amazon e Meta devem gastar juntas bem mais de US$600 bilhões neste ano para expandir a capacidade de IA.

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VÍDEO: Após derrota, Messias recebe cumprimentos na liderança do governo no Senado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 19:53

Após o Plenário do Senado rejeitar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), Messias recebeu cumprimentos de aliados na liderança do governo no Senado. Veja o vídeo acima.

Essa é a primeira vez desde 1894 que os senadores rejeitam uma indicação do presidente da República ao Supremo.

Messias foi rejeitado por 42 votos a 34 e uma abstenção. A votação foi secreta. O ministro de Lula precisava do apoio de ao menos 41 dos 81 senadores, a maioria absoluta.

Com a rejeição, a mensagem com a indicação de Messias foi arquivada e o presidente Lula terá que enviar um novo nome para ocupar a vaga deixada por Luis Roberto Barroso no Supremo.

Messias é a terceira indicação do governo Lula para o STF neste mandato. Antes dele, Cristiano Zanin e Flávio Dino chegaram à Corte.

Mais cedo, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a indicação de Messias por 16 votos a 11. O Plenário ainda precisava votar e dar aval ao nome.

Durante a sabatina na CCJ, Messias reforçou sua posição contrária ao aborto e criticou as decisões individuais do STF que, segundo ele, diminuem a dimensão institucional do Supremo.

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TCU manda INSS suspender concessão de novos empréstimos pessoais consignados até ajustes internos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 18:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou, nesta quarta-feira (29), que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspenda imediatamente concessão de novos empréstimos pessoais consignados até que as travas de segurança e controles internos estejam adequados no sistema eConsignado.

A Corte de Contas também mandou suspender novas concessões de crédito consignado nas modalidades “cartão de crédito consignado” e “cartão consignado de benefício” até que o tribunal volte a decidir sobre o tema.

Segundo o ministro relator, Marcos Bemquerer, as medidas são necessárias diante do risco iminente de danos ao erário e aos segurados do INSS, visto que a ausência desses controles permite a ocorrência de fraudes críticas, como consignações em nome de pessoas falecidas, contratações sem suporte contratual ou com identificação biométrica prejudicada, entre outros.

🔎A decisão foi dada no contexto de uma representação que apontou indícios de práticas abusivas e fraudulentas em empréstimos consignados, impulsionadas pelo vazamento de dados sigilosos de aposentados e pensionistas do INSS.

Atualmente, há três modalidades de consignação de empréstimos em benefícios previdenciários operadas pelo INSS:

Em relação ao “empréstimo pessoal consignado”, o ministro destacou fragilidades como a realização de empréstimo pessoal consignado “sem envio da documentação contratual exigida ou sem comprovação da autorização da consignação, indicação de conta corrente para depósito não correspondente à conta de pagamento do benefício, dentre outros.

Ao TCU, o INSS explicou que, diferentemente dos contratos tradicionais, as modalidades de crédito consignado e cartão consignado de benefício possuem um cronograma diferente de pagamentos, com o saldo devedor variando conforme o uso do limite disponível.

Ainda segundo o órgão, por causa dessa característica rotativa, a fiscalização é limitada. O INSS informou ao TCU, ainda, que não possui visibilidade sobre a composição detalhada das faturas, a evolução dos encargos financeiros ou a confirmação de que os valores foram efetivamente disponibilizados ao segurado, limitando-se ao controle da regularidade formal da averbação.

"A confirmação de que o sistema eConsignado permite a averbação de descontos sem a documentação mínima necessária e a incapacidade operacional do INSS em fiscalizar o volume massivo de contratos configura afronta aos princípios da legalidade e da eficiência administrativa", destacou o ministro Bemquerer, em seu voto.

"A fumaça do bom direito é especialmente densa nas modalidades de cartão de crédito e cartão de benefício, onde a opacidade das operações é maior", complementou o relator, mencionando a Operação Sem Desconto, que descortinou uma fraude sistêmica na concessão de benefícios previdenciários.

Além das suspensões, o TCU determinou que a DataPrev priorize a execução de demandas, abertas entre novembro de 2025 e março de 2026, considerando que a demora na implementação de ajustes sistêmicos básicos prolonga "injustificadamente" a exposição de milhões de beneficiários a práticas abusivas e erros operacionais.

O INSS e o DataPrev terão que apresentar, em 45 dias, relatório técnico que comprove a plena eficácia das travas de segurança para mitigar as irregularidades apontadas neste momento processual.

O Banco Central, INSS, DataPrev terão 30 dias para apresentar alternativas mais adequadas para a efetiva fiscalização dessas consignações.

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Copom reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 14,75% para 14,5% ao ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 18:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (29) reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 14,75% para 14,50% ao ano.

🔎 A taxa básica de juros da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.

O novo corte da Selic acontece em meio à guerra no Oriente Médio, que está gerando pressão inflacionária ao redor do mundo. O tema foi mencionado pelo Copom no comunicado sobre a decisão.

"No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo", diz o texto.

A disparada do petróleo já está impulsionando os preços dos combustíveis no Brasil. Por conta disso, há analistas que defendem uma parada no ciclo de corte dos juros.

Em 2025, os diretores indicados pelo presidente Lula formaram maioria no colegiado, ou seja, eles são responsáveis diretamente pela decisão tomada.

Para definir os juros, o Banco Central atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.

Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.

Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.

Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia. Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o ano de 2027 fechado.

Para o próximo ano, o mercado financeiro estimou, na semana passada, que o IPCA ficará em 4%, ou seja, acima da meta central de 3%.

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Apesar de corte na Selic, Brasil segue em 2º no ranking de maiores juros reais do mundo; veja lista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 18:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

O Brasil continua a ter o segundo maior juro real do mundo após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC) decidir nesta quarta-feira (29) reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano.

🔎 O juro real é formado, entre outros pontos, pela taxa de juros nominal subtraída a inflação prevista para os próximos 12 meses. Assim, segundo levantamento compilado pelo MoneYou, os juros reais do país ficaram em 9,33%.

A liderança do ranking ficou com a Rússia, que registrou uma taxa real de 9,67%. O México aparece na terceira posição, com juros reais de 5,09%.

Em relatório divulgado nesta quarta-feira, o MoneYou afirmou que o impacto da guerra entre Estados Unidos e Irã sobre os preços globais mudou a dinâmica das projeções de inflação. Com isso, o cenário reconfigurou diversas posições no ranking, consolidando o Brasil na segunda colocação.

A Argentina, que passou por um forte choque econômico sob o governo de Javier Milei, caiu para a 39ª posição do ranking, com juro real de -1,15% — refletindo, em parte, a dificuldade do país em conter a inflação.

Nesta quarta-feira, o Copom anunciou a redução da taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano. Trata-se do segundo corte consecutivo.

O movimento ocorre em meio à guerra no Oriente Médio, que tem gerado pressão inflacionária ao redor do mundo.

Considerando os juros nominais (sem descontar a inflação), a taxa brasileira manteve a quarta posição.

Turquia: 37%Argentina: 29%Rússia: 14,5%Brasil: 14,50%Colômbia: 11,25%México: 6,75%África do Sul: 6,75%Hungria: 6,25%Índia: 5,25%Indonésia: 4,75%Chile: 4,50%Filipinas: 4,5%Austrália: 4,1%Israel: 4%Hong Kong: 4%Polônia: 3,75%Reino Unido: 3,75%Estados Unidos: 3,75%República Tcheca: 3,50%China: 3%Malásia: 2,75%Coreia do Sul: 2,5%Nova Zelândia: 2,25%Canadá: 2,25%Alemanha: 2,15%Áustria: 2,15%Espanha: 2,15%Grécia: 2,15%Holanda: 2,15%Portugal: 2,15%Bélgica: 2,15%França: 2,15%Itália: 2,15%Taiwan: 2%Suécia: 1,75%Dinamarca: 1,6%Cingapura: 1,02%Tailândia: 1%Japão: 0,75%Suíça: 0%

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No Rio, Jeep Avenger mostra novo design antes de chegada ao mercado brasileiro; veja FOTOS

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 17:48

Carros No Rio, Jeep Avenger mostra novo design antes de chegada ao mercado brasileiro; veja FOTOS Com dimensões menores que as do Renegade, modelo chegará como o SUV mais acessível da marca, com produção nacional em Porto Real (RJ). Por Redação g1

Jeep Avenger, com design renovado, fez sua estreia mundial com uma aparição nas ruas do Rio de Janeiro.

Com dimensões menores que as do Renegade, o Jeep Avenger chegará como o SUV mais acessível da marca, com produção nacional em Porto Real (RJ).

O Avenger é mais compacto que o Jeep Renegade, medindo 4,08 metros de comprimento, ante 4,27 metros do antigo modelo.

A nova versão do Jeep Avenger, com design renovado, fez sua estreia mundial com uma aparição nas ruas do Rio de Janeiro, segundo a fabricante.

O SUV, que chega ao mercado brasileiro ainda em 2026, percorreu a cidade no contexto do evento "Todo Mundo no Rio", que tem como principal destaque o show gratuito da cantora Shakira na Praia de Copacabana no próximo sábado (2).

Com dimensões menores que as do Renegade, o Jeep Avenger chegará como o SUV mais acessível da marca, com produção nacional em Porto Real (RJ). Ele havia sido apresentado pela marca no Salão do Automóvel do ano passado.

O Avenger é mais compacto que o Jeep Renegade, medindo 4,08 metros de comprimento, ante 4,27 metros do antigo modelo. Também é mais baixo (1,53 metro contra 1,69 metro), mais estreito (1,77 metro contra 1,80 metro) e tem entre-eixos levemente menor (2,56 metros contra 2,57 metros).

Por dentro, o acabamento é mais simples. Há mais plástico, o que reduz as áreas com toque macio. Em compensação, o porta-malas do Avenger é maior: tem capacidade para até 380 litros, ante 351 litros do Renegade.

Entre as novidades, o modelo traz o ChatGPT integrado à central multimídia, capaz de oferecer respostas mais naturais às perguntas feitas pelos ocupantes do veículo.

Sob o capô, o Jeep Avenger traz o motor 1.0 turbo da Stellantis, o mesmo usado em modelos como Fiat Pulse, Fastback e Peugeot 208. Nesse conjunto, o propulsor entrega 130 cv de potência e 25 kgfm de torque, podendo funcionar com gasolina ou etanol.

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Powell diz que permanecerá no Fed como diretor após o fim do mandato como presidente

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 17:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.533 pts-2,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.533 pts-2,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,0010,4%Dólar TurismoR$ 5,2120,58%Euro ComercialR$ 5,8400,11%Euro TurismoR$ 6,0970,25%B3Ibovespa184.533 pts-2,17%Oferecido por

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, afirmou nesta quarta-feira (29) que permanecerá como diretor do banco central dos Estados Unidos após 15 de maio, quando seu mandato se encerra.

O anúncio foi feito em coletiva de imprensa após o Fed revelar sua decisão de manter a taxa básica de juros do país inalterada na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.

Esta foi a última reunião em que o Fed definiu os juros com Powell à frente da instituição, após oito anos no cargo.

A expectativa é que o economista Kevin Warsh, indicado pelo presidente Donald Trump, esteja no comando do Fed já na próxima reunião, marcada para os dias 16 e 17 de junho.

O nome de Warsh foi aprovado por um comitê do Senado nesta quarta, antes de seguir para votação no plenário.

Jerome Powell durante uma coletiva de imprensa após decisão sobre taxas de juros, em 17 de setembro de 2025. — Foto: Reuters

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, afirmou nesta quarta-feira (29) que permanecerá como diretor do banco central dos Estados Unidos após 15 de maio, quando seu mandato se encerra.

"Após o término do meu mandato como presidente, continuarei a atuar como diretor por um período a ser determinado", afirmou, acrescentando que pretende manter "um perfil discreto" no cargo.

O anúncio foi feito em coletiva de imprensa após o Fed revelar sua decisão de manter a taxa básica de juros do país inalterada na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.

Esta foi a última reunião em que o Fed definiu os juros com Powell à frente da instituição, após oito anos no cargo.

A expectativa é que o economista Kevin Warsh, indicado pelo presidente Donald Trump, esteja no comando do Fed já na próxima reunião, marcada para os dias 16 e 17 de junho.

O nome de Warsh foi aprovado por um comitê do Senado nesta quarta, antes de seguir para votação no plenário.

“Só existe um presidente do conselho do Federal Reserve. Quando Kevin Warsh for confirmado e tomar posse, ele será o presidente”, afirmou Powell, reforçando que a intenção dele não é "interferir" na liderança.

A afirmação tem um contexto: é praxe que presidentes do Fed também deixem o cargo de diretor ao fim do mandato. Neste caso, a decisão de Powell foge ao padrão.

O atual presidente do BC tem mandato na instituição até 2028 e, portanto, pode seguir na diretoria até o término do governo Trump.

Ao longo dos últimos anos, o presidente dos EUA elevou o tom das críticas a Powell, com xingamentos frequentes como “mula”, “cabeça oca” e “estúpido”.

Sua trajetória foi marcada por grandes choques econômicos, como a pandemia de Covid-19 — que, além das perdas humanitárias, desorganizou a economia global e provocou uma disparada nos preços ao redor do mundo.

Mais recentemente, outros fatores ampliaram a pressão sobre o banqueiro central. Entre eles estão a guerra entre Rússia e Ucrânia, iniciada em 2022, o tarifaço global promovido por Trump e a recente escalada das tensões no Oriente Médio, com EUA e Israel em conflito contra o Irã.

Em comum, esses episódios sustentam um ambiente de inflação persistente — dor de cabeça constante para os chefes dos bancos centrais.

🔎 O Fed tem um mandato duplo: controlar a inflação e sustentar o mercado de trabalho. Sua principal ferramenta é a taxa de juros. Quando os preços aceleram, o banco central sobe os juros para conter o consumo e o crédito. Quando a economia perde força, a estratégia é reduzir as taxas para estimular a atividade.

Diante desse cenário, os juros do país atingiram, em 2023, o maior nível desde 2001. A partir do fim de 2024, o referencial passou a cair, e hoje está na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.

É nesse contexto que Donald Trump passou a disparar críticas contra Powell. O presidente dos EUA fez sucessivas investidas e pressões públicas para que o Fed reduzisse os juros.

A lógica é simples: juros mais altos encarecem o crédito e reduzem o consumo, o que tende a esfriar a atividade econômica — efeito que pode se traduzir em maior insatisfação dos consumidores e impacto político na popularidade do governo.

Como mostrou o g1, críticas a presidentes de bancos centrais não são exclusividade de Trump. No Brasil, o presidente Lula (PT) também se posicionou contra o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto — ainda que sem o tom de ofensas adotado pelo republicano.

O Departamento de Justiça dos EUA decidiu, na última sexta-feira (24), encerrar a investigação sobre os custos das reformas na sede do Fed, sob a gestão de Jerome Powell.

A decisão, anunciada pela procuradora federal Jeanine Pirro, elimina um dos fatores que vinham sendo usados como justificativa para travar a confirmação, no Senado, de Kevin Warsh para o comando do banco central.

O senador republicano Thom Tillis, da Carolina do Norte, chegou a prometer bloquear todas as nomeações para o Fed enquanto o inquérito não fosse encerrado, classificando-o como infundado.

Powell foi investigado por suspeita de ter mentido ao Congresso sobre os custos e características da reforma da sede do Fed, especialmente após o aumento relevante do valor do projeto, estimado em cerca de US$ 2,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões). Nenhuma acusação formal foi apresentada.

A investigação foi iniciada pelo governo Trump justamente em um momento de escalada da pressão do republicano por cortes nos juros.

Após a decisão de juros nesta quarta-feira, a atenção se volta para os rumos da política monetária americana com a saída de Powell do comando da instituição.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Produção e venda de foie gras podem passar a ser consideradas maus-tratos a animais no Brasil; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 17:07

Agro Produção e venda de foie gras podem passar a ser consideradas maus-tratos a animais no Brasil; entenda Projeto de Lei que proíbe produtos obtidos por meio de alimentação forçada de animais foi aprovada na Câmara dos Deputados e segue para sanção presidencial. Por Vivian Souza

Projeto de Lei 90/20, que proíbe a produção e venda de itens obtidos por meio de alimentação forçada de animais, foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, na terça-feira (29).

Com a proposta, passariam a ser proibidos pratos como o foie gras, que é o fígado gordo de pato ou ganso na culinária francesa.

Esse tipo de produto é obtido com a técnica chamada "gavage". Nela, um tubo é colocado na garganta da ave para forçar a alimentação e aumentar o fígado.

Se a lei for sancionada, quem descumprir pode ser punido com prisão de três meses a um ano, além de multa, conforme a Lei de Crimes Ambientais para maus-tratos de animais.

O Projeto de Lei 90/20, que proíbe a produção e venda de itens obtidos por meio de alimentação forçada de animais, foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, na terça-feira (29). Agora, o texto pode seguir para sanção presidencial.

Com a proposta, passariam a ser proibidos pratos como o foie gras, que é o fígado gordo de pato ou ganso na culinária francesa.

Se a lei for sancionada, quem descumprir pode ser punido com prisão de três meses a um ano, além de multa, conforme a Lei de Crimes Ambientais para maus-tratos de animais.

Esse tipo de produto é obtido com a técnica chamada "gavage". Nela, um tubo é colocado na garganta da ave para forçar a alimentação e aumentar o fígado.

Segundo o relator, o deputado Fred Costa (PRD-MG), a técnica aumenta a taxa de mortalidade dos animais em até 25 vezes.

O autor do projeto, o senador Eduardo Girão (Novo – CE), afirmou que esse tipo de produção já é proibido em países como Argentina, Austrália e Índia.

O senador também lembrou que a cidade de São Paulo aprovou uma lei semelhante em 2015. No entanto, a norma foi considerada inconstitucional pela Justiça, que entendeu que municípios não podem legislar sobre esse tipo de produto.

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MPT pede condenação da JBS de R$ 118 milhões por comprar de fazendas na ‘lista suja’ do trabalho escravo no PA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 17:07

Pará MPT pede condenação da JBS de R$ 118 milhões por comprar de fazendas na 'lista suja' do trabalho escravo no PA Ação civil pública na Vara do Trabalho de Xinguara cita relações com 7 pecuaristas na Lista Suja do MTE de 2014 a 2025. Ao todo, 53 trabalhadores foram resgatados em propriedades ligadas à empresa, segundo o MPT. Por g1 Pará — Belém

O Ministério Público do Trabalho PA-AP (MPT) entrou com uma ação civil pública contra a empresa, após constatar em investigação que ela possui, na cadeia produtiva na pecuária, mão de obra em condições análogas às de escravo.

Durante o período investigado, no Estado do Pará, houve resgate de trabalhadores em propriedades de pecuaristas diretamente vinculados à JBS trabalho escravo pecuária Pará nos anos de 2014, 2018, 2021, 2022 e 2025, totalizando 53 resgatados.

De 2014 a 2025, a JBS estabeleceu transações comerciais com 7 pecuaristas flagrados em operações nos municípios paraenses de Ourilândia do Norte, São Félix do Xingu, Novo Repartimento, Pacajá, Brasil Novo, Uruará e Cumaru do Norte.

No Pará, o MPT pediu a condenação da multinacional JBS em, no mínimo, R$ 118 milhões por trabalho escravo na cadeia produtiva da pecuária. O g1 solicitou posicionamento da empresa, mas ainda não havia obtido resposta até a última atualização da reportagem.

O Ministério Público do Trabalho PA-AP (MPT) entrou com uma ação civil pública contra a empresa na Vara do Trabalho de Xinguara, no sul do Pará, após constatar em investigação que ela possui, na cadeia produtiva na pecuária, mão de obra em condições análogas às de escravo.

Durante o período investigado, no Estado do Pará, houve resgate de trabalhadores em propriedades de pecuaristas diretamente vinculados à JBS trabalho escravo pecuária Pará nos anos de 2014, 2018, 2021, 2022 e 2025, totalizando 53 resgatados.

Mesmo tendo ciência da situação, a empresa manteve transações comerciais com esses fornecedores incluídos na “Lista Suja” do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), “demonstrando um padrão sistemático de negligência”, segundo o MPT.

De 2014 a 2025, a JBS estabeleceu transações comerciais com 7 pecuaristas flagrados em operações do grupo especial de fiscalização móvel, ocorridas nos municípios paraenses de Ourilândia do Norte, São Félix do Xingu, Novo Repartimento, Pacajá, Brasil Novo, Uruará e Cumaru do Norte.

Para o MPT, a JBS, na condição de empresa líder, tinha o dever de monitorar todas as etapas de sua cadeia produtiva no estado, adotando práticas para prevenir, identificar e corrigir violações aos direitos trabalhistas fundamentais, conforme imposto pelo ordenamento jurídico nacional e internacional.

O valor de indenização por danos morais coletivos de, no mínimo, R$ 118.941.340,55, correspondente ao total das transações comerciais documentadas com fornecedores flagrados por trabalho análogo à escravidão no período investigado.

Além disso, também é pedido a imposição de obrigações de fazer e de não fazer em relação à própria empresa, eventuais subsidiárias, filiais, subcontratadas, fornecedores diretos ou indiretos localizados no Pará, inseridos na cadeia produtiva da pecuária, a partir de 44 diretrizes.

A ação civil pública é um dos frutos do Projeto Reação em Cadeia, implementado pelo Ministério Público do Trabalho com o objetivo de rastrear e responsabilizar empresas líderes de cadeias produtivas que se beneficiam, em suas relações comerciais, do trabalho em condições análogas à escravidão.

No Pará, o MPT instaurou procedimento promocional para implementação do referido projeto na cadeia da pecuária, com enfoque no gado bovino, quando identificou as empresas líderes no processamento de carne bovina que estariam se beneficiando, direta ou indiretamente, de relações comerciais com fornecedores envolvidos em trabalho escravo.

O rastreamento da cadeia da JBS na pecuária Pará ocorreu a partir do cruzamento de dados fiscais com informações constantes na “Lista Suja do MTE”, bem como a partir de Relatórios de Fiscalizações do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), analisados por meio de estudo desenvolvido pela Fundação Pan-Americana para o Desenvolvimento (PADF), tornando possível o mapeamento de fluxos comerciais entre fornecedores e produtores de carne bovina no Estado do Pará.

A documentação comprobatória das transações financeiras realizadas entre a JBS S.A. e empregadores que figuraram na “Lista Suja” do trabalho escravo foi anexada aos relatórios da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (CONAETE/MPT) e obtida por meio de consulta aos sites do Ministério da Agricultura e Pecuária e da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) e demonstra a inexistência ou ineficácia de medidas de diligência em direitos humanos por parte da empresa ré.

O cruzamento de dados revelou que a JBS S.A. manteve relações comerciais regulares e duradouras com fornecedores flagrados explorando trabalhadores em condições análogas às de escravo, adquirindo insumos para sua atividade econômica, consistente na produção e comercialização de gêneros alimentícios, dentre eles, carne bovina.

Em 2025, a atividade agropecuária registrou R$ 775,3 bilhões de valor adicionado bruto (crescimento de 11,7%), representando participação aproximada de 6,1% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, o que foi fortemente impulsionado pela pecuária, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

No ano anterior, especificamente no setor da bovinocultura, o Brasil se manteve como detentor do maior rebanho bovino comercial do mundo, estimado em 194 milhões de cabeças, o equivalente a 11,6% do rebanho global.

Nesse cenário, a JBS figura como a maior produtora de proteína animal do mundo e está presente em mais de 20 países, com 280 mil funcionários. No Brasil, a empresa possui operações em 16 Estados e no Distrito Federal, com mais de 158 mil empregados.

Somente no Pará, a empresa possui atividades em 6 fábricas e 1 centro de distribuição nos municípios de Marituba, Tucumã, Marabá, Santana do Araguaia, Conceição do Araguaia e Santa Maria das Barreiras, contabilizando cerca de 4 mil empregados e estabelecendo parcerias comerciais com mais de 2 mil pecuaristas, os quais são responsáveis pelo fornecimento de animais e produtos derivados.

O setor da pecuária bovina acumula o maior número de trabalhadores resgatados no país, estando constantemente associado, na região amazônica, ao desmatamento ilegal, à grilagem de terras e à ocupação de territórios indígenas.

50 vídeos Brasil Novo Cumaru do Norte JBS Novo Repartimento Ourilândia do Norte Pacajá São Félix do Xingu Uruará Xinguara Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

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Brasil cria 228,2 mil vagas de emprego formal em março, quase três vezes mais que 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 15:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,0100,56%Dólar TurismoR$ 5,2190,71%Euro ComercialR$ 5,8480,24%Euro TurismoR$ 6,1000,3%B3Ibovespa185.086 pts-1,87%Oferecido por

O Ministério do Trabalho divulgou nesta quarta-feira (29) a criação de mais de 228 mil empregos com carteira assinada em março.

O resultado é quase três vezes maior que o saldo registrado em março do ano passado, quando foram registrados 79.994 empregos, e o segundo melhor desempenho para o mês na série histórica, iniciada em 2020.

O setor de serviços foi o que mais criou emprego com carteira assinada no mês passado (152.391 vagas), seguido por construção civil (38.316 vagas).

No acumulado de janeiro a março, o Brasil gerou mais de 613 mil vagas formais de trabalho neste ano. Isso representa uma queda em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram criadas 675.119 vagas.

2020: – 294.960 (negativo, fechamento de vagas)2021: 154.2262022: 99.1682023: 195.0282024: 245.5992025: 79.994

Em março, as unidades da federação que tiveram maior número de vagas formais criadas foram São Paulo, com 67.876 postos criados; Minas Gerais, com 38.845; e Rio de Janeiro, com 23.914 postos. No acumulado do ano, o resultado foi maior em São Paulo, com 183,1 mil vagas criadas; Minas Gerais, com 70,6 mil; e Santa Catarina, com 59,4 mil.

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