RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O que é a taxa Selic — e como ela afeta juros, emprego e investimentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 03:53

O que é a taxa Selic — e como ela afeta juros, emprego e investimentos No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. A sigla significa “Sistema Especial de Liquidação e de Custódia”, mas, na prática, representa os juros cobrados entre bancos e serve de referência para diversas taxas aplicadas ao consumidor.

Quando a Selic sobe, o crédito fica mais caro. Isso reduz empréstimos, investimentos e contratações, esfria o consumo e ajuda a conter a inflação. Quando ela cai, o crédito fica mais barato e estimula investimentos, contratações e o consumo.

Neste vídeo, você vai entender como a Selic afeta a sua vida — e, às vezes, você nem percebe. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

Há 32 minutos Política Vaga no STFMessias será sabatinado hoje com disputa entre governo e oposição

Há 3 horas Política Entenda rito de sabatinaHá 3 horasMessias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre outros placares

Há 1 hora Política Relembre os indicados à Corte desde a redemocratização Há 1 horaDiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 11 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 7 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 7 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 7 horasMercado financeiroBC deve cortar taxa de juros, mesmo com riscos e guerra no Oriente Médio

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Jornadas longas, insegurança e assédio no trabalho causam mais de 840 mil mortes por ano, diz OIT

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 03:53

Trabalho e Carreira Jornadas longas, insegurança e assédio no trabalho causam mais de 840 mil mortes por ano, diz OIT Estudo da organização mostra impacto do trabalho na saúde das pessoas e estima perdas de 1,37% do Produto Interno Bruto (PIB) global ao ano. Por Redação g1 — São Paulo

Mais de 840 mil pessoas morrem todos os anos no mundo devido a problemas de saúde associados a riscos psicossociais no trabalho, como jornadas longas, insegurança no emprego e assédio.

O dado é de um relatório global divulgado na quarta-feira (22) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Segundo o estudo, esses fatores estão ligados a doenças cardiovasculares e transtornos mentais, incluindo casos de suicídio.

Ao todo, os riscos psicossociais levam à perda de quase 45 milhões de anos de vida saudável por ano, considerando doença, incapacidade ou morte prematura.

Problemas como estresse, assédio e jornadas longas causam mais de 840 mil mortes por ano, diz OIT — Foto: Freepik/Reprodução

Mais de 840 mil pessoas morrem todos os anos no mundo por problemas de saúde associados a riscos psicossociais no trabalho, como jornadas longas, insegurança no emprego e assédio. O dado é de um relatório global da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Segundo o estudo, esses fatores estão diretamente relacionados a doenças cardiovasculares e transtornos mentais, incluindo casos de suicídio. Ao todo, os riscos psicossociais levam à perda de quase 45 milhões de anos de vida saudável por ano, considerando doença, incapacidade ou morte prematura.

Além do impacto na saúde, o problema também pesa na economia. A OIT estima que esses riscos gerem perdas equivalentes a 1,37% do Produto Interno Bruto (PIB) global por ano.

O relatório, intitulado “O ambiente psicossocial de trabalho: tendências globais e orientações para a ação”, foi preparado para o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado em 28 de abril.

O documento destaca o impacto crescente da forma como o trabalho é planejado, organizado e gerido na saúde dos trabalhadores.

De acordo com a organização, o ambiente psicossocial envolve a estrutura do trabalho, a forma de gestão, as relações interpessoais e as políticas adotadas pelas empresas — elementos que influenciam diretamente a saúde física e mental dos trabalhadores.

A natureza do trabalho, como nível de exigência e adequação às habilidades;A organização e gestão, incluindo carga de trabalho, autonomia e apoio;E as políticas e práticas do ambiente profissional, como jornadas, remuneração e prevenção ao assédio.

A OIT também destaca que mudanças recentes, como a digitalização, o uso de inteligência artificial e a expansão do trabalho remoto, estão transformando o ambiente profissional. Essas transformações podem agravar riscos existentes ou criar novos desafios caso não sejam acompanhadas por políticas adequadas.

“Os riscos psicossociais estão se tornando um dos desafios mais significativos para a segurança e saúde no trabalho no mundo moderno”, afirmou Manal Azzi, líder da equipe de políticas de segurança e saúde da OIT.

Segundo ela, melhorar o ambiente de trabalho é essencial não só para proteger a saúde física e mental dos trabalhadores, mas também para fortalecer a produtividade, o desempenho das organizações e o desenvolvimento econômico sustentável.

O relatório reforça que esses riscos podem ser prevenidos, desde que suas causas estruturais sejam enfrentadas. Entre as recomendações estão a melhoria da organização do trabalho, o fortalecimento das políticas de saúde e segurança e o incentivo ao diálogo entre governos, empregadores e trabalhadores.

No Brasil, o governo já reconheceu o avanço desses riscos com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata do gerenciamento de riscos ocupacionais.

A medida estava prevista para entrar em vigor em maio de 2025 — ano em que, como o g1 mostrou, o país bateu recorde de afastamentos por transtornos mentais, com custo bilionário aos cofres públicos.

Após pressão de entidades empresariais, a implementação foi adiada para maio de 2026. Agora, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) avalia um novo adiamento.

O que mudaria com a NR-1? Com a atualização da norma, auditores do trabalho poderiam fiscalizar e aplicar multas caso fossem identificadas questões como metas excessivas, jornadas extensas, ausência de suporte, assédio moral, conflitos interpessoais, falta de autonomia no trabalho e condições precárias de trabalho.➡️ Ou seja, isso passaria a ter o mesmo peso de fiscalização de pontos como questões que envolvem acidente de trabalho ou doença.

A decisão de adiamento vai na contramão do cenário do trabalho no país. Em 2025, quando a norma já deveria estar em vigor, o quadro de afastamentos piorou: mais de meio milhão de licenças foram concedidas por transtornos mentais.

Há 29 minutos Política Vaga no STFMessias será sabatinado hoje com disputa entre governo e oposição

Há 3 horas Política Entenda rito de sabatinaHá 3 horasMessias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre outros placares

Há 1 hora Política Relembre os indicados à Corte desde a redemocratização Há 1 horaDiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 11 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 7 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 7 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 7 horasMercado financeiroBC deve cortar taxa de juros, mesmo com riscos e guerra no Oriente Médio

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como um problema com hamster virou uma empresa que fatura quase R$ 500 mil por ano

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 29/04/2026 02:50

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Como um problema com hamster virou uma empresa que fatura quase R$ 500 mil por ano Ideia surgiu após adoção de um pet. Loja online aposta em nicho pouco explorado e cresce com produção própria e redes sociais. Por PEGN

Yann Vergari criou uma loja online de produtos para pequenos roedores após dificuldade de encontrar itens adequados no Brasil.

Ele começou produzindo peças artesanais, como rodinhas, e passou a vender online ao identificar demanda.

Com materiais simples, como PVC e rolamentos, desenvolveu os primeiros produtos e ampliou o portfólio.

O negócio cresceu com foco em nicho pouco explorado, produção própria e vendas digitais; hoje soma cerca de 950 pedidos mensais e fatura R$ 480 mil por ano.

Um mercado pouco explorado no Brasil virou oportunidade de negócio para um empreendedor em São Paulo.

A partir da adoção de um hamster durante a pandemia, Yann Vergari criou uma loja online especializada em produtos para pequenos roedores — e transformou uma necessidade pessoal em uma empresa que hoje fatura cerca de R$ 480 mil por ano.

A ideia nasceu de um problema comum: a dificuldade de encontrar itens adequados para o bem-estar desses animais. Ao pesquisar sobre criação e cuidados, Yann percebeu que havia pouca oferta no país, principalmente de produtos com tamanho e segurança adequados.

Sem encontrar o que precisava, ele decidiu criar. Com materiais simples, como canos de PVC e rolamentos, desenvolveu a primeira rodinha de exercício para o hamster — silenciosa e funcional. O produto começou a chamar atenção em grupos e comunidades online.

Sem achar produtos para hamster, empreendedor cria negócio que fatura R$ 480 mil — Foto: Reprodução/PEGN

A partir daí, o empreendedor começou a produzir pequenas quantidades e vender em marketplaces. Com o aumento dos pedidos, ampliou o portfólio: casas, acessórios de madeira, substratos e itens para enriquecimento ambiental dos animais.

Hoje, a loja conta com mais de 200 produtos e cerca de 950 pedidos por mês. O negócio também cresceu rápido: o faturamento aumentou cerca de 80% nos últimos meses.

A estratégia foi clara desde o início: focar em um nicho pouco explorado e usar o digital como principal canal de vendas. Cerca de 70% das vendas vêm de marketplaces, que funcionam como vitrine para todo o país.

Para ganhar espaço, o empreendedor apostou em preços competitivos no começo e em um posicionamento claro. “Como era um mercado com pouca oferta, conseguimos atrair público com mais facilidade”, afirma.

Com o amadurecimento da empresa, a estratégia evoluiu. Além de vender, a marca passou a investir em conteúdo educativo sobre cuidados com pequenos roedores — tanto no site quanto nas redes sociais.

Sem achar produtos para hamster, empreendedor cria negócio que fatura R$ 480 mil — Foto: Reprodução/PEGN

A ideia é orientar os consumidores e, ao mesmo tempo, criar autoridade no segmento. Parcerias com influenciadores do nicho também ajudaram a impulsionar o alcance e as vendas. “Quando começamos a trabalhar com criadores de conteúdo, vimos o impacto direto no faturamento”, diz.

Outro diferencial do negócio é a fabricação própria de parte dos produtos, especialmente itens de madeira. Isso permite maior controle de qualidade e adaptação às necessidades dos animais — um ponto valorizado pelos clientes.

Com o crescimento, a empresa já conta com equipe e começa a explorar novos caminhos, como produtos voltados também para os tutores.

Para Yann, o principal aprendizado é simples: problemas do dia a dia podem esconder boas ideias de negócio. “Muitas vezes, uma dor que você tem é compartilhada por outras pessoas. Quando você resolve isso, pode criar uma empresa”, afirma.

O que começou como uma solução para cuidar melhor de um hamster virou um negócio em expansão — e mostra que, mesmo em nichos pouco óbvios, há espaço para crescer.

Sem achar produtos para hamster, empreendedor cria negócio que fatura R$ 480 mil — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Rua Chapecó, 60, Vila Amabile Pezzolo – Santo André/SP – CEP: 09120-420📞 Telefone: (11) 95698-5219🌐Site: www.vergariroedores.com.br📧 E-mail: yannvergari@gmail.com📘Facebook: https://www.facebook.com/share/1GxecmYqwh/?mibextid=wwXIfr📸Instagram: https://www.instagram.com/vergari_roedores

Há 2 horas Política Entenda rito de sabatinaHá 2 horasMessias precisa de 41 votos para chegar ao STF; relembre outros placares

Há 21 minutos Política Relembre os indicados à Corte desde a redemocratização Há 21 minutosDiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 10 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 6 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 6 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 6 horasRecorde 💸Famílias brasileiras nunca estiveram tão endividadas, aponta relatório do BC

Há 4 horas Jornal Nacional Cade investiga Gol e Latam por possível combinação de preçosHá 4 horasReceita notifica empresas de cigarros por dívidas de R$ 25 bilhõesHá 4 horasMercado financeiroBC deve cortar taxa de juros, mesmo com riscos e guerra no Oriente Médio

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

A saída dos Emirados Árabes da Opep: os impactos no petróleo e os efeitos para Trump – O Assunto #1709

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:57

Podcasts O Assunto A saída dos Emirados Árabes da Opep: os impactos no petróleo e os efeitos para Trump – O Assunto #1709 Saída dos Emirados Árabes da Opep pressiona o mercado de petróleo e é vista como vitória política para Trump, em meio à queda de popularidade e às tensões globais. Por Natuza Nery — São Paulo

Os Emirados Árabes Unidos decidiram, após quase 60 anos de alinhamento, sair da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). A decisão foi tomada após “várias discussões” e “reflexões” sobre o cenário internacional do petróleo e entra em vigor no dia 1º de maio.

O cenário por trás dessa saída envolve a falta de respostas a um evento que se prolonga há quase dois meses: a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. A decisão ocorre em um momento delicado para o setor, marcado pela volatilidade dos preços, rearranjos geopolíticos e disputas cada vez mais intensas por influência sobre o fluxo global de energia.

Em Washington, o movimento é visto como uma vitória para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, crítico recorrente da atuação da Opep.

Neste episódio, Natuza Nery conversa com o analista internacional Tanguy Baghdadi para analisar os efeitos dessa mudança no mercado do petróleo e na geopolítica do conflito.

Convidado: Tanguy Baghdadi é professor de Política Internacional e mestre em Relações Internacionais pela PUC-Rio.

Emirados Árabes anunciam saída da Opep e Opep+, em golpe para grupo de produtores de petróleoPara analistas, saídas dos Emirados da Opep pode enfraquecer grupo e reduzir controle sobre preços do petróleoSaída dos Emirados Árabes da Opep e Opep+: o que são os grupos e como esles podem afetar seu bolsoComo fica a Opep depois de os Emirados Árabes saírem do grupo

O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti e Stéphanie Nascimento. Apresentação: Natuza Nery. Colaborou neste episódio Felipe Turioni.

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

Há 9 minutos Política Messias precisa de 41 votos no Senado; relembre outros placaresHá 9 minutosEntenda rito de sabatinaHá 9 minutosAbuso de poder político e econômico em 2022TSE cassa mandato do atual governador de RR e torna o antecessor inelegível

Há 3 horas Roraima DiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 8 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 4 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 7 horas Política Bombardeio israelenseFamília de brasileiro morto com esposa e filho no Líbano: ‘Devastador’

Há 2 horas Jornal Nacional Menino que morreu com pais sonhava conhecer o BrasilHá 2 horasJornada de trabalhoCNI entrega manifesto a Motta contra fim da escala 6×1

Há 4 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 4 horasRecorde 💸Famílias brasileiras nunca estiveram tão endividadas, aponta relatório do BC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O que significa a saída dos Emirados Árabes da Opep

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:10

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

Os Emirados Árabes Unidos (EAU) anunciaram nesta terça‑feira (28) sua retirada, a partir de 1º de maio, da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), à qual pertenciam há seis décadas, assim como da aliança Opep+.

A Opep é um organismo econômico intergovernamental fundado em 1960 por Arábia Saudita, Venezuela, Irã, Iraque e Kuwait. Sua criação foi motivada pela queda do preço oficial do petróleo bruto, fixado de forma unilateral pelas grandes petrolíferas internacionais conhecidas como as "Sete Irmãs”.

A Opep surgiu como um contrapeso a esse domínio, com o objetivo de coordenar e unificar as políticas petrolíferas de seus países membros, além de defender suas receitas provenientes da exportação de petróleo.

A retirada acontece em meio à guerra entre Israel, Estados Unidos e Irã, iniciada em 28 de fevereiro, que provocou o bloqueio do Estreito de Ormuz e ataques a instalações energéticas na região.

Os Emirados Árabes Unidos (EAU) anunciaram nesta terça‑feira (28) sua retirada, a partir de 1º de maio, da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), à qual pertenciam há seis décadas, assim como da aliança Opep+.

A Opep é um organismo econômico intergovernamental fundado em 1960 por Arábia Saudita, Venezuela, Irã, Iraque e Kuwait. Sua criação foi motivada pela queda do preço oficial do petróleo bruto, fixado de forma unilateral pelas grandes petrolíferas internacionais conhecidas como as "Sete Irmãs”, que dominavam o mercado do petróleo.

A Opep surgiu como um contrapeso a esse domínio, com o objetivo de coordenar e unificar as políticas petrolíferas de seus países membros, além de defender suas receitas provenientes da exportação de petróleo.

Até agora, a Opep era composta por 12 países: os cinco fundadores, além de Emirados Árabes Unidos, Argélia, Nigéria, Líbia, Guiné Equatorial, Congo e Gabão.

A Opep tem sede em Viena e realiza conferências ministeriais ordinárias duas vezes por ano, embora nos últimos anos esses encontros tenham ocorrido apenas de forma virtual.

Desde dezembro de 2016, existe também a aliança Opep+, que reúne os países do grupo e outros 10 grandes produtores de petróleo, inclusive o Brasil, sob liderança da Rússia. O Comitê Ministerial Conjunto de Monitoramento do Mercado (JMMC) da Opep+ se reúne virtualmente a cada dois meses.

Segundo o governo dos Emirados, a decisão é motivada pelos "interesses nacionais” e pelo compromisso do país de contribuir para atender às necessidades urgentes do mercado, em um contexto de volatilidade geopolítica causada por perturbações no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz, que afetam a oferta.

O ministro da Energia e Infraestrutura dos EAU, Suhail bin Mohamed Al Mazrouei, afirmou que a retirada "reflete uma evolução política alinhada com os fundamentos do mercado no longo prazo”.

A retirada acontece em meio à guerra entre Israel, Estados Unidos e Irã, iniciada em 28 de fevereiro, que provocou o bloqueio do Estreito de Ormuz e ataques a instalações energéticas na região.

Segundo a própria Opep, a produção de petróleo do grupo caiu em março quase 8 milhões de barris por dia (mbd), uma redução de 27,5% em relação a fevereiro, devido ao conflito e ao bloqueio.

A saída dos EAU ocorre em um momento de máxima tensão entre os países vizinhos do Golfo Pérsico, que foram acusados por Abu Dhabi de não fazerem frente aos ataques iranianos contra a infraestrutura energética da região.

Os Emirados aparentemente se sentem pouco apoiados pelos países vizinhos nessa crise do Irã. O assessor diplomático do presidente dos EAU, Anwar Gargash, criticou abertamente no início da semana os países do Conselho de Cooperação do Golfo.

“Em 2000, assinamos um acordo de defesa conjunta”, afirmou Gargash. “E agora precisamos constatar que a posição dos países do Conselho de Cooperação do Golfo – embora seja verdade que tenham se apoiado mutuamente em termos logísticos – foi, do ponto de vista político e militar, historicamente a mais fraca.”

“Essa é mais uma mensagem política do que econômica”, afirma Marc Ayoub, especialista em energia do Instituto Tahrir, citado pelo portal de notícias Tagesschau, da televisão pública alemã ARD.

"Isso mostra que os Emirados não estão satisfeitos com a liderança da Opep. É um recado para a Arábia Saudita e um indicador do estado das relações saudita‑emiradenses, seja no campo político ou econômico, especialmente nas questões de energia.”

A decisão é um golpe direto no principal vizinho e tradicional potência do Golfo: a Arábia Saudita.

Com a saída da Opep, os Emirados também devem deixar claro que estão se aproximando do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – inclusive adotando seu estilo de agir, priorizando seus próprios interesses em detrimento de aliados de longa data ou organizações multilaterais. Talvez também por acreditarem que, dessa forma, possam obter maior proteção de Washington.

As autoridades emiradenses afirmaram que, após deixar a Opep, o país continuará atuando de forma responsável, aumentando a produção de maneira gradual.

O ministro da Energia reiterou o compromisso dos EAU com a segurança energética e com a garantia de um fornecimento confiável. Antes do início da guerra, o país produzia cerca de 3,4 milhões de barris por dia e possui reservas comprovadas de até 113 bilhões de barris, a sexta maior do mundo.

Com a saída da Opep, os EAU não precisarão mais cumprir as cotas de produção impostas pelo grupo, o que pode levá‑los a exportar mais petróleo do que antes. Isso poderia moderar os preços em um mercado fortemente pressionado pela guerra e pelo conflito em torno do Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% de todo o petróleo exportado para o mercado internacional.

A retirada dos Emirados representa um desafio para seu grande vizinho, a Arábia Saudita, que domina a Opep+ junto com a Rússia. No passado, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita tiveram diversas disputas sobre os níveis de produção de cada país membro da Opep.

Com a saída dos EAU, a Arábia Saudita passa a ser o único país da Opep com potencial relevante para aumentar a produção. A grande questão será se Riad conseguirá manter unido o que restar da organização.

O último país importante a deixar o grupo foi o Catar, em 2019, para focar mais na produção de gás natural. Outros países que abandonaram a Opep nos últimos anos foram Angola (2023) e Equador (2020).

De acordo com o especialista em energia Marc Ayoub, os efeitos provavelmente serão principalmente de longo prazo.

"Não terá um grande impacto nos mercados no curto prazo, porque o Estreito de Ormuz está fechado. Mas, no futuro, assim que as exportações se normalizarem, os Emirados Árabes Unidos poderão levar muitos barris ao mercado sem restrições", afirma o analista.

Há 2 horas Roraima DiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 7 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 3 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 6 horas Política Bombardeio israelenseFamília de brasileiro morto com esposa e filho no Líbano: ‘Devastador’

Há 49 minutos Jornal Nacional Menino que morreu com pais sonhava conhecer o BrasilHá 49 minutosJornada de trabalhoCNI entrega manifesto a Motta contra fim da escala 6×1

Há 3 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 3 horasRecorde 💸Famílias brasileiras nunca estiveram tão endividadas, aponta relatório do BC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Pressão e ofensas de Trump: Superquarta terá última decisão de Powell à frente do Fed; relembre

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:10

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, terá nesta quarta-feira (28) sua última reunião de decisão de juros no comando do banco central dos Estados Unidos.

A expectativa é que o economista Kevin Warsh, indicado pelo presidente Donald Trump, esteja à frente da instituição já na próxima reunião, marcada para os dias 16 e 17 de junho.

O nome de Warsh será analisado por um comitê do Senado nesta quarta, antes de seguir para votação no plenário.

Apesar do fim do mandato como presidente, Powell ainda tem cadeira garantida no Fed e pode permanecer como diretor até janeiro de 2028.

O economista poderia seguir na diretoria até o término do governo Trump, que, ao longo dos últimos anos, elevou o tom das críticas ao atual chefe da instituição, com xingamentos frequentes como “mula”, “cabeça oca” e “estúpido”.

Foto de arquivo: O presidente dos EUA, Donald Trump, observa Jerome Powell, seu indicado para presidir o Federal Reserve (Fed), durante discurso na Casa Branca, em Washington, EUA, em 2 de novembro de 2017. — Foto: REUTERS/Carlos Barria/Foto de arquivo

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, terá nesta quarta-feira (28) sua última reunião de decisão de juros no comando do banco central dos Estados Unidos.

A expectativa é que o economista Kevin Warsh, indicado pelo presidente Donald Trump, esteja à frente da instituição já na próxima reunião, marcada para os dias 16 e 17 de junho. O nome de Warsh será analisado por um comitê do Senado nesta quarta, antes de seguir para votação no plenário.

Apesar do fim do mandato como presidente, Powell ainda tem cadeira garantida no Fed e pode permanecer como diretor até janeiro de 2028. É praxe que o presidente deixe o cargo ao fim do mandato. A decisão dele, no entanto, ainda não foi anunciada publicamente.

O economista poderia seguir na diretoria até o término do governo Trump, que, ao longo dos últimos anos, elevou o tom das críticas ao atual chefe da instituição, com xingamentos frequentes como “mula”, “cabeça oca” e “estúpido”.

E a ofensiva não ficou apenas na narrativa. O republicano chegou a determinar a abertura de uma investigação contra Powell sobre os custos das reformas na sede do Fed — encerrada pelo próprio Departamento de Justiça dos EUA na última semana. (leia mais abaixo)

Sua trajetória foi marcada por grandes choques econômicos, como a pandemia de Covid-19 — que, além das perdas humanitárias, desorganizou a economia global e provocou uma disparada nos preços ao redor do mundo.

Mais recentemente, outros fatores ampliaram a pressão sobre o banqueiro central. Entre eles estão a guerra entre Rússia e Ucrânia, iniciada em 2022, o tarifaço global promovido por Trump e a recente escalada das tensões no Oriente Médio, com EUA e Israel em conflito contra o Irã.

Em comum, esses episódios sustentam um ambiente de inflação persistente — dor de cabeça constante para os chefes dos bancos centrais.

🔎 O Fed tem um mandato duplo: controlar a inflação e sustentar o mercado de trabalho. Sua principal ferramenta é a taxa de juros. Quando os preços aceleram, o banco central sobe os juros para conter o consumo e o crédito. Quando a economia perde força, a estratégia é reduzir as taxas para estimular a atividade.

Diante desse cenário, os juros do país atingiram, em 2023, o maior nível desde 2001. A partir do fim de 2024, o referencial passou a cair, e hoje está na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.

É nesse contexto que Donald Trump passou a disparar críticas contra Powell. O presidente dos EUA fez sucessivas investidas e pressões públicas para que o Fed reduzisse os juros.

A lógica é simples: juros mais altos encarecem o crédito e reduzem o consumo, o que tende a esfriar a atividade econômica — efeito que pode se traduzir em maior insatisfação dos consumidores e impacto político na popularidade do governo.

Como mostrou o g1, críticas a presidentes de bancos centrais não são exclusividade de Trump. No Brasil, o presidente Lula (PT) também se posicionou contra o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto — ainda que sem o tom de ofensas adotado pelo republicano.

A pressão de Trump contra Powell começou logo nos primeiros meses do atual mandato do presidente dos EUA. As ofensivas verbais, porém, se intensificaram em julho de 2025, quando o chamou de “estúpido” e “cabeça oca”, afirmando que a política monetária estava “prejudicando as pessoas”.

O Departamento de Justiça dos EUA decidiu, na última sexta-feira (24), encerrar a investigação sobre os custos das reformas na sede do Fed, sob a gestão de Jerome Powell.

A decisão, anunciada pela procuradora federal Jeanine Pirro, elimina um dos fatores que vinham sendo usados como justificativa para travar a confirmação, no Senado, de Kevin Warsh para o comando do banco central.

O senador republicano Thom Tillis, da Carolina do Norte, chegou a prometer bloquear todas as nomeações para o Fed enquanto o inquérito não fosse encerrado, classificando-o como infundado.

Powell foi investigado por suspeita de ter mentido ao Congresso sobre os custos e características da reforma da sede do Fed, especialmente após o aumento relevante do valor do projeto, estimado em cerca de US$ 2,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões). Nenhuma acusação formal foi apresentada.

A investigação foi iniciada pelo governo Trump justamente em um momento de escalada da pressão do republicano por cortes nos juros.

Nesta quarta-feira, a previsão é de que o Fed mantenha a taxa básica na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano, segundo estimativas do mercado financeiro. A expectativa, agora, se volta aos rumos da política monetária americana após a saída de Powell do comando da instituição.

Há 2 horas Roraima DiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 7 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 3 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 6 horas Política Bombardeio israelenseFamília de brasileiro morto com esposa e filho no Líbano: ‘Devastador’

Há 49 minutos Jornal Nacional Menino que morreu com pais sonhava conhecer o BrasilHá 49 minutosJornada de trabalhoCNI entrega manifesto a Motta contra fim da escala 6×1

Há 3 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 3 horasRecorde 💸Famílias brasileiras nunca estiveram tão endividadas, aponta relatório do BC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Funcionário pode ser obrigado a gravar vídeos para as redes sociais da empresa?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:10

Empreendedorismo Guia do empreendedor Funcionário pode ser obrigado a gravar vídeos para as redes sociais da empresa? Especialistas alertam que é preciso tomar cuidados para não expor funcionários sem consentimento em trends. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Empreendedores têm recorrido à linguagem da geração Z para viralizar nas redes sociais, divulgar promoções e atrair clientes.

Mas, segundo especialistas ouvidos pelo g1, é preciso cautela para evitar conteúdos ofensivos, riscos à saúde física ou situações constrangedoras para os funcionários.

Se você usa o TikTok ou Instagram, sem dúvidas já deve ter esbarrado com vídeos que iniciam com o seguinte bordão: “oi divos e divas”, e ainda traz algumas expressões como “babadeiro”, “iconic”, “faraônico” e “aesthetic”.

O g1 já contou como gírias da geração Z vêm sendo adotadas por empreendedores para viralizar nas redes sociais, divulgar promoções e atrair clientes.

Embora os vídeos sejam divertidos, existe cuidado para não expor os funcionários a situações constrangedoras ou de risco. É importante saber que um funcionário NÃO é obrigado a gravar vídeos para o TikTok ou qualquer rede social se não quiser ou se essa função não fizer parte de seu contrato.

Essa prática pode configurar desvio de função, como explica Paulo Renato Fernandes, professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro.

“Quando há desvio de função, o empregado tem direito a receber um adicional. Além disso, há a questão do direito de imagem, que é garantido por lei e precisa ser autorizado. Nesse caso, também é possível solicitar indenização pelo uso da imagem”, explica o professor.

O empregador deve solicitar aos funcionários uma autorização por escrito para o uso de imagem, especificando onde os vídeos serão exibidos.

Mesmo quando essa atividade já consta no contrato, o advogado trabalhista Maurício Corrêa da Veiga recomenda obter autorização do funcionário a cada nova campanha publicitária (veja mais o que diz a lei sobre o tema).

Segundo o advogado, o empregado pode processar a empresa e pedir indenização se se sentir obrigado, induzido ou coagido de alguma forma a participar dos vídeos.

➡️ Mas quem deve aparecer nesses conteúdos? Para Tainá Alves, do Sebrae, o ideal é que o próprio empreendedor participe, pois isso gera credibilidade e conexão.

“Se o empreendedor não tiver interesse, perfil ou aptidão para aparecer, e nenhum colaborador quiser participar da produção de conteúdo, é possível contratar microinfluenciadores”, explica.

📲 Os microinfluenciadores são criadores de conteúdo com número relativamente pequeno de seguidores (geralmente entre 1 mil e 100 mil).

Esses influenciadores, geralmente locais ou de nicho, têm engajamento mais real com comunidades específicas. Segundo Tainá Alves, costumam gerar mais retorno do que grandes influenciadores.

'Eles criam comunidades autênticas e engajadas, formadas por pessoas realmente interessadas nos temas que tratam. Por isso, é fundamental pesquisar e escolher microinfluenciadores alinhados ao perfil do negócio', explicaTainá Alves, coordenadora de Relacionamento Digital do Sebrae.

Outro ponto destacado pela especialista é a importância da Geração Z, nativa digital. Mesmo sem grande poder de compra, esse grupo influencia decisões familiares e deve ser incluído nas estratégias de comunicação.

Além disso, a GenZ será o público do futuro. Por isso, é essencial fidelizar esse grupo. “Eles buscam propósito, impacto social e conteúdo autêntico. É com eles que as marcas precisam começar a dialogar desde já”, conclui Tainá.

Loja de materiais de construção em Cabo Frio, no Rio de Janeiro, ganhou visibilidade e se consolidou como marca local graças à forte presença online. — Foto: Reprodução/Tiktok

MEI, Microempresa, EPP ou Nanoempreendedor? Entenda regras para cada tipo de negócioAs investidoras que querem provar que empresas lideradas por mulheres dão mais lucro

Há 2 horas Roraima DiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 7 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 3 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 6 horas Política Bombardeio israelenseFamília de brasileiro morto com esposa e filho no Líbano: ‘Devastador’

Há 49 minutos Jornal Nacional Menino que morreu com pais sonhava conhecer o BrasilHá 49 minutosJornada de trabalhoCNI entrega manifesto a Motta contra fim da escala 6×1

Há 3 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 3 horasRecorde 💸Famílias brasileiras nunca estiveram tão endividadas, aponta relatório do BC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mesmo com riscos inflacionários e tensão no Oriente Médio, Banco Central deve cortar taxa de juros nesta quarta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:10

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1820,02%Euro ComercialR$ 5,833-0,11%Euro TurismoR$ 6,082-0,06%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

Copom se reúne nesta quarta-feira para definir juro básico; decisão sai após as 18h — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (29) e deve efetuar nova redução na taxa básica de juros da economia, atualmente em 14,75% ao ano.

Essa é a expectativa da maior parte do mercado financeiro, que projeta um corte de 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. Se confirmada, será a segunda diminuição seguida no juro.

🔎A taxa básica da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.

Se levado adiante, o novo corte da Selic acontecerá em meio à guerra no Oriente Médio, que está gerando pressão inflacionária ao redor do mundo.

A disparada do petróleo já está impulsionando os preços dos combustíveis no Brasil. Por conta disso, há analistas que defendem uma parada no ciclo de corte dos juros. A decisão do Copom será anunciada após as 18h desta quarta-feira.

Para definir os juros, o Banco Central atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.

Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o ano de 2027 fechado.Para o próximo ano, o mercado financeiro estimou, na semana passada, que o IPCA ficará em 4%, ou seja, acima da meta central de 3%.

De acordo com Gustavo Sung, economista-chefe Suno Research, o Copom deve dar continuidade ao processo de corte dos juros de "forma gradual", baixando a Selic para 14,5% ao ano.

"O nível atual de juros reflete o forte aperto implementado nos últimos anos, que já mostra efeitos sobre a atividade econômica e garantiu à autoridade monetária uma margem de segurança para conduzir esse processo, com credibilidade. Ainda assim, o Comitê tende a adotar uma postura mais cautelosa no curto prazo. Essa abordagem considera as incertezas ligadas ao conflito no Oriente Médio e seus possíveis impactos sobre a inflação", avaliou Sung, da Suno Research.

De acordo com análise do Itaú, o BC deve baixar o juro para 14,5% ao ano e não deve realizar mudanças significativas de comunicação.

"O comitê deve enfatizar serenidade e cautela na condução da política monetária, adicionando que os passos futuros do processo de calibração seguirão guiados pela evolução dos dados e pela avaliação contínua do balanço de riscos, além de incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e extensão no tempo dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo", avalia o Itaú.

Há 2 horas Roraima DiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 7 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 3 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 6 horas Política Bombardeio israelenseFamília de brasileiro morto com esposa e filho no Líbano: ‘Devastador’

Há 49 minutos Jornal Nacional Menino que morreu com pais sonhava conhecer o BrasilHá 49 minutosJornada de trabalhoCNI entrega manifesto a Motta contra fim da escala 6×1

Há 3 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 3 horasRecorde 💸Famílias brasileiras nunca estiveram tão endividadas, aponta relatório do BC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quais descontos podem ser feitos no salário? Veja regras para saúde e vale-refeição

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:10

Empreendedorismo Guia do empreendedor Quais descontos podem ser feitos no salário? Veja regras para saúde e vale-refeição A legislação não obriga o patrão a fornecer pelo vale-alimentação, vale-refeição ou plano de saúde ao empregado. Porém, se houver liberação desses benefícios em convenção ou acordo coletivo, eles passam a ser obrigatórios. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o empregador não tem a obrigação de fornecer vale-alimentação, vale-refeição ou plano de saúde ao empregado.

Porém, se houver a liberação desses benefícios em convenção ou acordo coletivo, além da previsão em contrato de trabalho, eles passam a ser obrigatórios para todos os trabalhadores da empresa.

O vale-alimentação e o vale-refeição são regulamentados pela lei federal 6.321/1976, que institui o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).

Em ambas as leis, os descontos referentes ao vale-refeição/alimentação devem ser previstos em norma coletiva ou acordo individual por escrito com o empregado. Porém, o valor não pode ultrapassar 20% do salário do funcionário.

Planos de saúde, vale-refeição e outros benefícios extras têm ganhado cada vez mais peso na disputa por talentos. Mas afinal, eles são obrigação das empresas ou apenas um diferencial competitivo?

Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o empregador não tem a obrigação de fornecer vale-alimentação, vale-refeição ou plano de saúde ao empregado.

Porém, se houver a liberação desses benefícios em convenção ou acordo coletivo, além da previsão em contrato de trabalho, eles passam a ser obrigatórios para todos os trabalhadores da empresa.

“As normas coletivas podem estabelecer a obrigatoriedade, valores, formas de concessão e condições de utilização, a possibilidade ou não de descontá-los do salário do empregado, além de limites para esse desconto”, explica a advogada trabalhista Maria Fernanda Redi.

Por outro lado, especialistas em gestão de pessoas defendem que os benefícios são importantes para atrair colaboradores. Segundo Luiz Eduardo Drouet, conselheiro da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-SP), os profissionais priorizam cada vez mais as melhores condições de trabalho.

“Empresas que oferecem melhores benefícios conseguem atrair os melhores talentos e as que não seguem este caminho têm muito mais dificuldade para contratar bons profissionais, e convivem com uma rotatividade superior de colaboradores”, completa o especialista.

Self-service; quilão; restaurante por quilo; almoço; vale-refeição — Foto: Marcos Serra Lima/g1

O g1 conversou com especialistas no assunto, e explica abaixo o que diz a lei sobre descontos desconto no salário referentes ao plano de saúde ou vale-refeição:

💸 Como funciona o desconto do vale-refeição/alimentação? 🤔 Posso ser demitido por uso indevido do vale-refeição/alimentação? 🚫 Existe um valor máximo de desconto do plano de saúde? 📝 Como funciona a coparticipação? 🚑 Fiz um procedimento caro, e agora?

O vale-alimentação e o vale-refeição são regulamentados pela lei federal 6.321/1976, que institui o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). O benefício também é previsto no artigo 457 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Em ambas as leis, os descontos referentes ao vale-refeição/alimentação devem ser previstos em norma coletiva ou acordo individual por escrito com o empregado. Porém, o valor não pode ultrapassar 20% do salário do funcionário.

Segundo a advogada trabalhista Maria Fernanda Redi, os descontos precisam ser previstos em cláusula no contrato de trabalho ou com autorização expressa em caso de adesão ao recebimento do benefício.

Esses valores precisam ser descritos no holerite, e todos os funcionários da empresa precisam estar cientes. No caso do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), são oferecidos incentivos fiscais para incentivar as empresas a concederem os benefícios.

“A empresa que realize a adesão voluntária ao PAT, pode fornecer o vale-alimentação/refeição ao funcionário e, em troca, recebe uma série de incentivos fiscais, como a dedução no Imposto de Renda”, completa a advogada trabalhista Luciana Guerra Fogarolli.

Sim. Esse é um benefício precisa ser utilizado apenas com a finalidade destinada, ou seja: refeição e alimentação do trabalhador, conforme previsto pela lei federal 14.442/22, que prevê expressamente que:

“As despesas destinadas aos programas de alimentação do trabalhador deverão abranger exclusivamente o pagamento de refeições em restaurantes e estabelecimentos similares, e a aquisição de gêneros alimentícios em estabelecimentos comerciais”.

Segundo a advogada Luciana Guerra Fogarolli, ao receber o benefício, o funcionário precisa ser informado com muita clareza todas as regras e políticas do vale-refeição/alimentação da empresa.

O mau uso do benefício pode levar o trabalhador a ser demitido por justa causa, e trazer implicações até mesmo para o empregador.

Deixar que outras pessoas utilizem o vale; Vender ou trocar o vale por dinheiro; Comprar produtos que não sejam alimentícios, como utensílios domésticos, bebidas alcóolicas, cigarros, entre outros.

“O empregador, além de deixar muito claras as regras de uso do benefício, deve observar a gradatividade das penalidades de advertência e suspensões, antes de tomar a decisão drástica de dispensar o trabalhador por justa causa”, afirma a especialista.

No ano passado, mais de 20 funcionários da Meta foram demitidos por comprarem itens de casa com o dinheiro do vale refeição. Eles usaram parte dos US$ 70 (cerca de R$ 390) que ganhavam por dia para comprar produtos como sabão em pó, pasta de dente e taças de vinho.

Quando se trata do plano de saúde, que é regulamentado pela lei federal 9.656/98, não existe um limite mínimo ou máximo para desconto no salário do trabalhador.

Na prática, costuma-se adotar o parâmetro de que o valor descontado não ultrapasse 30% do salário líquido do empregado.

Além disso, a orientação Jurisprudencial (OJ) nº 18 da Seção de Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho (TST) estabelece que todos os descontos salariais somados não podem ultrapassar 70% do salário base do empregado.

Isso porque, os valores debitados não podem comprometer o sustento e sobrevivência do trabalhador. As normas, acordos ou convenções coletivas também podem estabelecer os valores e limites de descontos referentes ao plano de saúde.

“Qualquer desconto do salário (para pagar uma parte ou valor mensal do plano) deve ser autorizado pelo empregado, por escrito, como cláusula no seu contrato de trabalho. Outra possibilidade é o funcionário assinar termo de adesão ao benefício ou à política de concessão do benefício”, completa Maria Fernanda Redi.

Na prática, existem duas formas de mais comuns que a empresa disponibiliza o plano de saúde para o trabalhador. São elas:

➡️ Com coparticipação: a empresa paga a mensalidade do convênio, e os colaboradores arcam com parte dos valores dos procedimentos realizados. ➡️ Sem coparticipação: a empresa arca com o valor integral do plano de saúde dos funcionários, que ficam livres de qualquer despesa.

Em ambos os casos, o valor debitado também deve ser previamente autorizado por escrito pelo empregado. No plano com coparticipação, o trabalhador deve arcar com até 40% dos custos por consulta, procedimento ou exame realizado.

Segundo a advogada Luciana Guerra Fogarolli, é muito comum algumas empresas aderirem a coparticipação do empregado nesses benefícios, através de descontos da remuneração, que podem ser simbólicos ou não, dependendo do que foi acordado.

Em planos que existem a coparticipação, procedimentos mais caros (como parto ou cirurgias) pode ter um valor variado de desconto conforme as regras do plano de saúde ou acordos feitos em convenção coletiva.

“Mesmo com a aplicação do percentual de coparticipação, o custo final para o trabalhador é geralmente bem menor do que o valor total do procedimento. No entanto, ainda pode representar um impacto significativo na renda do empregado”, explica Luciana Guerra Fogarolli.

Para o trabalhador não ter a renda comprometida, é comum que a empresa permita o parcelamento do valor da coparticipação em procedimentos mais caros. Dessa forma, o desconto mensal não ultrapassa o limite de 30% do salário líquido do trabalhador.

"Essa prática visa proteger a subsistência do empregado, respeitando o equilíbrio entre o benefício e a capacidade financeira do segurado", completa a advogada trabalhista.

Há 2 horas Roraima DiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 7 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 3 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 6 horas Política Bombardeio israelenseFamília de brasileiro morto com esposa e filho no Líbano: ‘Devastador’

Há 49 minutos Jornal Nacional Menino que morreu com pais sonhava conhecer o BrasilHá 49 minutosJornada de trabalhoCNI entrega manifesto a Motta contra fim da escala 6×1

Há 3 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 3 horasRecorde 💸Famílias brasileiras nunca estiveram tão endividadas, aponta relatório do BC

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como consultar se o FGTS do empregado está sendo pago?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/04/2026 00:10

Empreendedorismo Guia do empreendedor Como consultar se o FGTS do empregado está sendo pago? Trabalhadores podem consultar o saldo do FGTS pelo aplicativo do fundo ou, para quem é cliente da Caixa Econômica Federal, pelo internet banking. Por Redação g1 — São Paulo

O recolhimento do FGTS é responsabilidade do empregador e constitui um direito constitucional aos trabalhadores.

Trabalhadores e trabalhadoras podem consultar seu saldo do FGTS pelo aplicativo do fundo ou, para quem é cliente da Caixa Econômica Federal, pelo internet banking.

O FGTS é direito de toda pessoa com contrato de trabalho formal, trabalhadores domésticos, rurais, temporários, intermitentes, avulsos, safreiros e atletas profissionais.

O recolhimento do FGTS é responsabilidade do empregador e constitui um direito constitucional aos trabalhadores. Mas é importante que o profissional acompanhe se os depósitos estão sendo realizados corretamente.

Trabalhadores e trabalhadoras podem consultar seu saldo do FGTS pelo aplicativo do fundo ou, para quem é cliente da Caixa Econômica Federal, pelo internet banking, que pode ser acessado pelo computador ou em dispositivos móveis (tablet ou celular).

Baixe o aplicativo do FGTS na loja do seu celular (Android ou iOS). Acesse o aplicativo;Faça o cadastro no aplicativo e utilize seu CPF e a senha para fazer login. Se fora a primeira vez, deve ser criada uma senha para os acessos, conforme instruções no aplicativo FGTS.Depois, basta seguir os passos de verificação de identidade solicitados. Para quem já tem cadastro no app, basta fazer o login para acessar.Clique na opção “Meu FGTS” ou em “ver todas as suas contas”;Selecione a conta FGTS desejada para visualizar o extrato. Para gerar um documento em formato PDF, clique em “gerar extrato PDF”. Para consultar os dados do contrato, clique em “dados do contrato”.

Dentro do aplicativo, logo na parte superior da página principal aparece a opção "Saldo Total". Para verificar o saldo, é preciso clicar no botão de olho, onde está escrito "Toque para exibir o saldo".

Logo abaixo, há o quadro "Resumo do Seu FGTS", em que é possível verificar o extrato completo, pelos pagamentos realizados por todas as empresas em que a pessoa já trabalhou ou ainda trabalha.

Acesse o Internet Banking no computador ou aplicativo Caixa;Faça login na sua conta para acessar os serviços do FGTS;Clique em “Benefícios e Programas” ou "Serviços ao Cidadão";Clique em “Extrato do FGTS”;Clique em “FGTS”;Clique em “Extrato do FGTS”;Digite os números do PIS e do CPF;Insira sua senha;No menu, selecione “FGTS” e, em seguida, “Extrato Completo”.

Cadastre-se gratuitamente para receber informações sobre os depósitos e o saldo do FGTS em seu celular por SMS;A Caixa envia mensagens mensais com os depósitos feitos pelo empregador e semestrais com o saldo atualizado; No aplicativo, vá em "Meu Perfil" e depois em "Notificações do App I SMS" e faça a Adesão; No Internet Banking, vá a "Caixa celular" > "Notificações SMS" > "Mensagens de Celular" > "Adesão";Confirme o número de telefone para receber as informações sobre depósitos e saldos do FGTS por SMS.

O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) é direito de toda pessoa com contrato de trabalho formal, trabalhadores domésticos, rurais, temporários, intermitentes, avulsos, safreiros e atletas profissionais.

Trata-se de um valor de 8% do salário que é depositado pelo empregador, mensalmente, em nome do funcionário.

O saque do FGTS é permitido em situações específicas estabelecidas por lei, como demissão por justa causa, compra da casa própria e doença grave do trabalhador ou de seu dependente.

Caso o empregador não esteja depositando o FGTS, o trabalhador deve procurar uma Delegacia Regional do Trabalho (DRT), pois o responsável pela fiscalização das empresas é o Ministério do Trabalho.​

Há 2 horas Roraima DiplomaciaCaso Ramagem: PF devolve credenciais de agente dos EUA que atua no Brasil

Há 7 horas Política Post com ’86 47’Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Trump

Há 3 horas Mundo Comércio internacionalAcordo Mercosul-UE é oficializado e passa a valer em 1º de maio

Há 6 horas Política Bombardeio israelenseFamília de brasileiro morto com esposa e filho no Líbano: ‘Devastador’

Há 49 minutos Jornal Nacional Menino que morreu com pais sonhava conhecer o BrasilHá 49 minutosJornada de trabalhoCNI entrega manifesto a Motta contra fim da escala 6×1

Há 3 horas Política Motta anuncia deputados do PT e Republicanos como presidente e relator de comissãoHá 3 horasRecorde 💸Famílias brasileiras nunca estiveram tão endividadas, aponta relatório do BC

0

PREVIOUS POSTSPage 4 of 5NEXT POSTS