RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 03/05/2026 03:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões Empreendedor trocou a rotina corporativa pelo mar, investiu R$ 15 mil e apostou na qualidade das ostras para crescer no mercado gastronômico. Por PEGN

O início exigiu coragem e planejamento. Com cerca de R$ 15 mil, ele deu os primeiros passos no cultivo de ostras.

O processo produtivo é longo. As sementes, quase microscópicas, são compradas de laboratório e passam por diferentes fases de crescimento em estruturas no mar.

O Brasil tem um dos litorais mais ricos do mundo e, para alguns empreendedores, isso significa oportunidade de negócio.

Em Santa Catarina, responsável por 98% da produção nacional de ostras e mexilhões, um ex-profissional de recursos humanos decidiu trocar o escritório pelo mar e construir uma empresa que hoje fatura milhões.

A história começa no distrito de Caieiras da Barra do Sul, em Florianópolis, onde Vinícius Ramos criou uma fazenda marinha. “Somos fazendeiros do mar”, resume. Na prática, o processo se assemelha ao da agricultura: ele compra sementes de ostras, cultiva no mar e faz a colheita meses depois.

Antes de empreender, Vinícius trabalhava com folha de pagamento de milhares de funcionários — uma rotina intensa que o fez repensar a carreira. O desejo de ter mais qualidade de vida e morar perto da praia foi o ponto de virada.

“Como juntar o útil ao agradável?”, questionou na época. A resposta veio do próprio território onde escolheu viver.

O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões — Foto: Reprodução/PEGN

O início exigiu coragem e planejamento. Com cerca de R$ 15 mil — valor obtido após vender o carro e usar a rescisão —, ele deu os primeiros passos no cultivo de ostras. A experiência anterior com gestão ajudou: planilhas, controle de custos e busca por capacitação fizeram parte da base do negócio.

O processo produtivo é longo. As sementes, quase microscópicas, são compradas de laboratório e passam por diferentes fases de crescimento em estruturas no mar. Em cerca de nove meses, as ostras atingem o tamanho ideal para comercialização.

Um dos principais trunfos da empresa é o chamado “marroir” — conceito inspirado no terroir do vinho, que relaciona o ambiente de cultivo às características do produto.

Na região onde Vinícius atua, fatores como alta salinidade, águas profundas e proximidade com o mar aberto contribuem para o sabor das ostras. “A gente consegue sentir o cheiro da nossa ostra à distância”, diz.

Essa identidade ajudou a posicionar o produto no mercado gastronômico. Hoje, a dúzia é vendida por cerca de R$ 25 e abastece principalmente restaurantes, além de alguns consumidores finais.

O crescimento ganhou força com uma aposta direta: degustação. Vinícius passou a frequentar encontros de donos de restaurantes e oferecer ostras gratuitamente. A estratégia abriu portas e criou relacionamento com clientes.

“Ali eu tinha um canal aberto com o cliente”, afirma. O resultado veio rápido. Em 2025, o negócio alcançou faturamento médio de R$ 3,6 milhões.

O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões — Foto: Reprodução/PEGN

Além de vender para restaurantes, o empreendedor ampliou o alcance do negócio. As ostras são enviadas para diferentes estados do país, com logística que mantém o produto vivo por até cinco dias em temperatura controlada. Já houve entregas até Jericoacoara (CE).

Mais recentemente, ele diversificou a operação com turismo. A fazenda marinha passou a oferecer visitas guiadas, que mostram todas as etapas do cultivo e terminam com degustação no mar. O passeio custa cerca de R$ 750 por grupo.

Para Vinícius, o sucesso financeiro veio junto de algo maior: qualidade de vida. “Se der dinheiro, que bom. Mas estar feliz com o que está fazendo é a receita perfeita”, resume.

A trajetória mostra como identificar oportunidades locais, apostar em diferenciação e construir relacionamento com clientes pode transformar uma ideia simples em um negócio lucrativo — e com vista privilegiada.

O que está por trás da fazenda de ostras que levou ex-RH a faturar R$ 3,6 milhões — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Rodovia Baldicero Filomeno, 20.622 – Ribeirão da ilha – Florianópolis/SC – CEP : 88.064-002📞Telefone: (48) 9961-5050📧 E-mail: adm@paraisodasostras.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/paraiso.dasostras

📍 Endereço: Rua fidlga, 314 – Vila Madalena – São Paulo/SP – CEP: 05432-000📞Telefone/WhatsApp: (11) 3819-6282📸 Instagram: https://www.instagram.com/restaurantecais/

Há 6 horas Pernambuco PB tem duas mortes; vítimas foram eletrocutadasHá 6 horasBarco afunda no RS: uma pessoa morre e três desaparecemHá 6 horasMãe e filhos estão entre os 6 mortos em PE, estado mais atingido pelas chuvas

Há 4 horas Pernambuco Veja quem são as vítimas que morreram no Grande RecifeHá 4 horas’A gente está sofrendo’: vizinha lamenta mortes em famíliaHá 4 horasTodo Mundo no Rio 🇧🇷Shakira reúne 2 milhões em Copacabana, diz prefeitura

Há 2 horas Todo mundo no rio VÍDEO: Cantora mostra coreografia famosa em ‘Hips Don’t Lie’Há 2 horasVEJA: Shakira canta clássico ‘Estoy Aquí’Há 2 horasFOTOS: Grazi, Ivete, Thais Araújo e mais famosos posam em Copacabana

Há 3 horas Todo mundo no rio FOTOS: veja os looks e as poses de Shakira no palcoHá 3 horasFilhos da cantora com Piqué surgem cantando no telãoHá 3 horasHit!VÍDEO: Anitta e Shakira apresentam ‘Choka Choka’ em Copacabana

Há 3 horas G1 RJ VEJA: Caetano canta ‘O Leãozinho’ em participação especialHá 3 horas’Voz que atravessa gerações’, diz Shakira ao chamar BethâniaHá 3 horasIvete Sangalo sobe ao palco para cantar ‘País Tropical’Há 3 horasMais Shakira no Rio 👱🏼‍♀️🐺🎤

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

DF enfrenta risco fiscal e precisa de ajuste imediato e reformas estruturais, avaliam especialistas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 03:38

Distrito Federal DF enfrenta risco fiscal e precisa de ajuste imediato e reformas estruturais, avaliam especialistas Com déficit projetado de até R$ 4 bilhões até o final de 2026, avaliação aponta necessidade de ajustes rigorosos no curto prazo e mudanças estruturais a partir de 2027. Por Ygor Wolf, g1 DF — Brasília

O governo do Distrito Federal enfrenta um cenário fiscal delicado, com projeção de déficit que pode alcançar até R$ 4 bilhões até o fim de 2026.

Para especialistas, o quadro exige medidas urgentes de contenção de gastos neste ano e reformas estruturais no médio prazo para evitar o agravamento da crise.

Especialistas defendem que o governo priorize o cumprimento rigoroso das medidas já anunciadas. O ajuste fiscal em 2026 deve avançar com corte de despesas e revisão de contratos para reduzir gastos.

O governo do Distrito Federal enfrenta um cenário fiscal delicado, com uma projeção de déficit que pode alcançar até R$ 4 bilhões até o fim de 2026.

Para especialistas ouvidos pelo g1, o quadro exige medidas urgentes de contenção de gastos neste ano e reformas estruturais no médio prazo para evitar o agravamento da crise.

Segundo o professor de economia do Ibmec Brasília Renan Silva, a prioridade imediata deveria ser o cumprimento rigoroso das medidas já anunciadas pelo governo.

Entre elas, o decreto assinado na última semana que determina a renegociação de contratos com redução de até 25% nas despesas.

Além disso, o especialista destaca a importância do controle mensal do orçamento. “É vital que cada órgão respeite a liberação de apenas 1/12 do orçamento por mês para evitar descasamento financeiro”, afirma.

Na mesma linha, o economista César Bergo avalia que o ajuste ainda em 2026 precisaria avançar em três frentes principais, com foco direto na redução de gastos:

Corte de despesas administrativas: com enxugamento da máquina pública, revisão de gastos com pessoal e redução de despesas não essenciais, como eventos e patrocínios.Controle de contratos e terceirizações: reavaliar contratações e contratos, sem comprometer áreas prioritárias como saúde, educação e segurança.Revisão e renegociação de contratos: governo deveria renegociar valores, suspender serviços não iniciados e adiar despesas para melhorar o equilíbrio fiscal ainda neste ano.

“Há margem para economia, e esse esforço precisa ser feito ainda neste ano”, avalia o economista.

Para o médio prazo, já a partir do próximo mandato à frente do Palácio do Buriti, Renan Silva avalia que o DF precisará de reformas estruturais para melhorar o caixa.

"Na minha opinião, o foco deve estar na consolidação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) que já está em debate, priorizando a eficiência do gasto através da participação popular e da redução da dependência de créditos extraordinários", diz.

"Vale ressaltar que o orçamento total de R$ 74,4 bilhões para 2026 oferece uma base sólida. Na contrabalança, o fato de 64,6% desse montante estar comprometido com pessoal limita drasticamente o espaço para manobra", indica o professor.

Esse cenário restringe a capacidade do governo de ampliar investimentos ou reagir a crises, tornando as decisões fiscais mais complexas.

Mesmo com medidas já em curso, o economista afirma que o cenário mais provável ainda é preocupante.

Sem novas reformas estruturais, o DF pode enfrentar atrasos em pagamentos a fornecedores e até risco de insolvência – em bom português, risco de dar calote.

A avaliação leva em consideração a baixa disponibilidade de caixa do governo local, que já figura entre as piores do país.

Na avaliação de Bergo, a reorganização fiscal também dependerá de mudanças institucionais. Ele destaca a importância de uma atuação mais criteriosa da Câmara Legislativa na aprovação de projetos, com exigência de retorno econômico ou social das propostas.

O economista defende ainda maior participação da sociedade na elaboração do orçamento. Segundo ele, o tamanho da estrutura administrativa do DF é elevado e precisa ser reavaliado.

Ainda de acordo com Cesar Bergo, o DF não deve conseguir pagar todas as despesas contratadas para 2026. O que sobrar deve ser empurrado para o ano seguinte, na forma de "restos a pagar" – o que pressiona, desde já, as contas de 2027.

Para o economista, aconteça o que acontecer nas eleições de outubro, 2027 tende a ser um ano desafiador para a economia do DF – reflexo desse acúmulo de problemas fiscais.

O cenário atual não surgiu de forma repentina. Um estudo do ObservaDF, ligado à Universidade de Brasília (UnB), mostra que a fragilidade das contas públicas do DF remonta a 2015 e vem sendo agravada ao longo dos anos.

Segundo o levantamento, o principal problema não é o nível de endividamento, mas o fluxo de caixa.

O governo consome praticamente toda a receita arrecadada, sem formar reservas para investimentos ou para enfrentar crises.

Essa característica estrutural limita a capacidade de reação do DF diante de choques econômicos e ajuda a explicar por que o orçamento segue pressionado mesmo em períodos de maior arrecadação.

Além disso, o estudo aponta que a situação foi agravada pela crise envolvendo o Banco de Brasília (BRB), que pode gerar impacto fiscal bilionário e aumentar ainda mais a pressão sobre os cofres públicos.

Outro dado relevante é a baixa disponibilidade de caixa, que colocou o DF entre os piores resultados do país nesse indicador. Isso significa que o governo tem pouca margem para honrar compromissos e investir, especialmente em momentos de instabilidade.

Sem mudanças mais profundas na estrutura do orçamento — especialmente na rigidez das despesas obrigatórias — especialistas avaliam que a pressão fiscal tende a se transferir para os próximos governos.

No diagnóstico geral, o ajuste atual pode evitar um agravamento imediato da crise, mas não será suficiente para resolver o problema de forma definitiva.

A combinação de receitas voláteis, gastos rígidos e falta de reserva financeira mantém o DF em situação de vulnerabilidade, exigindo planejamento de longo prazo e reformas estruturais consistentes.

O estudo da UnB teve como objetivo objetivo analisar a situação fiscal do Governo do Distrito Federal (GDF) no período de 2015 a 2024, abrangendo as administrações conduzidas pelos governadores Rodrigo Rollemberg (2015–2018) e Ibaneis Rocha (2019–2024).

Durante o governo Rollemberg, o Distrito Federal enfrentou uma crise fiscal. Em 2015, o GDF identificou um déficit de R$ 6,5 bilhões para cobrir as despesas.

Isso levou o DF a atrasar salários, negar reajustes e cortar investimentos. As despesas superaram a arrecadação, resultando em um déficit de cerca de R$ 2,5 bilhões nas contas públicas do DF – isso, só no primeiro ano.

À época, o governo afirmou que as dívidas eram da gestão anterior, do governador Agnelo Queiroz (PT), que havia gasto mais e empenhado despesas sem ter os recursos necessários.

De acordo com o estudo, em 2024, o DF registrou o quarto pior resultado do país em disponibilidade de caixa líquida entre os estados, evidenciando a dificuldade de manter reservas financeiras para honrar compromissos e enfrentar imprevistos.

O documento afirma que a situação se agravou em 2026, último ano de mandato de Ibaneis Rocha (MDB), com sinais claros de "pressão sobre o caixa".

Logo no começo do ano, o governo publicou decreto que criou limite mensal para gastos públicos. Na última semana, a governadora Celina Leão editou novo decreto determinando corte em contratos.

Embora a capital apresente um baixo nível de endividamento, o estudo revelou que quase toda a sua receita é consumida por despesas correntes, resultando em uma classificação negativa de sua capacidade de pagamento (Capag).

🔎Conforme noticiado pelo g1, o DF está com nota baixa em Capacidade de Pagamento (Capag), um indicador usado pelo Tesouro Nacional para avaliar a saúde financeira de estados, municípios e da capital federal, e não poderá usar a União como garantidora de um eventual empréstimo.

O relatório enfatiza ainda que esse choque fiscal é particularmente grave porque o DF já apresenta uma fragilidade fiscal de fluxo.

Na prática, isso significa que a capital federal não tem margem financeira para absorver um impacto patrimonial da magnitude que o BRB pode representar.

As estimativas ainda estão sendo concluídas, mas apontam um possível rombo de até R$ 13 billhões.

Há 6 horas Pernambuco PB tem duas mortes; vítimas foram eletrocutadasHá 6 horasBarco afunda no RS: uma pessoa morre e três desaparecemHá 6 horasMãe e filhos estão entre os 6 mortos em PE, estado mais atingido pelas chuvas

Há 4 horas Pernambuco Veja quem são as vítimas que morreram no Grande RecifeHá 4 horas’A gente está sofrendo’: vizinha lamenta mortes em famíliaHá 4 horasTodo Mundo no Rio 🇧🇷Shakira reúne 2 milhões em Copacabana, diz prefeitura

Há 2 horas Todo mundo no rio VÍDEO: Cantora mostra coreografia famosa em ‘Hips Don’t Lie’Há 2 horasVEJA: Shakira canta clássico ‘Estoy Aquí’Há 2 horasFOTOS: Grazi, Ivete, Thais Araújo e mais famosos posam em Copacabana

Há 3 horas Todo mundo no rio FOTOS: veja os looks e as poses de Shakira no palcoHá 3 horasFilhos da cantora com Piqué surgem cantando no telãoHá 3 horasHit!VÍDEO: Anitta e Shakira apresentam ‘Choka Choka’ em Copacabana

Há 3 horas G1 RJ VEJA: Caetano canta ‘O Leãozinho’ em participação especialHá 3 horas’Voz que atravessa gerações’, diz Shakira ao chamar BethâniaHá 3 horasIvete Sangalo sobe ao palco para cantar ‘País Tropical’Há 3 horasMais Shakira no Rio 👱🏼‍♀️🐺🎤

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como a alta do petróleo afeta o dia a dia da economia global

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/05/2026 00:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

Os preços do petróleo bruto Brent subiram brevemente acima de US$ 126 por barril, atingindo seu nível mais alto desde o início da guerra na Ucrânia em 2022. — Foto: Getty Images via BBC

Os preços do petróleo subiram para o nível mais alto desde o início da guerra na Ucrânia em 2022, alimentando novas preocupações globais em meio a relatos de que os militares dos EUA darão ao presidente Donald Trump novas opções de ação contra o Irã.

De acordo com o site de notícias Axios, o Comando Central dos EUA elaborou planos para uma onda de ataques “curtos e poderosos” com o objetivo de romper o impasse nas negociações com Teerã. A BBC entrou em contato com o Pentágono e a Casa Branca para comentar.

Mas o impacto potencial vai muito além dos preços dos combustíveis. Especialistas dizem que o mecanismo é uma reação em cadeia: quando os preços do petróleo sobem, os efeitos se espalham por toda a economia global.

O aumento dos preços do petróleo “tem um efeito indireto não apenas no petróleo, mas nos produtos relacionados ao petróleo, na inflação e basicamente em todos os fatores do nosso dia a dia”, diz Naveen Das, analista sênior de petróleo da plataforma de dados e análises Kpler.

“Talvez comecemos a ver mais manchetes sobre tentativas de diminuir a escalada novamente”, acrescenta.

Esse é o ponto de partida. Os preços do petróleo bruto aumentam devido a preocupações com a oferta, conflito geopolítico ou especulação de mercado.

O petróleo Brent saltou brevemente quase 7% para mais de US$ 126 o barril, antes de voltar para cerca de US$ 116 nas negociações europeias. Os preços subiram nesta semana, com a paralisação dos esforços de paz. O estreito de Ormuz permanece fechado na prática, elevando os custos de combustível para os motoristas.

Antes do início do ataque dos EUA e de Israel ao Irã, o petróleo Brent estava sendo negociado em torno de US$ 70 o barril, cerca de 80% abaixo do pico de quinta-feira.

O petróleo bruto é um componente essencial da gasolina e do diesel, o que significa que os preços mais altos no atacado passam rapidamente para a bomba.

"O aumento dos preços dos fertilizantes será repassado por toda a cadeia de suprimentos", afirma Susannah Streeter, estrategista-chefe de investimentos da consultoria de investimentos Wealth Club — Foto: Getty Images via BBC

O petróleo não é usado apenas como combustível, mas também como insumo essencial em uma ampla gama de produtos. Como resultado, preços mais altos do petróleo bruto se traduzem em maiores custos de produção em setores como combustível de aviação, plásticos e embalagens, bem como produtos químicos e fertilizantes.

Governos de diferentes países vêm alertando que os consumidores podem enfrentar contas de energia, preços de alimentos e tarifas aéreas mais altas como resultado do conflito.

Algumas companhias aéreas já estão aumentando o preço das suas passagens aéreas ou cortando rotas. Os preços dos fertilizantes também estão subindo, o que pode eventualmente aumentar os custos dos alimentos.

Susannah Streeter, estrategista-chefe de investimentos da consultoria de investimentos Wealth Club, diz que os custos podem permanecer elevados até o próximo ano.

“Os embarques de ureia, usados como fertilizante, estão bloqueados — e os custos dispararam para agricultores de todo o mundo que não compraram estoques com antecedência”, diz ela.

“A preocupação é que esses custos sejam repassados pelas cadeias de suprimentos, elevando o preço dos produtos de uso diário ainda este ano e no próximo.”

Como quase tudo depende do transporte — alimentos, bens de consumo e matérias-primas — os custos mais altos de combustível aumentam diretamente as despesas de frete.

Quando se torna mais caro transportar mercadorias globalmente, as empresas normalmente repassam esses custos aos consumidores, aumentando a pressão sobre os preços de varejo.

Esses custos crescentes se acumulam em toda a economia global. À medida que a energia se torna mais cara, as empresas enfrentam custos operacionais mais altos, desde a operação de fábricas até o aquecimento de edifícios e o transporte de mercadorias.

Os preços dos alimentos também aumentam, porque o plantio, empacotamento e distribuição dependem de combustível e fertilizantes ligados ao petróleo. Produtos de uso diário, de roupas a eletrônicos, também se tornam mais caros de produzir e transportar.

À medida que esses aumentos se acumulam em vários setores ao mesmo tempo, as pressões de preços se tornam mais generalizadas e persistentes. Quando esse padrão continua ao longo do tempo, em vez de ser um pico de curto prazo, os economistas o descrevem como inflação — um aumento geral e sustentado do custo de vida.

“O mundo inteiro está enfrentando isso, alguns países mais, outros menos”, diz André Perfeito, economista brasileiro que lidera a consultoria APCE.

“O Brasil está sofrendo muito, por exemplo”, acrescenta, destacando que a inflação permaneceu persistentemente acima da meta do banco central nos últimos meses.

Depois de atingir um pico acima de 5% em meados de 2025, a inflação anual do Brasil diminuiu gradualmente, mas permaneceu elevada, oscilando em torno de 4,3% a 4,4% no início de 2026 — ainda perto do limite superior da meta.

Agora, espera-se que termine o ano em 4,86%, de acordo com a última previsão do Banco Central brasileiro, devido ao conflito no Oriente Médio.

Para os consumidores, isso acaba influindo na vida cotidiana de várias maneiras. As contas de supermercado aumentam, o deslocamento se torna mais caro e os custos de serviços públicos aumentam.

À medida que o custo de vida aumenta, os trabalhadores podem buscar salários mais altos para manterem seus padrões, o que pode aumentar a pressão inflacionária. Em resposta, os bancos centrais costumam subir as taxas de juros para controlar a inflação, tornando empréstimos mais caros e desencorajando gastos e tomada de crédito.

Em alguns países, como Paquistão e Bangladesh, o governo ordenou o fechamento de escolas para economizar combustível e reduzir custos.

“Não há muita maneira de pensar em uma solução de curto prazo. Não acredito que Trump vá amenizar isso, pelo menos por enquanto.”

Em seu mais recente relatório sobre o assunto, o Fundo Monetário Internacional (FMI) alerta que o conflito com o Irã corre o risco de tirar a economia global “do rumo”, com uma escalada prolongada aumentando o risco de uma recessão global.

Também pede que os bancos centrais sejam cautelosos ao aumentar as taxas de juros em resposta à inflação mais alta.

No entanto, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse à BBC News que uma “pequena dor econômica por semanas” era justificada se reduzisse o risco de o Irã desenvolver armas nucleares.

“Estou menos preocupado com as previsões de curto prazo, em nome da segurança de longo prazo”, disse ele.

Este texto foi traduzido e revisado por nossos jornalistas utilizando o auxílio de IA, como parte de um projeto piloto.

Há 3 horas Pernambuco PB tem duas mortes; vítimas foram eletrocutadasHá 3 horasBarco de pesca afunda no RS; 1 pessoa morre e há 3 desaparecidosHá 3 horasMãe e filhos estão entre os 6 mortos em PE, estado mais atingido pelas chuvas

Há 1 hora Pernambuco Veja quem são as vítimas que morreram no Grande RecifeHá 1 hora’A gente está sofrendo’: vizinha lamenta mortes em famíliaHá 1 horaGovernadora diz que vai declarar situação de emergênciaHá 1 horaLobacabana 🎤🎵Lobo, olhos piscando e ‘Te amo Brasil’: show de drones anuncia apresentação

Há 1 hora G1 RJ Show reúne 2 milhões em Copacabana, diz prefeituraHá 1 horaHit!VÍDEO: Anitta e Shakira apresentam ‘Choka Choka’ em Copacabana

Há 23 minutos G1 RJ ASSISTA: Shakira enlouque público com ‘Estoy aquí’Há 23 minutosVEJA: Cantora se declara para o público e uiva no palcoHá 23 minutosEntregou muito! FOTOS: veja os looks e as poses de Shakira no palco

Há 21 minutos Todo mundo no rio Filhos da cantora com Piqué surgem cantando no telãoHá 21 minutosFOTOS: Grazi, Ivete, Thais Araújo e mais famosos posam em Copacabana

Há 37 minutos Todo mundo no rio FOTO: imagem aérea mostra a imensidão do público em CopaHá 37 minutosTesouras, facas, estiletes: PM apreende 185 objetos proibidos antes de show

0

NO OLD POSTSPage 2 of 2NEXT POSTS