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Doris Fisher, cofundadora da rede Gap, morre aos 94 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 23:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

Foto de arquivo da primeira-dama da Califórnia, Anne Gust Brown (à esquerda) ao lado de Doris Fisher, fundadora da rede de lojas de roupas Gap Inc. — Foto: Hector Amezcua/Pool/Reuters

Doris Fisher, que cofundou a icônica rede de roupas Gap Inc. em 1969 ao lado de seu marido Don Fisher, morreu aos 94 anos. Fisher morreu no sábado (2) cercada por sua família, confirmou um porta-voz da empresa na segunda-feira. A companhia, com sede em San Francisco, não informou a causa da morte.

O casal fundou a Gap após uma experiência frustrante de compra, quando Don Fisher não conseguiu encontrar um jeans que servisse, segundo a varejista. Eles abriram uma pequena loja na Ocean Avenue, em San Francisco.

Inicialmente, apenas jeans masculinos da Levi's e fitas de música eram vendidos. Com o tempo, a marca se tornou a base de um império global do varejo e ajudou a moldar a moda americana com foco em roupas casuais simples, como calças cáqui, jeans, camisetas e conjuntos de suéter.

A rede se expandiu posteriormente para outras marcas, como Banana Republic e Old Navy, e hoje gera mais de US$ 15 bilhões em vendas globais.

Fisher atuou como responsável pela área de moda da empresa por quase quatro décadas, enquanto seu marido cuidava do lado empresarial. Segundo a companhia, foi ela quem criou o nome da marca, com a ideia de reduzir o “gap geracional” entre pais e filhos. Don Fisher morreu em 2009.

“Simplesmente não há igual a Doris Fisher”, afirmou o CEO e presidente da Gap, Richard Dickson, em comunicado divulgado na segunda-feira (4).

“Ela foi uma verdadeira original. Doris foi parceira integral na fundação da empresa e uma empreendedora pioneira em uma época em que isso era altamente incomum para mulheres. Ela entendia de perto o valor da autoexpressão, diversidade e inclusão.”

Dickson, que lidera um processo de recuperação da empresa após anos de queda nas vendas, disse ainda que Fisher “trabalhou incansavelmente para garantir que a Gap fosse mais do que uma vendedora de roupas”.

Os Fishers também atuaram em iniciativas filantrópicas. O casal reuniu uma das maiores coleções privadas de arte moderna e contemporânea dos Estados Unidos. Em 2009, a família doou mais de 1.100 obras ao San Francisco Museum of Modern Art, uma das maiores doações do tipo.

Doris Fisher também defendia o acesso à educação para estudantes de baixa renda. Ela integrou o conselho do Knowledge Is Power Program, uma rede de escolas charter voltada a ampliar oportunidades para alunos em situação de vulnerabilidade.

Nascida em San Francisco em 1931 como Doris Feigenbaum, cresceu em uma família “marcada por valores de empreendedorismo, cultura e serviço comunitário”, segundo a empresa. Formou-se em economia pela Stanford University em 1953.

Ela deixa três filhos – Robert, William e John — que deram continuidade aos compromissos empresariais e filantrópicos da família, além de 10 netos e 13 bisnetos.

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Terras Raras: relator propõe fundo com participação da União e incentivo fiscal para processar minério no país

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 20:44

Política Terras Raras: relator propõe fundo com participação da União e incentivo fiscal para processar minério no país Texto está na pauta da Câmara desta semana. União participará com até R$ 2 bilhões em fundo para estimular projetos na área. Crédito fiscal será proporcional à agregação de valor. Por Luiz Felipe Barbiéri, Guilherme Balza, g1 e GloboNews — Brasília

O relator do projeto que regulamenta a exploração de minerais críticos e estratégicos, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), apresentou nesta segunda-feira (4) um relatório que autoriza a criação de um fundo garantidor de até R$5 bilhões para estimular projetos na área.

O texto teve a urgência aprovada e está na pauta da Câmara dos Deputados desta semana, com previsão para ser analisado na terça-feira (5).

O texto autoriza a União a criar um fundo, do qual participará como cotista, no limite de R$2 bilhões. O fundo terá natureza privada.

Também serão cotistas outras empresas que tiverem receita a partir da pesquisa, lavra, beneficiamento e transformação dos minerais críticos e estratégicos.

O relator do projeto que regulamenta a exploração de minerais críticos e estratégicos, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), apresentou nesta segunda-feira (4) um relatório que autoriza a criação de um fundo garantidor de até R$5 bilhões para estimular projetos na área.

O texto teve a urgência aprovada e está na pauta da Câmara dos Deputados desta semana, com previsão para ser analisado na terça-feira (5).

💰 O texto autoriza a União a criar um fundo, do qual participará como cotista, no limite de R$2 bilhões. O fundo terá natureza privada.

🚜 Também serão cotistas outras empresas que tiverem receita a partir da pesquisa, lavra, beneficiamento e transformação dos minerais críticos e estratégicos.

“Esse fundo é muito importante. Quando recentemente o BNDES fez uma chamada sobre projetos vinculados a processamento e beneficiamento de minerais críticos, o volume foi muito significativo”, afirmou o relator.

Mina de terras raras em Minaçu (GO) é alvo de acordo bilionário entre empresa brasileira e americana; operação prevê expansão da produção e fornecimento por 15 anos — Foto: Divulgação/Serra Verde

O governo pediu ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que tente aprovar nessa semana o projeto sobre as terras raras e um projeto sobre o excedente de arrecadação com a alta do petróleo, em função da alta nos preços nos últimos dias.

Segundo fontes do governo, Lula quer chegar na reunião com Donald Trump, esta semana em Washignton, com o projeto das terras raras aprovado pelos deputados, pelo menos. O governo apoia o texto de Arnaldo Jardim.

Motta disse ao governo que vai avaliar a viabilidade. Argumentou que ainda está na fase de construção dos relatórios e que não poderia garantir que o texto fosse votado ainda esta semana.

Conforme o relator, o projeto cria condicionantes para desestimular a exportação de commodities e incentivar o processamento e agregação de valor no Brasil.

O texto não define, mas segundo o relator, abre a possibilidade de ser criar impostos para inibir a exportação

“Isso não é uma novidade. Hoje, pela legislação, o governo tem a possibilidade de estabelecer imposto sobre exportação. A legislação permite. Isso pode ser visto (Conselho Especial de Minerais Críticos e Estratégicos – CMCE) pontualmente para alguns minerais e outros não”, disse Jardim.

De acordo com o relator, os créditos podem ser concedidos para empresas que firmem contrato de longo prazo, de no mínimo cinco anos.

Somente terão acesso aos créditos os projetos considerados prioritários e o percentual do crédito fiscal concedido poderá ser proporcional à agregação de valor na cadeia dos minerais.

concentrados;concentrados em grau bateria;concentrados em grau adequado para a produção de ímãs permanentes para motores elétricos.

O texto fixa o que considera princípios de soberania nacional, da supremacia do interesse público e da segurança jurídica.

Segundo a proposta, o Conselho Especial de Minerais Críticos e Estratégicos (CMCE), instituído pelo projeto, fará uma análise prévia de operações societárias que impliquem a venda de mineradoras que atuam em áreas de minerais críticos e estratégicos.

contratos, acordos ou parcerias internacionais que envolvam fornecimento dos minerais críticos e estratégicos em condições que possam afetar a segurança econômica ou geopolítica do Brasil; alienação, cessão ou oneração de ativos minerais críticos e estratégicos pertencentes, direta ou indiretamente, à União.

As chamadas terras raras formam um grupo de 17 elementos químicos essenciais para o funcionamento de uma série de produtos modernos.

Conforme o texto, a lista de minerais será elaborada pelo Conselho Especial de Minerais Críticos e Estratégicos e revisada a cada 4 anos.

Apesar do nome, elas não são exatamente raras: estão espalhadas pelo mundo, mas geralmente em baixas concentrações, o que torna a extração economicamente desafiadora.

As terras raras fazem parte de um grupo mais amplo conhecido como minerais críticos. Entre eles estão o lítio, o cobalto, o níquel e o grafite, fundamentais para baterias de veículos elétricos, turbinas eólicas, painéis solares e semicondutores.

Esses minerais se tornaram ainda mais vitais para a economia global, porque podem ser usados no contexto da transição energética, incluída a mobilidade de baixo carbono, e do avanço da inteligência artificial e da digitalização das empresas.

Hoje, cerca de 70% da produção global de terras raras está concentrada na China, segundo dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). A principal mina do mundo é Bayan Obo, no norte do país.

Atualmente, o Brasil tem a maior reserva de nióbio do mundo, é o segundo em reservas de grafita, segundo em terras raras, com 21 milhões de toneladas e o terceiro maior em reservas de níquel.

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‘Tarde demais’: Trump publica imagem do presidente do banco central dos EUA sendo jogado no lixo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 18:44

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Donald Trump publicou, nesta segunda-feira (4), uma imagem de Jerome Powell caindo dentro de uma lata de lixo.

A relação entre Powell e o presidente norte-americano foi um verdadeiro cabo de guerra. Desde que o republicano tomou posse de seu segundo mandato, em janeiro de 2025, não poupou críticas ao banqueiro.

Trump insistiu diversas vezes em juros menores nos EUA, enquanto Powell se manteve resiliente às pressões. Em um ano e cinco meses, promoveu apenas três reduções — a última em dezembro do ano passado.

Pouco menos de uma semana após a última decisão de juros de Jerome Powell à frente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Donald Trump publicou, nesta segunda-feira (4), uma imagem de Powell caindo dentro de uma lata de lixo.

"“Tarde demais” é um DESASTRE para os EUA! Juros altos demais!", escreveu Trump na Truth Social.

LEIA MAIS: Fed mantém juros dos EUA na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano em última decisão com Powell na presidência

A relação entre Powell e o presidente norte-americano foi um verdadeiro cabo de guerra. Desde que o republicano tomou posse de seu segundo mandato, em janeiro de 2025, não poupou críticas ao banqueiro.

Trump insistiu diversas vezes em juros menores nos EUA, enquanto Powell se manteve resiliente às pressões. Em um ano e cinco meses, promoveu apenas três reduções — a última em dezembro do ano passado.

Trump criticou a decisão do Fed de manter os juros estáveis e afirmou que a instituição estaria “muito melhor se cortasse as taxas”.

No chamado “Dia da Libertação”, defendeu que juros menores ajudariam a economia a lidar com novas tarifas de importação.

Durante o primeiro encontro presencial na Casa Branca, Trump disse a Powell que ele cometia um “erro” ao não reduzir os juros.

Resposta de Powell: Ressaltou que decisões sobre a política monetária dependeriam apenas de dados econômicos e reafirmou em comunicado que o Fed age “conforme determina a lei… isento de influência política”.

Foto de arquivo: O presidente dos EUA, Donald Trump, observa Jerome Powell, seu indicado para presidir o Federal Reserve (Fed), durante discurso na Casa Branca, em Washington, EUA, em 2 de novembro de 2017. — Foto: REUTERS/Carlos Barria/Foto de arquivo

Trump intensificou ataques em redes sociais, chamando Powell de “burro” e “teimoso”, e sugeriu que o Congresso deveria agir contra ele.

Resposta de Powell: Em audiência no Congresso, ignorou os ataques pessoais e disse que “não precisamos ter pressa” para reduzir os juros devido à incerteza inflacionária.

Trump chamou Powell de “estúpido” e “cabeça oca”, afirmando que a política monetária estava “prejudicando as pessoas”.

Referiu-se a Powell como “chefe incompetente do Fed” e “cara ruim”, afirmando que ele sairia do cargo em poucos meses.

A Casa Branca classificou Powell como “mula de teimosia” por não reduzir as taxas enquanto a inflação permanecia acima da meta.

O conflito atingiu um novo patamar com a abertura de investigação criminal pelo Departamento de Justiça (DOJ) contra Powell, por suposta má administração e mentiras ao Congresso sobre reformas nos prédios do Fed.

Trump negou envolvimento direto na ação do DOJ, mas criticou Powell: “ele certamente não é muito bom no Fed e não é muito bom na construção de edifícios”.

Resposta de Powell: Em vídeo, acusou o governo de usar a investigação como “pretexto” para intimidação política e afirmou que “a ameaça de processos criminais é consequência do Fed definir as taxas com base no interesse público, não nas preferências do presidente”.

Trump disse à Reuters que não tinha planos imediatos de demitir Powell, mas que era “muito cedo” para decidir.

Após o Fed manter os juros entre 3,50% e 3,75%, Trump chamou Powell de “idiota” e disse que ele estava “prejudicando o país e a segurança nacional”, afirmando ainda que o Fed “está custando aos Estados Unidos centenas de bilhões de dólares por ano em juros totalmente desnecessários”.

Trump anunciou que indicaria um sucessor para Powell, cujo mandato termina em maio, com Kevin Warsh como principal cotado.

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Profissão Repórter Procura entra na última semana de inscrições; veja como participar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 17:44

Economia Midia e Marketing Profissão Repórter Procura entra na última semana de inscrições; veja como participar Candidatos terão oportunidade de entender o dia a dia da profissão. Aquele que se destacar poderá vivenciar uma experiência como repórter do Jornalismo da Globo. O novo quadro estreia no Fantástico no segundo semestre. Por Redação g1 — São Paulo

O "Profissão Repórter Procura", quadro que estreia no Fantástico no segundo semestre, entrou em sua última semana de inscrições. Os candidatos podem se inscrever até o próximo domingo, 10 de maio, por meio do site movimentoled.com.br.

O novo quadro vai colocar jovens repórteres diante dos desafios reais da profissão. Os candidatos farão reportagens na rua e nos estúdios, ao vivo, e serão avaliados por Caco Barcellos e por outros jornalistas da Globo.

Podem se inscrever estudantes de Jornalismo (ou Comunicação Social com ênfase em Jornalismo) que estejam no último ano da faculdade e que sejam maiores de 18 anos. É necessário ter disponibilidade para participar do projeto durante o mês de julho de 2026, período das gravações no Rio de Janeiro e em São Paulo. Para inscrição, o candidato deve enviar uma reportagem inédita sobre uma manifestação popular brasileira, como culinária, folclore, literatura, dança, artesanato ou música. O material pode ser gravado com celular, em formato horizontal, sem necessidade de equipamentos profissionais.

Em uma primeira fase, 20 estudantes serão selecionados pela Academia LED Globo – Jornalismo na Universidade para um pitching e entrevistas individuais com Caco e uma banca da Globo.

Desses, seis candidatos avançam para a seletiva que será exibida no novo quadro, composto por cinco episódios. A avaliação passa por critérios como as escolhas feitas em campo, a construção da narrativa, a relevância da pauta, a sensibilidade no trato com as histórias, entre outros fatores.

Além do resultado das reportagens, o quadro também acompanha os bastidores do processo de decisão, registrando as reflexões, dúvidas e debates que fazem parte do exercício do jornalismo diário.

A construção da reportagem acontece a partir das decisões que os candidatos tomam na rua, enfrentando imprevistos, limitações e escolhas editoriais reais. Cada episódio será inspirado em um programa do Jornalismo da Globo e Caco Barcellos estará presente em todos eles, recebendo jornalistas convidados para participar das análises e discussões.

Os estudantes selecionados vão viajar para São Paulo e Rio de Janeiro com tudo pago e encarar desafios inspirados no trabalho de jornalistas da Globo, além de participar de workshops e conversas com repórteres, apresentadores e editores. Aquele que se destacar terá uma oportunidade de trabalhar como jornalista da Globo. 

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Musk buscou acordo com OpenAI antes de julgamento, mostra processo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 15:57

Tecnologia Musk buscou acordo com OpenAI antes de julgamento, mostra processo Disputa envolve acusações de desvio de missão e pedido bilionário contra a OpenAI; troca de mensagens com Elon Musk e Greg Brockman elevou a tensão às vésperas do julgamento. Por Reuters

Elon Musk entrou em contato com o presidente da OpenAI, Greg Brockman, para avaliar o interesse em um acordo dois dias antes do início de um julgamento nos Estados Unidos.

O bilionário acusa da criadora do ChatGPT de ter traído sua missão original de desenvolver inteligência artificial sem fins lucrativos.

Musk afirmou na quinta-feira passada que leu apenas o título de um termo de compromisso de 2017 relacionado à mudança da OpenAI de uma estrutura sem fins lucrativos para uma organização com fins lucrativos.

O fundador da SpaceX está buscando mudanças na liderança da OpenAI e US$150 bilhões em indenizações da empresa e da Microsoft, uma das maiores investidoras da criadora do ChatGPT.

Elon Musk chega ao tribunal para o julgamento contra a OpenAI. — Foto: Godofredo A. Vásquez/AP Photo

Elon Musk entrou em contato com o presidente da OpenAI, Greg Brockman, para avaliar o interesse em um acordo dois dias antes do início de um julgamento nos Estados Unidos em que o bilionário acusa da criadora do ChatGPT de ter traído sua missão original de desenvolver inteligência artificial sem fins lucrativos.

Quando Brockman sugeriu que ambas as partes desistissem de suas reclamações, Musk teria dito: "Até o final desta semana, você e Sam serão os homens mais odiados dos EUA. Se você insistir, assim será", segundo consta em um novo documento incorporado ao processo após ser apresentado no domingo. O bilionário se referiu a Sam Altman, presidente-executivo da OpenAI.

Musk afirmou na quinta-feira passada que leu apenas o título de um termo de compromisso de 2017 relacionado à mudança da OpenAI de uma estrutura sem fins lucrativos para uma organização com fins lucrativos.

O bilionário afirma que os líderes da OpenAI lucraram indevidamente com suas contribuições de caridade, quando a empresa ainda operava em um esquema sem fins lucrativos.

O fundador da SpaceX está buscando mudanças na liderança da OpenAI e US$150 bilhões em indenizações da empresa e da Microsoft, uma das maiores investidoras da criadora do ChatGPT.

O julgamento perante a juíza distrital dos EUA Yvonne Gonzalez Rogers em Oakland, Califórnia, começou em 28 de abril e deve durar várias semanas, com um veredicto podendo ocorrer em meados deste mês.

Musk, seu advogado e a OpenAI não responderam imediatamente a pedidos da Reuters para comentar o assunto.

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Desenrola 2.0: programa prevê desconto de dezenas de bilhões de reais para devedores do Fies

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 14:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,31%Dólar TurismoR$ 5,1630,16%Euro ComercialR$ 5,809-0,06%Euro TurismoR$ 6,052-0,2%B3Ibovespa185.692 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,31%Dólar TurismoR$ 5,1630,16%Euro ComercialR$ 5,809-0,06%Euro TurismoR$ 6,052-0,2%B3Ibovespa185.692 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,31%Dólar TurismoR$ 5,1630,16%Euro ComercialR$ 5,809-0,06%Euro TurismoR$ 6,052-0,2%B3Ibovespa185.692 pts-0,87%Oferecido por

O governo divulgou que, por meio do Desenrola 2.0, pretende dar um desconto bilionário a estudantes com dívidas vencidas há mais de um ano no Fies.

Serão concedidos descontos de 77% para dívidas vencidas e não pagas há mais de 360 dias de estudantes fora do CadÚnico, e de 99% para estudantes inscritos no CadÚnico.

As regras estão em uma medida provisória que foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta segunda-feira.

Segundo a equipe econômica, mais de um milhão de estudantes serão beneficiados com a renegociação de suas dívidas.

O governo divulgou nesta segunda-feira (4) que por meio do Desenrola 2.0, novo programa de renegociação de dívidas, pretende dar um desconto bilionário a estudantes com dívidas vencidas há mais de um ano no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Pela proposta, serão concedidos descontos de 77% para dívidas vencidas e não pagas há mais de 360 dias de estudantes que não estão inscritos no Cadastro Único Para Programas Sociais (CadÚnico), e de 99% para estudantes inscritos no cadastro.

As regras estão em uma medida provisória que foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta segunda-feira.

Assim que publicadas, medidas provisórias entram em vigor, mas posteriormente precisam ser ratificadas pelo Congresso Nacional.

Segundo a equipe econômica, mais de um milhão de estudantes serão beneficiados com a renegociação de suas dívidas.

De acordo com dados do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, encaminhada em abril ao Congresso Nacional, a dívida do Fies somou R$ 90 bilhões no fim do ano passado.

Desse valor total, R$ 61 bilhões estão com o débito vencido há mais de um ano, situação na qual, pelo programa de renegociação de dívidas divulgado nesta segunda-feira, haverá um desconto de 77% a 99%.

O próprio governo avalia, no projeto da LDO, que os valores devidos pelos estudantes são de difícil recuperação.

"De acordo com os critérios estabelecidos para a classificação de cada operação de crédito em função dos dias de atraso desconsiderando o impacto de eventuais instrumentos mitigadores de risco, o valor do ajuste para perdas estimadas no âmbito do Fies, para fins contábeis, alcançou cerca de R$ 56 bilhões para os contratos celebrados até 2017", diz o governo.

Um milhão de estudantes serão beneficiados com descontos em dívidas do Fies, diz governo — Foto: Reprodução/TV Globo

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Cinco pontos sobre o Novo Desenrola, pacote de medidas para reduzir o endividamento lançado pelo governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 14:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,31%Dólar TurismoR$ 5,1630,16%Euro ComercialR$ 5,809-0,06%Euro TurismoR$ 6,052-0,2%B3Ibovespa185.692 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,31%Dólar TurismoR$ 5,1630,16%Euro ComercialR$ 5,809-0,06%Euro TurismoR$ 6,052-0,2%B3Ibovespa185.692 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,31%Dólar TurismoR$ 5,1630,16%Euro ComercialR$ 5,809-0,06%Euro TurismoR$ 6,052-0,2%B3Ibovespa185.692 pts-0,87%Oferecido por

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta segunda-feira (4/5) a Medida Provisória do Novo Desenrola Brasil, pacote de medidas para a renegociação de dívidas, também chamado de Desenrola 2.0.

Em março, o Brasil atingiu 82,8 milhões de endividados, o maior número de inadimplentes em toda a série histórica da avaliadora de crédito Serasa.

Uma das medidas será liberar parte do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que trabalhadores possam quitar suas dívidas.

O público-alvo do programa são aqueles ganham até cinco salários-mínimos mensais, ou seja, R$ 8.105.

Em março, o Brasil atingiu 82,8 milhões de endividados, o maior número de inadimplentes em toda a série histórica da avaliadora de crédito Serasa — Foto: Getty Images via BBC

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta segunda-feira (4/5) a Medida Provisória do Novo Desenrola Brasil, pacote de medidas para a renegociação de dívidas, também chamado de Desenrola 2.0.

Em março, o Brasil atingiu 82,8 milhões de endividados, o maior número de inadimplentes em toda a série histórica da avaliadora de crédito Serasa.

"Estamos tentando encontrar uma fórmula de tirar a corda do pescoço dessa gente", disse Lula, no lançamento do programa, mencionando que parte da população se endividou durante a pandemia de covid-19 e ainda não conseguiu se livrar da dívida.

Uma das medidas será liberar parte do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que trabalhadores possam quitar suas dívidas.

O público-alvo do programa são aqueles ganham até cinco salários-mínimos mensais, ou seja, R$ 8.105.

Podem entrar na renegociação dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 e que estejam atrasadas entre 90 dias e 2 anos, com cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

Desenrola 2.0: programa prevê desconto de dezenas de bilhões de reais para devedores do FiesDesenrola 2.0: estudantes do Fies podem ter descontos de até 99% com novo programa; veja regras'Desenrola 2.0': dívidas de até R$ 100 serão desnegativadas pelos bancos

A primeira etapa do Desenrola Brasil começou em julho de 2023 para quem tinha débitos com bancos e renda mensal bruta de até R$ 20 mil.

Agora, além da mudança de faixa salarial do público-alvo, uma das novidades será a possibilidade de usar parte do FGTS para quitar a dívida.

Pelas regras, o trabalhador poderá usar 20% do saldo da conta para pagar parcial ou integralmente dívidas.

Para garantir que os recursos serão mesmo destinados à quitação das dívidas, a Caixa Econômica Federal deverá fazer a transferência do FGTS direto para o banco em que o trabalhador tem débitos.

Os descontos para a renegociação das dívidas vão de 30 a 90%, de acordo com a linha de crédito e o prazo. A taxa de juro máxima é de 1,99% ao mês e haverá até 48 meses de prazo para pagar.

O limite da nova dívida (após descontos) é, no máximo, R$ 15 mil por pessoa, por instituição financeira. E cabe aos bancos aderirem ou não ao programa.

O programa também prevê contrapartidas: o endividado terá o CPF bloqueado em casas de apostas por 12 meses.

Para oferecer garantias às instituições financeiras que participarem do programa, o governo prevê utilizar recursos do Fundo de Garantia de Operações (FGO)

Para isso, o governo deve fazer um aporte de R$ 5 bilhões, que serão somados aos R$ 2 bilhões que já estão disponíveis no fundo. Além disso, serão utilizados entre R$ 5 e R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos.

Esses recursos esquecidos — ou não resgatados — estão atualmente disponíveis na tesouraria das instituições financeiras, como devolução de tarifas cobradas indevidamente e não resgatadas, contas pré- ou pós-pagas encerradas com saldo, entre outras.

O Ministério da Fazenda vai publicar um edital para que interessados possam reclamar os recursos no período de 30 dias. Os recursos não reclamados serão utilizados para o FGO.

Na primeira edição do Desenrola, anunciado em 2023 e que durou até maio de 2024, foram renegociados R$ 53,2 bilhões em empréstimos de 15 milhões de pessoas.

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, esta edição do Desenrola foi dividida em quatro categorias voltadas para famílias, estudantes — por meio do Financiamento Estudantil (FIES) — empresas e agricultores rurais.

Dívidas vencidas e não pagas há mais de 90 dias: se o pagamento for à vista, desconto de 12% da dívida, além de desconto da totalidade dos juros e multas.

Para pagamentos parcelados, é possível dividir em até 150 vezes e obter desconto da totalidade dos juros e multas.

Dívidas vencidas e não pagas há mais de 360 dias de estudantes fora do CadÚnico: desconto de até 77% do valor total da dívida, dos juros e multa, com liquidação integral do saldo devedor.

Dívidas vencidas e não pagas há mais de 360 dias de estudantes do CadÚnico: desconto de até 99% do valor total da dívida, dos juros e multa, com liquidação integral do saldo devedor.

Para as microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil, o programa concederá carência para o início do pagamento das parcelas de até 24 meses. Anteriormente, esse prazo era de 1 ano.

O prazo máximo da quitação da dívida subiu de 72 para 96 meses e a tolerância no atraso para concessão de novos créditos, de 14 para 90 dias.

Haverá também o aumento do valor total do crédito, de 30% do faturamento (com teto de R$ 150 mil) para 50% (com novo teto em R$ 180 mil).

Para empresas lideradas por mulheres, o limite sobe de 50% do faturamento para 60% (com novo teto em R$ 180 mil).

Para atender micro e pequenas empresas, ou seja, empresas com faturamento anual até R$ 4,8 milhões por ano, as alterações são as mesmas, com a diferença do aumento do valor total do crédito, de R$ 250 mil para R$ 500 mil.

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Desenrola 2.0 amplia limites, carência e prazos para micro e pequenas empresas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 14:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1620,12%Euro ComercialR$ 5,809-0,05%Euro TurismoR$ 6,052-0,2%B3Ibovespa185.692 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1620,12%Euro ComercialR$ 5,809-0,05%Euro TurismoR$ 6,052-0,2%B3Ibovespa185.692 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1620,12%Euro ComercialR$ 5,809-0,05%Euro TurismoR$ 6,052-0,2%B3Ibovespa185.692 pts-0,87%Oferecido por

O governo propôs nesta segunda-feira (4), por meio do "Novo Desenrola" — também chamado de "Desenrola 2.0"— programa de renegociação de dívidas, novas regras para linhas de crédito específicas para micro e pequenas empresas, que contam com juros subsidiados.

Para as microempresas que faturam até R$ 360 mil por ano, o Procred, linha que pode ser buscada nos bancos, terá essas mudanças:.

Já para as micro e pequenas empresas com faturamento anual até R$ 4,8 milhões por ano, o Pronampe, linha que pode ser buscada nos bancos, terá essas mudanças:.

O Desenrola 2.0 é um programa do governo federal criado para ampliar a renegociação de dívidas de pessoas físicas, estudantes e micro e pequenas empresas, com foco na redução da inadimplência e na recuperação financeira desses grupos.

O governo propôs nesta segunda-feira (4), por meio do "Novo Desenrola" — também chamado de "Desenrola 2.0"— programa de renegociação de dívidas, novas regras para linhas de crédito específicas para micro e pequenas empresas, que contam com juros subsidiados.

Para as microempresas que faturam até R$ 360 mil por ano, o Procred, linha que pode ser buscada nos bancos, terá essas mudanças:

A carência irá de máximos 12 para 24 meses. É mais fôlego ao microempreendedor que precisou de crédito;O prazo máximo da operação subirá de 72 para 96 meses, diluindo o peso do pagamento da dívida no caixa do microempreendedor;A tolerância no atraso para concessão de novos créditos subirá de 14 dias para 90 dias;Aumento do valor total do crédito de 30% do faturamento (com teto de R$ 150 mil) para 50% (com novo teto em R$ 180 mil); Para empresas lideradas por mulheres, o limite sobe de 50% do faturamento para 60% (com novo teto em R$ 180 mil).

Já para as micro e pequenas empresas com faturamento anual até R$ 4,8 milhões por ano, o Pronampe, linha que pode ser buscada nos bancos, terá essas mudanças:

A carência sairá de até 12 meses para até 24 meses, dando fôlego ao quem precisou de crédito;O prazo máximo da operação subirá de 72 para 96 meses, diluindo o peso do pagamento da dívida no caixa da empresa;A tolerância no atraso para concessão de novos créditos subirá de 14 dias para 90 dias;Aumento do valor total do crédito de R$ 250 mil para R$ 500 mil.

Lula assina medida provisória do Desenrola 2.0. — Foto: Ricardo Stuckert/ Presidência da República

O Desenrola 2.0 é um programa do governo federal criado para ampliar a renegociação de dívidas de pessoas físicas, estudantes e micro e pequenas empresas, com foco na redução da inadimplência e na recuperação financeira desses grupos.

A nova fase do programa prevê descontos expressivos em contratos do Fies, com potencial de abatimento de dezenas de bilhões de reais, além de condições mais favoráveis para micro e pequenas empresas, como aumento dos limites de renegociação, prazos mais longos e períodos de carência ampliados.

O programa também autoriza o uso de parte do saldo do FGTS para a quitação de dívidas, seguindo regras específicas, e prevê a utilização de recursos classificados como valores esquecidos para ajudar a custear as renegociações, com reserva de uma parcela para eventuais pedidos de resgate.

Segundo o governo, a iniciativa busca aliviar o orçamento de famílias e empreendedores endividados, facilitar a regularização de débitos em atraso e permitir a retomada do acesso ao crédito em condições mais sustentáveis.

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Desenrola 2.0: veja perguntas e respostas sobre o novo programa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 14:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,31%Dólar TurismoR$ 5,1630,16%Euro ComercialR$ 5,809-0,06%Euro TurismoR$ 6,052-0,2%B3Ibovespa185.692 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,31%Dólar TurismoR$ 5,1630,16%Euro ComercialR$ 5,809-0,06%Euro TurismoR$ 6,052-0,2%B3Ibovespa185.692 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,31%Dólar TurismoR$ 5,1630,16%Euro ComercialR$ 5,809-0,06%Euro TurismoR$ 6,052-0,2%B3Ibovespa185.692 pts-0,87%Oferecido por

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (4) o Novo Desenrola Brasil, em uma tentativa de reduzir o nível de endividamento das famílias e reorganizar o acesso ao crédito no país.

A proposta combina renegociação de dívidas com a oferta de crédito mais barato, mirando principalmente pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105.

A expectativa da equipe econômica é que até R$ 58 bilhões em débitos sejam renegociados, incluindo dívidas antigas e recentes.

O que é o Novo Desenrola Brasil?Quem pode participar?Quais são as frentes do programa?O que é o Desenrola Famílias?Quais dívidas entram na renegociação?Quais são as condições oferecidas?Onde o consumidor deve buscar o programa?O que muda para quem tem dívidas pequenas?Há contrapartidas para quem participa?O que muda para os bancos?Como funciona o Desenrola Fies?Quais são os descontos para o Desenrola Fies?O que é o Desenrola Empresas?O que é o Desenrola Rural?Qual é o papel do Fundo Garantidor de Operações (FGO)?De onde vêm os recursos do fundo?O FGTS pode ser usado na renegociação?

O Novo Desenrola Brasil é uma iniciativa nacional, com duração de 90 dias, voltada à renegociação de dívidas em atraso. A proposta é facilitar a regularização da situação financeira dos consumidores, com possibilidade de reduzir o valor devido e recuperar o acesso ao crédito.

O programa também define novas condições para os acordos, com descontos e limites para os juros nas dívidas renegociadas. Além disso, estimula a troca de débitos mais caros por opções com custos menores, o que pode ajudar a aliviar o orçamento no dia a dia.

Poderão participar do Desenrola Famílias todos os brasileiros endividados e que tenham renda máxima de até cinco salários-mínimos (R$ 8.105).

Além disso, estudantes que tenham dívidas em atraso há mais de 90 dias também poderão renegociar débitos por meio do Desenrola Fies.

O Desenrola 2.0 reúne diferentes iniciativas, cada uma voltada a um público específico. Entre elas estão:

👨‍👩‍👧‍👦 Desenrola Famílias🎓 Desenrola Fies🏢 Desenrola Empresas🌾 Desenrola Rural

Além disso, o pacote inclui mudanças nas regras do crédito consignado para aposentados, pensionistas do INSS e servidores públicos.

A proposta é permitir a renegociação de débitos bancários e não bancários por meio da contratação de um novo crédito, com garantia pública, para quitar dívidas antigas com custo mais elevado.

Podem aderir brasileiros com renda mensal de até cinco salários mínimos (R$ 8.105) que tenham dívidas atrasadas.

Contratadas até 31 de janeiro de 2026Com atraso entre 90 dias e dois anosRelacionadas a cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal

Descontos que variam de 30% a 90%Taxa máxima de juros de 1,99% ao mêsPrazo de até 48 mesesCarência de até 35 dias

A adesão será feita diretamente pelos canais oficiais dos bancos. O governo não centraliza a contratação.

Pessoas com dívidas de até R$ 100 terão o nome retirado automaticamente dos cadastros de inadimplência. Quem renegociar também terá o nome limpo após o acordo.

Uma das medidas previstas é o bloqueio do CPF do beneficiário em plataformas de apostas por 12 meses, como forma de reduzir o risco de novo endividamento.

Destinar parte dos recursos para educação financeiraRestringir o uso de crédito para apostasGarantir a retirada do nome de quem renegociar dívidas

Voltado a estudantes com dívidas em atraso, o programa prevê descontos conforme o tempo de inadimplência e a participação em programas sociais.

Pagamento à vista com eliminação de juros e multas e desconto no principalParcelamento com retirada de juros e multasReduções maiores para dívidas antigas, podendo chegar a até 99%

Carência máxima sobe de 12 para até 24 meses;Prazo de pagamento sobe de 72 para até 96 meses; Tolerância máxima de atraso sobe de 14 para 90 dias; Valor total de crédito para microempresas do Procred sobe de até R$ 150 mil para até R$ 180 mil;Valor total de crédito para micro e pequenas empresas do Pronampe sobe de R$ 250 mil para R$ 500 mil.

Voltado a agricultores familiares inadimplentes, o programa busca regularizar dívidas e facilitar o acesso ao crédito rural.

A iniciativa já alcançou mais de 500 mil agricultores e pode chegar a até 1,3 milhão de produtores familiares.

O FGO funciona como uma garantia para os bancos que concedem o novo crédito. Isso reduz o risco das operações e permite a oferta de juros mais baixos.

O fundo será abastecido por recursos já disponíveis, novos aportes e valores esquecidos por consumidores em instituições financeiras.

Esses valores incluem saldos de contas encerradas e cobranças indevidas, com parte reservada para eventuais resgates futuros.

Dinheiro, real, economia, salário mínimo, pagamento, PIB, reais, auxílio, notas, dívidas, contas, endividamento — Foto: Natalia Filippin/G1

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Há 14 minutos Saúde Cepa do vírus é transmitida por roedores; entendaHá 14 minutosOMS considera ‘baixo’ o risco de propagação do hantavírusHá 14 minutosGuerra no Oriente MédioEmirados Árabes e Omã relatam ataques do Irã; EUA destroem barcos em Ormuz

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Setor bancário cita ‘grande preocupação’ com suspensão do consignado do INSS

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 13:03

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%Oferecido por

Empréstimo consignado: veja o que muda com nova regra para quem tem desconto direto no salário ou na aposentadoria — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Entidades do setor bancário manifestaram nesta segunda-feira (04) "grande preocupação, surpresa e insegurança" com a decisão do Tribunal de Contas da União, na semana passada, que suspendeu todas as modalidades de crédito consignado do INSS.

"É indispensável mitigar riscos de fraudes, coibir contratações indevidas e corrigir fragilidades operacionais no ecossistema do consignado", afirmaram a Associação Brasileira de Bancos (ABBC), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Zetta, associação que reúne fintechs e instituições de pagamento.

"No entanto, a paralisação do consignado do INSS, por decisão inesperada do poder público, interrompe um mercado regulado que movimenta cerca de R$100 bilhões por ano, com aproximadamente R$9 bilhões em descontos mensais, e penaliza sobretudo uma população de baixa renda e alta vulnerabilidade financeira."

Na última quarta-feira (29), decisão cautelar do TCU determinou ao INSS e às instituições financeiras conveniadas a suspensão temporária da concessão de novos empréstimos consignados aos beneficiários do sistema previdenciário até que sejam implantadas e comprovadas travas de segurança e controles automatizados no sistema eConsignado, bem como suspensão das modalidades cartão de crédito consignado e cartão consignado de benefício.

Na nota conjunta, ABBC, a Febraban e a Zetta citam que cerca de 4 em cada 10 aposentados e pensionistas — aproximadamente 17 milhões de beneficiários do INSS — têm empréstimos consignados e que a carteira total do consignado do INSS (empréstimos e cartão) reúne 65,4 milhões de contratos ativos e R$283,9 bilhões em crédito.

Também citam que a taxa média do consignado do INSS é de 1,82% ao mês, uma das mais baixas disponíveis para os segmentos de menor renda.

As entidades também afirmaram ser indispensável calibrar as medidas para proteger o planejamento financeiro dos beneficiários e assegurar a estabilidade e a previsibilidade de um ecossistema regulado, com contratos vigentes e múltiplos participantes, públicos e privados.

A ABBC, a Febraban e a Zetta destacaram que buscarão a modulação dos efeitos da decisão cautelar, com base em um compromisso firme das instituições financeiras associadas de continuar implementando, de forma gradual e verificável, todas as medidas e controles compatíveis com o racional definido pelo Tribunal.

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