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‘Desenrola 2.0’: dívidas de até R$ 100 serão desnegativadas pelos bancos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 13:03

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,8120,01%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.200 pts-0,6%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,8120,01%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.200 pts-0,6%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,8120,01%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.200 pts-0,6%Oferecido por

Por Aline Freitas, Alexandro Martello, Kellen Barreto, Mariana Assis, Thiago Resende, g1 e TV Globo — Brasília

O "Novo Desenrola Brasil", anunciado pelo governo federal nesta segunda-feira (4), prevê que as instituições financeiras vão desnegativar devedores com dívidas de até R$ 100.

Ou seja, esses devedores não estarão mais com o "nome sujo". A medida foi anunciada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Segundo ele, o programa é favorável para os bancos que as dívidas sejam renegociadas porque passam a receber um dinheiro que antes não receberiam.

O "Novo Desenrola Brasil", anunciado pelo governo federal nesta segunda-feira (4), prevê que as instituições financeiras vão desnegativar devedores com dívidas de até R$ 100. Ou seja, eles não estarão mais com o "nome sujo".

Atualização: anteriormente, o ministro da Fazenda Dario Durigan falou, durante o lançamento do programa, que as dívidas de até R$ 100 seriam perdoadas. Mais tarde, porém, a informação foi corrigida pelo Secretário do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron. Ele afirmou que o nome dos devedores serão apenas desnegativados. Ou seja, a dívida continua válida, mas o devedor não ficará mais com o nome sujo.

Destinar à educação financeira o equivalente a 1% do valor que for renegociado;Proibir o envio de recursos a casas de apostas via cartão de crédito, crédito parcelado, pix crédito e pix parcelado;

Segundo o ministro, é favorável para os bancos que as dívidas sejam renegociadas porque passam a receber um dinheiro que antes não receberiam. Por conta disso, as instituições financeiras enfrentam contrapartidas com o programa.

O "Novo Desenrola Brasil", também chamado de "Desenrola 2.0", consiste em um pacote de medidas para reduzir o endividamento da população brasileira — que está em níveis historicamente elevados.

Uma delas é a liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que trabalhadores possam quitar suas dívidas.

O programa tem como público-alvo os brasileiros que ganham até cinco salários-mínimos, ou seja, R$ 8.105.

A medida provisória (MP) foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta manhã, com previsão de publicação ainda nesta segunda em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

Pelas regras, será possível usar até 20% do saldo disponível do FGTS, ou até R$ 1 mil (o que for maior), para pagar débitos.

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o programa foi dividido em quatro categorias voltadas para:

"Desenrola família é a principal linha, com simplificação. Quem tem renda até cinco salários mínimos vai ter acesso franqueado. Seja do cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal, procure seu banco", afirmou o ministro.

💰 Para garantir que os recursos serão mesmo usados para quitar dívidas, a Caixa deverá transferir o dinheiro do FGTS direto para o banco em que o trabalhador tem débitos.

Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou, na última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

➡️Os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os descontos variarão de acordo com a linha de crédito e com o prazo. Será disponibilizada uma calculadora para os trabalhadores saberem o desconto.

O governo pretende usar um fundo com recursos públicos para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, o dinheiro da União vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito.

Para formar esse fundo, o governo buscará de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos. Também será realizado um novo aporte de até R$ 5 bilhões pelo governo.

Também ficou definido que quem renegociar a dívida dentro do programa ficará impedido de fazer apostas em jogos online por um ano.

"É maravilhoso que a gente queira comprar alguma coisa, mas é importante que façam suas dividas mas não percam de vista suas condições de pagamento", afirmou Lula durante coletiva.

"Estamos  tentando corrigir, e já fizemos outras vezes. Esse país vem se endividando há muito tempo, a Covid também fez as pessoas se endividarem por necessidade mesmo. Estamos tentando uma fórmula de tirar a corda do pescoço dessa gente, para respirar normal, voltar a sonhar, e ter o nome limpo na praça", prosseguiu o presidente.

Estudo mostra que primeira edição do Desenrola reduziu inadimplência das famílias de baixa renda de forma relevante, mas efeito se dissipou após 18 meses — Foto: Ministério da Fazenda

O detalhamento do programa ocorre em um momento em que o governo federal busca reforçar agendas de impacto direto no cotidiano da população em meio a um cenário político adverso no Congresso e à aproximação das eleições de 2026.

Após uma sequência de derrotas no Legislativo e com dificuldades para avançar em pautas estruturais, a estratégia do Planalto tem sido apostar em medidas econômicas de execução mais rápida e com efeito perceptível sobre renda, crédito e consumo.

Programas voltados à renegociação de dívidas e à retirada de restrições no CPF são avaliados internamente como instrumentos capazes de recuperar apoio entre eleitores mais afetados pelo endividamento, reduzir a dependência de negociações no Parlamento e fortalecer a narrativa de reconstrução econômica e social que o governo pretende apresentar no ciclo eleitoral.

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Com dívida em alta recorde, governo lança novo Desenrola; veja o raio-x da inadimplência no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 13:03

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%Oferecido por

O avanço do endividamento das famílias brasileiras voltou ao centro das preocupações da economia e já mobiliza bancos, varejistas e o governo.

Em fevereiro, o indicador atingiu 49,9% da renda — o maior nível da série histórica do Banco Central do Brasil(BC), iniciada em 2005.

É nesse cenário que o governo lança, nesta segunda-feira (4), o “Novo Desenrola Brasil”, um pacote para destravar renegociações e aliviar o peso das dívidas.

A medida chega em um momento de forte expansão do crédito: hoje, 130 milhões de pessoas — cerca de 74% da população com relacionamento bancário — têm limite disponível.

O avanço do endividamento das famílias brasileiras voltou ao centro das preocupações da economia e já mobiliza bancos, varejistas e o governo. Em fevereiro, o indicador atingiu 49,9% da renda — o maior nível da série histórica do Banco Central do Brasil (BC), iniciada em 2005.

É nesse cenário que o governo lança, nesta segunda-feira (4), o “Novo Desenrola Brasil”, um pacote para destravar renegociações e aliviar o peso das dívidas.

A medida chega em um momento de forte expansão do crédito: hoje, 130 milhões de pessoas — cerca de 74% da população com relacionamento bancário — têm limite disponível.

Em quatro anos, 32 milhões passaram a acessar esses produtos, um salto de 34%, segundo o relatório de Cidadania Financeira, do BC.

No fim de 2024, mais de 73 milhões de brasileiros estavam com o nome negativado, segundo dados do Banco Central. As dívidas com bancos e cartões de crédito concentram 27,4% desse total. Em março deste ano, esse n[umero chegou a 82,8 milhões de pessoas, segundo a Serasa.

Além disso, o número de pessoas com dificuldades mais graves para pagar dívidas também cresceu. Em dezembro, cerca de 16% dos brasileiros com crédito ativo estavam com atrasos superiores a 90 dias.

Entre 2020 e 2024, esse grupo aumentou em 6 milhões de pessoas, chegando a 18,9 milhões — um avanço de 47% no período, acima do crescimento do acesso ao crédito.

41 a 60 anos: adultos representam a maior fatia, com 35,5%;Baixa renda: pessoas inscritas no CadÚnico têm taxa de 18%;Até 2 salários mínimos: concentram 73% dos casos mais graves;Regiões: Norte (19%) e Nordeste (17%) lideram os índices;Gênero: mulheres são mais endividadas (50,6%).

Dados do Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas no Brasil, publicado em março pela Serasa, mostra que o problema está longe de ser uniforme pelo país.

Hoje, o estado do Amapá lidera o ranking, com 65,1% da população inadimplente. Na sequência aparecem Distrito Federal (62,7%), Amazonas (60,1%) e Mato Grosso do Sul (59,5%). Na outra ponta, Santa Catarina tem o menor índice: 40,4%.

👉 Veja abaixo a representatividade (%) de inadimplentes na população adulta por estado. Passe o mouse ou clique na unidade da federação para consultar o percentual, e use o zoom para ampliar a visualização:

Em março de 2026, o valor médio das dívidas por pessoa no Brasil era de R$ 6.728,51, alta de 1,98% em relação ao mês anterior, segundo a Serasa.

Cada dívida tinha, em média, valor de R$ 1.647,64, enquanto o total devido no país somava cerca de R$ 557 bilhões.

As dívidas mais difíceis de pagar estão, em geral, nas formas de crédito mais caras. O principal exemplo é o cartão de crédito.

Entre os jovens, quase 40% atrasam pagamentos no rotativo — quando se paga só uma parte da fatura e o restante vira uma dívida com juros altos — ou no parcelamento.

O empréstimo consignado, que costuma ter juros menores, também preocupa: entre os jovens, o atraso é mais que o dobro do registrado entre adultos.

No geral, a maior parte das dívidas no país está concentrada em bancos e cartões (27,3%). Depois vêm contas do dia a dia, como luz, água e gás (21%), além de financeiras (20,2%) e serviços (11,5%).

Na hora de negociar essas dívidas, quem mais fecha acordos são empresas que compram débitos atrasados (21,9%), seguidas por operadoras de telefonia (8,5%) e bancos (7,9%).

Um dado que chama atenção é o da população em situação de rua. Segundo o Banco Central, quase 37% têm dívidas em atraso, muitas vezes antigas.

🔎Segundo o relatório do Banco Central, o cartão de crédito é o principal motor do superendividamento no Brasil por reunir juros muito altos — especialmente no rotativo, que pode passar de 400% ao ano — e grande impacto no orçamento das famílias, que chegam a comprometer mais da metade da renda com esse tipo de gasto.

Jovens (18 a 34 anos): cerca de 19% têm atrasos graves;Adultos (35 a 59 anos): ficam próximos da média, em torno de 16%;Idosos (60+): cerca de 9%, o menor nível.

Os dados mostram que os jovens lideram a inadimplência em todas as faixas de renda, mesmo entre os que ganham mais.

Até 2 salários mínimos: 17,4% inadimplentes;De 2 a 5 salários mínimos: 13,8%;Acima de 5 salários mínimos: 10%.

Parte disso está ligada à entrada mais recente no sistema financeiro (a idade média caiu de 35 anos, em 2020, para 20 anos em 2024) e ao maior uso de crédito sem experiência suficiente.

Os idosos, por outro lado, são mais cautelosos e têm menor inadimplência, mas enfrentam outras limitações, como menor uso de ferramentas digitais e maior vulnerabilidade financeira.

Segundo o Mapa da Inadimplência da Serasa, as mulheres são maioria entre os inadimplentes no Brasil, com 50,6% do total, enquanto os homens representam 49,4%.

Já os dados do BC mostram que o acesso ao crédito é parecido entre os gêneros — 75% das mulheres e 73% dos homens —, assim como a inadimplência grave, que atinge 16% em ambos os casos. Ainda assim, outros indicadores mostram maior pressão financeira sobre elas.

No cartão de crédito, destinam 7,1% da renda ao pagamento de juros, enquanto os homens comprometem 5,6%. Também são mais frequentes entre os chamados “endividados de risco”, com maior chance de superendividamento (15,4%, contra 12,1%).

Além disso, dados indicam que elas tendem a contratar crédito a juros mais altos. No dia a dia, essa pressão aparece na prática: mulheres relatam maior dificuldade para lidar com as contas e níveis mais altos de estresse financeiro: 60% dizem enfrentar forte pressão com dinheiro, ante 40% dos homens.

O novo Desenrola prevê a renegocição de dívidas de pessoas com renda de até R$ 8.105. Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o programa foi dividido em quatro categoriais voltadas para:

A iniciativa vale para débitos feitos até 31 de janeiro de 2026 e que estejam em atraso entre 90 dias e dois anos, incluindo cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e até o Fies.

A proposta prevê descontos de 30% a 90% e juros limitados a 1,99% ao mês. Além disso, o trabalhador poderá usar até 20% do saldo do FGTS para reduzir a dívida, com transferência direta entre bancos, mediante autorização.

💰 Para garantir que os recursos serão mesmo usados para quitar dívidas, a Caixa deverá transferir o dinheiro do FGTS direto para o banco em que o trabalhador tem débitos.

Para aderir, será necessário procurar os canais oficiais das instituições financeiras. Quem participar ficará impedido de usar plataformas de apostas online por um ano. (Saiba mais sobre o programa)

Com dívida em alta recorde, governo lança novo Desenrola — Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil

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Produção de petróleo do Brasil bate recorde pelo 2º mês consecutivo em março

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 13:03

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%Oferecido por

A produção de petróleo do Brasil registrou recorde pelo segundo mês consecutivo em março de 2026, ao atingir 4,25 milhões de barris por dia (bpd).

O volume do terceiro mês do ano superou em mais de 4% o recorde anterior, registrado em fevereiro, de 4,06 milhões de bpd.

O desempenho de fevereiro e março seguiu puxado pelo pré-sal, que respondeu por cerca de 80% do total produzido no país em março, atingindo 3,41 milhões de bpd de petróleo.

Petrobras: a FPSO P-78 é a sétima plataforma em operação no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos — Foto: Divulgação/Petrobras

A produção de petróleo do Brasil registrou recorde pelo segundo mês consecutivo em março de 2026, ao atingir 4,25 milhões de barris por dia (bpd), alta de aproximadamente 17% em relação a março de 2025, com impulso de novas plataformas no pré-sal, apontaram dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O volume do terceiro mês do ano superou em mais de 4% o recorde anterior, registrado em fevereiro, de 4,06 milhões de bpd.

O desempenho de fevereiro e março seguiu puxado pelo pré-sal, que respondeu por cerca de 80% do total produzido no país em março, atingindo 3,41 milhões de bpd de petróleo.

O resultado vem também após o Brasil ter produzido um volume médio recorde de petróleo em 2025 de 3,77 milhões de bpd, com alta de cerca de 12% ante 2024.

Com isso, a Petrobras manteve a liderança na produção nacional. Considerando os dados por concessionário, a estatal somou 2,57 milhões de bpd de petróleo em março, alta de 15% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo a ANP.

Alta do barril de petróleo eleva risco de recessão, além de pressionar a inflação em todo o mundo

A Shell, segunda maior produtora do Brasil e principal sócia da Petrobras no pré-sal, produziu 427,5 mil bpd em março, avanço de 10,8% na mesma comparação. Já a TotalEnergies produziu 201,75 mil bpd no mês, crescimento de 22,6%, segundo o boletim da ANP.

A produção nacional de gás natural também aumentou, alcançando 204,11 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d) em março, avanço de 23,3% frente ao mesmo mês de 2025 e alta de 3,3% na comparação com fevereiro.

Mas nem todo o gás produzido é vendido: em março de 2026, 67,39 milhões de m³/d foram disponibilizados ao mercado, enquanto 112,02 milhões de m³/d foram reinjetados nos campos produtores. Além disso, houve consumo interno em plataformas de 19,25 milhões de m³/d e queima de 5,46 milhões de m³/d.

Considerando petróleo e gás natural, a produção total brasileira chegou a um recorde de 5,53 milhões de barris de óleo equivalente por dia em março, contra 4,66 milhões de boe/d em março de 2025.

Há 38 minutos Blog do Valdo Cruz Guerra no Oriente MédioIrã impede navio de guerra dos EUA de entrar no Estreito de Ormuz

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Há 6 horas São Paulo Família descobriu estupro coletivo de crianças via rede socialHá 6 horasPolícia apreende mais um adolescente; 5 suspeitos estão detidos Há 6 horasAnúncio oficial’Nubank Parque’ será o novo nome do estádio do Palmeiras

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Desenrola 2.0: estudantes do Fies podem ter descontos de até 99% com novo programa; veja regras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 13:03

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%Oferecido por

O Novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de débitos lançado pelo governo federal nesta segunda-feira (4), vai oferecer descontos de até 99% para dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Segundo as regras do programa, o desconto máximo estará disponível apenas para estudantes inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), com dívidas vencidas e não pagas há mais de 360 dias.

O programa também prevê a liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que trabalhadores possam quitar dívidas.

O Novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de débitos lançado pelo governo federal nesta segunda-feira (4), vai oferecer descontos de até 99% para dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A estimativa é que a medida beneficie mais de 1 milhão de estudantes.

Segundo as regras do programa, o desconto máximo estará disponível apenas para estudantes inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), com dívidas vencidas e não pagas há mais de 360 dias.

Estudantes com dívidas do Fies vencidas e não pagas há mais de três meses estarão aptos a receber descontos.

Se o pagamento for à vista na renegociação, o programa oferecerá desconto de até 12% sobre o valor principal da dívida. Multas e juros também não serão cobrados.

O estudante também poderá optar pelo parcelamento da dívida em até 150 vezes. Nesse caso, o desconto fica apenas sobre os juros e multas, que não serão cobrados.

Estudantes fora do CadÚnico que tiverem dívidas vencidas e não pagas há mais de um ano estarão aptos a receber descontos de até 77% sobre o valor total devido — incluindo juros e multas.

Estudantes do CadÚnico que tiverem dívidas vencidas e não pagas há mais de um ano estarão aptos a receber descontos de até 99% sobre o valor total devido — incluindo juros e multas.

O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) é um programa do Ministério da Educação (MEC) e tem como objetivo conceder financiamento a estudantes em cursos superiores em instituições particulares — Foto: Ares Soares

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o programa foi dividido em quatro categorias voltadas para:

"Desenrola família é a principal linha, com simplificação. Quem tem renda até cinco salários mínimos, vai ter acesso franqueado. Seja do cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal, procure seu banco", afirmou o ministro.

O programa também prevê a liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que trabalhadores possam quitar dívidas.

Pelas regras, será possível usar até 20% do saldo disponível do FGTS ou até R$ 1 mil — o que for maior —, para pagar débitos.

💰 Para garantir que os recursos sejam usados para quitar dívidas, a Caixa deverá transferir o dinheiro do FGTS diretamente para o banco em que o trabalhador tem débitos.

Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, crédito rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou, na última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

➡️ Os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os percentuais variam conforme a linha de crédito e o prazo. Haverá uma calculadora para que os trabalhadores simulem o desconto.

O pacote de medidas voltado à redução do nível de endividamento da população foi anunciado pelo presidente na última quinta-feira (30).

O governo pretende usar um fundo com recursos públicos para oferecer garantias às instituições financeiras — ou seja, o dinheiro da União cobrirá eventual inadimplência dos tomadores de crédito.

Para formar esse fundo, o governo buscará entre R$ 5 bilhões e R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos.

"Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet", declarou o presidente.

No fim de 2024, segundo o Banco Central (BC), 117 milhões de brasileiros tinham alguma dívida com instituições financeiras.

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Há 5 horas Fantástico Benício foi vítima de erro médico, conclui políciaHá 5 horasCrime em SPPolícia diz que suspeitos atraíram crianças com pipa antes de estupro

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Telefonia móvel em áreas rurais e rodovias: leilão da Anatel alcança R$ 23 milhões com outorgas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 13:03

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1610,12%Euro ComercialR$ 5,811-0,02%Euro TurismoR$ 6,054-0,17%B3Ibovespa186.146 pts-0,63%Oferecido por

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) retomou, nesta segunda-feira (04), o leilão para as subfaixas de 700 MHz (708–718 MHz e 763–773 MHz), que visa acelerar a expansão da cobertura móvel em áreas rurais ou distritos distantes dos centros urbanos.

O certame foi realizado após uma decisão judicial. Ao todo, os lotes vencedores somam cerca de R$ 23 milhões em outorgas para operadoras regionais.

🔎O sinal de 700 MHz percorre longas distâncias e atravessa obstáculos físicos com mais facilidade. Também exige menos antenas para cobrir grandes áreas. Por isso, é uma opção para zonas rurais e de rodovias.

Lote A1 (Norte e São Paulo): Amazônia Serviços Digitais, outorga mínima de R$ 7 milhões Lote A2 (Nordeste) Brisanet Serviços de Telecomunicações, outorga mínima de R$ 6,2 milhõesLote A3 (Centro-Oeste, exceto Triângulo Mineiro): Brisanet Serviços de Telecomunicações, outorga mínima de R$ 1,8 milhãoLote A4 (Sul): Unifique telecomunicações, outorga mínima de R$ 3,4 milhões Lote A5: (Sudeste, exceto SP): IEZ! Telecom, outorga mínima de R$ 4,4 milhões

De acordo com a Anatel, o modelo adotado não é arrecadatório, pois o leilão exigirá das empresas vencedoras compromissos diretos de investimento em infraestrutura e modernização de redes, para garantir serviços mais estáveis.

O edital estabelece a obrigatoriedade de cobertura em mais de 6,5 mil quilômetros de rodovias federais distribuídas por 16 estados.

O foco são as chamadas “zonas de silêncio”, trechos sem sinal de telecomunicações, que incluem vias estratégicas como as BR-101, BR-116, BR-135, BR-163, BR-242 e BR-364.

A licitação dá prioridade a provedores regionais que já venceram lotes no Edital do 5G de 2021, na faixa de 3,5 GHz.

De acordo com a Anatel, a oferta da faixa de 700 MHz a esses investidores cria melhores condições técnicas para competir com as operadoras nacionais. Isso porque essas empresas já detêm autorizações em outras porções dessa faixa, além de frequências com características de propagação semelhantes, como a de 850 MHz.

Sem acesso à faixa de 700 MHz, avalia a agência, novos entrantes enfrentariam custos mais elevados para cobrir grandes áreas utilizando apenas frequências mais altas, o que, em alguns casos, poderia inviabilizar a operação, especialmente em regiões de menor atratividade econômica e baixo potencial de receita.

O investimento previsto é de cerca de R$ 2 bilhões, com potencial para beneficiar mais de 864 localidades, sobretudo em áreas rurais e remotas.

Segundo a Anatel, o objetivo é assegurar cobertura contínua de voz e dados nas rodovias, contribuindo para a eficiência logística e ampliando a capacidade de resposta em situações de emergência.

O edital também prevê a possibilidade de outorga do Serviço Móvel Pessoal (SMP), com o objetivo de ampliar a concorrência e elevar a qualidade dos serviços no setor de telecomunicações.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo lança ‘Desenrola 2.0’, programa que vai liberar parte do FGTS para trabalhadores pagarem dívidas; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 11:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1580,05%Euro ComercialR$ 5,797-0,26%Euro TurismoR$ 6,049-0,25%B3Ibovespa187.244 pts-0,04%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1580,05%Euro ComercialR$ 5,797-0,26%Euro TurismoR$ 6,049-0,25%B3Ibovespa187.244 pts-0,04%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1580,05%Euro ComercialR$ 5,797-0,26%Euro TurismoR$ 6,049-0,25%B3Ibovespa187.244 pts-0,04%Oferecido por

Por Alexandro Martello, Kellen Barreto, Mariana Assis, Thiago Resende, g1 e TV Globo — Brasília

O governo anunciou nesta segunda-feira (4) o "Novo Desenrola Brasil" também chamado de "Desenrola 2.0", um pacote de medidas para reduzir o endividamento da população brasileira — que está em níveis historicamente elevados.

Uma delas é a liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que trabalhadores possam quitar suas dívidas.

O programa tem como público-alvo os brasileiros que ganham até cinco salários-mínimos, ou seja, R$ 8.105. A medida provisória (MP) foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta manhã.

Pelas regras, será possível usar até 20% do saldo disponível do FGTS, ou até R$ 1 mil (o que for maior), para pagar débitos.

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o programa foi dividido em quatro categoriais voltadas para:

"Desenrola família é a principal linha, com simplificação. Quem tem renda até cinco salários mínimos, vai ter acesso franqueado. Seja do cartão de crédito, cheque especial, credito pessoal, procure seu banco", afirmou o ministro.

💰 Para garantir que os recursos serão mesmo usados para quitar dívidas, a Caixa deverá transferir o dinheiro do FGTS direto para o banco em que o trabalhador tem débitos.

Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou, na última semana, o presidente Luiz Inácio lula da Silva (PT).

➡️Os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os descontos variarão de acordo com a linha de crédito e com o prazo. Será disponibilizada uma calculadora para os trabalhadores saberem o desconto.

O governo pretende usar um fundo com recursos públicos para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, o dinheiro da União vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito.

Para formar esse fundo, o governo buscará de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos. Também será realizado um novo aporte de até R$ 5 bilhões pelo governo.

Também ficou definido que quem renegociar a dívida dentro do programa ficará impedido de fazer apostas em jogos online por um ano.

"É maravilhoso que a gente queira comprar alguma coisa, mas é importante que façam suas dividas mas não percam de vista suas condições de pagamento", afirmou Lula durante coletiva.

"Estamos  tentando corrigir, e já fizemos outras vezes. Esse país vem se endividando há muito tempo, a Covid também fez as pessoas se endividarem por necessidade mesmo. Estamos tentando uma fórmula de tirar a corda do pescoço dessa gente, para respirar normal, voltar a sonhar, e ter o nome limpo na praça", prosseguiu o presidente.

Dados do Banco Central (BC) mostram que o nível de endividamento está elevado, do ponto de vista histórico.

Em um ano marcado por eleições, o governo atua para reduzir o comprometimento de renda dos trabalhadores com empréstimos.

"O comprometimento da renda com pagamentos de operações de crédito, mais sensível aos movimentos nas taxas de juros e à maior expansão do crédito emergencial, tipicamente com taxas mais elevadas, alcançou nível recorde no quarto trimestre [de 2025]", informou a instituição, em março.

Em março, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, avaliou que quatro choques econômicos impulsionaram a inflação nos últimos anos, corroendo a renda dos trabalhadores: Covid, guerra na Ucrânia, guerra tarifária dos Estados Unidos e agora o conflito no Oriente Médio.

Por conta disso, apesar dos juros altos, os preços relativos subiram nos últimos anos. Desse modo, explicou ele, houve um impacto na renda do trabalhador brasileiro, que buscou complementá-la com financiamentos junto aos bancos.

O presidente do Banco Central afirmou, naquele momento, que é preciso que os trabalhadores busquem linhas de crédito mais compatíveis com renda, não usando o crédito rotativo como complemento de renda — pois essa linha de crédito tem taxas "punitivas".

Estudo mostra que primeira edição do Desenrola reduziu inadimplência das famílias de baixa renda de forma relevante, mas efeito se dissipou após 18 meses — Foto: Ministério da Fazenda

No primeiro programa Desenrola, anunciado em 2023 e que durou até maio de 2024, foram renegociados R$ 53,2 bilhões em empréstimos de 15 milhões de pessoas, o que contribuiu para reduzir a inadimplência naquele período.

O programa começou com os principais bancos retirando 10 milhões de registros de dívidas de até R$ 100 dos cadastros de inadimplentes, somando cerca de R$ 1 bilhão em débitos.

Também foram feitas negociações das dívidas diretamente pelos bancos credores (Faixa 2 do Desenrola) com pessoas com renda mensal de até R$ 20 mil.

Essa faixa terminou no fim de dezembro de 2023 e englobou três milhões de pessoas com a negociação de R$ 25,7 bilhões em débitos.

No site do programa, a média de descontos foi de 90% para pagamentos à vista e de cerca de 85% nos pagamentos parcelados.

O ticket médio foi de R$ 250 nas operações à vista; e de R$ 1.031 nas renegociações parceladas.

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Nubank anuncia ‘Nubank Parque’ como novo nome da arena do Palmeiras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 11:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1580,05%Euro ComercialR$ 5,797-0,26%Euro TurismoR$ 6,049-0,25%B3Ibovespa187.244 pts-0,04%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1580,05%Euro ComercialR$ 5,797-0,26%Euro TurismoR$ 6,049-0,25%B3Ibovespa187.244 pts-0,04%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1580,05%Euro ComercialR$ 5,797-0,26%Euro TurismoR$ 6,049-0,25%B3Ibovespa187.244 pts-0,04%Oferecido por

O Nubank anunciou nesta segunda-feira (04), que a arena da Sociedade Esportiva Palmeiras passará a se chamar “Nubank Parque”, em mais um movimento de reposicionamento de marca no esporte.

A mudança envolve o acordo de naming rights do estádio, atualmente conhecido como Allianz Parque, e reforça a estratégia da fintech de ampliar sua presença em grandes eventos e no futebol brasileiro.

“Nubank Parque” recebeu 47,5% dos votos.“Nubank Arena” ficou com 29,8% dos votos,“Parque Nubank” ficou em último com 22,7%.

Pela estimativa anual, o contrato já nasce no topo: o banco digital deve desembolsar cerca de R$ 50 milhões por ano para estampar seu nome em uma das principais arenas do país — o maior valor já pago nesse tipo de acordo no Brasil.

Se o contrato for cumprido até 2044, o total deve chegar a cerca de R$ 900 milhões, tornando este o segundo maior acordo de naming rights de estádios do país. (veja o ranking abaixo)

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Nubank Parque: novo naming rights do estádio do Palmeiras está entre os mais caros do Brasil; lista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 11:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9530,02%Dólar TurismoR$ 5,1590,07%Euro ComercialR$ 5,802-0,17%Euro TurismoR$ 6,052-0,19%B3Ibovespa186.951 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 4,9530,02%Dólar TurismoR$ 5,1590,07%Euro ComercialR$ 5,802-0,17%Euro TurismoR$ 6,052-0,19%B3Ibovespa186.951 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 4,9530,02%Dólar TurismoR$ 5,1590,07%Euro ComercialR$ 5,802-0,17%Euro TurismoR$ 6,052-0,19%B3Ibovespa186.951 pts-0,2%Oferecido por

O acordo de naming rights entre o Nubank e a WTorre, gestora do estádio do Palmeiras, deve ser um dos mais caros do Brasil.

O novo nome oficial da arena, Nubank Parque, foi anunciado nesta segunda-feira (4), após votação popular.

Pela estimativa anual, o contrato já nasce no topo: o banco digital deve desembolsar cerca de R$ 50 milhões por ano para estampar seu nome em uma das principais arenas do país.

Se o contrato for cumprido até 2044, o total deve chegar a cerca de R$ 900 milhões, tornando este o segundo maior acordo de naming rights de estádios do país.

O acordo de naming rights entre o Nubank e a WTorre, gestora do estádio do Palmeiras, deve ser um dos mais caros do Brasil. O novo nome oficial da arena, Nubank Parque, foi anunciado nesta segunda-feira (4), após votação popular.

Pela estimativa anual, o contrato já nasce no topo: o banco digital deve desembolsar cerca de R$ 50 milhões por ano para estampar seu nome em uma das principais arenas do país — o maior valor já pago nesse tipo de acordo no Brasil.

Se o contrato for cumprido até 2044, o total deve chegar a cerca de R$ 900 milhões, tornando este o segundo maior acordo de naming rights de estádios do país. (veja o ranking abaixo)

🔎 Em português, naming rights significa “direitos de nome”, prática em que empresas pagam para rebatizar espaços e associar suas marcas a eles.

O montante do Nubank Parque só perderia para o Mercado Livre Arena Pacaembu, estimado em R$ 1 bilhão ao longo de 30 anos — cerca de R$ 33,3 milhões por ano. Os dados foram compilados pelo especialista em gestão e marketing esportivo Fernando Trevisan, da Trevisan Escola de Negócios.

Segundo o levantamento, a Neo Química Arena, estádio do Corinthians, ocupa a terceira posição, com contrato de 20 anos firmado em 2020 e valor total previsto em R$ 300 milhões.

O Allianz Parque, que cede lugar ao Nubank Parque, tinha contrato previsto também em R$ 300 milhões. O acordo, porém, foi encerrado antecipadamente, levando a estimativa final a R$ 195 milhões após 13 anos de naming rights.

📝 O estudo considera valores históricos divulgados pela imprensa, sem correção pela inflação. Os totais foram estimados a partir das cifras anuais multiplicadas pelo prazo dos contratos.

O novo contrato prevê que o Nubank detenha os naming rights da arena até 2044. As estimativas indicam que o banco deve pagar cerca de US$ 10 milhões (R$ 50 milhões) por ano pelo direito. Valores oficiais não foram divulgados.

Para Fernando Trevisan, o acordo reforça que a febre dos naming rights segue em alta no mercado brasileiro — especialmente nos estádios, que continuam entre os principais ativos.

“O valor anual estimado é o maior da história no Brasil, coerente com o estádio do Palmeiras, um dos que mais recebem shows no mundo. São mais de dois eventos musicais por mês, em média, além dos jogos do Palmeiras e de eventos corporativos”, afirma.

O novo nome do estádio, após 13 anos sob a marca Allianz, foi anunciado nesta segunda-feira, após votação popular entre três opções: Nubank Parque, Nubank Arena ou Parque Nubank.

A visibilidade da marca é um dos principais atrativos desses acordos. Mas o impacto vai além: depende de uma série de frentes que compõem a estratégia, afirmam especialistas em marketing ouvidos pelo g1.

“Nas negociações de naming rights, também pode ficar acertado que, dentro do espaço, a empresa instale lojas, pontos de venda ou outras operações, em uma presença que vai muito além de dar nome ao local”, explica Idel Halfen, que já liderou equipes de marketing de grandes companhias.

Contratos recentes no país seguem essa lógica. Além de rebatizar estádios, empresas têm garantido o direito de operar suas marcas nesses espaços, criando um ecossistema de contato direto com o público. Especialistas também destacam que, para gerar efeito, a exposição precisa ser contínua.

Por isso, os contratos são longos, muitas vezes por décadas. É esse horizonte que permite consolidar a presença da marca e aprofundar a relação com o público.

A premissa dos naming rights é simples: associar a marca a locais com grande fluxo de pessoas, de preferência alinhados ao perfil de público que a empresa quer atingir.

Com o tempo, porém, o modelo se mostrou mais aderente a espaços de esporte e entretenimento, como estádios, casas de shows e teatros.

Isso não acontece à toa. Esses ambientes costumam estar ligados a momentos de lazer e alegria, em que o público vive experiências marcadas por emoção e cria memórias — um contexto que favorece a conexão com as marcas.

“Quando vamos a um show ou a um jogo, existe ali um ambiente mágico, em que você está bem aberto a sensações e emoções. Por isso é tão especial se associar a um equipamento desse tipo”, conclui Fernando Trevisan.

Há 24 minutos Política Guerra no Oriente MédioIrã impede navio de guerra dos EUA de entrar em Ormuz horas após Trump anunciar operação

Há 4 horas Mundo Países europeus entenderam ‘recado de Trump’, diz chefe da OtanHá 4 horasBilhões de refeições estão em risco por causa da guerraHá 4 horasPodcast de músicaLOGO MAIS: Gabriel Leone será entrevistado no g1 Ouviu ao vivo

Há 7 minutos Música Morte após erro médicoMédica vendia maquiagem enquanto Benício agonizava, diz polícia

Há 3 horas Fantástico Benício foi vítima de erro médico, conclui políciaHá 3 horasCrime em SPPolícia diz que suspeitos atraíram crianças com pipa antes de estupro

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Há 17 minutos Economia Novo naming rights está entre os mais caros do BrasilHá 17 minutosSubsídios, tecnologia e logísticaPor que a China tem comida fresca e barata e os EUA, não?

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Países da UE pressionam para finalizar acordo comercial com os EUA e evitar aumento de tarifas de automóveis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 11:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1580,05%Euro ComercialR$ 5,797-0,26%Euro TurismoR$ 6,049-0,25%B3Ibovespa187.244 pts-0,04%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1580,05%Euro ComercialR$ 5,797-0,26%Euro TurismoR$ 6,049-0,25%B3Ibovespa187.244 pts-0,04%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1580,05%Euro ComercialR$ 5,797-0,26%Euro TurismoR$ 6,049-0,25%B3Ibovespa187.244 pts-0,04%Oferecido por

Os países da União Europeia estão pressionando pela rápida implementação da parte do bloco em um acordo comercial firmado com os Estados Unidos no ano passado para evitar a ameaça de tarifas automotivas mais altas.

Representantes do Parlamento Europeu e do Conselho, o órgão que representa os governos da UE, retomarão na quarta-feira as negociações sobre a legislação para reduzir as tarifas da UE sobre produtos importados dos EUA.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que aumentará as tarifas sobre carros e caminhões da UE para 25% na próxima semana porque a UE não está cumprindo os termos do acordo firmado em seu resort de golfe Turnberry, na Escócia, em julho.

Nove meses depois, a UE ainda não removeu as tarifas sobre os produtos industriais importados dos EUA, conforme acordado entre as duas partes.

Os países da União Europeia estão pressionando pela rápida implementação da parte do bloco em um acordo comercial firmado com os Estados Unidos no ano passado para evitar a ameaça de tarifas automotivas mais altas, disseram diplomatas da UE nesta segunda-feira.

Representantes do Parlamento Europeu e do Conselho, o órgão que representa os governos da UE, retomarão na quarta-feira as negociações sobre a legislação para reduzir as tarifas da UE sobre produtos importados dos EUA, com a assembleia da UE querendo estabelecer várias salvaguardas.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na sexta-feira que aumentará as tarifas sobre carros e caminhões da UE para 25% na próxima semana porque a UE não está cumprindo os termos do acordo firmado em seu resort de golfe Turnberry, na Escócia, em julho.

Nove meses depois, a UE ainda não removeu as tarifas sobre os produtos industriais importados dos EUA, conforme acordado entre as duas partes. A legislação para isso foi suspensa duas vezes pelo Parlamento Europeu após as ameaças de Trump de impor novas tarifas aos aliados europeus que não apoiassem sua proposta de aquisição da Groenlândia e sua nova taxa de importação.

O chanceler alemão, Friedrich Merz, cujo país provavelmente será o mais afetado por um aumento nas tarifas de automóveis, disse à emissora ARD: "Os norte-americanos já finalizaram o acordo, e os europeus não – e é por isso que espero que possamos chegar a um acordo o mais rápido possível."

Os membros da UE querem um acordo rápido entre o Parlamento e o Conselho sobre a implementação da parte do bloco no acordo, disseram os diplomatas.

Manfred Weber, chefe do Partido Popular Europeu, de centro-direita e o maior grupo no Parlamento da UE, também disse que deve haver uma conclusão rápida das negociações para permitir que o Parlamento dê sua aprovação final neste mês.

Esse seria um cronograma ambicioso. Bernd Lange, que preside o comitê de comércio do Parlamento e liderará as negociações para a assembleia da UE, disse que o comportamento de Trump é inaceitável e que as várias salvaguardas buscadas são ainda mais necessárias.

Lange disse que organizará uma reunião com outros parlamentares na quarta-feira para discutir os próximos passos.

Há 43 minutos Política Guerra no Oriente MédioIrã impede navio de guerra dos EUA de entrar no Estreito de Ormuz

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Há 5 horas São Paulo Família descobriu estupro coletivo de crianças via rede socialHá 5 horasPolícia apreende mais um adolescente; 5 suspeitos estão detidos Há 5 horasAnúncio oficial’Nubank Parque’ será o novo nome do estádio do Palmeiras

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Desenrola 2.0: pessoas com salário de até R$ 8.105 poderão renegociar dívidas; saiba mais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 11:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1580,05%Euro ComercialR$ 5,797-0,26%Euro TurismoR$ 6,049-0,25%B3Ibovespa187.244 pts-0,04%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1580,05%Euro ComercialR$ 5,797-0,26%Euro TurismoR$ 6,049-0,25%B3Ibovespa187.244 pts-0,04%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,01%Dólar TurismoR$ 5,1580,05%Euro ComercialR$ 5,797-0,26%Euro TurismoR$ 6,049-0,25%B3Ibovespa187.244 pts-0,04%Oferecido por

O programa de renegociações de dívidas do governo federal, o Novo Desenrola Brasil, lançado pelo nesta segunda-feira (4), tem como público alvo os brasileiros que ganham até cinco salários-mínimos, ou seja, R$ 8.105.

Nele, serão renegociadas dívidas contratadas até 31 e janeiro de 2026 e que estejam atrasadas entre 90 dias e 2 anos, com cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).

O pacote de medidas voltado à redução do nível de endividamento da população foi anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última quinta-feira (30).

Entre os principais eixos do programa, está a renegociação de débitos com bancos e operadoras de crédito.

O programa de renegociações de dívidas do governo federal, o Novo Desenrola Brasil, lançado pelo nesta segunda-feira (4), tem como público-alvo pessoas que ganham até cinco salários-mínimos, ou seja, R$ 8.105.

Nele, serão renegociadas dívidas contratadas até 31 e janeiro de 2026 que estejam atrasadas entre 90 dias e 2 anos, com cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).

Segundo o governo, para entrarem no programa, as pessoas devem procurar os canais oficiais dos bancos.

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o programa foi dividido em quatro categorias voltadas para:

"Desenrola família é a principal linha, com simplificação. Quem tem renda até cinco salários mínimos, vai ter acesso franqueado. Seja do cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal, procure seu banco", afirmou o ministro.

💰 Para garantir que os recursos serão mesmo usados para quitar dívidas, a Caixa deverá transferir o dinheiro do FGTS direto para o banco em que o trabalhador tem débitos.

Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou, na última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

➡️Os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os descontos variarão de acordo com a linha de crédito e com o prazo. Será disponibilizada uma calculadora para os trabalhadores saberem o desconto.

O pacote de medidas voltado à redução do nível de endividamento da população foi anunciado pelo presidente na última quinta-feira (30).

O governo pretende usar um fundo com recursos públicos para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, o dinheiro da União vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito.

Para formar esse fundo, o governo buscará de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos.

"Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet", declarou o presidente.

No fim de 2024, segundo o Banco Central (BC), 117 milhões de pessoas tinham alguma dívida com instituições financeiras.

Governo federal anuncia nova fase do Desenrola, programa para renegociação de dívidas — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O detalhamento do programa ocorre em um momento em que o governo federal busca reforçar agendas de impacto direto no cotidiano da população em meio a um cenário político adverso no Congresso e à aproximação das eleições de 2026.

Após uma sequência de derrotas no Legislativo e com dificuldades para avançar em pautas estruturais, a estratégia do Planalto tem sido apostar em medidas econômicas de execução mais rápida e com efeito perceptível sobre renda, crédito e consumo.

Programas voltados à renegociação de dívidas e à retirada de restrições no CPF são avaliados internamente como instrumentos capazes de recuperar apoio entre eleitores mais afetados pelo endividamento, reduzir a dependência de negociações no Parlamento e fortalecer a narrativa de reconstrução econômica e social que o governo pretende apresentar no ciclo eleitoral.

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