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A rede clandestina que contrabandeia tecnologia da Starlink para combater apagão de internet no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 07:58

Tecnologia A rede clandestina que contrabandeia tecnologia da Starlink para combater apagão de internet no Irã Sahand (nome fictício) conta ao Serviço Mundial da BBC que envia ao Irã terminais de acesso à internet via satélite para que as pessoas possam mostrar "o quadro real" da situação no país. Por BBC

O Irã vive um apagão digital há mais de dois meses. O governo do país mantém um dos mais longos bloqueios nacionais de internet já registrados em todo o mundo.

O apagão atual começou após os ataques aéreos dos Estados Unidos e Israel ao Irã em 28 de fevereiro.

O acesso à internet havia sido parcialmente restaurado apenas um mês antes dos ataques, após outro apagão digital imposto em janeiro, durante a repressão do regime aos protestos que se espalharam pelo país.

Os aparelhos da Starlink que Sahand envia para o Irã são uma das formas mais confiáveis de escapar do apagão.

Os terminais podem ser acoplados a roteadores e fornecem acesso à internet por conexão com a rede de satélites da empresa SpaceX, de Elon Musk. Eles permitem aos usuários evitar totalmente a internet doméstica iraniana, altamente controlada.

"Se uma só pessoa conseguir ter acesso à internet, acho que tivemos sucesso e que valeu a pena", afirma Sahand.

O iraniano está visivelmente nervoso ao conversar com a BBC, mesmo estando fora do Irã. Ele explica cuidadosamente que faz parte de uma rede de contrabando, que transporta clandestinamente tecnologia de internet via satélite (que é ilegal no Irã) para dentro do país.

Sahand é um nome fictício. Ele receia pelos seus familiares e outros contatos que estão em território iraniano.

"Se eu for identificado pelo regime iraniano, eles poderão fazer as pessoas com quem tenho contato no Irã pagarem o preço", explica ele.

O Irã vive um apagão digital há mais de dois meses. O governo do país mantém um dos mais longos bloqueios nacionais de internet já registrados em todo o mundo.

O apagão atual começou após os ataques aéreos dos Estados Unidos e Israel ao Irã em 28 de fevereiro.

O acesso à internet havia sido parcialmente restaurado apenas um mês antes dos ataques, após outro apagão digital imposto em janeiro, durante a repressão do regime aos protestos que se espalharam pelo país.

Naquela ocasião, mais de 6,5 mil manifestantes foram mortos e 53 mil foram detidos, segundo a Agência de Notícias Ativistas dos Direitos Humanos (HRANA, na sigla em inglês), com sede nos Estados Unidos.

As autoridades afirmam que o governo desligou a internet durante a guerra por razões de segurança, indicando que o objetivo é evitar vigilância, espionagem e ciberataques.

Sem acesso a fontes de informação independentes, os iranianos dependem dos meios de comunicação estatais, administrados pelo regime ou próximos ao governo — Foto: AFP via Getty Images

Os aparelhos da Starlink que Sahand envia para o Irã são uma das formas mais confiáveis de escapar do apagão.

Os terminais podem ser acoplados a roteadores e fornecem acesso à internet por conexão com a rede de satélites da empresa SpaceX, de Elon Musk. Eles permitem aos usuários evitar totalmente a internet doméstica iraniana, altamente controlada.

Ele conta que ele e outras pessoas da rede compram os aparelhos e "os contrabandeiam pelas fronteiras" em uma "operação muito complexa". Mas ele se recusa a fornecer mais detalhes.

Sahand afirma que já enviou uma dúzia de aparelhos para o Irã desde janeiro e "estamos buscando ativamente outras formas de levar mais".

A organização de defesa dos direitos humanos Witness estimou em janeiro que havia pelo menos 50 mil terminais Starlink no Irã. Mas os ativistas afirmam que o número provavelmente aumentou.

A BBC entrou em contato com a SpaceX para obter mais detalhes sobre o uso da Starlink no país, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem.

No ano passado, o governo iraniano aprovou leis sujeitando o uso, compra ou venda de aparelhos da Starlink a até dois anos de prisão. E as penas por distribuir ou importar mais de 10 aparelhos podem atingir até 10 anos.

A imprensa afiliada ao Estado iraniano relatou diversos casos de pessoas sendo presas por vender e comprar terminais Starlink, incluindo quatro pessoas (duas delas, estrangeiros) que foram presas no mês passado por "importar equipamento de internet via satélite".

Os meios de comunicação estatais iranianos também noticiaram que algumas das prisões se referem a acusações de posse ilegal de armas e envio de informações para o inimigo.

Manifestantes em Londres participaram dos protestos reivindicando acesso à internet sem restrições no Irã — Foto: SOPA Images/LightRocket via Getty Images/BBC

Mas o mercado para os terminais no Irã persiste, por exemplo, em um canal público do Telegram em idioma persa, chamado NasNet.

Um voluntário de fora do Irã envolvido no canal contou à BBC que foram vendidos cerca de 5 mil terminais Starlink por meio do canal nos últimos dois anos e meio.

O Irã tem um longo histórico de controle da informação, tanto promovendo suas próprias narrativas antiamericanas e anti-israelenses pelos meios de comunicação estatais, quanto restringindo a cobertura das medidas repressivas do regime contra seus críticos.

Durante os protestos de janeiro, mesmo com a internet desligada, houve vazamento de relatos e vídeos de execuções extrajudiciais, prisões e agressões.

As organizações de defesa dos direitos humanos sabem ou acreditam que grande parte dessas informações vieram de pessoas que tiveram acesso às plataformas de redes sociais via Starlink.

Todos os iranianos têm acesso a uma rede doméstica controlada pelo Estado. Nela, operam serviços como bancos, transporte e delivery de alimentos, além da imprensa estatal.

Antes dos apagões, os iranianos também tinham acesso à internet global. Mas muitos sites e serviços como o Instagram, Telegram, YouTube e WhatsApp foram bloqueados e o governo criou preços de acesso superiores aos da rede doméstica.

Muitos iranianos contornaram as restrições usando redes privadas virtuais (VPNs, na sigla em inglês), que conectam os usuários aos sites através de servidores remotos, ocultando suas localizações. Mas a assinatura destes serviços também aumentava os custos.

Agora, com o apagão, apenas algumas autoridades selecionadas e outros indivíduos, incluindo os jornalistas que trabalham para a imprensa estatal, têm acesso à internet sem restrições, usando os chamados "cartões SIM brancos".

Os satélites de propriedade da SpaceX (na foto, sendo transportados por um foguete Falcon 9) são usados pela Starlink para fornecer serviços de internet — Foto: Getty Images via BBC

Em 2022, Elon Musk anunciou a ativação da Starlink no Irã após graves cortes na internet, durante os protestos gerados pela morte de uma mulher iraniana em custódia, Mahsa Amini.

Agora, com as autoridades em busca cada vez mais dos terminais Starlink, Sahand e sua rede aconselham os usuários a empregar VPNs com a tecnologia via satélite, para permanecerem incógnitos. Mas muitas pessoas não podem pagar por este serviço, especialmente em uma época de crise econômica.

Sahand é uma das três pessoas que declararam à BBC que estão envolvidas no transporte clandestino de aparelhos da Starlink.

Ele conta que a operação da qual ele faz parte, incluindo a compra dos terminais, é financiada por iranianos no exterior e por outras pessoas que querem ajudar a fazer os aparelhos chegarem ao país. Sahand afirma que não recebe fundos de nenhum Estado estrangeiro.

Os terminais são enviados para indivíduos que, segundo eles acreditam, irão usar os aparelhos para compartilhar informações em nível internacional.

"As pessoas precisam da internet para poderem compartilhar o que está acontecendo no país", explica Sahand. "Acreditamos que estes terminais devem estar nas mãos de quem realmente precisa deles para fazer a mudança."

Os ataques aéreos dos Estados Unidos e Israel ao Irã continuaram durante os apagões da internet — Foto: EPA/Shutterstock via BBC

Um grupo de defesa dos direitos digitais, que pede para permanecer incógnito, declarou à BBC estimar que pelo menos 100 pessoas tenham sido detidas pela posse dos terminais.

Sahand afirma que também conhece pessoas que foram presas por terem acesso ou possuírem aparelhos, mas nenhuma delas adquiriu dele o terminal.

Yasmin, cidadã americana-iraniana também com nome fictício, contou à BBC que um homem, seu parente, foi preso no Irã e acusado de espionagem por possuir um terminal Starlink.

A BBC perguntou à Embaixada iraniana em Londres por que apenas algumas pessoas têm autorização de acesso à internet no país e por que as penas pelo uso da Starlink são tão severas, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem.

Em janeiro, um ministro declarou que cada dia de apagão da internet custa pelo menos 50 trilhões de rials (US$ 35 milhões, cerca de R$ 175 milhões) para a economia do Irã.

O país lançou recentemente um sistema chamado "Internet Pro", que oferece acesso parcial à internet global a algumas empresas. Um homem que trabalha para uma companhia iraniana contou à BBC que recebeu acesso por meio desta iniciativa.

A porta-voz do governo iraniano, Fatemeh Mohajerani, declarou que a intenção é "manter a conectividade das empresas durante a crise".

Ela também afirmou que o governo "se opõe totalmente à injustiça nas comunicações" e que, assim que as condições voltarem ao normal, "a situação da internet também irá se alterar".

"Os apagões das comunicações são uma clara violação dos direitos humanos e não têm justificativa", declarou ao Serviço Mundial da BBC, em função do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa (3 de maio), a diretora de defesa e política regional do grupo de defesa dos direitos digitais Access Now, Marwa Fatafta.

Segundo a Access Now, houve 313 apagões em 52 países em 2025, o maior número global desde o início do rastreamento, em 2016.

Cidadãos de Mianmar, Índia, Paquistão, Rússia e Irã vivenciaram o maior número de apagões da internet no ano passado, segundo o grupo de defesa dos direitos digitais.

A diretora-executiva do Centro de Direitos Humanos Abdorrahman Boroumand, Roya Boroumand, afirma que o vácuo informativo no Irã "permite que o Estado transmita sua narrativa, retratando os manifestantes como pessoas violentas ou agentes estrangeiros, enquanto suas vítimas, incluindo aquelas sentenciadas à morte, e as fontes de informação permanecem silenciadas".

"O regime iraniano comprovou que, durante um apagão, eles podem matar", afirma ele. "É super fundamental para os iranianos poder retratar o quadro real da situação."

Ele destaca que as pessoas que se apresentam voluntariamente para ajudar no transporte ilegal dos aparelhos "estão conscientes do risco".

Mas Sahand acrescenta que esta "é uma luta" e que "sentimos que precisamos intervir e ajudar, de alguma forma".

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PIX, minerais críticos e tarifas: o que o governo Lula quer discutir com Trump na economia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 06:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

A visita acontece em um momento em que já se falava, nos bastidores, de um eventual afastamento entre Lula e Trump após o que ambos classificaram como uma "boa química" — Foto: Reuters

Anunciada de última hora, a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington, deverá acontecer na quinta-feira (7/5).

Esta será a segunda vez que Lula vai à capital norte-americana durante seu terceiro mandato, mas será a primeira vez que ele fará uma visita oficial ao atual presidente Donald Trump.

A visita acontece em um momento em que já se falava, nos bastidores, de um eventual afastamento entre Lula e Trump após o que ambos classificaram como uma "boa química" obtida depois dos encontros que eles tiveram no ano passado.

O governo brasileiro ainda não divulgou, oficialmente, os temas que serão discutidos entre os dois governos em Washington, mas duas fontes ouvidas pela BBC News Brasil em caráter reservado afirmaram que a equipe econômica tem pelo menos três tópicos principais a serem discutidos com os norte-americanos durante a passagem de Lula pelos Estados Unidos:

as investigações do governo Trump sobre o Pix;o fim das tarifas restantes do chamado "tarifaço" que ainda incidem sobre exportações brasileiras;investimentos em minerais críticos.

Essa agenda vinha sendo preparada há meses por integrantes de pelo menos quatro ministérios: Fazenda; Justiça e Segurança Pública (MJSP); Relações Exteriores (MRE); e Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Segundo a BBC News Brasil apurou, ainda não se sabe se todos os temas no radar da equipe econômica vão ser de fato tratados durante o encontro de Lula e Trump.

Essa definição será finalizada próximo ao embarque do presidente e, segundo uma das fontes ouvidas pela BBC News Brasil, vai depender da "temperatura" que a Casa Branca dará à reunião.

Apesar da confirmação da viagem por fontes ligadas ao governo brasileiro, a Casa Branca ainda não se manifestou sobre o assunto.

A discussão em torno do sistema Pix é um dos tópicos sobre os quais os técnicos do governo brasileiro mais se debruçaram nos últimos meses. A equipe brasileira tenta dissuadir os Estados Unidos de adotarem medidas comerciais contra o Brasil em função da utilização do Pix.

A preocupação do Brasil com o assunto começou em julho do ano passado, no auge da crise causada pelo tarifaço aplicado pelo governo norte-americano.

Naquele mês, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) abriu uma investigação com base na seção 301 da Lei de Comércio do país sobre práticas comerciais supostamente irregulares do Brasil e incluiu o Pix entre os itens sob apuração.

As alegações norte-americanas seriam de que o sistema de transferência de valores eletrônico desenvolvido pelo Banco Central do Brasil representaria uma ameaça à atuação de empresas dos Estados Unidos que operam o mercado de meios de pagamento.

O governo brasileiro respondeu à investigação em agosto de 2025 negando que o Pix promova qualquer tipo de discriminação em relação a empresas norte-americanas e afirmou que até mesmo empresas do país como o Google já utilizam a ferramenta.

O Pix foi mencionado em um relatório do USTR de 31 de março em que os EUA listam o que consideram barreiras comerciais de mais de 60 países contra empresas norte-americanas.

"O Banco Central do Brasil criou, detém, opera e regula o Pix, uma plataforma de pagamentos instantâneos. Partes interessadas dos EUA expressaram preocupação com o fato de o Banco Central do Brasil conceder tratamento preferencial ao Pix, o que prejudica os fornecedores de serviços de pagamento eletrônico dos EUA. O Banco Central exige o uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500.000 contas."

Os especialistas em comércio exterior e regulação econômica ouvidos pela BBC News Brasil em abril frisaram que os EUA não teriam jurisdição para agir diretamente contra o Pix.

Segundo eles, as ferramentas à disposição dos norte-americanos caso queiram punir o Brasil pelo uso do Pix se concentrariam na esfera comercial, como prevê a Lei de Comércio de 1974 que baseia a investigação.

A lei prevê que os Estados Unidos podem retaliar suspendendo benefícios e acordos comerciais e restringindo importações de produtos ou serviços de um determinado país.

O Pix foi mencionado em um relatório em que os EUA listam o que consideram barreiras comerciais de mais de 60 países contra empresas norte-americanas — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Politicamente, no entanto, o governo brasileiro vem usando o Pix como bandeira desde que o mecanismo foi citado pela primeira vez pela administração Trump.

Lula fez diversos discursos em defesa do Pix e o governo até lançou uma campanha publicitária sobre o assunto enfatizando que a defesa do Pix seria uma questão de soberania nacional.

"O Pix é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix, pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira", disse Lula no início de abril durante um evento na Bahia.

Apesar do relaxamento do tarifaço de Trump a uma série de produtos brasileiros nos últimos meses, técnicos da área econômica brasileira querem aproveitar a visita a Washington para tentar diminuir ou eliminar o restante das tarifas que ainda vigoram sobre parte das exportações do país aos Estados Unidos.

Uma estimativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) aponta que pelo menos 29% das exportações brasileiras aos Estados Unidos estejam submetidas a tarifas adicionais impostas pelo governo norte-americano.

Em abril de 2025, os Estados Unidos impuseram uma tarifa de 10% linear a praticamente todos os países do mundo. Em julho daquele ano, a administração Trump impôs uma tarifa adicional de 40% sobre diversos produtos brasileiros.

À época, a medida foi justificada pelo governo norte-americano como uma resposta ao tratamento dado pelo Poder Judiciário ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que enfrentava um julgamento por crimes como golpe de Estado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O governo Trump chamou o processo de "caça às bruxas". A administração do presidente Lula declarou que o governo não interferiria no julgamento de Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos de prisão. Sua defesa alega que ele é inocente.

O episódio foi considerado o auge do mal-estar nas relações entre os dois países, mas a partir de setembro daquele ano a situação começou a mudar. Naquele mês, Lula e Trump tiveram um primeiro encontro, em Nova York. Depois, os dois trocaram telefonemas e se encontraram novamente na Malásia.

Em fevereiro deste ano, foi a vez da Suprema Corte dos Estados Unidos decidir que o "tarifaço" de Trump era ilegal e derrubou outra parte das taxas cobradas pelas exportações ao país, o que beneficou países como o Brasil. Em seguida, os EUA implementaram uma tarifa linear de 15% sobre importações globais ao país.

Apesar de estudos como o do Global Trade Alert (GTA) apontarem que o Brasil foi um dos maiores beneficiados pela redução das tarifas, a equipe técnica brasileira quer convencer o governo norte-americano a reduzir tarifas que ainda incidem sobre segmentos considerados estratégicos para a economia brasileira como o da produção de máquinas industriais e a de revestimentos.

Dados da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham) estimam as exportações do Brasil para os Estados Unidos no primeiro trimestre deste ano atingiram a menor participação histórica desde 1997.

As exportações somaram US$ 7,8 bilhões no período, o que aponta para uma redução de 18,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025. Os números apontam que os Estados Unidos passaram a responder por 9,5% das exportações brasileiras.

Um dos temas considerados estratégicos para ambos os países e que está na pauta dos negociadores brasileiros são os minerais críticos.

"Tem espaço na questão das big techs, terras raras e minerais estratégicos", disse o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) ao comentar sobre a viagem de Lula aos Estados Unidos, segundo o jornal Valor Econômico.

De um lado, os norte-americanos querem acesso facilitado a projetos de mineração em jazidas de minerais críticos, especialmente de terras raras. Eles defendem menores barreiras a investimentos estrangeiros e facilitação do processo de licenciamento ambiental desses projetos.

Do outro lado, o governo brasileiro vem defendendo um maior controle estatal sobre estes projetos e que os investimentos na área incluam o beneficiamento dos minerais e não apenas a exportação da matéria-prima.

Os minerais críticos, entre eles as terras raras, são um conjunto de elementos químicos considerados cruciais por serem necessários tanto em equipamentos utilizados para gerar e armazenar energia limpa como para a indústria eletrônica e militar.

Entre eles, estão lítio, cobalto e nióbio. Eles são usados, por exemplo, na fabricação de baterias elétricas, ímãs para turbinas eólicas, chips eletrônicos, aviões, mísseis e satélites.

Desde que assumiu seu segundo mandato, o governo Trump estabeleceu que o país deveria reduzir sua dependência em relação à China para ter acesso a minerais críticos e, sobretudo, a terras raras.

Estima-se que a China detenha em torno de 60% das reservas conhecidas desse material e seja responsável por 90% do refino. A China é hoje o principal adversário geopolítico dos Estados Unidos.

Nessa estratégia, o Brasil surgiu como um possível parceiro, uma vez que o país tem, de acordo com estudos recentes, a segunda maior reserva conhecida de terras raras, atrás apenas da China.

Nos últimos meses, os Estados Unidos lançaram uma série de iniciativas para ampliar seu acesso a reservas de minerais críticos, entre elas o projeto Cofre, que estabeleceu parcerias com outras nações detentoras de minerais considerados estratégicos.

O Brasil, no entanto, vem resistindo a aderir a acordos do tipo com os Estados Unidos, especialmente se eles implicarem em regras que obriguem o Brasil a dar preferência à exportação aos norte-americanos.

O presidente Lula e seus interlocutores afirmam que o Brasil pretende adotar políticas para agregar valor aos minerais críticos e evitar a exportação deles de forma bruta, como acontece com o minério de ferro e outros produtos.

A BBC News Brasil apurou que os Estados Unidos enviaram uma proposta de memorando de entendimento para o governo brasileiro sobre o assunto no início do ano, mas o documento ainda não havia sido respondido até o início de abril.

Apesar disso, os Estados Unidos já deram início a uma série de investimentos para ter acesso a jazidas de minerais críticos. Entre eles está a compra da empresa Serra Verde, responsável pela única mina de terras raras fora da Ásia.

A transação foi anunciada em abril e está estimada em US$ 2,8 bilhões. A mineradora foi vendida para a empresa norte-americana USA Rare Earths. Antes disso, um braço do governo norte-americano, a Corporação Internacional de Desenvolvimento dos Estados Unidos (DFC, na sigla em inglês), já havia feito um investimento de US$ 565 milhões.

Na esfera política, o governo norte-americano tem procurado governos estaduais para firmar acordos sobre a exploração de minerais críticos.

Um dos mais recentes foi firmado com o governo de Goiás, no primeiro trimestre deste ano, pelo então governador e atual pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD).

Interlocutores do presidente brasileiro avaliam que esse tipo de acordo não teria validade e que ele pode ser interpretado como uma tentativa de influenciar o desenho de uma política nacional sobre minerais críticos, que está em discussão no Congresso Nacional.

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Tarifa Zero pode devolver R$ 45,6 bilhões ao bolso dos passageiros das capitais e regiões metropolitanas, aponta estudo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 05:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

Estudo da UnB e da UFRJ aponta que a Tarifa Zero pode devolver R$ 45,6 bilhões ao bolso de passageiros de transporte público das capitais e regiões metropolitanas.

O levantamento faz parte da pesquisa “Tarifa Zero e suas possibilidades de expansão no Brasil”, divulgado nesta terça-feira (05).

Para chegar aos números, os pesquisadores cruzaram dados da Pesquisa Nacional de Mobilidade (PEMOB 2024), do IBGE e de operadoras de transporte coletivo.

O estudo compara o efeito da medida ao de grandes programas sociais como o Bolsa Família e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda.

Usuários de transporte público nas capitais e regiões metropolitanas economizariam, juntos, R$ 45,6 bilhões por ano se pudessem circular de graça nos ônibus e metrôs. A conclusão é de um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Segundo o levantamento, sem essa despesa com passagem, os trabalhadores gastariam como outras coisas, como supermercados, farmácias e serviços locais, fazendo o dinheiro circular na economia.

O estudo, financiado pela Frente Parlamentar em Defesa da Tarifa Zero no Congresso Nacional, com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo, faz parte da pesquisa “Tarifa Zero e suas possibilidades de expansão no Brasil”.

A pesquisa é coordenada pelo professor Thiago Trindade, do Instituto de Ciência Política da UnB, e foi divulgada nesta terça-feira (05). Uma das conclusões é que a medida vai além da mobilidade urbana e pode funcionar como instrumento de distribuição de renda, dinamização econômica e redução de desigualdades sociais.

Para chegar aos números, os pesquisadores cruzaram dados da Pesquisa Nacional de Mobilidade (PEMOB 2024), do IBGE e de operadoras de transporte coletivo, incluindo sistemas de ônibus e metroferroviários nas 27 capitais e suas regiões metropolitanas.

Se fossem incluídos R$ 14,7 bilhões, que é a estimativa das gratuidades já existentes para idosos, estudantes e pessoas com deficiência, por exemplo, o potencial bruto de injeção anual na economia com a Tarifa Zero seria de R$ 60,3 bilhões por ano.

"O valor certamente é ainda maior, porque nosso estudo só olha para as 27 capitais e seus sistemas metropolitanos de transporte”, disse Trindade.

O estudo compara o efeito da medida ao de grandes programas sociais como o Bolsa Família, que paga R$ 57,9 bilhões por ano aos beneficiários de capitais e regiões metropolitanas. Já a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil faz os trabalhadores economizarem R$ 25,4 bilhões.

De acordo com Trindade, o valor médio da passagem no país girava em torno de R$ 4,50 — número baseado em levantamento de 2024 da Associação Nacional dos Transportes Urbanos. “As pessoas economizariam entre R$ 8 e R$ 10 por dia, considerando a ida e volta. Mas essa é apenas uma estimativa, porque houve aumentos expressivos no começo do ano”, afirmou.

Além do impacto econômico, os pesquisadores destacam o caráter redistributivo da Tarifa Zero. O estudo aponta que o transporte pesa mais no orçamento das famílias de baixa renda, o que faz com que a gratuidade beneficie proporcionalmente mais a população vulnerável, moradores de periferias e a população negra.

O debate envolve também uma mudança cultural sobre o direito à mobilidade urbana. “Está muito enraizado na nossa cultura social que, para as pessoas se locomovam pela cidade, elas têm que pagar a tarifa. A gente criou uma lógica onde você só pode circular se tiver dinheiro”, disse Trindade.

Sem despesa com passagem, os trabalhadores gastariam com supermercados, farmácias e serviços locais, diz estudo. — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Segundo ele, essa visão começou a mudar a partir de 2015, quando o transporte foi incluído como direito social na Constituição Federal, por meio de um a emenda da deputada Luiza Erundina (Psol/SP), devido às manifestações de junho de 2013. “A gente está vivendo um processo de mudança de chave no debate sobre o transporte público”, disse o pesquisador.

Mas ainda há resistência à política de Tarifa Zero. Na avaliação de Trindade, isso acontece por uma questão de interesse de classe e de controle social.

"É algo similar ao debate sobre o fim da escala 6 por 1. As classes mais ricas não gostam da ideia de que as pessoas pobres tenham liberdade de circulação pela cidade. A tarifa é um instrumento de controle social, porque quando você cobra, você impede milhões de pessoas de circularem, afirmou Trindade.

Um estudo anterior, divulgado em novembro de 2025, analisou as possíveis formas de financiamento da Tarifa Zero e apontou como alternativa a substituição do vale-transporte por uma contribuição das empresas, inspirada no modelo francês conhecido como Versement Mobilité.

Pela proposta, empresas de cidades com mais de 50 mil habitantes — cerca de 706 municípios —contribuiriam com um valor fixo mensal por funcionário. O modelo prevê isenção para empresas com até nove empregados, o que, segundo o estudo, beneficiaria cerca de 83% dos CNPJs do país.

Com uma contribuição estimada em cerca de R$ 250 por trabalhador, seria possível arrecadar aproximadamente R$ 80 bilhões por ano — valor suficiente para financiar a política sem necessidade de novos impostos ou recursos adicionais do governo.

O estudo também compara essa proposta com uma alternativa de gratuidade focalizada apenas para a população de baixa renda. Nesse cenário, atender cerca de 24 milhões de pessoas inscritas no CadÚnico custaria aproximadamente R$ 58 bilhões por ano — cerca de 75% do necessário para a implementação universal.

Apesar do custo menor, os pesquisadores destacam que a Tarifa Zero universal tem maior potencial de simplificação, inclusão e redução das desigualdades no acesso ao transporte público.

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Ex-chefe do WhatsApp no Brasil cria ONG para denúncias contra big techs; entenda como funciona

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 05:44

Tecnologia Ex-chefe do WhatsApp no Brasil cria ONG para denúncias contra big techs; entenda como funciona Iniciativa oferece apoio jurídico gratuito a usuários e abre espaço para denúncias anônimas de funcionários de grandes empresas de tecnologia sobre práticas de interesse público. Por Darlan Helder, g1 — São Paulo

Iniciativa foi criada por ex-diretora do WhatsApp no Brasil após saída da Meta em 2025, quando Zuckerberg anunciou o fim da checagem de fatos.

O Brasil acaba de ganhar uma ONG voltada a receber denúncias contra big techs. A CTRL+Z permite que usuários que tiveram problemas com plataformas como Instagram, Facebook, Google e X registrem seus casos e tenham acesso a suporte de advogados sem custo.

A iniciativa também abre espaço para que funcionários dessas empresas façam denúncias e revelem práticas que ainda não vieram a público.

🔎 O que são big techs? O termo, em inglês, se refere às grandes empresas de tecnologia. Fazem parte desse grupo companhias como Apple, Amazon, Google, Microsoft e Meta (dona de Facebook, Instagram e WhatsApp). Em comum, elas dominam o mercado digital, concentram milhões de usuários e estão entre as maiores empresas do mundo.

Por enquanto, a iniciativa está em fase de testes, o que significa que o suporte ainda pode demorar, segundo as responsáveis pela ONG, as jornalistas Tatiana Dias e Daniela da Silva.

Daniela era chefe de políticas públicas do WhatsApp no Brasil e deixou a empresa após Mark Zuckerberg anunciar o fim do programa de checagem de fatos na companhia. (saiba mais abaixo)

Em conversa com o g1, Daniela afirmou que o objetivo da CTRL+Z é criar uma cultura de responsabilização das big techs. Segundo ela, a ONG busca parcerias e já conta com uma equipe de advogados para atuar nos casos.

"E já surgiram ofertas. Começamos a receber várias mensagens de escritórios de advocacia interessados em fechar parceria", disse.

É possível fazer uma denúncia gratuitamente pelo site oficial da ONG (https://ctrlz.org.br/add/). Segundo as responsáveis, as vítimas podem relatar casos como encerramento de conta sem aviso, perfil falso, vazamento de dados pessoais, bloqueio temporário injustificado ou perda de acesso, por exemplo, em situações de conta hackeada.

Daniela citou como exemplo o caso de uma pessoa que teve uma conta do Google, usada há 20 anos, suspensa de forma equivocada, segundo ela, sob suspeita de uso de imagem de exploração infantil.

Ela explica que, por causa do login único da empresa, a suspensão da conta principal pode levar à perda de acesso a diversas plataformas e ferramentas essenciais. "Além dos prejuízos financeiros, pois muita atividade econômica hoje está diretamente ligada a essa presença online", afirmou. Segundo ela, após a atuação da ONG, o acesso foi recuperado.

🗣️ Para denunciar, no site oficial tem um formulário onde as vítimas devem informar o nome da plataforma e descrever o problema, relatando o que aconteceu, se houve contato com a empresa e se teve respostas. 🔍Também é possível anexar provas e fornecer dados pessoais, como nome, cidade e e-mail. Ao final, a pessoa pode indicar se autoriza o contato de um advogado para tirar dúvidas e prestar auxílio, além de decidir se permite ou não a divulgação pública do caso.

Segundo as fundadoras, a ONG preferiu não usar formulários de big techs, como Google Forms e Microsoft Forms, para impedir que essas empresas tenham acesso ao conteúdo das denúncias. Por isso, utiliza um sistema com criptografia de ponta a ponta, uma camada de proteção em que apenas remetente e destinatário conseguem acessar as informações enviadas.

Já o #VazaBigTech é o programa criado pela ONG para incentivar funcionários de big techs a denunciar casos de interesse público. Embora a plataforma possa ser acessada por navegadores comuns, as fundadoras destacam que o nível máximo de segurança e anonimato só é garantido com o uso do navegador Tor, que dificulta o rastreamento na internet.

O objetivo é reunir relatos, documentos e informações sobre decisões consideradas arbitrárias ou negligências com potencial interesse público.

Tatiana Dias afirma que a ferramenta permite o envio de denúncias anônimas. Nesse caso, "nem a gente tem como saber quem é", diz, ressaltando que a identidade da fonte permanece protegida.

Daniela da Silva deixou a Meta no início de 2025. Ela era diretora de políticas públicas do WhatsApp no Brasil e atuou no cargo entre fevereiro de 2024 e fevereiro de 2025.

A saída dela ocorreu após Mark Zuckerberg anunciar, em um vídeo, o fim da checagem de fatos nos EUA. Na ocasião, o executivo também disse que a Meta passaria a pressionar governos, em parceria com a administração Trump, contra o que classificou como tentativas de censura a companhias americanas.

Ao g1, Daniela disse que já havia sinais de aproximação da Meta com o governo Trump, mas que a forma como isso se concretizou internamente, por meio do vídeo de Zuckerberg, foi uma surpresa. Ela disse que ficou sabendo da mudança "junto com todo mundo", ou no máximo uma hora antes da divulgação ao público.

A brasileira expôs sua indignação em uma publicação no LinkedIn, onde também anunciou sua demissão.

"A velocidade e a intensidade dessa virada retórica da Meta, e a adesão a uma base ideológica tão distinta dos valores que orientavam meu o trabalho até então (pensando nas medidas de integridade e segurança implementadas no WhatsApp nos últimos anos), isso simplesmente não é algo que eu possa compreender, muito menos apoiar", escreveu ela no LinkedIn.

Daniela afirmou ao g1 que sua saída não foi planejada. "Foi inesperada e eu não tinha exatamente um plano do que fazer depois, eu não estava saindo de uma empresa indo para outra".

Ela também disse que a decisão de deixar a Meta e criar uma ONG foi motivada pela percepção de que há insatisfação dentro das big techs. "Muitos funcionários dessas empresas pensam diferente do que a companhia defende e estão preocupados, mesmo trabalhando lá dentro".

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Dívida dos EUA ultrapassa o PIB e supera US$ 30 trilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 04:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

A dívida pública dos Estados Unidos ultrapassou o tamanho da economia do país e já supera os US$ 31 trilhões, segundo novos dados divulgados pelo Bureau of Economic Analysis.

De acordo com a estimativa preliminar do Produto Interno Bruto (PIB) para o primeiro trimestre de 2026, a economia americana somou US$ 31,22 trilhões entre abril de 2025 e março de 2026. No mesmo período, a dívida em poder do público chegou a US$ 31,27 trilhões, o equivalente a 100,2% do PIB.

Esse patamar está bem acima da média histórica, alerta o Committee for a Responsible Federal Budget, (Comitê para um Orçamento Federal Responsável, CRFB). Fora um breve período no início da pandemia de Covid-19, quando o PIB caiu temporariamente, a dívida só havia superado o tamanho da economia por dois anos, no fim da Segunda Guerra Mundial. Nas duas décadas seguintes, essa relação caiu para cerca de 34%.

Atualmente, a projeção é que a dívida alcance 125% do PIB até 2036. Uma reportagem do The Wall Street Journal destaca que o endividamento deve continuar crescendo, já que o governo gasta cerca de US$ 1,33 para cada dólar arrecadado.

“Ouvimos muitos alertas nos últimos anos sobre o rumo fiscal, mas este soa especialmente alto. A questão é saber se os líderes em Washington vão ouvir”, afirmou.

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Como sementes usam o som da chuva para decidir quando germinar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 03:51

Agro Como sementes usam o som da chuva para decidir quando germinar Estudo mostra que vibrações das gotas podem servir de sinal de alerta e acelerar crescimento das plantas. Pesquisa oferece primeira evidência direta de que sementes agem com base em sons. Por Richard Connor

Pesquisadores do MIT descobriram que sementes de arroz germinam mais rapidamente quando expostas ao som da chuva.

As vibrações acústicas das gotas de chuva tiram as sementes do estado de dormência e fazem com que brotem mais cedo.

Os resultados foram publicados na revista científica Scientific Reports, oferecendo a primeira evidência direta de que sementes de plantas podem perceber sons e agir com base neles.

Os pesquisadores expuseram milhares de sementes de arroz a gotas de água em um ambiente controlado, simulando chuvas de diferentes intensidades.

As sementes expostas ao som da queda das gotas germinaram de 30% a 40% mais rápido do que as que foram mantidas em silêncio.

O som da chuva pode funcionar como um sinal de alerta para sementes à espera de germinar. É o que indica o trabalho de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos.

Na prática, é como se as sementes sentissem ou "ouvissem" a chuva por meio das vibrações que ela produz. Os cientistas descobriram que algumas delas germinam mais rapidamente por causa disso..

Para chegar à conclusão, os pesquisadores do MIT realizaram testes com sementes de arroz. Eles descobriram que as vibrações acústicas das gotas de chuva tiraram as sementes do estado de dormência e fizeram com que brotassem mais cedo do que ocorreria em outras condições.

Os resultados foram publicados na revista científica Scientific Reports, oferecendo a primeira evidência direta de que sementes de plantas podem perceber sons e agir com base neles.

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Os pesquisadores expuseram milhares de sementes de arroz a gotas de água em um ambiente controlado, simulando chuvas de diferentes intensidades, de leves a fortes. As sementes ficaram submersas em água rasa — condições típicas do cultivo de arroz.

As sementes expostas ao som da queda das gotas germinaram de 30% a 40% mais rápido do que as que foram mantidas em silêncio.

Tudo se resume à física. Quando uma gota de chuva atinge a água ou o solo, a pressão que ela provoca cria vibrações ou ondas de pressão, que se propagam e podem ser percebidas como som. Na água, essas vibrações podem ser particularmente intensas.

Nicholas Makris, pesquisador do MIT e coautor do estudo, compara as ondas de pressão captadas pelas sementes, a apenas alguns centímetros do impacto de uma gota de chuva, ao som que uma pessoa ouve "a poucos metros de um motor a jato no ar".

Leia também: Áreas de arroz e feijão param de cair, após perderem espaço para soja e milho por 16 anos

Sabe-se que as plantas respondem a uma variedade de estímulos ambientais. Algumas reagem ao toque, outras a substâncias químicas, e a maioria, à luz. A ciência também já estabeleceu também que elas podem ser capazes de perceber a gravidade.

No caso das gotas de chuva, a ideia de que as plantas "ouvem" sugere que existe uma parte da planta que está "escutando” e agindo de forma cognitiva com base no que "ouve”. E há um certo fundo de verdade.

Outros estudos sugerem que sementes de plantas podem ter "centros de decisão", que funcionam como pequenos "cérebros vegetais".

"Sabemos que as plantas são verdadeiros organismos vivos”, explica Frantisek Baluska, professor emérito de fisiologia vegetal e biologia celular vegetal da Universidade de Bonn. "As plantas estão emergindo como organismos cognitivos."

Assim como na ideia de plantas ouvirem a chuva, as plantas não pensam da mesma forma que nós, humanos, entendemos o "pensar". Mas é possível, segundo Baluska, que as sementes decidam sobre a germinação com base numa forma de "avaliação cognitiva".

Os autores do estudo acreditam que as vibrações atuam sobre pequenas estruturas internas conhecidas como estatólitos. As organelas densas, semelhantes a grãos de areia, estão presentes dentro das células vegetais e ajudam a detectar a gravidade.

Os estatólitos se depositam no fundo das células, permitindo que a semente saiba qual é o sentido de cima e de baixo — assim, as raízes crescem para baixo e os caules crescem para cima.

No entanto, a pesquisa da equipe sugere que a energia das vibrações induzidas pela chuva interfere no funcionamento normal dos estatólitos.

Sementes que respondem a essas vibrações provavelmente estão próximas da superfície, onde há umidade disponível, mas não tão profundas a ponto de os brotos emergentes não conseguirem alcançar a luz.

Isso significa que o som da chuva pode ajudá-las a avaliar se estão em uma posição ideal para crescer.

"A audição humana é adaptada para ser vantajosa aos seres humanos”, diz Makris. "O que descobrimos é que as sementes e mudas das plantas fazem algo que aparentemente também é vantajoso para elas."

Segundo ele, é provável que sementes de outras plantas respondam ao som da chuva de maneira semelhante.

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Como pequenos negócios aproveitaram show de Shakira para lucrar com camisetas, bonés e viagens

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 05/05/2026 02:52

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Como pequenos negócios aproveitaram show de Shakira para lucrar com camisetas, bonés e viagens Megaevento em Copacabana gerou faturamento de empreendedores e prestadores de serviços para fãs de todo o país. Por Pegn

O show de Shakira na Praia de Copacabana impulsionou os negócios de pequenos empreendedores dentro e fora do Rio de Janeiro.

Com público estimado em até 2,5 milhões de pessoas, o megaevento gerou uma onda de consumo que começou antes da apresentação e se espalhou por diferentes setores.

No comércio popular, a empreendedora Lorrana Lica apostou em produtos temáticos para aproveitar o momento.

No interior de São Paulo, a agente de viagens Camila Meira organizou um pacote especial para levar fãs até Copacabana.

O show de Shakira na Praia de Copacabana não movimentou apenas fãs — também impulsionou os negócios de pequenos empreendedores dentro e fora do Rio de Janeiro.

Com público estimado em até 2,5 milhões de pessoas, o megaevento gerou uma onda de consumo que começou antes da apresentação e se espalhou por diferentes setores.

No comércio popular, a empreendedora Lorrana Lica apostou em produtos temáticos para aproveitar o momento. Dona de uma loja no Saara, no centro da capital fluminense, ela já explorava o nicho de cultura pop desde 2022 e repetiu a estratégia em grandes shows anteriores.

Para o evento, a coleção foi lançada com cerca de 50 dias de antecedência, o que permitiu testar a aceitação do público e ajustar a produção. Entre os itens vendidos estavam camisetas, bonés, tops e leques personalizados, com preços a partir de R$ 49,90.

O histórico de faturamento mostra o potencial desse mercado. Após experiências com shows como RBD, Madonna e Lady Gaga, a empresária já havia alcançado receitas de até R$ 600 mil em eventos anteriores — e apostou no show da cantora colombiana para ampliar ainda mais os ganhos.

Mas não foi só no Rio que os negócios aqueceram. No interior de São Paulo, a agente de viagens Camila Meira organizou um pacote especial para levar fãs até Copacabana.

A empreendedora investiu cerca de R$ 20 mil na operação, incluindo aluguel de ônibus e custos de preparação, para transportar 64 pessoas em uma viagem bate-volta.

Com passagens vendidas por cerca de R$ 300, a viagem foi estruturada com apoio de estratégias digitais e parcerias com comunidades de fãs nas redes sociais, fundamentais para garantir a adesão do público.

Além do retorno financeiro, o projeto também marcou um passo importante na trajetória da empresária, que uniu negócio e paixão pela artista para consolidar sua atuação no setor de turismo.

Casos como esses ilustram um movimento típico de grandes eventos: a economia criativa ganha força e transforma fãs em consumidores — e, muitas vezes, em empreendedores. No embalo de Shakira, a música não foi o único espetáculo em cena: os negócios também entraram no ritmo.

📍Endereço: Rua Senhor dos Passos, 187 – Saara Rio de Janeiro/RJ – CEP: 23057-112📞Telefone: (21) 99488-4498📧 E-mail: lixcriandorj@gmail.com🌐 Site: https://www.lojalix.com.br/📸 Instagram: https://www.instagram.com/usealix

📍Endereço: Rua Henrique Carrara Amaral Rogick, 751 casa 31 Sorocaba/SP – CEP: 18072-460📞Telefone: (15) 98178-6204📧E-mail: cmprimetravel@gmail.com📘Facebook: https://www.facebook.com/share/18MMifn51N/?mibextid=wwXIfr📸 Instagram: https://www.instagram.com/camilameiracmprime

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Elon Musk pagará multa de US$ 1,5 milhão por não divulgar compra de ações do Twitter

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 01:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

Elon Musk chega ao tribunal para o julgamento contra a OpenAI. — Foto: Godofredo A. Vásquez/AP Photo

Elon Musk fechou um acordo na ação civil movida pela Securities and Exchange Commission (SEC), que acusava o acusa de demorar para divulgar suas primeiras compras de ações do Twitter (atual X), em 2022.

Um fundo em nome de Musk pagará uma multa civil de US$ 1,5 milhão, segundo o acordo divulgado nesta segunda-feira (4) em um tribunal federal de Washington, D.C.

🔎 A Securities and Exchange Commission (SEC) é a agência do governo dos Estados Unidos responsável por regular e fiscalizar o mercado financeiro.

Musk não admitiu irregularidades e não terá que devolver os US$ 150 milhões que supostamente economizou com o atraso. O acordo ainda precisa ser aprovado pela juíza distrital Sparkle Sooknanan, que em fevereiro rejeitou o pedido de Musk para encerrar o caso.

A decisão encerra mais de sete anos de disputas entre Musk e o regulador, iniciadas em setembro de 2018, quando a SEC o acusou de fraude por publicar que havia garantido financiamento para fechar o capital da Tesla.

Musk resolveu aquele caso pagando US$ 20 milhões, permitindo que advogados da Tesla revisassem alguns de seus posts no Twitter e deixando o cargo de presidente do conselho da empresa.

“O sr. Musk agora foi inocentado de todas as questões relacionadas ao atraso no envio de formulários na aquisição do Twitter, como dissemos desde o início”, afirmou seu advogado, Alex Spiro, em nota.

Na ação de janeiro de 2025, a SEC afirmou que o atraso de 11 dias na divulgação da participação inicial de 5% no Twitter, no fim de março e início de abril de 2022, permitiu a Musk comprar mais de US$ 500 milhões em ações a preços artificialmente baixos, antes de revelar uma fatia de 9,2%.

O órgão defendia que Musk pagasse multa e devolvesse os US$ 150 milhões supostamente economizados às custas de investidores.

Musk alegou que o atraso foi involuntário e acusou a SEC de violar sua liberdade de expressão ao persegui-lo.

A ação foi apresentada seis dias antes de o ex-presidente Joe Biden deixar a Casa Branca e ser substituído por Donald Trump. O atual presidente da SEC, Paul Atkins, tem redirecionado as prioridades do órgão.

“É um dia embaraçoso para a SEC”, disse Amanda Fischer, ex-chefe de gabinete de Gary Gensler. Segundo ela, o acordo “deveria levar o público a questionar se a SEC está protegendo aliados da Casa Branca em detrimento de investidores comuns”.

Musk liderou o Departamento de Eficiência Governamental no governo Trump, voltado à redução de custos, antes de deixar o cargo em maio passado.

Robert Frenchman, sócio do escritório Dynamis, em Nova York, disse que a multa de US$ 1,5 milhão é “modesta para a pessoa mais rica do planeta”, mas pode desestimular violações semelhantes.

“É uma mensagem ao mercado de que as regras se aplicam a todos, inclusive a Elon Musk”, afirmou.

Musk concluiu a compra do Twitter por US$ 44 bilhões em outubro de 2022. Posteriormente, integrou o Twitter à sua empresa de inteligência artificial xAI e, depois, incorporou a xAI à sua empresa espacial SpaceX. A revista Forbes estima que Musk tenha patrimônio de US$ 789,9 bilhões.

As duas partes informaram em 17 de março que estavam em negociações para um acordo, um dia após a chefe de fiscalização da SEC, Margaret Ryan, deixar o cargo após pouco mais de seis meses.

A saída ocorreu após divergências com outros líderes da agência sobre a condução de casos, segundo fontes. Um advogado de Ryan não respondeu imediatamente a pedidos de comentário.

A multa aplicada a Musk é a maior já imposta pela SEC para esse tipo de infração, segundo uma fonte com conhecimento do acordo.

O caso é separado de outra ação civil, na qual um júri de San Francisco considerou Musk responsável, em 20 de março, por fraudar acionistas do Twitter após anunciar a compra da empresa.

Os acionistas alegaram que Musk questionou a quantidade de contas falsas e de spam na plataforma, os chamados bots, para forçar uma renegociação do preço ou desistir da aquisição.

Segundo eles, as declarações derrubaram o valor das ações, causando prejuízos. As perdas podem chegar a US$ 2,5 bilhões.

Os advogados de Musk, incluindo Spiro, pedem a anulação da decisão ou um novo julgamento, classificando o veredito como “resultado de viés e preconceito contra um réu polarizador”.

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Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 00:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

O percentual de famílias que não conseguem pagar dívidas em atraso chegou a 12,3% em março de 2026, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

O indicador mantém trajetória de alta nos últimos anos. Em março de 2023, era de 11,5%; em 2025, passou a 12,2%.

Ao mesmo tempo, o endividamento total das famílias também bateu recorde histórico e chegou a 80,4%, acima dos 77,1% registrados em março de 2025.

Diante desse quadro, o governo federal lançou o Desenrola 2.0, nova versão do programa de renegociação de dívidas com uso do FGTS.

O percentual de famílias que não conseguem pagar dívidas em atraso chegou a 12,3% em março, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

O indicador mantém trajetória de alta nos últimos anos. Em março de 2023, o índice era de 11,5%; em 2025, passou a 12,2%.

Ao mesmo tempo, o endividamento total das famílias bateu recorde e chegou a 80,4%, acima dos 77,1% registrados em março de 2025.

Apesar de uma leve melhora na comparação mensal, o nível de inadimplência segue elevado. Em março, 29,6% das famílias tinham contas em atraso, percentual superior ao de um ano antes, quando era de 28,6% .

A pesquisa é realizada mensalmente pela CNC com cerca de 18 mil consumidores nas capitais dos estados e no Distrito Federal.

Diante desse quadro, o governo federal lançou o Desenrola 2.0, nova versão do programa de renegociação de dívidas (leia mais abaixo).

O cartão de crédito saiu de 86% da principal fonte de endividamento em março de 2023, para 84,9% em março deste ano.

O movimento mais relevante no mesmo período está no avanço do crédito pessoal, cuja participação no total das dívidas subiu de 8,6% para 12,6%.

Quase 70% dos brasileiros têm dívidas; 41% não pagaram familiares e amigos após empréstimo, diz Datafolha

O mesmo acontece com crédito imobiliário, que saiu de 8,7% para 9,7%, e financiamento automotivo, que aumentou de 8,7% para 9,1%.

Ao mesmo tempo, houve mudanças no perfil dessas dívidas, com redução da parcela de atrasos muito longos e aumento dos prazos médios de pagamento. Ainda assim, o comprometimento da renda permanece elevado.

Em média, as famílias destinam 29,6% da renda mensal ao pagamento de dívidas e levam cerca de 7,2 meses para quitá-las, o que indica um ciclo prolongado de endividamento, segundo a CNC.

Nesse contexto, o Desenrola 2.0 foi apresentado como tentativa de conter o avanço da inadimplência. O programa prevê renegociação de dívidas com descontos que podem chegar a 90% e juros limitados a 1,99% ao mês.

Também permite o uso de até 20% do saldo do FGTS, ou um mínimo de R$ 1 mil, para pagamento de débitos. A iniciativa é voltada principalmente a trabalhadores com renda de até cinco salários mínimos e inclui dívidas como cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e Fies.

Desenrola 2.0: governo vai usar dinheiro esquecido em bancos para garantir renegociação de dívidas

Para garantir que os recursos sejam usados na quitação de dívidas, o valor do FGTS será transferido diretamente ao banco credor. Quem aderir ao programa também ficará impedido de fazer apostas online por um ano.

A primeira edição do Desenrola, lançada em 2023, renegociou R$ 53,2 bilhões em dívidas de 15 milhões de pessoas.

Também houve a retirada de cerca de 10 milhões de registros negativos relacionados a débitos de até R$ 100. Segundo o governo, o programa ajudou a reduzir a inadimplência no período em que esteve ativo, mas o efeito perdeu força ao longo do tempo.

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Já posso renegociar dívidas no Desenrola 2.0? Bancos dizem que vão iniciar após ajustar operações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 00:55

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Bancos consultados pelo g1 informaram que vão aderir ao Novo Desenrola Brasil, mas ainda aguardavam definições operacionais para iniciar, de fato, a renegociação de dívidas.

O programa foi lançado oficialmente pelo governo federal na manhã de segunda-feira (4), com o objetivo de reduzir o endividamento das famílias e reorganizar o acesso ao crédito no país.

A Medida Provisória que estabelece as regras foi publicada no fim do dia — e, com isso, já passou a valer.

Até então, os bancos procurados pelo g1 não tinham data definida para o início das operações e aguardavam o detalhamento para adaptar seus processos.

O acesso ao programa será feito pelos canais oficiais das instituições financeiras, como aplicativos, sites ou agências.

Bancos consultados pelo g1 informaram que vão aderir ao Novo Desenrola Brasil, mas ainda aguardavam definições operacionais para iniciar, de fato, a renegociação de dívidas. As instituições também ajustavam seus sistemas para viabilizar a implementação.

O programa foi lançado oficialmente pelo governo federal na manhã de segunda-feira (4), com o objetivo de reduzir o endividamento das famílias e reorganizar o acesso ao crédito no país. A Medida Provisória que estabelece as regras foi publicada no fim do dia — e, com isso, já passou a valer.

Até então, os bancos procurados pelo g1 não tinham data definida para o início das operações e aguardavam o detalhamento para adaptar seus processos. O acesso ao programa será feito pelos canais oficiais das instituições financeiras, como aplicativos, sites ou agências.

O g1 também entrou em contato com o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Nubank, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Já o Banco Inter informou estar em período de silêncio por causa de seu balanço financeiro e que, por isso, não poderia comentar.

O Novo Desenrola prevê a renegociação de dívidas com descontos e condições facilitadas de pagamento, incluindo juros menores. Podem aderir pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105. (leia mais abaixo)

A expectativa do governo é que até R$ 58 bilhões em débitos sejam renegociados, incluindo dívidas antigas e recentes.

O presidente Lula, acompanhado dos ministros Paulo Henrique Rodrigues, Miriam Belchior, Dário Durigan e Bruno Moretti, assina Medida Provisória que cria o Novo Desenrola Brasil. — Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

"O Itaú Unibanco trabalha na implementação do Novo Desenrola e, com a publicação da Medida Provisória, disponibilizará as ofertas de renegociação aos clientes elegíveis em todos os seus canais — Superapp, WhatsApp (11 4004 1144), site (itau.com.br/renegociacao) e parceiros credenciados de renegociação.

As condições de renegociação seguem os parâmetros estabelecidos pelo programa, sendo elegíveis pessoas físicas com renda de até cinco salários mínimos e dívidas de até R$ 15 mil em atraso entre 90 dias e dois anos, contratadas até 31 de janeiro de 2026, nas modalidades de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, com descontos que podem chegar a 90% do valor da dívida, juros de até 1,99% ao mês e prazo de pagamento de até 48 meses."

“O Santander considera positivas iniciativas que favoreçam a saúde financeira da população brasileira e informa que irá aderir ao Desenrola 2.0. O Banco está realizando os testes necessários para iniciar a oferta do serviço aos clientes o mais brevemente possível, dentro das condições definidas pelo Governo. A Instituição coloca seus canais à disposição dos clientes para atendimento e esclarecimento de eventuais dúvidas.”

"O Bradesco informa que vai aderir à nova fase do programa de renegociação de dívidas lançado hoje pelo governo federal, o Novo Desenrola Brasil. O banco está aguardando as autorizações do Fundo de Garantia de Operações (FGO) para iniciar as renegociações dentro do novo programa. Enquanto isso, clientes interessados podem realizar um pré-cadastro, mediante o preenchimento do formulário já disponível no portal https://renegocie.bradesco.com.br

Adicionalmente, o Bradesco disponibilizará um programa com condições próprias de renegociação para os clientes que não se enquadrem no programa do governo, seja por atraso menor ou maior do que o previsto ou por renda superior ao estabelecido como elegível. Com a iniciativa, o banco pretende ampliar os efeitos do processo de alívio do endividamento da população.

O Bradesco também irá habilitar os canais de atendimento telefônico e a rede de agências para oferecer suporte ao programa. Os demais clientes que não estiverem enquadrados no Desenrola 2 terão acesso a ofertas de renegociação disponíveis no mesmo portal."

"O BTG Pactual e o Banco Pan informam que irão aderir ao programa Desenrola 2.0. As instituições acompanham o andamento da medida provisória publicada hoje e a regulamentação do programa, e manterão seus clientes informados sobre prazos, funcionamento e critérios de adesão assim que houver definições adicionais."

"O C6 Bank confirma que vai aderir ao programa Novo Desenrola Brasil. Assim que estiverem devidamente estabelecidas as ferramentas tecnológicas (APIs) que permitem a conexão das instituições financeiras com o FGTS e o FGO, o C6 Bank oferecerá ao cliente a possibilidade de renegociação de dívida por meio do programa.

Os requisitos para aderir ao Novo Desenrola são os determinados pelo governo – a pessoa precisa ter renda de até 5 salários-mínimos (R$ 8.105) e dívidas, contratadas até 31 de janeiro de 2026, atrasadas entre 90 dias e 2 anos com cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

O cliente que desejar renegociar dívidas e se enquadrar nessa faixa poderá procurar o banco nos canais oficiais de atendimento: no app ou no telefone (3003-6116 para capitais e regiões metropolitanas e 0800-660-6116 para demais localidades)."

Quem pode participarQuais são as frentes do programaQuais dívidas entram na renegociaçãoQuais são as condições oferecidasFGTS na renegociaçãoPequenas dívidasBloqueio em bets

Poderão participar do Desenrola Famílias todos os brasileiros endividados e que tenham renda máxima de até cinco salários-mínimos (R$ 8.105).

Além disso, estudantes que tenham dívidas em atraso há mais de 90 dias também poderão renegociar débitos por meio do Desenrola Fies.

O Desenrola 2.0 reúne diferentes iniciativas, cada uma voltada a um público específico. Entre elas estão:

Além disso, o pacote inclui mudanças nas regras do crédito consignado para aposentados, pensionistas do INSS e servidores públicos.

Contratadas até 31 de janeiro de 2026;Com atraso entre 90 dias e dois anos;Relacionadas a cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).

O programa prevê uma combinação de descontos, prazos alongados e juros limitados para facilitar a renegociação de dívidas. Na prática, a proposta tenta equilibrar duas frentes: reduzir o valor devido e tornar o pagamento possível dentro da renda do consumidor.

Descontos entre 30% e 90% sobre o valor da dívida;Parcelamento em até 48 meses;Prazo de até 35 dias para começar a pagar;A nova dívida renegociada não pode ultrapassar R$ 15 mil por CPF, por instituição financeira, já considerando os descontos aplicados;Juros de até 1,99% ao mês.

Pessoas com dívidas de até R$ 100 terão o nome retirado automaticamente dos cadastros de inadimplência. Quem renegociar também terá o nome limpo após o acordo.

O programa também prevê o bloqueio do CPF do beneficiário em plataformas de apostas por 12 meses, como forma de reduzir o risco de novo endividamento.

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