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Fim da escala 6×1: relator propõe plano de trabalho e prevê votação de parecer em 26 de maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 15:48

Política Fim da escala 6×1: relator propõe plano de trabalho e prevê votação de parecer em 26 de maio Comissão especial fará audiências terças e quartas em Brasília e reuniões externas às quintas-feiras. Após análise no colegiado, PEC irá ao plenário, onde precisará de 308 votos. Por Luiz Felipe Barbiéri

O relator da PEC que propõe a redução da jornada de trabalho, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta terça-feira (5) um plano de trabalho que prevê a votação do parecer sobre o fim da escala 6×1 na comissão especial no dia 26 de maio.

A PEC já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e agora tramita em uma comissão especial, destinada a discutir o conteúdo do texto. Após a análise no colegiado, a etapa seguinte será a votação no plenário.

“Os objetivos principais são estudar impactos socioeconômicos, sociais e jurídicos, ouvir trabalhadores, comparar experiências internacionais e buscar consensos”, afirmou o relator.

Prates planejou o trabalho da comissão em 11 reuniões, com encontros às terças e quartas em Brasília e audiências nos estados às quintas. O primeiro estado a ser visitado será a Paraíba, reduto do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

“A ideia é votar nesta comissão no dia 26 de maio. No dia 27 de maio é compromisso do presidente Hugo Motta colocar para votação no plenário”, afirmou.

diagnósticos sobre o uso do tempo para o trabalho;aspectos econômicos sobre a redução da jornada de trabalho;aspectos sociais e a importância do diálogo social para a redução da jornada de trabalho no Brasil;limites e possibilidades para a redução da jornada de trabalho – perspectiva dos empregadores;limites e possibilidades para a redução da jornada de trabalho – perspectiva da classe trabalhadora.

A apresentação e a leitura do relatório está prevista para o dia 20 de maio. Também está no cronograma a realização de seminários em Belo Horizonte e São Paulo.

“O Brasil do futuro não é mais o meu Brasil. É o Brasil de quem tem 16, 17 e 18 anos. Precisamos entender o valor sociológico que essas pessoas carregam. O que eles esperam do nosso país. O maior luxo que eles consideram hoje é o tempo”, afirmou o relator.

um proposto pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) no ano passado, que prevê a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana, com prazo de 360 dias para entrada em vigor da nova regra;a segunda PEC é de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e foi apresentada em 2019. O texto reduz a jornada de trabalho a 36 horas semanais, com prazo de 10 anos para entrada da norma em vigor.

🔎Paralelamente, o governo Lula apresentou um projeto de lei — instrumento diferente de uma PEC e que não altera a Constituição – que prevê a redução do limite de jornada de trabalho semanal para 40 horas e reduz a escala de 6 para 5 dias de trabalho, com dois dias de descanso remunerado.

🔎Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que uma redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, por exemplo, pode elevar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia. Isso equivale a um acréscimo de até 7% na folha de pagamentos, diz a entidade.

Um estudo de fevereiro deste ano do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), aponta que o fim da escala 6×1 aumentará em 7,84% o custo médio do trabalho celetista, no caso de uma jornada de 40 horas semanais.

Na indústria e no comércio, o efeito estimado é inferior a 1% do custo operacional total, segundo a pesquisa.

O governo estima que 37,2 milhões de trabalhadores no Brasil têm jornadas acima de 40 horas semanais, ou seja, 74% dos profissionais com carteira assinada. E que, em 2024, o Brasil registrou 500 mil afastamentos por doenças psicossociais relacionadas ao trabalho — o que gera gastos para a Previdência.

Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.

Apresentação do plano de trabalho e votação de requerimentos. Dep. Leo Prates — Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

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Exportação de carne bovina do Brasil pode cair 10% em 2026 com restrição da China, diz Abiec

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 15:48

Agro Exportação de carne bovina do Brasil pode cair 10% em 2026 com restrição da China, diz Abiec Setor prevê aumento do consumo interno e admite dificuldade para redirecionar volumes hoje destinados ao principal comprador do produto brasileiro. Por Reuters

As exportações de carne bovina do Brasil, maior exportador mundial, podem cair cerca de 10% em 2026 em comparação com 2025, devido a restrições tarifárias impostas pela China, afirmou nesta terça-feira (5) o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Roberto Perosa.

Em conversa com jornalistas, Perosa afirmou também que a produção de carne bovina voltada ao mercado chinês deve ser interrompida por volta de junho, em razão da tarifa. Segundo ele, será necessário aumentar o consumo interno para compensar o volume que deixará de ser exportado ao país asiático.

A China, principal destino da carne bovina brasileira, adotou neste ano uma cota de 1,1 milhão de tonelada isenta da tarifa mais elevada, de 55%, como forma de proteger sua produção interna.

Esse volume está perto de ser atingido, pois as empresas aceleraram os embarques para a China a fim de evitar a tarifa mais alta. O total inclui ainda cargas enviadas no fim de 2025 e que chegaram ao país asiático no início de 2026.

Em 2025, o Brasil exportou 3,5 milhões de toneladas de carne bovina, das quais 1,7 milhão de toneladas tiveram a China como destino, segundo dados da Abiec.

No início do ano, a Abiec trabalhava com um cenário mais otimista, prevendo relativa estabilidade nas exportações, com base na possível abertura de novos mercados e no redirecionamento das vendas para outros destinos.

Segundo Perosa, havia expectativa em relação à abertura do mercado da Coreia do Sul para a carne bovina brasileira, o que não deve mais ocorrer em 2026.

Perosa disse ainda manter expectativa quanto à possível abertura do mercado japonês, que poderia ajudar a reduzir o impacto da queda nos embarques para a China.

Sobre a possível abertura do mercado da Turquia, que também poderia impulsionar as exportações, Perosa afirmou que o avanço depende de um “convencimento técnico”. Segundo ele, as autoridades turcas exigem testes em toda a carne brasileira, o que tornaria o processo inviável. O Brasil, por sua vez, negocia para que as análises sejam feitas por lotes.

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Mark Zuckerberg ‘autorizou pessoalmente’ violação de direitos autorais da Meta, dizem editoras

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 05/05/2026 15:48

Tecnologia Mark Zuckerberg 'autorizou pessoalmente' violação de direitos autorais da Meta, dizem editoras Processo nos EUA acusa a empresa de usar livros e artigos sem autorização para treinar IA. Meta nega irregularidades e diz que prática pode ser considerada “uso justo”, ampliando disputa com editoras. Por Associated Press

Cinco editoras e o autor Scott Turow processam a Meta por uso sem autorização de livros e artigos no treinamento da IA Llama, em ação apresentada em tribunal federal nos Estados Unidos.

Processo abre nova frente de disputa entre setor editorial e empresas de tecnologia sobre uso de conteúdos protegidos para desenvolver sistemas de inteligência artificial.

Autores acusam a empresa de usar obras sem permissão e sem pagamento, afirmando que Zuckerberg teria autorizado e incentivado a prática dentro da companhia.

A ação reúne escritores ligados a grandes editoras e inclui nomes premiados, enquanto a Meta afirma que pretende “defender-se vigorosamente” das acusações.

Casos semelhantes têm crescido nos últimos anos, e a própria Meta já fechou acordo em disputa anterior; decisão final desse processo deve sair na próxima semana.

Cinco editoras e o autor Scott Turow processaram a Meta e seu CEO nesta terça-feira (5). Eles acusam a empresa de usar, sem autorização, milhões de livros e artigos protegidos por direitos autorais para treinar seu sistema de inteligência artificial, o Llama.

A ação foi apresentada em um tribunal federal em Manhattan e abre uma nova frente na disputa entre o setor editorial e empresas de tecnologia que desenvolvem ferramentas de IA.

Segundo os autores, Zuckerberg e a Meta seguiram o lema “agir rápido e quebrar coisas” ao utilizar um grande volume de obras sem permissão para alimentar o sistema.

Além disso, eles afirmam que o uso desse material ocorreu sem pagamento ou autorização dos criadores.

“Os réus reproduziram e distribuíram milhões de obras protegidas por direitos autorais sem autorização, sem oferecer qualquer compensação a autores ou editoras e com pleno conhecimento de que sua conduta violava a lei”, diz um trecho da ação. “O próprio Zuckerberg autorizou pessoalmente e incentivou ativamente a infração.”

Entre os autores publicados pelas editoras que movem a ação — Elsevier, Cengage, Hachette Book Group, Macmillan e McGraw Hill — estão nomes como Scott Turow, Donna Tartt e também Yiyun Li e Amanda Vaill, vencedoras do Prêmio Pulitzer de 2026.

Em nota divulgada na segunda-feira, a Meta afirmou que pretende “defender-se vigorosamente” das acusações.

“A inteligência artificial está impulsionando inovações transformadoras, produtividade e criatividade para indivíduos e empresas, e tribunais têm reconhecido que o treinamento de IA com material protegido por direitos autorais pode se enquadrar como uso justo”, diz parte do comunicado.

Nos últimos anos, disputas desse tipo têm se tornado mais frequentes. Autores e editoras passaram a acionar a Justiça para contestar o uso de suas obras no treinamento de sistemas de inteligência artificial.

Em 2025, a própria Meta concordou em encerrar uma ação coletiva movida por escritores, e a decisão final desse acordo deve ser analisada na próxima semana.

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Ex-CEO da Fox pode comprar a revista New York, diz jornal

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 05/05/2026 14:02

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,117-1,03%Euro ComercialR$ 5,747-1,07%Euro TurismoR$ 6,002-0,94%B3Ibovespa186.887 pts0,69%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,117-1,03%Euro ComercialR$ 5,747-1,07%Euro TurismoR$ 6,002-0,94%B3Ibovespa186.887 pts0,69%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,117-1,03%Euro ComercialR$ 5,747-1,07%Euro TurismoR$ 6,002-0,94%B3Ibovespa186.887 pts0,69%Oferecido por

James Murdoch negocia a compra da revista New York e dos podcasts da Vox Media, segundo o “Wall Street Journal”.

O negócio ocorre em meio a dificuldades no setor de mídia digital, com queda de receitas e maior concorrência.

James Murdoch, um dos filhos do fundador do conglomerado de mídia Fox, estaria perto de comprar a revista "New York", segundo reportagem do "Wall Street Journal". O jornal também afirma que o empresário tem interesse nos podcasts do grupo.

Apesar disso, fontes ligadas ao assunto afirmam que a negociação ainda está longe de ser concluída. Segundo as informações, a aquisição está sendo tratada por meio da Lupa Systems, empresa de investimentos fundada por Murdoch em 2019.

Caso avance, a operação ampliará o portfólio de ativos de mídia do empresário e de sua esposa, Kathryn Murdoch, que já inclui participações em iniciativas culturais e jornalísticas.

A possível venda ocorre em um momento desafiador para empresas de mídia digital nos Estados Unidos, que enfrentam pressão crescente no setor.

A negociação envolve dois ativos específicos: a revista "New York" e a divisão de podcasts da empresa. Fundada em 1968, a publicação foi adquirida pela Vox em 2019 e mantém uma edição impressa quinzenal, além de uma forte presença digital.

O título reúne marcas conhecidas, como "The Cut", "Vulture" e "Grub Street", que ajudaram a expandir seu alcance online.

Já a área de podcasts concentra produções apresentadas por jornalistas, acadêmicos e outras figuras públicas, em um formato que ganhou espaço nos últimos anos. O interesse por esse tipo de conteúdo tem crescido, mesmo diante de um ambiente mais difícil para empresas de mídia.

A Vox Media, por sua vez, deve manter outros veículos relevantes em seu portfólio, como "The Verge", "SB Nation" e "Thrillist", que não fazem parte da negociação.

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Nova CNH: brasileiros economizam R$ 1,8 bilhão com curso teórico gratuito, diz ministério

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 12:52

Carros Nova CNH: brasileiros economizam R$ 1,8 bilhão com curso teórico gratuito, diz ministério Desde dezembro de 2025, o curso teórico da CNH pode ser feito gratuitamente online, sem carga horária mínima, e o candidato pode ir direto para a prova teórica no Detran. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

Em dezembro de 2025, tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ficou menos burocrático e mais barato. Uma das principais mudanças foi o fim da exigência do curso teórico obrigatório em autoescolas.

Em Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, por exemplo, o candidato precisava pagar cerca de R$ 1 mil apenas para cobrir o custo do curso teórico em uma autoescola.

De acordo com o Ministério dos Transportes, as aulas teóricas e práticas custavam entre R$ 3 mil e R$ 5 mil.

Dados do ministério indicam que 55% da economia total do país está concentrada em seis das 27 unidades da federação — os 26 estados e o Distrito Federal:

Antes das mudanças, o candidato precisava cumprir pelo menos 45 horas de aulas teóricas. Com as novas regras, essa exigência deixou de existir, e o curso teórico passou a não ter carga horária mínima.

Ele pode ser feito tanto em autoescolas quanto em casa, além de escolas públicas de trânsito, instituições especializadas em ensino a distância (EaD) ou órgãos que fazem parte do Sistema Nacional de Trânsito.

Também é possível realizar o curso teórico pelo aplicativo CNH do Brasil ou pelo site do Ministério dos Transportes.

Nesse formato, todo o conteúdo é digital e inclui aulas sobre regras de trânsito, direção defensiva, primeiros socorros e cuidados com o meio ambiente.

Apesar de o curso teórico poder ser gratuito, a prova aplicada ao candidato continua sendo paga. Em São Paulo, por exemplo, o custo é de R$ 52,83. Já em Pernambuco, o valor é menor: R$ 38,17.

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Durigan afirma que eleição dificulta revisão de gastos e nega pressão fiscal nos juros

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 11:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,924-0,89%Dólar TurismoR$ 5,137-0,65%Euro ComercialR$ 5,762-0,81%Euro TurismoR$ 6,020-0,64%B3Ibovespa186.242 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 4,924-0,89%Dólar TurismoR$ 5,137-0,65%Euro ComercialR$ 5,762-0,81%Euro TurismoR$ 6,020-0,64%B3Ibovespa186.242 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 4,924-0,89%Dólar TurismoR$ 5,137-0,65%Euro ComercialR$ 5,762-0,81%Euro TurismoR$ 6,020-0,64%B3Ibovespa186.242 pts0,35%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (4) que o calendário eleitoral deve dificultar o avanço de medidas de revisão de gastos no Congresso nos próximos meses.

Segundo ele, o ambiente político entre maio e outubro reduz o espaço para discutir propostas mais sensíveis.

O ministro também contestou a avaliação de que o cenário fiscal seja o principal fator por trás dos juros altos e afirmou que há outros elementos mais relevantes, especialmente no cenário internacional.

O Banco Central do Brasil (BC) reduziu recentemente a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano, e indicou que seguirá avaliando novos dados, em meio a guerra no Irã.

O governo lançou nesta segunda o Desenrola 2.0 para enfrentar o alto endividamento das famílias. A nova versão simplifica o acesso, com bancos fazendo a negociação direta, e foca em dívidas como cartão de crédito e cheque especial, com descontos, juros menores e parcelamento mais longo.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (4) que o calendário eleitoral deve dificultar o avanço de medidas de revisão de gastos no Congresso nos próximos meses e defendeu que a política fiscal não é a principal responsável pelo nível elevado dos juros no país.

Segundo ele, o ambiente político entre maio e outubro reduz o espaço para discutir propostas mais sensíveis.

“De maio a outubro é praticamente impossível que o Ministério da Fazenda, a equipe econômica, apresente uma medida de revisão de gastos”, afirmou, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura.

Apesar disso, Durigan disse que o debate precisa continuar. “É importante abrir um debate civilizado, muito diferente do que aconteceu em 2022, para projetar quais são as opções daqui para frente, como diminuir a pressão das despesas obrigatórias e tornar o arcabouço fiscal mais sólido e crível. Esse debate precisa ser feito”, acrescentou.

O ministro também contestou a avaliação de que o cenário fiscal seja o principal fator por trás dos juros altos e afirmou que há outros elementos mais relevantes, especialmente no cenário internacional.

“Acho que há outros fatores. Por exemplo, o que pressiona a política monetária hoje não é o fiscal, é a guerra. Em outros momentos, como na crise no Rio Grande do Sul ou nas tarifas impostas por Trump, a pressão também não veio do fiscal. Isso é importante notar”, disse.

O Banco Central do Brasil (BC) reduziu recentemente a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano, e indicou que seguirá avaliando novos dados, em meio a guerra no Irã.

A autoridade monetária também tem defendido a necessidade de alinhamento entre as políticas fiscal e monetária.

No entanto, na avaliação de Durigan, os gastos do governo têm pouca influência direta na definição dos juros e que as regras fiscais adotadas desde 2023 vêm ajudando, aos poucos, a melhorar as contas públicas.

Ele destacou que o modelo atual de regras fiscais segue válido e pode ser ajustado, mas não precisa ser substituído. “O arcabouço permite ajustes, funcionou, não envelheceu e ainda está no começo, gerando resultados”, afirmou.

Durigan afirmou ainda que o governo deve manter uma estratégia gradual de ajuste das contas públicas, com foco na contenção de despesas obrigatórias e na melhoria da qualidade do gasto. Além disso, existe a possibilidade de retomar propostas como a revisão de repasses federais, mas reiterou que não há espaço para avançar com esse tipo de medida antes das eleições.

O ministro acrescentou que o governo busca evitar propostas que aumentem despesas sem compensação no Congresso e manter uma agenda econômica considerada responsável. Segundo ele, eventuais tensões políticas não devem comprometer esse compromisso.

Na avaliação de Durigan, os efeitos da guerra no Oriente Médio podem se prolongar e exigirão atenção do governo.

Por conta disso, medidas emergenciais, como a redução de tributos sobre combustíveis, podem ser estendidas, desde que respeitem a neutralidade fiscal, com compensação por meio de receitas extras, como as ligadas ao petróleo.

O governo lançou nesta segunda o Desenrola 2.0 para enfrentar o alto endividamento das famílias. A nova versão simplifica o acesso, com bancos fazendo a negociação direta, e foca em dívidas como cartão de crédito e cheque especial, com descontos, juros menores e parcelamento mais longo.

Também permite uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e prevê medidas para evitar nova inadimplência, como educação financeira e restrição a apostas.

Na avaliação do ministro, a primeira versão do programa perdeu efeito com a retomada da alta dos juros, o que acabou revertendo parte da melhora no endividamento.

Ele afirma que a nova etapa incorpora ajustes, como um processo mais simples para renegociar dívidas e a proibição de apostas online por um ano para quem aderir.

Durigan afirmou que o programa não deve pressionar a inflação. “Eu não acho que o montante que nós estamos viabilizando vai ter impacto na política monetária a ponto de atrapalhar (…) Me parece bem circunscrito”, disse, destacando que “nem tudo” o que for economizado será convertido em consumo.

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Canetas emagrecedoras e remédios caros podem elevar preços dos planos de saúde empresariais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 10:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,931-0,76%Dólar TurismoR$ 5,140-0,59%Euro ComercialR$ 5,768-0,74%Euro TurismoR$ 6,024-0,58%B3Ibovespa186.238 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,931-0,76%Dólar TurismoR$ 5,140-0,59%Euro ComercialR$ 5,768-0,74%Euro TurismoR$ 6,024-0,58%B3Ibovespa186.238 pts0,34%MoedasDólar ComercialR$ 4,931-0,76%Dólar TurismoR$ 5,140-0,59%Euro ComercialR$ 5,768-0,74%Euro TurismoR$ 6,024-0,58%B3Ibovespa186.238 pts0,34%Oferecido por

A “febre” das canetas emagrecedoras e a maior demanda por terapias avançadas, com medicamentos de alto custo, devem pressionar a inflação médica e levar a reajustes mais altos nos planos de saúde empresariais.

A expectativa, segundo especialistas consultados pelo g1, é que os custos médicos subam entre 8% e 11% em 2026.

Segundo pesquisa da consultoria Willis Towers Watson (WTW), os gastos com medicamentos estão entre os principais fatores que puxam os custos de saúde nas Américas — especialmente os remédios mais modernos para obesidade e diabetes.

Ao mesmo tempo, entidades de saúde no Brasil e no mundo seguem discutindo como tratar a obesidade no longo prazo.

Nesse cenário, a avaliação do setor é que, embora os planos ainda não sejam obrigados a cobrir as canetas emagrecedoras, a obesidade vem sendo cada vez mais reconhecida como doença crônica — o que pode influenciar decisões judiciais contra as operadoras, dependendo do caso.

A “febre” das canetas emagrecedoras e a maior demanda por terapias avançadas, com medicamentos de alto custo, devem pressionar a inflação médica e podem levar a reajustes mais altos nos planos de saúde empresariais.

A expectativa, segundo especialistas consultados pelo g1, é que os custos médicos subam entre 8% e 11% em 2026.

Segundo pesquisa da consultoria Willis Towers Watson (WTW), os gastos com medicamentos estão entre os principais fatores que puxam os custos de saúde nas Américas — especialmente os remédios mais modernos para obesidade e diabetes.

“Embora os planos de saúde no Brasil ainda não contemplem medicamentos para emagrecimento, como as canetas injetáveis, o rol de procedimentos ampliou a cobertura ambulatorial para alguns tratamentos oncológicos, além de medicamentos voltados a doenças raras e autoimunes”, explica a diretora de saúde e benefícios da Willis Towers Watson (WTW), Walderez Fogarolli.

Ao mesmo tempo, entidades de saúde no Brasil e no mundo seguem discutindo como tratar a obesidade no longo prazo.

No final do ano passado, por exemplo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou as primeiras diretrizes sobre o uso de canetas emagrecedoras no combate à doença, classificando esses medicamentos como uma ferramenta potencialmente essencial para “ajudar milhões de pessoas a superar a obesidade e reduzir os danos associados”.

No Brasil, uma série de projetos de lei apresentados no Congresso no ano passado passou a tratar do uso de medicamentos contra a obesidade no Sistema Único de Saúde (SUS).

Nesse cenário, a avaliação do setor é que, embora os planos ainda não sejam obrigados a cobrir as canetas emagrecedoras, a obesidade vem sendo cada vez mais reconhecida como doença crônica — o que pode influenciar decisões judiciais contra as operadoras, dependendo do caso.

Ainda segundo a pesquisa da WTW, 67% das seguradoras acreditam que medicamentos à base de GLP-1 vão elevar os custos médicos nos próximos três anos. Na prática, isso também pode pressionar novos reajustes dos planos de saúde.

🔎 Esses medicamentos imitam a ação do hormônio GLP-1, produzido pelo próprio corpo. Ele ajuda a controlar o apetite, aumenta a sensação de saciedade e regula a liberação de insulina.

Os especialistas explicam que, embora os medicamentos tenham um peso importante, há vários outros fatores que influenciam os custos da saúde, como regulação e judicialização no Brasil, tecnologias mais caras (muitas ligadas ao dólar), comportamento dos usuários, além de desperdícios e fraudes.

🔎 Judicialização é quando as pessoas recorrem cada vez mais à Justiça para resolver questões que não foram solucionadas por outros meios. Na saúde, isso inclui casos em que pacientes acionam os tribunais para obrigar planos a cobrir tratamentos, exames ou medicamentos que não foram autorizados.

Segundo o superintendente técnico e atuarial da Mercer Marsh Benefícios, Thomás Ishizuka, fatores como a frequência de uso do plano e o custo médio dos atendimentos — chamado de “severidade” no jargão do setor — também entram na conta dos reajustes.

"Analisamos principalmente o custo médio por atendimento e a frequência de uso, mas o preço também depende de outras variáveis, como a idade dos beneficiários, o setor da empresa e o tipo de contrato", diz.

A Mercer Marsh estima que a inflação médica fique entre 8% e 9% em 2026, enquanto os reajustes dos planos empresariais devem variar de 8% a 10%. Já a WTW projeta alta de 11% neste ano, mas não detalhou os reajustes dos planos.

Apesar da alta projetada para 2026, especialistas avaliam que a inflação médica deve desacelerar em relação ao ano passado — reflexo de um esforço maior das operadoras para combater fraudes e controlar custos após o aumento das despesas no pós-pandemia.

Dados do Relatório de Tendências Globais de Custos Médicos da Aon, por exemplo, apontam alta de 9,7% nos custos médicos corporativos no Brasil — uma queda de 3,2 pontos percentuais em relação aos 12,9% projetados para 2025.

Segundo o diretor executivo da Mercer Marsh Benefícios, Marcelo Borges, esses esforços se concentraram em duas frentes: mudanças na coparticipação e maior controle sobre reembolsos e rede credenciada.

De um lado, o aumento da coparticipação ajudou a reduzir o uso indevido dos planos — como idas frequentes ao pronto-socorro sem urgência, excesso de exames e repetição de consultas sem necessidade.

Já as regras mais rígidas para reembolsos, diz o executivo, surgiram após a identificação de casos de fraude, em que beneficiários tentavam obter ressarcimentos indevidos.

“O processo não se tornou impeditivo, mas ficou mais rígido. Antes, o beneficiário apresentava a despesa e a prévia, e a seguradora já fazia o pagamento. Agora, é preciso apresentar o comprovante, e o valor do reembolso segue tabelas definidas para cada procedimento”, afirma Borges.

Por fim, o executivo explica que, nos últimos anos, houve um processo de renegociação das operadoras com hospitais e clínicas da rede credenciada.

Na prática, isso significa que as operadoras revisaram contratos e passaram a adotar medidas para segurar os custos, como pacotes fechados de procedimentos e regras mais claras para diárias hospitalares.

O diretor de Health & Talent da Aon no Brasil, Fabio Martinez, reforça que, mesmo com a desaceleração, o setor ainda enfrenta o desafio de incentivar o uso mais eficiente dos planos de saúde.

“A gestão de custos em saúde precisa levar em conta o acesso a tratamentos mais eficazes, mas também mais caros, principalmente com a inclusão frequente de novas tecnologias e medicamentos no rol da ANS”, conclui.

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Serasa aponta 82,8 milhões de endividados no Brasil; setor financeiro concentra 47% das dívidas, foco do Desenrola 2.0

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 10:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,929-0,79%Dólar TurismoR$ 5,140-0,6%Euro ComercialR$ 5,768-0,73%Euro TurismoR$ 6,024-0,58%B3Ibovespa185.419 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 4,929-0,79%Dólar TurismoR$ 5,140-0,6%Euro ComercialR$ 5,768-0,73%Euro TurismoR$ 6,024-0,58%B3Ibovespa185.419 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 4,929-0,79%Dólar TurismoR$ 5,140-0,6%Euro ComercialR$ 5,768-0,73%Euro TurismoR$ 6,024-0,58%B3Ibovespa185.419 pts-0,1%Oferecido por

A Serasa Experian informou nesta terça-feira (9) que 82,8 milhões de brasileiros estavam endividados em fevereiro, o equivalente a 49% da população brasileira.

O órgão informou, ainda, que 47% dos débitos, que somaram R$ 5557,7 bilhões em fevereiro, estavam concentrados nas instituições financeiras, ou seja, são alvo do Desenrola 2.0 – programa do governo lançado nesta semana.

Levantamento do Serasa mostrou que 38% das dívidas com o setor financeiro refere-se ao desemprego ou perda de renda; 16% são relativas a gastos emergenciais, 13% estão ligadas à desorganização financeira, 10% ao apoio a familiares e amigos e 7% ao atraso no pagamento.

Segundo o Serasa, 21% das dívidas estão relacionadas com contas básicas, como contas de água, luz e gás. Outros 11,5% do endividamento são com o setor de serviços.

há 338,2 milhões de dívidas registradas;o valor médio de dívida por pessoa é de R$ 6.728,51o valor médio de cada dívida é de R$ 1.647,64

Bancos consultados pelo g1 informaram que vão aderir ao Novo Desenrola Brasil, mas ainda aguardavam definições operacionais para iniciar, de fato, a renegociação de dívidas. As instituições também ajustavam seus sistemas para viabilizar a implementação.

O programa visa objetivo de reduzir o endividamento das famílias e reorganizar o acesso ao crédito no país. A Medida Provisória que estabelece as regras foi publicada no fim do dia — e, com isso, já passou a valer.

Até então, os bancos procurados pelo g1 não tinham data definida para o início das operações e aguardavam o detalhamento para adaptar seus processos. O acesso ao programa será feito pelos canais oficiais das instituições financeiras, como aplicativos, sites ou agências.

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Dólar inicia o dia a R$ 4,94 com foco na ata do Copom e conflito no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 09:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (5) em queda, recuando 0,29% na abertura, cotado a R$ 4,9487. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Os investidores acompanham a divulgação da ata do Copom, em busca de sinais sobre os próximos passos da política de juros. No exterior, a agenda de indicadores e as tensões geopolíticas também seguem no radar, com impacto especial sobre o setor de energia.

▶️ No Brasil, o Banco Central divulgou a ata da última reunião do Copom, que detalha a decisão de reduzir a taxa básica de juros de 14,75% para 14,5% ao ano — o segundo corte seguido. O documento indica que a guerra no Oriente Médio elevou as expectativas de inflação, mas isso não deve interromper a redução dos juros.

▶️ No cenário geopolítico, o impasse entre Estados Unidos e Irã segue afetando o fluxo de navios no Estreito de Ormuz, enquanto uma trégua considerada frágil está sob risco após novos episódios de tensão.

▶️ O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou que ações dos EUA e aliados colocam em risco o transporte marítimo na região, enquanto forças americanas relataram a destruição de embarcações e armamentos iranianos.

O petróleo Brent recuava 1,55% por volta das 8h40 (horário de Brasília), com o barril cotado a US$ 112,67, em um movimento de correção após os excessos da sessão anterior.

As Forças Armadas dos EUA afirmaram ter escoltado, nesta segunda-feira, os primeiros navios comerciais norte-americanos pelo Estreito de Ormuz.

A escolta é a primeira desde que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma operação militar para garantir a passagem de embarcações pelo estreito, apesar de o Irã afirmar que está bloqueando a rota.

A iniciativa, porém, gerou reação do Irã. Teerã afirmou pela manhã que impediu a entrada de navios de guerra dos EUA em Ormuz.

No início da manhã, havia divergências sobre se um navio dos EUA teria sido atingido por mísseis iranianos. Nas horas seguintes, porém, os EUA negaram o episódio, e o próprio Irã ajustou o discurso ao afirmar que se tratavam de "disparos de advertência", e não de um ataque direto à embarcação.

A tensão no mar e no campo das declarações continuou nesta tarde, quando Trump fez novas ameaças ao Irã e disse que o país "será varrido da face da Terra" caso ataque navios dos EUA. A declaração foi dada em entrevista à emissora americana Fox News.

O republicano também afirmou, na Truth Social, que o Irã atacou embarcações de países “não relacionados” à operação militar liderada pelos EUA no Estreito de Ormuz, incluindo um cargueiro sul-coreano.

“Talvez seja hora de a Coreia do Sul vir e se juntar à missão”, escreveu Trump ao comentar o episódio.

Segundo o presidente, além do navio sul-coreano, não houve danos a outras embarcações que atravessaram o estreito até o momento.

Os mercados globais iniciam esta terça-feira em leve recuperação, mesmo com o aumento das tensões no Oriente Médio.

Em Wall Street, os principais índices futuros apontam para alta. Por volta das 8h40 (horário de Brasília), o Dow Jones subia 0,25%, o S&P 500 avançava 0,33% e o Nasdaq tinha ganho de 0,58%.

Na Europa, o movimento também é de recuperação. O STOXX 600 subia 0,4%, após registrar na véspera sua maior queda em um mês.

Entre as principais bolsas, o CAC 40, de Paris, avançava 0,64% e o DAX, de Frankfurt, tinha alta de 1,34%, enquanto FTSE 100, de Londres, seguia na contramão, com queda de 1,25%.

Na Ásia, os mercados da China, Japão e Coreia do Sul permaneceram fechados por conta de feriados locais, o que reduz o volume de negociações na região.

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Inflação se afasta da meta, mas Banco Central julga decisão de cortar de juros como ‘mais adequada’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 08:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%MoedasDólar ComercialR$ 4,9680,32%Dólar TurismoR$ 5,1710,3%Euro ComercialR$ 5,810-0,03%Euro TurismoR$ 6,059-0,09%B3Ibovespa185.600 pts-0,92%Oferecido por

O Banco Central informou nesta terça-feira (5) que após o início da guerra no Oriente Médio, as expectativas de inflação subiram para este a para os próximos anos.

Mesmo assim, concluiu que esses "eventos recentes não impediriam o prosseguimento" do ciclo de corte de juros e avaliou que uma redução de 0,25 ponto percentual, como registrado na semana passada, seria "mais adequada".

A informação consta na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada na semana passada, quando a taxa básica de juros da economia foi reduzida de 14,75% para 14,5 ao ano. Foi o segundo corte seguido da Selic, que serve de referência para os juros bancários.

"As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes, que seguiam em trajetória de declínio, subiram após o início dos conflitos no Oriente Médio, permanecendo acima da meta de inflação em todos os horizontes", informou o Banco Central.

Acrescentou que, desde março, "ficou evidente uma desancoragem adicional das expectativas de inflação para horizontes mais longos, em particular para o ano de 2028".

Mesmo assim, o BC julgou ser apropriado continuar cortando os juros porque o "período prolongado" de manutenção da taxa em 15% ao ano, o mais alto em 20 anos, que durou até março de 2026, gerou desaceleração da economia e criou condições para que essa redução seja compatível com a redução das expectativas de inflação nos próximos anos.

A autoridade monetária também não deu indicação de suas próximas decisões sobre a taxa de juros.

"Mantido o compromisso fundamental de garantia da convergência da inflação à meta dentro do horizonte relevante para a política monetária, o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises", informou o BC, na ata do Copom.

Os economistas do mercado financeiro projetam novos cortes na taxa básica de juros da economia. A previsão dos analistas é de que a Selic termine esse ano em 13% ao ano.

Para definir os juros, o Banco Central atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.

Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o ano de 2027 fechado.Para o próximo ano, o mercado financeiro estimou, na semana passada, que o IPCA ficará em 4%, ou seja, acima da meta central de 3%.

A incerteza com relação ao cenário externo seguiu em níveis elevados, informou o Banco Central. "Além das indefinições em relação aos desdobramentos das tensões geopolíticas, colaborou para esse cenário a permanência de incertezas com relação à política econômica dos Estados Unidos", acrescentou.A atividade econômica doméstica manteve trajetória de moderação no crescimento, ou seja, de desaceleração, algo buscado pelo Banco Central. "O Comitê relembra que o arrefecimento da demanda agregada é um elemento essencial do processo de reequilíbrio entre oferta e demanda da economia e convergência da inflação à meta".A política fiscal, ou seja, de gastos públicos, tem um impacto de curto prazo, majoritariamente por meio de estímulo à demanda agregada, ou seja, de pressão inflacionária. "Uma política fiscal que atue de forma contracíclica e contribua para a redução do prêmio de risco favorece a convergência da inflação à meta", avaliou.O BC reafirmou que no cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, "serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo de tempo".

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