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Petróleo cai abaixo de US$ 100 com expectativa de acordo entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 08:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

Os preços do petróleo caíram mais de 10% no mercado internacional diante da expectativa de um acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra no Golfo.

Por volta das 8h, o barril do petróleo Brent era negociado perto de US$ 98, com queda de 11,60%. Já o WTI recuava US$ 11,93%, cotado a US$ 89,13.

Ao mesmo tempo, bolsas de valores ao redor do mundo subiam e os juros de títulos públicos caíam, em um sinal de otimismo dos investidores com a possível redução das tensões — e do risco de problemas no abastecimento de energia.

Os preços do petróleo caíram mais de 10% no mercado internacional diante da expectativa de um acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio.

🔎 Por volta das 8h, o barril do petróleo Brent era negociado perto de US$ 98, com queda de 11,60%. Já o WTI recuava US$ 11,93%, cotado a US$ 89,13. Ao mesmo tempo, bolsas de valores ao redor do mundo subiam e os juros de títulos públicos caíam, em um sinal de otimismo dos investidores com a possível redução das tensões — e do risco de problemas no abastecimento de energia.

Segundo a agência Reuters, os dois países estão próximos de fechar um acordo inicial, em formato de um documento curto, com apenas uma página. A proposta já havia sido antecipada pelo site Axios, com base em fontes do governo americano e pessoas que acompanham as negociações.

Além disso, o Paquistão, que sediou a única rodada de conversas até agora, no mês passado, continua atuando como intermediário entre os dois lados.

Autoridades dos Estados Unidos e do Irã não comentaram oficialmente o assunto, de acordo com a agência. No entanto, uma emissora americana informou que o governo iraniano está analisando uma proposta dos EUA com 14 pontos.

Entre as medidas em discussão estão a suspensão temporária do programa nuclear iraniano e, em troca, a redução de sanções impostas pelos EUA, além da liberação de recursos financeiros do Irã que estão bloqueados no exterior.

Outro ponto central é o Estreito de Ormuz, uma rota marítima estratégica por onde passa grande parte do petróleo do mundo. O acordo prevê a redução das restrições à circulação de navios na região.

Na prática, esse documento inicial serviria para encerrar o conflito e abrir um prazo de 30 dias para negociar um acordo mais completo, com regras detalhadas sobre o programa nuclear do Irã, o fim das sanções e a normalização do transporte marítimo.

Durante esse período, tanto as restrições do Irã à navegação quanto o bloqueio naval dos Estados Unidos seriam reduzidos gradualmente. Caso as negociações fracassem, porém, as medidas podem ser retomadas.

Mais cedo, o presidente Donald Trump anunciou a suspensão de uma operação militar que escoltava navios na região. A missão não conseguiu restabelecer o fluxo de embarcações e acabou aumentando as tensões, com novos ataques.

No episódio mais recente, um navio de uma empresa francesa foi atingido na região, deixando tripulantes feridos.

Desde o fim de fevereiro, o Estreito de Ormuz enfrenta restrições, o que elevou o risco para o transporte de petróleo e ajudou a pressionar os preços do combustível. Por isso, qualquer sinal de acordo tem impacto imediato no mercado global.

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Desenrola 2.0: governo estuda nova linha de crédito para trabalhadores informais, diz ministro da Fazenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 08:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quarta-feira (6) que o governo federal estuda uma nova linha de crédito dentro do Desenrola 2.0 para os trabalhadores informais, a ser lançada no fim de maio ou começo de junho.

A informação foi divulgada durante entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro”, coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

"A gente tem um primeiro momento agora do Desenrola para quem está inadimplente. Ela não tem crédito, não cartão de crédito, está com nome negativado. Mas estamos estudando uma segunda rodada para quem está adimplente e tem juros altos", explicou o ministro.

"Uma pessoa informal, por exemplo, um olhar que a gente tem com muito cuidado. Ele não tem renda fixa por mês, não tem salário recorrente, uma loja com histórico de recorrência de recebimento. Tem de ganhar seu dia a dia de maneira pontual. Estamos estudando linha para informais para ser anunciada no fim de maio, começo de junho", detalhou.

Lançado nesta semana, o Desenrola 2.0 é voltado para brasileiros endividados com o sistema bancário que têm renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105.

Serão feitos novos empréstimos, pelos bancos, para dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 e que estejam atrasadas entre 90 dias e 2 anos, com cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).

Descontos entre 30% e 90%;Taxa de juros máxima de 1,99% ao mês;Até 48 meses de prazo;Prazo de até 35 dias para pagamento da primeira parcela;Limite da nova dívida (após descontos) até R$ 15 mil por pessoa, por instituição financeira;

Também será permitido ao trabalhador usar 20% do saldo da conta do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), ou até R$ 1 mil, o que for maior, para pagar parcial ou integralmente dívidas.

Bancos consultados pelo g1 informaram que vão aderir ao Novo Desenrola Brasil, mas ainda aguardavam definições operacionais para iniciar, de fato, a renegociação de dívidas.

O programa tem o objetivo de reduzir o endividamento das famílias e reorganizar o acesso ao crédito no país. A Medida Provisória que estabelece as regras foi publicada no fim desta segunda-feira (4) — e, com isso, já passou a valer.

📱O acesso ao programa será feito pelos canais oficiais das instituições financeiras, como aplicativos, sites ou agências.

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IBGE, AGU e mais: veja quais concursos públicos ainda devem sair em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 05:59

Trabalho e Carreira Concursos IBGE, AGU e mais: veja quais concursos públicos ainda devem sair em 2026 Lista atualizada mostra concursos previstos, pedidos em análise e mudanças recentes em órgãos federais ao longo de 2026. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

O ano de 2026 começou em ritmo acelerado para quem busca uma vaga no serviço público. Nos primeiros meses, diversos concursos tiveram editais publicados, inscrições encerradas e até provas aplicadas, concentrando boa parte das oportunidades no primeiro trimestre.

Mesmo assim, o cenário está longe de esfriar. Órgãos federais seguem com seleções previstas para os próximos meses e, em paralelo, várias instituições mantêm pedidos de autorização em análise no governo.

🔎 Levantamento da Associação de Apoio aos Concursos Públicos e Exames (Aconexa) aponta a previsão de mais de 230 mil oportunidades ao longo do ano, considerando seleções federais, estaduais e municipais.

Entre os processos com avanços mais concretos está o do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que passou por mudanças no planejamento.

Outros órgãos, como Controladoria-Geral da União (CGU), Advocacia-Geral da União (AGU), Banco Central do Brasil (BCB), Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e Agência Brasileira de Inteligência (Abin), seguem aguardando aval do Ministério da Gestão.

Na prática, isso significa que ainda há espaço para novos editais em 2026 — mas com maior grau de incerteza, já que tudo depende de autorização formal.

A legislação não impede a realização de concursos públicos. Editais podem ser publicados, provas aplicadas e resultados homologados normalmente.A restrição vale apenas para nomeações e posses nos três meses anteriores ao pleito.

Como o primeiro turno está marcado para 4 de outubro, fica proibida a nomeação de aprovados entre 4 de julho de 2026 e 5 de janeiro de 2027. Na prática, isso tende a concentrar os esforços dos órgãos no primeiro semestre, tanto na publicação de editais quanto na conclusão das etapas dos concursos.

O concurso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) segue como um dos mais aguardados do ano, mas passou por ajustes.

Inicialmente, estavam previstas 39.108 vagas temporárias para atuação no Censo Agropecuário e no levantamento da população em situação de rua. Agora, o total foi reduzido para 36.946 vagas.

Segundo o instituto, o número anterior era uma estimativa máxima e foi revisado após ajustes técnicos, considerando critérios operacionais e o uso de recursos públicos.

Outro ponto alterado foi o cronograma da banca organizadora. A contratação, prevista para março, foi adiada para abril. As empresas interessadas puderam enviar propostas entre os dias 6 e 17.

A seleção será feita por processo seletivo simplificado, com provas objetivas — geralmente com cerca de 60 questões de múltipla escolha. O IBGE estima atrair cerca de 364 mil inscritos.

A Controladoria-Geral da União informou que mantém em andamento um pedido de autorização para novo concurso público. A solicitação prevê vagas para os cargos de auditor federal de finanças e controle e técnico federal de finanças e controle.

Até o momento, não há definição sobre o número de vagas nem previsão de edital, já que o processo depende de autorização do Ministério da Gestão.

As oportunidades administrativas incluem funções como analista técnico-administrativo, administrador, contador, economista, estatístico, arquiteto, engenheiro, jornalista e médico.

Segundo o órgão, os pedidos foram enviados ao Ministério da Gestão ao longo de 2025 e seguem sem resposta.

A Agência Nacional de Aviação Civil informou que encaminhou pedido de autorização em maio de 2025, mas ainda não há confirmação da realização do concurso em 2026.

228 vagas para especialista em regulação;104 para analista administrativo;103 para técnico em regulação;60 para técnico administrativo.

Além disso, há previsão de formação de cadastro de reserva. O órgão afirma que aguarda manifestação do governo para avançar no processo.

O Banco Central do Brasil mantém o pedido de concurso enviado em 2025. A solicitação prevê 560 vagas, distribuídas entre:

De acordo com o BC, a necessidade está ligada à redução do quadro de servidores, principalmente devido a aposentadorias. O pedido ainda aguarda autorização.

A Agência Brasileira de Inteligência também confirmou que há um pedido em análise para carreiras de inteligência. Até agora, não há definição sobre o número de vagas, cargos ou prazo para publicação de edital.

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Dívida e inadimplência: entenda a diferença e como escapar da bola de neve

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 03:52

Dívida e inadimplência: entenda a diferença e como escapar da bola de neve No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Ter dívidas faz parte da vida financeira da maioria das pessoas. O problema começa quando elas deixam de ser pagas e viram inadimplência — sinal de que a dívida cresceu além da capacidade de pagamento, seja por juros altos, prazos curtos, imprevistos ou queda de renda.

Esse desequilíbrio já afeta mais do que as famílias. Com muitos atrasos, a inadimplência tende a encarecer o crédito, desacelerar a economia e dificultar contratações. Sair desse ciclo exige estratégia, como priorizar dívidas caras, renegociar e evitar novos compromissos.

Neste vídeo, você vai entender os riscos da inadimplência e como escapar da bola de neve. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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O que é a ‘erva dos gatos’, que virou negócio e fez arquiteta faturar R$ 20 mil

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 06/05/2026 02:47

Pequenas Empresas & Grandes Negócios O que é a ‘erva dos gatos’, que virou negócio e fez arquiteta faturar R$ 20 mil Empresa criada em Curitiba aposta em produtos artesanais para gatos e cresce com foco em bem-estar animal e produção manual, após investimento inicial de R$ 50 mil. Por PEGN

Arquiteta troca de carreira e cria negócio com catnip após testar a aceitação da planta entre amigos e veterinários.

Com investimento inicial de R$ 50 mil, empresa de Curitiba fatura cerca de R$ 20 mil por mês com loja online.

Diferencial está na produção artesanal: brinquedos feitos à mão, com catnip fresco, e participação de artesãs.

O crescimento da população de gatos no Brasil tem impulsionado um mercado cada vez mais atento ao bem-estar dos pets — e também aberto novas oportunidades de negócio.

Foi nesse cenário que a arquiteta Fabiane Munaretto decidiu mudar de carreira e apostar em um nicho pouco explorado: produtos com catnip, a erva conhecida por estimular e relaxar felinos.

A ideia surgiu de forma despretensiosa, dentro de casa. A partir do cultivo da planta — da espécie Nepeta cataria, da mesma família da hortelã — Fabiane começou a distribuir amostras para amigos, veterinários e outros tutores.

A resposta foi imediata. “Você deveria vender”, ouviu diversas vezes. O incentivo foi o empurrão que faltava para deixar a arquitetura de lado e investir no novo negócio.

A ‘erva dos gatos’ que virou negócio e fez arquiteta faturar R$ 20 mil — Foto: Reprodução/PEGN

Com cerca de R$ 50 mil de investimento inicial, ela estruturou uma loja online de brinquedos artesanais para gatos, todos produzidos com catnip fresco. Hoje, a empresa fatura em média R$ 20 mil por mês.

Além do apelo funcional — já que a planta pode causar efeitos que vão do relaxamento à excitação nos animais —, o diferencial da marca está na produção manual. Cada peça é feita à mão, desde o cultivo da erva até a costura dos brinquedos, que podem custar entre R$ 29 e R$ 230.

A operação também movimenta uma pequena cadeia produtiva. Artesãs parceiras participam da fabricação dos produtos, garantindo renda e um toque personalizado às peças. “Por trás de cada brinquedo, tem história, capricho e trabalho humano”, resume a equipe.

Apaixonada por gatos — ela tem nove em casa —, Fabiane diz que o negócio nasceu da combinação entre afeto e conhecimento.

Antes de empreender, ela já atuava com ONGs e estudava o comportamento felino, o que ajudou a desenvolver produtos mais adequados às necessidades dos animais.

Do lado dos clientes, o cuidado na produção faz diferença. Tutores relatam que o frescor do catnip e o design dos brinquedos tornam a experiência mais atrativa para os pets, que interagem, mordem e carregam os itens com frequência.

Com presença online e vídeos que mostram a reação dos gatos, a marca vem ganhando visibilidade nas redes sociais — um canal importante para pequenos negócios do setor pet.

Hoje, mais do que vender produtos, a empreendedora diz que encontrou propósito. “Quero melhorar a vida dos gatinhos por meio do que a gente produz aqui”, afirma.

A ‘erva dos gatos’ que virou negócio e fez arquiteta faturar R$ 20 mil — Foto: Reprodução/PEGN

📍Endereço: Av Candido De Abreu, 427 Curitiba/PR – CEP: 80530-000📞Telefone: (41) 99208‑6420📧 E-mail: contato@cancancatnip.com.br🌐 Site: https://cancancatnip.com.br/📸 Instagram: https://www.instagram.com/cancan.catnip📘 Facebook: https://www.facebook.com/cancan.catnip

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Latam reduz voos no Brasil e vê impacto de até US$ 700 milhões com combustível

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 00:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

A Latam Airlines Group reduziu entre 2% e 3% os voos previstos para junho no Brasil em meio à alta dos preços do combustível de aviação, que já levou a companhia a rever projeções e estimar custos adicionais superiores a US$ 700 milhões no segundo trimestre.

Segundo o presidente-executivo da Latam Brasil, Jerome Cadier, os ajustes na malha são pontuais e refletem o encarecimento do querosene e o preço atual das passagens. Ele afirmou que, até agora, não houve cancelamentos significativos de viagens em abril e maio, mas alertou que, se a guerra no Oriente Médio se prolongar, a empresa pode antecipar revisões para o terceiro e quarto trimestres.

De acordo com Cadier, a Latam Brasil está pagando atualmente o dobro por litro de combustível em relação a fevereiro, com alta acumulada de cerca de 100% nos últimos três meses.

"Hoje, aqui no Brasil, a Latam Brasil está pagando o dobro para cada litro de combustível de aviação do que estava pagando em fevereiro deste ano. O aumento acumulado nos últimos 3 meses é de 100%."

O cenário já aparece nos resultados do grupo. Em balanço divulgado, a Latam reportou lucro líquido de US$ 576 milhões no primeiro trimestre, com margem operacional ajustada de 19,8% e ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de US$ 1,3 bilhão. A companhia transportou 22,9 milhões de passageiros no período, alta de 9,1% na comparação anual, após ampliar a capacidade em 10,4%.

Mesmo com o desempenho positivo, a empresa destacou o impacto da alta do combustível, que já gerou cerca de US$ 40 milhões em custos adicionais no trimestre. Diante da volatilidade, a Latam revisou suas projeções para 2026 e passou a estimar ebitda ajustado entre US$ 3,8 bilhões e US$ 4,2 bilhões.

A companhia afirmou ainda que pretende compensar parte dos impactos com medidas como ajustes de capacidade, controle de custos e gestão de receitas, além de manter a liquidez acima de US$ 4 bilhões. Apesar do aumento dos preços, a empresa disse não ver risco de desabastecimento nos destinos em que opera.

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Desenrola 2.0: com regras e sistema no ar, bancos ainda não definem início das renegociações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 00:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

Bancos consultados pelo g1 ainda não dão prazo de início para as renegociações do Novo Desenrola Brasil.

Embora a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) diga que o setor financeiro está pronto para iniciar as operações, as instituições afirmavam, até a noite desta terça-feira (5), que ainda aguardavam definições operacionais e ajustavam seus sistemas para viabilizar o programa.

O novo Desenrola foi lançado oficialmente pelo governo federal na manhã de segunda-feira (4), com o objetivo de reduzir o endividamento das famílias e reorganizar o crédito no país.

O acesso ao programa será feito pelos canais oficiais das instituições financeiras, como aplicativos, sites e agências. Para isso, o governo precisava publicar uma portaria com as regras, o que foi feito pelo Ministério da Fazenda, que também já ativou os sistemas para as renegociações.

O g1, então, procurou os principais bancos brasileiros. A seguir, veja as últimas respostas de cada instituição.

Bancos consultados pelo g1 ainda não dão prazo de início para as renegociações do Novo Desenrola Brasil.

Embora a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) diga que o setor financeiro está pronto para iniciar as operações, as instituições afirmavam, até a noite desta terça-feira (5), que ainda aguardavam definições operacionais e ajustavam seus sistemas para viabilizar o programa.

O novo Desenrola foi lançado oficialmente pelo governo federal na manhã de segunda-feira (4), com o objetivo de reduzir o endividamento das famílias e reorganizar o crédito no país.

O acesso ao programa será feito pelos canais oficiais das instituições financeiras, como aplicativos, sites e agências. Para isso, o governo precisava publicar uma portaria com as regras, o que foi feito pelo Ministério da Fazenda, que também já ativou os sistemas para as renegociações.

O g1, então, procurou os principais bancos brasileiros. A seguir, veja as últimas respostas de cada instituição.

Itaú UnibancoSantanderBradescoBTG Pactual e Banco PanC6 BankBanco do BrasilNubankCaixa Econômica FederalBanco Inter

O Itaú Unibanco informa que está pronto para disponibilizar as ofertas de renegociação aos clientes elegíveis em todos os seus canais — Superapp, WhatsApp (11 4004 1144), site (itau.com.br/renegociacao) e parceiros credenciados de renegociação. O banco ressalta que as ofertas estarão disponíveis aos clientes tão logo sejam finalizadas todas as questões técnicas de conexão com o Fundo Garantidor de Operações (FGO).

As condições de renegociação seguem os parâmetros estabelecidos pelo programa, sendo elegíveis pessoas físicas com renda de até cinco salários mínimos e dívidas de até R$ 15 mil em atraso entre 90 dias e dois anos, contratadas até 31 de janeiro de 2026, nas modalidades de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, com descontos que podem chegar a 90% do valor da dívida, juros de até 1,99% ao mês e prazo de pagamento de até 48 meses.

“O Santander considera positivas iniciativas que favoreçam a saúde financeira da população brasileira e informa que irá aderir ao Novo Desenrola Brasil. O Banco está preparado para iniciar a oferta do serviço aos clientes o mais brevemente possível, dentro das condições definidas pelo Governo. Além disso, possui condições diferenciadas para os clientes que não se enquadram nos critérios do Desenrola 2.0, com taxas e prazos especiais. Os canais de atendimento estão à disposição do público para esclarecimento de eventuais dúvidas."

O Bradesco informa que vai aderir à nova fase do programa de renegociação de dívidas lançado hoje pelo governo federal, o Novo Desenrola Brasil. O banco está aguardando as autorizações do Fundo de Garantia de Operações (FGO) para iniciar as renegociações dentro do novo programa. Enquanto isso, clientes interessados podem realizar um pré-cadastro, mediante o preenchimento do formulário já disponível no portal https://renegocie.bradesco.com.br

Adicionalmente, o Bradesco disponibilizará um programa com condições próprias de renegociação para os clientes que não se enquadrem no programa do governo, seja por atraso menor ou maior do que o previsto ou por renda superior ao estabelecido como elegível. Com a iniciativa, o banco pretende ampliar os efeitos do processo de alívio do endividamento da população.

O Bradesco também irá habilitar os canais de atendimento telefônico e a rede de agências para oferecer suporte ao programa. Os demais clientes que não estiverem enquadrados no Desenrola 2 terão acesso a ofertas de renegociação disponíveis no mesmo portal.

"O BTG Pactual e o Banco Pan informam que irão aderir ao programa Desenrola 2.0. As instituições acompanham o andamento da medida provisória publicada hoje e a regulamentação do programa, e manterão seus clientes informados sobre prazos, funcionamento e critérios de adesão assim que houver definições adicionais."

O C6 Bank informa que está trabalhando na implementação dos fluxos e procedimentos para viabilizar a renegociação de dívidas por meio do Novo Desenrola Brasil. Quando essa forma de renegociação estiver habilitada, o banco vai comunicar aos clientes elegíveis em seus canais oficiais. A contratação, quando o produto estiver no ar, será feita por meio dos canais oficiais de atendimento do banco – aplicativo oficial do C6 Bank, WhatsApp (11 2832-6049) e telefone (3003-6116 para capitais e regiões metropolitanas e 0800-660-6116 para demais localidades).

Enquanto a conexão com o programa Desenrola não é estabelecida, é possível conferir as condições de renegociação já oferecidas pelo C6 Bank via central de atendimento ou app. No aplicativo, basta digitar “renegociação” no campo “Posso te ajudar”, localizado no topo da tela inicial, e seguir as orientações.

Clientes do Banco do Brasil já podem manifestar interesse em renegociar suas dívidas pelo Desenrola. O Banco do Brasil atuará no Novo Desenrola e aguarda as regulamentações para iniciar a oferta.

De forma antecipada, os clientes já podem verificar se atendem às condições do Programa e manifestar o seu interesse pela renegociação no site do BB (https://www.bb.com.br/site/pra-voce/desenrola-brasil/).

Quando estiverem vigentes, as renegociações poderão ser feitas pelo WhatsApp da instituição (61 4004-0001), no aplicativo, Internet Banking, nos telefones 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 729 0001 (demais localidades) e ainda na rede de agências.

“Os compromissos do BB com a educação financeira, a inclusão bancária e o apoio à reorganização financeira das famílias se materializam em mais uma iniciativa do Governo do Brasil, o Desenrola, para o qual estamos oferecendo canais digitais acessíveis e atendimento especializado para apoiar a retomada do equilíbrio financeiro dos nossos clientes”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil.

O BB oferece ainda condições especiais aos clientes que não estejam contemplados nas características do Programa. A medida é decorrente da campanha realizada em mutirão nacional do setor bancário, no qual o Banco chegou a renegociar R$1,7 bilhão, com mais de 180 mil acordos, em março. A iniciativa reforça o compromisso do Banco do Brasil com a recuperação da saúde financeira de seus clientes e com o estímulo ao uso consciente do crédito, além de promover a educação financeira como um dos seus pilares de atuação.

O Nubank confirma sua participação no Novo Desenrola Brasil, programa do governo federal voltado à renegociação de dívidas bancárias e à reorganização financeira de milhões de brasileiros. Como um dos principais parceiros privados da iniciativa, a instituição oferecerá condições especiais a clientes elegíveis, reforçando sua estratégia de ser o principal aliado na vida financeira das pessoas. As ofertas serão enviadas aos clientes gradualmente pelos canais oficiais.

A jornada de renegociação ocorre integralmente no aplicativo, sem redirecionamento para portais externos. O cliente encontra a oferta personalizada, com o valor atualizado da dívida, o desconto aplicado e as opções de parcelamento, e conclui o acordo em poucos toques.

Em complemento ao Novo Desenrola Brasil, o Nubank lança também uma campanha própria voltada a clientes que não se enquadram nos critérios do programa federal — seja por renda acima do limite estabelecido, seja pelo tipo ou pela data da dívida. A iniciativa também oferece descontos expressivos, conforme análise individualizada de cada caso, e as ofertas são enviadas pelos canais de comunicação oficiais ao cliente.

Clientes que aderirem a qualquer das duas campanhas, além de regularizar a dívida, poderão ter o cartão de crédito reativado, desde que atendam aos critérios internos de elegibilidade e passem por nova análise de crédito.

O modelo de renegociação do Nubank opera com ofertas baseadas na capacidade de pagamento de cada cliente, políticas internas que limitam o crescimento da dívida ao longo do tempo e campanhas recorrentes com descontos e prazos mais longos, acompanhadas de conteúdos educativos sobre organização financeira.

"A CAIXA participará ativamente das medidas do Governo do Brasil para reduzir o endividamento das famílias brasileiras e atuará no Novo Desenrola Brasil. A partir desta terça-feira (5), os clientes da CAIXA já podem procurar os canais do banco, através do telefone Alô CAIXA (4004 0104 para capitais e regiões metropolitanas e 0800 104 0104 nas demais regiões), nas agências, pelo site do banco, e a partir de amanhã pelo WhatsApp CAIXA (0800 104 0104), para manifestar interesse em renegociar as dívidas de cartão de crédito, cheque especial e empréstimo pessoal."

"O Inter participará do programa Desenrola Brasil (2.0), iniciativa que contribui para a organização financeira dos brasileiros e amplia as alternativas de renegociação de dívidas. A instituição aguarda as definições do governo sobre a operacionalização da nova fase e reforça que já disponibiliza, em seus canais, opções de renegociação com condições competitivas para seus clientes."

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Alívio agora, preocupação à frente: especialistas veem prós e contras no Desenrola 2.0

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/05/2026 00:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

O Novo Desenrola Brasil, lançado pelo governo federal na segunda-feira (4), deve aliviar de imediato o orçamento de famílias endividadas, mas levanta preocupações econômicas estruturais e não impede o agravamento do endividamento no futuro.

Essa é a avaliação de especialistas em finanças ouvidos pelo g1, que elencaram prós e contras da nova medida do governo para reduzir as dívidas de famílias e empresas no país.

O programa prevê a renegociação de dívidas com descontos e condições facilitadas de pagamento, incluindo juros menores. Podem aderir pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos — o equivalente a R$ 8.105 —, com possibilidade de uso de parte dos recursos do FGTS.

A medida provisória que cria o Novo Desenrola foi editada na noite de segunda-feira, enquanto a portaria que regulamenta o programa foi publicada nesta terça-feira (5), dando base legal para que os bancos comecem, de fato, a operar as renegociações.

Como mostrou o g1, até esta terça-feira, as instituições financeiras haviam apenas indicado portais oficiais para pré-cadastro de interessados. No início da noite, a Febraban informou que o sistema seria liberado ainda nesta terça, permitindo o início das negociações pelos bancos.

O Novo Desenrola Brasil, lançado pelo governo federal na segunda-feira (4), deve aliviar de imediato o orçamento de famílias endividadas, mas levanta preocupações econômicas estruturais e não impede o agravamento do endividamento no futuro.

Essa é a avaliação de especialistas em finanças ouvidos pelo g1, que elencaram prós e contras da nova medida do governo para reduzir as dívidas de famílias e empresas no país.

O programa prevê a renegociação de dívidas com descontos e condições facilitadas de pagamento, incluindo juros menores. Podem aderir pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos — o equivalente a R$ 8.105 —, com possibilidade de uso de parte dos recursos do FGTS.

A medida provisória que cria o Novo Desenrola foi editada na noite de segunda-feira, enquanto a portaria que regulamenta o programa foi publicada nesta terça-feira (5), dando base legal para que os bancos comecem, de fato, a operar as renegociações.

Como mostrou o g1, até esta terça-feira, as instituições financeiras haviam apenas indicado portais oficiais para pré-cadastro de interessados. No início da noite, a Febraban informou que o sistema seria liberado ainda na terça, permitindo o início das negociações pelos bancos.

Alívio no bolso ajuda no controle das contasPrograma ataca dívidas com juros elevadosInclusão do Fies beneficia jovens endividadosUso do FGTS ajuda a evitar novos empréstimosBloqueio às bets melhora o controle de gastos

Alivia agora, mas não resolve a causa do problemaGastos públicos e juros altos criam ciclo viciosoRisco de mais consumo e novo endividamentoUso do FGTS reduz proteção e afeta a habitaçãoBom pagador pode acabar sendo 'penalizado'

O benefício mais imediato é a melhora no humor e na saúde financeira da população. O economista e professor de finanças do Insper Alexandre Chaia afirma que o programa traz um "alívio das famílias" em um cenário em que a renda cresce, mas o endividamento ainda compromete a qualidade de vida.

"Quando você cria um programa que melhora a relação da dívida e reduz os juros, esses são pontos positivos", afirma, ressaltando que a medida abre mais espaço no orçamento.

O especialista afirma que contrair dívida não é necessariamente negativo. Ele cita compras parceladas como uma "forma de adquirir um bem que não seria possível comprar à vista, usando o sistema financeiro para financiar".

Os juros estão diretamente ligados ao alívio no bolso. O Novo Desenrola prevê descontos de 30% a 90% nas dívidas, a depender do tempo de atraso e do tipo de crédito. (leia mais)

A planejadora financeira Carol Stange afirma que a renegociação "representa uma saída real" para quem está preso a um ciclo de juros que pode chegar a 400% ao ano.

"A renegociação com desconto de até 90% e juros limitados a 1,99% ao mês representa uma saída real. O alívio no orçamento mensal é imediato para quem aderir", diz.

Para Otávio Araújo, consultor sênior da ZERO Markets Brasil, a renegociação envolvendo o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) alcança um problema estrutural relevante da educação superior.

"Isso pode evitar que um passivo de longo prazo continue travando a vida financeira de jovens e recém-formados", diz.

O programa prevê descontos de até 99% nas dívidas do Fies. Estarão aptos a receber os descontos estudantes com parcelas vencidas e não pagas há mais de três meses. (leia mais)

A possibilidade de usar o saldo do FGTS é vista como uma troca racional, embora traga preocupações no médio e longo prazo. (leia mais nos pontos negativos)

Para o economista Alexandre Chaia, inicialmente, o uso pode ser positivo ao "trocar um dinheiro que rende pouco por uma dívida que tem um custo alto".

Otávio Araújo, da ZERO Markets Brasil, segue na mesma linha. Para famílias com pouco dinheiro disponível, o fundo funciona como um "respiro financeiro imediato", sem a necessidade de novos empréstimos.

O Novo Desenrola permite usar até 20% do saldo do FGTS ou até R$ 1 mil, o que for maior, para quitar ou reduzir dívidas. (leia mais)

O programa prevê o bloqueio do CPF do beneficiário em plataformas de apostas por 12 meses, como forma de reduzir o risco de novo endividamento.

Especialistas veem a medida como positiva para conter gastos compulsivos e vincular a renegociação da dívida a um mecanismo comportamental.

"Faz sentido, já que parte do endividamento atual tem relação direta com o crescimento das bets", afirma a planejadora financeira Carol Stange.

Há consenso entre os especialistas de que o Novo Desenrola não resolve o problema estrutural do endividamento. No centro da questão estão a falta de educação financeira e os juros elevados no país.

Com a taxa Selic em 14,50% ao ano, o acesso ao crédito fica mais caro. Nesse cenário, o Brasil tem o segundo maior juro real do mundo.

"O programa trata a consequência, que é a dívida já acumulada, mas não elimina o fator que empurra as famílias para o vermelho, como crédito caro, renda apertada e juros altos", diz Otávio Araújo, da ZERO Markets Brasil.

O economista Bruno Carazza, comentarista do Jornal da Globo, lembra que o primeiro Desenrola, em vigor de junho de 2023 a maio de 2024, trouxe um alívio temporário no endividamento. Ele observa, no entanto, que a curva de endividamento voltou a subir após o período. (veja o vídeo no topo desta reportagem)

Os especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que as garantias públicas usadas nas renegociações feitas pelos bancos podem aumentar a pressão sobre as contas do governo.

A equipe econômica informou que vai usar entre R$ 5 bilhões e R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos para viabilizar descontos no Novo Desenrola.

“O governo vai usar um dinheiro que não é dele. Então, vai ter que repor em algum momento”, diz Chaia, do Insper.

Esse risco levanta a preocupação de que o problema esteja apenas sendo empurrado para frente, sem ser resolvido de fato.

Com mais gastos públicos para sustentar o programa, aumenta a pressão sobre as contas do governo e sobre a taxa básica de juros (Selic), o que mantém os juros altos e faz o ciclo se repetir.

"O governo dá subsídios para ajudar as famílias, o que aumenta o endividamento público e faz o Banco Central manter os juros altos para conter a inflação — o que, no fim, acaba prejudicando as próprias famílias", resume Chaia.

Outra preocupação é também com o aumento do consumo. O alívio no orçamento e a volta do acesso ao crédito podem estimular novos gastos, transformando esse fôlego momentâneo em risco de novas dívidas.

“O problema é que as famílias vão voltar a se endividar, porque, no fim das contas, o alívio tem como objetivo estimular mais consumo — criando mais dívida no longo prazo”, alerta Chaia.

Na visão do professor, há um caráter eleitoreiro na medida, já que o programa busca melhorar o humor da população a cerca de seis meses da disputa e, de alguma forma, elevar a popularidade do governo.

Apesar de dar um alívio imediato, o uso do FGTS reduz o dinheiro que o trabalhador tem guardado para momentos críticos, como uma demissão, enfraquecendo sua proteção financeira. Para os especialistas, isso acaba sendo trocar uma reserva de segurança por uma solução que resolve só o curto prazo.

"Usar até 20% desse saldo para pagar dívida é uma decisão que precisa ser calculada com cuidado, e não tomada no impulso do alívio imediato. Para quem tem emprego instável, pode ser trocar uma vulnerabilidade por outra", alerta a planejadora financeira Carol Stange.

Além do impacto individual, o uso do FGTS também preocupa pelo efeito no financiamento da habitação popular. O fundo é uma das principais fontes de recursos do programa Minha Casa Minha Vida e pode diminuir a capacidade de sustentar o programa.

“O governo vai ter que entrar com dinheiro público para substituir os recursos do FGTS que estão sendo usados para manter o Minha Casa Minha Vida funcionando”, diz Chaia, do Insper.

Especialistas também avaliam que a medida pode reforçar a expectativa de que novos programas de renegociação ou perdão de dívidas voltem a ocorrer com frequência, o que pode enfraquecer a disciplina de pagamento de parte dos devedores.

"Esse é o chamado risco moral, que é um argumento comum contra esse tipo de política", diz Otávio Araújo, da ZERO Markets Brasil.

Nesse cenário, há o risco de que o custo dessas iniciativas, financiadas com recursos públicos, seja diluído para toda a sociedade, inclusive para quem mantém as contas em dia.

O economista Daniel Sousa, comentarista da GloboNews, já havia avaliado o tema antes do lançamento do Novo Desenrola. Para ele, o Brasil não estimula o bom pagador e, pelo contrário, acaba premiando o mau pagador.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Imposto de Renda 2026: previdência privada tem novas regras de declaração; veja como fazer

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 06/05/2026 00:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

Na hora de declarar o Imposto de Renda 2026, quem tem previdência privada precisa redobrar a atenção às regras, que mudam conforme o tipo de plano.

Isso porque existem dois tipos principais de planos — o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) — que seguem lógicas distintas tanto na forma de declaração quanto na tributação.

O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) é indicado para quem utiliza a declaração completa, já que permite deduzir as contribuições feitas ao longo do ano, limitadas a 12% da renda tributável.

“O PGBL permite que o contribuinte deduza as contribuições realizadas ao longo do ano da base de cálculo do imposto, o que pode resultar em uma redução do valor a pagar ou em uma restituição maior”, explica Jhonny Martins, especialista na área contábil, jurídica e vice-presidente do SERAC.

Já o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) não permite dedução no Imposto de Renda, mas pode ser vantajoso no longo prazo. Segundo Martins, é mais indicado para quem usa o modelo simplificado ou já atingiu o limite de dedução do PGBL.

"O VGBL apresenta uma vantagem relevante no futuro: a tributação incide apenas sobre os rendimentos, e não sobre o total investido”, afirma.

Na hora de declarar a previdência privada, outro ponto importante é o regime de tributação escolhido, que pode ser progressivo ou regressivo.

Na tabela regressiva, as alíquotas diminuem conforme o tempo de aplicação, começando em 35% e chegando a 10% após 10 anos.

35% para recursos com prazo de acumulação inferior ou igual a dois anos;30% para recursos com prazo de acumulação superior a dois anos e inferior ou igual a quatro anos;25% para recursos com prazo de acumulação superior a quatro anos e inferior ou igual a seis anos;20% para recursos com prazo de acumulação superior a seis anos e inferior ou igual a oito anos;15% para recursos com prazo de acumulação superior a oito anos e inferior ou igual a 10 anos;10% para recursos com prazo de acumulação superior a 10 anos.

Segue a mesma lógica do Imposto de Renda tradicional, com alíquotas que vão de 0% a 27,5%;No resgate, há desconto de 15% na fonte, mas esse valor é apenas uma antecipação;O acerto final acontece na declaração anual, podendo gerar imposto a pagar ou restituição;No caso de aposentadoria (benefício), a tributação também segue a tabela do IR mês a mês.

Uma mudança recente na legislação trouxe mais flexibilidade na declaração da previdência privada no Imposto de Renda 2026.

Com a Lei 14.803/2024, o contribuinte não precisa mais decidir o regime tributário apenas na contratação. Em muitos casos, passou a ser possível escolher entre progressivo e regressivo até o momento do primeiro resgate ou do recebimento do benefício.

PGBL: deve ser informado na ficha “Pagamentos Efetuados” (códigos 36 ou 37)VGBL: deve ser declarado na ficha “Bens e Direitos” (grupo 99, código 06)

No PGBL, o imposto incide sobre o valor total (contribuições + rendimentos)No VGBL, incide apenas sobre os rendimentos

“Entre os equívocos mais frequentes estão a confusão entre PGBL e VGBL, a tentativa de deduzir valores sem atender aos requisitos legais e o desrespeito ao limite de 12% da renda tributável. A fiscalização é intensificada pelo cruzamento de dados realizado pela própria Receita Federal”, alerta Martins.

Conferir todos os dados antes do envio;Guardar comprovantes por pelo menos cinco anos;Corrigir rapidamente eventuais erros com declaração retificadora.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

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