RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Chevrolet lança Sonic com motor 1.0 turbo com injeção direta e torque 18,9 kgfm; veja os detalhes do novo SUV

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 11:51

Carros Chevrolet lança Sonic por R$ 129.990; veja os detalhes do novo SUV Utilitário esportivo chega para brigar com Volkswagen Nivus. Motor 1.0 turbo e câmbio automático de seis marchas são oferecidos de série nas versões Premier e RS. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A Chevrolet lançou nesta quinta-feira (6) o Sonic. A montadora revelou preços e versões disponíveis. O utilitário esportivo já está disponível nas lojas da marca. O motor é 1.0 turbo com injeção direta com 18,9 kgfm de torque e o câmbio é automático de seis marchas. O SUV é produzido em Gravataí (RS).

O modelo chega em duas versão: Premier e RS. O preço inicial é de R$ 129.990. O Sonic, segundo a GM, vai ocupar o espaço entre o futuro Onix Activ e o Tracker. O design do SUV teve inspiração no Equinox EV.

Por se tratar de um modelo que usa a mesma arquitetura do Onix, poderia parecer que o Sonic seria um carro com proporções acanhadas e similar ao irmão hatch. A novidade tem 4,23 metros de comprimento, largura de 1,77 metro e altura de 1,53 metro.

No entanto, o que se percebe é que a GM seguiu no Sonic uma filosofia parecida com a que a Volkswagen fez com o Nivus. Aproveitou alguns componentes do irmão menor, como, por exemplo, portas, mas rearranjou o design do carro para que fizesse sentido, criando assim um SUV compacto.

Do ponto de vista do design, na dianteira, o carro tem traços mais fortes e marcados, seguindo a nova filosofia de design da General Motors. A grade, principalmente na versão RS, com acabamento preto, combina bem com os filetes em LED.

Vale ressaltar que a iluminação da via não é feita pelos LEDs superiores, e sim pelos canhões de luz localizados abaixo, no para-choque.

Um recurso de design já visto em vários modelos da Citroën e, recentemente, também na própria Chevrolet Spin.

Na vista lateral, o destaque fica para as rodas de 17 polegadas, medida generosa para um modelo de grande volume. Já na traseira, o caimento do teto, junto com o spoiler com acabamento preto, proporciona uma sensação harmoniosa.

O porta-malas é amplo, visando justamente igualar um dos argumentos que o Nivus tem em relação ao Polo, que é a maior capacidade para levar bagagem.

Design, aparência e gosto são aspectos particulares, mas, apesar de usar componentes e base comuns a outros carros, o Sonic consegue ter uma personalidade própria.

Em relação ao interior, a GM segue levantando a bandeira da conectividade, com sistemas intuitivos e de fácil entendimento. Chamam a atenção as telas com fundo escurecido, detalhes em azul e ícones minimalistas.

Outro destaque no interior é o novo logo da Chevrolet, que estreou justamente no Sonic. As pedaleiras são em alumínio.

Dentro do carro, a posição de dirigir é um pouco mais alta se comparada com o Onix, o que já era esperado. Já o espaço na traseira para ocupantes com mais de 1,80 metro fica no limite.

É o preço que se paga por uma carroceria visualmente mais harmoniosa, sem recorrer a outras medidas que poderiam deixar as proporções do carro desbalanceadas.

Os materiais seguem o padrão encontrado no Chevrolet Tracker e, portanto, quem já está acostumado com modelos da General Motors não terá nenhuma surpresa negativa. O cluster e a tela de multimídia formam um conjunto só, dando foco no motorista. Como de praxe nos modelos mais equipados da marca, o Sonic tem recurso de Wi-Fi nativo e OnStar.

Fitas finas de LED atravessam os revestimentos de porta e parte do painel. Volante segue o desenho tradicional de trapézio da Chevrolet.

Outro destaque do Sonic são os sistemas de segurança ativa. O utilitário esportivo tem câmera dianteira que permite frenagem automática de emergência e outras assistências. A expectativa é que esses recursos cheguem ao Onix em breve.

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Brasil lidera investimentos chineses no mundo; veja os principais setores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 11:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,920-0,02%Dólar TurismoR$ 5,120-0,01%Euro ComercialR$ 5,7920,19%Euro TurismoR$ 6,0400,17%B3Ibovespa184.214 pts-1,85%MoedasDólar ComercialR$ 4,920-0,02%Dólar TurismoR$ 5,120-0,01%Euro ComercialR$ 5,7920,19%Euro TurismoR$ 6,0400,17%B3Ibovespa184.214 pts-1,85%MoedasDólar ComercialR$ 4,920-0,02%Dólar TurismoR$ 5,120-0,01%Euro ComercialR$ 5,7920,19%Euro TurismoR$ 6,0400,17%B3Ibovespa184.214 pts-1,85%Oferecido por

O Brasil foi o país que mais recebeu investimentos chineses no mundo em 2025, consolidando-se como principal destino global do capital produtivo da China.

Os aportes somaram US$ 6,1 bilhões no ano, impulsionados principalmente pelos setores de energia, mineração e mobilidade elétrica.

O Brasil respondeu por 10,9% de todos os investimentos chineses realizados no exterior em 2025, à frente de países como Estados Unidos, Indonésia e Cazaquistão.

O relatório mostra ainda que o Brasil foi o único país a permanecer entre os cinco destinos que mais receberam investimentos chineses nos últimos cinco anos.

O setor de eletricidade liderou os aportes, com US$ 1,79 bilhão (aproximadamente R$ 8,8 bilhões) — cerca de 29,5% do total investido — concentrados em projetos de energia renovável e transmissão.

JN na China: série especial chega ao destino final e mostra cidade que está na vanguarda da criação de robôs

O Brasil foi o país que mais recebeu dinheiro de empresas chinesas para novos negócios e projetos em 2025, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (7) pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC).

Os aportes somaram US$ 6,1 bilhões no ano, impulsionados principalmente pelos setores de energia, mineração e mobilidade elétrica.

De acordo com o levantamento, o Brasil respondeu por 10,9% de todos os investimentos chineses realizados no exterior em 2025, à frente de países como Estados Unidos, Indonésia e Cazaquistão.

O relatório mostra ainda que o Brasil foi o único país a permanecer entre os cinco destinos que mais receberam investimentos chineses nos últimos cinco anos.

💡O setor de eletricidade liderou os aportes, com US$ 1,79 bilhão (aproximadamente R$ 8,8 bilhões) — cerca de 29,5% do total investido — concentrados em projetos de energia renovável e transmissão.

🔨 Já a mineração foi o grande destaque do ano, segundo o estudo, com investimentos que mais que triplicaram em relação a 2024 e atingiram US$ 1,76 bilhão (cerca de R$ 8,6), impulsionados pelo interesse chinês em minerais críticos ligados à transição energética, como níquel, cobre e ouro.

🚘 A mobilidade elétrica também avançou. O setor automotivo recebeu US$ 965 milhões (cerca de R$ 4,7 bilhões) em investimentos, alta de 66% na comparação anual, puxado pela expansão de montadoras chinesas no país.

O relatório cita a inauguração das fábricas da BYD, na Bahia, e da GWM Brasil, em São Paulo, além da parceria entre a Geely Auto e a Renault Brasil.

O setor de petróleo permaneceu entre os principais destinos dos investimentos chineses no Brasil em 2025, com aportes de US$ 804 milhões (cerca de R$ 3,9 bilhões). Apesar da queda de 24% em relação a 2024, a área respondeu por 13,3% do total investido pela China no país e ficou em segundo lugar em número de projetos.

O principal movimento do ano foi a entrada da China National Petroleum Corporation (CNPC) na Foz do Amazonas. A estatal chinesa adquiriu nove blocos exploratórios na região, em consórcio com a Chevron, ampliando a presença chinesa no Norte do país. O avanço ajudou a região a alcançar participação recorde na atração de projetos chineses em 2025.

Segundo o diretor de conteúdo e pesquisa do CEBC e autor do estudo, Tulio Cariello, o avanço é resultado de uma combinação de fatores internos e externos.

“Esse quadro reflete um cenário de maior atratividade relativa dos ativos brasileiros, em especial para investidores chineses, devido a fatores internos, como a depreciação do real frente ao dólar, o tamanho do mercado consumidor brasileiro, a abundância de recursos minerais e energéticos e a matriz elétrica limpa do país”, afirmou.

🔎 A depreciação do real frente ao dólar significa que os ativos brasileiros ficam mais baratos para investidores estrangeiros. Como os investimentos são feitos em dólar, um câmbio mais alto aumenta o poder de compra das empresas chinesas no Brasil, reduzindo o custo relativo de fábricas, empresas, terras e projetos de infraestrutura. Isso tende a tornar o país mais atrativo para o capital externo.

O relatório também aponta que as tensões geopolíticas e as restrições a investimentos chineses nos mercados dos Estados Unidos e da Europa têm contribuído para redirecionar parte do capital ao Brasil.

Para os próximos anos, a expectativa é de continuidade dos aportes em setores ligados à transição energética, tecnologia da informação, petróleo, mineração e manufaturas avançadas.

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Imposto de Renda 2026: faltando cerca de três semanas para prazo final, 24 milhões de pessoas ainda não enviaram declaração

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 07/05/2026 11:51

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: faltando cerca de três semanas para prazo final, 24 milhões de pessoas ainda não enviaram declaração Entrega da declaração depois do prazo legal terá uma multa mínima de atraso de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Secretaria da Receita Federal informou que recebeu, até a manhã desta quinta-feira (7), cerca de 20 milhões de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026, ano-base 2025.

O prazo de entrega começou em 23 de março e se estende até 29 de maio, e a expectativa do Fisco é de receber 44 milhões de documentos neste ano.

Deste modo, faltando cerca de três semanas para o fim do prazo de entrega, 24 milhões de contribuintes ainda têm de enviar sua declaração anual de ajuste do Imposto de Renda.

A entrega da declaração depois do prazo legal terá uma multa mínima de atraso de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.

Segundo a Receita Federal, a declaração de Imposto de Renda pode ser feita por meio das seguintes plataformas:.

A Secretaria da Receita Federal informou que recebeu, até a manhã desta quinta-feira (7), cerca de 20 milhões de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026, ano-base 2025.

O prazo de entrega começou em 23 de março e se estende até 29 de maio, e a expectativa do Fisco é de receber 44 milhões de documentos neste ano.

Deste modo, faltando cerca de três semanas para o fim do prazo de entrega, 24 milhões de contribuintes ainda têm de enviar sua declaração anual de ajuste do Imposto de Renda.

➡️A entrega da declaração depois do prazo legal terá uma multa mínima de atraso de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.

Segundo a Receita Federal, a declaração de Imposto de Renda pode ser feita por meio das seguintes plataformas:

Programa Gerador da Declaração (PGD) relativo ao exercício de 2026, disponível para download no site da Secretaria Especial da Receita Federal na internet,serviço "Meu Imposto de Renda", observado o disposto no art. 5º, disponível:site da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil na internet;aplicativo da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil para dispositivos móveis, tais como tablets e smartphones.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitos à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguida de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;quem deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

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Há 18 minutos Educação Veja detalhes do texto aprovado pela Câmara sobre terras rarasHá 18 minutosMaranhãoPatroa suspeita de agredir empregada doméstica grávida é presa no Piauí

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Caso Master: após ter detectado ‘indícios de vantagens indevidas’ a servidores, Banco Central publica novo plano de integridade

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 10:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-0,18%Dólar TurismoR$ 5,116-0,08%Euro ComercialR$ 5,781-0,01%Euro TurismoR$ 6,0340,08%B3Ibovespa184.810 pts-1,53%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-0,18%Dólar TurismoR$ 5,116-0,08%Euro ComercialR$ 5,781-0,01%Euro TurismoR$ 6,0340,08%B3Ibovespa184.810 pts-1,53%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-0,18%Dólar TurismoR$ 5,116-0,08%Euro ComercialR$ 5,781-0,01%Euro TurismoR$ 6,0340,08%B3Ibovespa184.810 pts-1,53%Oferecido por

O Banco Central (BC) publicou nesta quinta-feira (7) o "Plano de Integridade para o ciclo 2026-2027", no qual a autoridade monetária "reafirma a integridade como um dos valores centrais da instituição".

Esse pilar é destacado ao lado de vários outros. São eles: excelência, foco em resultados, cooperação, abertura para mudanças, sustentabilidade e diversidade, além da empatia.

O plano foi lançado após a instituição ter identificado, em março deste ano, indícios de "vantagens indevidas" recebidas por dois servidores da instituição.

Eles foram alvos de operação da Polícia Federal (PF) que prendeu Daniel Vorcaro, dono do banco Master (leia mais abaixo).

Os dois servidores foram afastados naquele momento. Paulo Sérgio Neves de Sousa é ex-diretor de fiscalização do BC, e Bellini Santana, é ex-chefe de departamento da área responsável pela supervisão bancária.

Ambos são investigados por suspeita de atuação inadequada na supervisão do Master antes da liquidação do banco, ocorrida após o agravamento da crise da instituição, no fim de 2025.

Nesta quinta, o BC avaliou que a integridade deve ser entendida como a atuação pautada pela ética, transparência e priorização do interesse público.

E que isso vem sendo fortalecido por meio de uma governança sólida e da implementação de políticas institucionais relevantes, como a atualização da Política de Transparência do Banco Central e da Política de Conformidade (Compliance).

"Nesse contexto, a gestão da integridade abrange a prevenção, a detecção, a responsabilização e a remediação de fraudes e atos de corrupção, bem como a promoção e a observância de valores, normas e princípios orientados à proteção do interesse público e ao respeito a direitos", acrescentou o BC.

Tendo por base aprendizados do ciclo anterior, de acordo com a instituição, o novo plano de integridade prevê 36 ações distribuídas em sete eixos temáticos.

transparência;ética;comunicação e treinamento;práticas de integridade nos processos de trabalho;tratamento de denúncias; responsabilização; e monitoramento contínuo.

"O novo plano dá especial atenção ao avanço na adoção de medidas de tratamento a riscos de integridade, à capacitação de servidores, ao aprimoramento do tratamento de denúncias, ao fortalecimento dos procedimentos de responsabilização e à incorporação de ações voltadas à diversidade, equidade, inclusão e ao enfrentamento do assédio e da discriminação", informou o Banco Central.

De acordo com o Banco Central, há regras relacionadas com cuidados no relacionamento interpessoal, prevenção de conflito de interesses, deveres e obrigações dos servidores.

Conscientizar a comunidade do BC quanto à importância de manter padrões adequados de respeito e decoro nas interações, especialmente em ambientes corporativos virtuais.Divulgar orientações relacionadas à prevenção de conflito de interesses no exercício de atividades profissionais paralelas por meio de cartilha.Promover maior conhecimento dos deveres e proibições a que estão sujeitos os servidores do BC, com vistas a fortalecer a cultura de integridade da instituição, com a elaboração de perguntas e respostas sobre deveres e proibições.

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Dólar inicia o dia de olho na queda do petróleo e em encontro Lula-Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9210,17%Dólar TurismoR$ 5,1200,17%Euro ComercialR$ 5,7810,63%Euro TurismoR$ 6,0290,62%B3Ibovespa187.691 pts0,5%MoedasDólar ComercialR$ 4,9210,17%Dólar TurismoR$ 5,1200,17%Euro ComercialR$ 5,7810,63%Euro TurismoR$ 6,0290,62%B3Ibovespa187.691 pts0,5%MoedasDólar ComercialR$ 4,9210,17%Dólar TurismoR$ 5,1200,17%Euro ComercialR$ 5,7810,63%Euro TurismoR$ 6,0290,62%B3Ibovespa187.691 pts0,5%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (7) em queda, recuando 0,39% na abertura, cotado a R$ 4,9014. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ Os preços do petróleo caem diante da expectativa de um possível acordo entre Estados Unidos e Irã, o que poderia permitir a retomada gradual da circulação de navios no Estreito de Ormuz. Por volta das 8h40 (horário de Brasília), o barril do Brent recuava 2,12%, para US$ 99,12, enquanto o WTI caía 2,26%, para US$ 93,01.

▶️ A queda do petróleo ganhou força após declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, afirmando que o Irã estaria disposto a negociar. Segundo ele, o país está “indo muito bem” no conflito e “tudo está ocorrendo sem problemas”.

▶️ Ainda nos EUA, Trump recebe nesta quinta-feira o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, às 12h (horário de Brasília). Os dois devem discutir temas ligados à economia e à segurança.

▶️ No Brasil, a Polícia Federal iniciou uma nova fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master. O senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional do partido, está entre os alvos da investigação.

Os investidores acompanham a possibilidade de um acordo entre EUA e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. Embora ainda não haja confirmação oficial, há sinais de avanço nas negociações.

Segundo a Reuters, os países estão próximos de firmar um acordo inicial mais simples, com cerca de uma página. O Irã analisa os termos e deve responder nas próximas 48 horas.

suspensão temporária do programa nuclear iraniano;redução das sanções impostas pelos EUA;liberação de recursos iranianos bloqueados no exterior;diminuição das restrições à navegação no Estreito de Ormuz.

A ideia é que esse acordo inicial consolide a trégua e abra um prazo de cerca de 30 dias para negociações mais amplas. Nesse período, tanto as limitações impostas pelo Irã quanto o bloqueio naval dos EUA seriam reduzidos gradualmente — podendo ser retomados caso não haja avanço.

O cenário ganhou força após Donald Trump anunciar a suspensão de uma operação militar de escolta a navios, que não conseguiu normalizar o fluxo e elevou as tensões.

Mais cedo, o Irã afirmou que o Estreito de Ormuz voltou a ser seguro para navegação. A rota, responsável por cerca de 20% do petróleo mundial, vinha operando com restrições desde o início do conflito, com cerca de 1.500 embarcações aguardando passagem.

🔎 Com menos risco de conflito e rotas funcionando normalmente, a oferta de petróleo no mercado aumenta — o que ajuda a derrubar os preços.

Apesar do avanço diplomático, o acordo ainda não foi fechado e enfrenta incertezas, como divergências internas no Irã e o risco de retomada do conflito.

As bolsas globais operam sem direção única nesta quinta-feira, enquanto investidores acompanham as negociações entre EUA e Irã e a possibilidade de retomada do transporte de petróleo pelo Golfo Pérsico.

Em Wall Street, por volta das 9h (horário de Brasília), os índices futuros avançavam levemente. Os contratos do S&P 500 subiam 0,1%, enquanto os do Dow Jones avançavam 0,2%. Já os futuros da Nasdaq tinham alta mais moderada, de 0,08%.

Em Frankfurt, o DAX subia 0,2%, enquanto o CAC 40, de Paris, avançava 0,3%. Já em Londres, o FTSE 100 caía 0,3%.

Na Ásia, as bolsas fecharam em alta. O índice CSI300, que reúne grandes empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, avançou 0,48%, aos 4.900 pontos.

Em Xangai, o SSEC também subiu 0,48%, aos 4.180 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 1,57%, aos 26.626 pontos. Já em Tóquio, o Nikkei saltou 5,58%, aos 62.833 pontos.

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Países da UE concordam em banir ferramentas de IA usadas para criar imagens sexuais falsas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 08:56

Tecnologia Países da UE concordam em banir ferramentas de IA usadas para criar imagens sexuais falsas Medida faz parte de uma revisão da legislação europeia sobre inteligência artificial e prevê punições para sistemas capazes de gerar imagens íntimas sem consentimento. Por France Presse

Os Estados-membros e o Parlamento Europeu fizeram um acordo nesta quinta-feira (7) para banir, na União Europeia (UE), ferramentas de Inteligência Artificial (IA) que geram imagens sexuais falsas sem o consentimento das pessoas envolvidas.

A iniciativa surgiu após a introdução, há alguns meses, de uma funcionalidade no Grok, assistente de IA da xAI, empresa fundada por Elon Musk, que permite aos usuários solicitar a criação de imagens hiper-realistas (ou deepfakes) de adultos e crianças nus a partir de fotos reais, sem o consentimento das pessoas retratadas.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, denunciou a divulgação de fotos falsas com sua imagem geradas por IA e classificou o recurso como uma “ferramenta perigosa”.

Segundo o Parlamento Europeu, a nova proibição mira sistemas capazes de criar imagens, vídeos e sons de caráter pedopornográfico ou que representem as partes íntimas de uma pessoa identificável, além de conteúdos que mostrem alguém participando de atividades sexuais sem consentimento.

A nova regulamentação será aplicada a partir de 2 de dezembro de 2026. A partir dessa data, os serviços de IA deverão contar com medidas de segurança para impedir a geração desse tipo de conteúdo.

A medida foi adotada como parte de uma revisão da legislação europeia sobre IA, uma lei pioneira aprovada formalmente há dois anos.

Os 27 países-membros e os eurodeputados também concordaram em adiar a entrada em vigor das novas normas que regulamentam os chamados sistemas de IA de alto risco, usados em áreas sensíveis como segurança, saúde e direitos fundamentais.

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Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 08:56

A PF já avançou nas investigações, mas cada passo da operação é acompanhada de perto pelo relator do caso, ministro do STF André Mendonça.

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‘Ganhei na loteria e continuei devendo’: por que limpar o nome não basta para tirar o brasileiro das dívidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 05:54

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O Desenrola 2.0, novo programa de renegociação de dívidas lançado pelo governo federal na última segunda-feira (4), promete aliviar débitos e limpar o nome de milhões de brasileiros.

O programa, que prevê diferentes descontos para cada tipo de dívida e tem como público-alvo brasileiros que ganham até R$ 8.105, tem despertado a curiosidade de consumidores endividados, que veem a medida como uma alternativa para honrar seus compromissos financeiros.

Para quem já viveu um período crítico de endividamento e conseguiu sair do aperto, no entanto, a medida é limitada. Isso porque, apesar de facilitar as condições de renegociação, a percepção é de que o programa não ataca pontos cruciais que explicam os altos níveis de endividamento no país.

Segundo especialistas, embora o novo programa do governo tenha potencial para reduzir a inadimplência e ajudar a reinserir consumidores no sistema de crédito, seus efeitos tendem a ser mais imediatos do que estruturais.

O Desenrola 2.0, novo programa de renegociação de dívidas lançado pelo governo federal na última segunda-feira (4), promete reduzir débitos atrasados e ajudar a limpar o nome de milhões de brasileiros.

O programa prevê descontos de 30% a 90%, conforme o tipo de dívida, e tem como público-alvo os trabalhadores que ganham até R$ 8.105 por mês.

Mas, para quem já esteve muito endividado e conseguiu se reorganizar, uma medida como essa tem efeito limitado. Embora facilite a renegociação, o programa não enfrenta problemas centrais por trás do alto endividamento no país, como:

o acesso fácil a linhas de crédito com juros elevados;a falta de educação financeira, inclusive entre pessoas instruídas; eo peso emocional da dívida para quem está endividado.

Segundo especialistas, o novo Desenrola pode reduzir a inadimplência e ajudar consumidores a voltar ao sistema de crédito, mas seus efeitos devem ser mais imediatos do que duradouros.

“O problema da dívida não está apenas na taxa de juros. Ele vem do excesso de crédito disponível para a população”, afirma a planejadora financeira Myrian Lund.

Para ela, o programa deveria ser associado a ações de educação financeira para gerar resultados mais permanentes na redução da inadimplência.

“Para uma minoria, pode até ser positivo, porque vai liquidar a dívida e evitar novas quedas no endividamento. Mas, do ponto de vista estrutural, é apenas enxugar gelo”, completa.

A planejadora financeira Mônica Cardoso concorda e diz que as renegociações demandam alguma cautela por parte dos endividados, para que uma dívida resolvida agora não se transforme em outra no futuro.

“Infelizmente, uma reserva não vai sanar o problema. É preciso cuidado para não se endividar de novo depois de um ou dois anos”, diz.

Ao g1, consumidores endividados e pessoas que conseguiram quitar seus débitos contaram suas histórias e compartilharam lições e estratégias para lidar com as dívidas.

As sextas-feiras eram sagradas para o empresário Delano Zonta: dia de apostar na loteria. Segundo ele, o jogo era uma tentativa de aliviar um orçamento já sufocado por dívidas.

“Mesmo tendo boa renda, eu sempre acabava gastando tudo. Desde os meus 18 anos eu já era enrolado com dinheiro”, relembra.

Mais de uma vez, Zonta misturou contas pessoais com as da empresa, e chegou a sacar todo o dinheiro do negócio para comprar um carro novo. Mas foi o uso desenfreado do cartão de crédito que fez sua vida financeira sair do controle.

“Eu gastava no cartão mais do que conseguia pagar. Quando a fatura vinha, entrava no cheque especial e dizia para mim mesmo que depois tentaria resolver”, diz.

Com ajuda de um amigo gerente de banco, o empresário contratou novos empréstimos para quitar dívidas antigas. Assumiu parcelas maiores do que podia pagar e entrou em um novo ciclo de endividamento, somando cartão de crédito, cheque especial e novos empréstimos para cobrir os anteriores.

Zonta já havia falido três vezes e acumulava mais de R$ 230 mil em dívidas. Até que a sorte bateu à porta do empresário: em um sábado, quando tinha apenas R$ 42 na conta, ganhou R$ 35 mil na quina da Mega-Sena.

“O primeiro sentimento foi de alívio: eu ganhei na loteria! Peguei o dinheiro às 11h e comecei a pagar um pouco de cada dívida. Às 14h30, eu já não tinha mais nenhum real. Tinha dado tudo para o banco”, diz.

Com as contas zeradas, o empresário ainda devia mais de R$ 216 mil. “Aquele foi um dos piores dias da minha vida, com um sentimento enorme de fracasso. Mas também foi o dia em que decidi que não dava mais para continuar assim”, afirma.

Naquela noite, Delano começou a estudar o funcionamento do sistema bancário. Separou as dívidas, organizou o orçamento e passou a cuidar melhor do dinheiro. A esposa foi fundamental no processo.

“Uma coisa que o endividado sente é solidão. A gente tem vergonha de falar, de assumir que está com um problema. Mas lidar com tudo isso sozinho é muito mais difícil”, afirma.

Foram quase quatro anos até que Delano Zonta conseguisse honrar todos os seus compromissos: a última parcela, de R$ 316, foi paga em janeiro de 2020. No mesmo ano, o empresário iniciou a formação como planejador financeiro — e agora vive, justamente, de educação financeira.

Segundo Wagner Pagliato, coordenador do curso de ciências contábeis da Unicid, casos de endividamento crônico costumam estar ligado à falta de alinhamento nas decisões de consumo e à pressão social para manter um padrão de vida acima da renda.

Esse “sufocamento” financeiro pode afetar até a saúde. “O endividamento pode gerar estresse, ansiedade, sensação de culpa e até negação da situação financeira. A dívida deixa de ser apenas uma questão financeira e passa a envolver comportamento, hábitos e saúde emocional”, completa.

“Eventos inesperados, como doenças, emergências familiares ou perda parcial de renda, também podem desorganizar rapidamente o orçamento. Assim, mesmo famílias com renda estável podem se tornar inadimplentes”, afirma.

Fernanda* foi uma das vítimas de um imprevisto. Sua vida financeira mudou no fim de 2024, quando teve o celular roubado. Além de mais de R$ 40 mil em compras no cartão de crédito, criminosos também contrataram um empréstimo de R$ 150 mil em seu nome.

Quando o empréstimo foi feito pelos criminosos, seu nome ficou negativado, e o banco usou todo o dinheiro disponível em conta para quitar parte da dívida.

“Entrei no cheque especial e fui ficando cada vez mais no vermelho, principalmente por causa dos juros. Uma dívida de R$ 30 mil que eu tinha no cartão se transformou em R$ 112 mil”, conta.

Fernanda afirma que avalia se inscrever no Desenrola 2.0 para tentar resolver o problema. “A verdade é que ninguém quer ficar com o nome sujo. Quero resolver essa situação”, comenta.

Além de eventos imprevistos, especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que o endividamento muitas vezes ocorre por motivos emocionais ou familiares.

A secretária Tatiana*, por exemplo, conta que viu suas finanças entrarem em colapso após um relacionamento que terminou mal. Ao tentar ajudar o então parceiro, ela acabou comprometendo seu benefício do INSS e assumindo dívidas maiores do que podia pagar.

“Eu estava apaixonada e não percebi que fui induzida a pegar um empréstimo consignado para ajudá-lo a montar o negócio dele. Depois ainda fomos fazer uma viagem de cruzeiro em que eu acabei pagando tudo. Parcelei e fui me endividando”, conta ela.

Apesar das dívidas no cartão de crédito, ela continuou tendo acesso ao crédito com facilidade. Pegou novos empréstimos para quitar débitos anteriores, com linhas de crédito pessoal e até um limite maior no cheque especial.

“Crédito fácil é o canto da sereia. Peguei vários empréstimos pelo aplicativo do banco e, quando vi que estava com dificuldade, cheguei a ir à agência para falar com a gerente e ver como ela poderia me ajudar. Mas a saída que ela me deu foi aumentar meu limite para R$ 10 mil”, diz.

Com uma dívida de quase R$ 100 mil, a secretária conta que precisou mudar hábitos de consumo e, com a ajuda de uma planejadora financeira, decidiu tirar as contas do débito automático. O objetivo era juntar recursos para tentar negociar melhores descontos com os bancos.

Segundo especialistas, o primeiro passo para sair das dívidas é fazer um “diagnóstico financeiro” — um levantamento detalhado das dívidas e da renda disponível para quitá-las.

“Em seguida, é preciso classificar os débitos conforme a taxa de juros, priorizando os mais caros”, explica Pagliato, da Unicid.

Além disso, especialistas reforçam a necessidade de mudar padrões de consumo e hábitos que levaram ao endividamento.

A planejadora financeira Mônica Cardoso conta que chegou a dever mais de R$ 50 mil, após uma perda repentina de renda e gastos excessivos no cartão de crédito.

“Depois de uma compra alta, meu marido chegou a picotar nosso cartão de crédito. Ele já tinha quebrado uma vez e disse que não queria passar por aquilo de novo. É difícil: não dá para mudar 10 anos de hábitos ruins em 10 dias. Mas é preciso fazer sacrifícios e aprender a dizer não para se reerguer”, diz.

Especialistas também destacam a importância de contar com o apoio de um profissional qualificado para definir o melhor momento de renegociar com os bancos. “É preciso entender que a negociação envolve várias etapas. Às vezes, você vai oferecer uma quantia ao banco que ele não aceita, e será necessário voltar para casa e continuar juntando”, afirma Myrian Lund.

“O devedor precisa fazer o dever de casa. Não vai cair dinheiro do céu. É necessário fazer uma economia de guerra e tentar juntar o máximo possível para liquidar a dívida de uma vez”, completa.

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Como plantação de lavanda virou negócio que atrai turistas e rende R$ 200 mil

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 07/05/2026 04:56

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Como plantação de lavanda virou negócio que atrai turistas e rende R$ 200 mil Empreendimento em Minas Gerais combina plantação, gastronomia e turismo para transformar a flor em fonte de renda e atrair visitantes. Por PEGN

O que começa como paisagem termina em experiência — e também em negócio. Em Itamonte, na Serra da Mantiqueira (MG), um casal transformou a lavanda em ponto de partida para um empreendimento que mistura natureza, gastronomia e turismo.

Marco Costa e Liliane Seixas decidiram apostar na planta como atrativo principal do espaço. O cultivo, que começou de forma despretensiosa no quintal, evoluiu para um lavandário aberto ao público, com diferentes frentes de atuação.

Para convencer o sócio de que a lavanda poderia gerar renda, Liliane mergulhou em pesquisas, reuniu referências de plantações no Brasil e no exterior e estruturou um plano de negócio. A ideia era clara: não apenas produzir, mas agregar valor com experiências.

Com investimento inicial de cerca de R$ 180 mil, o empreendimento passou a integrar plantio, loja, gastronomia e visitação. Hoje, o faturamento gira em torno de R$ 200 mil por ano.

Como plantação de lavanda virou negócio que atrai turistas e rende R$ 200 mil — Foto: Reprodução/PEGN

Na prática, a lavanda se desdobra em diferentes produtos e serviços. A planta vira matéria-prima para alimentos, bebidas e itens vendidos na loja, além de servir como cenário para visitas e momentos de conexão com a natureza.

No cardápio, a proposta é usar a flor com equilíbrio. Entre os destaques estão o refresco de limão com lavanda e o bolo com geleia de mirtilo — receitas pensadas para surpreender sem exageros no sabor.

Outra aposta é a produção de óleo essencial, ainda em fase de testes. O processo envolve a destilação da planta e pode ampliar o valor agregado do negócio nos próximos anos.

Para os clientes, o diferencial vai além do produto. A experiência sensorial e o contato com a natureza fazem parte do pacote — e ajudam a fidelizar o público. Há quem volte não só pelo sabor, mas pela sensação de tranquilidade e reconexão.

De olho no futuro, o casal já trabalha na expansão do empreendimento, com a construção de chalés para hospedagem. A ideia é transformar o local em destino completo, ampliando as fontes de receita.

No fim das contas, o negócio vai além da flor. “Nenhuma frente funciona sozinha — é o conjunto que sustenta tudo”, resume Liliane.

Como plantação de lavanda virou negócio que atrai turistas e rende R$ 200 mil — Foto: Reprodução/PEGN

📍Endereço: Rodovia LMG-881 Estrada Itamonte-Alagoa, km1, Zona Rural ItamontE/MG – CEP: 37466-000📧E-mail: lavandariomantiqueira@gmail.com📘Facebook: https://www.facebook.com/lavandariomantiqueira/📸 Instagram: https://www.instagram.com/lavandariomantiqueira/reels

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EUA oferecem mais de US$ 1 milhão por informações contra frigoríficos investigados, incluindo JBS e Marfrig

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 03:45

Agro EUA oferecem mais de US$ 1 milhão por informações contra frigoríficos investigados, incluindo JBS e Marfrig JBS e a empresa controlada pela Marfrig, a National Beef, são alvos da operação contra práticas abusivas comerciais. A norte-americanas Cargill e Tyson Foods também são investigadas. Por Vivian Souza

Os EUA divulgaram na segunda-feira (4) que pagarão uma recompensa que pode ultrapassar o valor de US$ 1 milhão para quem fornecer informações contra frigoríficos investigados por práticas abusivas comerciais.

A JBS e a empresa controlada pela Marfrig nos Estados Unidos, a National Beef, são alvos da operação.

Além delas, as empresas norte-americanas Cargill e Tyson Foods também são investigadas desde novembro do ano passado.

A investigação começou por solicitação de Trump, que acusou as quatro empresas de elevarem os preços da carne bovina "por meio de conluio ilícito".

Segundo o governo dos EUA, entre 1980 e 1990, a fatia de gado comprada por esses frigoríficos passou de um terço para mais de 80% do rebanho nacional.

O governo dos Estados Unidos afirmou nesta semana que pagará uma recompensa que pode ultrapassar US$ 1 milhão a quem fornecer informações sobre frigoríficos investigados por práticas comerciais abusivas.

A JBS e a National Beef, controlada pela Marfrig nos Estados Unidos, são alvos da investigação. Além delas, as norte-americanas Cargill e Tyson Foods também são analisadas desde novembro do ano passado.

A operação começou por solicitação do presidente dos EUA, Donald Trump, que acusou as quatro empresas de elevarem os preços da carne bovina "por meio de conluio ilícito". Segundo o governo, entre 1980 e 1990, a fatia de gado comprada por esses frigoríficos passou de um terço para mais de 80% do total nacional.

O Departamento de Justiça informou que revisou mais de 3 milhões de documentos e ouviu centenas de pessoas do setor, como pecuaristas e produtores.

A recompensa pode variar de 15% a 30% do valor das multas aplicadas às empresas, que devem ultrapassar US$ 1 milhão. O pagamento será feito a quem fornecer informações sobre possíveis crimes concorrenciais ou fraudes.

Em nota, a Marfrig afirmou que respeita as leis de defesa da concorrência. A empresa acrescentou que, nos EUA, a National Beef atua em sociedade com 700 produtores locais, que detêm cerca de 18% do capital da companhia.

Leia também: Exportação de carne bovina do Brasil pode cair 10% em 2026 com restrição da China, diz Abiec

A JBS é a maior produtora de carne nos EUA, segundo a empresa. Já a National Beef é a quarta maior e é reconhecida como a mais lucrativa do setor no país, segundo a Marfrig.

A secretária de Agricultura dos EUA, Brooke Rollins, afirmou na segunda-feira que a propriedade estrangeira de grandes processadores de carne representa uma ameaça ao país.

"Uma empresa de propriedade brasileira detém cerca de um quarto do mercado e possui um histórico documentado de corrupção internacional e atividade ilícita", disse a secretária.

Ela também associou a empresa a casos de corrupção, cartéis e trabalho escravo, citando denúncias recentes. "O que já é ruim o suficiente por si só, mas também é em detrimento dos grandes pecuaristas independentes e consumidores da América", declarou.

No dia 29, o Ministério Público do Trabalho (MPT) do Pará pediu a condenação da JBS em, no mínimo, R$ 118 milhões por trabalho análogo à escravidão na cadeia produtiva da pecuária. Na ocasião, a empresa disse que "não foi notificada sobre as ações mencionadas".

Além de Rollins, o conselheiro do presidente Trump, Peter Navarro, disse que o lobby da carne, representado por brasileiros, teria "ameaçado silenciosamente a Casa Branca" em resposta ao tarifaço. Segundo ele, isso teria resultado no desvio de carne dos EUA para a China.

Em agosto, os EUA aplicaram uma tarifa de 50% sobre diversos produtos brasileiros exportados para o país, incluindo carne. O Brasil é o principal fornecedor do produto para a indústria norte-americana.

Os estoques de gado nos EUA caíram ao nível mais baixo em quase 75 anos, após fazendeiros reduzirem seus rebanhos devido a uma seca prolongada, que prejudicou as pastagens e elevou os custos de alimentação.

O fornecimento ficou ainda mais restrito porque os EUA suspenderam, há um ano, a maioria das importações de gado mexicano, diante de preocupações com a disseminação da bicheira-do-Novo-Mundo, uma praga que infesta o gado.

Apesar de também serem grandes produtores, os EUA ainda precisam importar carne para suprir a demanda dos consumidores, que se manteve firme e pressionou os preços.

A baixa oferta obrigou frigoríficos a pagar mais pelo gado destinado à produção de hambúrgueres e bifes.

Em dezembro, a JBS informou que fecharia de forma permanente uma fábrica nos arredores de Los Angeles, responsável por preparar carne bovina para venda em supermercados dos Estados Unidos.O frigorífico rival Tyson Foods também anunciou, em janeiro do ano passado, o fechamento de uma importante fábrica de abate de gado em Nebraska, que emprega cerca de 3.200 pessoas.

Pecuaristas norte-americanos criticam Trump desde outubro, após o presidente sugerir que o país importe mais carne bovina da Argentina. Na ocasião, ele disse que usaria a medida para reduzir os preços nos EUA, que atingiram níveis recordes.

Os produtores viram o comentário como uma ameaça, em um momento de preços elevados do gado e forte demanda dos consumidores americanos.

Trump respondeu às críticas nas redes sociais e afirmou que eles estão em boa condição econômica graças ao tarifaço imposto ao Brasil e a outros países.

"Os pecuaristas, que eu amo, não entendem que a única razão pela qual estão indo bem, pela primeira vez em décadas, é porque eu impus tarifas sobre o gado que entra nos EUA, incluindo uma tarifa de 50% sobre o Brasil", disse Trump em sua rede social.

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