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Mega-Sena, concurso 3.005: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 21:54

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3.005: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador desta quinta-feira (7) é de R$ 36.5 milhões. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3.005 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (7), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertarem as seis dezenas é de R$ 36.5 milhões.

O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Corte de Comércio dos EUA diz que tarifas globais de 10% de Trump são ilegais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 20:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%Oferecido por

O presidente Donald Trump durante evento na Flórida em 1º de maio de 2026 — Foto: REUTERS/Nathan Howard

A Corte de Comércio Internacional dos Estados Unidos decidiu, nesta quinta-feira (7), contra as tarifas globais de 10% impostas por Donald Trump. Segundo o tribunal, o presidente não tinha autoridade legal para aplicar esse aumento generalizado de impostos sobre importações.

A decisão afirma que as tarifas globais de 10% não estão em conformidade com a Lei de Comércio de 1974, usada pelo governo como base para a sua imposição. Ela também respondeu a demandas de pequenas empresas que contestaram as tarifas.

O placar do tribunal foi de 2 a 1, com um dos juízes avaliando que era prematuro conceder a vitória às empresas.

Porém, duas empresas receberam autorização para que a tarifa global não fosse aplicada. A medida também afeta o estado de Washington.

Elas argumentaram que as tarifas eram uma tentativa de contornar uma decisão histórica da Suprema Corte dos EUA, que derrubou, em 2025, tarifas impostas pelo presidente sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional.

As tarifas foram derrubadas naquele momento justamente por causa das reclamações recorrentes das empresas.

No decreto de fevereiro, Trump invocou a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, que permite impor tarifas por até 150 dias para corrigir "déficits graves na balança de pagamentos" ou evitar uma desvalorização iminente do dólar.

A decisão judicial afirmou que a lei não é adequada para os tipos de déficits comerciais citados pelo presidente no decreto.

Depois de ver o tarifaço derrubado, o governo informou que usaria um novo instrumento legal para aplicar uma tarifa de 10% sobre produtos importados, com efeito imediato e afetando todos os países.

À época, Trump disse que ativaria a Seção 122 da legislação comercial dos EUA, que permite ao presidente impor tarifas temporárias.O governo também afirmou que iria recorrer à Seção 301 para abrir investigações sobre práticas comerciais desleais, o que pode resultar em tarifas adicionais.

A lei permite aplicar tarifas de até 15% por um período de até seis meses em situações de desequilíbrio nas contas externas ou risco de desvalorização do dólar, sem necessidade de investigação formal.

O regimento permite abrir investigações sobre práticas comerciais consideradas desleais por outros países. Se forem confirmadas, o governo pode impor tarifas sem limite de valor ou duração.

O processo, porém, é mais lento, pois exige investigação formal e consulta pública, o que pode levar meses.

Trump já utilizou esse instrumento em seu primeiro mandato para taxar importações chinesas, o que levou a uma disputa comercial prolongada entre os dois países.

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Líder do governo diz que Senado deve votar ainda em maio projeto das terras raras, assunto entre Lula e Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 18:47

Política Líder do governo diz que Senado deve votar ainda em maio projeto das terras raras, assunto entre Lula e Trump Após aprovação na Câmara, Lula ligou para Motta e para relator na Casa para agradecer; setor quer modificar regras sobre Conselho durante tramitação no Senado. Por Elisa Clavery, Marina Franceschini, GloboNews — Brasília

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), disse que o Senado deve avançar rápido com a tramitação do projeto de lei que cria um marco legal dos minerais críticos e das terras raras. Segundo o parlamentar, a proposta deve ser votada ainda em maio.

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O texto, que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE) e medidas de estímulo ao setor no Brasil, foi aprovado na noite desta quarta-feira (6) na Câmara dos Deputados. O presidente Lula disse que falou sobre a proposta com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em encontro nesta quinta-feira (7).

"Disse ao presidente [Donald] Trump que não só fizemos uma coisa extraordinária aprovando na Câmara ontem a lei sobre a questão dos minerais críticos, como a aprovação de um Conselho sob a coordenação da Presidência da República, tratando a questão dos minerais críticos como uma questão de soberania nacional", afirmou Lula em entrevista coletiva após o encontro com Trump.

O governo chegou a pedir ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para que o projeto fosse aprovado antes do encontro entre o presidente brasileiro e o presidente dos Estados Unidos.

Após a aprovação na Câmara, Lula ligou para Motta e, na sequência, para o relator da matéria na Câmara, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), para agradecer pela votação e elogiar o texto aprovado. Lula tinha acabado de chegar nos Estados Unidos quando fez a ligação.

Câmara aprovou projeto em sessão nesta quarta-feira (6) — Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Pouco antes da votação, durante um evento de comemoração aos 200 anos da Câmara dos Deputados, Arnaldo Jardim conversou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que se comprometeu a dar prioridade ao assunto na outra Casa.

Senadores ouvidos pela GloboNews avaliam que o assunto deve, sim, ter tramitação acelerada no Senado, já que existe um entendimento de que o assunto está "acima de governo" e "é interesse de todos".

O presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Pablo Cesário, elogiou a aprovação e disse que a proposta traz importantes medidas de apoio à industrialização – como crédito ao setor e a criação de um fundo de garantia para incentivar o processamento de minérios no país.

"[As medidas de apoio] Estão aquém do que o mundo está fazendo, mas antes não tínhamos nada", disse à GloboNews. "Governo e oposição concordando num tema ultra complexo, isso é coisa de país maduro."

Contudo, Cesário diz que o setor deve trabalhar para fazer algumas modificações no Senado – em especial, mudanças no Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos (CIMCE), vinculado à Presidência da República.

🔎Pelo texto, o órgão será composto por 15 integrantes do Poder Executivo, além de representantes dos estados, municípios, do setor privado e de instituições de ensino superior. A proposta aprovada estabelece que o conselho será responsável por homologar a venda de mineradoras em áreas de minerais críticos e estratégicos, além de acordos e contratos internacionais.

Na Câmara, o relator já havia feito uma concessão ao setor de mineração e trocou a exigência de análise prévia das negociações por uma homologação posterior.

A chancela do órgão é considerada uma medida importante, tanto para o governo quanto para o relator, para garantir os princípios de soberania nacional.

Já o presidente do Ibram avalia que a medida traz uma intervenção do estado no mercado de mineração. Segundo ele, é preciso estabelecer critérios para uma eventual negativa do conselho.

"Não pode ser à vontade de quem está lá [no conselho]", disse. "Os governos duram quatro anos, projeto de mineração nunca levam menos de 10 anos."

Outro ponto que o setor acredita que precisa ser modificado no Senado é o período de caducidade – ou seja, o prazo de autorização de pesquisa em áreas de minerais críticos a partir da licença de alvará.

A primeira versão do relatório falava em um período de cinco anos, mas após pressão do setor Arnaldo Jardim ampliou para 10 anos.

O presidente do Ibram defende que não haja prazo e argumenta que, muitas vezes, os projetos de mineração demoram por razões que não estão no controle do minerador – por exemplo, autorizações ambientais. Ainda segundo ele, o Código de Mineração já tem mecanismos para evitar a procrastinação deliberada na exploração das áreas.

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STF suspende julgamento sobre regras para royalties do petróleo após pedido de Dino para mais tempo de análise

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 17:52

Política STF suspende julgamento sobre regras para royalties do petróleo após pedido de Dino para mais tempo de análise Julgamento foi retomado nesta quinta-feira com o voto da ministra relatora do caso. Aprovada pelo Congresso em 2012, lei que mudou regras está suspensa desde 2013. Por Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino pediu vista – ou seja, mais tempo para análise – , levando à suspensão do julgamento das seis ações que tratam das regras de distribuição, entre os estados e municípios, dos recursos resultantes da produção do petróleo.

O julgamento, iniciado na quarta-feira (6), voltou à pauta do tribunal nesta quinta-feira (7). O pedido de Dino suspendeu o julgamento logo após a ministra relatora das ações, Cármen Lúcia, apresentar seu voto. (veja mais abaixo)

A relatora votou para invalidar trechos da lei que alterou a distribuição dos royalties do petróleo, aprovada em 2012 pelo Congresso mas suspensa por decisão liminar da ministra desde 2013.

🔎Royalties são uma compensação financeira paga pelas empresas petroleiras ao Estado brasileiro pelo direito de extrair petróleo e gás natural no território brasileiro.🔎Já as participações especiais são uma compensação adicional, cobrada apenas de campos de petróleo e gás com grande volume de produção ou alta rentabilidade.

Primeira a votar no caso, a ministra Cármen Lúcia pontuou que a questão não envolve os aspectos políticos da decisão legislativa do Congresso.

E que também "não se está a questionar absolutamente a necessidade de se dotar todas as entidades da federação brasileira com todos os recursos".

Declarou que, embora eventuais danos ambientais tenham que ser suportados por estados e municípios, os prejuízos maiores e constantes se concentram principalmente nas regiões de exploração.

"Nota-se que o recebimento dos valores pela União, estados e municípios contemplados pelas regras legislativas questionadas gera perda financeira juridicamente tutelada pela Constituição Federal àqueles que se põem como titulares do direito previsto na norma constitucional", afirmou

Para a magistrada, as "normas impugnadas desestabilizam sistemática do equilíbrio federativo".

A relatora do caso, ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia. — Foto: Rosinei Coutinho/STF

Na sequência, o ministro Flávio Dino pontuou a necessidade de analisar os pontos colocados pela relatora. Por isso pediu vista, o que levou ao adiamento do caso.

A Corte analisa as ações que discutem a validade da lei aprovada pelo Congresso Nacional em 2012 que estabeleceu as regras para a partilha de recursos obtidos com a exploração do petróleo — royalties e participações especiais.

O texto estabelecia distribuição mais igualitária das receitas arrecadadas entre produtores e não produtores de petróleo tanto de blocos em operação quanto para futuras áreas de produção.

A proposta foi vetada pela então presidente Dilma Rousseff. Posteriormente, os parlamentares derrubaram o veto e restabeleceram a lei.

O estado do Rio de Janeiro entrou com uma ação no STF alegando que a lei é inconstitucional e, no início de 2013, a ministra Cármen Lúcia concedeu uma liminar que suspendeu os efeitos da lei e manteve as regras que estão em vigor até hoje. O tribunal também recebeu ações de outros estados produtores, como Espírito Santo e São Paulo.

Os estados não-produtores de petróleo defendem que a lei é constitucional, já que reordena os critérios de distribuição de receitas de forma alinhada com os objetivos constitucionais de redução das desigualdades regionais.

Royalties do petróleo: procurador do RJ afirma que mudança na lei seria fatal para finanças do estado — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Já os estados produtores consideram que os recursos são uma forma de compensação pelos impactos causados pela exploração do petróleo. Portanto, seriam um direito dos locais onde acontecem as atividades.

Uma eventual mudança na legislação teria impacto principalmente para o Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, principais estados produtores de petróleo.

💰Um estudo da Federação das Indústrias do Rio mostra que o estado e seus municípios perderiam R$ 21 bilhões por ano em royalties e participações especiais.

Se a lei de 2012 entrar em vigor, esse percentual cairá para 20%. A parte destinada a estados e municípios produtores de petróleo cairia de 61% para 26%, depois de um período de transição de sete anos. Já o Fundo Especial, destinado a estados e municípios não produtores, subirá de 8,75% para 54%.

▶️União passaria de 50% para 46%;▶️Estados e municípios produtores de 50% para 24%;▶️Estados e municípios não produtores, que hoje não recebem nada, passariam a receber 30%.

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Balança comercial tem superávit de US$ 10,5 bilhões em abril, novo recorde para o mês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 16:03

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9220,03%Dólar TurismoR$ 5,1210,01%Euro ComercialR$ 5,7830,03%Euro TurismoR$ 6,0370,13%B3Ibovespa183.538 pts-2,21%MoedasDólar ComercialR$ 4,9220,03%Dólar TurismoR$ 5,1210,01%Euro ComercialR$ 5,7830,03%Euro TurismoR$ 6,0370,13%B3Ibovespa183.538 pts-2,21%MoedasDólar ComercialR$ 4,9220,03%Dólar TurismoR$ 5,1210,01%Euro ComercialR$ 5,7830,03%Euro TurismoR$ 6,0370,13%B3Ibovespa183.538 pts-2,21%Oferecido por

A balança comercial registrou superávit de US$ 10,53 bilhões em abril, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta quinta-feira (7).

🔎 O resultado é de superávit quanto as exportações superam as importações. Quando acontece o contrário, o resultado é deficitário.

O saldo positivo registrou alta de 37,5% em relação ao mesmo período ano passado, quando somou US$ 7,66 bilhões.Esse também foi o melhor resultado para meses de abril desde o início da série histórica, em 1989.

As exportações somaram US$ 34,1 bilhões, com aumento de 14,3% pela média diária;As importações somaram US$ 23,6 bilhões, com aumento de 6,2% pela média diária.

Nos quatro primeiros meses deste ano, a balança comercial registrou superávit de US$ 24,78 bilhões, informou o governo.

Nos quatro primeiros meses deste ano, a balança comercial registrou superávit de US$ 24,78 bilhões, informou o governo — Foto: Foto/divulgação

Com isso, houve aumento de 43,5% na comparação com o mesmo período de 2025, quando o saldo positivo somou US$ 17,27 bilhões.

No acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 116,55 bilhões – alta 9,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, pela média diária.Já as importações somaram US$ 91,77 bilhões nos quatro primeiros meses de 2026, com alta de 2,5% em relação ao mesmo período de 2025, também pela média diária.

Os destaques das vendas externas em abril seguem sendo produtos básicos, como a soja, petróleo e minérios:

Soja: US$ 6,96 bilhões, com aumento de 18,8%Óleos brutos de petróleo: US$ 4,79 bilhões, com alta de 10,6%Minério de ferro: US$ 2,46 bilhões, com aumento de 19,5%Carne bovina: US$ 1,57 bilhão, com crescimento de 29,4%Óleos combustíveis: US$ 1,17 bilhão, com alta de 19,1%Café não torrado: US$ 1,07 bilhão, com queda de 14,2%

Já os principais consumidores de produtos vendidos pelo Brasil para o exterior seguem sendo China e a União Europeia, com Estados Unidos na terceira posição:

China: alta de 32,5%, para US$ 11,61 bilhões;União Europeia: queda de 1,7%, para US$ 4,69 bilhões;Estados Unidos: queda de 11,3%, para US$ 3,12 bilhõesMercosul: queda de 14,2%, para US$ 1,91 bilhões;Asean: alta de 36,6%, para US$ 2,7 bilhões;África: alta de 34,9%, para US$ 1,17 bilhão;Oriente Médio: queda de 3,5%, para US$ 1,05 bilhão;México: crescimento de 6%, para US$ 745 milhões.

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Novo leilão da Receita tem dois PS5 por R$ 853 e carros a partir de R$ 1,9 mil; veja como participar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 16:03

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,920-0,02%Dólar TurismoR$ 5,120-0,02%Euro ComercialR$ 5,780-0,02%Euro TurismoR$ 6,0350,1%B3Ibovespa183.462 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 4,920-0,02%Dólar TurismoR$ 5,120-0,02%Euro ComercialR$ 5,780-0,02%Euro TurismoR$ 6,0350,1%B3Ibovespa183.462 pts-2,25%MoedasDólar ComercialR$ 4,920-0,02%Dólar TurismoR$ 5,120-0,02%Euro ComercialR$ 5,780-0,02%Euro TurismoR$ 6,0350,1%B3Ibovespa183.462 pts-2,25%Oferecido por

A Receita Federal anunciou nesta quinta-feira (7) um novo leilão regional de mercadorias apreendidas ou abandonadas. O certame será realizado no dia 11 de maio, em São Paulo.

Entre os itens disponíveis nos 200 lotes estão smartphones, notebooks, câmeras, microfones, caixas acústicas, instrumentos musicais, entre outros.

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Os lances devem ser feitos para lotes fechados — ou seja, conjuntos de itens específicos e selecionados.

Entre os lotes com valores mais baixos, há uma opção com lance inicial de R$ 50 que inclui um tablet Samsung Tab S6 Lite. Também aparecem no leilão diferentes smartphones da marca Xiaomi, todos com preços a partir de R$ 62.

No lote 6, é possível adquirir dois carros: um Chevrolet Cobalt (2013) e um GM Astra sedan (2004), a partir de R$ 8,4 mil.Nos lotes 8 a 14, aparecem diferentes celulares da marca Xiaomi com preços a partir de R$ 249.No lote 47, há diversos produtos ligados a eletrônicos, como caixas acústicas, alto falantes, fones de ouvido, canetas inteligentes, entre outros, com lance mínimo a partir de R$ 1,5 mil.No lote 58, aparece uma bicicleta elétrica Foston City Power desmontada, com preços a partir de R$ 675.No lote 79, é possível adquirir uma motocicleta Yamaha Tenere (2017), a partir de R$ 1,5 mil.No lote 102, é possível adquirir uma série de equipamentos para máquina fotográfica, como flashes, lente e suporte para câmeras, com lance mínimo de R$ 1,6 mil.No lote 111, há dois videogames PlayStation 5 e 37 medidores de voltagem, com preços a partir de R$ 853.No lote 168, há uma scooter elétrica Evercross H5, com preços a partir de R$ 221.

Um lote com esmeraldas pode ser arrematado no novo leilão da Receita Federal com lances a partir de R$ 375 mil. — Foto: Reprodução/Receita Federal

De acordo com a Receita, o leilão será realizado de forma eletrônica e é destinado a pessoas físicas e jurídicas.

O período de recebimento das propostas vai das 8h do dia 11 de maio até as 21h do dia 15 de maio. A sessão para lances está prevista para as 10h do dia 19 de maio (horário de Brasília).

Segundo o Fisco, os lotes compostos por veículos classificados como sucata são destinados "exclusivamente a empresas devidamente registradas nos órgãos de trânsito para praticar as atividades de desmontagem".

Já o lote de resíduos é composto por mercadorias que devem ser destruídas ou inutilizadas, de forma que a sua arrematação implica, tão somente e se cumpridas todas as exigências legais e formalidades estabelecidas no edital.

Os lotes estarão disponíveis para visitação mediante agendamento, em dias de expediente normal, de 11 a 15 de maio, nas cidades de Araraquara, Barueri, Bauru, Campinas, Guarujá, Guarulhos, Jacareí, Santos, Santo André, São Bernardo do Campo, Suzano e Taubaté.

Os endereços, horários e contatos para agendamento constam no edital do leilão, disponível no site da Receita Federal, assim como a lista de mercadorias e as fotos dos lotes.

A Receita informou ainda que os licitantes terão 30 dias para retirar os lotes arrematados e que o órgão não se responsabiliza pelo envio das mercadorias.

Bens adquiridos por pessoas físicas não podem ser revendidos, assim como alguns lotes comprados por pessoas jurídicas.

O pagamento das mercadorias deve ser feito exclusivamente por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf). A participação nos leilões eletrônicos ocorre apenas pelo Sistema de Leilão Eletrônico, acessado via e-CAC, com conta GOV.BR de nível Prata ou Ouro.

ser maior de 18 anos ou pessoa emancipada;ser inscrito no Cadastro de Pessoas Física (CPF);ter selo de confiabilidade Prata ou Ouro no sistema de identidade digital do Governo Federal.

ter cadastro regular no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídica (CNPJ);ou, no caso do responsável da empresa ou de seu procurador, ter selo de confiabilidade Prata ou Ouro no sistema de identidade digital do governo federal.

entre 9 e 12 de março, observando os horários estabelecidos pela Receita, acessar o Sistema de Leilão Eletrônico por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC);selecionar o edital do leilão em questão, de número 0800100/000005/2026 – SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DA 8ª REGIÃO FISCAL;escolher o lote em que se quer fazer o lance e clicar em "incluir proposta";aceitar os termos e condições apresentados pelo site da Receita;e incluir o valor proposto (que, necessariamente, deve ser maior do que o valor mínimo estabelecido pela Receita), e salvar.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

EUA e mais 18 países da OMC fazem pacto para não taxar comércio eletrônico; Brasil fica de fora

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 14:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9260,11%Dólar TurismoR$ 5,1220,04%Euro ComercialR$ 5,7870,08%Euro TurismoR$ 6,0370,13%B3Ibovespa183.697 pts-2,13%MoedasDólar ComercialR$ 4,9260,11%Dólar TurismoR$ 5,1220,04%Euro ComercialR$ 5,7870,08%Euro TurismoR$ 6,0370,13%B3Ibovespa183.697 pts-2,13%MoedasDólar ComercialR$ 4,9260,11%Dólar TurismoR$ 5,1220,04%Euro ComercialR$ 5,7870,08%Euro TurismoR$ 6,0370,13%B3Ibovespa183.697 pts-2,13%Oferecido por

Os Estados Unidos e outros 18 países, incluindo Japão, Coreia do Sul, Cingapura e Austrália, anunciaram nesta quinta-feira (7) um pacto próprio para não impor tarifas sobre o comércio eletrônico.

O tratado foi firmado após a falta de um acordo para encerrar um impasse sobre o tema com o Brasil. As informações são da agência de notícias Reuters, com base em um documento.

O fracasso de uma reunião de alto nível da Organização Mundial do Comércio (OMC), realizada em março, em Camarões, marcou mais um retrocesso para o papel do órgão na definição das regras do comércio global.

O tratado tinha como objetivo renovar a moratória de longa data sobre a cobrança de taxas para streaming e downloads transfronteiriços, mas foi barrado após oposição do Brasil.

A moratória, acordada em 1998 e renovada regularmente desde então, proíbe a cobrança de tarifas sobre transmissões eletrônicas internacionais, como streaming de músicas e filmes e o download de softwares.

Membros da OMC com grandes economias digitais — incluindo Estados Unidos, União Europeia, Canadá e Japão — argumentam que a medida proporciona previsibilidade ao comércio digital global e defendem que ela se torne permanente.

Sem resolução no impasse com o Brasil, dezenove países — entre eles Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul, Cingapura, Austrália, Noruega e Argentina — firmaram um acordo entre si para não impor taxas sobre transmissões eletrônicas por um período não especificado.

O texto final confirma que o acordo entrará em vigor em 8 de maio e expressa desapontamento com a expiração da moratória multilateral.

“No entanto, este grupo de membros continua comprometido em fazer o possível para oferecer às empresas e aos consumidores previsibilidade e segurança na ausência da moratória multilateral do comércio eletrônico”, diz o documento, datado de 7 de maio, que também convida outros membros da OMC a aderir ao acordo.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Fifa anuncia que a Panini não fará mais o álbum da Copa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 13:05

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9240,08%Dólar TurismoR$ 5,1220,03%Euro ComercialR$ 5,7940,22%Euro TurismoR$ 6,0430,22%B3Ibovespa183.873 pts-2,03%MoedasDólar ComercialR$ 4,9240,08%Dólar TurismoR$ 5,1220,03%Euro ComercialR$ 5,7940,22%Euro TurismoR$ 6,0430,22%B3Ibovespa183.873 pts-2,03%MoedasDólar ComercialR$ 4,9240,08%Dólar TurismoR$ 5,1220,03%Euro ComercialR$ 5,7940,22%Euro TurismoR$ 6,0430,22%B3Ibovespa183.873 pts-2,03%Oferecido por

A Fifa anunciou nesta quinta-feira (7) uma nova parceria para a produção de itens colecionáveis de suas competições, incluindo o tradicional álbum da Copa do Mundo.

A mudança passa a valer a partir de 2031 e marca a saída da Panini, que foi responsável por esse tipo de produto por décadas.

A parceria entre a Fifa e a Panini teve início em 1970, ano da Copa do Mundo do México, quando o Brasil conquistou o tricampeonato.

A Fifa anunciou nesta quinta-feira (7) uma nova parceria para a produção de itens colecionáveis de suas competições, incluindo o tradicional álbum da Copa do Mundo.

A mudança passa a valer a partir de 2031 e marca a saída da Panini, que foi responsável por esse tipo de produto por mais de 30 anos. Em seu lugar, entra a empresa Fanatics Collectibles, por meio da divisão conhecida como Topps.

A parceria entre a Fifa e a Panini teve início em 1970, ano da Copa do Mundo do México, quando o Brasil conquistou o tricampeonato. Com o fim do contrato, a relação entre as duas empresas terá durado 61 anos.

Além da Copa do Mundo, a Fanatics ficará responsável pelos produtos colecionáveis de todas as competições da Fifa, incluindo os formatos digitais.

“Em todo o cenário esportivo, vemos que a Fanatics está promovendo uma enorme inovação em itens colecionáveis, oferecendo aos fãs uma nova e significativa forma de se engajar com seus times e seus jogadores favoritos”, disse o presidente da Fifa, Gianni Infantino.

O contrato entre a Fifa e a Fanatics também prevê a distribuição gratuita de US$ 150 milhões (cerca de R$ 740 milhões) em itens colecionáveis ao longo de toda a parceria.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Com Lula prestes a encontrar Trump, Alckmin fala em buscar parcerias com EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 11:51

Ceará Com Lula prestes a encontrar Trump, Alckmin fala em buscar parcerias com EUA Presidente em exercício participou da abertura do 10º Salão do Turismo, em Fortaleza, e afirmou que governo brasileiro busca ampliar relações comerciais com os Estados Unidos. Por Redação g1 CE

O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (7), em Fortaleza, que o governo brasileiro busca ampliar parcerias com os Estados Unidos.

Esta será a segunda reunião presencial entre Lula e Trump. Em outubro do ano passado, os dois se encontraram durante um evento na Malásia.

Antes da viagem, os presidentes também conversaram por telefone na última sexta-feira (1º), em uma ligação classificada pelo governo brasileiro como “amistosa”.

Na entrevista, Alckmin também falou sobre a decisão do governo brasileiro de acabar com a exigência de visto para turistas chineses.

Alckmin está em Fortaleza para participar da abertura do 10º Salão do Turismo, realizado no Centro de Eventos do Ceará.

O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (7), em Fortaleza, que o governo brasileiro busca ampliar parcerias com os Estados Unidos. A fala ocorreu horas antes do encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente norte-americano Donald Trump, na Casa Branca. Durante entrevista no 10º Salão do Turismo, Alckmin destacou que o Ceará pode se beneficiar das relações comerciais com os norte-americanos.

“Hoje, nós estamos com metade da exportação brasileira para os Estados Unidos zerada. Não tem imposto. E 22% [das exportações para o Estados Unidos] com 10% [de imposto]. Então, isso também ajuda o estado Ceará, que é um estado importante, estado exportador, buscando outras parcerias com o governo americano”, declarou.

Esta será a segunda reunião presencial entre Lula e Trump. Em outubro do ano passado, os dois se encontraram durante um evento na Malásia. Antes da viagem, os presidentes também conversaram por telefone na última sexta-feira (1º), em uma ligação classificada pelo governo brasileiro como “amistosa”.

Durante o evento, o Governo Federal anunciou também uma nova linha de crédito voltada para pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) que tenham pequenos negócios, como barracas de comida, vendedores ambulantes, lanchonetes e microempreendimentos ligados ao turismo.

Na entrevista, Alckmin também falou sobre a decisão do governo brasileiro de acabar com a exigência de visto para turistas chineses. Segundo ele, a medida deve impulsionar o turismo internacional no país.

“O brasileiro para ir para a China não tem visto, e o chinês para vir para cá também não tem visto”, afirmou o presidente em exercício. “O turismo, ele é criador de emprego e distribuidor de renda”.

Alckmin destacou que a China possui 1,3 bilhão de habitantes e lembrou que o número de turistas chineses no Brasil já havia crescido mesmo antes da mudança. “O ano passado, mesmo com exigência do visto, cresceu 35%. Com o visto. E agora, a partir desta publicação de hoje, dispensa o visto para a China".

Ele também citou o exemplo da Turquia para defender a medida. "A Turquia fez essa mesma movimentação e aumentou mais de 200% a atração de turistas chineses. A Turquia, que já teve a reciprocidade, não precisa ter visto. O [turismo] chinês aumentou mais de 200%", disse.

Alckmin está em Fortaleza para participar da abertura do 10º Salão do Turismo, realizado no Centro de Eventos do Ceará. Esta é a primeira vez que o principal evento do setor turístico brasileiro acontece no Nordeste.

O presidente em exercício afirmou que o evento funciona como uma vitrine para promover destinos turísticos brasileiros. “O turismo precisa ser divulgado, precisa ser conquistado. Então, é a primeira vez no Nordeste, no Ceará e aqui em Fortaleza”, disse.

Também participaram da cerimônia o governador do Ceará, Elmano de Freitas; o prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão; e ministros do governo federal.

Durante o evento, Alckmin destacou ainda os números do turismo brasileiro. Segundo ele, o país recebeu 9,2 milhões de turistas estrangeiros em 2025 e registrou novo recorde no primeiro trimestre deste ano, com 3,4 milhões de visitantes internacionais.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

A crise da BioNtech, criadora da 1ª vacina contra a covid‑19

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/05/2026 11:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9220,03%Dólar TurismoR$ 5,1210,02%Euro ComercialR$ 5,7950,26%Euro TurismoR$ 6,0420,2%B3Ibovespa184.154 pts-1,88%MoedasDólar ComercialR$ 4,9220,03%Dólar TurismoR$ 5,1210,02%Euro ComercialR$ 5,7950,26%Euro TurismoR$ 6,0420,2%B3Ibovespa184.154 pts-1,88%MoedasDólar ComercialR$ 4,9220,03%Dólar TurismoR$ 5,1210,02%Euro ComercialR$ 5,7950,26%Euro TurismoR$ 6,0420,2%B3Ibovespa184.154 pts-1,88%Oferecido por

O logotipo da BioNTech em Marburg, Alemanha. Foto de 2 de fevereiro de 2023. — Foto: REUTERS/Fabian Bimmer

Há seis anos, uma empresa farmacêutica alemã quase desconhecida desenvolveu a primeira vacina contra a covid‑19 baseada em RNA mensageiro (mRNA) e mudou o rumo de uma pandemia global.

Anteriormente, a BioNTech havia passado mais de uma década pesquisando imunizantes desse tipo para tratar câncer sem despertar grande interesse comercial. Com a experiência acumulada, a empresa se uniu à Pfizer em 2020 para concluir exames clínicos e lançar a vacina Comirnaty em tempo recorde.

Em dezembro daquele ano, a britânica Margaret Keenan recebeu a primeira dose. Anteriormente, Rússia e China haviam aplicado imunizantes de vetor viral de forma emergencial, mas ainda sem estarem concluídas todas as fases de avaliação.

Hoje, porém, a empresa de biotecnologia sediada na cidade alemã de Mainz enfrenta um duro acerto de contas. A companhia que um dia distribuiu bilhões de doses de vacina, creditada por evitar milhões de mortes por covid e permitir a reabertura de economias em lockdown, agora corre risco pela aposta em um produto único.

Na terça‑feira (05/04), a BioNTech anunciou um amplo corte de custos após registrar prejuízo líquido trimestral de 532 milhões de euros (R$ 3 bilhões).

Unidades de produção na Alemanha e em Singapura serão fechadas, e seus fundadores, Ugur Sahin e Özlem Türeci, devem deixar a empresa. No total, cerca de 1.860 empregos devem ser afetados.

Analistas financeiros dizem que os problemas da BioNTech decorrem do fim previsível de um ganho temporário com a covid, que gerou dezenas de bilhões de euros em receita desde o fim de 2020.

Isso, combinado com a natureza de alto risco da pesquisa e desenvolvimento no setor de biotecnologia, evidenciou o risco de depender de um único produto. Os problemas econômicos atuais da Alemanha, como os altos custos de mão de obra e energia, além da burocracia, contribuem para o cenário.

Uma enfermeira segura um frasco da vacina da Pfizer-BioNTech contra a Covid-19 no Guy's Hospital, em Londres. — Foto: ASSOCIATED PRESS

A demanda pela vacina contra a covid da BioNtech, a Comirnaty, evaporou mais rápido do que o esperado, com a receita do primeiro trimestre de 2026 caindo para 118 milhões de euros (R$ 684 milhões) – um recuo de 35% em relação ao mesmo período do ano passado.

Ao anunciar os resultados, a empresa afirmou que "antecipa receitas menores com vacinas contra a covid‑19 em comparação com 2025, impulsionadas por quedas tanto nos mercados europeu quanto dos Estados Unidos".

Analistas dizem que a companhia ampliou em excesso sua capacidade produtiva durante o boom e agora enfrenta fábricas ociosas. Como resultado, a Biontech afirma que transferirá toda a produção da vacina contra a covid para a Pfizer.

A empresa também se envolveu em controvérsia com a aquisição de 1,25 bilhão de dólares (R$ 6,16 bilhões) da rival CureVac, em dezembro de 2025.

A concorrente havia desenvolvido seu próprio imunizante candidato contra a covid, que apresentou baixa eficácia e foi abandonado. Ainda assim, isso não a impediu de processar a BioNTech e a Pfizer em 2022, alegando que a vacina Comirnaty infringia várias de suas patentes de mRNA.

Ao comprar a rival — e suas patentes —, a farmacêutica conseguiu encerrar todos os litígios e evitar potenciais indenizações de vários bilhões de euros.

Mas, em mais um golpe, quando a BioNTech anunciou nesta semana a reestruturação e os fechamentos, a antiga fábrica da CureVac em Tübingen, perto de Stuttgart, foi uma das incluídas na lista de cortes.

O prefeito de Tübingen, Boris Palmer, acusou a empresa de adotar uma estratégia de "comprar primeiro e depois matar", acrescentando que o fechamento da planta foi um "golpe duro" para os "muitos funcionários altamente qualificados que sustentaram a CureVac por anos".

A medida foi classificada como uma "abordagem planejada de terra arrasada" pela organização sindical IG BCE, que criticou o que chamou de "razões financeiras de curto prazo que prejudicariam a resiliência do polo de biotecnologia da Alemanha".

A câmara de comércio local (IHK Reutlingen) alertou, em comunicado, que "know‑how tecnológico na forma de mentes brilhantes, patentes e resultados de pesquisa e desenvolvimento será perdido" com o fechamento da fábrica.

Sahin e Türeci, que em março anunciaram que deixarão a empresa até o fim do ano para lançar um novo empreendimento de biotecnologia, não eram apenas os fundadores da Biontech, mas a principal força motriz por trás do sucesso da companhia.

Como sinal de seu papel central, as ações da empresa despencaram cerca de 18% após o anúncio, com o banco de investimentos Leerink Partners, sediado em Boston e focado em saúde, questionando se a empresa conseguirá manter sua vantagem inovadora sem eles.

"A empresa consegue efetivamente repetir e expandir sua abordagem sem a visão de seus fundadores?", questionaram analistas da Leerink em uma nota de pesquisa.

A farmacêutica agora retoma seu foco em tratamentos de mRNA contra o câncer, incluindo novas terapias desenvolvidas com a Bristol Myers Squibb para câncer de mama, pulmão e outros tipos.

Em sua atualização trimestral mais recente, a empresa disse que espera ter 15 ensaios clínicos de Fase 3 decisivos em andamento até o fim do ano.

Sahin afirmou que a BioNTech "continuará focada em acelerar nossos principais programas estratégicos, enquanto permanecemos firmes em nossa visão de traduzir nossa ciência em sobrevivência para pacientes que vivem com câncer".

Ao transferir a produção da vacina contra a covid para a Pfizer e fechar algumas fábricas, a BioNTechpretende economizar cerca de 500 milhões de euros (R$ 2,8 bilhões) por ano até 2029.

A empresa diz que manterá uma pequena participação na nova startup que está sendo lançada por seus fundadores, que trabalhará em tecnologia de mRNA de próxima geração.

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