RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar inicia o dia de olho no Oriente Médio e nos números do emprego nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta sexta-feira (8) em queda, recuando 0,27% na abertura, cotado a R$ 4,9147. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

O mercado caminha para finalizar a semana com mais cautela. A tensão no Oriente Médio divide a atenção com dados importantes da economia, em especial dos Estados Unidos.

▶️ Na noite anterior, Estados Unidos e Irã trocaram mísseis, o que aumentou a preocupação internacional. Mesmo assim, o presidente americano, Donald Trump, disse que o cessar-fogo continua valendo, ajudando a acalmar os mercados.

▶️ Ao longo do dia, a atenção se volta para os dados de emprego dos Estados Unidos, que são considerados decisivos para o clima do mercado nesta sexta-feira.

▶️ Pela manhã, o governo americano divulga o número de vagas criadas em abril, com expectativa de abertura de cerca de 62 mil novos postos de trabalho. No mesmo horário, será divulgada a taxa de desemprego do mês, que deve subir para 4,3% em relação ao mês anterior.

O encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidnete Donald Trump ficou entre os destaques desta quitna-feira.

A reunião durou cerca de três horas e, segundo Lula, foram abordados principalmente temas relacionados ao comércio, às tarifas americanas sobre os produtos brasileiros e minerais críticos.

Os presidentes, no entanto, não chegaram a abordar temas como a equiparação de facções criminosas a terroristas e o PIX, que é alvo de uma investigação comercial nos EUA.

"Saio satisfeito da reunião. Não tenho assunto proibido. A única coisa que não abrimos mão é da nossa democracia e da nossa soberania. O resto é tudo discutível", afirmou Lula sobre o encontro.

O presidente brasileiro ainda disse ter acordado com Trump a criação de um grupo de trabalho para debater a possibilidade de zerar as tarifas impostas pelo governo americano ao Brasil.

"Falei: vamos fazer o seguinte, vamos colocar um grupo de trabaho e permitir que […] apresentem propostas. Quem tiver errado vai ter que ceder. Se estivermos errados, nós vamos ceder, mas se vocês estiverem errados, terão que ceder também", disse Lula, reiterando que tem uma relação "muito boa" com o presidente americano.

“Sabe aquela história de amor à primeira vista, aquele negócio da química? Foi isso que aconteceu, e eu espero que continue assim.”

Após o encontro, Trump afirmou que Lula é "muito dinâmico", destacando que a reunião com o presidente brasileiro foi "muito boa".

“A reunião foi muito boa. Nossos representantes devem se reunir para tratar de alguns pontos-chave. Novos encontros serão marcados nos próximos meses, conforme necessário.”

Os investidores acompanham a possibilidade de um acordo entre EUA e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. Embora ainda não haja confirmação oficial, há sinais de avanço nas negociações.

Segundo a Reuters, os países estão próximos de firmar um acordo inicial mais simples, com cerca de uma página. O Irã analisa os termos e deve responder nas próximas 48 horas.

suspensão temporária do programa nuclear iraniano;redução das sanções impostas pelos EUA;liberação de recursos iranianos bloqueados no exterior;diminuição das restrições à navegação no Estreito de Ormuz.

A ideia é que esse acordo inicial consolide a trégua e abra um prazo de cerca de 30 dias para negociações mais amplas. Nesse período, tanto as limitações impostas pelo Irã quanto o bloqueio naval dos EUA seriam reduzidos gradualmente — podendo ser retomados caso não haja avanço.

O cenário ganhou força após Donald Trump anunciar a suspensão de uma operação militar de escolta a navios, que não conseguiu normalizar o fluxo e elevou as tensões.

Mais cedo, o Irã afirmou que o Estreito de Ormuz voltou a ser seguro para navegação. A rota, responsável por cerca de 20% do petróleo mundial, vinha operando com restrições desde o início do conflito, com cerca de 1.500 embarcações aguardando passagem.

🔎 Com menos risco de conflito e rotas funcionando normalmente, a oferta de petróleo no mercado aumenta — o que ajuda a derrubar os preços.

Apesar do avanço diplomático, o acordo ainda não foi fechado e enfrenta incertezas, como divergências internas no Irã e o risco de retomada do conflito.

As bolsas globais fecharam sem direção única nesta quinta-feira, enquanto investidores acompanham as negociações entre EUA e Irã e a possibilidade de retomada do transporte de petróleo pelo Golfo Pérsico.

Em Wall Street, os índices fecharam em queda. Enquanto o S&P 500 caiu 0,38%%, o Dow Jones perdeu 0,63% e a Nasdaq recuou 0,13%.

Na Europa, o desempenho das bolsas locais também foi negativo. O índice STOXX 600 caiu 1,1%. Em Frankfurt, o DAX recuou 1,02%, enquanto o CAC 40, de Paris, perdeu 1,17%. Já em Londres, o FTSE 100 teve queda de 1,55%.

Na Ásia, as bolsas fecharam em alta. O índice CSI300, que reúne grandes empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, avançou 0,48%, aos 4.900 pontos.

Em Xangai, o SSEC também subiu 0,48%, aos 4.180 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 1,57%, aos 26.626 pontos. Já em Tóquio, o Nikkei saltou 5,58%, aos 62.833 pontos.

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Com endividamento em alta, retirada de recursos da poupança soma R$ 41,7 bilhões até abril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%Oferecido por

As retiradas de recursos das cadernetas de poupança superaram os depósitos em R$ 41,7 bilhões de janeiro a abril, informou nesta sexta-feira (8) o Banco Central (BC).

A evasão de recursos da mais tradicional modalidade de investimentos do país acontece em um momento de alta no endividamento e, também, de baixa atratividade da poupança frente a outros investimentos (veja mais abaixo nessa reportagem).

Nos quatro primeiros meses de 2025, a poupança havia registrado uma evasão maior ainda de valores: R$ 52,1 bilhões.

Com a retirada de recursos da modalidade no acumulado deste ano, o estoque dos valores depositados, ou seja, o volume total aplicado, registrou queda. Em dezembro de 2025, estava em R$ 1,02 trilhão, recuando para R$ 1 trilhão no fim de abril.

Dados divulgados nos últimos dias pela Serasa Experian apontam que 82,8 milhões de brasileiros estavam endividados em março, o equivalente a 49% da população brasileira.

Diante desse cenário, o governo se movimentou e lançou um novo programa para reduzir as dívidas da população — iniciativa adotada em um ano eleitoral.

O Desenrola 2.0, lançado também nesta semana, é voltado para brasileiros endividados com o sistema bancário que têm renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105.

Também será permitido ao trabalhador usar 20% do saldo da conta do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), ou até R$ 1 mil, o que for maior, para pagar parcial ou integralmente dívidas.

Segundo a Serasa, 47% dos débitos dos brasileiros em março, que somaram R$ 557,7 bilhões em março, estão concentrados justamente em instituições financeiras — foco do Desenrola 2.0.

Ao mesmo tempo, a caderneta de poupança também tem mostrado pouca competitividade na comparação com outras aplicações financeiras.

➡️Com as regras vigentes, a poupança tem rendimento limitado. Quando a taxa Selic ultrapassa o patamar de 8,5% ao ano, o rendimento da poupança é de 0,5% ao mês, mais a variação da taxa referencial (TR, que é calculada pela média ponderada dos títulos públicos prefixados).

Em um cenário de juros básicos ainda elevados (14,5% ao ano), investimentos em renda fixa, como títulos públicos, papeis de empresas e aplicações financeiras em CDI, por exemplo, têm performado melhor.Investimentos mais arriscados, como a renda variável, por exemplo, também mostraram recuperação em 2025. No ano passado, o índice da Bolsa de Valores de São Paulo teve uma disparada de 34% — o maior avanço anual desde 2016. Neste ano, o Ibovespa continua performando bem, com alta acumulada de 13,7% (com o Brasil se destacando em meio à guerra no Oriente Médio).

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Fim da escala 6×1 colocaria Brasil ‘em linha com grande parte do mundo ocidental’, diz jornal financeiro mais influente do mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 08:54

Trabalho e Carreira Fim da escala 6×1 colocaria Brasil 'em linha com grande parte do mundo ocidental', diz jornal financeiro mais influente do mundo "Enquanto alguns no Ocidente defendem uma semana de trabalho de quatro dias na era da IA, o Brasil só agora busca reduzir a jornada de milhões de seus trabalhadores de seis para cinco dias", diz o jornal britânico. Por BBC

O jornal britânico Financial Times publicou na quinta-feira (7) uma reportagem na qual afirma que o fim da escala 6×1 — em que se trabalha seis dias por semana, com um dia de folga — colocaria o Brasil "em linha com grande parte do mundo ocidental".

O Financial Times diz que este mês "marca o centenário da Ford, que se tornou a primeira grande empregadora dos EUA a conceder aos seus funcionários um fim de semana de dois dias.".

Mas, segundo o jornal, a proposta "está longe de ter sua aprovação garantida em um legislativo cada vez mais hostil e dominado por conservadores que impuseram derrotas dolorosas a Lula recentemente".

O Financial Times também fala que os apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva esperam que, mesmo que não seja aprovada antes das eleições, essa pauta daria a ele "uma vantagem sobre seu principal rival no pleito de outubro, o senador Flávio Bolsonaro".

Reportagem do Financial Times fala sobre as discussões do fim da escala 6×1 no Brasil — Foto: Reuters via BBC

O jornal britânico Financial Times publicou na quinta-feira (7) uma reportagem na qual afirma que o fim da escala 6×1 — em que se trabalha seis dias por semana, com um dia de folga — colocaria o Brasil "em linha com grande parte do mundo ocidental". A proposta é defendida pelo governo brasileiro e está sendo discutida no Congresso.

"Enquanto alguns no Ocidente defendem uma semana de trabalho de quatro dias na era da inteligência artificial, o Brasil só agora busca reduzir a jornada de milhões de seus trabalhadores de seis para cinco dias", diz a reportagem do jornal intitulada "Lula propõe o fim da semana de trabalho de seis dias no Brasil".

"A medida do Brasil colocaria o país em linha com grande parte do mundo ocidental, onde a semana de trabalho foi encurtada à medida que a maior produtividade e os salários mais altos possibilitaram mais tempo livre", diz o jornal, citando que, segundo o governo brasileiro, a medida afetaria 15 milhões de brasileiros com empregos formais que trabalham na escala 6×1.

Outros 37 milhões se beneficiariam com a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem perda salarial, pelos cálculos do governo.

O Financial Times diz que este mês "marca o centenário da Ford, que se tornou a primeira grande empregadora dos EUA a conceder aos seus funcionários um fim de semana de dois dias."

"Os brasileiros trabalharam, em média, pouco menos de 2 mil horas no total em 2023, cerca de 50% a mais do que os alemães, que trabalharam 1.335 horas, segundo o [site científico] Our World in Data."

Mas, segundo o jornal, a proposta "está longe de ter sua aprovação garantida em um legislativo cada vez mais hostil e dominado por conservadores que impuseram derrotas dolorosas a Lula recentemente" — uma menção à reprovação no Senado da indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal.

"Os opositores afirmam que o plano pode prejudicar a economia, aumentando os custos para as empresas", diz o jornal.

O Financial Times também fala que os apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva esperam que, mesmo que não seja aprovada antes das eleições, essa pauta daria a ele "uma vantagem sobre seu principal rival no pleito de outubro, o senador Flávio Bolsonaro".

Além disso, "o ex-sindicalista Lula" estaria buscando "se reconectar com sua base trabalhadora", segundo o jornal.

"Durante seu primeiro mandato, de 2003 a 2010, Lula recebeu elogios internacionais por reduzir significativamente a pobreza. Desde que retornou ao poder, há três anos, ele isentou do imposto de renda os trabalhadores de baixa renda, aumentou o salário mínimo e reforçou os benefícios sociais", diz o Financial Times.

"Contudo, apesar do forte crescimento do PIB e do desemprego relativamente baixo, seus índices de aprovação nas pesquisas de opinião pública têm caído. Esses números, frequentemente atribuídos à inflação persistente e ao endividamento das famílias, ajudam a explicar o foco de Lula no plano [para acabar com a escala] 6×1."

O jornal destaca que entidades do setor privado afirmam que as propostas podem prejudicar a criação de empregos ou até mesmo levar a demissões, citando dados da Fecomércio-SP, que estimam que a redução da jornada para 40 horas semanais poderia aumentar os custos por hora em 10%.

Já o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) afirma em estudo que os custos seriam suportáveis, e sem provas concretas de perda de postos de emprego.

"Mas mesmo que uma semana de trabalho mais curta force empresas e trabalhadores a serem mais produtivos, haverá contrapartidas: a cultura de longas jornadas de trabalho nos EUA é um dos principais motivos pelos quais os trabalhadores americanos ganham mais do que seus homólogos europeus", diz a reportagem do Financial Times.

"Pesquisadores do FMI argumentam que a solução não é forçar as pessoas a trabalharem mais do que desejam, mas sim inserir mais pessoas no mercado de trabalho por meio de políticas como licença parental mais abrangente — e ajudá-las a continuar trabalhando até idades mais avançadas."

No fim do mês passado, duas propostas para acabar com a escala 6×1 avançaram em comissões no Congresso brasileiro. As medidas passam agora a ser analisadas por uma nova comissão especial e, se aprovadas, podem seguir para votação nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.

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Embraer tem melhor 1º trimestre da história com receita recorde de R$ 7,6 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 08:53

Vale do Paraíba e Região Embraer tem melhor 1º trimestre da história com receita recorde de R$ 7,6 bilhões Fabricante de aeronaves, com sede em São José dos Campos (SP), faturou R$ 7,6 bilhões entre janeiro e março deste ano. Carteira de pedidos também bateu recorde histórico. Por g1 Vale do Paraíba e Região

A fabricante de aeronaves, com sede em São José dos Campos (SP), faturou R$ 7,6 bilhões entre janeiro e março deste ano, alta de 18%.

A Embraer afirmou ainda que as tarifas de importação dos Estados Unidos geraram impacto de US$ 13 milhões durante o trimestre.

A Embraer registrou a maior receita da história para um primeiro trimestre em 2026. Segundo um balanço divulgado nesta sexta-feira (8), a fabricante de aeronaves, com sede em São José dos Campos (SP), faturou R$ 7,6 bilhões entre janeiro e março deste ano, alta de 18% em relação ao mesmo período de 2025.

Em dólares, a receita chegou a US$ 1,4 bilhão no trimestre, avanço de 31% na comparação anual – (a comparação em reais e em dólares sofre impacto da variação do câmbio). De acordo com a Embraer, o resultado foi impulsionado principalmente pelas áreas de Defesa & Segurança e Aviação Comercial.

O lucro líquido da Embraer nos três primeiros meses de 2026 foi de R$ 145,4 milhões. No mesmo período do ano passado, a empresa havia registrado lucro de R$ 299,9 milhões.

A Embraer afirmou ainda que as tarifas de importação dos Estados Unidos geraram impacto de US$ 13 milhões durante o trimestre.

A empresa reportou investimentos de US$ 98,8 milhões entre janeiro e março deste ano. Somando os aportes realizados na Eve, subsidiária voltada à mobilidade aérea urbana que desenvolve o carro voador, o total investido chegou a US$ 148,6 milhões.

Ainda segundo o levantamento, a Embraer entregou 44 aeronaves no primeiro trimestre de 2026, 14 a mais do que no mesmo período do ano passado, quando foram entregues 30 aeronaves. O crescimento é de 47%.

10 jatos comerciais;29 jatos executivos;5 aeronaves de defesa, sendo um KC-390 Millennium e quatro A-29 Super Tucano.

A carteira de pedidos consolidada da Embraer cresceu 21,6% no primeiro trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo a empresa, o volume de pedidos atingiu US$ 32,1 bilhões, o sexto recorde histórico consecutivo da fabricante.

Segundo a Embraer, o segmento de Aviação Comercial teve destaque, com crescimento de 50% na carteira de encomendas em relação ao ano anterior.

Para 2026, a empresa manteve as projeções divulgadas anteriormente. A expectativa é entregar entre 80 e 85 aeronaves comerciais e entre 160 e 170 jatos executivos ao longo do ano.

Vista da sede da Embraer, em São José dos Campos, interior de SP — Foto: Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo

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‘Tensão’ sobre tarifas e surpresa em terras raras: os bastidores da reunião entre Lula e Trump na Casa Branca

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 07:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%Oferecido por

A reunião entre os presidentes dos EUA, Donald Trump, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu, na avaliação do governo brasileiro, ao menos um dos seus objetivos principais: ganhar tempo e evitar a imposição de novas tarifas sobre produtos do país a pouco mais de cinco meses das eleições presidenciais.

Apesar de boa parte das tarifas impostas por Trump a produtos brasileiros a partir de julho do ano passado ter sido retirada ao longo dos últimos meses, o Brasil é alvo de duas investigações com base na chamada seção 301 da Lei de Comércio dos EUA, que investiga supostas práticas comerciais irregulares do país.

Uma delas tem prazo para terminar em julho e, em tese, poderia servir de base para mais tarifas norte-americanas até mesmo antes desse tempo.

Mas, segundo o governo brasileiro, os dois presidentes determinaram a criação de um grupo de trabalho para discutir a questão tarifária com um primeiro prazo de conclusão em 30 dias. Com isso, o governo brasileiro entende que ganhou pelo menos um mês com a garantia de que novas tarifas não serão aplicadas.

Interlocutores do presidente familiarizados com o teor da reunião afirmam que a questão tarifária foi, de fato, o único ponto em que houve alguma discordância entre as duas equipe técnicas que acompanharam os dois presidentes.

De acordo com eles, o representante-geral de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, teria sido o responsável por "tensionar" parte da reunião, defendendo que a tarifa média brasileira sobre produtos importados dos Estados Unidos ainda estaria em níveis elevados, o que justificaria a aplicação de tarifas a exportações brasileiras.

Após o encontro, líder brasileiro falou à imprensa na embaixada do Brasil em Washington — Foto: Reuters via BBC

Segundo um assessor do presidente Lula ouvido pela BBC News Brasil em caráter reservado, Greer teria atuado como o "policial mau", responsável por colocar pressão nas negociações.

Segundo ele, esse comportamento de Greer já era esperado pela equipe brasileira uma vez que o oficial norte-americano é um notório defensor da política de tarifas. Sua atuação, no entanto, segundo a delegação brasileira, teria sido parcialmente contornada pela postura de Trump ao longo do encontro, que acatou a proposta brasileira de criar o grupo de trabalho para debater o tema.

A equipe econômica brasileira, liderada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, e pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, intervieram pontuando que o Brasil teria um deficit de pelo menos US$ 20 bilhões na balança comercial com os Estados Unidos nos últimos anos.

Nos cálculos dos próprios norte-americanos, segundo Rosa, esse déficit seria ainda maior: US$ 30 bilhões.

De acordo com o governo, os dados mostrariam que não haveria razões para os EUA sancionar um país com quem eles têm saldo positivo na sua balança comercial.

O governo dos Estados Unidos abriu uma investigação comercial contra o Brasil com base na chamada Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, um instrumento legal que permite a Washington apurar práticas estrangeiras consideradas injustas ou discriminatórias contra empresas e produtos americanos.

O procedimento, conduzido pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), pode resultar em medidas de retaliação, como a imposição de tarifas adicionais sobre exportações brasileiras.

A investigação envolve um amplo conjunto de temas. Entre eles estão políticas brasileiras ligadas ao comércio digital, ao sistema Pix, regras de proteção de dados, propriedade intelectual, acesso do etanol americano ao mercado brasileiro, às tarifas preferenciais concedidas a outros parceiros comerciais, ao combate à corrupção e ao desmatamento ilegal.

Na avaliação do governo americano, essas práticas podem criar barreiras ou distorções que prejudicam a competitividade de empresas dos EUA no Brasil.

A Seção 301 autoriza o governo americano a investigar, de forma unilateral, atos, políticas ou práticas de outros países que "onerem ou restrinjam" o comércio dos Estados Unidos.

Se o USTR concluir que houve prejuízo e que as medidas estrangeiras são "injustificáveis" ou "irracionais", a lei permite a adoção de medidas de retaliação, como tarifas, restrições comerciais ou a suspensão de benefícios.

O instrumento ganhou notoriedade nos últimos anos por ter embasado o "tarifaço" imposto pelos EUA à China durante o primeiro mandato de Donald Trump.

No caso brasileiro, a abertura do processo ocorre em um contexto de maior tensão política e comercial entre os dois países.

Além das críticas de setores empresariais americanos, a iniciativa também reflete uma estratégia do governo dos EUA de buscar bases legais mais robustas para ações comerciais, após decisões judiciais internas terem limitado o uso de outros mecanismos tarifários.

O governo brasileiro contesta a investigação e afirma que suas políticas são transparentes, não discriminatórias e compatíveis com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC).

O Itamaraty argumenta ainda que a Seção 301 é um instrumento unilateral, incompatível com o sistema multilateral de solução de controvérsias, e lembra que os EUA mantêm superávit comercial na relação bilateral.

A apuração segue um rito formal, com consultas entre os governos, audiências públicas e coleta de contribuições de empresas e entidades interessadas. O processo pode se estender por cerca de um ano.

Até sua conclusão, o principal impacto tende a ser a incerteza para exportadores e investidores, diante do risco de novas barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos.

Um dos pontos que mais chamou atenção da equipe brasileira foi a postura de Trump e sua equipe em relação a minerais críticos.

Segundo integrantes da comitiva do presidente, Trump demonstrou um interesse mediano pelo assunto, o que contrastou com a expectativa de que este fosse um assunto que dominaria, pela lado norte-americano, parte do debate.

Nos últimos meses, técnicos brasileiros e norte-americanos vinham mantendo reuniões sobre o assunto e uma proposta chegou a ser enviada pelos EUA a respeito do assunto.

Desde o início do governo Trump, o governo dos EUA vem tentando diminuir a dependência do país em relação à China no acesso a minerais críticos como as terras raras, usadas na produção de equipamentos para a transição energética e de produtos de alta tecnologia como telefones celulares, computadores e armamentos.

Neste contexto, o Brasil é visto como um potencial parceiro, pois o país detém a segunda maior reserva conhecida de terras raras do mundo, atrás apenas da China. Em março, o governo dos EUA promoveu um fórum sobre minerais críticos envolvendo empresários brasileiros e norte-americanos, além de ter firmado um protocolo de intenções com o governo de Goiás relacionado à pesquisa e exploração desses minerais.

Por tudo isso, a equipe brasileira preparou documentos para atualizar os norte-americanos sobre o andamento do marco legal para a exploração desse material no Brasil.

Nesta semana, por exemplo, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), que estabelece os primeiros parâmetros legais do Brasil sobre o tema.

Para o Brasil, a criação da política, que deve ser chancelada pelo Senado nos próximos dias, é vendido como um trunfo aos norte-americanos. Em entrevista coletiva, o presidente Lula disse que o Brasil está aberto a investimentos dos EUA no setor desde que não se limitem a explorar os minerais e a exportá-los apenas como matéria-prima. O governo quer que os investimentos priorizem o beneficiamento deles em território nacional.

A avaliação da equipe brasileira é de que a postura de Trump sobre o assunto durante a reunião possa ser resultado do fato de que, na prática, os norte-americanos já estejam avançando com seus projetos de extração de minerais críticos no Brasil a exemplo da compra de uma mineradora de terras raras em Goiás por uma empresa dos EUA, divulgada em abril.

Um dos pontos que era tido como prioridade do governo brasileiro foi a pauta do combate ao crime organizado e a tentativa de evitar que os EUA classificassem as facções criminosas brasileiras como Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais.

Segundo Lula e um interlocutor familiarizado com o teor da reunião, a possível designação das facções brasileiras não foi debatida na reunião.

"Não discutimos isso. O que eu queria dizer eu entreguei por escrito. Cada assunto que eu discuti com o presidente Trump, além dos ministros falarem, eu entreguei a ele cada proposta nossa escrita em inglês. Pra que ele não ter dúvida sobre o que nós queremos, porque estamos levando muito a sério essa questão do crime organizado", disse Lula.

A intenção de designar as facções brasileiras como organizações terroristas havia sido expressa pelos EUA no início do ano, fazendo com que o governo brasileiro mobilizasse sua diplomacia para convencer os governo norte-americano a recuar pelo menos de forma temporária.

O governo alega que é contra essa ideia porque ela abriria brechas para ações militares, policiais e de inteligência norte-americanas em território nacional a exemplo do que acontece em outras regiões do mundo como na costa do Caribe, no Oriente Médio e na costa do Oceano Pacífico.

Durante o almoço entre as duas delegações nesta quinta-feira, o Brasil entregou uma nova proposta de cooperação internacional para o combate ao crime organizado focado em dois eixos: o combate à lavagem de dinheiro que financia organizações criminosas; e o tráfico de armas.

A proposta, segundo interlocutores brasileiros, vai ser analisada pelo governo norte-americano, mas ainda não há prazo para que uma resposta seja dada.

Lula chegou a dizer que na entrevista coletiva que uma das ações previstas seria a criação uma espécie de grupo internacional com países da América do Latina e de outras regiões para atuação em conjunto contra carteis e outras organizações criminosas. Ele citou o exemplo de um centro montado em Manaus que reúne representantes de polícias e forças de seguranças de todos os países da região amazônica.

"Eu disse a ele que estamos dispostos a construir um grupo de trabalho com todos os países da América Latina e quiçá, com todos os países do mundo, para criarmos um grupo forte de combate ao crime organizado", disse Lula.

Trump recebeu Lula na Casa Branca, mas não houve declaração conjunta — Foto: Ricardo Stuckert/PR via BBC

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Renda recorde e desemprego baixo: por que o brasileiro segue endividado, mesmo ganhando mais?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 05:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%Oferecido por

Nesta semana, o governo federal lançou o Novo Desenrola Brasil, segunda edição de seu programa de renegociação de dívidas, voltado a aliviar a pressão financeira das famílias. A iniciativa prevê impactar até cerca de 20 milhões de pessoas, com a expectativa de renegociar até R$ 58 bilhões em dívidas, entre débitos antigos e novos.

O endividamento das famílias brasileiras — como financiamentos, cartões de crédito e empréstimos — segue em trajetória de alta e atingiu 80,9% em abril, o maior nível da série histórica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O cenário de alto endividamento contrasta com indicadores econômicos que, à primeira vista, sugerem um quadro favorável: desemprego em mínima histórica, renda média em alta e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) pelo quinto ano consecutivo.

No trimestre encerrado em março, o mercado de trabalho chegou a uma taxa de desemprego de 6,1% — o menor patamar para o período — e o rendimento médio mensal para acima de R$ 3.722, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

🤔 Diante desse contraste, surge a pergunta: por que, mesmo com mais emprego e renda, o brasileiro continua no vermelho?

A resposta vai além do salário, da oferta de emprego ou de uma economia aquecida. Fatores como o custo de vida elevado, o crédito caro e a dependência de financiamentos para sustentar o consumo ajudam a explicar o fenômeno.

Após o impacto da pandemia na economia, o Brasil adotou juros historicamente baixos para estimular a economia. Em outubro de 2020, a taxa Selic chegou a 2% ao ano, o que facilitou o acesso ao crédito e ajudou a reaquecer a economia durante a crise.

Mas, com a reabertura nos anos seguintes, entre 2021 e 2022, a inflação disparou. O Banco Central foi obrigado a mudar bruscamente de direção e subir os juros. A forma de conter os preços é encarecer novamente o crédito e reduzir o ímpeto de consumo do brasileiro.

O ciclo de altas de juros foi agressivo, o que levou a Selic para 13,75% ao ano em agosto de 2022. Uma das heranças do incentivo ao consumo foi um maior endividamento das famílias

Em maio de 2023, o governo federal lançou o primeiro Desenrola. O programa conseguiu reduzir temporariamente a inadimplência, com a renegociação de R$ 53,2 bilhões em dívidas de 15 milhões de brasileiros.

A aposta era que, com a queda dos juros iniciada naquele momento (de 13,75% para cerca de 10,50% ao ano até meados de 2024), as famílias conseguiriam reorganizar as finanças.

Mas esse alívio não se sustentou. Ao longo de 2024 e, principalmente, em 2025, as incertezas na economia global — como a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos — fizeram os preços subirem novamente.

Resultado: o BC voltou a agir e a taxa básica de juros do país chegou a 15% ao ano em junho de 2025, o maior patamar desde 2006.

Segundo o economista Flávio Ataliba, pesquisador do FGV Ibre, mesmo a melhora recente no mercado de trabalho não foi suficiente para aliviar o orçamento das famílias.

Embora o desemprego tenha caído e a renda tenha crescido, o custo de vida continua maior que anos atrás e há o peso das dívidas. “É perfeitamente possível ter um mercado de trabalho aquecido e, ao mesmo tempo, famílias mais endividadas”, afirma.

Muitas famílias ainda carregam dívidas acumuladas desde a pandemia. Dados do Banco Central indicam que o comprometimento da renda das famílias com dívidas, especialmente bancárias, chegou a 29,3% em janeiro deste ano, o maior nível da série histórica.

Com mais dívidas a pagar, o orçamento continua apertado. Na prática, qualquer renda extra acaba sendo direcionada para despesas básicas, como alimentação, moradia, transporte e pagamento de dívidas acumuladas, sem gerar alívio financeiro.

“Quando a família tem renda adicional, ela reforça o orçamento com alimentação, moradia e transporte e, quando possível, paga dívidas antigas. Isso não gera folga financeira”, explica o economista.

Dados de uma pesquisa Quaest apontam que 71% dos brasileiros dizem conseguir comprar menos do que há um ano, enquanto 11% afirmam comprar mais e 17% não veem diferença.

“As famílias sentem a economia principalmente pelos itens mais frequentes do orçamento, sobretudo os alimentos”, afirma.

🥗 No início do Desenrola, em maio de 2023, a alta nos preços dos alimentos, considerando os 12 meses anteriores, acumulava 5,54%. Depois, o índice seguiu em trajetória de aceleração com algumas quedas pontuais e chegou a 7,81% em abril de 2025. No mesmo período, a inflação (a alta de preços em toda a economia) alcançou 5,53%, maior nível desde janeiro de 2023 (5,77%).

Os dados do instituto também revelam forte volatilidade nos preços de vários alimentos básicos nos últimos anos, com alguns itens registrando picos de inflação muito acima da inflação geral.

O arroz teve a maior alta, chegando a 74,14% no acumulado em 12 meses em janeiro de 2021, enquanto feijão, leite, frutas e hortaliças também registraram aumentos expressivos acima de 20% em diferentes períodos.

Mais recentemente, as carnes passaram a liderar a inflação entre os alimentos básicos, com alta acumulada de 21,17% em janeiro de 2025.

Além disso, os brasileiros estão com menos renda disponível após pagar pelas despesas básicas. Em março deste ano, os gastos com itens essenciais consumiam 41,8% do orçamento das famílias, pressionados principalmente por habitação, transportes, saúde, educação e alimentação, segundo dados do IBGE compilados pela Tendências Consultoria.

Isso significa que uma parcela maior da renda das famílias está sendo usada para cobrir gastos básicos do dia a dia, sobrando menos dinheiro para consumo, lazer, poupança ou pagamento de dívidas.

Com o orçamento mais pressionado, o poder de compra diminui e cresce a dificuldade para sair do endividamento.

“Mesmo quando a inflação geral desacelera, isso não significa alívio no dia a dia. Se itens básicos sobem, a sensação é imediata de perda de poder de compra”, diz Flávio Ataliba. “E quem já tem parte da renda comprometida com dívidas sente esse impacto de forma mais intensa”, acrescenta.

Além do cenário econômico, o comportamento financeiro também ajuda a explicar por que o endividamento segue alto no país, mesmo com sinais recentes de melhora no emprego e na renda.

Para a economista Olívia Resende, especialista em finanças e economia comportamental, o chamado viés do presente ajuda a explicar por que o consumo segue forte mesmo diante de juros elevados.

“As pessoas não olham a taxa de juros nem o custo total da dívida, apenas se a prestação cabe no bolso naquele mês”, afirma. “Elas também dividem os gastos em ‘caixinhas’ e perdem a visão do todo. Pequenas parcelas parecem inofensivas isoladamente, mas, somadas, comprometem o orçamento.”

Nesse contexto, ela afirma que o problema não está apenas no custo do crédito, mas na forma como ele é usado no dia a dia.

“Mesmo com juros altos, muitas pessoas não ajustam o consumo, não reduzem despesas ou não buscam outras formas de renda. Elas seguem usando crédito porque olham mais para a parcela do que para o custo total da dívida.”

Segundo Olívia, esse padrão se repete porque as decisões financeiras nem sempre são totalmente racionais e sofrem influência de estímulos externos. “As famílias acabam sendo impactadas por marketing, redes sociais e pela facilidade de acesso ao crédito digital”, afirma.

Uma pesquisa recente realizada pela Creditas em parceria com a Opinion Box revela que 59% dos brasileiros começaram o ano sob pressão financeira, sendo 34% preocupados, 14% em recuperação e 11% sob forte pressão, enquanto apenas 39% afirmam ter iniciado o ano com sensação de controle sobre as finanças.

🔎A imprevisibilidade (32%), a falta de disciplina financeira (27%) e a limitação de renda (25%) aparecem entre os principais obstáculos para um planejamento financeiro eficiente no Brasil.

Outros dados ajudam a explicar por que o endividamento não está ligado apenas à falta de renda. Segundo a CNC, em março, o cartão de crédito era a principal modalidade de dívida para 84,9% dos consumidores endividados com o uso recorrente do crédito no dia a dia, especialmente via parcelamento.

Segundo Resende, a falta de educação financeira também ajuda a manter um ciclo de dependência do crédito. “Quando há entendimento de limites, a necessidade de recorrer ao crédito diminui”, afirma.

“Sem isso, qualquer renegociação ou redução de juros tem efeito temporário, porque o padrão de consumo continua o mesmo.”

“Se não houver educação financeira na escola e na formação das famílias, o problema tende a se repetir”, diz. “É uma mudança de mentalidade. A ideia é transformar a forma como as pessoas lidam com o dinheiro no dia a dia.”

Como mostrou o g1, conteúdos que prometem atalhos para reduzir dívidas — especialmente as bancárias — têm ganhado força nas redes sociais, como a orientação de interromper pagamentos deliberadamente para recorrer à Lei do Superendividamento.

Especialistas alertam, porém, que essas estratégias não funcionam como um cancelamento automático das dívidas. (veja aqui quem pode usar a Lei do Superendividamento)

“Quando todo mundo está endividado, isso gera um certo conforto. A pessoa passa a achar que é normal e perde o senso de urgência para resolver o problema”, diz Olívia.

Além disso, decisões financeiras muitas vezes são tomadas com base em emoções ou informações incompletas. “Os produtos bancários são complexos, e muita gente não entende exatamente o que está contratando. Às vezes, a decisão vem de um impulso ou de uma necessidade emocional, como ajudar um familiar”, afirma.

Diante desse cenário, a economista defende que a educação financeira também é essencial para enfrentar o problema de forma estrutural.

“Renegociar dívidas ajuda no curto prazo, mas, sem mudança de comportamento, o problema volta”, afirma. “Organizar o orçamento evita recorrer a crédito caro. Finanças não é só planilha, é entender hábitos e controlar gastos do dia a dia.”

Na avaliação de Resende, a educação financeira deve começar cedo e envolver toda a sociedade, mas combinando alívio imediato com mudança de comportamento no longo prazo. “Sem isso, a gente só empurra o problema para frente”, diz.

Endividamento das famílias segue em trajetória recorde e alcançou 80,4% em março, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) — Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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Crise do alho: preço baixo dos importados faz agricultores brasileiros jogarem produção no lixo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 03:45

GLOBO RURAL Crise do alho: preço baixo dos importados faz agricultores brasileiros jogarem produção no lixo Cultivo vindo da Argentina e da China é o principal concorrente para o agricultor nacional. Custo de produção mais elevado no Brasil impossibilita reduzir os preços sem prejuízo. Por Globo Rural

Produtores de alho estão com dificuldade para vender a safra por causa do preço baixo do produto importado.

Sem conseguir vender a produção, o agricultor Everson Tagliari, do Rio Grande do Sul, cogita jogar 50 toneladas de alho no lixo.

O Brasil consome cerca de 320 mil toneladas de alho por ano, mas colhe apenas 170 mil toneladas, segundo a Associação Nacional dos Produtores de Alho (Anapa).

Produtores de alho estão com dificuldade para vender a safra por causa do preço baixo do produto importado.

Sem conseguir vender a produção, o agricultor Everson Tagliari, do Rio Grande do Sul, cogita jogar 50 toneladas de alho no lixo.

O Brasil consome cerca de 320 mil toneladas de alho por ano, mas colhe apenas 170 mil toneladas, segundo a Associação Nacional dos Produtores de Alho (Anapa). A maior parte da produção fica nas regiões Centro-Oeste e Sul.

Para suprir a demanda interna, o Brasil tem que importar. Cerca de 60% do alho consumido no Brasil vem da Argentina. O restante vem principalmente da China, o maior produtor do mundo.

Desde a década de 90, o Brasil aplica uma tarifa extra pelo alho chinês que entra no país. Ainda assim, o alimento é vendido por R$ 10 o quilo. O valor é menor do que o custo de produção do alho brasileiro, que gira em torno de R$ 13 por quilo.

Além disso, no ano passado, o governo brasileiro firmou um acordo com três exportadores chineses e definiu um preço mínimo para o produto.

"No caso do alho chinês, já é comprovado um mercado desleal em função de práticas adotadas no país. Subsídios em armazenagem, em estrutura de comercialização, estruturas produtivas fazem com que o alho chinês chegue ao Brasil e cause um dano à indústria nacional", afirma Letícia Barony, assessora técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA).

No Rio Grande do Sul, produtores dizem enfrentar dificuldades por causa do alho argentino. Segundo a presidente da Associação dos Produtores de Alho do estado, Franchielle Motter, o prejuízo chega a R$ 5 por quilo vendido.

A Anapa afirma que já enviou 35 ofícios a órgãos do governo federal denunciando concorrência desleal, mas ainda não recebeu resposta.

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Artista viraliza ao transformar livros em obras de arte; negócio tem lista de espera de 13 mil pessoas

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 08/05/2026 03:45

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Artista viraliza ao transformar livros em obras de arte; negócio tem lista de espera de 13 mil pessoas Paranaense investiu R$ 6 mil, começou com encadernação na adolescência e hoje fatura com intervenções, cursos e mentorias. Por PEGN

Maria Zontes transformou a paixão por encadernação em uma empresa criativa que une arte, literatura e internet.

O ponto de virada veio de forma inesperada. Ao publicar um vídeo mostrando a modificação de um livro, Maria viu o alcance explodir.

O que era um hobby de adolescente virou um negócio disputado por milhares de pessoas — e impulsionado por um vídeo que viralizou nas redes sociais.

A artista e restauradora de livros Maria Zontes transformou a paixão por encadernação em uma empresa criativa que une arte, literatura e internet. Hoje, ela acumula uma lista de espera com 13 mil interessados em seu trabalho.

O ponto de virada veio de forma inesperada. Ao publicar um vídeo mostrando a modificação de um livro, Maria viu o alcance explodir.

“Postei no horário de sempre, mas no fim do dia o vídeo tinha mais de um milhão de visualizações”, conta. Antes disso, os conteúdos costumavam atingir entre 10 mil e 100 mil visualizações.

A relação com a arte começou cedo. Aos 14 anos, fã de uma série, Maria decidiu criar o próprio caderno inspirado na história. Aprendeu técnicas de encadernação por conta própria e passou a produzir peças para presentear — até surgirem os primeiros clientes.

Artista viraliza ao transformar livros em obras de arte e cria negócio com lista de espera de 13 mil pessoas — Foto: Reprodução/PEGN

Com investimento inicial de cerca de R$ 6 mil, ela estruturou o negócio que hoje vai além dos cadernos e inclui intervenções artísticas em livros, com técnicas que combinam restauração e criação autoral.

Cada obra é única e exige um processo criativo detalhado, o que limita a quantidade de encomendas. Com a alta demanda após a viralização, Maria precisou adaptar o modelo de negócio.

A estratégia permitiu escalar o negócio sem perder a essência artística. “Não consigo atender todo mundo porque o processo é muito autoral. Então comecei a ensinar para atender indiretamente essas pessoas”, explica.

O alcance digital levou o trabalho para além do Brasil. Maria já soma mais de 400 alunos em seus cursos, incluindo estudantes de outros países. Para isso, passou a oferecer conteúdos com legendas em outros idiomas.

Com um único vídeo viral, ela consegue fechar a agenda de encomendas por até um ano inteiro. Agora, a empreendedora quer reduzir o volume de encomendas e focar cada vez mais no ensino — área que, segundo ela, também traz realização pessoal.

“Eu sempre me vi como artista, mas precisei aprender empreendedorismo para viver disso”, afirma. Entre os planos para o futuro, está levar o trabalho para além das telas, com exposições presenciais de suas obras.

Artista viraliza ao transformar livros em obras de arte e cria negócio com lista de espera de 13 mil pessoas — Foto: Reprodução/PEGN

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MEI: prazo para enviar declaração anual termina no fim de maio; veja como fazer

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 00:46

Empreendedorismo Guia do empreendedor MEI: prazo para enviar declaração anual termina no fim de maio; veja como fazer MEIs que não entregarem a DASN-SIMEI dentro do prazo podem pagar multa e ter o CNPJ irregular. Declaração é obrigatória mesmo sem faturamento. Por Redação g1 — São Paulo

Os Microempreendedores Individuais (MEIs) devem declarar o faturamento de 2025 por meio da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI).

A declaração reúne informações sobre o faturamento da empresa ao longo de 2025, além de indicar se houve contratação de empregado no período.

Os Microempreendedores Individuais (MEIs) devem declarar o faturamento de 2025 por meio da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI). O envio é obrigatório e deve ser feito até 31 de maio no Portal do Empreendedor.

A Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) reúne informações sobre o faturamento do MEI ao longo de 2025 e indica se houve contratação de empregado no período. O envio é obrigatório, mesmo para quem não teve faturamento.

O documento deve ser apresentado anualmente à Receita Federal para manter o CNPJ regular e comprovar que a empresa atua dentro das regras do regime, cujo limite de faturamento é de R$ 81 mil por ano.

O não envio pode gerar multas e até o cancelamento do CNPJ. O registro também pode ser cancelado definitivamente caso o MEI fique dois anos sem pagar as contribuições mensais obrigatórias.

Para facilitar o preenchimento, o MEI pode utilizar o Relatório Mensal de Receitas Brutas, onde registra os valores obtidos a cada mês. O controle também é uma obrigação prevista em lei, segundo o governo federal.

🧮 Como fazer a declaração anual de MEI💻 Quem deve declarar? 📅 E se eu perder o prazo. O que acontece? 💵 Ultrapassei o limite de faturamento. E agora? 🤔 Errei alguma informação, e agora?

Na declaração anual, é necessário preencher o valor total da receita bruta obtida pelo MEI no ano anterior. Entram as vendas de mercadorias ou prestação de serviços, além de ser necessário indicar se houve ou não o registro de empregado.

Acessar o portal do empreendedor e selecionar a aba "Já sou MEI";Escolha a opção “Declaração Anual de Faturamento” e clique em entregar a declaração;O CNPJ do MEI será solicitado. Depois, o empreendedor deve escolher o ano que deseja declarar e preencher os dados com as receitas obtidas;Uma tela com o resumo dos valores dos impostos pagos naquele ano será aberta; Por último, é só clicar em transmitir. Nos casos de não movimentação ou faturamento, os campos de Receitas Brutas, Vendas e/ou Serviços devem ser preenchidos com o valor de R$ 0,00 – indicando que, de fato, não houve rendimentos.

A declaração deve ser feita por todos os microempreendedores individuais, incluindo aqueles que não obtiveram faturamento durante o ano de 2025.

A entrega fora do prazo da DASN-SIMEI gera uma multa de 2% a cada mês de atraso, limitada a 20% sobre o valor total dos tributos devidos, ou mínimo de R$ 50.

O MEI também pode ter o CNPJ cancelado definitivamente, caso não tenha pagado nenhuma contribuição mensal durante os últimos dois anos.

O limite de faturamento anual do MEI em 2025 foi de R$ 81 mil, o que dá uma média de R$ 6.750 ao mês (ou um valor proporcional de acordo com o mês de abertura).

🔎 EXEMPLO: Se você formalizou a sua empresa em maio de 2025, o seu limite de faturamento até o final do ano a ser declarado é de R$ 54 mil.

Segundo Gabriel Santana Vieira, advogado especialista em direito tributário, existem duas possibilidades:

O MEI que fatura até 20% acima do limite (até R$ 97.200) será desenquadrado automaticamente a partir de 1º de janeiro do ano seguinte e deverá migrar para o regime de Microempresa (ME) no Simples Nacional.Já o empreendedor que faturar acima de 20% do limite (acima de R$ 97.200), o desenquadramento é retroativo a 1º de janeiro do ano em que o limite foi ultrapassado, gerando possíveis custos adicionais, como tributos, multas e juros.

"O empreendedor deve solicitar o desenquadramento no Portal do Simples Nacional e ajustar seu enquadramento como Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP), iniciando o pagamento dos tributos de acordo com o novo regime", afirma Vieira.

Vale lembrar que no regime de ME, os tributos são calculados com base no faturamento anual e nas tabelas do Simples Nacional, exigindo maior controle financeiro e, geralmente, o auxílio de um contador.

Ainda segundo o especialista, essas mudanças são importantes para manter a regularidade fiscal da empresa e evitar problemas com a Receita Federal.

Neste caso, o MEI terá de entrar na declaração e escolher o ano-exercício a ser corrigido. Após selecioná-lo, aparecerá a opção de retificadora em 'tipo de declaração'.

O microempreendedor altera o dado que precisa e transmite de novo a declaração. Uma recomendação é salvar ou imprimir o novo recibo de transmissão.

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