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Mega-Sena 30 anos: concurso especial pode pagar R$ 150 milhões e prêmio não irá acumular

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 11:51

Loterias Oferecido por: Mega-Sena 30 anos: concurso especial pode pagar R$ 150 milhões e prêmio não irá acumular Sorteio será realizado no domingo, 24 de maio. Saiba mais detalhes. Por André Catto, g1 — São Paulo

A Caixa Econômica Federal anunciou um sorteio especial da Mega-Sena para celebrar os 30 anos da modalidade. O concurso, de número 3.010, terá prêmio estimado em R$ 150 milhões e será realizado no domingo, 24 de maio.

Segundo a Caixa, o concurso seguirá as regras dos sorteios especiais e não acumula. Caso ninguém acerte as seis dezenas, o prêmio será dividido entre os acertadores da quina e, se necessário, das demais faixas.

As apostas podem ser feitas até às 22h (horário de Brasília) do dia 23 de maio pelo aplicativo Loterias Caixa, pelo portal Loterias Caixa ou em qualquer lotérica do país. Clientes do banco também podem fazer suas apostas pelo internet banking.

Para jogar, basta marcar de 6 a 20 números dentre os 60 disponíveis nos volantes ou deixar que o sistema escolha as dezenas, por meio da Surpresinha. A aposta simples custa R$ 6.

Quem aposta também pode escolher participar do concurso por meio de bolões, preenchendo o campo específico no volante.

Criada em 11 de março de 1996, a Mega-Sena movimentou R$ 115,2 bilhões desde o primeiro sorteio. Ao longo das últimas três décadas, a modalidade distribuiu R$ 43,8 bilhões em prêmios e repassou cerca de R$ 46 bilhões para áreas como saúde, educação, cultura, esporte e segurança pública. Segundo a CAIXA, os repasses sociais representam mais de 56% da arrecadação total das loterias.

De acordo com a instituição, 980 apostas já receberam prêmios milionários desde a criação da loteria. O maior prêmio pago em um concurso regular da Mega-Sena — sem considerar a Mega da Virada — foi de R$ 317,8 milhões, em outubro de 2022.

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Purê de feijão-preto servido a Lula e Trump intriga brasileiros, mas é tradicional na América Central – e tem um primo mineiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 11:10

Agro Purê de feijão-preto servido a Lula e Trump intriga brasileiros, mas é tradicional na América Central – e tem um primo mineiro Prato do almoço na Casa Branca surpreendeu brasileiros, mas formato cremoso tem raízes de séculos na culinária maia e asteca; tutu mineiro segue a mesma ideia Por Redação g1

O purê de feijão-preto servido no almoço entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o americano Donald Trump, na Casa Branca nesta quinta-feira (7), gerou reação nas redes sociais brasileiras.

Para muitos, a estranheza foi ver o feijão (ingrediente cotidiano no Brasil) apresentado em um formato pouco comum no país: cremoso, denso, quase como uma pasta.

No Brasil, o feijão é quase sempre servido caldoso, como acompanhamento do arroz ou na forma da tradicional feijoada. O formato purê, cremoso e espesso, não faz parte do cotidiano da maioria dos brasileiros, o que explica a surpresa.

Mas a receita tem história. Na culinária mexicana e centro-americana, o prato é conhecido como frijoles negros refritos e é presença diária na mesa de países como México, Guatemala, El Salvador e Honduras.

Frijoles negros refritos, prato servido no almoço de Lula com o presidente americano Donald Trump durante reunião na Casa Branca. — Foto: Reprodução/YouTube/Vegoralia en Español

O purê de feijão-preto servido no almoço entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o americano Donald Trump, na Casa Branca nesta quinta-feira (7), gerou reação nas redes sociais brasileiras. Para muitos, a estranheza foi ver o feijão (ingrediente cotidiano no Brasil) apresentado em um formato pouco comum no país: cremoso, denso, quase como uma pasta.

O cardápio do almoço diplomático incluía, como entrada, salada de alface-romana com jicama (raiz crocante típica da culinária mexicana), laranja, abacate e molho cítrico. No prato principal, filé bovino grelhado acompanhado do purê de feijão-preto, minipimentões doces e relish agridoce de rabanete com abacaxi.

LEIA TAMBÉM: EUA vão oferecer recompensa por informações contra frigoríficos investigados por práticas abusivas, incluindo JBS e Marfrig

No Brasil, o feijão é quase sempre servido caldoso, como acompanhamento do arroz ou na forma da tradicional feijoada. O formato purê, cremoso e espesso, não faz parte do cotidiano da maioria dos brasileiros, o que explica a surpresa.

Mas a receita tem história. Na culinária mexicana e centro-americana, o prato é conhecido como 'frijoles negros refritos' e é presença diária na mesa de países como México, Guatemala, El Salvador e Honduras. A origem remonta às civilizações maia e asteca, que já amassavam feijões cozidos há milênios, segundo registros arqueológicos da civilização mesoamericana.

O feijão, junto com o milho e a abóbora, formava a chamada "tríade sagrada" da alimentação mesoamericana.

O nome "refritos" causa confusão até entre falantes de espanhol. Não significa frito duas vezes: o prefixo "re-" é usado no espanhol mexicano para indicar intensidade. O prato é, simplesmente, feijão cozido, amassado e então refogado em gordura (tradicionalmente banha de porco).

A presença da jicama na entrada do almoço reforça a leitura de que o menu teve inspiração na culinária mexicana e centro-americana. A jicama é uma raiz crocante típica dessa tradição gastronômica e raramente aparece em cardápios de outras regiões.

A combinação de jicama e purê de feijão-preto na mesma refeição sugere, ao menos, uma inspiração deliberada na culinária mesoamericana.

Quem conhece a culinária mineira pode ter reparado uma semelhança na técnica: o tutu à mineira segue o mesmo conceito. Feijão cozido amassado, refogado com bacon, alho e cebola, e engrossado com farinha de mandioca ou milho. A diferença é que o tutu é feito tradicionalmente com feijão carioca, não com feijão preto. A textura é mais rústica, mas a ideia é a mesma: feijão transformado em pasta cremosa.

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Trabalho eleva renda do brasileiro e rendimento bate recorde de R$ 3.367 em 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 11:10

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,901-0,46%Dólar TurismoR$ 5,106-0,35%Euro ComercialR$ 5,769-0,17%Euro TurismoR$ 6,021-0,15%B3Ibovespa185.261 pts1,11%MoedasDólar ComercialR$ 4,901-0,46%Dólar TurismoR$ 5,106-0,35%Euro ComercialR$ 5,769-0,17%Euro TurismoR$ 6,021-0,15%B3Ibovespa185.261 pts1,11%MoedasDólar ComercialR$ 4,901-0,46%Dólar TurismoR$ 5,106-0,35%Euro ComercialR$ 5,769-0,17%Euro TurismoR$ 6,021-0,15%B3Ibovespa185.261 pts1,11%Oferecido por

A renda média dos brasileiros, considerando todas as fontes, chegou a R$ 3.367 em 2025, o maior valor da série histórica, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao ano anterior, quando a média foi de R$ 3.195, houve alta real de 5,4%.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua e mostram também que mais brasileiros passaram a ter alguma fonte de rendimento.

No ano passado, 67,2% da população residente no país (143 milhões de pessoas) receberam dinheiro vindo de trabalho, aposentadoria, programas sociais ou outras fontes.

E o trabalho segue como a principal fonte de renda da população brasileira. Sozinha, a soma dos salários recebidos pelos trabalhadores alcançou R$ 361,7 bilhões por mês em 2025.

Segundo o analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes, esse movimento reflete um avanço contínuo da renda do trabalho nos últimos anos. “São quatro anos consecutivos de crescimento da massa de rendimento do trabalho a taxas anuais superiores a 6%.”

De acordo com ele, o crescimento ganhou força principalmente a partir de 2022 e chegou ao pico de 11,6% em 2023, na comparação com o ano anterior.

Já o rendimento médio mensal do trabalho chegou a R$ 3.560, com alta real de 5,7% em relação a 2024 e de 11,1% na comparação com 2019, período anterior à pandemia de Covid-19.

Ainda assim, a pesquisa mostra que o orçamento das famílias brasileiras também depende de outras fontes de renda.

💼 Trabalho: recebido por 47,8% da população;👵🏽 Aposentadoria e pensão: 13,8%;🏠 Aluguel e arrendamento: 1,9%;👨‍👩‍👧‍👦 Pensão alimentícia, doação e mesada de não morador: 2,3%;🤝 Programas sociais do governo federal, como Bolsa Família e BPC-LOAS: 9,1%;💰 Outros rendimentos: 1,9%, categoria que inclui seguro-desemprego, seguro defeso, rendimento de aplicações financeiras, bolsas de estudo, direitos autorais e ganhos com patentes.

Em 2025, o rendimento médio mensal real domiciliar per capita dos brasileiros — considerando o total de moradores nos domicílios, tenham renda ou não — atingiu o maior valor da série histórica, após crescer 6,9% em relação ao ano anterior.

📈 O resultado consolida uma sequência de altas iniciada em 2022, quando o indicador avançou no mesmo ritmo, seguida por uma forte expansão em 2023 (11,6%) e nova elevação em 2024 (5%). 📊 Considerando horizontes mais longos, a renda domiciliar per capita registrou aumento de 18,9% entre 2019 e 2025 e de 27% frente a 2012, primeiro ano da pesquisa.

Apesar do avanço nacional, as diferenças regionais seguem marcantes. A Região Sul registrou o maior rendimento domiciliar per capita do país, com R$ 2.734, embora tenha apresentado a menor alta anual entre 2024 e 2025, de 4,9%.

Na sequência aparece o Centro-Oeste, com rendimento de R$ 2.712. A região teve o maior crescimento no último ano, de 11,3%, movimento influenciado pelo desempenho do Distrito Federal, que teve maior dinamismo em 2025, ajudando a impulsionar a renda regional.

“Houve aumento importante do rendimento médio do trabalho entre empregadores e também crescimento da população ocupada no setor público, com novos concursos”, explicou Fontes.

O Sudeste registrou rendimento domiciliar per capita de R$ 2.669, acima da média nacional. Já Norte (R$ 1.558) e Nordeste (R$ 1.470) continuam com os menores níveis de renda do país, embora tenham acumulado as maiores altas desde 2019: 33,6% e 23,8%, respectivamente.

A composição da renda também varia entre as regiões. Em nível nacional, os rendimentos do trabalho responderam por cerca de três quartos da renda domiciliar per capita em 2025.

No Centro-Oeste, essa participação chegou a 78,9%, enquanto no Nordeste ficou em 67,4%, indicando maior peso de aposentadorias, programas sociais e outras fontes de renda na composição do orçamento das famílias. (veja mais abaixo)

Embora o rendimento médio do trabalho tenha atingido o maior valor da série histórica em 2025, os dados mostram que esse avanço não ocorreu de forma igual para toda a população.

No recorte por cor ou raça, pessoas brancas seguem recebendo, em média, valores bem acima dos registrados entre pretos e pardos.

A distância entre brancos e pretos supera R$ 1.900 e permanece elevada ao longo de toda a série histórica, mesmo em períodos de crescimento da renda.

⚪ Pessoas brancas tiveram rendimento médio de R$ 4.577 em 2025; ⚫ Pessoas pretas receberam, em média, R$ 2.657; 🟤 Pessoas pardas tiveram rendimento médio de R$ 2.755.

As desigualdades também aparecem na divisão por sexo. Apesar do avanço da renda feminina nos últimos anos, as mulheres continuam recebendo menos do que os homens.

👨 Homens receberam, em média, R$ 3.921 por mês em 2025; 👩 Mulheres tiveram rendimento médio de R$ 3.085.

O nível de instrução continua sendo o fator que mais influencia a renda do trabalho. Os dados mostram que, quanto maior a escolaridade, maior tende a ser o rendimento médio recebido.

📚 Trabalhadores sem instrução receberam, em média, R$ 1.518 em 2025; 🎓 Entre pessoas com ensino superior completo, o rendimento chegou a R$ 6.947 — mais de quatro vezes maior.

Servidores do Ceará terão o pagamento da 2ª parcela do 13º salário antecipado para o dia 17 de dezembro. — Foto: Marcello Casal Jr.

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Você está entre os mais ricos do Brasil? Veja quanto é preciso ganhar para entrar no topo da renda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 11:10

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,900-0,48%Dólar TurismoR$ 5,104-0,39%Euro ComercialR$ 5,769-0,18%Euro TurismoR$ 6,019-0,18%B3Ibovespa185.175 pts1,07%MoedasDólar ComercialR$ 4,900-0,48%Dólar TurismoR$ 5,104-0,39%Euro ComercialR$ 5,769-0,18%Euro TurismoR$ 6,019-0,18%B3Ibovespa185.175 pts1,07%MoedasDólar ComercialR$ 4,900-0,48%Dólar TurismoR$ 5,104-0,39%Euro ComercialR$ 5,769-0,18%Euro TurismoR$ 6,019-0,18%B3Ibovespa185.175 pts1,07%Oferecido por

Ganhar cerca de R$ 5 mil por mês pode ser suficiente para colocar um brasileiro entre os 10% mais ricos do país.

A ideia pode soar improvável diante do custo de vida das grandes cidades e da percepção que muitas pessoas têm sobre riqueza no Brasil. Mas os dados mais recentes sobre renda mostram justamente isso: o topo da pirâmide começa muito antes do que parte da população imagina.

As informações são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento ajuda a entender não apenas quanto os brasileiros ganham, mas também como essa renda está distribuída — e concentrada — entre diferentes grupos da população.

Em 2025, o rendimento médio mensal por pessoa nos domicílios brasileiros foi de R$ 2.264. O cálculo considera toda a renda recebida pela casa dividida pelo número de moradores. Ainda assim, esse valor médio esconde uma distância significativa entre quem está na base e quem ocupa o topo da renda no país.

Segundo o analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes, embora o Brasil tenha registrado recordes de rendimento individual — considerando todas as fontes, chegou a R$ 3.367 em 2025, o maior valor da série histórica —, houve uma leve alta da concentração de renda nas faixas mais altas em relação ao ano anterior.

De acordo com ele, os 10% mais ricos tiveram crescimento de renda acima da média nacional em 2025, movimento que influenciou os indicadores de desigualdade.

“O crescimento do topo acabou contribuindo para a percepção de uma leve oscilação positiva da desigualdade.”

Na faixa mais baixa da distribuição estão os 5% mais pobres da população, com rendimento médio de R$ 166 por pessoa em 2025. Entre os brasileiros logo acima desse grupo, a renda média sobe para R$ 374.

Quando o recorte é ampliado para os 20% mais pobres do país, o rendimento continua abaixo de R$ 600 mensais por pessoa. Na prática, isso significa que cerca de um quinto da população brasileira vivia nesse patamar no ano passado.

➡️ Para chegar a esses grupos, o IBGE organiza a população do mais pobre ao mais rico e divide os brasileiros em faixas proporcionais, chamadas de percentis. Isso permite comparar quanto ganha cada parcela da população e medir como a renda se concentra no país.

Outro indicador ajuda a dimensionar esse cenário: a chamada mediana da renda, que representa o ponto exato que divide a população em duas metades. Em 2025, ela ficou em R$ 1.311 por pessoa. Em outras palavras, metade dos brasileiros vivia com menos do que esse valor mensal.

O dado chama atenção porque está bem abaixo da média nacional de R$ 2.264. Isso acontece porque os rendimentos mais altos puxam a média para cima e ampliam a distância entre os diferentes grupos de renda.

Mesmo assim, os números mostram uma melhora importante entre as faixas mais baixas nos últimos anos.

Entre 2019 e 2025, a renda dos 10% mais pobres cresceu 78,7%, enquanto a faixa seguinte — formada pelos brasileiros entre os 10% e 20% de menor renda — registrou alta de 42,4%.

Segundo Fontes, esse avanço ajuda a explicar por que os indicadores de desigualdade ainda permanecem abaixo do nível observado antes da pandemia, apesar da alta recente da renda entre os mais ricos.

É nesse contexto que aparece um dos dados que mais costumam surpreender: os 10% mais ricos do Brasil tiveram rendimento médio de R$ 3.590 por pessoa em 2025.

Isso significa que um trabalhador assalariado com renda em torno de R$ 5 mil por mês — principalmente em domicílios menores — já pode fazer parte desse grupo.

Em 2025, o rendimento médio dos trabalhadores ocupados foi de R$ 3.560, valor muito próximo da renda média registrada entre os 10% mais ricos da população.

Isso mostra que uma parcela relevante desse grupo é formada por trabalhadores assalariados com salários mais altos, e não apenas por pessoas que vivem de patrimônio, investimentos ou grandes empresas.

Ainda assim, o topo da renda está longe de ser homogêneo. Dentro dele, as diferenças continuam sendo muito grandes.

Entre os 5% mais ricos, o rendimento médio foi de R$ 5.519 por pessoa. Já entre os brasileiros posicionados logo abaixo do grupo mais rico do país — entre os 96% e 99% do topo — a média chegou a R$ 9.648.No extremo da distribuição aparece o 1% mais rico do país, com rendimento médio mensal de R$ 24.973 por pessoa em 2025.

Fontes destaca que a renda do topo voltou a acelerar no último ano. Segundo ele, o rendimento dos 10% mais ricos cresceu 8,7% entre 2024 e 2025, acima da média nacional de 6,9%.

O Centro-Oeste apareceu entre as regiões com maior rendimento por pessoa em 2025 e registrou o crescimento mais forte no último ano.

Segundo o IBGE, parte desse avanço foi impulsionada pelo Distrito Federal, com aumento do rendimento médio do trabalho, especialmente entre empregadores e trabalhadores do setor público.

De acordo com Fontes, o mercado de trabalho mais qualificado ajudou a elevar os rendimentos das faixas superiores. O analista também cita o aumento da rentabilidade de aplicações financeiras e a alta de 11,8% nos rendimentos com aluguel e arrendamento como fatores que favoreceram as classes de maior renda.

Isso ajuda a explicar por que o topo cresceu acima da média nacional em 2025, mesmo em um cenário de melhora mais ampla do mercado de trabalho.

Em 2025, os 10% mais ricos concentraram 40,3% de toda a renda recebida pelas famílias brasileiras. Já os 70% com menores rendimentos ficaram, juntos, com apenas 32,8% desse total.Na base da pirâmide, os 10% mais pobres concentravam somente 1,2% da renda nacional.

Outro indicador do IBGE mostra que os 10% mais ricos receberam, em média, 13,8 vezes mais do que os 40% mais pobres em 2025. No ano anterior, essa diferença era de 13,2 vezes.

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Bolsa Família, BPC e mais: famílias que recebem de programas sociais têm renda per capita até 70% menor, mostra IBGE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 11:10

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,900-0,46%Dólar TurismoR$ 5,106-0,36%Euro ComercialR$ 5,768-0,17%Euro TurismoR$ 6,021-0,15%B3Ibovespa185.363 pts1,17%MoedasDólar ComercialR$ 4,900-0,46%Dólar TurismoR$ 5,106-0,36%Euro ComercialR$ 5,768-0,17%Euro TurismoR$ 6,021-0,15%B3Ibovespa185.363 pts1,17%MoedasDólar ComercialR$ 4,900-0,46%Dólar TurismoR$ 5,106-0,36%Euro ComercialR$ 5,768-0,17%Euro TurismoR$ 6,021-0,15%B3Ibovespa185.363 pts1,17%Oferecido por

Os programas sociais do governo seguem sendo importantes para compor o orçamento de milhões de famílias brasileiras, especialmente entre as de menor renda. Em 2025, o rendimento domiciliar per capita médio entre os lares que recebiam algum benefício social, como Bolsa Família, BPC-LOAS ou outros auxílios sociais, foi de apenas R$ 886.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e mostram que ano passado, 22,7% dos domicílios brasileiros (18 milhões de lares) tinham ao menos um morador recebendo de algum programa social.

Apesar da leve queda em relação a 2024, quando o percentual era de 23,6%, o alcance dos benefícios segue acima do registrado antes da pandemia, quando atingia 17,9%.

O Bolsa Família continua sendo o principal programa de transferência de renda do país e estava presente em 17,2% dos domicílios brasileiros em 2025. Entre as famílias beneficiadas pelo programa, o rendimento domiciliar per capita médio foi de R$ 774 no ano passado, acima dos R$ 488 registrados em 2019.

Já o BPC-LOAS — benefício voltado principalmente a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda — alcançou 5,3% dos lares, o maior percentual da série histórica. Entre os domicílios que recebiam o benefício, a renda domiciliar per capita média foi de R$ 1.218 em 2025.

Segundo o analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes, embora representem uma parcela menor da renda média do país, os benefícios seguem essenciais para garantir uma renda mínima às famílias mais vulneráveis.

“No caso do Bolsa Família, o rendimento domiciliar per capita das famílias beneficiadas foi de R$ 774 em 2025, enquanto entre os domicílios que não recebiam o programa a média chegou a R$ 2.682. A renda dos beneficiários correspondia a menos de 30% da registrada entre os não beneficiados."

Os dados do IBGE também ajudam a traçar o perfil das famílias atendidas pelos programas sociais. Em geral, os domicílios beneficiados são maiores e concentram mais moradores do que aqueles sem esse tipo de renda complementar.

Em 2025, os lares que não recebiam programas sociais tinham, em média, 2,5 moradores. Já entre os domicílios com algum benefício, a média subia para 3,2 pessoas. Nos lares atendidos pelo Bolsa Família, chegava a 3,4 moradores.

Segundo o analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes, essa diferença ajuda a explicar o peso desses recursos no orçamento familiar. “Mesmo quando os valores individuais parecem limitados, eles acabam sendo fundamentais para sustentar casas com mais moradores e menor renda por pessoa.”

Os dados indicam que os programas sociais ajudam a reduzir situações de vulnerabilidade, embora não sejam suficientes para eliminar as desigualdades de renda no país.

Em 2025, os benefícios sociais responderam por 3,5% do rendimento domiciliar per capita nacional, percentual ligeiramente abaixo do registrado em 2024, quando foi de 3,8%.

🔎 A redução, porém, não está ligada a uma queda brusca dos benefícios. O movimento ocorreu porque outras fontes de renda, especialmente o trabalho, cresceram em ritmo mais forte no último ano, em um contexto de mercado de trabalho aquecido. Em 2025, a taxa média anual de desocupação caiu para 5,6%, o menor nível desde o início da série histórica, em 2012. A população ocupada atingiu 103 milhões de pessoas, recorde da série, enquanto o número de desocupados recuou para 6,2 milhões, cerca de 1 milhão a menos do que em 2024.

A participação dos programas sociais no orçamento das famílias muda significativamente de uma região para outra. No Nordeste, os benefícios responderam por 8,8% da renda domiciliar per capita em 2025. No Norte, essa fatia foi de 7,5%.

Em ambas as regiões, os programas sociais tiveram peso maior do que aposentadorias e pensões na composição da renda das famílias.

No Sul, por outro lado, os benefícios tiveram participação menor: apenas 1,6% da renda domiciliar per capita da região vinha de programas sociais, enquanto 4,5% da população recebia algum auxílio desse tipo.

Veja abaixo os principais números que ajudam a entender quem são e como vivem as famílias beneficiadas.

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Dona da Fiat e marca chinesa Leapmotor vão produzir carros juntos na Europa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 11:10

Carros Dona da Fiat e marca chinesa Leapmotor vão produzir carros juntos na Europa Fábricas subutilizadas da Stellantis na Europa devem produzir veículos elétricos da Leapmotor; medida ajuda a evitar tarifas a carros chineses na região. Por Carlos Cereijo

A Stellantis, dona da marca Fiat, e a chinesa Leapmotor anunciaram que planejam iniciar a produção conjunta de automóveis na Europa.

A fábrica da Stellantis em Zaragoza, Espanha, vai produzir um SUV elétrico inédito da Opel. Na mesma linha de produção será feito o Leapmotor B10 ainda em 2026.

Em outubro de 2023, o grupo Stellantis virou o maior acionista da Leapmotor após adquirir cerca de 21% das ações na empresa chinesa.

Nos últimos 18 meses, a LMPI tem conseguido bons números na Europa. Lançou os modelos T03 e C10 no fim de 2024 e já conta com 850 pontos de vendas e serviço na região.

Leapmotor deve produzir SUV elétrico B10 na Europa em fábrica da Stellantis — Foto: Divulgação / Leapmotor

Nesta sexta-feira (8), a Stellantis, dona da marca Fiat, e a chinesa Leapmotor anunciaram que planejam iniciar a produção conjunta de automóveis na Europa.

A fábrica da Stellantis em Zaragoza, Espanha, vai produzir um SUV elétrico inédito da Opel. Na mesma linha de produção será feito o Leapmotor B10 ainda em 2026.

Produção do SUV Lepamotor B10 na fábrica da Stellantis em Zaragoza, Espanha. A fábrica de Figueruelas já monta o Peugeot 208 e o Lancia Ypsilon, outras marcas do grupo. A parceria na fábrica vai dar vida a um novo SUV elétrico da marca Opel previsto para 2028.Compras em conjunto. Stellantis e Leapmotor pretendem fazer compras com fornecedores em parceria. A medida busca baixar custos e ganhar escala. A medida, segundo Stellantis, vai promover preços competitivos pelo ecossistema chinês para carros eletrificados. Além de aproveitar as capacidades da cadeia de fornecedores da Europa.Um novo modelo da Leapmotor deve passar a ser produzido na fábrica de Villaverde, em Madrid. A medida deve garantir o futuro da planta, que já sabe que vai deixar de produzir o Citroën C4. O novo carro da Leapmotor deve chegar em 2028. Existe a possibilidade da fábrica passar a ser controlada pela LPMI e não mais pela Stellantis.

Segundo Antonio Filosa, CEO da Stellantis, o anúncio reflete a intenção de aprofundar a parceria e maior colaboração entre as empresas.

“Este plano deve dar suporte à produção e avançar na montagem na Europa de veículos elétricos com preços competitivos e que atendam às reais demandas dos nossos clientes”, disse Filosa em comunicado.

Em outubro de 2023, o grupo Stellantis virou o maior acionista da Leapmotor após adquirir cerca de 21% das ações na empresa chinesa.

No mesmo momento foi criada a Leapmotor International (LPMI), que tem 49% das ações com a Leapmotor e 51% com a Stellantis. A joint venture tem os direitos exclusivos de produção e venda de produtos da Leapmotor fora da China.

Nos últimos 18 meses, a LMPI tem conseguido bons números na Europa. Lançou os modelos T03 e C10 no fim de 2024 e já conta com 850 pontos de vendas e serviço na região. Em 2025, foram vendidos mais de 40 mil veículos na Europa.

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Governo quer aprovar aumento da mistura do biodiesel no diesel até o fim do ano; testes começam neste mês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 11:10

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,901-0,46%Dólar TurismoR$ 5,106-0,35%Euro ComercialR$ 5,769-0,17%Euro TurismoR$ 6,021-0,15%B3Ibovespa185.261 pts1,11%MoedasDólar ComercialR$ 4,901-0,46%Dólar TurismoR$ 5,106-0,35%Euro ComercialR$ 5,769-0,17%Euro TurismoR$ 6,021-0,15%B3Ibovespa185.261 pts1,11%MoedasDólar ComercialR$ 4,901-0,46%Dólar TurismoR$ 5,106-0,35%Euro ComercialR$ 5,769-0,17%Euro TurismoR$ 6,021-0,15%B3Ibovespa185.261 pts1,11%Oferecido por

O governo quer aprovar até o fim do ano o aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao óleo diesel, o chamado B16, apurou o g1. Atualmente, o percentual da mistura está em 15%.

Nesse contexto, o Executivo prevê para este mês o início dos testes para avaliar se o aumento da mistura pode ser implementado sem causar impactos negativos aos veículos em circulação no país.

Os ensaios vão contar com cerca de R$ 30 bilhões em recursos do Fundo Nacional de Ciência e Tecnologia (FNDCT), além de aportes privados.

A comprovação da viabilidade técnica da mistura é condição para que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) possa deliberar sobre a elevação do teor de biodiesel no diesel.

Hoje, a estrutura disponível para os testes conta com 11 laboratórios mecânicos, cinco laboratórios fisioquímicos e seis bancadas de ensaio, equipamentos usados para avaliar desempenho e identificar possíveis falhas em componentes hidráulicos e mecânicos.

Técnicos envolvidos na discussão ressaltam que, caso a capacidade operacional seja ampliada, os testes poderão ser concluídos antes do prazo inicialmente previsto.

Usina de Biodiesel de Quixadá, no Ceará, pode ser reativada, conforme presidente da Petrobras — Foto: Cid Barbosa

A discussão sobre o aumento da mistura ganhou força após defesa pública do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no mês passado.

“De um por cento em um por cento, a gente vai convencer o mundo de que, se alguém quiser inventar combustível renovável, não precisa gastar em pesquisa. Venha ao Brasil, que nós faremos transferência de tecnologia”, afirmou.

Pelo cronograma previsto na Lei do Combustível do Futuro, a elevação gradual da mistura já deveria ter avançado, o que acabou sendo concretizado, ainda que haja pressão do setor produtivo.

A legislação prevê aumento anual de um ponto percentual na mistura de biodiesel ao diesel, com possibilidade de atingir 20% até 2030.

Já a elevação do aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina para 32%, o E32, já conta com testes de viabilidade e só aguarda decisão do CNPE.

Não há, no entanto, data para que o colegiado trate do tema, embora o cenário macroeconômico favoreça o aumento, destacam técnicos.

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Preço global dos alimentos dispara com guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 11:10

Bom Dia Brasil Preço global dos alimentos dispara com guerra no Oriente Médio Índice da ONU que regula preço dos alimentos chega ao nível mais alto em três anos. Tensão no Estreito de Ormuz pressiona inflação do petróleo e fertilizantes. Por Redação g1

O preço dos alimentos voltou a subir no mundo e acendeu um alerta da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo a FAO, agência da ONU para Alimentação e Agricultura, a alta está ligada à escalada da guerra no Oriente Médio e já afeta o sistema alimentar global.

O índice de preços da FAO atingiu o maior nível em três anos. O diretor-geral da entidade destacou que a crise já ultrapassou o campo geopolítico e começou a impactar diretamente o abastecimento mundial de alimentos.

Entre os produtos que mais subiram estão os óleos vegetais. A alta é atribuída, principalmente, ao aumento da demanda por biocombustíveis e à disparada do preço do petróleo.

No caso do trigo, a principal preocupação é a escassez de fertilizantes. Antes da guerra, cerca de um terço dos fertilizantes comercializados no mundo passava pelo Estreito de Ormuz, região estratégica que enfrenta bloqueios e forte tensão militar.

Nesta semana, novos confrontos agravaram a situação. O Irã acusou os Estados Unidos de violarem o acordo de cessar-fogo após ataques contra dois navios. O governo iraniano afirmou que, “sempre que uma solução diplomática está sobre a mesa, os Estados Unidos optam por uma aventura militar irreversível”.

Já o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o cessar-fogo segue mantido, apesar dos ataques, que classificou como um “tapinha de amor” durante entrevista.

Com as incertezas sobre a trégua e o aumento das tensões na região, o preço do petróleo voltou a ultrapassar a marca de US$ 100 por barril.

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Google Chrome pode adicionar uma IA no seu computador de forma discreta; saiba como impedir

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 09:46

Tecnologia Google Chrome pode adicionar uma IA no seu computador de forma discreta; saiba como impedir Recurso chamado Gemini Nano pode ocupar cerca de 4 GB do computador e é usado pelo navegador em funções como detecção de golpes e resumo de páginas. Por Darlan Helder, g1

Uma ação pouco conhecida do Google Chrome tem repercutido na internet nos últimos dias: o navegador pode baixar e instalar uma IA no computador do usuário sem pedir autorização explícita para isso. O recurso pode ocupar cerca de 4 GB de armazenamento (saiba como desativar).

A descoberta foi feita pelo cientista da computação e advogado sueco conhecido como That Privacy Guy. Em uma publicação em seu blog, ele detalhou como o Google estaria realizando a instalação automática, segundo o site especializado em tecnologia CNET.

➡️ Procurado pelo g1, o Google afirmou que a IA instalada, chamada Gemini Nano, é usada em recursos de segurança do Chrome, como a detecção de golpes. A empresa também disse que a ferramenta é desinstalada automaticamente caso o computador apresente "escassez de recursos".

Segundo That Privacy Guy, o download do Gemini Nano acontece quando os recursos de IA do Google Chrome estão ativados. De acordo com ele, essas funções já vêm ligadas por padrão nas versões mais recentes do navegador.

Ainda de acordo com That Privacy Guy, o Gemini Nano é baixado em computadores com a versão 147 do Google Chrome. Para verificar se essa é a versão instalada no seu dispositivo, basta acessar as configurações do navegador e clicar em "Sobre o Chrome".

Em nota enviada ao g1, o Google indicou uma página da sua central de ajuda com orientações para desativar o Gemini Nano no computador. "Uma vez desabilitado, o modelo não realizará novos downloads ou atualizações", disse.

Abra o Google Chrome no computador;No canto superior direito, clique no ícone de três pontos e vá em "Configurações";Depois, acesse a opção "Sistema";Por fim, desative a função "IA do dispositivo" ("On-device AI").

Em sua central de ajuda, o Google afirma que os modelos de IA generativa são usados em recursos do Chrome, como ajuda para escrever ou reformular textos, alertas de golpes, resumos de páginas da web e organização de abas.

Segundo a empresa, para que essas funções funcionem diretamente no computador do usuário, os modelos de IA precisam ser baixados e armazenados no dispositivo.

"Oferecemos o Gemini Nano para o Chrome desde 2024 como um modelo leve de processamento no dispositivo (on-device). Ele viabiliza recursos de segurança essenciais, como detecção de golpes e APIs para desenvolvedores, sem o envio de dados para a nuvem. Embora o funcionamento exija espaço de armazenamento local no desktop, o modelo será desinstalado automaticamente caso o dispositivo apresente escassez de recursos. Em fevereiro, iniciamos o rollout da funcionalidade que permite aos usuários desativar e remover o modelo com facilidade diretamente nas configurações do Chrome. Uma vez desabilitado, o modelo não realizará novos downloads ou atualizações. Mais detalhes podem ser encontrados em nosso artigo na central de ajuda.”

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Dólar inicia o dia de olho no Oriente Médio e nos números do emprego nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/05/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,9230,05%Dólar TurismoR$ 5,1240,07%Euro ComercialR$ 5,779-0,04%Euro TurismoR$ 6,0300,02%B3Ibovespa183.218 pts-2,38%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta sexta-feira (8) em queda, recuando 0,27% na abertura, cotado a R$ 4,9147. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

O mercado caminha para finalizar a semana com mais cautela. A tensão no Oriente Médio divide a atenção com dados importantes da economia, em especial dos Estados Unidos.

▶️ Na noite anterior, Estados Unidos e Irã trocaram mísseis, o que aumentou a preocupação internacional. Mesmo assim, o presidente americano, Donald Trump, disse que o cessar-fogo continua valendo, ajudando a acalmar os mercados.

▶️ Ao longo do dia, a atenção se volta para os dados de emprego dos Estados Unidos, que são considerados decisivos para o clima do mercado nesta sexta-feira.

▶️ Pela manhã, o governo americano divulga o número de vagas criadas em abril, com expectativa de abertura de cerca de 62 mil novos postos de trabalho. No mesmo horário, será divulgada a taxa de desemprego do mês, que deve subir para 4,3% em relação ao mês anterior.

O encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidnete Donald Trump ficou entre os destaques desta quitna-feira.

A reunião durou cerca de três horas e, segundo Lula, foram abordados principalmente temas relacionados ao comércio, às tarifas americanas sobre os produtos brasileiros e minerais críticos.

Os presidentes, no entanto, não chegaram a abordar temas como a equiparação de facções criminosas a terroristas e o PIX, que é alvo de uma investigação comercial nos EUA.

"Saio satisfeito da reunião. Não tenho assunto proibido. A única coisa que não abrimos mão é da nossa democracia e da nossa soberania. O resto é tudo discutível", afirmou Lula sobre o encontro.

O presidente brasileiro ainda disse ter acordado com Trump a criação de um grupo de trabalho para debater a possibilidade de zerar as tarifas impostas pelo governo americano ao Brasil.

"Falei: vamos fazer o seguinte, vamos colocar um grupo de trabaho e permitir que […] apresentem propostas. Quem tiver errado vai ter que ceder. Se estivermos errados, nós vamos ceder, mas se vocês estiverem errados, terão que ceder também", disse Lula, reiterando que tem uma relação "muito boa" com o presidente americano.

“Sabe aquela história de amor à primeira vista, aquele negócio da química? Foi isso que aconteceu, e eu espero que continue assim.”

Após o encontro, Trump afirmou que Lula é "muito dinâmico", destacando que a reunião com o presidente brasileiro foi "muito boa".

“A reunião foi muito boa. Nossos representantes devem se reunir para tratar de alguns pontos-chave. Novos encontros serão marcados nos próximos meses, conforme necessário.”

Os investidores acompanham a possibilidade de um acordo entre EUA e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. Embora ainda não haja confirmação oficial, há sinais de avanço nas negociações.

Segundo a Reuters, os países estão próximos de firmar um acordo inicial mais simples, com cerca de uma página. O Irã analisa os termos e deve responder nas próximas 48 horas.

suspensão temporária do programa nuclear iraniano;redução das sanções impostas pelos EUA;liberação de recursos iranianos bloqueados no exterior;diminuição das restrições à navegação no Estreito de Ormuz.

A ideia é que esse acordo inicial consolide a trégua e abra um prazo de cerca de 30 dias para negociações mais amplas. Nesse período, tanto as limitações impostas pelo Irã quanto o bloqueio naval dos EUA seriam reduzidos gradualmente — podendo ser retomados caso não haja avanço.

O cenário ganhou força após Donald Trump anunciar a suspensão de uma operação militar de escolta a navios, que não conseguiu normalizar o fluxo e elevou as tensões.

Mais cedo, o Irã afirmou que o Estreito de Ormuz voltou a ser seguro para navegação. A rota, responsável por cerca de 20% do petróleo mundial, vinha operando com restrições desde o início do conflito, com cerca de 1.500 embarcações aguardando passagem.

🔎 Com menos risco de conflito e rotas funcionando normalmente, a oferta de petróleo no mercado aumenta — o que ajuda a derrubar os preços.

Apesar do avanço diplomático, o acordo ainda não foi fechado e enfrenta incertezas, como divergências internas no Irã e o risco de retomada do conflito.

As bolsas globais fecharam sem direção única nesta quinta-feira, enquanto investidores acompanham as negociações entre EUA e Irã e a possibilidade de retomada do transporte de petróleo pelo Golfo Pérsico.

Em Wall Street, os índices fecharam em queda. Enquanto o S&P 500 caiu 0,38%%, o Dow Jones perdeu 0,63% e a Nasdaq recuou 0,13%.

Na Europa, o desempenho das bolsas locais também foi negativo. O índice STOXX 600 caiu 1,1%. Em Frankfurt, o DAX recuou 1,02%, enquanto o CAC 40, de Paris, perdeu 1,17%. Já em Londres, o FTSE 100 teve queda de 1,55%.

Na Ásia, as bolsas fecharam em alta. O índice CSI300, que reúne grandes empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, avançou 0,48%, aos 4.900 pontos.

Em Xangai, o SSEC também subiu 0,48%, aos 4.180 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 1,57%, aos 26.626 pontos. Já em Tóquio, o Nikkei saltou 5,58%, aos 62.833 pontos.

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