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Mega-Sena, concurso 3.006: nenhuma aposta acerta as seis dezenas e prêmio vai a R$ 52 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/05/2026 22:14

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3.006: nenhuma aposta acerta as seis dezenas e prêmio vai a R$ 52 milhões O prêmio para o ganhador da edição deste sábado (9) seria de R$ 43.6 milhões. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3.005 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (9), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 43.6 milhões. No entanto, o valor acumulou.

O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Após esgotar em dias, Volkswagen Golf GTI ganha novo lote por R$ 430 mil; veja o teste do g1

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/05/2026 15:52

Carros Após esgotar em dias, Volkswagen Golf GTI ganha novo lote por R$ 430 mil; veja o teste do g1 Modelo é o carro mais rápido e mais caro que a Volkswagen vende no Brasil e, mesmo assim, a fama que o Golf GTI tem foi suficiente para esgotar o primeiro lote em apenas um fim de semana. Por André Fogaça, g1 — Mogi Guaçu (SP)

A Volkswagen anunciou, neste sábado (9), um novo lote do Golf GTI para venda no Brasil. O modelo tem preço inicial de R$ 430 mil, e o comprador precisa cumprir algumas regras para conseguir adquirir uma unidade.

O novo lote foi divulgado ao mesmo tempo em que começaram as entregas do primeiro pacote, composto por 350 unidades entregues a partir de maio. Apesar de ser o carro mais caro da Volkswagen à venda no Brasil, todas as unidades se esgotaram em apenas um fim de semana.

Além do preço elevado, o novo Golf GTI é o modelo mais rápido da Volkswagen à venda no Brasil. Equipado com o motor 2.0 370 TSI, o hatch esportivo entrega 245 cavalos de potência e 37,7 kgfm de torque, acelerando de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos.

Em comparação com outros modelos da marca, ele perde em potência apenas para o novo Tiguan, que tem 272 cavalos. No entanto, o SUV é cerca de 150 quilos mais pesado, por ter mais equipamentos e uma carroceria maior, além trazer torque menor, de 35,7 kgfm. Por isso, sua aceleração é mais lenta, com 0 a 100 km/h em 7,4 segundos.

Neste novo lote, a Volkswagen adota as mesmas regras aplicadas ao Golf GTI em 2025. Dessa forma, para comprar o hatch esportivo, o cliente precisa atender aos seguintes critérios:

Já ter comprado algum modelo esportivo da marca, como Nivus GTS ou Jetta GLI;Também podem comprar clientes de outras marcas do grupo Volkswagen, como Audi e Porsche, desde que tenham adquirido versões esportivas desses modelos;Cada CPF ou CNPJ pode adquirir apenas uma unidade do Golf GTI.

Além disso, o novo lote tem quantidade limitada de unidades. Procurada pelo g1, a Volkswagen não informou quantos carros foram importados para as vendas no Brasil. A marca informou, no entanto, que as primeiras unidades começam a ser entregues ainda neste ano.

O g1 teve acesso ao Golf GTI em um ambiente onde ele melhor mostra o que é capaz de entregar: um autódromo, localizado na cidade de Mogi Guaçu (SP).

No primeiro contato, o hatch não revela que tem a aceleração mais forte da Volkswagen no Brasil, já que são poucos os detalhes visuais que o diferenciam de um "carro simples".

Para olhos menos atentos, ele parece apenas mais um Golf, semelhante aos modelos vendidos no Brasil anos atrás.

Tudo muda ao entrar no carro. O primeiro impacto não é o acabamento em xadrez dos bancos, já visto em outros Golfs do passado, mas sim o banco em formato concha que, diferente do Nivus GTS, tem visual inspirado em carros de corrida.

O banco envolve o motorista nas laterais do tronco e das coxas. Esse apoio é importante, pois transmite mais segurança logo ao engatar a primeira marcha e acelerar.

Antes disso, vale destacar um ponto que pode agradar ou incomodar: o câmbio automático é eficiente, mas acionado por uma alavanca bastante pequena.

Para quem prefere trocas manuais, elas podem ser feitas por meio das aletas atrás do volante, semelhantes às usadas em carros da Fórmula 1. Elas poderiam ser maiores, mas cumprem bem a função.

Com o modo esportivo ativado e pé fundo, o carro entrega toda a esportividade que não aparece no visual externo.

Sabe aquele atraso entre pisar no acelerador e o carro responder, que no Tera chega a três segundos? Aqui isso não acontece. As respostas são imediatas, com retomadas rápidas, como se espera de um modelo que nasceu com proposta esportiva.

O volante exige menos giros para virar as rodas. Segundo a Volkswagen, esse ajuste foi feito exclusivamente para o Golf GTI e significa que, em vez de 2,5 voltas completas até o fim do curso, são necessárias apenas 2,1.

Em velocidades mais altas, isso garante maior controle do volante, com as mãos sempre na posição mais segura, sem a necessidade de soltar uma delas ou cruzar os braços para continuar a manobra.

Ao final do teste, fica a sensação de que o Golf GTI é um esportivo com a pimenta certa. Ele tem concorrentes com preço semelhante e até mais potentes? Sim, modelos como GR Corolla e Civic Type R são bons exemplos.

Ainda assim, a reputação do Golf GTI fala mais alto do que qualquer comparação. A decisão de compra é fortemente emocional, a ponto de o preço elevado não ser um obstáculo para quem deseja esse modelo.

Prova disso é que as unidades do primeiro lote se esgotaram em um único fim de semana, e já há fila de espera para o novo lote.

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Como a mudança nos hábitos de consumo da China pode ajudar a proteger a floresta amazônica

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/05/2026 07:54

Agro Como a mudança nos hábitos de consumo da China pode ajudar a proteger a floresta amazônica Compromisso de importadores chineses de pagar mais por carne bovina sustentável do Brasil pode sinalizar uma mudança relevante na relação entre comércio, consumo e desmatamento. Por Reuters

A iniciativa ocorre em um momento em que o governo chinês sinaliza a intenção de agir sobre o impacto ambiental do comércio, ao mesmo tempo em que busca proteger sua indústria nacional.

A cadeia de abastecimento da carne bovina está mais preparada para ações concretas, por não ser tão essencial à dieta chinesa quanto outras commodities, como a soja.

A floresta amazônica, a maior e mais biodiversa do mundo, perde centenas de milhares de hectares de árvores todos os anos.

A carne será comercializada com o selo “Beef on Track”, desenvolvido pela ONG brasileira Imaflora.

Quando Xing Yanling publicou no WeChat sobre sua visita à Amazônia brasileira, em abril, descreveu aos amigos na China a sensação inesquecível de estar “envolvida por dezenas de milhares de tons de verde”.

Xing não é uma turista comum. Ela lidera a Associação da Indústria de Carnes de Tianjin, que representa importadores responsáveis por cerca de 40% das compras chinesas de carne bovina provenientes do Brasil.

Sob sua liderança, os membros da associação de Tianjin se comprometeram a comprar 50 mil toneladas de carne bovina brasileira certificada e livre de desmatamento até o fim do ano.

O movimento pode ser um sinal precoce de que a China — uma das forças mais poderosas do comércio global de commodities — está disposta a pagar mais por cadeias de suprimento mais sustentáveis. O volume equivale a cerca de 4,5% do total que os exportadores brasileiros de carne bovina devem vender ao mercado chinês neste ano.

O compromisso desafia uma crença antiga entre produtores brasileiros: a de que a China, maior importadora mundial de carne bovina e soja, se preocupa apenas com o preço.

A iniciativa ocorre em um momento em que o governo chinês sinaliza a intenção de agir sobre o impacto ambiental do comércio, ao mesmo tempo em que busca proteger sua indústria nacional.

Em 2019, a China alterou sua lei florestal para proibir o comércio de madeira ilegal. Em 2023, assinou um compromisso conjunto com o Brasil para acabar com o desmatamento ilegal impulsionado pelo comércio. Já a partir do ano passado, a COFCO, empresa estatal chinesa de comércio exterior, comprometeu-se a eliminar o desmatamento de sua cadeia de suprimentos.

A cadeia de abastecimento da carne bovina está mais preparada para ações concretas, por não ser tão essencial à dieta chinesa quanto outras commodities, como a soja, afirmou Andre Vasconcelos, chefe de engajamento global da Trase, plataforma que monitora o impacto ambiental de diversas cadeias de suprimento.

“Ao mesmo tempo, há uma consciência, respaldada pelas informações disponíveis, de que a carne bovina — especialmente a brasileira — é a mercadoria mais associada ao desmatamento entre os produtos agrícolas importados pela China”, afirmou.

A floresta amazônica, a maior e mais biodiversa do mundo, perde centenas de milhares de hectares de árvores todos os anos. Cerca de 90% dessa área é transformada em pasto para gado logo após o desmatamento, segundo o MapBiomas, organização brasileira sem fins lucrativos que monitora o uso da terra.

Segundo Xing, alguns consumidores chineses estão cientes desse impacto e se tornam mais exigentes à medida que aumentam sua renda.

“Não se trata apenas de ‘o barato sai caro’”, disse. “Isso significa que a carne bovina livre de desmatamento, sustentável, segura e rastreável terá um mercado mais forte no futuro.”

Escolher produtos alimentares com base em critérios ambientais, em vez do preço, é impraticável para a maioria dos consumidores chineses, que, assim como grande parte do mundo, enfrentam preços mais altos nos supermercados.

Ainda assim, a rastreabilidade oferecida pelo projeto também ajuda a reduzir as preocupações com a segurança alimentar.

A carne será comercializada com o selo “Beef on Track”, desenvolvido pela ONG brasileira Imaflora. O selo prevê quatro níveis de conformidade, definidos de acordo com o grau de rastreabilidade da carne na cadeia de suprimentos e com a comprovação de que as fazendas foram legalmente regularizadas.

Os importadores de Tianjin estão dispostos a pagar um preço até 10% maior pela carne bovina proveniente de frigoríficos que comprovem que as fazendas fornecedoras não têm qualquer ligação com o desmatamento — legal ou ilegal — nem com o trabalho escravo.

A China compra mais de 10% da carne bovina exportada pelo Brasil, segundo dados do governo e da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), cujos membros incluem empresas como JBS e Marfrig.

No entanto, qualquer impacto positivo pode ser limitado pelo frágil sistema de rastreabilidade do Brasil. O modelo atual se baseia em documentos de transporte de gado que, segundo promotores, podem ser facilmente fraudados para ocultar irregularidades na cadeia de suprimentos — prática conhecida como “lavagem de gado”.

Quando Xing e sua delegação chegaram à fazenda Carioca, em Castanhal, no norte da Amazônia, o fazendeiro Altair Burlamaqui não esperava mais do que uma conversa produtiva.

Burlamaqui apresentou o gado e parte da vasta reserva de floresta tropical em suas terras. Ao final do almoço, a delegação estava tão entusiasmada que perguntou se ele sonhava em ver sua carne bovina vendida na China como um produto associado à proteção da floresta amazônica. A ideia, segundo ele, foi ao mesmo tempo emocionante e avassaladora.

“O que entendi da conversa é que eles querem um produto com mais valor agregado para uma parcela da população disposta a pagar por isso”, disse. “E essa parcela pode ser maior do que toda a população brasileira.”

A ABIEC, entidade que reúne exportadores de carne bovina, está insatisfeita com a iniciativa liderada por Xing, segundo disseram à Reuters duas pessoas que falaram recentemente com a direção da associação.

Uma das fontes afirmou à Reuters que a preocupação é que a demanda por carne bovina sustentável se transforme em um obstáculo adicional para um mercado já considerado restrito.

Neste ano, a China impôs cotas à importação de carne bovina para proteger sua indústria nacional. A expectativa é que o Brasil atinja o limite estabelecido, de 1,1 milhão de toneladas, até o fim do próximo mês — justamente quando Tianjin planeja importar seu primeiro contêiner de carne bovina com certificação de sustentabilidade.

Em comunicado, a ABIEC afirmou que “apoia iniciativas focadas em certificação, mas avalia que novos selos devem estar alinhados aos sistemas já existentes, evitando sobreposições e exigências que careçam de infraestrutura pública para implementação, o que poderia criar barreiras à produção”.

A cota pode atrasar os planos de Tianjin, já que qualquer importação de carne bovina realizada após o limite estabelecido estará sujeita a um imposto chinês de 55%.

Pequim introduziu as cotas em um período em que a produção global de carne bovina tende a diminuir, com pecuaristas reconstruindo rebanhos nos Estados Unidos e no Brasil — movimento que pressiona os preços em diversos países, incluindo a China.

Os consumidores chineses já estão habituados a comprar produtos com algum nível de rastreabilidade. Durante a visita, a equipe de Xing mostrou a autoridades e empresários brasileiros como adiciona códigos QR aos ovos, permitindo que os consumidores rastreiem o produto até a fazenda de origem.

A rastreabilidade facilita o trabalho dos órgãos reguladores na identificação da origem de surtos de doenças e permite que empresas deixem de operar com fornecedores envolvidos em crimes ambientais.

A certificação Beef on Track deve estar pronta para adoção por frigoríficos, supermercados e importadores até o fim do ano.

O nível mais básico do padrão é comparável ao utilizado pelo Ministério Público Federal para verificar se as fazendas que fornecem diretamente à indústria da carne bovina cumprem a legislação ambiental e trabalhista.

Esse programa abrange fornecedores responsáveis por cerca de 2,7 milhões de toneladas de carne bovina por ano — aproximadamente um quinto da produção brasileira, mas quase o dobro das importações chinesas registradas no ano passado.

A Imaflora argumenta que a certificação que desenvolveu pode criar oportunidades, em vez de se tornar um obstáculo para os produtores — como, segundo a organização, ocorreu nos setores de madeira e café.

“O setor ainda está tentando entender como essa certificação pode reconhecer e valorizar os produtos brasileiros em um cenário de tensão geopolítica”, disse Marina Guyot, gerente de políticas da Imaflora.

Ela acrescentou, no entanto, que a certificação busca reconhecer aquilo que as empresas já fazem para cumprir seus próprios compromissos de sustentabilidade e rastreabilidade.

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A JBS de Joesley Batista é alvo de megainvestigação do governo Trump: ‘Devemos nos preocupar com a influência de estrangeiros’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/05/2026 04:53

Agro A JBS de Joesley Batista é alvo de megainvestigação do governo Trump: 'Devemos nos preocupar com a influência de estrangeiros' Governo Trump cita influência estrangeira na cadeia de abastecimento e coloca empresas brasileiras no centro de ofensiva ligada à inflação dos alimentos nos EUA. Por BBC

A reunião dos presidentes Lula e Trump em Washington nesta quinta-feira (7) coincide com uma nova rodada de ameaças do governo dos Estados Unidos contra gigantes brasileiras da carne que operam no país.

Embora o tema não tenha feito parte da agenda dos presidentes na Casa Branca, múltiplas movimentações à margem da agenda diplomática indicam que a pauta está no radar das autoridades federais norte-americanas.

Em entrevista coletiva após a reunião, na embaixada do Brasil em Washington, Lula brincou a respeito do menu do almoço oferecido por Trump na Casa Branca, que incluiu filé bovino grelhado: "Fiquei curioso para saber se era carne brasileira, mas não quis perguntar porque poderia não ser".

Horas depois de a notícia da viagem-relâmpago de Lula aos EUA vir à tona na segunda-feira (4), o governo norte-americano anunciou detalhes de uma megainvestigação sobre a indústria de carne no país por suspeita de "práticas anticompetitivas", seguindo uma postagem presidencial feita em novembro de 2025.

No alvo das apurações estão as chamadas Quatro Grandes (Big Four) do setor, responsáveis por cerca de 85% da atividade nos Estados Unidos. E duas dessas gigantes são brasileiras ou controladas por capital brasileiro: a JBS Foods USA e a National Food.

O conselheiro de Comércio e Manufatura do governo norte-americano, Peter Navarro, enfatizou o fato de duas das quatro maiores indústrias de carne do país são brasileiras — Foto: Getty Images

A reunião dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump em Washington nesta quinta-feira (7) coincide com uma nova rodada de ameaças do governo dos Estados Unidos contra gigantes brasileiras da carne que operam no país.

Embora o tema não tenha feito parte da agenda dos presidentes na Casa Branca, múltiplas movimentações à margem da agenda diplomática indicam que a pauta está no radar das autoridades federais norte-americanas.

Em entrevista coletiva após a reunião, na embaixada do Brasil em Washington, Lula brincou a respeito do menu do almoço oferecido por Trump na Casa Branca, que incluiu filé bovino grelhado: "Fiquei curioso para saber se era carne brasileira, mas não quis perguntar porque poderia não ser".

Horas depois de a notícia da viagem-relâmpago de Lula aos EUA vir à tona na segunda-feira (4), o governo norte-americano anunciou detalhes de uma megainvestigação sobre a indústria de carne no país por suspeita de "práticas anticompetitivas", seguindo uma postagem presidencial feita em novembro de 2025.

No alvo das apurações estão as chamadas Quatro Grandes (Big Four) do setor, responsáveis por cerca de 85% da atividade nos Estados Unidos. E duas dessas gigantes são brasileiras ou controladas por capital brasileiro: a JBS Foods USA e a National Food.

Maior processadora de carne do mundo, a JBS é líder do setor em solo americano por meio da marca JBS Foods USA.

Já a National Food é controlada pela brasileira MBRF, resultante da fusão entre a BRF e a Marfrig.

O empresário Joesley Batista, do Conselho de Administração da J&F, holding que abriga a JBS Foods USA, teria sido um dos articuladores do encontro entre Lula e Trump, segundo a agência Reuters.

A processadora de carne de frango Pilgrim's Pride, uma das subsidiárias da JBS Foods USA, esteve entre as maiores doadoras de campanha de Trump em 2024, com um aporte de US$ 5 milhões (R$ 24,6 milhões).

Batista esteve em Washington na quinta-feira (7) ao mesmo tempo em que ocorria a reunião entre Lula e Trump na Casa Branca, segundo informações do jornal "O Globo".

A investigação contra a megaindústria da carne havia sido antecipada em novembro de 2025 em postagem de Trump na sua rede social Truth Social, sem especificar os nomes das companhias.

O secretário de Justiça dos Estados Unidos, Todd Blanche, participou do anúncio de investigações sobre o setor da carne. — Foto: GETTY IMAGES

Na segunda-feira (4), além de citar nominalmente as Quatro Grandes, representantes do governo dos Estados Unidos responsáveis pelas investigações fizeram declarações duras sobre o peso brasileiro no setor.

"[…] Metade das Quatro [Grandes] são brasileiras. E no meu mundo das tarifas eu me lembro vividamente de que recentemente, quando o presidente [Trump] impôs tarifas sobre o Brasil em razões de ações prejudiciais para o povo americano", afirmou Peter Navarro, conselheiro especial para Comércio e Manufatura do governo dos Estados Unidos, que participou do anúncio da investigação no Departamento de Justiça.

"O que aconteceu? O lobby da carne, representado por brasileiros, silenciosamente ameaçou a Casa Branca de que nós veríamos a carne vendida nos supermercados americanos indo para onde? China", prosseguiu.

E concluiu: "Não é apenas com abuso de preços e cartel que devemos nos preocupar. É também com a influência de estrangeiros em nossa cadeia de abastecimento".

Economista com formação em Harvard, Navarro acompanha Trump desde o primeiro mandato (2017-2020) e é considerado o principal inspirador das políticas protecionistas do presidente norte-americano.

"Essa investigação da JBS e da National Beef denota que a relação Brasil-Estados Unidos mergulhou em um enredo pautado em [política] antitruste, inflação alimentar e nacionalismo econômico", afirma Priscila Caneparo, doutora em Direito das Relações Econômicas Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e professora do Curso de Relações Internacionais da Unicuritiba.

O resultado, na opinião da professora, é uma "contaminação da agenda bilateral" por meio de acusações de concentração de mercado e segurança alimentar.

Joesley Batista, da JBS, teria sido um dos articuladores do encontro entre Lula e Trump — Foto: Getty Images

O efeito político da medida, segundo a pesquisadora, é colocar as grandes empresas brasileiras sob suspeita em setores considerados estratégicos pelos Estados Unidos.

"[Por meio da investigação das Quatro Grandes] o governo dos Estados Unidos tenta responder a uma pressão doméstica, que é o preço dos alimentos, que gera inflação e foi uma bandeira de campanha de Trump", afirma a professora.

O governo dos Estados Unidos anunciou também que vai recompensar financeiramente quem der informações sobre práticas ilícitas cometidas pela indústria da carne.

"Há uma politização e uma tentativa de securitização muito tênue dessa discussão [sobre as práticas comerciais das empresas], tentando trazê-la para o campo da segurança nacional", define Natali Hoff, doutora em Ciência Política pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e professora do Curso de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

Às voltas com queda nos índices de aprovação e uma decisiva campanha para as eleições legislativas de meio de mandato — marcadas para novembro de 2026 —, Trump tenta enfrentar uma das questões mais candentes para o eleitorado: o custo de vida. O preço da carne é um componente importante da inflação no país.

Para Natali, a investigação sobre empresas estrangeiras permite ao governo Trump "terceirizar" a culpa pelo aumento do preço da carne.

"Trump está muito enfraquecido, principalmente depois da Guerra do Irã, e com isso [a investigação das gigantes da carne], consegue tentar emplacar algum tipo de discurso diante do eleitorado, sejam consumidores ou pecuaristas, que se irritaram com a ampliação das importações de carne para lidar com a alta dos preços."

Em nota, a MBRF afirmou que atua em estrita conformidade com as leis de defesa da concorrência e mantém políticas robustas de governança e compliance.

"[…] Nos Estados Unidos as operações da National Beef [subsidiária da MBRF] têm uma característica especial, já que elas são baseadas em sociedade de longa data com cerca de 700 produtores locais, que juntos detêm aproximadamente 18% do capital da empresa", diz a nota.

A BBC News Brasil procurou a JBS e a J&F para tratar da investigação anunciada pelos Estados Unidos, mas não havia obtido resposta até o fechamento desta reportagem.

A BBC News Brasil também questionou o Ministério das Relações Exteriores do Brasil e os Departamentos de Agricultura e Justiça dos Estados Unidos sobre a investigação norte-americana, mas não havia recebido retorno até a finalização desta reportagem.

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As empresas que estão ganhando bilhões com a guerra no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/05/2026 04:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%Oferecido por

Enquanto as famílias de todo o mundo contam os prejuízos gerados pela guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, algumas empresas vêm contabilizando altos lucros.

As incertezas ocasionadas pelo conflito e o fechamento do estreito de Ormuz pelos iranianos estão aumentando o custo de vida e prejudicando o orçamento das empresas, famílias e governos.

Mas, enquanto alguns enfrentam dificuldades, outros vêm registrando altos ganhos, com negócios que são mais lucrativos em tempos de guerra ou se beneficiando da instabilidade dos preços da energia.

O principal impacto da guerra à economia mundial, até aqui, foi o forte aumento dos preços da energia.

Cerca de 20% do petróleo e do gás do mundo são transportados através do estreito de Ormuz. Mas este tráfego foi efetivamente interrompido no final de fevereiro.

Enquanto as famílias de todo o mundo contam os prejuízos gerados pela guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, algumas empresas vêm contabilizando altos lucros.

As incertezas ocasionadas pelo conflito e o fechamento do estreito de Ormuz pelos iranianos estão aumentando o custo de vida e prejudicando o orçamento das empresas, famílias e governos.

Mas, enquanto alguns enfrentam dificuldades, outros vêm registrando altos ganhos, com negócios que são mais lucrativos em tempos de guerra ou se beneficiando da instabilidade dos preços da energia.

Aqui estão algumas das empresas e setores da economia que estão ganhando bilhões com a continuidade do conflito no Oriente Médio.

O principal impacto da guerra à economia mundial, até aqui, foi o forte aumento dos preços da energia.

Cerca de 20% do petróleo e do gás do mundo são transportados através do estreito de Ormuz. Mas este tráfego foi efetivamente interrompido no final de fevereiro.

O resultado foi uma montanha-russa de oscilações de preços nos mercados de energia. E algumas das maiores empresas do setor de petróleo e gás do mundo lucraram com essas oscilações.

Os principais beneficiários foram as gigantes petrolíferas europeias. Elas têm setores especializados na compra e venda de ativos (trading), que as permitiram ganhar com as fortes oscilações de preços, impulsionando seus ganhos.

Os lucros da BP (British Petroleum), por exemplo, mais do que dobraram nos primeiros três meses do ano, atingindo US$ 3,2 bilhões (cerca de R$ 15,7 bilhões). Este resultado foi possível graças ao desempenho da sua divisão de trading, que a empresa considerou "excepcional".

A Shell também superou as expectativas dos analistas, relatando um aumento dos lucros no primeiro trimestre do ano, atingindo US$ 6,92 bilhões (cerca de R$ 33,9 bilhões).

Outra gigante internacional, a TotalEnergies, viu seus lucros saltarem em quase um terço, atingindo US$ 5,4 bilhões (cerca de R$ 26,4 bilhões) no primeiro trimestre de 2026. O aumento foi causado pela volatilidade dos mercados de petróleo e energia.

Já as gigantes americanas ExxonMobil e Chevron tiveram queda dos ganhos, em comparação com o mesmo período do ano passado, devido à interrupção do fornecimento do Oriente Médio.

Mas as duas empresas superaram as previsões dos analistas e esperam que seus lucros cresçam ao longo do ano, com os preços do petróleo ainda significativamente superiores aos níveis praticados no início da guerra.

Alguns dos maiores bancos do planeta também viram seus lucros dispararem após o início da guerra no Irã.

A receita de trading do JP Morgan atingiu o nível recorde de US$ 11,6 bilhões (cerca de R$ 56,8 bilhões), o que ajudou o banco a atingir o segundo maior lucro trimestral da sua história.

Entre todos os demais bancos do grupo dos "Seis Grandes" (Bank of America, Morgan Stanley, Citigroup, Goldman Sachs e Wells Fargo, além do JP Morgan), os lucros aumentaram substancialmente no primeiro trimestre do ano.

Ao todo, os bancos relataram lucros de US$ 47,7 bilhões (cerca de R$ 233,4 bilhões) nos três primeiros meses de 2026.

"Os altos volumes de trading beneficiaram os bancos de investimentos, particularmente o Morgan Stanley e o Goldman Sachs", afirma a estrategista-chefe de investimentos do Wealth Club, Susannah Streeter.

O forte aumento da demanda de trading favoreceu os principais credores de Wall Street. Investidores correram para se desfazer de ações e títulos de maior risco e depositar seu dinheiro em ativos considerados mais seguros.

Os volumes de trading também aumentaram devido aos investidores que buscaram se capitalizar em função da volatilidade dos mercados financeiros.

Para Streeter, "a volatilidade desencadeada pela guerra gerou um pico de trading, pois alguns investidores venderam ações com medo da escalada do conflito, enquanto outros compraram em baixa, ajudando a alimentar a corrida pela recuperação".

O setor de defesa é um dos beneficiários mais imediatos de qualquer conflito, segundo a analista sênior da consultoria RMS UK, Emily Sawicz.

"O conflito reforçou as lacunas da capacidade de defesa aérea, acelerando investimentos em defesas contra mísseis, sistemas de combate a drones e equipamento militar em toda a Europa e nos Estados Unidos, declarou ela à BBC.

Além de destacar a importância das empresas do setor de defesa, a guerra cria entre os governos a necessidade de reabastecer seus estoques de armas, o que aumenta a demanda.

A empresa BAE Systems, fabricante de produtos como os componentes dos jatos de combate F35, declarou em uma atualização comercial na quinta-feira (7/5) que espera forte crescimento das vendas e lucros em 2026.

Ela mencionou o aumento das "ameaças de segurança" em todo o mundo, o que impulsiona os gastos governamentais com a defesa e, por sua vez, cria um "cenário de apoio" para a companhia.

Três dos maiores fornecedores do setor de defesa do mundo, a Lockheed Martin, a Boeing e a Northrop Grumman, relataram atrasos recordes dos pedidos no final do primeiro trimestre de 2026.

Mas as ações das empresas do setor, que tiveram fortes altas nos últimos anos, vêm caindo desde meados de março, em meio aos temores de que o setor possa estar supervalorizado.

O conflito também destacou a necessidade de diversificar as fontes de energia e reduzir a dependência dos combustíveis fósseis, segundo Streeter.

Este fator "potencializou o interesse no setor de energia renovável", segundo ela — mesmo nos Estados Unidos, onde o governo Trump incentivou o uso de combustíveis fósseis, popularizando o slogan "perfurar, baby, perfurar".

Streeter afirma que a guerra fez com que os investimentos em energias renováveis fossem considerados cada vez mais importantes para a estabilidade e a resiliência aos choques.

Uma empresa que recebeu forte impulso foi a NextEra Energy, com sede no Estado americano da Flórida. Suas ações se valorizaram em 17% este ano, com os investidores se unindo à sua missão.

As gigantes dinamarquesas da energia eólica Vestas e Orsted também relataram aumento dos lucros, destacando como as consequências da guerra no Irã também estão impulsionando as empresas de energia renovável.

No Reino Unido, a empresa Octopus Energy declarou recentemente à BBC que a guerra trouxe "enorme impulso" para a venda de placas solares e bombas de calor. As vendas de painéis solares aumentaram em 50% desde o final de fevereiro.

A alta dos preços da gasolina também aumentou a demanda por veículos elétricos. E os fabricantes chineses, particularmente, vêm aproveitando melhor esta oportunidade.

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‘Dark patterns’: como big techs usam truques para manipular usuários e influenciar suas escolhas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/05/2026 03:59

Tecnologia ‘Dark patterns’: como big techs usam truques para manipular usuários e influenciar suas escolhas Irlanda está investigando Facebook e Instagram por suspeita de uso dos chamados padrões "sombrios" ou "obscuros" para manipular usuários. A internet está repleta dessas armadilhas. Saiba as mais comuns. Por Thomas Latschan

Enquanto usuários, ainda temos controle sobre quais conteúdos nos são apresentados no Facebook ou no Instagram? Ou somos direcionados deliberadamente a algoritmos personalizados para que eles coletem mais dados sobre nós e aumentem o tempo que passamos nessas plataformas?

Essas são as questões centrais das investigações mais recentes da autoridade irlandesa de fiscalização de mídia contra a Meta, empresa‑mãe de ambas as redes sociais.

A autoridade está examinando se os sistemas de recomendação do Facebook e do Instagram violam o Artigo 27 da Lei dos Serviços Digitais da UE (DSA, na sigla em inglês), criada para proteger cidadãos do bloco contra práticas desleais na internet.

Segundo a DSA, os usuários devem ter, a qualquer momento, a possibilidade de compreender e modificar os algoritmos de suas redes sociais.

Agora, no entanto, o foco é investigar se Meta usa interfaces manipulativas, conhecidas como "dark patterns" (padrões obscuros), para dificultar desnecessariamente essas opções de escolha.

Caso seja confirmada uma violação do DSA, podem ser aplicadas multas de até 6% do faturamento anual global. No caso da Meta, isso poderia chegar a 20 bilhões de euros (R$ 116 bilhões).

Dark patterns são truques específicos de design na internet que têm como objetivo levar os usuários a fazer algo que, na verdade, não querem ou que não é de seu interesse.

Eles exploram, por exemplo, a comodidade das pessoas, a falta de tempo ou o medo de perder algo. Assim, os usuários são induzidos a realizar compras, contratar assinaturas ou divulgar dados pessoais.

No caso atual, a autoridade irlandesa de mídia investiga, por exemplo, se a Meta esconde deliberadamente, em vários submenus, a opção de alternar entre um feed personalizado e um feed puramente cronológico.

Também se analisa se a empresa simplesmente redefine essa configuração após o fechamento do aplicativo, para que os usuários, frustrados, acabem concordando com o feed personalizado apenas para não serem mais incomodados.

A Meta está longe de ser a única empresa de internet suspeita de usar esse tipo de prática. Interfaces do gênero existem tanto em redes sociais quanto em lojas virtuais, jogos para celular ou outros aplicativos. E praticamente todos nós já devemos ter nos deparado com um ou outro desses exemplos.

Períodos de teste gratuitos que se convertem automaticamente em assinaturas pagas se não forem cancelados com antecedência. Os custos posteriores costumam ser exibidos de forma muito discreta.

Com o Digital Services Act, a UE teoricamente proibiu operadores de plataformas online de usar tais práticas. Usuários não podem ser enganados, manipulados ou impedidos de tomar decisões livres por meio do design de um site.

No entanto, os dark patterns frequentemente se movem em uma zona cinzenta jurídica. Não existe uma definição legal única e totalmente clara sobre a partir de quando um design é considerado "manipulativo".

Por isso, a conscientização continua sendo a melhor proteção contra esses truques. Existem inúmeros dark patterns na internet – tantos que organizações de defesa do consumidor e projetos científicos já catalogaram diversos exemplos e tornaram públicos os mecanismos por trás deles.

De modo geral, a Central Alemã de Defesa do Consumidor recomenda agir sempre com cautela na internet, não clicar rapidamente em botões pré‑definidos e verificar cuidadosamente caixas de seleção e carrinhos de compra. Além disso, usuários não devem se deixar pressionar a tomar decisões de compra apressadas nem permitir que sites provoquem sentimentos de culpa.

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Você já experimentou carrapito? Conheça doce artesanal centenário feito no ES

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/05/2026 03:59

Espírito Santo Agronegócios Você já experimentou carrapito? Conheça doce artesanal centenário feito no ES Produzido por uma família no interior de Alfredo Chaves, Região Serrana do Espírito Santo, doce mantém tradição passada de geração em geração e já conquistou clientes até fora do país. Por André Afonso, g1 ES e TV Gazeta

A receita é centenária e resiste ao tempo no interior de Alfredo Chaves, na região Serrana do Espírito Santo.

Produzido de forma artesanal pela família Bravim, o doce desperta memórias afetivas e mantém viva uma tradição que já dura mais de um século.

A receita atravessou gerações da família de Adevaldo Valentin Bravim, mas só em 2018 passou a ser produzida de forma estruturada.

Feito com cana-de-açúcar, mamão verde e gengibre, o carrapito é uma receita centenária que resiste ao tempo no interior de Alfredo Chaves, na Região Serrana do Espírito Santo.

Produzido de forma artesanal pela família Bravim, o doce desperta memórias afetivas e mantém viva uma tradição que já dura mais de um século.

"Às vezes, tem pessoas assim: 'Nossa, eu comi o seu doce, eu lembrei do meu avô, lembrei do meu bisavô'. Antigamente, todo mundo fazia carrapito, mas foi se perdendo. Toda casa tinha alguém que fazia", conta a produtora rural Rosana Javarini Bravim.

A produção acontece uma vez por semana, na propriedade que fica em Vila Nova do Ribeirão. A receita atravessou gerações da família de Adevaldo Valentin Bravim, mas só em 2018 passou a ser produzida de forma estruturada, após adequações exigidas pela Vigilância Sanitária.

"Fui visitar outro produtor e vi a estrutura. Aí falei: 'Vou ter que construir uma igual'. E hoje está aqui preparadinha", contou Adevaldo.

Mesmo com a profissionalização, o processo continua totalmente manual e envolve apenas três pessoas da família.

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A produção começa ainda no dia anterior, com a colheita dos ingredientes. "Colhe na segunda para já começar cedo na terça, senão não dá conta fazer tudo num dia só", explicou Adevaldo.

O preparo é longo. O caldo de cana fica cerca de três horas fervendo antes de receber o mamão ralado e prensado. Depois, é preciso mexer a mistura por mais quatro horas no fogo até atingir o ponto ideal.

"Tem que aguentar, né? A gente cansa, mas tem que mexer. Pode parar não", disse Luciana Bravim, que ajuda na produção.

Atualmente, a família produz cerca de cinco tachos por semana, com aproximadamente 25 quilos cada, totalizando cerca de 300 bandejas. A demanda, no entanto, é maior do que a capacidade de produção.

Segundo a Prefeitura de Alfredo Chaves, a família Bravim é a única que ainda produz o carrapito na região. E o doce já ultrapassou fronteiras.

“Já teve gente levando para a Austrália. Também já teve encomenda para Santa Catarina”, contou Rosana.

Apesar das dificuldades, como a falta de mão de obra e o trabalho intenso, a família faz questão de manter a tradição.

"Faz pena deixar essa tradição perder. A gente já está ficando velho e é difícil outra pessoa começar, porque é muito trabalhoso", afirmou Adevaldo.

Rosana, por outro lado, não guarda segredo da receita. Pelo contrário, incentiva que outras pessoas aprendam.

Mesmo assim, ela reconhece que há algo difícil de reproduzir. "Quando a gente faz algo com amor, com carinho, tudo fica melhor".

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Empreendedor troca buggy por mergulho e fatura R$ 900 mil na Paraíba

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 09/05/2026 03:59

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Empreendedor troca buggy por mergulho e fatura R$ 900 mil na Paraíba Negócio em João Pessoa começou com aulas na piscina de casa e hoje leva turistas a recifes e naufrágios; empresa já tem barcos próprios e equipe de sete pessoas. Por PEGN

A ideia nasceu da relação antiga com o mar. Criado em cidade litorânea, Vitor teve no surf a primeira conexão com o oceano.

O primeiro passo veio com risco: Vitor vendeu o buggy — que era sua principal fonte de renda — para investir no novo negócio.

Hoje, a empresa conta com: 3 embarcações, 130 novos mergulhadores formados em 2025 e faturamento de cerca de R$ 900 mil.

O que começou com dois cilindros de mergulho e aulas improvisadas na piscina de casa se transformou em um negócio que hoje movimenta centenas de milhares de reais por ano.

Em João Pessoa, na Paraíba, o empreendedor Vitor Freire criou uma escola de mergulho que une turismo e formação profissional — e levou o faturamento a cerca de R$ 900 mil em 2025.

A ideia nasceu da relação antiga com o mar. Criado em cidade litorânea, Vitor teve no surf a primeira conexão com o oceano. Mas foi durante a faculdade de Turismo, ao participar de um projeto sobre naufrágios, que encontrou o que viraria sua profissão.

“Respirei pela primeira vez embaixo d’água, voltei para a superfície e pensei: preciso trabalhar com isso”, conta.

Ainda estudante, ele começou a trabalhar como guia turístico, levando visitantes para piscinas naturais e passeios de buggy. A experiência ajudou a criar rede de contatos no setor e abriu caminho para o empreendedorismo.

O primeiro passo veio com risco: Vitor vendeu o buggy — que era sua principal fonte de renda — para investir no novo negócio. Com cerca de R$ 14 mil, comprou dois equipamentos de mergulho: um para ele e outro para o cliente.

No início, só conseguia atender uma pessoa por vez. Com o tempo, a operação ganhou escala. Linhas de crédito ajudaram na expansão, que incluiu novos equipamentos, embarcações e equipe.

50 cilindros de mergulho;25 conjuntos completos de equipamentos;3 embarcações próprias;7 funcionários.

A estratégia de crescimento incluiu parcerias com hotéis e divulgação nas redes sociais, focando principalmente turistas que visitam o litoral paraibano.

A escola oferece desde o “batismo de mergulho”, voltado a iniciantes, até cursos completos de formação. Os valores variam:

Em 2025, o negócio formou 130 novos mergulhadores. Para muitos alunos, a atividade começa como lazer, mas pode se tornar uma ferramenta profissional. É o caso de Yan Moisés, estudante de medicina, que decidiu avançar na formação.

“Comecei pelo básico e fui evoluindo. Hoje faço curso de resgate, e isso agrega muito à minha carreira”, diz Yan Moisés.

Além das aulas, a empresa organiza passeios em alto-mar para regiões de recifes e naufrágios — um nicho crescente dentro do turismo de experiência.

O investimento em três embarcações, que somam cerca de R$ 370 mil, permitiu ampliar o alcance das atividades e atender grupos maiores.

A expansão também impactou a equipe. Profissionais como o capitão Madgiel Soares, de família de pescadores, passaram a ter uma rotina mais estável.

O negócio segue em crescimento. Vitor prepara o lançamento de uma marca de roupas para mergulho e planeja expandir as operações com viagens para outros destinos — inclusive internacionais.

“O mergulho é um mercado muito abrangente. Dá para fazer muita coisa”, afirma. O objetivo é ambicioso: levar a experiência para diferentes partes do mundo. “Quero chegar a todos os continentes”, diz.

📍 Endereço: Av. Nego, 96 – Sala 112 – Tambaú – João Pessoa – PB, 58039-100📞 Telefone: (83) 99676-0806🌐 Site: www.papuanmergulho.com.br / www.papuan.com.br📧 E-mail: papuanmergulho@gmail.com📘 Facebook: https://www.facebook.com/p/Papuan-Mergulho-e-Turismo📸 Instagram: https://www.instagram.com/papuanmergulho

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Chefes padrão ‘Diabo Veste Prada’ estão de volta? Empresas endurecem regras e sinalizam nova era de controle

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/05/2026 02:49

Trabalho e Carreira Chefes padrão 'Diabo Veste Prada' estão de volta? Empresas endurecem regras e sinalizam nova era de controle Especialistas explicam como discussões sobre saúde mental, reputação e produtividade mudaram a forma de enxergar chefes autoritários e por que empresas voltam a reforçar hierarquias. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Debates sobre burnout, saúde mental e assédio mudaram a forma como empresas enxergam chefes e relações de trabalho.

Redes sociais, pressão reputacional e canais de denúncia aumentaram a cobrança sobre empresas e lideranças abusivas.

Mesmo assim, grandes companhias voltaram a endurecer regras, ampliar o controle e reforçar hierarquias no pós-pandemia.

Especialistas avaliam que o futuro do trabalho deve exigir líderes capazes de equilibrar produtividade, confiança e bem-estar.

Estar disponível a qualquer hora do dia. Buscar cafés, carregar casacos, resolver problemas pessoais da chefe. Aceitar broncas públicas, cumprir ordens impossíveis e até correr atrás de um manuscrito inédito do novo livro de Harry Potter em menos de 24 horas.

👠 Em 2006, tudo isso apareceu nas telas em O Diabo Veste Prada, filme que retrata os bastidores de uma revista de moda nos Estados Unidos. No centro da história está Miranda Priestly, a (nem tão) fictícia editora-chefe, conhecida por comandar a equipe com exigências extremas, frieza e humilhações públicas.

Na época, muitas dessas cenas foram recebidas com fascínio. Em vez de provocar indignação coletiva, ajudaram a transformar Miranda em um símbolo aspiracional de liderança corporativa.

Para muita gente, ela representava um ideal de sucesso. Era inacessível e exigente. Características admiradas justamente por sua capacidade de liderar pelo medo.

"Ser 'workaholic' era romantizado (…) Durante muito tempo existiu a crença de que a pressão extrema gerava excelência, mas hoje as empresas entenderam que performance depende de uma cultura saudável", explica Tatiana Marzullo, fundadora do 'Salto Alto', programa focado em liderança feminina.

⚠️ Antes de continuar a leitura, vale o aviso: esta reportagem contém spoilers de O Diabo Veste Prada 2, sequência lançada em abril. O principal deles é que o mundo corporativo que transformou Miranda Priestly em ícone do sucesso profissional já não existe da mesma forma.

Na continuação do filme, Miranda continua respeitada, mas deixa de ser intocável. Pela primeira vez, a personagem enfrenta denúncias internas feitas por funcionários à diretoria. Seu comportamento deixa de ser tratado como "parte do jogo' e passa a ser questionado.

Mudanças sutis ganham força simbólica. O gesto clássico de jogar o casaco sobre a mesa da assistente desaparece. Agora, é a própria Miranda quem o pendura.

Essa nova versão da personagem surge em um mundo do trabalho atravessado por debates que eram bem menos visíveis há duas décadas: saúde mental, burnout, assédio moral, riscos psicossociais, equilíbrio entre vida pessoal e profissional, programas de conformidade e canais formais de denúncia.

Hoje, comportamentos antes vistos como prova de comprometimento passaram a ser interpretados como possíveis violações das leis trabalhistas.

“Com o tempo, o burnout deixou de ser tratado como fragilidade individual e passou a ser entendido como reflexo de culturas organizacionais adoecidas”, diz Tatiana.

Não por acaso, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) usou Miranda Priestly em uma publicação nas redes sociais para exemplificar situações que podem configurar abusos no ambiente profissional. A publicação alcançou mais de 50 mil curtidas no Instagram.

Mas, se o cinema e parte das empresas parecem rever os excessos do passado, o cenário corporativo real está longe de seguir uma trajetória linear.

🚩 Enquanto a ficção revisita Miranda sob o filtro da responsabilização, grandes empresas dão sinais de endurecimento nas relações de trabalho.

Uma reportagem recente da Bloomberg aponta uma retomada da lógica de "comando e controle" dentro das empresas, com menos flexibilidade, mais supervisão e regras internas mais rígidas.

Esse movimento aparece em diferentes frentes: retorno obrigatório ao trabalho presencial, intensificação do monitoramento da produtividade, redução de políticas flexíveis e até códigos de vestimenta mais restritivos.

Empresas como Target e Starbucks, por exemplo, passaram a limitar estampas, cores e elementos visuais usados por funcionários nas lojas.

➡️ Diante desse cenário, a pergunta que fica é: o estilo de liderança de Miranda Priestly saiu de moda ou o mundo corporativo apenas encontrou novas formas de exercer controle?

A transformação do ambiente corporativo nas últimas duas décadas não aconteceu por acaso. Ela foi impulsionada por mudanças culturais, geracionais, tecnológicas e econômicas que alteraram a forma como os trabalhadores enxergam carreira, sucesso e qualidade de vida.

Segundo as especialistas ouvidas pelo g1, o modelo de liderança representado por Miranda começou a perder força quando profissionais passaram a questionar padrões que, por muito tempo, foram tratados como normais dentro das empresas.

Nos anos 2000, jornadas exaustivas, disponibilidade constante e chefes agressivos eram frequentemente vistos como parte inevitável do crescimento profissional. Em muitos setores, sofrer no trabalho funcionava quase como uma prova de comprometimento.

Mariana Laselva, especialista em lideranças, avalia que esse comportamento estava ligado a um contexto em que a estabilidade profissional era prioridade absoluta.

“Independentemente do que você enfrentasse no ambiente de trabalho, a lógica era: você não pode perder seu emprego”, afirma. “O padrão de abuso ficava muito naturalizado.”

Ao longo dos anos, porém, essa lógica começou a mudar. O avanço das discussões sobre saúde mental teve papel importante nesse processo.

Temas como burnout, ansiedade, depressão e assédio moral deixaram de ser tratados como fragilidade individual ou falta de dedicação e passaram a ser reconhecidos como questões legítimas de saúde e gestão, pontua Tatiana.

"Quanto mais eu me conheço, menos eu tolero determinadas situações", diz a especialista.

A pandemia acelerou ainda mais essa transformação. A imposição do trabalho remoto, o isolamento social e a sobreposição entre vida pessoal e profissional levaram muitas pessoas a repensar limites, prioridades e relações de trabalho.

📢 As mudanças vieram acompanhadas de uma pressão crescente sobre as empresas. Se antes comportamentos abusivos podiam ficar restritos aos bastidores corporativos, hoje funcionários contam com redes sociais, plataformas de avaliação e canais públicos para expor experiências negativas.

Segundo as duas especialistas, foi essa combinação entre maior conscientização dos trabalhadores e medo de danos à reputação que levou empresas a fortalecer áreas de compliance, criar canais de denúncia e revisar políticas internas relacionadas a assédio, ética corporativa e saúde mental.

Ou seja, não se trata apenas de altruísmo empresarial. Além do risco jurídico e de imagem, as organizações passaram a perceber impactos financeiros concretos provocados por ambientes tóxicos, como afastamentos por burnout, aumento da rotatividade, perda de talentos e queda de produtividade.

Esse movimento também mudou a própria ideia do que significa liderar. Se há 20 anos competência técnica e cobrança extrema bastavam para legitimar um chefe, hoje as empresas passaram a exigir habilidades ligadas à inteligência emocional, capacidade de escuta, desenvolvimento de equipes e construção de confiança.

"A régua da liderança atual ficou mais alta porque ela inclui humanidade (…) A pressão sobre o líder hoje não é apenas por resultados. É também por coerência”, afirma Tatiana.

"Você não é melhor do que ninguém por estar em uma posição de liderança (…) Somos todos adultos. Não é preciso maltratar ninguém', diz.

🤔 Mas, se o mundo corporativo mudou tanto nos últimos 20 anos, por que tantas empresas parecem voltar a endurecer regras e retomar estruturas mais rígidas de comando?

Depois de anos defendendo flexibilidade, autonomia e ambientes mais horizontais, grandes companhias passaram a reforçar hierarquias, ampliar mecanismos de supervisão e reduzir liberdades concedidas aos funcionários no pós-pandemia.

De acordo com uma reportagem recente da Bloomberg, lideranças estariam vivendo uma era de retomada do modelo de “comando e controle”.

A Target, segunda maior rede de lojas de departamento dos Estados Unidos, endureceu regras sobre aparência e vestimenta dos funcionários. Agora, eles não podem mais usar bermudas e, se um cliente estiver a até três metros, a orientação é sorrir.

Já a Starbucks passou a reforçar padrões visuais mais rígidos para atendentes, limitando estampas, logotipos e cores fora do padrão definido pela empresa.

Segundo a análise publicada pela Bloomberg, as mudanças vão além da roupa. Elas refletem uma tentativa das empresas de reafirmar autoridade em um momento de pressão econômica, insegurança corporativa e perda do poder de barganha dos trabalhadores.

Esse movimento também aparece no retorno obrigatório ao trabalho presencial, na intensificação do monitoramento da produtividade e no aumento da vigilância sobre funcionários.

Uma pesquisa da WeWork, feita com quase 2 mil trabalhadores brasileiros, mostrou que 63% dos entrevistados atuam de forma presencial — e, para a maioria (79%), isso não é uma escolha, mas uma exigência.

Para Mariana Laselva, porém, é importante evitar análises simplistas. Na avaliação dela, o controle sempre existiu dentro das empresas. O que muda são as ferramentas e a forma como ele se manifesta.

“O controle não necessariamente tem uma única forma”, afirma. “Você passa de uma relação baseada na confiança para uma relação baseada no controle.”

Ela avalia que parte desse endurecimento está ligada à insegurança de lideranças que acreditam ter perdido a capacidade de supervisão durante os anos de maior flexibilização do trabalho remoto.

Ao mesmo tempo, Mariana ressalta que nem toda retomada do presencial representa automaticamente uma volta ao modelo “Miranda Priestly”.

Em alguns setores, a convivência física continua tendo valor estratégico para troca de conhecimento, formação de equipes e construção de vínculos profissionais.

Tatiana Marzullo faz uma leitura semelhante. Para ela, muitas empresas perceberam queda de produtividade, enfraquecimento da cultura organizacional e dificuldades de gestão após as mudanças aceleradas impostas pela pandemia.

"Vejo esse movimento mais como um ajuste do que como uma regressão", afirma. Ainda assim, ela alerta para uma diferença importante entre reorganizar processos e retomar culturas baseadas no medo.

Segundo Tatiana, empresas que ignorarem completamente os aprendizados dos últimos anos correm o risco de repetir modelos que já demonstraram impactos negativos na saúde mental, na retenção de talentos e na produtividade.

"As empresas mais inteligentes serão aquelas capazes de equilibrar alta performance com autonomia, confiança e bem-estar”" diz.

Na prática, o que especialistas observam é que o mundo corporativo atual vive uma espécie de disputa entre dois modelos de liderança.

De um lado, empresas pressionadas por produtividade, resultados financeiros e eficiência operacional. De outro, trabalhadores que passaram a valorizar mais equilíbrio, flexibilidade, saúde emocional e relações menos hierárquicas.

Ou seja, para Tatiana e Mariana, as lideranças que tendem a prevalecer no mercado são aquelas capazes de conciliar essas duas dimensões.

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Vaca superfértil no MT produz 12 vezes mais células reprodutivas que uma fêmea comum

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/05/2026 02:49

GLOBO RURAL Vaca superfértil no MT produz 12 vezes mais células reprodutivas que uma fêmea comum O animal produziu recorde de 724 oócitos viáveis durante uma única coleta. O normal é entre 10 e 60. Por Globo Rural

Uma vaca bateu recorde de fertilidade no Mato Grosso, ao atingir cerca de 12 vezes mais células reprodutivas do que normalmente acontece entre fêmeas da espécie.

O animal produziu 724 oócitos viáveis em uma única coleta. Normalmente, uma vaca produz entre 10 e 60 oócitos.

Os oócitos são as células reprodutivas das fêmeas bovinas. Eles são usados para formar embriões no processo de fertilização in vitro.

Uma vaca bateu recorde de fertilidade no Mato Grosso, ao atingir cerca de 12 vezes mais células reprodutivas do que normalmente acontece entre fêmeas da espécie.

O animal produziu 724 oócitos viáveis em uma única coleta. Normalmente, uma vaca produz entre 10 e 60 oócitos.

🔎 Os oócitos são as células reprodutivas das fêmeas bovinas. Eles são usados para formar embriões no processo de fertilização in vitro.

Na prática, isso permite produzir mais embriões de alto padrão genético em laboratório. Com isso, o melhoramento do rebanho pode acontecer mais rapidamente.

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