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Vendas de carros na China caem pelo sétimo mês seguido; marcas chinesas buscam novos mercados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 12:50

Carros Vendas de carros na China caem pelo sétimo mês seguido; marcas chinesas buscam novos mercados Concorrência acirrada e queda nas vendas internas levam montadoras chinesas a ampliar presença global, enquanto marcas tradicionais correm para não perder espaço na corrida dos carros elétricos. Por Redação g1 — São Paulo

As vendas de automóveis na China caíram em abril pelo sétimo mês seguido, aumentando a pressão sobre as montadoras do país.

Segundo dados da Associação de Carros de Passageiros da China, as vendas recuaram 21,6% em relação ao mesmo período do ano passado, para 1,4 milhão de veículos no mês passado.

O setor automotivo vive um momento de forte transformação global, puxado principalmente pelo avanço das montadoras chinesas de carros elétricos e híbridos.

Na China, a concorrência ficou tão intensa que empresas como a BYD passaram a enfrentar queda nas vendas internas, redução de lucro e pressão sobre preços, mesmo liderando o mercado de veículos elétricos no mundo.

Com o mercado chinês mais disputado e os consumidores comprando menos carros, as montadoras do país têm buscado crescer no exterior.

As vendas de automóveis na China caíram em abril pelo sétimo mês seguido, aumentando a pressão sobre as montadoras do país, que têm buscado expandir sua presença no exterior para compensar a forte concorrência no mercado interno. As informações foram divulgadas pela agência de notícias Reuters.

Segundo dados da Associação de Carros de Passageiros da China, as vendas recuaram 21,6% em relação ao mesmo período do ano passado, para 1,4 milhão de veículos no mês passado.

O setor automotivo vive um momento de forte transformação global, puxado principalmente pelo avanço das montadoras chinesas de carros elétricos e híbridos.

Na China, a concorrência ficou tão intensa que empresas como a BYD passaram a enfrentar queda nas vendas internas, redução de lucro e pressão sobre preços, mesmo liderando o mercado de veículos elétricos no mundo.

🔎Em abril, a BYD registrou sua maior queda de lucro trimestral em seis anos. O lucro líquido da montadora no primeiro trimestre despencou 55,4% em relação ao mesmo período do ano passado, para 4,1 bilhões de yuans (US$ 599,46 milhões), após já ter recuado 38,2% no trimestre anterior, segundo os dados divulgados pela empresa.

Com o mercado chinês mais disputado e os consumidores comprando menos carros, as montadoras do país têm buscado crescer no exterior.

A BYD, por exemplo, aposta na expansão internacional, em novas tecnologias de carregamento rápido e na produção fora da China para manter o ritmo de crescimento.

Esse avanço das chinesas também tem pressionado fabricantes tradicionais da Europa e de outros países. A Renault, por exemplo, anunciou um plano para acelerar a eletrificação da sua linha e aumentar as vendas fora da Europa até 2030.

A estratégia inclui mais carros híbridos e elétricos para competir diretamente com marcas chinesas além da BYD, como GWM e Chery, conhecidas pelos preços mais baixos e pela rápida expansão global.

Na primeira semana de maio, a Stellantis, dona da marca Fiat, e a chinesa Leapmotor anunciaram que planejam iniciar a produção conjunta de automóveis na Europa.

A fábrica da Stellantis em Zaragoza, Espanha, vai produzir um SUV elétrico inédito da Opel. Na mesma linha de produção será feito o Leapmotor B10 ainda em 2026.

Produção do SUV Lepamotor B10 na fábrica da Stellantis em Zaragoza, Espanha. A fábrica de Figueruelas já monta o Peugeot 208 e o Lancia Ypsilon, outras marcas do grupo. A parceria na fábrica vai dar vida a um novo SUV elétrico da marca Opel previsto para 2028.Compras em conjunto. Stellantis e Leapmotor pretendem fazer compras com fornecedores em parceria. A medida busca baixar custos e ganhar escala. A medida, segundo Stellantis, vai promover preços competitivos pelo ecossistema chinês para carros eletrificados. Além de aproveitar as capacidades da cadeia de fornecedores da Europa.Um novo modelo da Leapmotor deve passar a ser produzido na fábrica de Villaverde, em Madrid. A medida deve garantir o futuro da planta, que já sabe que vai deixar de produzir o Citroën C4. O novo carro da Leapmotor deve chegar em 2028. Existe a possibilidade da fábrica passar a ser controlada pela LPMI e não mais pela Stellantis.

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Elon Musk e Tim Cook devem se juntar a Trump na Cúpula com Xi, na China, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 12:50

Tecnologia Elon Musk e Tim Cook devem se juntar a Trump na Cúpula com Xi, na China, diz agência Encontro tem objetivo de fechar uma série de acordos comerciais e contratos de compra entre os dois países. Outros empresários do setor de tecnologia também devem comparecer. Por Redação g1

A Casa Branca convidou Elon Musk, da Tesla, e Tim Cook, da Apple, para acompanharem o presidente Donald Trump em sua viagem à China esta semana, informou a Bloomberg News na segunda-feira (11), citando uma fonte oficial.

O grupo de mais de uma dúzia de executivos de alto escalão acompanhará Trump em uma visita que o presidente americano espera que desbloqueie uma série de acordos comerciais e contratos de compra entre os dois países.

Segundo a Bloomberg, estarão lá David Solomon, do Goldman Sachs Group, Stephen Schwarzman, da Blackstone, Larry Fink, da BlackRock, Jane Fraser, do Citigroup, e Dina Powell McCormick, da Meta Platforms.

A China informou que Trump fará uma visita de Estado de 13 a 15 de maio, de acordo com a agência de notícias oficial Xinhua.

A Casa Branca convidou Elon Musk, da Tesla, e Tim Cook, da Apple, para acompanharem o presidente Donald Trump em sua viagem à China esta semana, informou a Bloomberg News na segunda-feira (11), citando uma fonte oficial.

O grupo de mais de uma dúzia de executivos de alto escalão acompanhará Trump em uma visita que o presidente americano espera que desbloqueie uma série de acordos comerciais e contratos de compra entre os dois países, informou a reportagem.

Outros nomes também foram citados para compor a delegação de Trump durante o encontro com Xi Jinping. Segundo a Bloomberg, estarão lá:

David Solomon, do Goldman Sachs Group;Stephen Schwarzman, da Blackstone;Larry Fink, da BlackRock; Jane Fraser, do Citigroup;Dina Powell McCormick, da Meta;Larry Culp, da General Electric Co;Brian Sikes, da Cargill;Chuck Robbins, da Cisco;Sanjay Mehrotra, da Micron Technology;Cristiano Amon, da Qualcomm;Ryan McInerney, da Visa;Michael Miebach, do Mastercard;Jacob Thaysen, da Illumina;Jim Anderson, da Coherent.

A China informou que Trump fará uma visita de Estado de 13 a 15 de maio, de acordo com a agência de notícias oficial Xinhua.

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Tesouro Reserva: veja as vantagens do novo título e o que considerar antes de investir

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,01%Dólar TurismoR$ 5,0960,04%Euro ComercialR$ 5,7670,02%Euro TurismoR$ 6,013-0,02%B3Ibovespa182.681 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,01%Dólar TurismoR$ 5,0960,04%Euro ComercialR$ 5,7670,02%Euro TurismoR$ 6,013-0,02%B3Ibovespa182.681 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,01%Dólar TurismoR$ 5,0960,04%Euro ComercialR$ 5,7670,02%Euro TurismoR$ 6,013-0,02%B3Ibovespa182.681 pts-0,78%Oferecido por

Aplicação mínima é de R$ 1, com possibilidade de investir e resgatar recursos a qualquer hora, todos os dias da semana, inclusive via PIX.

Por ser um título público, o Tesouro Reserva é visto como uma das alternativas mais seguras da renda fixa.

Investimentos privados podem pagar mais em juros altos, mas costumam exigir prazos maiores ou aceitar mais condições.

Custos ainda não estão totalmente definidos e oscilações no valor do extrato exigem atenção de quem pretende usar o dinheiro em breve.

Tesouro Reserva: Tesouro Nacional lança novo investimento que poderá ser negociado 24 horas por dia

O lançamento do Tesouro Reserva reacende uma dúvida comum entre investidores conservadores: vale mais a pena investir em títulos públicos ou em produtos oferecidos por bancos e plataformas digitais?

Apresentado como uma alternativa à poupança, aos CDBs e às chamadas “caixinhas”, o novo título do Tesouro Direto chama a atenção não apenas pela rentabilidade, mas principalmente pela forma como combina segurança com praticidade — dois fatores decisivos para quem busca aplicações de curto prazo.

Um dos principais diferenciais do Tesouro Reserva está na facilidade de uso. O investidor pode aplicar a partir de R$ 1, resgatar o dinheiro a qualquer momento e contar com transferências via PIX, todos os dias da semana.

A ideia, segundo o governo, é tornar o acesso aos títulos públicos tão simples quanto o dos produtos mais populares dos aplicativos bancários.

“Isso aproxima o Tesouro Direto da experiência que hoje o investidor já encontra nas fintechs [bancos e plataformas digitais]”, avalia Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

Do ponto de vista da segurança, o Tesouro Reserva segue a lógica dos demais títulos públicos. Ao investir nesse tipo de aplicação, o poupador “emprestará” dinheiro ao governo federal.

🔎 Por isso, o risco de não receber de volta o valor aplicado é considerado mais baixo do que em produtos emitidos por instituições financeiras privadas.

Essa característica, somada à possibilidade de resgatar os recursos rapidamente, faz do novo título uma alternativa especialmente interessante para a reserva de emergência — o dinheiro guardado para cobrir despesas inesperadas, como problemas de saúde, consertos ou perda de renda.

Para Marcos Praça, essa combinação é justamente o principal atrativo do produto. Segundo ele, o Tesouro Reserva tende a ser uma opção competitiva para esse tipo de objetivo, por reunir segurança, rapidez no saque e previsibilidade.

“Em um ambiente de juros ainda altos no Brasil, produtos atrelados à Selic continuam muito atrativos para o investidor conservador”, afirma.

Como o rendimento acompanha a taxa básica de juros, o investidor consegue ter uma referência mais clara de como o dinheiro tende a evoluir ao longo do tempo, sem precisar acompanhar oscilações mais complexas do mercado.

Apesar dessas vantagens, o Tesouro Reserva ele não necessariamente será a aplicação com maior rentabilidade disponível no mercado.

Com a taxa Selic em 14,5% ao ano, o Brasil vive um período de juros elevados, cenário em que as aplicações de renda fixa tendem a se tornar mais atrativas.

Nesse contexto, bancos e corretoras costumam aumentar a remuneração de produtos como os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) para atrair o dinheiro dos investidores.

🛡️ Esses investimentos privados contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que assegura até R$ 250 mil por CPF e por instituição em caso de problemas com o banco emissor. 🏛️ Diferentemente deles, os títulos do Tesouro Direto, como o Tesouro Reserva, não têm cobertura do FGC, pois não são produtos bancários. Nesse caso, a garantia vem do próprio governo federal.

Na prática, isso significa que algumas aplicações privadas podem, sim, render mais do que os títulos do Tesouro.

“O desafio será competir com o retorno de CDBs, LCIs e LCAs, que muitas vezes são mais atrativos e não têm taxas”, afirma Edson Mendes, sócio-fundador da Private Investimentos.

Por outro lado, esse retorno maior dos títulos privados costuma vir acompanhado de exigências adicionais.

Em muitos casos, o investidor precisa aceitar prazos mais longos para resgatar o dinheiro ou lidar com regras mais restritas, o que exige atenção antes de aplicar.

“Em relação aos custos, a B3 ainda não divulgou qual será a taxa. Atualmente, os títulos do Tesouro Direto têm taxa próxima de 0,20% ao ano, cobrada em duas parcelas semestrais. No caso do Tesouro Reserva, isso ainda não está claro”, acrescenta Mendes.

Isso significa que o investidor precisará comparar não apenas quanto cada aplicação promete render, mas também os custos envolvidos e a facilidade para acessar o dinheiro quando necessário.

Como qualquer investimento do Tesouro Direto, o Tesouro Reserva também está sujeito à tabela regressiva do Imposto de Renda aplicada aos investimentos de renda fixa.

Nesse modelo, a alíquota começa em 22,5% para aplicações de até 180 dias e cai gradualmente até 15% para investimentos mantidos por mais de dois anos. Junto ao IR, também há cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em caso de resgate nos primeiros 30 dias da aplicação. Após esse período, o imposto deixa de ser aplicado.

Em termos simples, isso significa que o valor mostrado no extrato pode variar ao longo do tempo, mesmo que o investimento continue seguindo normalmente.

Governo lança o Tesouro Reserva, novo investimento com aplicação a partir de R$ 1 — Foto: Cacá Trovó/EPTV

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Novo Tiguan: tudo que você precisa saber sobre a terceira geração do SUV mais vendido da VW no mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:50

Agro Volkswagen Especial Publicitário Novo Tiguan: tudo que você precisa saber sobre a terceira geração do SUV mais vendido da VW no mundo Com design sofisticado e o motor mais potente da história do modelo no país, o novo Tiguan combina conforto, tecnologia, segurança e performance para elevar a experiência ao dirigir Por Volkswagen

O que você faria se tivesse um SUV à sua altura? É essa a provocação que faz o novo Tiguan, que chega ao Brasil em maio de 2026, como uma das principais apostas da Volkswagen no segmento de SUVs premium.

Com uma proposta que combina sofisticação, tecnologia e desempenho, o modelo foi desenvolvido para acompanhar diferentes momentos do dia a dia: da rotina nas cidades às viagens em estrada.

E quando o assunto é performance, o modelo vai além. São 272 cv de potência e 35,7 kgfm de torque, aliados à tração integral 4Motion, que garantem uma condução estável, eficiente e adaptada a diferentes condições de uso.

Além disso, o modelo se destaca pelo design renovado, e pelo pacote tecnológico voltado à assistência, à condução e às facilidades no dia a dia. O resultado é um SUV pensado para quem busca uma experiência mais completa ao dirigir, com soluções que tornam cada trajeto mais simples, confortável e intuitivo.

O novo Tiguan traz um visual atualizado, com linhas mais marcantes e uma identidade luminosa que reforça sua presença nas ruas. As rodas aro 19”, os faróis full LED Matrix e a assinatura em LED na dianteira e na traseira contribuem não só para a estética, mas também para uma condução mais segura e eficiente em diferentes condições.

Equipado com o motor 350 TSI 2.0 Turbo, o Tiguan entrega 272 cv de potência e 35,7 kgfm de torque: números que reforçam sua posição como o modelo mais potente da história da linha no Brasil. A tração integral 4Motion e a suspensão Multilink completam o conjunto, oferecendo estabilidade, controle e desempenho tanto na cidade quanto na estrada.

A tração, com sistema Haldex, trabalha de forma independente, reconhecendo o terreno e adaptando a entrega de potência de acordo com o escorregamento das rodas, sem a necessidade de ação do motorista. Isso permite que o Novo Tiguan também ofereça o Assistente de Descidas, que utiliza um sistema para descida de ladeiras íngremes de forma segura e controlada.

Além disso, a forma como o carro se comporta pode ser configurada entre seis modos de condução disponíveis: Eco, Normal, Sport, Individual, Snow e Off-road. O modo Off-road recebe ainda uma visualização a mais na central multimídia com altitude, ângulo das rodas e inclinação para maior controle em trilhas ou situações fora de estrada mais severas.

Assim como toda a família de SUVs da Volkswagen, o Novo Tiguan é cinco estrelas nos testes do Latin NCAP e entrega mais de 12 sistemas ativos de ADAS.

O modelo reúne sistemas avançados de assistência à condução que ampliam a segurança e facilitam o dia a dia ao volante. Entre os destaques estão o Park Assist Plus, que pode assumir direção, aceleração e frenagem em manobras, o Travel Assist e o ACC Stop & Go, além do detector de ponto cego e do Exit Warning System.

A central multimídia de 15” e o painel digital de 10,25” criam um ambiente tecnológico e intuitivo, com informações acessíveis e personalizáveis. Recursos como o Kessy Advanced, que reconhece a aproximação da chave para destravar o veículo, reforçam a proposta de uma experiência fluida e sem fricções.

Inédito em um Tiguan, a alavanca de câmbio agora cede espaço no console para o Seletor de Experiências, que permite o controle do volume, a troca dos modos de condução e as novas experiências da cabine. A troca de marchas passa a ser feita pela manopla atrás do volante, assim como nos modelos ID. da Volkswagen.

O interior do Tiguan foi projetado para oferecer bem-estar em todos os detalhes. Os bancos com ventilação e função de massagem, o ar-condicionado de três zonas e o acabamento refinado elevam o nível de conforto.

Da cabine, também é possível controlar a abertura do teto solar panorâmico pelos controles sensíveis ao toque no plafon de teto e a abertura da tampa elétrica do porta-malas com função Easy Open & Close, passando o pé na parte interior do para-choque traseiro pelo botão posicionado na porta do motorista.

Além dos sistemas de assistência, o modelo também contará com condições especiais para blindagem, ampliando as possibilidades para quem busca ainda mais proteção no dia a dia, sem abrir mão da experiência premium.

O novo Tiguan chega ao mercado brasileiro como um modelo pensado para quem busca mais praticidade no dia a dia, sem abrir mão de uma experiência sofisticada ao dirigir. Conheça mais sobre o SUV à altura da sua história.

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Piqué é multado em 200 mil euros na Espanha por uso de informação privilegiada

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,889-0,12%Dólar TurismoR$ 5,093-0,03%Euro ComercialR$ 5,763-0,06%Euro TurismoR$ 6,011-0,05%B3Ibovespa182.648 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 4,889-0,12%Dólar TurismoR$ 5,093-0,03%Euro ComercialR$ 5,763-0,06%Euro TurismoR$ 6,011-0,05%B3Ibovespa182.648 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 4,889-0,12%Dólar TurismoR$ 5,093-0,03%Euro ComercialR$ 5,763-0,06%Euro TurismoR$ 6,011-0,05%B3Ibovespa182.648 pts-0,79%Oferecido por

O regulador do mercado financeiro da Espanha, a Comisión Nacional del Mercado de Valores (CNMV), multou o ex-jogador Gerard Piqué por usar informações confidenciais para lucrar na bolsa de valores.

Segundo a investigação, Piqué recebeu antecipadamente a informação de que a empresa Atrys Health, empresa espanhola da área de saúde e tecnologia médica, planejava comprar a Aspy Global Services, outra empresa do setor.

Esse tipo de dado costuma influenciar o preço das ações, mas ainda não havia sido divulgado ao mercado.

Sngundo informações da Reuters, antes da notícia se tornar pública, Piqué comprou mais de 100 mil ações da Aspy.

Dois dias depois, quando a negociação foi anunciada oficialmente, os papéis da empresa subiram de valor. Com isso, ele vendeu as ações e teria obtido um lucro estimado em cerca de 45,8 mil euros (cerca de R$ 264 mil).

🔎Para o regulador espanhol, isso configura uso de informação privilegiada — prática considerada ilegal porque dá vantagem a quem negocia ações com base em dados que o restante do mercado ainda desconhece.

O empresário Francisco José Elias, apontado como responsável por compartilhar a informação confidencial, também foi punido.

Piqué recebeu multa de 200 mil euros, enquanto Elias foi multado em 100 mil euros. Apesar da decisão administrativa ser definitiva, ambos ainda podem recorrer à Justiça espanhola.

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CEO da Microsoft vai depor sobre seu papel na fundação da OpenAI

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:01

Tecnologia CEO da Microsoft vai depor sobre seu papel na fundação da OpenAI Bilionário acusa a OpenAI de abandonar missão sem fins lucrativos; julgamento pode impactar planos de abertura de capital da empresa e corrida global da IA. Por France Presse

O CEO da Microsoft, Satya Nadella, depôs nesta segunda-feira (11) em um julgamento nos EUA que envolve a OpenAI e o bilionário Elon Musk.

Musk acusa a OpenAI de abandonar sua missão original sem fins lucrativos após receber bilhões de dólares em investimentos da Microsoft.

Os advogados de Musk tentam provar que a Microsoft sabia que ajudaria a transformar a startup em um negócio altamente lucrativo ao investir US$ 1 bilhão em 2019.

O caso pode afetar os planos de abertura de capital da OpenAI e impactar a disputa global por liderança em inteligência artificial contra empresas como Google e Anthropic.

Sam Altman, então CEO da OpenAI, e Satya Nadella, CEO da Microsoft, durante a conferência OpenAI DevDay, em 6 de novembro de 2023 — Foto: AP Photo/Barbara Ortutay

O CEO da Microsoft, Satya Nadella, foi convocado a depor nesta segunda-feira (11) no julgamento nos Estados Unidos contra a OpenAI e a explicar se sua empresa financiou a transformação da desenvolvedora do ChatGPT em uma gigante da inteligência artificial com fins lucrativos.

O depoimento de Nadella precederá o do CEO da OpenAI, Sam Altman, cujo interrogatório – provavelmente na terça-feira ou na quarta-feira – será uma das etapas finais de um julgamento diante de um júri federal na Califórnia.

Elon Musk processou a OpenAI, acusando a empresa de trair sua missão original e de desviar suas doações, de 38 milhões de dólares (R$ 188,9 milhões), para construir um império avaliado em mais de 850 bilhões de dólares (R$ 4,23 trilhões).

O processo expôs disputas internas entre engenheiros, investidores e executivos do Vale do Silício nos anos anteriores ao lançamento do ChatGPT, em 2022.

O fundador da Tesla e da SpaceX exige que a OpenAI retorne a seu status original de organização sem fins lucrativos. Se isso acontecer, a medida afetaria sua posição na corrida global de inteligência artificial contra Anthropic, Google e a chinesa DeepSeek.

A OpenAI afirma que Musk se retirou voluntariamente após não conseguir o controle majoritário da empresa. Depois, ele se tornou concorrente direto da companhia por meio da xAI, com a qual desenvolveu a IA Grok.

A juíza Yvonne González Rogers dará a decisão definitiva sobre a responsabilidade e eventuais indenizações, após o veredicto de um júri "consultivo". Se ela decidir a favor de Musk, a abertura de capital da OpenAI, planejada para este ano, ficaria em dúvida.

Nesta segunda-feira, os advogados de Musk tentarão convencer o júri de que a Microsoft, ao investir na OpenAI em 2019, sabia que contribuía para desviar uma fundação sem fins lucrativos de seu propósito original.

Para isso, eles usarão e-mails da Microsoft de 2018, revelados recentemente, para demonstrar que a gigante de tecnologia só investiu quando vislumbrou a possibilidade de obter retornos.

Nos e-mails, Nadella consultou seus executivos sobre um desconto concedido à OpenAI para usar a potência computacional do Azure, plataforma de computação em nuvem da Microsoft.

"Em geral, não sei que pesquisa eles estão conduzindo nem como, se a compartilhassem conosco, ela poderia nos ajudar a avançar", escreveu Nadella.

Naquele momento predominava o ceticismo, e o diretor de tecnologia da Microsoft, Kevin Scott, temia que a OpenAI pudesse "ir irritada para a Amazon".

Em 2019, um ano e meio depois de ter virado as costas para a startup, a Microsoft finalmente investiu 1 bilhão de dólares (R$ 4,97 bilhões).

No fim, injetaria um total de 13 bilhões de dólares (R$ 64,62 bilhões), uma participação agora avaliada em 228 bilhões de dólares (R$ 1,13 trilhão).

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Enjoei decide descontinuar plataforma Elo7

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:01

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A Enjoei anunciou nesta segunda-feira (11) que seu conselho de administração aprovou a descontinuidade das operações da plataforma de marketplace de produtos artesanais Elo7.

"A partir desta data, a plataforma Elo7 deixará de receber novos pedidos", afirmou a companhia em fato relevante ao mercado, destacando que assegura o cumprimento de todas as obrigações perante clientes e vendedores com transações já em curso.

"A decisão fundamenta-se num rigoroso processo de revisão estratégica e alocação de capital", justificou. A plataforma era detida pela subsidiária integral da companhia Elo7 Serviços de Informática Ltda.

"Desde a sua integração, o Elo7 enfrentou um cenário competitivo distinto, caracterizado pela forte expansão de grandes empresas multinacionais de e-commerce. Este novo contexto elevou substancialmente os custos de aquisição de clientes e impôs barreiras de escala que comprometeram a viabilidade econômica da unidade face ao atual custo de capital", acrescentou a Enjoei.

A companhia disse que realizou diversos esforços para elevar a eficiência operacional e promover ajustes estruturais visando reduzir a dependência de mídias pagas para otimizar o negócio, mas que tais medidas não foram suficientes para reverter a perda de escala, evidenciada pela queda de 39,5% na receita líquida no quarto trimestre do ano passado em relação ao mesmo período de 2024.

De acordo com a Enjoei, os impactos contábeis e financeiros desta decisão serão detalhados nas divulgações trimestrais de resultado.

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Exclusivo: g1 testou o Chevrolet Sonic; SUV custa R$ 129.990 e mostra força para brigar com Volkswagen Nivus

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:01

Carros Exclusivo: g1 testou o Chevrolet Sonic; SUV custa R$ 129.990 e mostra força para brigar com Volkswagen Nivus Reportagem do g1 já dirigiu o lançamento da Chevrolet; motor 1.0 turbo de 115 cv com injeção direta já conta com correia banhada a óleo atualizada. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

Repórter do g1 faz teste do Chevrolet Sonic em concessionária de São Paulo — Foto: Carlos Cereijo / g1

O g1 já testou o novo Chevrolet Sonic na versão RS. O SUV é o lançamento mais importante da marca em 2026 e chega com preço promocional de R$ 129.990 pela versão Premier e R$ 135.990 pela RS.

O motor é 1.0 turbo com injeção direta de combustível, com 115 cv e torque de 18,9 kgfm. Disponível somente nas versões topo de linha Premier e RS, o Sonic vem de série com câmbio automático de seis marchas.

O Sonic usa a mesma plataforma do Onix, mas será que ele é só um hatch disfarçado de utilitário esportivo? O espaço interno é bom? Os novos equipamentos de segurança ajudam? E a correia banhada a óleo ainda é um problema? O g1 foi o primeiro a testar o Sonic e traz todas as respostas.

O motor três cilindros em linha 1.0 tem a mesma calibração do Tracker. Porém, o Sonic é mais leve, com 1.139 kg, o SUV "irmão" tem 100 kg a mais. Portanto, a sensação nas retomadas é mais ágil.

O Sonic dá uma sensação mais esportiva ao conjunto. E, mesmo assim, todos os números de consumo do Sonic são melhores se comparados ao Tracker 1.0 turbo.

Claro, seria mais interessante a versão RS contar com o motor 1.2 turbo de 139 cv. Mas fica claro que a Chevrolet quer trabalhar o argumento do preço neste momento, e uma versão com este motor ficaria encavalada com outras configurações do Tracker.

Sim, a correia banhada a óleo continua. Desde 2025, no entanto, o componente recebeu atenção especial da General Motors. A correia passou a ser feita com materiais de maior resistência, segundo a GM, para não sofrer tanto se tiver contato com óleos de baixa qualidade. O Sonic já vem com essa evolução da correia.

Aliás, essa é uma das explicações que a montadora dá para a polêmica com a peça: carros com plano de manutenção falho e óleo fora das especificações. O próprio site da marca diz que 20% dos óleos ofertados no Brasil são falsos ou adulterados. O óleo indicado é o sintético 0W-20 com certificação Dexos, que tem aditivos específicos.

Segundo a Chevrolet, seguindo o plano de revisões, a correia pode durar até 20 anos de uso. A fábrica dá garantia de 240 mil ao componente.

Dirigir o novo Sonic pelas ruas de São Paulo foi uma grata surpresa. Em um primeiro momento, as rodas de 17 polegadas poderiam sugerir um acerto firme, daqueles que transmitem vibrações em excesso para a cabine e comprometem o conforto no uso urbano. Mas, na prática, acontece justamente o contrário.

Mesmo com rodas maiores, o Sonic consegue filtrar bem o asfalto castigado da capital paulista, absorvendo irregularidades com competência. O conjunto de suspensão revela um equilíbrio interessante entre conforto e estabilidade, mostrando um acerto muito mais próximo ao de um hatch grande do que ao de um SUV compacto.

Nas curvas e acelerações, o carro transmite segurança sem abrir mão de suavidade. Outro ponto positivo está no isolamento acústico. Em baixas rotações, o som do motor dentro da cabine é bastante discreto, enquanto em giros mais altos surge um ronco agradável, presente na medida certa, sem se tornar incômodo.

O ruído de vento também parece bem controlado nesse primeiro contato, indicando que viagens mais longas não devem transformar o barulho do ar passando pela carroceria em fonte de cansaço. Durante a avaliação, também foi possível experimentar rapidamente o sistema de som, que surpreende de forma positiva.

Para um veículo que não é do segmento premium, a qualidade sonora é bastante competente, com boa presença de médios e graves, entregando uma experiência acima da expectativa. Apesar deste contato inicial ter acontecido apenas em circuito urbano, já foi possível perceber que a direção elétrica não chega a ser anestesiada.

Ainda existe alguma comunicação com o motorista, o que ajuda a reforçar a proposta mais dinâmica do Sonic. No fim das contas, o Sonic consegue entregar visual e sensação esportiva superiores aos de Onix e Tracker, mas sem sacrificar o conforto.

É justamente esse equilíbrio entre desempenho e praticidade que torna o modelo uma proposta bastante interessante no segmento.

O Sonic é 5 cm mais comprido que o Onix, quase 2 cm mais largo e 6 cm mais alto. A única medida exatamente igual entre os modelos é o entre-eixos de 2,55 m. Com essa fórmula, o SUV consegue um porta-malas mais generoso de 392 litros (o Onix tem só 303 litros).

O preço pelo mesmo entre-eixos aparece no espaço mais justo para as pernas no banco traseiro. A cabeça de quem tem mais de 1,80 m também roça no forro do teto. Então, se isso for um fator imprescindível, é melhor partir para um Tracker.

O banco do motorista tem ajuste de altura. O volante pode ser reposicionado em profundidade e também para cima e para baixo. A posição do motorista pode ficar agradável para quem gosta de uma sensação mais alta. E, ao mesmo tempo, é possível acertar uma posição mais baixa.

Ao volante, o Sonic agrada por não obrigar o motorista a “artificialmente” parecer alto com um banco elevado acima da média. Alguns compactos fazem isso para dar a sensação de carro altinho sem mexer realmente na altura. O resultado é que parece que se está dentro de uma empilhadeira; isso não acontece no Sonic.

O cluster de instrumentos é uma tela de 8 polegadas que está integrada numa mesma peça com o multimídia de 11 polegadas. A Chevrolet chama de Virtual Cockpit System e no teste do g1 o conceito se mostrou prático.

É fácil identificar as informações no cluster, e o tema escuro do multimídia combina com o acabamento em preto brilhante.

Há carregador por indução e conexão sem fio para Android Auto e Apple Car Play. O serviço OnStar no plano de entrada, chamado de Basics, vem de série por 8 anos. Com ele há diagnósticos remotos, comandos remotos via app no celular de ar-condicionado, portas, vidros e motor.

Durante o teste, o g1 pode falar com um atendente do OnStar. Ele explicou os recursos do plano Protect, que é contratado à parte e adiciona serviços de segurança e emergência, além de um acesso de Wi-fi com pacote de dados próprio. A GM oferece uma cortesia de 3 meses grátis do serviço, a depender da ativação por parte do cliente.

No OnStar Protect, a ligação com o atendente acontece com um toque de botão. A comunicação é clara. No teste, o funcionário da GM explica que o serviço oferece respostas automáticas em caso de acidentes e aciona as autoridades de emergência. Há ainda um localizador e rastreador em caso de furto do Sonic, que pode até descalerar o carro e facilitar sua recuperação.

Os materiais da cabine do Sonic seguem o padrão encontrado no Tracker. A iluminação com filetes de LED é opcional e dá mais requinte ao lançamento da Chevrolet. Na versão RS, testada pelo g1, os acabamentos em vermelho carmim quebram o ar sisudo do cinza e preto. Os cintos de segurança vermelhos, também da versão RS, ajudam a alegrar a cabine.

Como divulgado no lançamento, a lista de itens das duas versões é próxima. Há poucos equipamentos que só estão disponíveis na versão RS.

São o farol alto adaptativo, que detecta outros carros e baixa o farol para não ofuscar, e o sensor de estacionamento traseiro, lateral e dianteiro. O Sonic Premier só tem sensor traseiro.

O restante dos itens que diferenciam Premier e RS são estéticos e, a depender do gosto de cada pessoa, podem não justificar os R$ 5 mil extras.

O Sonic estreia uma nova geração do Chevrolet Intelligent Driving. O sistema utiliza uma câmera frontal de alta definição que, segundo a General Motors, entrega 40% mais área de cobertura. Na prática, isso amplia significativamente a capacidade de monitoramento e resposta do veículo em diferentes situações.

Com essa evolução, o sistema de frenagem automática de emergência atua em uma faixa mais ampla, entre 8 e 130 km/h. Além disso, a tecnologia consegue diferenciar o asfalto das áreas laterais da pista, como trechos de grama. Isso permite ao Sonic atuar de maneira mais precisa na manutenção ativa do carro dentro da faixa de rodagem.

Durante o teste realizado pelo g1, essa tecnologia mostrou na prática como pode ser útil. Em determinado momento, o veículo à frente realizou uma frenagem mais brusca, e o Sonic imediatamente emitiu alertas sonoros e uma luz refletida no para-brisa para chamar a atenção do motorista. Antes mesmo de qualquer intervenção automática nos freios, o sistema já havia cumprido um papel importante de prevenção.

Entre os demais recursos de segurança, o modelo oferece assistente de permanência em faixa com correção ativa, alerta de ponto cego e seis airbags de série.

Nas manobras de estacionamento, ambas as versões contam com câmera de ré, garantindo praticidade. Já a versão RS amplia esse pacote com sensores adicionais e traz como diferencial exclusivo o sistema Easy Park.

Esse recurso permite que o próprio veículo auxilie em manobras de estacionamento em vagas paralelas ou perpendiculares. Basta ao motorista acionar a função, identificar o espaço disponível e soltar o volante. A partir daí, o condutor controla apenas acelerador, freio e seleção de marchas, enquanto o Sonic assume automaticamente os movimentos de direção para estacionar.

A conclusão é que, em um primeiro momento, o Sonic poderia parecer ter poucos argumentos para brigar diretamente com o Nivus, apontado inicialmente como seu principal rival.

Porém, o posicionamento de preço adotado pela GM muda esse cenário. Na prática, o Sonic acaba entrando em uma faixa de disputa mais próxima das versões do Volkswagen Tera.

Com isso, o modelo da Chevrolet ganha força competitiva. Ele se posiciona como uma opção mais barata que o Nivus, ao mesmo tempo em que oferece atributos considerados atrativos quando comparado ao Tera.

A questão é que esse cenário depende diretamente da manutenção do preço promocional de lançamento. Segundo a informação repassada pela concessionária durante o teste realizado pelo g1, essa condição especial deve valer apenas para os primeiros 3 mil Sonic vendidos.

Depois disso, a versão RS passa para mais de R$ 140 mil. Nesse novo patamar, será fundamental avaliar se o pacote de equipamentos, proposta e atributos do Sonic continuarão fazendo sentido diante da concorrência.

Também será necessário observar como Fiat e Volkswagen irão reagir. A resposta dessas marcas vai definir o real impacto do Sonic dentro dessa disputa.

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Bloqueio de fertilizantes em Ormuz pode desencadear ‘grande crise humanitária’, diz funcionário da ONU

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:01

Agro Bloqueio de fertilizantes em Ormuz pode desencadear 'grande crise humanitária', diz funcionário da ONU Chefe de grupo da ONU alerta que bloqueios no Estreito de Ormuz podem interromper o transporte global de fertilizantes e agravar a insegurança alimentar em diversos países. Por France Presse

Navios parados no Estreito de Ormuz, perto de Bandar Abbas, no Irã — Foto: Amirhosein Khorgooi/ISNA/WANA

Dezenas de milhões de pessoas podem enfrentar fome e inanição se os carregamentos de fertilizantes forem bloqueados na travessia do Estreito de Ormuz "dentro de algumas semanas", disse à AFP, nesta segunda-feira (11), o chefe de um grupo de trabalho da ONU.

"Temos algumas semanas para evitar o que provavelmente será uma grande crise humanitária", disse Jorge Moreira da Silva, diretor executivo do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e líder do grupo de trabalho encarregado de evitar uma crise humanitária iminente, em entrevista à AFP.

"Poderíamos presenciar uma crise que mergulharia mais 45 milhões de pessoas na fome e na inanição", acrescentou.

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Brasil atinge metade da cota de carne bovina para a China e deve enfrentar taxação maior em breve

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:01

Agro Brasil atinge metade da cota de carne bovina para a China e deve enfrentar taxação maior em breve Desde 1º de janeiro, a China passou a aplicar tarifa de 55% sobre a carne brasileira quando o volume exportado ultrapassar 1,1 milhão de toneladas. Taxa dentro da cota é de 12%. Por Redação g1, g1 — São Paulo

O governo chinês informou no sábado (9) que o Brasil atingiu metade da cota de exportação de carne bovina que pode entrar no país asiático com tarifa reduzida, de 12%.

Quando o volume embarcado ultrapassar 1,1 milhão de toneladas – o que deve acontecer em breve –, a carne brasileira será taxada em 55%.

A decisão de limitar as exportações de carne do Brasil e de outros países foi anunciada pelo governo chinês no último dia de 2025, e entrou em vigor já em 1º de janeiro deste ano.

A China lidera as compras de carne bovina do Brasil, que é o maior fornecedor do produto aos chineses, além de ser o maior exportador mundial.

O governo chinês informou no sábado (9) que o Brasil atingiu metade da cota de exportação de carne bovina que pode entrar no país asiático com tarifa reduzida, de 12%. Quando o volume embarcado ultrapassar 1,1 milhão de toneladas – o que deve acontecer em breve –, a carne brasileira será taxada em 55%.

A decisão de limitar as exportações de carne do Brasil e de outros países foi anunciada pelo governo chinês no último dia de 2025, e entrou em vigor já em 1º de janeiro deste ano. O objetivo é proteger a pecuária local.

➡️ A China lidera as compras de carne bovina do Brasil, que é o maior fornecedor do produto aos chineses, além de ser o maior exportador mundial.

O volume está perto de ser atingido porque as empresas brasileiras aceleraram os embarques para evitar a taxação maior.

No último dia 5, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, Roberto Perosa, disse que a decisão da China deve provocar uma queda de 10% nas exportações brasileiras de carne bovina em 2026, na comparação com 2025.

Ele disse ainda que a produção voltada ao mercado chinês deve ser interrompida por volta de junho, em razão da tarifa. Segundo ele, será necessário aumentar o consumo interno para compensar o volume que deixará de ser exportado ao país asiático.

Em 2025, o Brasil exportou 3,5 milhões de toneladas de carne bovina, das quais 1,7 milhão de toneladas tiveram a China como destino, segundo dados da Abiec.

No início do ano, a Abiec trabalhava com um cenário mais otimista, prevendo relativa estabilidade nas exportações, com base na possível abertura de novos mercados e no redirecionamento das vendas para outros destinos.

Segundo Perosa, havia expectativa em relação à abertura do mercado da Coreia do Sul para a carne bovina brasileira, o que não deve mais ocorrer em 2026.

Perosa disse ainda manter expectativa quanto à possível abertura do mercado japonês, que poderia ajudar a reduzir o impacto da queda nos embarques para a China.

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