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Dólar inicia o dia a R$ 4,89 com alta do petróleo e revisão da inflação no Focus

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (11) com leve alta, avançando 0,06% na abertura, cotado a R$ 4,8972. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Os investidores começaram a semana atentos a novos sinais sobre inflação e juros no Brasil, enquanto, no exterior, a escalada das tensões no Oriente Médio voltou a pressionar o mercado de petróleo.

▶️ No Brasil, o destaque do dia é o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central. O relatório mostrou que os economistas elevaram pela nona semana consecutiva a projeção para a inflação de 2026, de 4,89% para 4,91%.

▶️ No cenário internacional, o petróleo sobe após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitar rapidamente a resposta do Irã a uma proposta americana de paz, aumentando os temores de prolongamento do conflito.

Por volta das 7h30 (horário de Brasília), o barril do Brent, referência internacional, avançava 2,69%, para US$ 103,52. Nos EUA, o WTI subia 2,19%, cotado a US$ 97,51.

A escalada das tensões entre EUA e Irã voltou a pressionar o mercado de petróleo nesta sexta-feira (8), após novos ataques registrados na região do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes para o transporte global de petróleo e combustíveis.

As Forças Armadas dos EUA afirmaram ter atacado petroleiros vazios que tentavam atravessar o bloqueio naval mantido por navios americanos na entrada do estreito. De acordo com os militares, os disparos atingiram as chaminés das embarcações para impedir que os navios seguissem em direção ao Irã.

Até a última atualização, Teerã não havia comentado oficialmente o episódio, embora a imprensa estatal iraniana tenha relatado explosões próximas ao estreito.

O novo episódio ocorre em meio a um cessar-fogo frágil entre os dois países e amplia as preocupações do mercado financeiro sobre possíveis impactos na oferta global de energia.

➡️ O Estreito de Ormuz é considerado estratégico porque concentra parte relevante do fluxo mundial de petróleo exportado por países do Oriente Médio.➡️ Qualquer risco de interrupção na região costuma elevar os preços do petróleo, já que investidores temem dificuldades no transporte da commodity.➡️ Com isso, aumentam também as preocupações com inflação e custos de energia em diferentes países.

Os reflexos já apareceram no mercado internacional. Por volta das 17h no horário de Brasília, o Brent (referência internacional) subia 0,53%, a US$ 100,59 por barril, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, tinha alta de 0,12%, a US$ 94,92.

As bolsas em Wall Street fecharam em alta nesta sexta-feira, com investidores atentos a dados mais fortes do mercado de trabalho americano.

O índice Dow Jones avançou 0,02%, enquanto o S&P 500 subiu 0,83% e o Nasdaq Composite — referência para empresas de tecnologia — teve alta de 1,71%.

Na Europa, o movimento foi oposto. As principais bolsas fecharam em queda, pressionadas pelas preocupações com juros elevados por mais tempo nos EUA e pelas tensões geopolíticas envolvendo o Oriente Médio.

O índice Stoxx 600, que reúne empresas de vários países europeus, recuou 0,7%, aos 612 pontos. Entre os principais mercados da região, a bolsa de Londres caiu 0,43%, enquanto Frankfurt recuou 1,32%. Em Paris, as perdas chegaram a 1,09%.

Na Ásia, os mercados encerraram o pregão em alta. Em Xangai, o principal índice da bolsa chinesa avançou 0,48%, aos 4.180 pontos. O CSI300, que reúne grandes empresas negociadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, também subiu 0,48%, aos 4.900 pontos.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng teve alta de 1,57%, aos 26.626 pontos. Já no Japão, a bolsa de Tóquio registrou forte avanço, com o índice Nikkei saltando 5,58%, aos 62.833 pontos.

Funcionário de banco em Jacarta, na Indonésia, conta notas de dólar, em 10 de abril de 2025. — Foto: Tatan Syuflana/ AP

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Taxa das blusinhas: arrecadação sobe 25% e bate recorde; governo discute acabar com imposto

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%Oferecido por

O governo arrecadou R$ 1,78 bilhão em imposto de importação nos quatro primeiros meses de 2026 com as encomendas internacionais, segundo a Secretaria da Receita Federal.

Isso representa um crescimento de 25% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando somou R$ 1,43 bilhão. Também representa novo recorde para janeiro a abril.

➡️Em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, o governo passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, que até então estavam isentas para empresas dentro do programa Remessa Conforme.

Além do imposto de importação, dez estados elevaram sua tributação, por meio do ICMS, também para 20%, com validade em abril do ano passado.

🔎A taxação foi uma resposta do governo e do Congresso a um pedido de segmentos da indústria nacional, após o aumento das compras digitais durante a pandemia, e diante da diferença de carga tributária entre produtos nacionais e os importados nas plataformas online.

➡️À época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o texto aprovado pelo Legislativo, apesar de ter classificado a decisão como "irracional". A medida foi defendida pela indústria brasileira.

➡️Na última semana, entretanto, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu que o fim da chamada "taxa das blusinhas" está em discussão dentro do governo.

"Hoje oposição tem trazido o tema de volta. Dentro do governo, há ministros que defendem que reveja [a taxa das blusinhas]. A gente tem que fazer o debate racional. Eu não tenho tabu em relação aos temas, desde que a gente preserve os avanços que a gente atingiu. O programa Remessa Conforme é algo que eu não abro mão. Está sendo discutido [o fim da taxa das blusinhas]", declarou Durigan.

➡️Controversa, a "taxa das blusinhas" é reprovada por parte dos consumidores brasileiros principalmente por encarecer produtos populares de baixo valor e reduzir a atratividade de plataformas internacionais. Críticos argumentam que turistas de viagens internacionais têm vantagem ao não recolher o tributo.

➡️ A manutenção da "taxa das blusinhas" foi defendida pelo vice-presidente da República, e então ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, para defender a indústria nacional de produtos de baixo valor.

Em manifesto, representantes dos setores produtivos, do comércio e varejistas também defenderam sua permanência. Eles disseram que a medida não só gerou empregos, mas também benefícios ao consumidor.

"O consumidor também foi beneficiado pela redução da disparidade tributária entre plataformas internacionais de e-commerce e o setor produtivo nacional. No setor de têxteis, vestuário e calçados, por exemplo, a inflação é a menor entre os itens do IPCA desde julho de 1994, início do Plano Real", diz o manifesto.

A "taxa das blusinhas" também tem rendido recursos aos cofres públicos, ajudando a equipe econômica a buscar as metas para as contas públicas.

Em 2025, por exemplo, a Receita Federal arrecadou R$ 5 bilhões com esse imposto, novo recorde. Nos quatro primeiros meses deste ano, avançou para R$ 1,78 bilhão, superando o valor registrado no mesmo período do ano passado.

A alta na arrecadação ajuda o governo a tentar atingir a meta fiscal deste ano, que é de um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Com a banda em torno da meta fiscal e abatimentos legais, a previsão oficial do governo é de que suas contas tenham um déficit de quase R$ 60 bilhões neste ano.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Shein acusa Temu de violar direitos autorais em ‘escala industrial’ no Reino Unido

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 09:44

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A plataforma online de fast-fashion Shein acusou a Temu de violação de direitos autorais “em escala industrial”, enquanto a Temu respondeu afirmando que a Shein está usando processos judiciais para sufocar a concorrência, no início de um julgamento no Tribunal Superior de Londres nesta segunda-feira (11).

O caso faz parte de uma batalha judicial global entre as rivais de rápido crescimento, com possíveis implicações para práticas das plataformas, relações com fornecedores e aplicação de direitos de propriedade intelectual no comércio eletrônico global.

A Shein alega que a Temu utilizou milhares de suas fotos para anunciar cópias de roupas de marca própria da Shein em seu site, “pegando carona” em uma concorrente mais consolidada.

“Esta foi uma tentativa de ganhar vantagem sobre um participante já existente no mercado, e a Temu buscou obter, segundo argumentamos, uma vantagem injusta”, afirmou Benet Brandreth, advogado da Shein. A Temu nega as acusações.

Brandreth afirmou ao tribunal que a Temu abandonou sua defesa contra as acusações de violação de direitos autorais da Shein relacionadas a quase 2.300 fotos tiradas por funcionários da Shein, comparando a situação a “o réu esperar para ver se as testemunhas aparecerão antes de se declarar culpado”.

A Temu — pertencente à PDD Holdings — apresentou uma ação reconvencional, buscando indenização após ter sido obrigada a remover milhares de anúncios de produtos quando a Shein conseguiu uma liminar judicial.

A empresa também acusa a Shein de violar leis de concorrência ao vincular fornecedores de moda rápida a acordos de exclusividade. Essa parte do caso deverá ir a julgamento no próximo ano.

Os advogados da Temu argumentam que o processo da Shein não é uma tentativa legítima de impedir infrações de direitos autorais, mas sim uma estratégia para garantir vantagem competitiva.

O julgamento de duas semanas em Londres é mais um capítulo da disputa judicial entre as rivais, que também processam uma à outra nos Estados Unidos, e ocorre em meio ao aumento do escrutínio regulatório.

Shein e Temu expandiram rapidamente suas operações em mercados internacionais com roupas, acessórios e gadgets de baixo custo.

No entanto, o fim da isenção alfandegária dos EUA para pequenos pacotes de comércio eletrônico no ano passado — medida que a União Europeia pretende seguir em julho — pode prejudicar o crescimento das empresas.

Pacotes de roupas em uma fábrica da Shein em Guangzhou, província de Guangdong, China, em 1º de abril de 2025. — Foto: Reuters

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Petróleo sobe com impasse nas negociações entre EUA e Irã e tensão no Estreito de Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 08:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%Oferecido por

O Irã divulgou no domingo (10) uma resposta centrada no fim da guerra em todas as frentes, especialmente no Líbano.

O governo iraniano também exigiu compensações pelos danos causados pela guerra e reforçou sua soberania sobre o Estreito de Ormuz.

Os EUA defendem o fim dos combates antes do início de negociações sobre temas mais sensíveis, como o programa nuclear iraniano.

A guerra é impopular entre os eleitores americanos, que enfrentam preços mais altos dos combustíveis a menos de seis meses das eleições.

A rápida rejeição do presidente Donald Trump à resposta do Irã a uma proposta de paz dos Estados Unidos provocou alta nos preços do petróleo nesta segunda-feira (11), em meio a temores de que o conflito, que já dura dez semanas, se prolongue e mantenha comprometido o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz.

🔎Por volta das 7h30 (horário de Brasília), o Brent, referência internacional para entrega em julho, subia 2,69%, para US$ 103,52 por barril. Seu equivalente americano, o West Texas Intermediate, avançava 2,19%, para US$ 97,51 por barril.

Dias depois de os EUA apresentarem uma proposta para tentar retomar as negociações, o Irã divulgou no domingo (10) uma resposta centrada no fim da guerra em todas as frentes, especialmente no Líbano, onde Israel, aliado dos EUA, combate militantes do Hezbollah apoiados por Teerã.

O governo iraniano também exigiu compensações pelos danos causados pela guerra e reforçou sua soberania sobre o Estreito de Ormuz, segundo a TV estatal iraniana.

Além disso, pediu aos EUA o fim do bloqueio naval, garantias de que não haverá novos ataques, a suspensão das sanções e a revogação da proibição imposta à venda de petróleo iraniano, informou a agência semioficial Tasnim.

“Não gosto disso — TOTALMENTE INACEITÁVEL”, escreveu na plataforma Truth Social, sem dar mais detalhes.

Os EUA defendem o fim dos combates antes do início de negociações sobre temas mais sensíveis, como o programa nuclear iraniano.

Após a reação de Trump, Teerã afirmou nesta segunda-feira que considera sua proposta para encerrar a guerra “generosa e responsável”.

“Nossa demanda é legítima: exigir o fim da guerra, suspender o bloqueio (dos EUA) e liberar os ativos iranianos congelados devido à pressão americana”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei.

“A passagem segura pelo Estreito de Ormuz e o fortalecimento da segurança na região e no Líbano também fazem parte das exigências do Irã”, acrescentou.

Antes do início da guerra, em 28 de fevereiro, a via marítima era responsável pelo transporte de cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito comercializados no mundo, tornando-se um dos principais pontos de pressão do conflito.

Embora o tráfego no Estreito de Ormuz siga reduzido em relação ao período anterior à guerra, dados das empresas Kpler e LSEG mostram que três navios-tanque carregados com petróleo bruto deixaram a região na semana passada com os rastreadores desligados, em uma tentativa de evitar ataques iranianos.

Confrontos esporádicos ao redor do estreito nos últimos dias colocaram à prova o cessar-fogo que interrompeu a guerra em larga escala desde o início de abril.

Pesquisas indicam que a guerra é impopular entre os eleitores americanos, que enfrentam preços mais altos dos combustíveis a menos de seis meses das eleições que definirão se o Partido Republicano manterá o controle do Congresso dos EUA.

Os EUA também têm encontrado pouca adesão internacional. Aliados da Otan recusaram pedidos para enviar navios ao Estreito de Ormuz sem um acordo de paz amplo e uma missão com mandato internacional.

Trump deve chegar a Pequim na quarta-feira (13). Diante da pressão crescente pelo fim da guerra e da crise energética global provocada pelo conflito, o Irã está entre os temas que devem ser discutidos pelo presidente americano e pelo presidente chinês, Xi Jinping.

Ao comentar o fim das operações militares contra o Irã, Trump afirmou no domingo: “Eles foram derrotados, mas isso não significa que tenham acabado”.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a guerra ainda não terminou porque há “mais trabalho a ser feito” para eliminar o urânio enriquecido iraniano, desmontar instalações nucleares e enfrentar grupos aliados do Irã e seu arsenal de mísseis balísticos.

Netanyahu disse, em entrevista exibida no domingo no programa 60 Minutes, da CBS News, que a melhor forma de remover o urânio enriquecido seria por meio da diplomacia, mas não descartou o uso da força.

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou em uma publicação nas redes sociais que o Irã “jamais se curvará ao inimigo” e que defenderá “os interesses nacionais com firmeza”.

Apesar dos esforços diplomáticos para destravar as negociações, os riscos às rotas marítimas e às economias da região continuam elevados.

No domingo, os Emirados Árabes Unidos disseram ter interceptado dois drones vindos do Irã, enquanto o Catar condenou um ataque com drones que atingiu um navio de carga vindo de Abu Dhabi em suas águas territoriais.

O Kuwait informou que suas defesas aéreas interceptaram drones hostis que entraram em seu espaço aéreo.

Os confrontos também continuaram no sul do Líbano entre Israel e o Hezbollah, apesar do cessar-fogo mediado pelos EUA e anunciado em 16 de abril.

Netanyahu afirmou ainda, na entrevista ao “60 Minutes”, que o fim das hostilidades com o Irã não significaria necessariamente o encerramento da guerra no Líbano. Segundo ele, autoridades israelenses subestimaram inicialmente a capacidade iraniana de afetar o tráfego no Estreito de Ormuz.

Iraniana caminha ao lado de mural com a ilustração da bandeira do Irã, em Teerã, no dia 5 de maio de 2026 — Foto: Majid Asgaripour/Wana/Reuters

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Pela primeira vez, Embraer fecha acordo com fornecedora da Índia e amplia atuação no país asiático

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 08:44

Vale do Paraíba e Região Pela primeira vez, Embraer fecha acordo com fornecedora da Índia e amplia atuação no país asiático Acordo com empresa indiana para fornecimento de materiais aeronáuticos é o primeiro do tipo firmado pela Embraer no país e reforça sequência de investimentos e parcerias da fabricante brasileira na Índia. Por Alice Aires, g1 Vale do Paraíba e Região

A Embraer anunciou nesta segunda-feira (11) um novo avanço na estratégia de expansão da empresa na Índia.

A fabricante brasileira informou que assinou um contrato com a Bharat Forge Limited (BFL), multinacional indiana do setor industrial e aeroespacial, para o fornecimento de materiais brutos forjados utilizados na cadeia de produção da companhia.

Segundo a Embraer, este é o primeiro contrato desse tipo firmado com um fornecedor indiano e representa um novo passo no fortalecimento da parceria da empresa com o país asiático.

O anúncio foi feito em Nova Déli. De acordo com a empresa brasileira, o acordo vai atender à cadeia global de suprimentos da empresa e faz parte da estratégia da Embraer de ampliar e diversificar sua base de fornecedores ao redor do mundo.

O novo contrato amplia uma sequência de investimentos e acordos recentes firmados pela Embraer na Índia.

Vista da sede da Embraer, em São José dos Campos, interior de SP — Foto: Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo

A Embraer, fabricante brasileira de aviões que tem sede em São José dos Campos (SP), anunciou nesta segunda-feira (11) um novo avanço na estratégia de expansão da empresa na Índia.

A fabricante brasileira informou que assinou um contrato com a Bharat Forge Limited (BFL), multinacional indiana do setor industrial e aeroespacial, para o fornecimento de materiais brutos forjados utilizados na cadeia de produção da companhia.

Segundo a Embraer, este é o primeiro contrato desse tipo firmado com um fornecedor indiano e representa um novo passo no fortalecimento da parceria da empresa com o país asiático.

O anúncio foi feito em Nova Déli. De acordo com a empresa brasileira, o acordo vai atender à cadeia global de suprimentos da empresa e faz parte da estratégia da Embraer de ampliar e diversificar sua base de fornecedores ao redor do mundo.

Novo acordo da Embraer prevê instalação de unidade na Índia para fabricação de aviõesEmbraer anuncia acordo para instalar linha de montagem final de jato na ÍndiaPara fortalecer presença na Ásia, Embraer anuncia instalação de escritório na Índia

A Bharat Forge tem sede na cidade de Pune e atua nos setores automotivo, energia, petróleo e gás, construção, mineração, ferroviário, marítimo, defesa e aeroespacial.

Segundo a Embraer, o acordo também reforça o compromisso da empresa em fortalecer o ecossistema aeroespacial indiano e ampliar a presença da fabricante no país.

O novo contrato amplia uma sequência de investimentos e acordos recentes firmados pela Embraer na Índia. Em maio de 2025, a empresa anunciou a instalação de um escritório próprio em Nova Déli, como parte da estratégia para fortalecer a presença no país asiático.

Na época, a Embraer informou que pretendia ampliar as operações nas áreas de defesa, aviação comercial, executiva, serviços e suporte, além do setor de mobilidade aérea urbana.

Já em janeiro deste ano, a Embraer anunciou um acordo com a Adani Defence & Aerospace, considerada a maior empresa privada aeroespacial e de defesa da Índia, para cooperação na fabricação de aeronaves, cadeia de suprimentos, serviços de pós-venda e treinamento de pilotos. Na ocasião, a companhia informou que o objetivo era atender à demanda da aviação regional indiana.

Pouco depois, em fevereiro deste ano, a Embraer e a Adani ampliaram o acordo e anunciaram o fechamento de um memorando para viabilizar a instalação de uma linha de montagem final do jato regional E175 na Índia.

A assinatura ocorreu na presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro do Comércio e Indústria da Índia, Piyush Goyal.

Segundo a Embraer, a parceria faz parte de um plano de desenvolvimento do programa de Aeronaves de Transporte Regional da Índia.

A fabricante afirmou ainda que o mercado indiano é considerado um dos mais promissores do mundo para a aviação regional. Estimativas do setor apontam que o país deverá demandar ao menos 500 aeronaves com capacidade entre 80 e 146 assentos nos próximos 20 anos.

Atualmente, a Embraer já possui cerca de 50 aeronaves e 11 modelos em operação na Índia, distribuídos entre aviação comercial, defesa e aviação executiva.

Entre os modelos utilizados no país estão os jatos E175 e ERJ145, operados pela companhia aérea regional Star Air, além das aeronaves Legacy 600 e o sistema aéreo de vigilância ‘Netra’, utilizado pela Força Aérea Indiana.

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Na 9ª alta seguida, mercado financeiro eleva estimativa de inflação para 4,91% em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 08:44

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Analistas do mercado financeiro elevaram mais uma vez sua estimativa para a inflação em 2026. Esta é nona semana seguida de aumento.

As expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera, nesta segunda, acima de US$ 110 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado continuou em 1,85%.

Os economistas do mercado financeiro elevaram novamente sua estimativa para a inflação em 2026. Esta é nona semana seguida de aumento.

As expectativas fazem parte do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera, nesta segunda, acima de US$ 100 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).

➡️ Para 2026, a estimativa subiu de 4,89% para 4,91%;➡️ Para 2027, a expectativa permaneceu em 4%;➡️ Para 2028, a previsão continuou em 3,64%.➡️ Para 2029, a estimativa permaneceu em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.

Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para a taxa Selic permaneceu em 13% ao ano na última semana, embutindo uma redução no decorrer de 2026.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado subiu de 11% para 11,25% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado continuou em 1,85%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro baixou sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano de R$ 5,25 para R$ 5,20 por dólar.

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O barista é humano, mas um agente de IA comanda café experimental na Suécia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 08:44

Inovação O barista é humano, mas um agente de IA comanda café experimental na Suécia Cafeteria em Estocolmo é administrada por um agente de IA responsável por contratações, estoque e operação — mas experimento já enfrenta falhas e levanta debates éticos. Por James Brooks — Estocolmo

Uma cafeteria experimental em Estocolmo, na Suécia, está sendo administrada por um agente de inteligência artificial chamado “Mona”, criado pela startup Andon Labs. Os baristas continuam humanos, mas a IA cuida da gestão do negócio.

A inteligência artificial é responsável por tarefas como contratação de funcionários, controle de estoque, pedidos a fornecedores e comunicação com a equipe. Clientes também podem interagir com a IA por telefone dentro da cafeteria.

O experimento, porém, já apresentou falhas. A IA fez compras exageradas de itens como guardanapos e luvas, além de esquecer pedidos anteriores e errar encomendas de alimentos.

Especialistas alertam para questões éticas e riscos de colocar sistemas de IA no comando de empresas, como problemas de responsabilidade em casos de falhas ou prejuízos.

Hanna Petersson, membro da equipe técnica da Andon Labs, usa um telefone para falar com a agente de IA "Mona" do Andon Café em Estocolmo, Suécia. — Foto: AP/James Brooks

O café pode até ser servido por mãos humanas, mas, por trás do balcão, algo muito menos tradicional está no comando de um café experimental em Estocolmo, Suécia

A startup americana Andon Labs, sediada em San Francisco, colocou um agente de inteligência artificial apelidado de “Mona” para administrar o Andon Café, na capital sueca.

Enquanto os baristas humanos continuam preparando o café e atendendo os clientes, a IA — alimentada pelo Gemini, do Google — supervisiona praticamente todos os outros aspectos do negócio, desde a contratação de funcionários até o gerenciamento do estoque.

Ainda não está claro quanto tempo o experimento vai durar, mas o agente de IA parece enfrentar dificuldades para obter lucro no competitivo mercado de cafeterias de Estocolmo.

Desde a inauguração, em meados de abril, o café faturou mais de US$ 5,7 mil, mas restam menos de US$ 5 mil do orçamento inicial, superior a US$ 21 mil. Grande parte do dinheiro foi gasta em custos de instalação, e a expectativa é que a operação eventualmente se estabilize e passe a gerar lucro.

Muitos clientes têm achado divertido visitar um estabelecimento administrado por inteligência artificial. Dentro da cafeteria, há um telefone pelo qual os consumidores podem fazer perguntas diretamente ao agente.

“É interessante ver o que acontece quando se ultrapassam os limites”, disse a cliente Kajsa Norin. “A bebida estava boa.”

Vista geral da entrada do Andon Café no bairro de Vasastan, em Estocolmo, Suécia. — Foto: AP/James Brooks

Especialistas afirmam que existem diversas preocupações éticas, desde o papel da tecnologia no futuro da humanidade até o uso da IA em entrevistas de emprego e avaliações de desempenho.

Emrah Karakaya, professor associado de economia industrial do Instituto Real de Tecnologia KTH, em Estocolmo, comparou o experimento a “abrir a caixa de Pandora” e disse que colocar a IA no comando pode causar vários problemas. O que aconteceria, questiona ele, se um cliente sofresse intoxicação alimentar? Quem seria responsabilizado?

“Se você não tiver a infraestrutura organizacional necessária ao redor disso e ignorar esses erros, isso pode causar danos às pessoas, à sociedade, ao meio ambiente e aos negócios”, afirmou Karakaya. “A questão é: nós nos importamos com esse impacto negativo?”

Fundada em 2023, a Andon Labs é uma startup de pesquisa e segurança em IA que afirma se concentrar em “testar os limites” dos agentes de inteligência artificial no mundo real, oferecendo a eles “ferramentas reais e dinheiro real”.

A empresa já trabalhou com OpenAI, Anthropic, Google DeepMind e xAI, de Elon Musk, e afirma estar se preparando para um futuro em que “organizações serão administradas autonomamente por IA”.

A cafeteria na Suécia é apresentada como um “experimento controlado” para explorar como a inteligência artificial poderá ser utilizada no futuro.

“A IA será uma grande parte da sociedade no futuro, e por isso queremos fazer este experimento para entender quais questões éticas surgem quando temos uma IA empregando pessoas e administrando um negócio”, disse Hanna Petersson, integrante da equipe técnica da Andon Labs.

Antes disso, o laboratório já havia realizado testes colocando a IA Claude, da Anthropic, no comando de uma máquina de vendas automáticas e de uma loja de presentes em San Francisco. O experimento revelou comportamentos preocupantes: o agente prometia reembolsos aos clientes, mas não os realizava, além de mentir propositalmente para fornecedores sobre preços da concorrência para obter vantagens.

O barista Kajetan Grzelczak prepara um café no Andon Café, no bairro de Vasastan, em Estocolmo, Suécia. — Foto: AP/James Brooks

Segundo Petersson, Mona começou a trabalhar após receber instruções básicas. A equipe pediu que ela tentasse administrar a cafeteria de forma lucrativa, mantendo um tom amigável e descontraído, além de resolver os detalhes operacionais sozinha e solicitar novas ferramentas quando necessário.

A partir disso, a IA firmou contratos de energia elétrica e internet, obteve permissões para manipulação de alimentos e mesas ao ar livre, anunciou vagas de emprego no LinkedIn e no Indeed e criou contas comerciais com fornecedores de pão e produtos de padaria.

Ela também se comunica com os baristas pelo Slack, frequentemente enviando mensagens fora do horário de expediente — algo malvisto na cultura de trabalho sueca. Outros problemas surgiram, especialmente relacionados ao estoque.

O agente de IA fez pedidos de 6 mil guardanapos, quatro kits de primeiros socorros e 3 mil luvas de borracha para a pequena cafeteria — além de tomates enlatados que nem fazem parte do cardápio.

E há também o problema do pão. Em alguns dias, a IA pede quantidade excessiva; em outros, perde o horário limite das padarias para encomendas, obrigando os funcionários a retirar sanduíches do menu.

Petersson afirmou que os problemas nos pedidos provavelmente estão relacionados à “janela limitada de contexto” da IA.

“Quando a memória antiga sobre os pedidos sai da janela de contexto, ela simplesmente esquece completamente o que já havia pedido antes”, explicou.

O barista Kajetan Grzelczak disse não estar preocupado em ser substituído pela inteligência artificial tão cedo.

“Todos os trabalhadores estão praticamente seguros”, afirmou. “Quem deveria se preocupar com o emprego são os chefes intermediários, as pessoas da gestão.”

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Como a guerra no Irã está enriquecendo o mais novo petroestado do mundo, vizinho do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 07:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%Oferecido por

A guerra entre os EUA e Israel contra o Irã está enriquecendo o mais novo petroestado do mundo, a Guiana.

O conflito que bloqueou o estreito de Ormuz significou um aumento significativo no rendimento do país.

Esses recursos provêm da combinação de dois efeitos: o aumento planejado da produção e o efeito da alta dos preços do petróleo como consequência da guerra no Oriente Médio.

O crescimento econômico na Guiana está resultando em um aumento na construção de moradias e infraestrutura — Foto: Bloomberg/Getty Images/BBC

Inflação, aumento dos preços da gasolina e ameaças ao abastecimento alimentar nos países mais vulneráveis. Essas são três das principais consequências geralmente mencionadas quando se discute o impacto econômico da guerra entre os EUA e Israel contra o Irã.

No entanto, para a Guiana — provavelmente o mais novo petroestado do mundo — o conflito que bloqueou o estreito de Ormuz significou um aumento significativo no rendimento.

Esses recursos provêm da combinação de dois efeitos: o aumento planejado da produção e o efeito da alta dos preços do petróleo como consequência da guerra no Oriente Médio.

Segundo Sidney Armstrong, professor do Departamento de Economia da Universidade da Guiana, a produção de petróleo bruto do país estava projetada para atingir em dezembro de 2025 em torno de 892.000 barris por dia, enquanto atualmente já ultrapassa 920.000 (e está em tendência de alta).

Ao mesmo tempo, enquanto o preço do petróleo bruto Brent girava em torno de US$ 62 antes da guerra, a média diária desde o início do conflito tem sido de cerca de US$ 108, segundo dados da Administração de Informação Energética dos EUA (EIA). Mas o que isso significa para a Guiana e qual será o impacto?

A história do petróleo na Guiana é muito recente. Sua produção de hidrocarbonetos começou há apenas seis anos, mas esse curto período já foi suficiente para torná-la uma das maiores produtoras de petróleo da América do Sul.

"A Guiana é um caso interessante porque se tornou a economia de crescimento mais rápido do mundo. Em grande parte, isso se deve ao fato de ter partido de uma base muito pequena, mas ainda assim é a economia que mais cresce", afirma Roxanna Vigil, pesquisadora do Council on Foreign Relations, um think tank com sede em Washington.

As receitas do petróleo se tornaram o motor do país, cuja economia cresceu a uma média de 40,9% ao ano desde 2020, segundo dados do Banco Mundial.

Além disso, as receitas da exploração de hidrocarbonetos representaram 37% do orçamento do Estado em 2025, ano em que o país arrecadou aproximadamente US$ 2,5 bilhões dessa fonte. Estimativas do Ministério das Finanças — anteriores à guerra no Irã — apontavam para receitas petrolíferas de cerca de US$ 2,8 bilhões em 2026.

Números publicados pela revista The Economist indicam que, desde o início da guerra, as receitas petrolíferas da Guiana aumentaram US$ 370 milhões por semana, chegando a US$ 623 milhões.

"Devido aos preços globais mais altos do petróleo, esperamos que as receitas do governo aumentem em US$ 4 bilhões este ano, em comparação com as estimativas do início de 2026", disse Luiz Hayum, analista sênior de exploração e produção da consultoria Wood Mackenzie, em resposta a uma pergunta da BBC News Mundo.

Ele acrescentou que esperam que a produção média de petróleo bruto do país atinja cerca de um milhão de barris por dia em 2026, após a expansão da produção planejada para este ano. No entanto, Sidney Armstrong alerta que a maior parte da receita gerada pela produção de petróleo na Guiana não vai para os cofres do país, devido à forma como os contratos de exploração são estruturados.

Assim, 75% do dinheiro é usado pelas empresas petrolíferas para recuperar o investimento. A Guiana, por sua vez, recebe 12,5% de lucro e mais 2% em royalties, totalizando 14,5%.

Uma vez que as empresas petrolíferas tenham recuperado o investimento inicial, a Guiana receberá 50% dos lucros mais os 2% de royalties.

A boa notícia para o governo de Georgetown é que, graças ao aumento dos preços do petróleo bruto devido à situação no Irã, o tempo necessário para as empresas petrolíferas recuperarem o investimento está diminuindo.

Armstrong adverte, no entanto, que se essas empresas precisarem fazer novos investimentos, a fórmula atual de partilha de lucros permanecerá em vigor até que recuperem esses fundos.

Além disso, o governo da Guiana não tem controle irrestrito sobre os recursos que recebe, visto que o país criou um Fundo de Recursos Naturais no qual as receitas do petróleo são depositadas, e uma lei foi aprovada regulamentando quando, como e para que finalidade esses fundos podem ser utilizados.

De acordo com essa lei, a criação desse fundo visa garantir um crescimento estável e controlado (evitando gastos excessivos durante períodos de bonança) e assegurar que o dinheiro seja alocado às prioridades de desenvolvimento do país, preservando também os recursos para o benefício das gerações futuras.

Mas como esse boom do petróleo, impulsionado pela guerra no Irã, se traduziu em benefícios para o povo guianense? Sidney Armstrong destaca que o impacto dos preços do petróleo é evidente no aumento da receita, nas reservas do Fundo de Recursos Naturais e na aceleração de projetos de infraestrutura em andamento no país.

"O que vem acontecendo em ritmo cada vez mais acelerado é a construção de infraestrutura. Os gastos com a construção de estradas, escolas e centros de saúde comunitários aumentaram", observa Armstrong.

Roxanna Vigil destaca que esses tipos de projetos são muito importantes porque a Guiana precisa de muita infraestrutura básica como essa.

"Eles precisam continuar crescendo significativamente. Até recentemente, mais da metade da população da Guiana vivia na pobreza e, de fato, grande parte da população ainda vive na pobreza, mas agora eles têm um plano e os recursos para mudar essa situação", afirma Vigil.

Além disso, Armstrong indica que o governo concedeu recentemente um bônus equivalente a US$ 500 a todos os guianenses com mais de 18 anos.

Ele explica que essa era uma promessa feita pelo governo no ano passado, mas que não havia sido cumprida até agora.

O governo da Guiana, liderado pelo presidente Irfaan Ali, não pode dispor livremente dos recursos gerados pelo boom do petróleo — Foto: Getty Images/BBC

Apesar do boom do petróleo, a Guiana não está imune aos problemas que a crise do Oriente Médio causou em todo o mundo.

"A realidade é que a inflação aumentou e, consequentemente, o poder de compra real diminuiu", afirma Armstrong.

"As pessoas estão vendo preços mais altos nos postos de gasolina, o que — obviamente — afeta o transporte e as viagens. Portanto, como qualquer outro país integrado ao sistema global, estamos começando a sentir as repercussões negativas decorrentes da situação das cadeias de suprimentos."

"Os preços dos alimentos aumentaram significativamente: cerca de 25% em um curto período. Isso ocorre claramente porque itens como fertilizantes e outros insumos agrícolas estão ficando mais caros. Os recursos necessários para a atividade agrícola estão se tornando mais dispendiosos, então essas repercussões negativas devem ser levadas em consideração", acrescenta.

O economista também está preocupado com o fato de que, em certos casos, a gestão dos recursos gerados pelo boom do petróleo parece não ser transparente nem adequada.

"O que acontece fora do setor petrolífero depende em grande parte da eficácia com que o governo administra os recursos. E, às vezes, parece haver má gestão."

"Por exemplo, existe um projeto para transportar gás de plataformas marítimas para o continente para gerar eletricidade. Estamos falando de um projeto que realmente trará enormes benefícios. No entanto — e é aqui que surge a sensação de corrupção — o projeto está atrasado, por um lado; e, por outro, a empreiteira está exigindo centenas de milhões de dólares a mais para concluí-lo", destaca.

Armstrong observa que a desigualdade está aumentando no país e que os salários reais da maioria dos guianenses não mudaram significativamente.

"Ainda há muitas pessoas sem-teto. É um problema persistente, assim como a pobreza real. Portanto, quando falamos dessa economia em rápido crescimento, é essencial retornar à realidade de que, em termos do que poderíamos chamar de desenvolvimento humano, ainda temos um longo caminho a percorrer", conclui.

A empresa americana ExxonMobil é a principal acionista do consórcio que opera o bloco petrolífero de Stabroek, o único atualmente em atividade na Guiana — Foto: Getty Images/BBC

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Sementes germinadas potencializam nutrientes e podem deixar até o arroz com feijão ainda mais saudáveis, aponta pesquisa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 07:44

GLOBO REPÓRTER Sementes germinadas potencializam nutrientes e podem deixar até o arroz com feijão ainda mais saudáveis, aponta pesquisa Estudo da Unicamp mostra que germinação aumenta antioxidantes, vitaminas e minerais e pode multiplicar os benefícios dos grãos no dia a dia. Por Globo Repórter

Estudo da Unicamp comprovou que, no momento em que os grãos germinam, eles se tornam nutricionalmente mais potentes.

A dupla arroz e feijão é considerada perfeita pela ciência por causa da complementaridade dos aminoácidos presentes em cada grão.

Estudos mostram que as propriedades antioxidantes dos grãos germinados podem aumentar em até dez vezes, dependendo da espécie e das condições de germinação.

Vitaminas e minerais também se tornam mais disponíveis, chegando a concentrar duas ou três vezes mais do que nos grãos não germinados.

E se a combinação mais tradicional da mesa brasileira — o arroz com feijão — pudesse ficar ainda melhor? É exatamente isso que o estudo desenvolvido na Unicamp comprovou. No momento em que os grãos germinam, eles se tornam nutricionalmente mais potentes.

A dupla arroz e feijão é considerada perfeita pela ciência por causa da complementaridade dos aminoácidos presentes em cada grão. Quando germinados, esse equilíbrio nutricional se intensifica.

“Quando você germina, você aumenta ainda mais a disponibilidade desses nutrientes”, explica o doutor em Ciência de Alimentos – Unicamp, Ruan de Castro.

Dentro de pequenos potes de vidro, em um laboratório da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), um universo de possibilidades está guardado em forma de sementes.

Mostarda, feijão, arroz, lentilha. Pequenos grãos que, aos poucos, se transformam nas grandes estrelas das pesquisas desenvolvidas ali. A ciência tem mostrado que essas sementes carregam muito mais do que a promessa de uma nova planta: elas podem ser aliadas poderosas da nossa saúde — especialmente quando passam pelo processo de germinação.

O momento da germinação é decisivo. Enquanto estão armazenados, os grãos permanecem em um estado de dormência, como se estivessem “dormindo”. Ao entrar em contato com água e condições adequadas, o metabolismo é ativado. A semente passa a produzir compostos essenciais para gerar energia e dar origem a uma nova planta.

“Ingerir o alimento nesse momento faz toda a diferença”, explica o doutor em Ciência de Alimentos – Unicamp, Ruan de Castro.

Pesquisadores comprovaram que grãos germinados multiplicam valor nutricional dos alimentos — Foto: Reprodução/TV Globo

Estudos mostram que as propriedades antioxidantes dos grãos germinados podem aumentar em até dez vezes, dependendo da espécie e das condições de germinação. Vitaminas e minerais também se tornam mais disponíveis, chegando a concentrar duas ou três vezes mais do que nos grãos não germinados. “Isso aqui é saúde pura”, resume.

Germinar grãos em casa não é complicado, mas exige atenção. O processo envolve lavar bem, deixar de molho de um dia para o outro e cuidar da higiene e da umidade até que os brotinhos apareçam. No laboratório, além da análise científica, esses grãos também vão parar na cozinha.

Muito além do tradicional arroz com feijão, os brotos podem ser usados em saladas, sanduíches, sopas e até omeletes.

A pesquisadora Letícia prepara uma versão especial do prato: depois de pronto, acrescenta brotos de alfafa. “Fica ainda mais nutritivo e saboroso”, garante.

Na hora da prova, a aprovação é unânime. “Fica crocante, dá uma textura diferente”, comenta a repórter ao experimentar uma sopa com brotos. Além do sabor, o prato ganha em valor nutricional.

As possibilidades são muitas. Os brotos podem ser incluídos em praticamente todas as refeições do dia a dia. Seja no prato, seja crescendo em quintais, praças ou florestas brasileiras, a força vital das sementes ajuda a alimentar pessoas, sustentar o planeta e fazer brotar a esperança de um mundo mais verde.

Pesquisadores comprovaram que grãos germinados multiplicam valor nutricional dos alimentos — Foto: Reprodução/TV Globo

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Sua dívida é impagável? Talvez não… Veja estratégias para reduzir juros e se recuperar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 04:44

Sua dívida é impagável? Talvez não… Veja estratégias para reduzir juros e se recuperar No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Ter dívidas faz parte da vida financeira da maioria das pessoas. O problema começa quando elas deixam de ser pagas e viram inadimplência — sinal de que a dívida cresceu além da capacidade de pagamento, seja por juros altos, prazos curtos, imprevistos ou queda de renda.

Esse desequilíbrio já afeta mais do que as famílias. Com muitos atrasos, a inadimplência tende a encarecer o crédito, desacelerar a economia e dificultar contratações.

Sair desse ciclo exige estratégia, como priorizar dívidas caras, renegociar e evitar novos compromissos. ENTENDA NO VÍDEO ACIMA.

Neste vídeo, você vai entender os riscos da inadimplência e como escapar da bola de neve. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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