RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

FGC ainda tem R$ 2,2 bilhões disponíveis para credores do Banco Master, Will Bank e Pleno

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 10:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0711,68%Dólar TurismoR$ 5,2581,25%Euro ComercialR$ 5,8921,23%Euro TurismoR$ 6,1270,83%B3Ibovespa175.786 pts-1,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,0711,68%Dólar TurismoR$ 5,2581,25%Euro ComercialR$ 5,8921,23%Euro TurismoR$ 6,1270,83%B3Ibovespa175.786 pts-1,45%MoedasDólar ComercialR$ 5,0711,68%Dólar TurismoR$ 5,2581,25%Euro ComercialR$ 5,8921,23%Euro TurismoR$ 6,1270,83%B3Ibovespa175.786 pts-1,45%Oferecido por

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) já desembolsou aproximadamente R$ 49,4 bilhões para ressarcir clientes do conglomerado Banco Master, do Will Bank e do Banco Pleno. Apesar disso, cerca de R$ 2,2 bilhões ainda estão disponíveis para saque pelos credores.

O maior volume de pagamentos foi destinado ao conglomerado Master, que inclui Banco Master, Master de Investimento e Letsbank. Nesse grupo, já foram liberados R$ 39,7 bilhões para cerca de 915 mil credores, o equivalente a 97,87% do valor previsto.

No Will Bank, os pagamentos somam R$ 5,4 bilhões. Desse total, R$ 5,3 bilhões foram destinados a credores com valores acima de R$ 1 mil, enquanto outros R$ 128 milhões atenderam clientes com quantias menores.

Já o Banco Pleno teve R$ 4,3 bilhões pagos a aproximadamente 132 mil beneficiários (veja mais abaixo).

🔎 O FGC é uma entidade privada criada para proteger parte do dinheiro aplicado por clientes em bancos e outras instituições financeiras associadas. Quando uma dessas instituições entra em processo de liquidação — etapa que ocorre quando suas atividades são encerradas — o fundo pode devolver aos investidores os valores garantidos, respeitando os limites definidos pelas regras do sistema.

Segundo os dados do FGC, a maior parte dos recursos já foi liberada, mas nem todos os clientes concluíram o resgate.

Nos casos do Banco Master e do Banco Pleno, bem como para credores do Will Bank com valores acima de R$ 1 mil, o pagamento é feito pelo aplicativo do FGC. Para valores de até R$ 1 mil no Will Bank, o processo ocorre pelo aplicativo da própria instituição.

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Petróleo atinge maior nível em dez dias após reunião entre Trump e Xi

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 10:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0701,67%Dólar TurismoR$ 5,2571,24%Euro ComercialR$ 5,8941,26%Euro TurismoR$ 6,1230,78%B3Ibovespa175.933 pts-1,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,0701,67%Dólar TurismoR$ 5,2571,24%Euro ComercialR$ 5,8941,26%Euro TurismoR$ 6,1230,78%B3Ibovespa175.933 pts-1,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,0701,67%Dólar TurismoR$ 5,2571,24%Euro ComercialR$ 5,8941,26%Euro TurismoR$ 6,1230,78%B3Ibovespa175.933 pts-1,36%Oferecido por

O mercado segue preocupado com os riscos para o fornecimento global de energia diante das tensões no Oriente Médio e da situação no Estreito de Ormuz.

O Brent atingiu US$ 109,64, uma alta de 3,71% em relação ao fechamento de quinta-feira (14), alcançando o maior patamar em dez dias.

Apesar do tom conciliador adotado por Trump e Xi durante a reunião, investidores continuam atentos aos impactos da crise envolvendo Irã e EUA.

Em comunicado divulgado no encerramento da visita da comitiva americana à China, Pequim pediu uma trégua duradoura no Oriente Médio e a reabertura imediata das rotas marítimas na região.

Os preços do petróleo operavam em forte alta nesta sexta-feira (15), mesmo após o encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, em Pequim.

O mercado segue preocupado com os riscos para o fornecimento global de energia diante das tensões no Oriente Médio e da situação no Estreito de Ormuz.

🔎 Por volta das 6h10 de Brasília, o barril do Brent avançava 2,96%, cotado a US$ 108,85, enquanto o WTI, referência nos Estados Unidos, subia 3,44%, para US$ 104,65.

Minutos depois, às 6h45, o Brent acelerou ainda mais e atingiu US$ 109,64, uma alta de 3,71% em relação ao fechamento de quinta-feira (14), alcançando o maior patamar em dez dias. O pico mais recente havia sido registrado em 5 de abril, quando a commodity chegou a US$ 114,44.

Apesar do tom conciliador adotado por Trump e Xi durante a reunião, investidores continuam atentos aos impactos da crise envolvendo Irã e Estados Unidos.

Em comunicado divulgado no encerramento da visita da comitiva americana à China, Pequim pediu uma trégua duradoura no Oriente Médio e a reabertura imediata das rotas marítimas na região.

O governo chinês alertou que o conflito pressiona o crescimento econômico global, as cadeias de suprimentos e o abastecimento de energia. O Estreito de Ormuz, citado nas conversas entre os líderes, é uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo.

Ainda assim, o encontro não foi suficiente para aliviar totalmente as preocupações do mercado com possíveis interrupções no fluxo global de petróleo. Paralelamente, temas sensíveis entre China e EUA continuam sem solução, com poucos acordos concretos.

Os últimos dias foram marcados por novas tensões e negociações envolvendo Estados Unidos, Irã, Israel e Líbano no Oriente Médio.

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã para aceitar um acordo com os americanos. Em entrevista à Fox News, ele afirmou que não terá “muita paciência” e disse que o governo iraniano deveria negociar enquanto o cessar-fogo ainda está em vigor.

Trump também sugeriu que deseja obter o urânio enriquecido do Irã, tema central da guerra recente envolvendo Israel e o programa nuclear iraniano. Segundo ele, isso teria mais importância política e simbólica do que militar.

Ao mesmo tempo, houve avanço nas conversas entre Israel e Líbano sobre a manutenção do cessar-fogo na fronteira entre os dois países. Autoridades americanas classificaram a primeira rodada de negociações como “positiva” e disseram que novas reuniões devem acontecer.

Apesar disso, os confrontos continuam. Nesta sexta-feira (15), Israel pediu a evacuação de cinco vilarejos no sul do Líbano e voltou a bombardear posições do Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã. O governo israelense afirma que o Hezbollah violou o acordo de trégua.

O cenário mantém a preocupação internacional sobre uma possível escalada do conflito na região e seus impactos na economia global, especialmente no mercado de petróleo.

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Como cultivar o lúpulo, planta usada na produção de cerveja

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 09:54

GLOBO RURAL Como cultivar o lúpulo, planta usada na produção de cerveja Material gratuito explica as características da planta e traz orientações sobre manejo, preparo do solo e adubação. Por Globo Rural

O Globo Rural te indica uma publicação da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), com informações para quem deseja iniciar a produção.

O material explica as características do lúpulo, apresenta diferentes variedades da planta e traz orientações sobre manejo, preparo do solo e adubação.

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Dólar abre em alta com mercado atento ao cenário eleitoral no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 09:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,986-0,45%Dólar TurismoR$ 5,193-0,3%Euro ComercialR$ 5,819-0,77%Euro TurismoR$ 6,076-0,54%B3Ibovespa178.366 pts0,72%MoedasDólar ComercialR$ 4,986-0,45%Dólar TurismoR$ 5,193-0,3%Euro ComercialR$ 5,819-0,77%Euro TurismoR$ 6,076-0,54%B3Ibovespa178.366 pts0,72%MoedasDólar ComercialR$ 4,986-0,45%Dólar TurismoR$ 5,193-0,3%Euro ComercialR$ 5,819-0,77%Euro TurismoR$ 6,076-0,54%B3Ibovespa178.366 pts0,72%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta sexta-feira (15) de olho no cenário interno e externo. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

O mercado ainda digeria os desdobramentos da divulgação de áudios que associam o senador Flávio Bolsonaro ao banqueiro Daniel Vorcaro, enquanto acompanhava uma nova operação ligada ao caso Master e o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, na China.

▶️ Pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro é visto por parte do mercado como um nome capaz de promover mudanças na política econômica. A associação ao banqueiro Daniel Vorcaro e ao escândalo envolvendo o caso Master, porém, pode representar um obstáculo em sua corrida eleitoral, aumentando as incertezas no cenário político doméstico.

🔎 Entre investidores, a avaliação é de que o episódio pode reduzir as chances de alternância no governo, afetando as expectativas para o ajuste nas contas públicas. Com isso, ontem, o Ibovespa caiu 1,8%, enquanto o dólar subiu mais de 2%, voltando ao patamar de R$ 5. Hoje, porém, o mercado se acomodou após a forte reação da véspera, com recuperação moderada.

▶️ Ainda no caso Master, a Polícia Federal prendeu, nesta quinta-feira, Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro, durante uma nova fase da Operação Compliance Zero. Ao todo, foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão.

▶️ No exterior, os mercados acompanham o encontro entre Xi Jinping e Donald Trump, em meio a sinais de aproximação diplomática entre China e Estados Unidos. Os dois trocaram elogios e indicaram disposição para ampliar a cooperação entre os países. Trump chamou Xi de “amigo” e o convidou para uma visita oficial aos EUA em setembro.

O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência da República, admitiu ter pedido recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”, projeto sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

🗣️ Em áudio revelado pelo site The Intercept Brasil — cuja existência e conteúdo foram confirmados pela TV Globo junto a investigadores e pessoas com acesso às informações —, o senador solicita US$ 24 milhões, valor que correspondia, à época, a cerca de R$ 134 milhões. Posteriormente, Flávio confirmou o envio da mensagem e afirmou que não cometeu qualquer irregularidade.

O episódio ganhou repercussão porque, até então, o senador vinha negando envolvimento nas tratativas. Ao mesmo tempo, intensificou críticas públicas ao Banco Master e defendia a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o escândalo envolvendo a instituição.

A Polícia Federal apura se recursos ligados a Vorcaro teriam sido usados para custear despesas do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro nos EUA. Segundo a investigação, o filme pode ter servido como justificativa formal para a transferência dos valores.

Os investigadores buscam esclarecer se o dinheiro foi efetivamente destinado à produção audiovisual, se houve desvio de finalidade ou se parte dos recursos acabou sendo usada para financiar a permanência de Eduardo no exterior.

A repercussão do caso também afetou os mercados financeiros na quarta-feira. O dólar subiu 2,31% e encerrou o dia cotado a R$ 5,0085, enquanto o Ibovespa recuou 1,80%, aos 177.098 pontos.

▶️ Investidores avaliam que a controvérsia pode desgastar a imagem de Flávio Bolsonaro e reduzir suas chances na disputa presidencial. Essa percepção alterou as expectativas sobre uma eventual mudança de governo e seus possíveis impactos sobre as contas públicas, pressionando o câmbio e contribuindo para a queda da bolsa.

A visita do presidente dos EUA, Donald Trump à China segue no centro das atenções dos mercados financeiros nesta quarta-feira.

O encontro com o presidente chinês, Xi Jinping, o primeiro bilateral entre os dois países desde 2017, é acompanhado de perto por investidores devido ao seu potencial de influenciar a relação entre as duas maiores economias do mundo e, consequentemente, os rumos do comércio global.

Durante a visita a Pequim, Trump adotou um discurso conciliador. O presidente americano afirmou enxergar um “futuro fantástico” para a relação entre os dois países, disse ter uma “relação fantástica” com Xi e declarou que os laços entre EUA e China “serão melhores do que nunca”.

Ele também elogiou a recepção oficial, chamou o líder chinês de “amigo” e o convidou para uma visita oficial aos Estados Unidos em setembro.

Na avaliação do mercado, o tom amistoso é interpretado como um sinal positivo, pois ajuda a reduzir, ao menos no curto prazo, o temor de novos atritos entre Washington e Pequim.

Entre os principais temas em discussão estão a possível prorrogação da trégua na guerra tarifária, as tensões envolvendo o Irã, a questão de Taiwan e a disputa tecnológica em áreas como inteligência artificial e produção de semicondutores.

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As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quinta-feira (14), impulsionadas principalmente pelo avanço das ações da Nvidia, que saltaram mais de 4% em meio à cúpula entre EUA e China.

Os papéis da empresa ganharam força após a agência Reuters informar que o governo americano autorizou cerca de dez empresas chinesas a comprarem o H200, o segundo chip mais poderoso da Nvidia.

O índice Dow Jones subiu 0,75%, aos 50.063,46 pontos. O S&P 500 avançou 0,77%, para 7.501,39 pontos, enquanto o Nasdaq, que concentra empresas de tecnologia, teve alta de 0,88%, aos 26.635,22 pontos.

Na Europa, o desempenho também foi positivo. O índice STOXX 600, que reúne ações de diversos países do continente, terminou em alta de 0,76%, AOS 616,04 pontos, após ter avançado 0,8% no pregão anterior.

Entre as principais bolsas europeias, o FTSE 100, de Londres, registrou alta de 0,46%, a 10.372,93 pontos. Em Paris, o índice CAC 40 ganhou 0,93%, a 8.082,27 pontos. Já em Frankfurt (DAX), o avanço foi mais forte, de 1,32%, a 24.456,26 pontos.

Na Ásia, o dia foi de queda nos mercados chineses e no Japão. Em Xangai, o principal índice recuou 1,52%, aos 4.177 pontos. O CSI 300, que reúne as maiores empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, caiu 1,68%, para 4.914 pontos.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng terminou praticamente estável, aos 26.389 pontos. Em Tóquio, o Nikkei encerrou o pregão com baixa de 0,98%, aos 62.654 pontos

Funcionário de banco em Jacarta, na Indonésia, conta notas de dólar, em 10 de abril de 2025. — Foto: Tatan Syuflana/ AP

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Brics termina reunião sem declaração conjunta, expondo divisões sobre guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 09:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,986-0,45%Dólar TurismoR$ 5,193-0,3%Euro ComercialR$ 5,819-0,77%Euro TurismoR$ 6,076-0,54%B3Ibovespa178.366 pts0,72%MoedasDólar ComercialR$ 4,986-0,45%Dólar TurismoR$ 5,193-0,3%Euro ComercialR$ 5,819-0,77%Euro TurismoR$ 6,076-0,54%B3Ibovespa178.366 pts0,72%MoedasDólar ComercialR$ 4,986-0,45%Dólar TurismoR$ 5,193-0,3%Euro ComercialR$ 5,819-0,77%Euro TurismoR$ 6,076-0,54%B3Ibovespa178.366 pts0,72%Oferecido por

Os chanceleres do Brics encerraram nesta sexta-feira (15) uma reunião de dois dias em Nova Déli, na Índia, sem consenso para divulgar uma declaração conjunta. As divergências entre os países do bloco, especialmente sobre a guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, levaram o país anfitrião a publicar apenas uma nota da presidência expondo os desacordos.

O principal impasse envolveu o posicionamento sobre o conflito no Oriente Médio. Segundo autoridades iranianas, Teerã pressionou para que o Brics condenasse os ataques de Estados Unidos e Israel contra o Irã. O país também acusou os Emirados Árabes Unidos, aliados dos americanos, de participação direta em operações militares.

Desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, o Irã lançou ataques com mísseis e drones contra os Emirados Árabes Unidos em diversas ocasiões.

“Houve opiniões divergentes entre alguns membros em relação à situação na região do Oriente Médio e da Ásia Ocidental”, afirmou o governo da Índia no comunicado final da presidência do grupo.

Sem citar diretamente os Emirados Árabes Unidos, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, afirmou que um integrante do Brics vetou trechos da declaração conjunta.

“Não temos dificuldades com esse país em particular; eles não foram nosso alvo na guerra atual. Atacamos apenas bases e instalações militares americanas que, infelizmente, estão em território deles”, declarou o chanceler iraniano durante entrevista coletiva.

“Espero que, quando chegarmos à cúpula, eles cheguem a um bom entendimento de que o Irã é um vizinho, que temos que conviver, que convivemos há séculos e que continuaremos a conviver pelos séculos que virão”, afirmou.

O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário.

A nota divulgada pela Índia informou que os integrantes do bloco apresentaram diferentes posições nacionais sobre o conflito. Segundo o comunicado, os países defenderam desde uma solução rápida para a crise até a necessidade de respeito à soberania e à integridade territorial dos Estados.

O texto também destacou a importância de garantir a segurança do comércio marítimo internacional e proteger infraestruturas e civis em áreas afetadas pelos conflitos.

Na declaração, os ministros do Brics afirmaram que a Faixa de Gaza é “parte inseparável do Território Palestino Ocupado”. O grupo também defendeu a unificação da Cisjordânia e de Gaza sob a Autoridade Palestina e reafirmou o direito dos palestinos à autodeterminação e à criação de um Estado independente.

Segundo a Índia, um dos integrantes do bloco apresentou ressalvas a trechos da seção sobre Gaza, mas o país não foi identificado.

Como presidente do Brics em 2026, a Índia também afirmou que os países defenderam maior união entre as nações em desenvolvimento diante dos desafios globais.

A nota menciona ainda desafios como tensões geopolíticas, dificuldades econômicas, mudanças tecnológicas, medidas protecionistas e pressão migratória.

O Brics é formado atualmente por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Etiópia, Egito, Irã e Emirados Árabes Unidos.

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Quem é Ricardo Magro, empresário à frente da Refit e alvo de operação da Polícia Federal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 08:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,986-0,45%Dólar TurismoR$ 5,193-0,3%Euro ComercialR$ 5,819-0,77%Euro TurismoR$ 6,076-0,54%B3Ibovespa178.366 pts0,72%MoedasDólar ComercialR$ 4,986-0,45%Dólar TurismoR$ 5,193-0,3%Euro ComercialR$ 5,819-0,77%Euro TurismoR$ 6,076-0,54%B3Ibovespa178.366 pts0,72%MoedasDólar ComercialR$ 4,986-0,45%Dólar TurismoR$ 5,193-0,3%Euro ComercialR$ 5,819-0,77%Euro TurismoR$ 6,076-0,54%B3Ibovespa178.366 pts0,72%Oferecido por

Ricardo Magro é o empresário à frente do grupo Refit, dono da Refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro.

Ele é considerado o maior devedor de ICMS do estado de São Paulo, o segundo maior do Rio e um dos maiores da União.

Magro já foi alvo de diversas investigações tributárias e disputas com distribuidoras e órgãos de fiscalização nos últimos anos.

O nome do empresário foi citado em etapas da Operação Carbono Oculto, que investiga a presença do PCC no mercado de combustíveis.

A megaoperação desta quinta-feira marca apenas parte das controvérsias envolvendo a dona da Refinaria de Manguinhos.

O advogado e empresário Ricardo Magro, que comanda o Grupo Refit, dono da Refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro, voltou a ser alvo de uma operação da Polícia Federal nesta sexta-feira (15). A Operação Sem Refino também tem como alvo o ex-governador do RJ, Claudio Castro.

Equipes da PF cumprem mandado em Jundiaí (SP) na manhã desta sexta-feira (15) contra a empresa de Magro. O grupo Refit é considerado um dos maiores devedores de impostos do país.

“A ação apura a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis suspeito de utilizar a estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior”, explicou a PF.

Em novembro do ano passado, Magro já tinha sido alvo de uma megaoperação contra devedores da Receita Federal.

➡️Comandado pelo empresário, o grupo Refit é considerado o maior devedor de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias ou Serviços) do estado de São Paulo, o segundo maior do Rio e um dos maiores da União.

Ricardo Magro, de 51 anos, é uma figura recorrente e controversa no mercado de combustíveis. Advogado e empresário, comanda a antiga Refinaria de Manguinhos, hoje Refit, alvo de diversas investigações tributárias e disputas com distribuidoras e órgãos de fiscalização nos últimos anos.

Paulistano, o empresário ganhou projeção no Rio de Janeiro e, desde 2016, mora em uma área nobre de Miami, nos Estados Unidos. Formado em Direito pela Universidade Paulista (Unip), com pós-graduação em direito tributário, Magro comanda o grupo Refit desde 2008.

Com uma longa história de embates com o fisco, Magro afirma que o rótulo de “maior devedor de ICMS do país” é resultado de uma suposta perseguição institucional promovida por grandes empresas do setor.

Ele chegou a acusar a Cosan, dona da Shell no Brasil e comandada por Rubens Ometto, de fazer campanha por meio do Instituto Combustível Legal (ICL), que combate o mercado ilegal, para tirá-lo do setor. Ao jornal “Folha de S.Paulo”, em setembro, afirmou também ser alvo de perseguição e ameaças do PCC.

Em 2016, Magro foi um dos alvos da Operação Recomeço, deflagrada pela PF e pelo Ministério Público Federal para investigar o desvio de recursos dos fundos de pensão da Petrobras e dos Correios. Outro investigado também se entregou: Carlos Alberto Peregrino da Silva, ex-diretor do Grupo Galileo.

Ex-advogado de Eduardo Cunha, à época afastado da presidência da Câmara dos Deputados, Magro era um dos sócios do Grupo Galileo. Em dezembro de 2010, o grupo emitiu debêntures de R$ 100 milhões para captar recursos para recuperar a Universidade Gama Filho.

Segundo o MPF, as investigações encontraram indícios de que o dinheiro captado foi desviado ilegalmente para outros fins, especialmente para contas bancárias dos investigados.

O nome do empresário foi citado em etapas da Operação Carbono Oculto, que investiga a presença do PCC no mercado de combustíveis e chegou até a Avenida Faria Lima, centro financeiro de São Paulo.

Embora a Refit não tenha sido alvo de buscas, documentos oficiais mencionam a empresa como parte de um fluxo comercial que teria envolvido companhias usadas pela facção.

Magro rejeitou as acusações e afirmou ter colaborado com autoridades para denunciar práticas criminosas no setor, o que, segundo ele, o tornou alvo de ameaças e retaliações.

A megaoperação desta quinta-feira, assim como a Operação Carbono Oculto, marca apenas parte das controvérsias envolvendo a dona da Refinaria de Manguinhos. Isso porque a Refit já foi interditada várias vezes pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Ações da ANP colocaram em dúvida a atividade de refino da empresa. Segundo a agência, existiam indícios de que a Refit estaria importando combustíveis praticamente prontos, como gasolina e diesel, em vez de realizar o processo de refino do petróleo — que justificaria sua operação como refinaria.

O local chegou a ser interditado em setembro. Em outubro, a companhia foi reaberta por determinação da Justiça do Rio de Janeiro. No mesmo mês, no entanto, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou uma nova interdição da Refinaria de Manguinhos, dois dias depois de ela ser reaberta.

Em julho de 2024, o Ministério Público de São Paulo apontou a Refit como uma das empresas envolvidas em esquemas de sonegação e adulteração de bombas de combustíveis.

Mesmo carregando a fama de sonegadora, a Refit fechou contratos nos últimos anos para divulgar sua marca de distribuidora. No ano passado, anunciou patrocínio para a NFL, a maior liga de futebol americano.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Prefeitura de Guarapari diz que Amazon tem interesse em investir em novo aeroporto no ES; projeto é avaliado em R$ 1 bi

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 04:45

Espírito Santo Prefeitura de Guarapari diz que Amazon tem interesse em investir em novo aeroporto no ES; projeto é avaliado em R$ 1 bi Localização estratégica da cidade, que fica próxima à BR-101, ao sistema portuário e à futura ferrovia, são atrativos para o negócio. Aeroporto será voltado, principalmente, para transporte de cargas. Por Letícia Orlandi, g1 ES

Guarapari negocia a construção do terminal e de um complexo de serviços. Entre as empresas que já manifestaram interesse está a gigante do comércio Amazon.

O valor estimado para o complexo aeroportuário e toda a cadeia de serviços associada gira em torno de R$ 1 bilhão e deve ser construído na região de Setiba.

O objetivo da prefeitura é que o complexo de serviços e transporte seja um dos maiores vetores de desenvolvimento econômico da cidade nos próximos anos.

Potencial logístico de Guarapari, perto da BR-101 e de portos, deve atrair projeto para novo aeroporto — Foto: Reprodução

O Espírito Santo pode ganhar um aeroporto voltado para transporte de cargas. A cidade de Guarapari está negociando a construção do terminal e de um complexo de serviços. Entre as empresas que já manifestaram interesse está a gigante do comércio eletrônico Amazon.

O valor estimado para o complexo aeroportuário e toda a cadeia de serviços associada gira em torno de R$ 1 bilhão e deve ser construído na região de Setiba.

Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Otávio Postay, a cidade da Região Metropolitana do Espírito Santo está há cerca de 15 meses em diálogo com grandes empresas nacionais e internacionais interessadas no empreendimento.

Entre as companhias que estão de olho no projeto está a Amazon, devido ao potencial estratégico da região. O objetivo da prefeitura é que o complexo de serviços e transporte seja um dos maiores vetores de desenvolvimento econômico da cidade nos próximos anos.

"Estamos dialogando e buscando a consolidação econômica da viabilidade do aeroporto. A implantação de um equipamento desse porte mudará completamente o eixo logístico do Sudeste brasileiro. Trabalhamos para que ainda em 2026 ocorram as assinaturas dos protocolos de intenção, trazendo grandes ativos do mercado nacional para Guarapari", afirmou Otávio Postay.

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A expectativa da administração municipal é que o empreendimento gere, inicialmente, mais de dois mil empregos diretos e indiretos, podendo chegar a cinco mil postos de trabalho com o início das operações.

Segundo a prefeitura, o novo aeroporto deve ter um perfil logístico, aproveitando a localização estratégica de Guarapari, próxima à BR-101, ao sistema portuário, à futura ferrovia e a uma malha rodoviária considerada favorável para a consolidação de operações de carga e distribuição.

Além da vocação logística, o projeto contempla operações de voos executivos não comerciais, mantendo a conexão com o turismo e o potencial econômico da cidade.

O secretário explicou que o projeto já possui um Plano Diretor aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) desde 2015 e que o Plano Diretor Municipal (PDM) deverá trazer as adaptações necessárias para viabilizar a implantação, respeitando o meio ambiente.

A região onde deve ficar o complexo aeorportuário abriga grande parte do Parque Estadual Paulo César Vinha.

"A ideia inicial é levar o aeroporto para a região de Setiba. Estamos em diálogo com o Iema (Instituto Estadual de Meio Ambiente). Precisamos que todos esses órgãos e entidades conversem. Existe, sim, esse projeto, mas teremos que seguir alguns pontos, como fazer audiências públicas. O aeroporto é um equipamento importante para o município", disse o prefeito Rodrigo Borges.

O g1 procurou a Amazon sobre a intenção de investir no projeto, e o Iema, para comentar sobre a intervenção onde o aeroporto deve ser construído, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mesmo com aporte de R$ 61 milhões de Vorcaro, filme sobre Bolsonaro foi denunciado por condições precárias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 04:45

Trabalho e Carreira Mesmo com aporte de R$ 61 milhões de Vorcaro, filme sobre Bolsonaro foi denunciado por condições precárias Relatório obtido pelo g1 aponta denúncias de comida estragada, alimentação insuficiente, atrasos de pagamento e revistas abusivas no set de gravação de 'Dark Horse'. Procurada, a produtora GOUP Entertainment não respondeu. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

O filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, recebeu R$ 61 milhões de Daniel Vorcaro, dono do banco Master.

Meses antes, porém, a produção já acumulava denúncias de comida estragada, alimentação insuficiente para longas jornadas de trabalho, atrasos de pagamento e revistas consideradas abusivas.

As reclamações constam em um relatório do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões de São Paulo (SATED/SP), ao qual o g1 teve acesso na íntegra.

O relatório compilou 15 ocorrências formais registradas por trabalhadores por meio do canal de denúncias Reclame SATED.

O material aponta que os relatos envolvem figurantes brasileiros, artistas com e sem registro profissional (DRT) e técnicos que participaram das filmagens de “Dark Horse” no estado.

Mensagens mostram que Flávio Bolsonaro cobrou dinheiro de Vorcaro para concluir filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro

O filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, chamou atenção nesta quarta-feira (13) após a revelação de um investimento de R$ 61 milhões feito pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco Master.

Meses antes, porém, a produção havia recebido denúncias de comida estragada, alimentação insuficiente para longas jornadas de trabalho, atrasos de pagamento e revistas consideradas abusivas durante as gravações em São Paulo.

As reclamações constam em um relatório de dezembro do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões de São Paulo (SATED/SP), ao qual o g1 teve acesso na íntegra. O documento reúne relatos de figurantes e técnicos envolvidos na produção do longa.

Na época, o relatório compilou 15 ocorrências formais registradas por trabalhadores por meio do canal de denúncias Reclame SATED. O material aponta que os relatos envolvem figurantes brasileiros, artistas com e sem registro profissional (DRT) e técnicos que participaram das filmagens de “Dark Horse” no estado.

No relatório, os denunciantes apontam diferença no tratamento entre o elenco estrangeiro e os figurantes brasileiros.

Enquanto a equipe principal tinha acesso a café da manhã e almoço em sistema self-service, os figurantes recebiam apenas um kit lanche com pão com frios, uma maçã, uma paçoca e um suco. Segundo os relatos, a alimentação era insuficiente para jornadas superiores a 8 horas.

O documento também registra denúncias de fornecimento de comida estragada em 30 de outubro de 2025. Parte das reclamações chegou ao sindicato por mensagens de WhatsApp.

Outros relatos apontam atrasos nos pagamentos, cachês abaixo do padrão de mercado, contratação informal de figurantes por grupos de WhatsApp e pagamentos em dinheiro sem emissão de nota fiscal.

Os trabalhadores afirmaram ainda que alguns figurantes precisavam pagar R$ 10 pelo transporte até as gravações, valor que, segundo eles, era cobrado em dinheiro ou descontado do cachê ao fim da diária.

Ainda de acordo com o documento, trabalhadores denunciaram episódios recorrentes de assédio moral e condições precárias durante as gravações. Há também o relato de um figurante que afirmou ter sofrido agressão física no set. Segundo o sindicato, ele registrou um boletim de ocorrência e informou que faria exame de corpo de delito.

As denúncias também mencionam revistas pessoais consideradas invasivas. Segundo os relatos, seguranças faziam abordagens com toques em partes íntimas e nos seios dos figurantes logo na entrada das locações.

O relatório também menciona que a produção teria utilizado equipe técnica estrangeira sem recolher taxas obrigatórias previstas na Lei nº 6.533/78, que regulamenta as profissões artísticas e técnicas no setor audiovisual.

Segundo o documento, nem o SATED/SP nem o SINDICINE registraram pagamentos pela contratação desses profissionais. O sindicato também apontou a ausência de envio de contratos para obtenção do visto obrigatório das entidades sindicais.

O SATED/SP destacou no relatório que não faz acusações diretas contra a produção e que os relatos serão apurados pelas autoridades competentes, com garantia de contraditório e ampla defesa às partes envolvidas.

Procurada pelo g1 para comentar as acusações, a GOUP Entertainment, produtora de "Dark Horse", não respondeu.

Na quarta-feira, o portal Intercept Brasil divulgou mensagens e áudios trocados entre o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro sobre o financiamento do filme.

Segundo a reportagem, Vorcaro teria transferido R$ 61 milhões para a produção de “Dark Horse” entre fevereiro e maio de 2025. Os pagamentos teriam sido feitos por meio de um fundo nos Estados Unidos ligado a aliados de Eduardo Bolsonaro.

Em um áudio enviado em setembro de 2025, Flávio afirmou ao banqueiro que o filme passava por um “momento muito decisivo” e demonstrou preocupação com os impactos de atrasos nos pagamentos.

“Tá num momento muito decisivo aqui do filme e, como tem muita parcela pra trás, cara, tá todo mundo tenso e eu fico preocupado com o efeito contrário ao que a gente sonhou pro filme”, afirmou o senador, segundo a transcrição.

Flávio voltou a procurar Vorcaro semanas depois, dizendo que a equipe estava “no limite”. Em uma das mensagens, o senador convidou o banqueiro para um jantar com o ator Jim Caviezel, protagonista do filme e conhecido por interpretar Jesus Cristo em “A Paixão de Cristo”.

Questionado sobre o caso nesta quarta-feira, Flávio Bolsonaro afirmou que o financiamento ocorreu com “dinheiro privado” e negou irregularidades. Posteriormente, o senador divulgou um vídeo confirmando que pediu recursos ao banqueiro, mas disse não ter “relações espúrias” com Vorcaro.

Na quinta-feira, a GOUP Entertainment negou que tenha recebido dinheiro de Daniel Vorcaro ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário.

"A GOUP Entertainment afirma categoricamente que, dentre os mais de uma dezena de investidores que compõem o quadro de financiadores do longa-metragem Dark Horse, não consta um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário", disse a empresa.

A produtora também afirmou que "repudia tentativas de associação indevida entre a produção cinematográfica e fatos externos desprovidos de comprovação documental, financeira ou contratual."

O volume de recursos chamou atenção no setor audiovisual por superar produções brasileiras recentes com grande repercussão internacional.

“Dark Horse” recebeu mais que o dobro do orçamento de “O Agente Secreto”, longa dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, indicado ao Oscar de 2026 em quatro categorias.

De acordo com a Ancine, o filme teve orçamento de R$ 28 milhões, dividido entre Brasil, França, Alemanha e Holanda.

Além das indicações ao Oscar, “O Agente Secreto” venceu os prêmios de melhor direção e melhor ator no Festival de Cannes. Ainda assim, o orçamento ficou muito abaixo do valor atribuído ao repasse de Vorcaro à produção de “Dark Horse”.

A diferença também gerou repercussão nos bastidores do setor, especialmente porque o longa sobre Bolsonaro ainda busca distribuição internacional. Em abril deste ano, o site Deadline informou que os produtores seguiam negociando a venda do projeto, apesar de especulações sobre uma possível estreia em setembro de 2026.

Dirigido por Cyrus Nowrasteh e escrito em parceria com Mark Nowrasteh, a partir de argumento de Mario Frias, o longa é descrito pelos produtores como um thriller político inspirado na campanha presidencial de 2018 e no atentado sofrido por Bolsonaro durante o período eleitoral.

O elenco reúne nomes como Esai Morales, Lynn Collins, Camille Guaty — que interpreta Michelle Bolsonaro — e Jeffrey Vincent Parise.

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Família transforma água do mar em potável e cria negócio no litoral de SP

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 15/05/2026 02:54

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Família transforma água do mar em potável e cria negócio no litoral de SP Empresa no Guarujá desenvolve dessalinizadores para embarcações e aposta em produto nacional para crescer no mercado. Por PEGN

No Guarujá (SP), uma família transformou o mar em matéria-prima ao desenvolver equipamentos que convertem água salgada em potável para embarcações.

O negócio surgiu a partir da experiência de Wilson Valêncio Filho com manutenção de barcos e levou cerca de 12 anos de testes até chegar ao modelo ideal, com investimento inicial de R$ 20 mil.

Hoje, a empresa produz dessalinizadores com tecnologia de osmose reversa, capazes de gerar até 130 litros de água doce por hora, com peças nacionais e rede de distribuição pelo litoral.

A solução facilita a rotina no mar, permitindo mais autonomia às embarcações, e mostra como inovação pode transformar um recurso abundante em oportunidade de negócio.

O mar, que para muitos é apenas paisagem, virou matéria-prima de um negócio familiar no litoral de São Paulo.

No Guarujá, uma empresa desenvolve equipamentos capazes de transformar água salgada em água potável, tecnologia que hoje abastece embarcações e sustenta um empreendimento construído ao longo de anos de testes e aperfeiçoamentos.

A história começou com a experiência prática de Wilson Valêncio Filho, que desde jovem convive com o mar. Trabalhando com manutenção eletroeletrônica de embarcações, ele percebeu a demanda por equipamentos de dessalinização — muitos deles importados e de difícil manutenção no Brasil.

Foi aí que surgiu a ideia de desenvolver uma solução própria. Com cerca de R$ 20 mil de investimento inicial, Wilson começou a montar os primeiros protótipos.

O processo foi longo: foram cerca de 12 anos de testes até chegar a um modelo considerado ideal. “Foi muito tempo de tentativa e erro até chegar onde estamos hoje”, afirma.

Família transforma água do mar em potável e cria negócio no litoral de SP — Foto: Reprodução/PEGN

O equipamento funciona por meio de osmose reversa, processo que utiliza uma membrana para separar o sal e outras impurezas da água do mar, gerando água doce própria para consumo.

Os modelos desenvolvidos pela empresa podem produzir cerca de 130 litros de água potável por hora, dependendo da configuração.

Com o crescimento do negócio, a empresa ganhou reforço dentro de casa. A filha de Wilson, Bruna Valêncio, entrou na operação em 2020 e passou a atuar em diferentes frentes, do desenvolvimento técnico ao atendimento aos clientes.

Hoje, o empreendimento é tocado pela família, incluindo também outra filha na área administrativa. Um dos diferenciais está na produção nacional dos equipamentos e das peças de reposição, o que reduz custos e o tempo de manutenção para os clientes.

A empresa conta ainda com representantes em diferentes pontos do litoral brasileiro, como Santa Catarina e Rio de Janeiro. Na prática, a tecnologia resolve um problema comum de quem vive ou trabalha no mar: a limitação de água doce a bordo.

Antes, embarcações precisavam retornar à marina para reabastecimento. Com o dessalinizador, é possível permanecer mais tempo em alto-mar, utilizando a água produzida pelo próprio equipamento para banho, limpeza e até preparo de alimentos.

“Melhorou tudo. Hoje a gente consegue ficar dias sem precisar voltar para abastecer”, relata um marinheiro que utiliza o sistema no dia a dia.

Com a operação consolidada, a empresa segue apostando no crescimento do mercado. A dessalinização é uma tecnologia em expansão global, impulsionada pela escassez de água em diferentes regiões e pela busca por soluções mais sustentáveis.

Para os empreendedores, no entanto, o maior retorno vai além dos números. “É gratificante ver o cliente satisfeito com um produto que a gente desenvolveu aqui”, diz Wilson.

A trajetória mostra como a combinação entre experiência prática, inovação e persistência pode transformar um recurso abundante — como a água do mar — em oportunidade de negócio.

Família transforma água do mar em potável e cria negócio no litoral de SP — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Rua Luis Ramos, 417, Guarujá/SP – CEP: 11432360📞 Telefone: (13) 99753 7055📧E-mail: wveletrotecnica@wveletrotecnica.com.br🌐 Site: https://www.wveletrotecnica.com.br📸 Instagram: https://www.instagram.com/sicro.brasil📘 Facebook: https://www.facebook.com/share/1DX7NfZGtW/?mibextid=wwXIfr

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Abono salarial PIS/Pasep 2026: novo pagamento será feito nesta sexta; saiba quem recebe

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 00:47

Trabalho e Carreira Abono salarial PIS/Pasep 2026: novo pagamento será feito nesta sexta; saiba quem recebe Benefício no valor de até um salário-mínimo é concedido anualmente a trabalhadores e servidores que atendem aos requisitos do programa; entenda. Por Redação g1 — São Paulo

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento nesta sexta-feira (15).

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento nesta sexta-feira (15). Desta vez, o benefício será destinado aos trabalhadores que nasceram nos meses de maio e junho.

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

➡️ O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e a servidores públicos (Pasep) que atendem aos requisitos do programa.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O banco de recebimento, data e os valores, inclusive de anos anteriores, estão disponíveis para consulta no aplicativo Carteira de Trabalho Digital e no portal gov.br.

Em fevereiro, o Ministério do Trabalho fez o pagamento aos trabalhadores nascidos em janeiro. Em março, foi a vez dos aniversariantes de fevereiro; em abril, dos nascidos em março e abril.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, a estimativa é de que 26,9 milhões de trabalhadores sejam beneficiados em 2026, com um total de R$ 33,5 bilhões em pagamentos.

A partir deste ano, o pagamento do PIS/Pasep passa a seguir datas fixas. Os valores serão liberados sempre no dia 15 do mês correspondente ao mês de nascimento — ou no primeiro dia útil seguinte, caso a data caia em fim de semana ou feriado.

O encerramento anual dos pagamentos ocorrerá no último dia útil bancário do ano, conforme as regras do Banco Central, que passa a ser a data-limite para o saque do abono.

O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores. — Foto: Marcello Casal Jr.

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