RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petrobras prevê R$ 17,6 bilhões para a Replan e anuncia produção de combustível de aviação em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 19:53

Campinas e Região Petrobras prevê R$ 17,6 bilhões para a Replan e anuncia produção de combustível de aviação em 2026 Refinaria de Paulínia (SP) deve produzir o combustível usando fontes como óleos vegetais, gorduras de origem animal e óleo de cozinha usado. Capacidade da unidade será ampliada em 5%. Por g1 Campinas e Região

Petrobras anunciou investimentos de R$ 17,6 bilhões na Replan, dentro de pacote de R$ 37 bilhões para SP até 2030.

Entre os projetos, está o início da produção de combustível de aviação em 2026 e a expansão da capacidade de refino em 5% nos próximos anos.

A Replan também deve ganhar uma usina fotovoltaica própria. A planta terá capacidade de 20 megawatts e deve entrar em operação ainda em 2026.

A Petrobras anunciou, nesta sexta-feira (15), investimentos de R$ 17,6 bilhões na Refinaria de Paulínia (Replan), dentro de um pacote total de R$ 37 bilhões para o estado de São Paulo até 2030.

➡ Entre os projetos anunciados, está o início da produção de combustível de aviação ainda em 2026 e a expansão da capacidade de refino em 5% nos próximos anos, o equivalente a aproximadamente 25 mil barris por dia – veja detalhes abaixo.

O investimento nessa expansão é estimado em R$ 6 bilhões e a obra será executada durante uma parada de manutenção prevista para o primeiro semestre de 2027.

🔎 Hoje, a Replan processa cerca de 434 mil barris por dia e responde por cerca de 20% da capacidade de refino do país, de acordo com a Petrobras.

Uma das principais novidades anunciadas é a produção de combustível sustentável de aviação (SAF), alternativa com menor impacto ambiental em relação ao querosene tradicional.

Segundo a Petrobras, a produção na Replan deve começar até dezembro de 2026, por meio de um processo chamado coprocessamento — quando matérias-primas renováveis são misturadas ao petróleo durante o refino, como óleo de cozinha usado.

Na prática, isso permite gerar um combustível com parte de origem renovável usando estruturas já existentes na refinaria.

Além disso, a empresa confirmou o desenvolvimento de uma planta dedicada à produção de SAF usando etanol, conhecida como rota ATJ (álcool para jato).

Essa unidade deve transformar etanol — um biocombustível amplamente produzido no Brasil — em querosene de aviação. O projeto ainda está em fase de engenharia, com previsão de licitação a partir de 2027.

Outro ponto destacado pela Petrobras é o uso de resíduos como matéria-prima. A produção de combustíveis mais limpos deve incluir:

A proposta, segundo a empresa, é integrar a produção de combustíveis com iniciativas de economia circular, reduzindo emissões e reaproveitando resíduos.

A Replan também deve ganhar uma usina fotovoltaica própria. A planta terá capacidade de 20 megawatts e deve entrar em operação ainda em 2026.

A energia gerada será utilizada dentro da própria refinaria, como parte da estratégia da Petrobras de reduzir o consumo de gás natural nas unidades e ampliar a eficiência energética.

Com os novos projetos, a refinaria deve passar por uma mudança gradual de perfil, incorporando tecnologias voltadas à transição energética, segundo a Petrobras.

Na prática, isso significa que, além de continuar produzindo combustíveis fósseis, a unidade vai ampliar a produção de alternativas consideradas mais limpas — especialmente no setor de aviação, que busca reduzir emissões nos próximos anos.

Maior do Brasil em processamento de petróleo, Replan atende a 20% do mercado nacional — Foto: Fernando Evans/g1

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Petrobras decide desenvolver descoberta de Aram em Santos, diz presidente

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 18:17

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0671,63%Dólar TurismoR$ 5,2761,6%Euro ComercialR$ 5,8881,19%Euro TurismoR$ 6,1451,14%B3Ibovespa177.284 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,0671,63%Dólar TurismoR$ 5,2761,6%Euro ComercialR$ 5,8881,19%Euro TurismoR$ 6,1451,14%B3Ibovespa177.284 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,0671,63%Dólar TurismoR$ 5,2761,6%Euro ComercialR$ 5,8881,19%Euro TurismoR$ 6,1451,14%B3Ibovespa177.284 pts-0,61%Oferecido por

A Petrobras decidiu que desenvolverá a descoberta da área de Aram, no pré-sal da Bacia de Santos, afirmou nesta sexta-feira (15) a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

A companhia prevê que deverá ter pelo menos dois poços produtores até 2030, disse a executiva, em coletiva para falar sobre investimentos da empresa no estado de São Paulo.

O bloco Aram foi adquirido em março de 2020, por um bônus de assinatura de R$ 5 bilhões, na sexta rodada de licitação da reguladora ANP, sob o regime de Partilha de Produção.

A Petrobras é a operadora do bloco e detém 80% de participação, em parceria com a chinesa CNPC (20%).

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SpaceX, de Musk, define data de entrada na bolsa, diz agência; empresa pode ter maior IPO da história

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 16:48

Tecnologia SpaceX, de Musk, define data de entrada na bolsa, diz agência; empresa pode ter maior IPO da história Empresa será listada na Nasdaq, focada em empresas de tecnologia, segundo a Reuters. Expectativa é de que companhia seja avaliada em cerca de US$ 1,75 trilhão. Por Redação g1, São Paulo

A SpaceX vai definir o preço de seu IPO em 11 de junho e listar ações na bolsa em 12 de junho, informou a agência Reuters nesta sexta-feira (15).

Um IPO é a primeira oferta pública de ações de uma empresa, quando parte do seu capital passa a ser listada na bolsa de valores e pode ser vendida a investidores.

A SpaceX disse em abril que, mesmo com o IPO, Musk continuará controlando decisões internas. A companhia afirmou que manteria seu "status de empresa controlada".

A SpaceX, empresa de foguetes do bilionário Elon Musk, vai definir o preço de sua oferta pública inicial (IPO) em 11 de junho e listar ações na bolsa de valores em 12 de junho, informou a agência Reuters nesta sexta-feira (15) com base em três pessoas familiarizadas com o assunto.

🔎 Um IPO é a primeira oferta pública de ações de uma empresa, quando parte do seu capital passa a ser listada na bolsa de valores e pode ser vendida a investidores. O objetivo é captar recursos para expandir operações, investir em projetos ou reduzir dívidas.

Ainda segundo a Reuters, a SpaceX será listada com o código SPCX na Nasdaq, bolsa de valores focada em empresas de tecnologia.

Os valores envolvidos no IPO da SpaceX podem marcar a maior entrada da história de uma empresa na bolsa de valores, o que pode contribuir para que Musk se torne o primeiro trilionário do mundo.

A expectativa é de que o IPO tenha avaliação de cerca de US$ 1,75 trilhão, considerando a fusão da SpaceX com a startup de inteligência artificial xAI, também de Musk.

A empresa acelerou seu cronograma e pretende divulgar o prospecto da operação na quarta-feira (20), com uma apresentação a investidores prevista para 4 de junho.

O cronograma acelerado antecipa um processo que originalmente estava planejado para o final de junho, por volta do aniversário de Elon Musk, disseram as fontes.

A SpaceX disse em abril que, mesmo com o IPO, Musk continuará controlando decisões internas. A companhia afirmou que manteria seu "status de empresa controlada", de acordo com um trecho de seu pedido de IPO analisado pela Reuters.

Isso significa que ela não precisará que a maioria de seu conselho seja independente, nem que sejam criados comitês independentes de remuneração e nomeação, segundo o trecho do registro da oferta.

O documento aponta que a SpaceX só precisará ter um comitê de auditoria composto inteiramente por diretores independentes.

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Correios realizam leilão de 34 imóveis em diversos estados; veja como participar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 16:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0691,66%Dólar TurismoR$ 5,2751,58%Euro ComercialR$ 5,8921,24%Euro TurismoR$ 6,1461,16%B3Ibovespa176.624 pts-0,98%MoedasDólar ComercialR$ 5,0691,66%Dólar TurismoR$ 5,2751,58%Euro ComercialR$ 5,8921,24%Euro TurismoR$ 6,1461,16%B3Ibovespa176.624 pts-0,98%MoedasDólar ComercialR$ 5,0691,66%Dólar TurismoR$ 5,2751,58%Euro ComercialR$ 5,8921,24%Euro TurismoR$ 6,1461,16%B3Ibovespa176.624 pts-0,98%Oferecido por

Os Correios realizarão, nos dias 27 e 28 de maio, leilões com 34 imóveis em diferentes estados, incluindo terrenos, galpões e prédios comerciais desocupados ou com baixa utilização.

Os lances serão feitos pela plataforma VIP Leilões. Caso um imóvel não receba ofertas na primeira etapa, o preço pode ser reduzido até o valor mínimo definido pelos Correios.

No dia 27 de maio, às 14h, serão ofertados 24 imóveis em 13 estados. Entre os destaques estão ativos em Guarulhos (SP), Natal (RN) e Campo Grande (MS), com lances mínimos entre R$ 716,5 mil e R$ 3,3 milhões.

No dia 28 de maio, às 14h, será leiloado o Complexo Baumann, na Vila Leopoldina, em São Paulo. O centro logístico tem 20.718 m² de área construída, está avaliado em R$ 158,9 milhões e terá lance mínimo de R$ 135,1 milhões.

Ainda no dia 28, a partir das 14h30, outros nove imóveis entram em disputa, incluindo ativos de grande porte na Vila Maria (SP), Pituba (Salvador) e Guará I (Brasília), com valores mínimos que chegam a R$ 130,3 milhões.

Os Correios realizam, nos dias 27 e 28 de maio, uma nova rodada de leilões com 34 imóveis localizados em diferentes estados do país.

Entre os ativos colocados à venda estão terrenos, galpões e prédios comerciais atualmente desocupados ou com baixa utilização. O principal destaque é um centro logístico na Vila Leopoldina, em São Paulo, avaliado em R$ 158,9 milhões.

A venda faz parte da estratégia da estatal para levantar recursos com ativos que não são considerados essenciais para suas operações. Os lances serão feitos pela plataforma VIP Leilões, em disputas abertas ao público.

O processo ocorre em etapas. Primeiro, os imóveis são oferecidos pelo valor inicial. Se não houver interessados, o leilão passa automaticamente para novas rodadas com preços menores, até atingir o valor mínimo aceito pelos Correios.

Complexo Baumann, na Vila Leopoldina, em São Paulo, é o principal destaque do leilão dos Correios. Com 20.718 m² de área construída, o centro logístico está avaliado em R$ 158,9 milhões e terá lance mínimo de R$ 135,1 milhões. — Foto: Divulgação/Correios

Guarulhos (SP): imóvel comercial com terreno de 864 m², avaliado em R$ 3,8 milhões e com lance mínimo de R$ 3,3 milhões. Natal (RN): prédio comercial de dois andares, com 1.092 m² de área construída, avaliado em R$ 2,2 milhões e com valor mínimo de R$ 2 milhões. Campo Grande (MS): edifício de dois pavimentos com 353,24 m², avaliado em R$ 906,6 mil e com lance inicial de R$ 716,5 mil.

A programação de 28 de maio será dividida em dois leilões. Às 14h, será ofertado o Complexo Baumann, na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo. Em seguida, às 14h30, outros nove imóveis entram em disputa.

Complexo Baumann (São Paulo): centro logístico com 20.718 m² de área construída, avaliado em R$ 158,9 milhões e com lance mínimo de R$ 135,1 milhões. Vila Maria (São Paulo): prédio comercial com terreno de 16.363 m² e área construída de 12.910 m², avaliado em R$ 62,4 milhões, com valor mínimo de R$ 52,8 milhões. Pituba (Salvador): complexo comercial com cerca de 41.947 m² de área construída, avaliado em R$ 159,3 milhões e com lance mínimo de R$ 130,3 milhões. Guará I (Brasília): terreno de 73.801,85 m², avaliado em R$ 156 milhões e com valor mínimo de R$ 115 milhões.

Data: 28 de maio, às 14h. Link de acesso: correios.vipleiloes.com.br/evento/anuncio/complexo-baumann-com-area-const-20718m-vila-leopoldina-154

Data: 28 de maio, às 14h30 Link de acesso: correios.vipleiloes.com.br/evento/detalhes/280526correios1

Complexo Baumann, na Vila Leopoldina, em São Paulo, é o principal destaque do leilão dos Correios. Com 20.718 m² de área construída, o centro logístico está avaliado em R$ 158,9 milhões e terá lance mínimo de R$ 135,1 milhões. — Foto: Divulgação/Correios

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China renova licença de mais de 400 exportadores de carne bovina dos EUA após encontro entre Trump e Xi Jinping

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 14:48

Agro China renova licença de mais de 400 exportadores de carne bovina dos EUA após encontro entre Trump e Xi Jinping Medida reabre o mercado asiático para centenas de plantas americanas de carne bovina e sinaliza tentativa de aproximação entre as duas maiores economias do mundo após dias de negociações em Pequim. Por Redação g1 — São Paulo

A China renovou mais de 400 licenças de frigoríficos dos EUA, permitindo que voltem a exportar carne bovina para o país asiático.

As unidades afetadas representavam cerca de 65% das plantas registradas para exportar ao mercado chinês.

A renovação é considerada uma vitória para o setor de carne bovina dos EUA, já que a Casa Branca vinha pressionando pelo tema nas negociações com a China.

As exportações de carne bovina dos EUA para a China vêm caindo desde o agravamento da disputa comercial entre os dois países.

A China renovou mais de 400 licenças de frigoríficos dos Estados Unidos que estavam vencidas, permitindo que essas empresas voltem a exportar carne bovina para o país asiático. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (15) pela agência Reuters, com base em dados do site da alfândega chinesa.

A decisão veio após a reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, realizada em Pequim.

Na quinta-feira (14), centenas de frigoríficos americanos haviam perdido autorização para vender carne bovina à China porque as licenças expiraram sem renovação automática.

As unidades afetadas representavam cerca de 65% das plantas registradas para exportar ao mercado chinês.

A renovação é considerada uma vitória para o setor de carne bovina dos EUA, já que a Casa Branca vinha pressionando pelo tema nas negociações com a China. Entre as empresas beneficiadas estão unidades da Cargill e da Tyson Foods.

Segundo a Reuters, antes do início do encontro entre os dois países, o status das licenças chegou a aparecer como “ativo” no sistema da alfândega chinesa durante a quinta-feira, mas depois voltou a constar como “expirado”, gerando incerteza no mercado. Autoridades chinesas não explicaram a mudança.

A Federação de Exportadores de Carne dos EUA informou que, segundo seu entendimento, os registros vencidos de frigoríficos americanos estavam aparecendo como renovados no sistema chinês, e que alguns outros frigoríficos americanos também constavam como registrados. A associação do setor disse que estava buscando mais detalhes.

"Este é um primeiro passo crucial para restabelecer totalmente o acesso da carne bovina dos EUA à China", disse o porta-voz da federação, Joe Schuele.

As exportações de carne bovina dos EUA para a China vêm caindo desde o agravamento da disputa comercial entre os dois países. Depois de atingir US$ 1,7 bilhão em 2022, o valor recuou para cerca de US$ 500 milhões no ano passado.

A visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à China terminou nesta sexta-feira (15) com cerimônias, elogios públicos e promessas de cooperação, mas sem avanços concretos em temas considerados sensíveis entre os dois países. (lei mais sobre a reunião aqui)

Durante os encontros em Pequim, o presidente chinês, Xi Jinping, defendeu uma relação mais próxima entre as duas potências e afirmou que China e EUA devem atuar como “parceiros, não rivais”.

Trump também elogiou Xi e disse acreditar em um “futuro fantástico” para a relação entre os países.

Apesar do tom amigável, persistem impasses importantes. O principal deles é Taiwan, que continua sendo um dos maiores pontos de tensão entre China e EUA. Segundo a imprensa chinesa, Xi alertou que o tema pode levar os dois países a um conflito se não for tratado com cuidado.

Os EUA seguem apoiando a autonomia de Taiwan e fornecendo armas à ilha, enquanto a China considera o território parte de seu país e ampliou a presença militar na região.

Outros temas discutidos foram o Oriente Médio, a guerra na Ucrânia e a situação no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo. Trump afirmou que ele e Xi concordam sobre a necessidade de manter a passagem aberta.

Mesmo após dois dias de reuniões, os governos fizeram poucos anúncios concretos. Trump disse apenas que a China concordou em comprar aviões americanos e ampliar a cooperação comercial em algumas áreas.

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Audi Q3 evolui para enfrentar BMW e Mercedes, mas fica devendo em tecnologia; veja o teste

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 14:48

Carros Audi Q3 evolui para enfrentar BMW e Mercedes, mas fica devendo em tecnologia; veja o teste Painel digital estreito, assistentes incompletos e ausência de alerta de ponto cego contrastam com a proposta moderna e tecnológica do SUV premium com boa direção e potência. Por André Fogaça, g1 — Nova Odessa (SP)

A terceira geração do Audi Q3 já está à venda no Brasil, por R$ 389.990 para a carroceria SUV e R$ 399.990 para um cupê, e desembarca em um segmento dominado por BMW X1 e Mercedes GLA, que começa a abrir espaço para marcas chinesas.

O g1 passou uma tarde ao volante das duas versões, rodando cerca de 300 km pelo interior de São Paulo. Do total, aproximadamente 10% do percurso foi em área urbana, enquanto o restante ocorreu em estradas, com limite de 120 km/h e tráfego livre.

Com diferenças restritas ao preço, ao desenho externo e ao tamanho do teto solar, as duas versões passaram por mudanças internas significativas. A ideia é adotar uma proposta mais tecnológica, linha que a Audi tem seguido principalmente em seus modelos mais caros e elétricos.

Por fora, o Audi Q3 adota linhas mais fluidas e menos “quadradas” do que as de Mercedes-Benz e BMW, deixando claro um foco maior em modernidade e tecnologia — algo que não é prioridade para suas rivais. Essa proposta aparece em detalhes como o sistema de iluminação em LED com múltiplos pontos.

Esses pontos de luz conseguem “recortar” o veículo que vem no sentido contrário e desligar a luz alta apenas nessa área, mantendo a iluminação no restante da via. O sistema vai além e também projeta informações diretamente no asfalto, como:

Projetar um retângulo de lado a lado da faixa, com iluminação mais forte do que nas bordas, para aumentar a visibilidade exatamente naquele trecho da pista;As laterais desse retângulo podem "entortar", sinalizando a aproximação de curvas ou de um estreitamento da via;Projetar o símbolo de um floco de neve na pista quando a temperatura externa estiver abaixo de 4 °C, alertando para o risco de gelo na via.

Vale destacar que esse recurso está disponível apenas nos modelos vendidos no exterior. Ao g1, a Audi afirmou que não descarta oferecer a tecnologia no Brasil, mas, por enquanto, o modelo nacional conta apenas com ajuste automático do farol alto.

Disponível tanto no Brasil quanto no exterior, a iluminação diurna oferece quatro combinações diferentes, permitindo que o motorista personalize o desenho dos LEDs. O mesmo vale para as lanternas traseiras, mas o que mais chama atenção é a iluminação do logotipo da Audi.

O logotipo apagado é branco, mas muda para vermelho e fica iluminado quando o motorista aciona o freio ou está com as lanternas acesas. A solução já aparece em alguns modelos chineses, como Avatr 06, Leapmotor C01 e BYD Dolphin, Seal e Yuan Plus em suas versões mais recentes vendidas na China.

No Brasil, a iluminação do logotipo traseiro ainda é raríssima e aparece em poucos modelos, como os novos Volkswagen Tiguan e Taos.

Outro destaque é o crescimento da central multimídia, que saiu de 8,8 para 12,8 polegadas. Além de maior, a tela foi reposicionada e agora fica alinhada ao painel digital de instrumentos. Apesar de também ter bom tamanho, com 11,9 polegadas, o quadro de instrumentos do motorista mostra uma escolha questionável: ele é estreito demais.

O tamanho elevado em polegadas se explica pela forma como as telas são medidas: pela diagonal. Isso permite que uma tela seja larga, mas baixa. No Audi Q3, as bordas ficam muito aparentes, e o problema vai além da estética, afetando também a leitura das informações.

Para reforçar o ponto negativo, a quantidade de informações exibidas é bastante limitada. Na tela, é possível ver apenas:

O conta-giros isolado, posicionado no centro;A representação gráfica dos veículos ao redor, identificados pelos sensores do carro;A projeção do Google Maps, do Waze ou do sistema de navegação nativo do carro.

Há uma diferença grande em relação ao que os carros da Volkswagen, que é dona da Audi, oferecem. Neles, a personalização dessa mesma tela — que é mais alta — é bem mais ampla.

Nesses modelos, é possível adicionar ou remover mostradores analógicos, escolher quais informações aparecem no centro e definir o que é exibido entre eles — ou até optar por uma visualização apenas numérica, sem ponteiros.

Até mesmo o Volkswagen Polo, um dos carros mais simples e baratos da marca no Brasil, oferece mais opções de personalização do que o Audi Q3.

A limitação da tela estreita poderia ser amenizada com a projeção de informações no para-brisa, recurso que não está disponível no modelo.

Além disso, outros dois itens ligados à tecnologia também decepcionam. O primeiro é o piloto automático adaptativo, que mantém corretamente a distância do veículo à frente e identifica carros ao redor, mas não mantém o Q3 centralizado na faixa.

O sistema conta com alerta visual de saída de faixa e emite avisos quando o carro começa a se deslocar para fora dela. No entanto, durante o teste, esses alertas não funcionaram em todas as situações. Em alguns trechos de pista livre, o veículo mudou de faixa gradualmente sem qualquer aviso ao motorista.

Outro ponto negativo é a ausência de alerta de ponto cego. Não há luz nos retrovisores nem outro recurso, como uma câmera que mostre o tráfego ao lado do carro.

A ausência do recurso é parcialmente compensada por retrovisores mais largos na horizontal, que ampliam o campo de visão em relação a um espelho convencional — solução semelhante à adotada pela Jeep em alguns de seus modelos.

Quase todo o acabamento do Audi Q3 é macio ao toque. As exceções ficam por conta do plástico preto brilhante no console central e de uma faixa com acabamento metalizado que atravessa o painel de uma ponta à outra.

Visualmente, o minimalismo ganhou espaço, mas sem chegar ao exagero visto em marcas como a Volvo. O Audi Q3 ainda atende bem a um público mais conservador, típico de carros premium de fabricantes da Alemanha.

O minimalismo aparece em detalhes como o volante, que tem textura mais uniforme e existem menos botões físicos em todo o carro. Para contornar a migração dos comandos do ar-condicionado para a central multimídia, a Audi adotou botões virtuais fixos para os ajustes de climatização.

A face mais radical do minimalismo aparece no câmbio, que deixou a posição tradicional no console central e foi transferido para a coluna de direção. Ele fica atrás do volante, em uma alavanca fixa que concentra várias funções.

No lado direito está o seletor do câmbio. Já à esquerda ficam as setas indicadoras, os comandos dos limpadores do para-brisa e do vidro traseiro, além dos ajustes do farol. Tudo fica concentrado em um único conjunto, que não gira junto com o volante.

Nos primeiros momentos ao volante, o estranhamento é inevitável e foram necessários alguns minutos para memorizar a posição de cada comando. No início do trajeto, acionar a seta exigia olhar para confirmar onde ela estava localizada.

Depois de cerca de uma hora, o estranhamento dá lugar à sensação de um ajuste bem pensado. Os comandos ficam todos ao alcance dos dedos, permitindo até associar cada função a um dedo específico.

O limpador do para-brisa dianteiro, por exemplo, usa uma pequena roda com ranhuras;O do vidro traseiro tem um botão liso, com toque mais frio;As setas ficam em uma área mais áspera e reta.

O motor continua sendo um 2.0 turbo, agora com mais potência. Ele passou de 231 para 258 cavalos, e o torque chega a 37,7 kgfm. Trata‑se do mesmo conjunto usado no Golf GTI vendido na Europa, que tem alguns cavalos a mais do que a versão brasileira.

Com esse conjunto, mesmo sendo o SUV mais acessível da Audi, o Q3 apresenta números superiores aos do carro mais potente e caro da Volkswagen no Brasil. A resposta ao acelerador é rápida, com todo o torque disponível já a partir de 1.650 giros.

Na prática, isso significa arrancadas sem atraso entre o comando do acelerador e o ganho de velocidade, tudo sem um ronco exagerado do motor. Para quem gosta de ouvir a potência aparecendo, o Q3 pode parecer silencioso demais — ainda assim, entrega desempenho rápido.

A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 5,9 segundos. Na comparação com o Golf GTI, o hatch esportivo da Volkswagen cumpre a mesma prova em 6,1 segundos, mesmo sendo mais leve e menor.

Enquanto houve avanços no visual, na potência e em parte da tecnologia, a dirigibilidade mudou pouco, resultando em sensações mistas ao volante. A suspensão é mais firme do que a de um Volkswagen, por exemplo, algo que não chega a ser novidade nos carros da Audi.

A suspensão mais rígida, combinada com a tração integral nas quatro rodas, garante boa estabilidade em velocidades mais altas e maior controle da carroceria em curvas.

Por outro lado, nos 10% de percurso urbano — em sua maior parte na cidade de São Paulo (SP) — os impactos causados por buracos são mais percebidos pelos ocupantes. Com isso, o conforto no uso urbano fica abaixo do oferecido por SUVs chineses.

O Audi Q3 continua tratando a tecnologia como um dos pilares do projeto, algo que a marca vem adotando há algum tempo — como no retrovisor com câmera no lugar do espelho, visto nos modelos elétricos da Audi.

Há avanços nessa área, mas o modelo falha justamente em aspectos básicos da tecnologia. Um piloto automático menos completo do que o de carros mais baratos e um painel de instrumentos estreito, com poucas opções de personalização, vão na contramão dessa proposta.

Ainda assim, para quem busca um carro premium potente, com uma dirigibilidade mais envolvente, o Q3 se mostra uma boa opção. A combinação de avanços pontuais com um motor forte o deixa mais preparado para enfrentar a chegada de marcas como Denza e Wey, por exemplo.

Ao mesmo tempo, o modelo reforça sua distância em relação a Mercedes-Benz e BMW, marcas mais tradicionais no luxo e no visual. Entre as alemãs, a concorrência direta fica com:

A BMW ainda amplia a oferta ao disponibilizar uma versão 100% elétrica do X1, chamada de iX1, com preço a partir de R$ 383.950.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Cosan pode vender participação na Raízen e holding deve ser dissolvida, diz CEO

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 13:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0701,68%Dólar TurismoR$ 5,2751,59%Euro ComercialR$ 5,8961,32%Euro TurismoR$ 6,1481,19%B3Ibovespa176.789 pts-0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,0701,68%Dólar TurismoR$ 5,2751,59%Euro ComercialR$ 5,8961,32%Euro TurismoR$ 6,1481,19%B3Ibovespa176.789 pts-0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,0701,68%Dólar TurismoR$ 5,2751,59%Euro ComercialR$ 5,8961,32%Euro TurismoR$ 6,1481,19%B3Ibovespa176.789 pts-0,88%Oferecido por

A Cosan pode vender sua participação na Raízen após a reestruturação financeira da empresa, e a própria holding deve ser dissolvida nos próximos anos, afirmou o CEO da companhia, Marcelo Martins.

A Cosan deve se tornar acionista minoritária da Raízen, que tenta reestruturar uma dívida de cerca de R$ 65 bilhões para evitar uma recuperação judicial.

O CEO disse ainda que a Cosan poderá vender essa participação no futuro, embora ainda não exista definição sobre prazo ou tamanho da operação.

Martins afirmou que a Cosan também deve deixar de existir como holding em um prazo de três a cinco anos, em um processo que pode começar já em 2027.

A dívida líquida expandida da Cosan encerrou o primeiro trimestre em R$ 11,5 bilhões, queda de 34% em relação ao mesmo período do ano passado.

A Cosan pode vender sua participação na Raízen após a reestruturação financeira da empresa, e a própria holding deve ser dissolvida nos próximos anos, afirmou nesta sexta-feira (15) o CEO da companhia, Marcelo Martins.

Segundo o executivo, a participação da Cosan na Raízen deve diminuir de forma significativa porque a empresa não acompanhará um novo aporte de capital da Shell, sua sócia no negócio. Além disso, credores negociam transformar parte da dívida da Raízen em ações da companhia.

Com isso, a Cosan deve se tornar acionista minoritária da Raízen, uma das maiores produtoras de açúcar e etanol do mundo e também dona de operações de distribuição de combustíveis.

A Raízen tenta reestruturar uma dívida de cerca de R$ 65 bilhões para evitar uma recuperação judicial.

"A nossa participação na Raízen não deve ser expressiva”, afirmou Martins durante conferência com investidores.

O CEO disse ainda que a Cosan poderá vender essa participação no futuro, embora ainda não exista definição sobre prazo ou tamanho da operação.

Martins afirmou que a Cosan também deve deixar de existir como holding em um prazo de três a cinco anos, em um processo que pode começar já em 2027.

Segundo ele, a estratégia faz parte do plano de redução do endividamento da empresa. Nesse modelo, os atuais acionistas da Cosan passariam a ter participação direta nas empresas do grupo, como Rumo e Compass. “O primeiro passo é a redução da dívida”, disse o executivo.

A dívida líquida expandida da Cosan encerrou o primeiro trimestre em R$ 11,5 bilhões, queda de 34% em relação ao mesmo período do ano passado.

A Raízen, empresa que opera os postos Shell no Brasil e atua nos setores de açúcar, etanol e energia, enfrenta uma forte crise financeira e tenta reorganizar dívidas que somam cerca de R$ 65 bilhões.

A companhia entrou em recuperação extrajudicial em março para renegociar parte desses débitos diretamente com credores e evitar um cenário mais grave, como uma recuperação judicial.

Criada em 2011 como uma parceria entre a Cosan e a Shell, a Raízen é uma das maiores produtoras de açúcar e etanol do mundo e também responsável pela distribuição da marca Shell no Brasil, Argentina e Paraguai.

A empresa atua ainda em postos de combustíveis, aviação, lojas Shell Select, aplicativo Shell Box e projetos de energia renovável.

Nos últimos anos, a companhia ampliou investimentos, mas passou a sofrer com juros altos, clima desfavorável nas safras de cana e piora nos resultados financeiros.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

China diz concordar com EUA em implementar ‘todos’ os acordos comerciais existentes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 12:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0741,75%Dólar TurismoR$ 5,2741,55%Euro ComercialR$ 5,8981,33%Euro TurismoR$ 6,1481,19%B3Ibovespa176.486 pts-1,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0741,75%Dólar TurismoR$ 5,2741,55%Euro ComercialR$ 5,8981,33%Euro TurismoR$ 6,1481,19%B3Ibovespa176.486 pts-1,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,0741,75%Dólar TurismoR$ 5,2741,55%Euro ComercialR$ 5,8981,33%Euro TurismoR$ 6,1481,19%B3Ibovespa176.486 pts-1,05%Oferecido por

Donald Trump e Xi Jinping durante encontro em Pequim em 14 de maio de 2026 — Foto: BRENDAN SMIALOWSKI/Pool via REUTERS

China e os Estados Unidos concordaram em continuar implementando “todos” os acordos firmados anteriormente e em criar conselhos para comércio e investimentos, afirmou o principal diplomata de Pequim em comunicado divulgado após uma cúpula de dois dias entre Xi Jinping e Donald Trump.

“As delegações dos dois países alcançaram resultados positivos de forma geral, incluindo a continuidade da implementação de todos os consensos alcançados em consultas anteriores e o acordo para estabelecer um conselho de comércio e um conselho de investimentos”, disse Wang Yi, segundo comunicado do Ministério das Relações Exteriores da China.

A mídia estatal chinesa noticiou que o presidente chinês deve visitar os Estados Unidos no outono do hemisfério norte. A informação foi divulgada pelo principal diplomata de Pequim, horas após Donald Trump deixar a China depois de uma cúpula de dois dias.

“O presidente chinês Xi Jinping fará uma visita de Estado aos Estados Unidos no outono deste ano a convite do presidente dos EUA, Donald Trump”, disse o principal diplomata chinês, Wang Yi, nesta sexta-feira, segundo informou a agência estatal chinesa Xinhua.

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Novo Tiguan R-Line: por que o SUV premium da Volkswagen se destaca no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 11:50

Agro Volkswagen Especial Publicitário Novo Tiguan R-Line: por que o SUV premium da Volkswagen se destaca no Brasil Com o motor mais potente da história do modelo no país, tecnologias avançadas e um conjunto voltado à segurança, o Novo Tiguan é referência entre os SUVs premium. Por Volkswagen

O Novo Tiguan R-Line chega ao Brasil com uma proposta clara: elevar o padrão de desempenho, tecnologia e conforto dentro do segmento de SUVs premium.

Desenvolvido para acompanhar diferentes momentos do dia a dia (da rotina nas cidades às viagens em estrada), o modelo combina sofisticação e soluções que tornam a experiência ao dirigir mais fluida e intuitiva.

Além do conjunto mecânico robusto, o Novo Tiguan reúne um pacote amplo de tecnologia, conectividade e sistemas avançados de assistência à condução, somados a um interior projetado para oferecer conforto e bem-estar a todos os ocupantes.

No infográfico, explore os principais destaques técnicos que fazem do Novo Tiguan R-Line uma referência na categoria.

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Índia manda população trabalhar de casa e reduzir consumo de combustível devido à alta do petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/05/2026 11:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0621,51%Dólar TurismoR$ 5,2561,21%Euro ComercialR$ 5,8851,11%Euro TurismoR$ 6,1250,8%B3Ibovespa176.712 pts-0,93%MoedasDólar ComercialR$ 5,0621,51%Dólar TurismoR$ 5,2561,21%Euro ComercialR$ 5,8851,11%Euro TurismoR$ 6,1250,8%B3Ibovespa176.712 pts-0,93%MoedasDólar ComercialR$ 5,0621,51%Dólar TurismoR$ 5,2561,21%Euro ComercialR$ 5,8851,11%Euro TurismoR$ 6,1250,8%B3Ibovespa176.712 pts-0,93%Oferecido por

Diante dos efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços da energia, o governo da Índia intensificou um apelo à austeridade e pediu à população que reduza o consumo de combustível, limite compras de ouro, evite viagens internacionais e adote o trabalho remoto sempre que possível.

A orientação, feita pelo primeiro-ministro indiano Narendra Modi, marca uma mudança de tom incomum em um país acostumado a políticas de estímulo ao crescimento, e reflete a pressão crescente sobre a economia.

A Índia depende fortemente de importações de energia. O país compra cerca de 90% do petróleo que consome e figura entre os maiores importadores globais de ouro — dois fatores que ampliam sua vulnerabilidade em momentos de instabilidade externa.

O estreito de Ormuz, parcialmente paralisado desde o início do conflito, é responsável por uma parcela significativa do petróleo consumido pela Índia. Historicamente, cerca de metade das importações do país passa por essa rota, o que torna o bloqueio um fator crítico.

O governo elevou a taxa de importação do ouro de 6% para 15%, na tentativa de desestimular a compra.

Diante dos efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços da energia, o governo da Índia intensificou um apelo à austeridade e pediu à população que reduza o consumo de combustível, limite compras de ouro, evite viagens internacionais e adote o trabalho remoto sempre que possível.

A orientação, feita pelo primeiro-ministro indiano Narendra Modi, marca uma mudança de tom incomum em um país acostumado a políticas de estímulo ao crescimento, e reflete a pressão crescente sobre a economia.

A Índia depende fortemente de importações de energia. O país compra cerca de 90% do petróleo que consome e figura entre os maiores importadores globais de ouro — dois fatores que ampliam sua vulnerabilidade em momentos de instabilidade externa.

A crise atual, desencadeada pela guerra envolvendo o Irã e pelo bloqueio do estreito de Ormuz, pressionou os custos energéticos e agravou o desequilíbrio nas contas externas.

O impacto já se traduz em medidas concretas. Empresas estatais aumentaram nesta sexta-feira (15) os preços da gasolina e do diesel pela primeira vez desde o início da crise, elevando o custo do litro em cidades como Nova Déli.

O reajuste ocorre após aumentos anteriores no preço do gás de cozinha, combustível essencial para milhões de famílias. O encarecimento atinge diretamente o cotidiano da população e alimenta preocupações com inflação.

O estreito de Ormuz, parcialmente paralisado desde o início do conflito, é responsável por uma parcela significativa do petróleo consumido pela Índia. Historicamente, cerca de metade das importações do país passa por essa rota, o que torna o bloqueio um fator crítico.

Sem alternativas imediatas em escala suficiente, o governo busca reduzir a demanda interna como forma de aliviar a pressão sobre as reservas em moeda estrangeira.

Nesse contexto, o ouro ocupa papel central. Em 2025, a Índia gastou mais de US$ 72 bilhões na importação do metal, valor que representa uma saída relevante de dólares em um momento em que a rúpia perde valor.

Para conter esse fluxo, o governo elevou a taxa de importação do ouro de 6% para 15%, na tentativa de desestimular a compra.

Apesar das medidas, a resposta da população é ambígua. Em cidades como Calcutá, muitos moradores dizem não entender completamente o alcance das orientações.

Jovens e trabalhadores afirmam que já adotam um padrão de consumo restrito e não veem como poderiam reduzir ainda mais seus gastos. Outros questionam a falta de explicações mais detalhadas sobre as estratégias do governo para enfrentar a crise.

Há quem também critique o momento político do anúncio, feito logo após as eleições gerais. Para parte da população urbana, o discurso do primeiro-ministro carece de medidas práticas que indiquem como o país pretende lidar com o aumento prolongado dos custos de energia e a pressão cambial.

Ainda assim, há vozes favoráveis à iniciativa. Alguns profissionais avaliam que o pedido de austeridade pode ter caráter preventivo, diante de um cenário internacional incerto. Para esse grupo, reduzir o consumo agora pode evitar impactos mais severos no futuro.

Paralelamente às medidas internas, o governo busca reforçar sua estratégia diplomática. Modi iniciou nesta sexta-feira (15) uma viagem pelos Emirados Árabes Unidos e países europeus com a segurança energética como tema central.

Ao chegar a Abu Dhabi, destacou a importância de manter o estreito de Ormuz aberto e em conformidade com o direito internacional, em sinal de preocupação com o fluxo global de petróleo.

As conversas com autoridades dos Emirados devem incluir acordos nas áreas de petróleo e gás, além de investimentos no país. Segundo o governo indiano, há expectativa de que parcerias estratégicas possam ajudar a reduzir a dependência de rotas vulneráveis e ampliar a resiliência energética.

O esforço reflete uma mudança mais ampla na política econômica. A combinação de preços elevados de energia, moeda sob pressão e reservas cambiais em queda obriga o país a equilibrar crescimento e estabilidade.

Nesse cenário, o ajuste depende não apenas de políticas públicas, mas também da capacidade do governo de mobilizar a população.

A reação nas ruas indica, porém, que o desafio vai além de orientar o consumo. Sem medidas mais concretas e visíveis, parte da população demonstra ceticismo em relação à eficácia dos apelos.

Ao mesmo tempo, o avanço da crise energética global coloca a Índia entre os países mais expostos aos efeitos de um choque prolongado no mercado de petróleo.

Com crescimento econômico ainda robusto, mas pressionado por fatores externos, o país tenta evitar um descompasso mais profundo.

A estratégia passa por diversificar fornecedores, controlar gastos e reduzir a dependência de energia importada — objetivos que, no curto prazo, dependem diretamente da adesão da população às medidas propostas.

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