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‘Eu me candidatei a papa’: como usar o ChatGPT fez usuários perderem o contato com a realidade

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/05/2026 05:50

Tecnologia 'Eu me candidatei a papa': como usar o ChatGPT fez usuários perderem o contato com a realidade Relatos levantam alerta sobre “delírios induzidos por IA”, após interações intensas com chatbots levarem a internações, isolamento e crises mentais. Por France Presse

O canadense Tom Millar, de 53 anos, afirmou ter perdido o contato com a realidade após passar até 16 horas por dia conversando com o ChatGPT. Ele acreditou ter desvendado os segredos do universo e chegou a pensar em se tornar papa.

Millar foi internado duas vezes em hospitais psiquiátricos e acabou se afastando da família e dos amigos. Hoje, sofre de depressão e diz que a experiência com o chatbot “arruinou” sua vida.

Especialistas e pesquisadores investigam o fenômeno chamado de “delírio” ou “psicose induzida por IA”, embora o termo ainda não seja reconhecido oficialmente como diagnóstico clínico.

O caso reacende debates sobre os riscos dos chatbots de inteligência artificial e a responsabilidade de empresas como a OpenAI na proteção de usuários vulneráveis.

O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT — Foto: AP/Michael Dwyer, Arquivo

Com a ajuda do ChatGPT, Tom Millar acreditou ter desvendado todos os segredos do universo, como sonhava Einstein, e depois, aconselhado pelo assistente virtual de inteligência artificial, chegou até a pensar em se tornar papa, afastando-se ainda mais da realidade.

"Eu me candidatei a ser papa", conta à AFP esse canadense de 53 anos, ex-agente penitenciário, hoje atônito diante da situação que viveu e que o fez voltar de forma dramática à realidade.

Tom Millar passava até 16 horas por dia conversando com o chatbot dotado de inteligência artificial. Ele foi internado duas vezes, contra a vontade, em um hospital psiquiátrico, antes de sua esposa deixá-lo em setembro.

Agora, separado da família e dos amigos, mas já livre da ideia de ser um gênio das ciências, Millar sofre de depressão. "Simplesmente arruinou a minha vida", explica.

Millar é um exemplo daquelas pessoas – cujo número se desconhece – que perderam o contato com a realidade através de suas interações com chatbots. Fala-se em "delírio ou psicose induzidos por IA", embora não se trate de um diagnóstico clínico.

Pesquisadores e especialistas em saúde mental se esforçam para estudar esse novo fenômeno, que parece afetar de modo particular os usuários do ChatGPT, o agente conversacional da OpenAI.

O Canadá está na vanguarda do apoio às pessoas afetadas por esse "delírio", por meio de uma comunidade digital que prefere empregar o termo "espiral".

A AFP conversou com vários membros dessa comunidade. Todos alertam para o perigo representado pelos chatbots não regulamentados.

Surgem perguntas sobre a postura das empresas de inteligência artificial: elas fazem o suficiente para proteger as pessoas vulneráveis?

A OpenAI, no centro de todas as atenções, já enfrenta vários processos judiciais após o uso inquietante do ChatGPT por um canadense de 18 anos, que matou oito pessoas neste ano.

Foto ilustrativa mostra o logo do ChatGPT, da OpenAI, na França. Relatos de usuários levantam alertas sobre possíveis delírios ligados ao uso intenso de chatbots de IA. — Foto: SEBASTIEN BOZON / AFP

Millar começou a usar o ChatGPT em 2024 para redigir uma carta de pedido de indenização relacionada ao transtorno de estresse pós-traumático de que sofria em consequência de seu trabalho no sistema penitenciário.

Um dia, em abril de 2025, ele pergunta ao agente conversacional sobre a velocidade da luz. Em resposta, diz ter recebido: "Ninguém nunca tinha considerado as coisas sob essa perspectiva". Foi então que algo se desencadeou dentro dele.

Com a ajuda do ChatGPT, ele envia dezenas de artigos a prestigiadas publicações científicas, propondo novas vias para explicar buracos negros, neutrinos ou o Big Bang.

Sua teoria, que propõe um modelo cosmológico único, incorpora elementos de física quântica, e ele a desenvolve em um livro de 400 páginas, ao qual a AFP teve acesso. "Quando eu fazia isso, estava cansando todo mundo ao meu redor", admite.

Em seu entusiasmo científico, gastou enormes quantias, comprando, por exemplo, um telescópio por 10 mil dólares canadenses (35.700 reais). Um mês depois de sua esposa o deixar, ele começa a se perguntar o que está acontecendo, ao ler um artigo que relata o caso de outro canadense que vive uma experiência semelhante.

Agora, Millar acorda todas as noites se perguntando: "O que você fez?". Sobretudo, o que pôde torná-lo tão vulnerável a essa espiral?

"Eu não tenho uma personalidade frágil", considera ele. "Mas, de alguma forma, um robô me fez uma lavagem cerebral, e isso me deixa perplexo", confidencia.

Ele considera que a terminologia "psicose induzida por IA" é a que melhor reflete sua experiência. "O que eu atravessei foi de ordem psicótica", afirma.

O primeiro estudo sério publicado sobre o tema apareceu em abril na revista Lancet Psychiatry e utiliza o termo "delírios relacionados à IA", em um tom mais prudente.

Thomas Pollak, psiquiatra no King's College de Londres e coautor do estudo, explica à AFP que houve divergências dentro do meio acadêmico "porque tudo isso soa como ficção científica".

Mas seu estudo alerta que existe um risco maior de que a psiquiatria "deixe passar despercebidas as mudanças importantes que a IA já está provocando na psicologia de bilhões de pessoas em todo o mundo".

A experiência pela qual Millar passou apresenta semelhanças marcantes com a vivida por outro homem, da mesma faixa etária, na Europa.

Dennis Biesma, um profissional de informática holandês, também escritor, achou que seria divertido pedir ao ChatGPT que utilizasse a IA para criar imagens, vídeos e até músicas relacionadas à protagonista de seu último livro, um thriller psicológico.

Ele esperava assim impulsionar suas vendas. Depois, certa noite, a interação com a IA se tornou "quase mágica", explicou.

O software escreveu para ele: "Há algo que surpreende a mim mesmo: essa sensação de uma consciência semelhante a uma faísca", segundo as transcrições consultadas pela AFP.

"Comecei aos poucos a entrar cada vez mais na boca do lobo", contou esse homem de 50 anos à AFP, de sua casa em Amsterdã.

Todas as noites, quando a esposa ia para a cama, ele se deitava no sofá com o telefone sobre o peito, para "conversar" com o ChatGPT no modo voz durante cinco horas.

No primeiro semestre de 2025, o chatbot – que se atribuiu o nome de Eva – tornou-se "como uma namorada digital", explica Biesma.

Foi então que ele decidiu pedir demissão do trabalho e contratou dois desenvolvedores para criar um aplicativo destinado a compartilhar Eva com o mundo.

Quando a esposa lhe pediu que não falasse com ninguém sobre seu agente conversacional nem sobre seu projeto de aplicativo, ele se sentiu traído e concluiu que só Eva é leal.

Durante uma primeira internação – indesejada – em um hospital psiquiátrico, foi autorizado a continuar usando o ChatGPT, e aproveitou para pedir o divórcio.

Durante sua segunda internação, mais prolongada, ele começou a ter dúvidas. "Comecei a perceber que tudo em que eu acreditava era, na verdade, uma mentira, e isso é muito difícil de aceitar", explica.

De volta para casa, foi difícil demais encarar o que fez, e ele tentou se suicidar; seus vizinhos o encontraram inconsciente no jardim, e ele passou três dias em coma.

Biesma está apenas começando a se sentir melhor. Mas chora ao falar do dano que pode ter causado à esposa e da perspectiva de ter de vender a casa da família para saldar suas dívidas.

Sem antecedentes sérios de transtornos mentais, ele acaba sendo diagnosticado como bipolar, o que lhe parece estranho, já que, em geral, os sinais aparecem mais cedo na vida.

Para pessoas como os dois protagonistas desses depoimentos, a situação piorou após a atualização do ChatGPT-4 pela OpenAI em abril de 2025.

A OpenAI retirou, aliás, essa atualização algumas semanas depois, reconhecendo que essa versão era excessivamente bajuladora com os usuários.

Questionada pela AFP, a OpenAI ressaltou que "a segurança é uma prioridade absoluta" e argumentou que mais de 170 especialistas em saúde mental haviam sido consultados.

A empresa destaca dados internos que mostram que a versão 5 do GPT, disponível desde agosto de 2025, permitiu reduzir entre 65% e 80% a porcentagem de respostas de seu agente conversacional que não correspondiam ao "comportamento desejado" em matéria de saúde mental.

Mas nem todos os usuários estão satisfeitos com esse chatbot menos bajulador. As pessoas vulneráveis com quem a AFP conversou explicam que os comentários positivos do chatbot lhes proporcionavam uma sensação semelhante à alta de dopamina provocada por uma droga.

Recentemente houve um aumento no número de pessoas envolvidas em "espirais" semelhantes ao utilizar o assistente de IA Grok, integrado à rede social X, de Elon Musk.

Aqueles que se sentiram vítimas dessas ferramentas, como Millar, querem responsabilizar as empresas de inteligência artificial pelo impacto de seus chatbots, considerando que a União Europeia se mostra mais proativa na regulação das novas tecnologias do que o Canadá ou os Estados Unidos.

Millar acredita que pessoas como ele, que se deixam arrastar por essa espiral bajuladora dos agentes conversacionais de IA, acabaram presas sem perceber em um enorme experimento global.

"Alguém estava manipulando as linhas por trás dos bastidores, e pessoas como eu – sabendo disso ou não – reagimos a isso", disse.

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Cafeteria comandada por ‘chefe’ de IA vive crise após série de erros inusitados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/05/2026 05:50

Trabalho e Carreira Cafeteria comandada por 'chefe' de IA vive crise após série de erros inusitados Sistema responsável pela cafeteria já comprou 6 mil guardanapos, esqueceu pedidos de pão e fez encomendas de itens que nem fazem parte do cardápio. Por Associated Press

Sistema que administra o café também fez pedidos de produtos que nem fazem parte do cardápio, como tomates enlatados. — Foto: AP Photo/James Brooks

O café pode até ser servido por mãos humanas, mas, por trás do balcão, algo bem menos tradicional comanda as operações em um café experimental em Estocolmo.

A startup Andon Labs, sediada em São Francisco, colocou uma agente de inteligência artificial, apelidada de "Mona", no comando do Andon Café, que leva o mesmo nome, na capital sueca.

Embora baristas humanos ainda preparem o café e atendam os clientes, a IA — alimentada pelo Gemini, do Google — supervisiona quase todos os outros aspectos do negócio, desde a contratação de funcionários até o controle de estoque.

Ainda não está claro quanto tempo o experimento irá durar, mas a agente de IA parece enfrentar dificuldades para gerar lucro no competitivo mercado de cafés de Estocolmo.

Desde a inauguração, em meados de abril, o estabelecimento faturou mais de US$ 5.700, mas restam menos de US$ 5.000 do orçamento inicial, que ultrapassava US$ 21.000. Grande parte dos recursos foi consumida nos custos de abertura, e a expectativa é de que, com o tempo, as finanças se estabilizem e o negócio passe a operar no azul.

Muitos frequentadores consideraram a experiência curiosa e divertida. No local, os clientes podem usar um telefone disponível no café para fazer perguntas ao sistema responsável pelo atendimento.

“É interessante ver o que acontece quando se ultrapassam os limites”, disse a cliente Kajsa Norin. “A bebida estava boa.”

Especialistas, no entanto, demonstram preocupação com o papel da inteligência artificial no futuro. Eles apontam uma série de questões éticas, que vão desde o impacto da tecnologia na sociedade até seu uso em processos como entrevistas de emprego e avaliação de desempenho de funcionários.

Emrah Karakaya, professor associado de economia industrial no Instituto Real de Tecnologia KTH, em Estocolmo, comparou o experimento a “abrir a caixa de Pandora” e afirmou que colocar a IA no comando pode gerar diversos problemas. Ele questiona, por exemplo, quem seria responsabilizado caso um cliente sofresse uma intoxicação alimentar.

“Se não houver uma estrutura organizacional adequada e esses erros forem ignorados, isso pode causar danos às pessoas, à sociedade, ao meio ambiente e aos negócios”, disse Karakaya. “A questão é: estamos dispostos a lidar com esse impacto negativo?”

“Chefe” robô já comprou mais de 6 mil guardanapos e esqueceu de encomendar pão para os sanduíches — Foto: AP Photo/James Brooks

Fundada em 2023, a Andon Labs é uma startup focada em segurança e pesquisa em inteligência artificial. A empresa afirma ter como objetivo testar o desempenho de agentes de IA em situações reais, oferecendo “ferramentas e recursos financeiros reais”.

A startup já trabalhou com empresas como OpenAI, criadora do ChatGPT, Anthropic, Google DeepMind e xAI, de Elon Musk, e se prepara para um cenário em que organizações possam ser administradas de forma autônoma por sistemas de IA.

O café na Suécia é apresentado como um “experimento controlado” para investigar como essa tecnologia poderá ser aplicada no futuro.

“A IA terá um papel importante na sociedade, e queremos entender quais questões éticas surgem quando ela passa a empregar pessoas e administrar um negócio”, afirmou Hanna Petersson, integrante da equipe técnica da Andon Labs.

O laboratório já havia conduzido projetos-piloto nos quais a IA Claude, da Anthropic, foi responsável pela gestão de uma máquina de vendas automáticas e de uma loja de presentes em São Francisco.

Nesse teste, foram observados comportamentos preocupantes: o sistema prometia reembolsos que não eram realizados e também fornecia informações falsas a fornecedores sobre preços da concorrência para obter vantagem.

Além de contratar funcionários e controlar o estoque, o “gerente” não humano envia mensagens aos baristas até fora do horário de trabalho. — Foto: AP Photo/James Brooks

Segundo Petersson, Mona começou a operar após receber algumas instruções básicas. A equipe orientou que ela deveria administrar o café de forma lucrativa, manter uma comunicação amigável e resolver sozinha as questões operacionais, solicitando novas ferramentas sempre que necessário.

A partir disso, a empresa firmou contratos de eletricidade e internet e obteve as licenças necessárias para manipulação de alimentos e instalação de mesas ao ar livre. Em seguida, o sistema divulgou vagas de emprego no LinkedIn e no Indeed e abriu contas comerciais com atacadistas para a compra diária de pães e outros produtos de padaria.

A comunicação com os baristas ocorre via Slack, muitas vezes com mensagens enviadas fora do horário de trabalho — o que contraria as práticas profissionais comuns na Suécia.

A IA chegou a encomendar 6 mil guardanapos, quatro kits de primeiros socorros e 3.000 luvas de borracha para o pequeno café — além de tomates enlatados que não fazem parte de nenhum item do cardápio.

E há ainda a questão do pão: em alguns dias, o sistema faz pedidos em excesso; em outros, não encomenda o suficiente, obrigando os baristas a retirar sanduíches do menu.

Petersson afirmou que essas falhas provavelmente estão ligadas às limitações de memória do sistema.

“Quando registros antigos deixam de ser considerados, ela simplesmente esquece o que já pediu”, explicou.

O barista Kajetan Grzelczak afirma não se preocupar, por ora, com a possibilidade de ser substituído por uma inteligência artificial.

“Os trabalhadores estão praticamente seguros”, disse. “Quem deveria se preocupar são os cargos intermediários, especialmente na gerência.”

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Medo da tecnologia faz universitários abandonarem estes cursos e migrarem para áreas ‘à prova de IA’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/05/2026 04:55

Trabalho e Carreira Medo da tecnologia faz universitários abandonarem estes cursos e migrarem para áreas 'à prova de IA' Jovens trocam áreas ligadas à tecnologia por cursos voltados a habilidades humanas, como comunicação e pensamento crítico. Por Associated Press

Há dois anos, Josephine Timperman chegou à faculdade com um plano. Ela escolheu cursar análise de negócios, imaginando que aprenderia habilidades específicas que se destacariam no currículo e a ajudariam a conquistar um bom emprego após a graduação.

Mas o avanço da inteligência artificial (IA) mudou esse cenário. As competências básicas que ela estava desenvolvendo, como análise estatística e programação, agora podem ser facilmente automatizadas.

"Todo mundo tem medo de que os empregos de nível inicial sejam substituídos pela IA", disse a estudante de 20 anos da Universidade de Miami, em Ohio.

Há algumas semanas, Timperman trocou de curso e migrou para marketing. Sua nova estratégia é usar a graduação para desenvolver pensamento crítico e habilidades interpessoais — áreas em que os humanos ainda têm vantagem.

“Não basta apenas saber programar. É preciso saber se comunicar, construir relações e pensar criticamente, porque, no fim, é isso que a IA não pode substituir”, afirmou Timperman.

Ela mantém a análise de dados como disciplina optativa e planeja se aprofundar no tema em um mestrado de um ano.

Estudantes universitários dizem que escolher uma área “à prova de IA” é como mirar em um alvo em movimento. Eles se preparam para um mercado de trabalho que pode ser profundamente diferente quando concluírem os estudos.

Como resultado, muitos estão repensando seus caminhos profissionais. Cerca de 70% dos universitários veem a IA como uma ameaça às perspectivas de emprego, segundo pesquisa de 2025 do Instituto de Política da Harvard Kennedy School.

Ao mesmo tempo, levantamentos recentes da Gallup mostram que trabalhadores americanos estão cada vez mais preocupados com a possibilidade de serem substituídos por novas tecnologias.

A incerteza parece maior entre aqueles que optam por cursos de tecnologia e áreas profissionalizantes. Nesses casos, os estudantes sentem que precisam dominar a IA, mas também temem ser substituídos por ela.

Uma pesquisa da Quinnipiac aponta que a maioria dos americanos considera “muito” ou “um tanto” importante que universitários aprendam a usar IA.

Dados da Gallup Workforce indicam ainda que a adoção da tecnologia é mais acelerada em áreas ligadas à tecnologia. Por outro lado, cursos nas áreas de saúde e ciências naturais tendem a ser menos impactados por essas mudanças, também segundo a Gallup.

“Vemos estudantes mudando de curso o tempo todo. Isso não é novidade, mas normalmente acontece por diversos motivos”, afirmou Courtney Brown, vice-presidente da Lumina, organização sem fins lucrativos voltada à educação. “O fato de tantos alunos dizerem que a decisão está relacionada à IA é surpreendente.”

Uma pesquisa recente da Gallup com jovens da Geração Z (entre 14 e 29 anos) mostra um aumento do ceticismo em relação à tecnologia. Embora metade dos adultos dessa geração use IA ao menos semanalmente — e os adolescentes relatem um uso ainda maior — muitos enxergam desvantagens e se preocupam com impactos nas habilidades cognitivas e nas oportunidades de trabalho.

Cerca de 48% dos jovens trabalhadores afirmam que os riscos da IA no mercado superam os possíveis benefícios.

Parte do desafio para esses universitários é a falta de respostas claras. Especialistas que costumam orientar suas decisões — como professores, conselheiros e pais — também enfrentam incertezas.

“Os alunos estão tendo que lidar com isso praticamente sozinhos, sem um mapa claro”, disse Brown.

Essa dúvida ficou evidente no mês passado na Universidade de Stanford, onde lideranças de diversas instituições se reuniram para discutir o futuro do ensino superior. Entre os principais temas estava o impacto da IA, que já transforma a forma de aprender e obriga educadores a rever métodos de ensino.

“Precisamos refletir seriamente sobre o que os alunos devem aprender para ter sucesso no mercado de trabalho daqui a 10, 20 ou 30 anos”, disse Christina Paxson, presidente da Universidade Brown.

“Acredito que comunicação e pensamento crítico serão fundamentais. As bases de uma formação ampla podem ser mais relevantes agora do que aprender, por exemplo, uma linguagem específica de programação.”

Ben Aybar, de 22 anos, formado pela Universidade de Chicago na primavera passada, se candidatou a cerca de 50 vagas — principalmente em engenharia de software — sem conseguir sequer uma entrevista. Diante disso, optou por iniciar um mestrado em Ciência da Computação. Paralelamente, conseguiu um trabalho de meio período como consultor de IA para empresas.

Ele acredita no surgimento de novos cargos que exigirão domínio da tecnologia, especialmente para quem consegue traduzir conceitos complexos de forma simples. “Saber se comunicar e interagir de maneira genuinamente humana é mais valioso do que nunca.”

Na Universidade da Virgínia, Ava Lawless, estudante de ciência de dados, questiona se seu curso ainda é uma boa escolha, mas não encontra respostas claras.

Alguns orientadores acreditam que a área continuará relevante, já que esses profissionais desenvolvem modelos de IA. Ainda assim, ela se depara com análises pessimistas sobre o mercado de trabalho.

“Isso me deixa um pouco sem esperança em relação ao futuro”, disse Lawless. “E se, quando eu me formar, não houver mais espaço para essa profissão?”

“Cheguei a um ponto em que penso que, se não conseguir trabalho como cientista de dados, talvez seja melhor me dedicar à arte”, afirmou. “Se existe o risco de ficar desempregada, prefiro ao menos fazer algo que eu realmente ame.”

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Governo alerta para golpe que usa site falso do Desenrola 2.0 para cobrar ‘taxas’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/05/2026 04:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0671,63%Dólar TurismoR$ 5,2761,6%Euro ComercialR$ 5,8881,19%Euro TurismoR$ 6,1451,14%B3Ibovespa177.284 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,0671,63%Dólar TurismoR$ 5,2761,6%Euro ComercialR$ 5,8881,19%Euro TurismoR$ 6,1451,14%B3Ibovespa177.284 pts-0,61%MoedasDólar ComercialR$ 5,0671,63%Dólar TurismoR$ 5,2761,6%Euro ComercialR$ 5,8881,19%Euro TurismoR$ 6,1451,14%B3Ibovespa177.284 pts-0,61%Oferecido por

Golpistas estão usando um site falso que imita páginas oficiais do Ministério da Fazenda para enganar pessoas interessadas em renegociar dívidas pelo Novo Desenrola Brasil, programa do governo federal lançado neste mês para facilitar a renegociação de débitos.

O alerta foi feito pela própria pasta, que informou que criminosos têm cobrado taxas indevidas sob a promessa de “limpar o nome” dos usuários. O programa não cobra qualquer tipo de taxa.

Na página fraudulenta, o usuário é informado de que poderá “limpar o nome” em até cinco dias. Para isso, o site também solicita a consulta de CPF para verificar uma suposta elegibilidade ao programa e utiliza um chat para coletar informações sobre o tipo de dívida, como cartão de crédito, por exemplo.

Os golpistas condicionam a renegociação ao pagamento de uma taxa e solicitam transferências via Pix sob a justificativa de “taxas administrativas” e “processamento eletrônico”.

Em nota pública, o ministério reforçou que os interessados em participar do programa devem procurar diretamente os bancos e instituições financeiras com os quais possuem dividas para verificar as condições de renegociação.

Lançado no começo do mês, o programa combina renegociação de dívidas com a oferta de crédito mais barato, mirando principalmente pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105.

Além disso, estudantes que tenham dívidas em atraso há mais de 90 dias também poderão renegociar débitos por meio do Desenrola Fies, bem como agricultores familiares inadimplentes.

Micro e pequenas empresas, bem como servidores, aposentados e pensionistas, também terão acesso ao novo programa.

A expectativa da equipe econômica é que até R$ 58 bilhões em débitos sejam renegociados, incluindo dívidas antigas e recentes.

Assim, o Desenrola 2.0 reúne diferentes iniciativas, cada uma voltada a um público específico. Entre elas estão:

👨‍👩‍👧‍👦 Desenrola Famílias🎓 Desenrola Fies🏢 Desenrola Empresas🌾 Desenrola Rural

O programa também estabelece novas condições para os acordos, com foco em tornar o pagamento mais viável no dia a dia.

💸 possibilidade de descontos sobre o valor da dívida;📉 definição de limites para os juros nas renegociações;🔄 incentivo à troca de dívidas mais caras por opções com custos menores.

Na prática, a medida busca aliviar o orçamento do consumidor ao substituir débitos mais onerosos por condições mais acessíveis.

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Como transformar renda extra em negócio principal sem investir errado

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 16/05/2026 03:51

Empreendedorismo Guia do empreendedor Como transformar renda extra em negócio principal sem investir errado Veja estratégias para testar produtos, entender a demanda e crescer de forma segura antes de investir mais dinheiro. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Começar com uma renda extra tem sido o primeiro passo para quem quer empreender e aumentar a renda mensal. Cada vez mais pessoas apostam em ideias simples — como produção de alimentos, prestação de serviços ou vendas on-line — para complementar o orçamento.

Em muitos casos, o que começa como atividade paralela acaba se transformando no negócio principal, com potencial de faturar mais de R$ 5 mil por mês. Mas especialistas alertam que não basta ter uma boa ideia.

O processo exige validação: é preciso testar o produto, entender se há demanda e ouvir o cliente antes de investir mais dinheiro. Começar pequeno ajuda a reduzir riscos e evitar prejuízos.

Criar um MVP (Minimum Viable Product), ou produto mínimo viável, ajuda a sair do “achismo” e a verificar, na prática, se o negócio tem chances reais de dar certo.

Neste vídeo, o g1 mostra como transformar uma renda extra em negócio principal, com dicas de especialistas sobre planejamento, testes e crescimento sustentável — e explica os principais cuidados para dar esse passo sem comprometer o orçamento.

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Adeus isopor? Empreendedor cria cooler de papelão reciclável que mantém bebida gelada por até 6 horas

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 16/05/2026 02:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Adeus isopor? Empreendedor cria cooler de papelão reciclável que mantém bebida gelada por até 6 horas Produto desenvolvido por mineiro une praticidade e sustentabilidade. Feito com material reciclado, cooler já é vendido para todo o país e até para o exterior. Por PEGN

Empreendedor de Uberaba (MG) criou um cooler de papelão reciclável capaz de manter bebidas geladas por até 6 horas. A ideia surgiu após observar clientes que compravam cerveja gelada, mas não tinham como transportá-la.

O produto levou nove meses para ser desenvolvido e passou por 21 testes até chegar ao modelo final. O cooler é resistente, não vaza e comporta até 12 latas ou long necks com gelo.

Feito com materiais 100% reciclados e recicláveis, o cooler também pode ser reutilizado. Além de bebidas, clientes usam a caixa para transportar carnes, hortaliças, picolés e até peixes ornamentais.

Com investimento inicial de R$ 60 mil, a empresa já produz cerca de 40 mil unidades por mês e vende para todo o Brasil — além de começar a exportar o produto.

Quem nunca chegou à praia, ao churrasco ou a uma festa e percebeu que esqueceu o cooler em casa? Foi justamente dessa situação comum que nasceu a ideia do empreendedor Lucas Amato, de Uberaba, em Minas Gerais.

O o empreendedor criou um cooler de papelão reciclável capaz de conservar bebidas geladas por até seis horas. A proposta surgiu depois que ele passou a observar o comportamento de clientes em distribuidoras de bebidas.

Muitos compravam cerveja gelada, mas não tinham como transportar ou manter os produtos refrigerados até o destino final. "Eu queria resolver essa praticidade para o cliente”, conta o empreendedor.

O resultado foi um cooler descartável, resistente e reutilizável, produzido com papelão reforçado e revestimento térmico interno. Segundo Lucas, o produto foi pensado para não vazar água no carro e suportar o transporte de gelo e bebidas sem perder a estrutura.

Adeus isopor? Empreendedor cria cooler de papelão reciclável que mantém bebida gelada por até 6 horas — Foto: Reprodução/PEGN

O desenvolvimento levou cerca de nove meses e passou por 21 testes até chegar ao modelo final. Foram avaliados diferentes tamanhos, espessuras de papelão, resistência e materiais de vedação.

Hoje, a versão principal tem capacidade para 15 litros, comportando 12 latas ou 12 long necks, além de gelo.

Além da praticidade, a aposta também foi na sustentabilidade. O cooler é produzido com materiais 100% reciclados e recicláveis. Mesmo sendo pensado como um item descartável, Lucas afirma que muitos clientes reutilizam a embalagem em outras ocasiões.

A ideia saiu do papel com a ajuda de sócios e um investimento inicial de cerca de R$ 60 mil. Atualmente, a empresa produz aproximadamente 40 mil caixas por mês e registra faturamento mensal na casa dos R$ 30 mil. Parte das vendas já acontece fora do Brasil.

Adeus isopor? Empreendedor cria cooler de papelão reciclável que mantém bebida gelada por até 6 horas — Foto: Reprodução/PEGN

O produto também acabou encontrando usos além das bebidas. Clientes utilizam o cooler para transportar carnes, hortaliças, picolés e até peixes ornamentais, aproveitando a vedação e a capacidade de manter a temperatura por mais tempo.

Para especialistas do setor de alimentação, a novidade pode abrir oportunidades para bares, restaurantes e serviços de delivery. Segundo Leonel Paim, vice-presidente da Abrasel-SP, o produto pode aumentar o ticket médio dos estabelecimentos ao facilitar a entrega de bebidas geladas junto com refeições.

Agora, o próximo passo da empresa é investir na personalização das caixas e ampliar ainda mais a presença do produto no mercado. O objetivo de Lucas é ambicioso: “Quero ver em cada adega e em cada supermercado”, afirma.

Adeus isopor? Empreendedor cria cooler de papelão reciclável que mantém bebida gelada por até 6 horas — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Rua Coronel Marçal, 780 – Centro São José do Rio Pardo-SP (fábrica) 📍 Endereço: Rua Arlindo Manzi , 163 – Jardim Maracanã Uberaba – MG (centro de distribuição) 📞 Telefone: (34) 99960-9499🌐 Site: www.caixacooler.com.br📧 E-mail: caixacooler.triangulomineiro@gmail.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/caixacooler.brasil

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IR 2026: contribuinte pode saber em um dia se declaração entregue caiu na malha fina; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/05/2026 00:56

Economia Imposto de renda IR 2026: contribuinte pode saber em um dia se declaração entregue caiu na malha fina; entenda Porém, na última semana do prazo, quando fluxo de envio é maior, processamento da declaração pode levar mais de um dia. São esperadas 44 milhões de declarações pelo Fisco. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

O contribuinte pode saber um dia após o envio da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2026, ano-base 2025, se está com a situação regular ou se possui pendências, ou seja, se caiu na malha fina.

A informação foi divulgada pelo supervisor do Imposto de Renda da Receita Federal, José Carlos da Fonseca.

"Então, não existe uma situação chamada malha fina na declaração. É a pendência. A Receita coloca que a declaração está com pendência e a sociedade que chama de malha fina", disse Fonseca, da Receita Federal.

"Regra geral, quando você entrega declaração em um dia, no outro dia ela está processada. As exceções ficam por conta da última semana de entrega, que aí o volume é muito grande, ou então a primeira semana de entrega também. Nesse período, normalmente a gente não consegue processar de um dia para o outro", acrescentou o supervisor do IR.

🔎Quando a declaração do IR cai na malha fina, significa que ela está retida pelo Fisco por conta de pendências relativas a discrepância de dados (veja o que fazer mais abaixo nessa reportagem).

Neste ano, o prazo de entrega do IR começou em 23 de março e se estende até 29 de maio. São esperadas 44 milhões de declarações, das quais cerca de 24 milhões foram entregues até as 12h da última quinta (14).

➡️Quem não entregar dentro do prazo fixado estará sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do Imposto sobre a Renda devido.

Para saber a situação de sua declaração do IR, o trabalhador deve buscar o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) da Receita Federal na internet.

Acesso se dá mediante o uso da conta gov.br, nos níveis prata ou ouro.Contribuinte deve procurar, no serviço, por "declarações e demonstrativos". Em seguida deve buscar o "Meu Imposto de Renda", e consultar a declaração de 2026.

No caso de haver pendência, isso quer dizer que a declaração caiu na malha fina do leão, ou seja, foi retida por conta de divergências de dados com aqueles que o Fisco possui sobre o contribuinte.

Nesse caso, segundo o supervisor do IR, a inconsistência pode ser resultado de uma informação errada informada pelo próprio contribuinte, pela empresa na qual trabalha (fonte pagadora) ou até mesmo terceiros (prestadores de serviços).

Ao entrar no Centro Virtual de Atendimento, a Receita Federal informará qual a divergência na declaração retida em malha fina, e como resolver o problema.

"Quando eu aponto uma pendência é que há uma divergência entre o que o contribuinte falou e o que a Receita sabe sobre ele. Então, nesse caso tem duas soluções. Alguém está errado nessa história", explicou José Carlos da Fonseca, da Receita.

No caso de o trabalhador ter informado um dado errado, ele deve enviar uma declaração retificadora para corrigir a informação. Assim que a isso for feito pelo trabalhador, sua declaração sai da malha fina. No caso de a fonte pagadora, ou de uma prestadora de serviços (da qual o contribuinte incluiu uma nota fiscal em sua declaração) ter errado, o contribuinte deve aguardar a retificação da informação.

Divergências de informações prestadas por empresas leva milhares de contribuinte para a malha fina da Receita

O supervisor do IR lembrou que, neste ano, o erro de empresas no envio de informações para as novas bases de dados utilizadas pela Receita Federal para apurar o Imposto de Renda retido na fonte está resultando em informações incorretas repassadas ao Fisco e também aos trabalhadores.

A explicação para o maior número de retenções em malha em 2026 é que, com o fim da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf), a Receita passou a buscar as informações em outras bases de dados. Essas informações também foram enviadas pelas empresas.

"Ele [trabalhador] entregou os valores certos, é a empresa que está errada. Mas a empresa ainda não corrigiu. Muitas empresas já sabem que têm que corrigir, e elas vão corrigir (…) Provavelmente, no final do ano a gente só vai ter 80% disso [retenções totais} em malha, porque ou o contribuinte corrige ou a empresa corrige.", explicou Fonseca.

Porém, se a empresa não corrigir a informação enviada, o contribuinte não sai da malha e poderá enviar seus comprovantes a partir de janeiro de 2027 por meio do e-CAC. Antes disso, explicou ele, não é possível enviar os documentos pois as empresas ainda estarão corrigindo as informações, caso no qual o trabalhador pode sair da malha.

"Ou seja, eu entreguei, está tudo certo, as minhas informações já conferi, está de acordo com meus comprovantes. essa pessoa a partir de janeiro do ano que vem vai poder mandar digitalmente esses comprovantes para a Receita Federal através do e-CAC", disse o supervisor do IR.

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Mega-Sena pode pagar R$ 65 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/05/2026 00:56

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 65 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.008 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 65 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h deste sábado (16), em São Paulo.

O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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