RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Crédito para taxistas e motoristas de app: veja os carros com juros menores no programa Move Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 14:13

Carros Crédito para taxistas e motoristas de app: veja os carros com juros menores no programa Move Brasil O programa reduz juros e aumenta prazo de pagamento de carros zero km, que precisam custar até R$ 150 mil. A lista inclui modelos hatch, SUVs, sedãs e até carros elétricos. Por André Fogaça, Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

Volkswagen Polo, Chevrolet Onix Plus, BYD Dolphin e Fiat Pulse podem entrar no programa Move — Foto: arte/g1

O governo lançou, na última terça-feira (19), um programa federal chamado Move Aplicativos. A iniciativa permite que taxistas e motoristas de aplicativo financiem carros zero km pagando menos da metade dos juros normalmente cobrados no mercado.

Os pedidos de financiamento só começam a ser aceitos a partir do dia 19 de junho, mas o g1 já reuniu os principais carros que podem se enquadrar no benefício.

Custar até R$ 150 mil;Ser flex, elétrico ou híbrido flex (modelos híbridos apenas a gasolina não entram no programa);Ser zero km, já que o programa não contempla veículos usados;A montadora precisa estar habilitada no programa Mover.

A seguir, veja a lista de hatches, sedãs e SUVs que se enquadram nesses critérios. Foram consideradas apenas as versões com preço abaixo do teto definido pelo programa:

BYD DolphinBYD Dolphin MiniChevrolet OnixCitroën C3Citroën AircrossFiat ArgoFiat MobiHonda City HatchHyundai HB20Peugeot 208Renault Kwid

Chevrolet SpinChevrolet SonicChevrolet TrackerCitroën BasaltFiat FastbackFiat PulseRenault DusterJeep RenegadeNissan KaitVolkswagen NivusRenault KardianVolkswagen T-CrossHonda WR-V

O que é o programa?Quais são os juros do financiamento?Como posso participar?Quem pode participar?Como faço o cadastro?Tenho nome sujo, e agora?Como sei se fui aprovado?Como contrato o financiamento?

O programa foi criado por meio de uma medida provisória (MP) que autoriza uma linha de crédito de R$ 30 bilhões. A iniciativa reduz os juros do financiamento de veículos destinados a motoristas de aplicativo e taxistas, com limite de R$ 150 mil para carros zero quilômetro.

Os recursos virão do Tesouro Nacional e serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O objetivo é cobrir a diferença entre os juros praticados no mercado e as taxas mais baixas oferecidas pelo programa.

O programa também prevê a cobertura de até 80% do risco de crédito nessas operações, funcionando como garantia para o pagamento da dívida, de forma semelhante à atuação de um fiador.

Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, as taxas de juros devem ser de 12,6% ao ano para homens e 11,5% para mulheres, e o prazo do financiamento pode chegar a 72 meses, com seis meses de carência.

Esse percentual corresponde a menos da metade da taxa de juros praticada pelo mercado. Segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (ANEF), o índice foi de 26,4% ao ano em dezembro de 2025.

Para os motoristas de aplicativo, o programa exige que o comprador tenha cadastro ativo na plataforma há, no mínimo, 12 meses. Nesse período, é necessário ter realizado ao menos 100 corridas na mesma plataforma.

No caso dos taxistas, são exigidos licença e registro ativos nos órgãos de trânsito, além de regularidade fiscal. Motoristas cooperados também podem participar.

Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima;A resposta é enviada em até cinco dias úteis;A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.

Os taxistas precisam estar com a licença e o registro nos órgãos de trânsito em dia, além de manter regularidade fiscal.

Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima;A resposta é enviada em até cinco dias úteis;A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.

Ter o nome limpo não é uma exigência do programa, mas pode ser um critério adotado pelo banco para aprovar o financiamento do veículo. Por isso, instituições financeiras e concessionárias podem recusar a venda a pessoas com pendências financeiras.

A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente na concessionária ou no banco em que já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.

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Fim do ‘sabor chocolate’? Queda no preço do cacau pode baratear produtos e mudar receitas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 14:13

Agro Fim do ‘sabor chocolate’? Queda no preço do cacau pode baratear produtos e mudar receitas Produtos que vinham usando menos cacau devem mudar de receita, enquanto preços podem começar a cair para o consumidor. Por Redação g1 — São Paulo

Fabricantes de chocolate estão reconsiderando suas receitas tradicionais, após um período de uso reduzido de cacau. Essa mudança é impulsionada pela queda acentuada nos preços.

A redução de quase 70% nos contratos futuros de cacau, em relação aos picos de 2024, pode baratear produtos. Isso deve impulsionar a demanda e diminuir o uso de alternativas.

Empresas como Hershey's planejam aumentar o teor de cacau em seus produtos, revertendo formulações anteriores. Supermercados já pressionam por preços menores, com algumas reduções já observadas.

A alta anterior do cacau, que triplicou em 2024 devido a problemas climáticos, levou à criação de alternativas sem cacau. Produtos como o ChoViva surgiram para suprir a demanda.

A recuperação total da demanda por cacau pode levar cerca de dois anos e meio, apesar da queda nos preços. Iniciativas legislativas, como a do Brasil, apoiam o retorno ao chocolate tradicional.

Após um ano de barras menores, mais wafers e alternativas com menos cacau, fabricantes começam a voltar às receitas tradicionais de chocolate.

Essa mudança, impulsionada por uma queda de quase 70% nos contratos futuros de cacau em relação aos recordes do fim de 2024, pode levar a preços mais baixos para os consumidores, à recuperação da demanda e à redução no uso de alternativas com pouco cacau, que nem sempre são consideradas chocolate.

A fabricante americana Hershey's, por exemplo, anunciou planos de aumentar o teor de cacau em produtos que hoje funcionam como alternativas ao chocolate, chamados pela empresa de "chocolate candy".

A mudança vem após o neto do fundador da Reese's criticar a empresa por alterações na formulação de produtos icônicos da marca. Com isso, a expectativa é que tanto os itens da Hershey's quanto o da Reese's voltem às receitas originais a partir do próximo ano.

"Com os preços atuais do cacau, faz todo o sentido voltar a consumir chocolate de verdade", disse o consultor independente Roger Bradshaw à Reuters.

A fabricante de snacks Mondelez não respondeu aos pedidos de comentário sobre suas receitas, enquanto Nestlé e Ferrero não se pronunciaram.

Após quase triplicarem e superarem US$ 12 mil (R$ 60,5 mil) por tonelada em 2024, puxados por problemas climáticos e doenças nas lavouras, os preços do cacau levaram fabricantes a reduzir o tamanho das barras, adicionar mais wafers, frutas e nozes e lançar alternativas ao chocolate.

As empresas também reduziram estoques, aumentaram preços e investiram mais em produtos como o ChoViva, uma alternativa ao chocolate sem cacau feita com sementes de girassol e aveia. Desenvolvido pela startup alemã Planet A Foods, o produto é comercializado em parceria com a Barry Callebaut, maior fabricante de chocolate e processadora de cacau do mundo.

Esse movimento derrubou a demanda por cacau e, segundo especialistas, ajudou a provocar uma queda de cerca de 70% nos preços do grão em relação aos picos do fim de 2024.

A demanda pode atingir o menor nível em nove anos nos 12 meses até setembro, afirmou Steve Wateridge, especialista em cacau, à Reuters. A queda nos preços, no entanto, deve levar a uma recuperação a partir do segundo semestre, acrescentou.

"É provável que todos os fatores que nos levaram a esses preços tão baixos se revertam", disse Wateridge.

Pode levar cerca de 10 meses para que mudanças no preço do cacau cheguem ao consumidor, já que os fabricantes costumam fixar preços com antecedência e manter estoques elevados.

Assim, supermercados e outros compradores vêm pressionando os fabricantes a reduzir preços desde meados de 2025 — e alguns já cederam.

A Mondelez afirmou no mês passado que havia reduzido alguns preços de chocolate na Europa e que estava começando a observar um aumento no volume de vendas.

A Barry Callebaut — cujos ingredientes estão presentes em cerca de um quarto dos chocolates do mundo — espera crescimento de 1% a 5% no volume de vendas nos seis meses até agosto, na comparação anual, segundo cálculos da Reuters.

A empresa, que fornece chocolate para marcas como KitKat (Nestlé) e o sorvete Magnum (Unilever), afirma que, aos preços atuais do cacau, produzir chocolate pode ser mais barato do que fabricar alternativas que usam gordura vegetal no lugar da manteiga de cacau.

Isso significa que "alguns clientes estão voltando a consumir chocolate", disse o diretor executivo Hein Schumacher em abril, sem mencionar os nomes das empresas envolvidas.

Há também iniciativas legislativas que incentivam o retorno ao cultivo do cacau em algumas regiões.

No Brasil, sexto maior consumidor mundial de chocolate per capita, foi sancionada no início deste mês uma lei que exige que todos os produtos rotulados como chocolate amargo contenham, no mínimo, 35% de cacau.

A medida aproxima o Brasil de mercados como a Europa e a América do Norte, ao tornar mais rigorosos os seus requisitos de teor de cacau.

Um retorno à produção mais tradicional de chocolate seria positivo para cerca de 2 milhões de agricultores de cacau em situação de pobreza na Costa do Marfim e em Gana, principais produtores do mundo, ao indicar melhora na demanda e nos preços.

No entanto, a recuperação deve levar tempo até que os volumes voltem aos níveis de antes da alta dos preços.

"Prevejo que levará 2,5 anos para voltarmos ao nível anterior a 2023/24" em termos de demanda, disse um consultor veterano de cacau e ex-comerciante que preferiu não ser identificado.

Segundo a especialista, isso se deve a tendências que, embora pequenas isoladamente, têm efeito relevante no conjunto. Entre elas, a maior abertura da Geração Z a produtos como chocolate sem cacau e o impacto de medicamentos para emagrecer nos hábitos alimentares.

No entanto, com os fabricantes de chocolate temendo que os preços do cacau voltem a subir, algumas alternativas provavelmente permanecerão.

Isso ocorre porque esses produtos continuam lucrativos no mercado de massa, observou Jean-Philippe Bertschy, analista da Vontobel.

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Reino Unido firma acordo comercial de US$ 5 bilhões com países do Golfo em meio à guerra no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 14:13

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,007-0,68%Dólar TurismoR$ 5,211-0,61%Euro ComercialR$ 5,819-0,57%Euro TurismoR$ 6,069-0,47%B3Ibovespa177.809 pts2,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,007-0,68%Dólar TurismoR$ 5,211-0,61%Euro ComercialR$ 5,819-0,57%Euro TurismoR$ 6,069-0,47%B3Ibovespa177.809 pts2,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,007-0,68%Dólar TurismoR$ 5,211-0,61%Euro ComercialR$ 5,819-0,57%Euro TurismoR$ 6,069-0,47%B3Ibovespa177.809 pts2,03%Oferecido por

O acordo comercial entre o Reino Unido e o Conselho de Cooperação do Golfo superou as expectativas, atingindo um valor estimado em US$ 5 bilhões anuais.

O tratado prevê a eliminação de 93% das tarifas do CCG sobre produtos britânicos, com dois terços dessas taxas removidas assim que o acordo entrar em vigor.

Setores como automotivo, aeroespacial, eletrônico e de alimentos e bebidas no Reino Unido devem ser os mais beneficiados pela isenção de tarifas.

O pacto mantém o acesso britânico ao mercado de serviços do CCG, permitindo expansão e o desenvolvimento dos setores de serviços dos países do Golfo.

Apesar de não incluir menções a direitos humanos, o acordo introduz regras de proteção ao investidor, permitindo ações contra o governo britânico.

Bandeiras do Reino Unido em frente ao Big Ben, em foto de junho de 2022 — Foto: AP Photo/Frank Augstein

O governo do Reino Unido afirmou nesta quarta-feira (20) que fechou um acordo comercial com o Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), com valor estimado em cerca de US$ 5 bilhões (R$ 25,2 bilhões) por ano no longo prazo.

A expectativa é que o tratado aprofunde os laços econômicos de Londres com aliados da região. O CCG é composto por Bahrein, Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

O acordo surge após ataques de Estados Unidos e Israel contra o Irã, em fevereiro, que aumentaram as tensões na região e pressionaram o fornecimento de energia e alimentos.

"Em um momento de crescente instabilidade, o anúncio de hoje envia um sinal claro de confiança, dando aos exportadores do Reino Unido a certeza de que precisam para planejar o futuro", afirmou o ministro do comércio britânico, Peter Kyle.

O governo britânico afirmou que o acordo superou a estimativa anterior, de 1,6 bilhão de libras (US$ 2,1 bilhões ou R$ 10,8 bilhões). O aumento veio após o tratado ir além das expectativas em termos de liberalização comercial e compromissos com o setor de serviços.

O acordo eliminará 93% das tarifas do CCG sobre produtos britânicos — o equivalente a cerca de 580 milhões de libras (US$ 777 milhões ou R$ 3,9 bilhões) em taxas ao longo de 10 anos. A expectativa é que dois terços dessas tarifas sejam removidos assim que o acordo entrar em vigor.

O governo afirmou que os setores automotivo, aeroespacial, eletrônico e de alimentos e bebidas devem estar entre os mais beneficiados, com produtos como cereais, queijo cheddar, chocolate e manteiga isentos de tarifas.

Em contrapartida, o Reino Unido reduziu tarifas para os países do Conselho de Cooperação do Golfo, embora as principais exportações desses parceiros — petróleo e gás — já sejam isentas.

Na área de serviços, o Reino Unido manteve as regras atuais de acesso ao mercado do CCG, permitindo que empresas sigam expandindo sem novas barreiras. Os países do Golfo também poderão desenvolver seus próprios setores com o acordo.

O acordo não altera nem enfraquece os padrões britânicos de proteção ambiental ou de dados e não inclui menções a direitos humanos, segundo o governo. Ativistas haviam alertado para riscos nessa área.

Tom Wills, diretor do Trade Justice Movement, afirmou que "ao não incluir proteções de direitos humanos no acordo, o Reino Unido deu um passo moral para trás".

O acordo inclui regras de proteção ao investidor que passam a valer também para três países do CCG que antes não eram contemplados. Além disso, prevê um mecanismo que permite que investidores acionem o governo britânico na Justiça — ponto criticado por especialistas.

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Estrela pede recuperação judicial; relembre brinquedos históricos da marca

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 12:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,008-0,67%Dólar TurismoR$ 5,220-0,43%Euro ComercialR$ 5,823-0,48%Euro TurismoR$ 6,076-0,36%B3Ibovespa176.788 pts1,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,008-0,67%Dólar TurismoR$ 5,220-0,43%Euro ComercialR$ 5,823-0,48%Euro TurismoR$ 6,076-0,36%B3Ibovespa176.788 pts1,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,008-0,67%Dólar TurismoR$ 5,220-0,43%Euro ComercialR$ 5,823-0,48%Euro TurismoR$ 6,076-0,36%B3Ibovespa176.788 pts1,44%Oferecido por

A Estrela, marca de brinquedos que atravessou a infância de gerações de brasileiros, entrou com pedido de recuperação judicial nesta quarta-feira (20/5).

A Estrela surgiu em 1937 como uma fábrica de bonecas de pano e carrinhos de madeira e, ao longo do século 20, tornou-se uma gigante do setor, rivalizando com as maiores marcas mundiais.

Ao longo de suas quase nove décadas, a Estrela levou às prateleiras brinquedos incontornáveis para qualquer criança brasileira, como o Banco Imobiliário e o Autorama.

A Estrela prometeu manter sua operação, da fabricação à comercialização dos produtos, durante o processo.

A Estrela, marca de brinquedos que atravessou a infância de gerações de brasileiros, entrou com pedido de recuperação judicial nesta quarta-feira (20/5). A empresa prometeu manter sua operação, da fabricação à comercialização dos produtos, durante o processo.

A Estrela surgiu em 1937 como uma fábrica de bonecas de pano e carrinhos de madeira e, ao longo do século 20, tornou-se uma gigante do setor, rivalizando com as maiores marcas mundiais.

A decisão, segundo comunicado da empresa a acionistas, deve-se a "pressões econômicas e setoriais relevantes, incluindo, entre outros fatores: aumento do custo de capital e restrição de crédito; mudanças no comportamento de consumo, com maior competição de alternativas digitais; e impactos acumulados ao longo dos últimos anos sobre a estrutura financeira".

Ao longo de suas quase nove décadas, a Estrela levou às prateleiras brinquedos incontornáveis para qualquer criança brasileira, como o Banco Imobiliário e o Autorama.

O jogador usa botões para movimentar argolas dentro de um recipiente de água, tentando encaixá-las em pinos.

Tabuleiro que desafia os participantes a comprar terrenos, construir propriedades e administrar seu dinheiro para levar os adversários à falência.

Os participantes precisam retirar as varetas de uma estrutura sem deixar que elas caiam, com precisão e calma.

O jogador tenta descobrir qual personagem seu adversário escolheu, fazendo perguntas sobre suas características e aparência.

Jogo baseado em perguntas e desafios no qual os participantes precisam escapar de armadilhas e responder corretamente para avançar na disputa.

Os jogadores investigam um crime, reunindo pistas sobre suspeitos, locais e armas usadas no caso, na tentativa de revelar a identidade do assassino.

Bonequinha conhecida por suas roupas coloridas e sua proposta de ser carregada facilmente em bolsos e bolsas.

Jogo eletrônico de memória em que os jogadores precisam repetir sequências de luzes e sons, cada vez mais rápidas e complexas, testando sua concentração.

Os jogadores simulam a trajetória de uma vida adulta, com escolhas ligadas a elementos como carreira, relacionamentos, filhos e finanças.

Montado em um cavalinho, o jogador tem o desafio de montar e pular pela casa ou pelo quintal, estimulando sua coordenação motora e seu equilíbrio.

A criança encaixa os pés em um disco, preso a uma bola inflável, e usa a estrutura para pular sem parar.

Os participantes lançam macacos em uma árvore cheia de galhos. Vence quem conseguir prender mais macaquinhos sem derrubar os demais.

Os participantes puxam batatas ou peças conectadas sem derrubar o restante da estrutura, em uma combinação de sorte e coordenação motora.

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Meta demite 8 mil funcionários para priorizar gastos com IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 11:56

Tecnologia Meta demite 8 mil funcionários para priorizar gastos com IA Funcionários começaram a receber notificações de demissão nesta quarta-feira (20), após semanas de tensão interna na empresa. Por Darlan Helder, g1

A Meta (dona de Facebook, Instagram e WhatsApp) começou a demitir cerca de 8 mil funcionários nesta quarta-feira (20) como parte de uma reestruturação para priorizar investimentos em IA, segundo a agência Bloomberg.

A informação também foi confirmada ao g1 por um funcionário da Meta que pediu para não ser identificado. Segundo ele, desta vez, seu cargo não foi afetado. O g1 entrou em contato com a Meta para obter mais detalhes e aguarda retorno.

A big tech tinha 78.865 funcionários em dezembro de 2025, segundo a agência France Presse. Os desligamentos anunciados nesta quarta representam cerca de 10% da força total de trabalho da empresa.

De acordo com a Bloomberg, as notificações de demissão começaram a ser enviadas a funcionários da Ásia a partir das 4h no horário de Singapura. Segundo um memorando interno, trabalhadores dos Estados Unidos também seriam informados na sequência.

Na segunda-feira (18), a Meta já havia informado que cerca de 7 mil funcionários seriam realocados para iniciativas ligadas à inteligência artificial. A informação também foi confirmada anteriormente ao g1 pelo mesmo funcionário da empresa, que afirmou que a mudança não era opcional.

Segundo ele, o clima na empresa já era ruim, já que a Meta havia avisado internamente que faria desligamentos nas próximas semanas, o que acabou se concretizando agora.

Em nota interna, a diretora de recursos humanos, Janelle Gale, afirmou que a decisão faz parte dos esforços da Meta para “gerir a empresa de forma mais eficiente e compensar os investimentos” do grupo na corrida pelo desenvolvimento da inteligência artificial.

A Meta planeja investir entre US$ 115 bilhões e US$ 135 bilhões (cerca de R$ 570 bilhões a R$ 670 bilhões) em 2026, principalmente para garantir infraestrutura para IA de chips a centros de dados.

No fim de fevereiro, a Meta anunciou um acordo com a AMD para a compra de milhões de chips por ao menos 60 bilhões de dólares (R$ 297 bilhões).

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Brasil pode ser o próximo fornecedor global de terras raras?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 11:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,44%Dólar TurismoR$ 5,227-0,3%Euro ComercialR$ 5,833-0,32%Euro TurismoR$ 6,080-0,3%B3Ibovespa176.788 pts1,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,44%Dólar TurismoR$ 5,227-0,3%Euro ComercialR$ 5,833-0,32%Euro TurismoR$ 6,080-0,3%B3Ibovespa176.788 pts1,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,44%Dólar TurismoR$ 5,227-0,3%Euro ComercialR$ 5,833-0,32%Euro TurismoR$ 6,080-0,3%B3Ibovespa176.788 pts1,44%Oferecido por

O país possui mais de 20 milhões de toneladas de elementos de terras raras, segundo estimativas do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

O país exportou 20 toneladas em 2024, uma fração ínfima da produção global estimada naquele ano em 390 mil toneladas pelo USGS.

Os Estados Unidos encontraram no Brasil uma oportunidade para desafiar a posição dominante da China no mercado de terras raras.

Amostra de argila com compostos de terras raras retiradas na caldeira vulcânica de Poços de Caldas, MG — Foto: Viridis/Divulgação

Escondidos sob o solo brasileiro, milhões de toneladas de terras raras despertam o interesse global, com os Estados Unidos na vanguarda. No entanto, embora representem o novo ouro brasileiro para alguns, o boom parece distante.

Essenciais para fabricar desde carros elétricos a mísseis, esses 17 elementos são abundantes na terra — mas a China detém as maiores reservas e a tecnologia para processá-los.

Hoje, a produção brasileira é insignificante, enquanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta incentivar seu desenvolvimento e manter o controle sobre essa fonte de renda inesperada.

O Brasil pode se tornar um novo fornecedor global de terras raras? Aqui estão algumas respostas importantes.

O Brasil possui mais de 20 milhões de toneladas de elementos de terras raras, segundo estimativas do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). É a segunda maior reserva mundial, atrás da China e muito à frente da terceira maior: a Índia, com 6,9 milhões de toneladas.

Mas as exportações são marginais. O país exportou 20 toneladas em 2024, uma fração ínfima da produção global estimada naquele ano em 390 mil toneladas pelo USGS.

Elementos de terras raras, como o neodímio e o praseodímio, aparecem em areias, argilas e rochas, juntamente com dezenas de outros compostos, e precisam ser separados por meio de um processo custoso.

"Na transição entre o que a gente tira da terra e o óxido (de terras raras), por exemplo, que seria 99,9999% de pureza, você tem pelo menos 400 processos industriais", explicou Pablo Cesario, presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que representa as principais empresas do setor.

"A gente consegue fazer isso em escala laboratorial. O que nós não temos e quase ninguém no mundo tem é essa tecnologia de processamento em escala industrial", detalhou Cesario em uma coletiva de imprensa virtual.

Portanto, são necessárias "infraestrutura", "pesquisa tecnológica" e um fornecimento de energia mais barato e abundante, antecipou Julio Nery, diretor de assuntos de mineração do Ibram.

Os Estados Unidos encontraram no Brasil uma oportunidade para desafiar a posição dominante da China no mercado de terras raras.

"A gente está olhando para o Brasil como um lugar que tem potencial de bilhões em investimentos dos Estados Unidos. A gente já está neste caminho com mais de US$ 600 milhões investidos (cerca de R$ 3 bilhões)", disse um porta-voz da embaixada dos EUA, sob condição de anonimato, à imprensa durante um evento para investidores em março.

Durante o encontro, Washington assinou um memorando de entendimento com o estado de Goiás para incentivar a mineração de terras raras.

Em abril, a empresa americana USA Rare Earth adquiriu a Serra Verde, empresa que opera a única mina em produção no Brasil, localizada em Goiás, por aproximadamente US$ 2,8 bilhões (cerca de R$ 14 bilhões).

A Austrália também está presente no Brasil por meio da empresa Foxfire Metals, enquanto a China possui participação em um projeto na Amazônia, segundo o Ibram.

O presidente Lula expressou sua disposição de "fazer acordos com todos os países", mas enfatizou que "ninguém, a não ser o Brasil, será dono da nossa riqueza".

Esta semana, Lula estendeu a mão ao presidente americano, Donald Trump, convidando-o a se "associar" com o Brasil na exploração de terras raras, dias após se reunir com o americano na Casa Branca. A relação entre os dois tem sido marcada por altos e baixos.

Enquanto isso, a Câmara dos Deputados aprovou neste mês um projeto de lei que oferece incentivos fiscais ao setor privado para explorar esse setor, ao mesmo tempo em que reforça o controle estatal.

O texto concede ao Executivo poder de veto sobre acordos com empresas estrangeiras por razões de "segurança econômica ou geopolítica", uma medida que irritou o setor privado.

"O que está escrito ali é que o governo tem a última palavra em tudo. E isso é uma preocupação", disse Pablo Cesario.

"A expectativa é que esse texto mude lá no Senado", onde será debatido em data ainda a ser definida, acrescentou.

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Brasil tem menor taxa de bebês não registrados no ano em que nasceu, mostra IBGE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0530,24%Dólar TurismoR$ 5,2440,02%Euro ComercialR$ 5,8570,11%Euro TurismoR$ 6,094-0,06%B3Ibovespa174.776 pts0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,0530,24%Dólar TurismoR$ 5,2440,02%Euro ComercialR$ 5,8570,11%Euro TurismoR$ 6,094-0,06%B3Ibovespa174.776 pts0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,0530,24%Dólar TurismoR$ 5,2440,02%Euro ComercialR$ 5,8570,11%Euro TurismoR$ 6,094-0,06%B3Ibovespa174.776 pts0,29%Oferecido por

Levantamento indica que o percentual de crianças que deixaram de ser registradas no ano de nascimento atingiu o índice de 0,95%.

Local de ocorrência do parto influencia diretamente na documentação: enquanto o sub-registro em hospitais é de 0,83%, os nascimentos domiciliares apresentam taxa de 19,35% de falta de registro civil no mesmo período.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira (20) os dados das Estimativas de Sub-registro de Nascimentos e Óbitos para o ano de 2024. O levantamento indica que o percentual de crianças que deixaram de ser registradas no ano de nascimento atingiu o índice de 0,95%, o menor valor da série histórica iniciada em 2015.

O dado representa uma redução de 3,26 pontos percentuais em relação a 2015, quando a taxa era de 4,21%. No mesmo período, a subnotificação de nascimentos no sistema de saúde recuou para 0,39%.

Os dados se baseiam nos registros dos cartórios de Registro Civil e dos sistemas de informação do Ministério da Saúde.

📋👶Sub-registro de nascidos vivos (IBGE): nascimentos que não foram registrados em cartório dentro do prazo legal considerado (março do ano seguinte ao nascimento);🏥👶Subnotificação de nascidos vivos (Ministério da Saúde): nascimentos que não foram informados ao sistema de saúde, especialmente ao SINASC (Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos).

Segundo o IBGE, o local do parto influencia diretamente na documentação: enquanto o sub-registro em hospitais é de 0,83%, os nascimentos domiciliares apresentam taxa de 19,35% de falta de registro civil no mesmo período.

Os resultados aproximam o país da meta de cobertura universal de registro de nascimentos prevista nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).

Em outubro de 2025, o Brasil alcançou o status de "Produzido", ou seja, indica que o Brasil deixou de apenas realizar estudos experimentais ou estimativas indiretas para fornecer dados oficiais, regulares e de alta confiabilidade sobre as estatísticas vitais no país.

Apesar da redução nacional, persistem diferenças entre as regiões do país. O Norte apresenta a maior taxa de sub-registro (3,53%), seguido pelo Nordeste (1,34%). Em contraste, as regiões Sul (0,16%) e Sudeste (0,25%) possuem os menores índices de invisibilidade documental.

Os dez maiores índices de sub-registro são de municípios do Norte e do Nordeste do país. Desses, quatro tem percentual maior que 50%, ou seja, mais da metade dos nascidos vivos em 2024 não foram registrados no período legal nessas cidades. São eles:

Junco do Maranhão (MA): 70,2% de sub-registro;Alto Alegre (RR): 67,9%;Amajari (RR): 60,1%;Uiramutã (RR): 55,6%;Lagoa de Velhos (RN): 41,9%;Boqueirão do Piauí (PI): 39,2%;Lagoa do Barro do Piauí (PI): 38,5%;Pedra Branca do Amapari (AP): 36,7%;Bom Jesus do Tocantins (PA): 36,2%;Luís Domingues (MA): 35,0%.

Os dados também revelam uma concentração de sub-registro em grupos etários específicos. No caso de mães menores de 15 anos na Região Norte, o índice de falta de registro civil chega a 39,35% em Roraima, 22,31% no Amapá e 14,63% no Amazonas. Em seis das sete unidades da federação dessa região, as taxas para essa faixa etária materna situam-se acima de 10%.

Quanto aos óbitos, o sub-registro estimado pelo IBGE para 2024 foi de 3,40%, uma redução frente aos 4,89% registrados em 2015. A subnotificação no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) foi de 1%.

📋Sub-registro de óbitos: é a proporção de mortes que não foram registradas oficialmente em cartório. Esse indicador costuma ser estimado pelo IBGE com base em métodos demográficos e comparação entre diferentes bases de dados. (Exemplo: uma pessoa falece em uma área remota e a família não faz o registro civil do óbito).🏥Subnotificação de óbitos: é a proporção de mortes que não foram informadas ao sistema de saúde, especialmente ao SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade). O Ministério da Saúde estima isso usando hospitais, declarações de óbito e vigilância epidemiológica.

A cobertura dos registros de óbitos é menor entre a população infantil. O sub-registro de óbitos de crianças com menos de 1 ano foi de 10,8% em 2024, valor 3,2 vezes superior à média nacional de óbitos totais. Na região Norte, este índice chega a 26,6%. As menores taxas de ausência de registros de óbitos infantis estão no Sudeste (2,67%) e no Sul (2,96%).

Miguel Calmon (BA): 71,2%Jordão (AC): 46,7%Porto do Mangue (RN): 37,5%Porto do Mangue (RN): 37,5%Matões do Norte (MA): 35,2%Umburanas (BA): 33,8%Pedrinhas Paulista (SP): 33,3%Miraselva (PR): 33,3%Presidente Médici (MA): 32,8%Bonfim (MG): 31,2%

Chapada de Areia (TO): 83,4%Bom Jesus do Tocantins (PA): 77,9%Junco do Maranhão (MA): 73,5%Amajari (RR): 70,9%Lagoa de Velhos (RN): 66,9%Porto Rico do Maranhão (MA): 57,9%Alto Alegre (RR): 57,3%Cutias (AP): 57,3%Bernardo do Mearim (MA): 56,7%Bacurituba (MA): 55,2%

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China retoma compra de carne bovina de três frigoríficos brasileiros, após mais de um ano de suspensão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 10:44

Agro China retoma compra de carne bovina de três frigoríficos brasileiros, após mais de um ano de suspensão Entre eles, está a unidade de Mozarlândia da JBS, a maior processadora de carne do mundo. Unidades estavam suspensas por "não conformidade" em relação aos "requisitos chineses para o registro de estabelecimentos estrangeiros". Por Redação g1 — São Paulo

As informações foram divulgadas pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

A suspensão temporária dos frigoríficos pela Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) aconteceu em março de 2025.

À época, o órgão do governo chinês não havia detalhado quais seriam os critérios de avaliação ou o que estaria fora do padrão chinês.

A China autorizou três frigoríficos brasileiros a retomar os embarques de carne bovina nesta quarta-feira (20), após uma suspensão iniciada em março de 2025. As informações foram divulgadas pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), após reunião entre autoridades dos dois países em Pequim.

"A medida representa uma importante conquista para o setor e reforça a confiança da China no sistema sanitário brasileiro e na qualidade da carne bovina produzida no país", afirmou a Abiec, em comunicado.

Entre as liberações está a unidade de Mozarlândia (GO), da JBS — maior processadora de carne do mundo —, disse Roberto Perosa, presidente da Abiec, à Reuters.

O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina e tem na China seu principal destino. O ministro da Agricultura, André de Paula, nomeado no fim de março, está em viagem ao país asiático.

A suspensão temporária dos frigoríficos pela Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) aconteceu em março de 2025, por "não conformidade" em relação aos "requisitos chineses para o registro de estabelecimentos estrangeiros".

À época, o órgão do governo chinês não havia detalhado quais seriam os critérios de avaliação ou o que estaria fora do padrão chinês.

Além da indústria da JBS em Mozarlândia, também estavam bloqueados uma unidade da Frisa, em Nanuque (MG) e uma planta da Bon-Marte, em Presidente Prudente (SP).

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Dólar abre com mercado de olho na ata do Fed e no cenário eleitoral

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 09:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (20) em queda, recuando 0,17% às 9h, sendo negociado a R$ 5,0317. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

▶️ No exterior, o mercado continua acompanhando a guerra no Oriente Médio. Sem avanços concretos nas negociações para encerrar o conflito envolvendo o Irã, crescem as preocupações com os possíveis efeitos sobre a economia global.

▶️ A principal preocupação dos investidores é que a escalada das tensões provoque alta nos preços da energia, pressione a inflação, reduza o ritmo de crescimento da economia e mantenha os juros elevados por mais tempo em diversos países.

🔎 Apesar do cenário de cautela, os preços do petróleo recuavam pela manhã. Por volta das 8h45, o barril do Brent, referência internacional, caía 3,24%, para US$ 108,47, enquanto o WTI, principal tipo negociado nos Estados Unidos, recuava 2,48%, para US$ 101,79.

▶️ E por falar em inflação e juros, os investidores aguardam a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, banco central americano) realizada em 28 e 29 de abril, em busca de pistas sobre os próximos passos da política monetária na maior economia do mundo.

▶️ No Brasil, o cenário eleitoral segue no radar após pesquisa AtlasIntel mostrar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno.

Nesta terça-feira, Flávio admitiu que se reuniu com Vorcaro após a primeira prisão do banqueiro, no fim de 2025. Segundo o senador, o objetivo foi "botar um ponto final na questão" e evitar que a produção do filme fosse interrompida.

🔎 Para o mercado, o episódio levanta dúvidas sobre a força eleitoral da oposição e sobre sua capacidade de lançar uma candidatura competitiva em 2026. Com isso, aumentam as apostas de menor alternância no poder, o que influencia as expectativas para as contas públicas e pode mexer com o dólar e a bolsa.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, admitiu nesta terça-feira (19) que se reuniu com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, após a primeira prisão do banqueiro, no fim de 2025.

Segundo Flávio, o encontro foi realizado com o objetivo de "botar um ponto final na questão" do financiamento do filme "Dark Horse", uma cinebiografia sobre Jair Bolsonaro, ex-presidente e pai do senador do PL.

"Eu fui, sim, para o encontro dele, para botar um ponto final nessa história, e dizer que, se ele tivesse me avisado que a situação era grave como essa, eu já teria ido atrás de outro investidor há muito mais tempo, e o filme não correria risco" , disse Flávio.

O senador havia pedido recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

🗣️ Em áudio revelado pelo site The Intercept Brasil — cuja existência e conteúdo foram confirmados pela TV Globo junto a investigadores e pessoas com acesso às informações —, o senador solicita US$ 24 milhões, valor que correspondia, à época, a cerca de R$ 134 milhões. Posteriormente, Flávio confirmou o envio da mensagem e afirmou que não cometeu qualquer irregularidade.

O episódio ganhou repercussão porque, até então, o senador vinha negando envolvimento nas tratativas. Ao mesmo tempo, intensificou críticas públicas ao Banco Master e defendia a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o escândalo envolvendo a instituição.

A Polícia Federal apura se recursos ligados a Vorcaro teriam sido usados para custear despesas do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro nos EUA. Segundo a investigação, o filme pode ter servido como justificativa formal para a transferência dos valores.

Os investigadores buscam esclarecer se o dinheiro foi efetivamente destinado à produção audiovisual, se houve desvio de finalidade ou se parte dos recursos acabou sendo usada para financiar a permanência de Eduardo no exterior.

A GOUP Entertainment, produtora de "Dark Horse", negou que tenha recebido dinheiro de Vorcaro ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário.

▶️ Investidores avaliam que a controvérsia pode desgastar a imagem de Flávio Bolsonaro e reduzir suas chances na disputa presidencial. Essa percepção alterou as expectativas sobre uma eventual mudança de governo e seus possíveis impactos sobre as contas públicas, pressionando o câmbio e contribuindo para a queda da bolsa.

O presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que suspendeu um novo ataque ao Irã após pedidos de aliados como Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes, que acreditam em um possível acordo de paz.

🔎 Mesmo com a pausa, Trump disse que os militares americanos continuam prontos para atacar caso as negociações fracassem.

O principal impasse envolve o programa nuclear iraniano e o controle do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa grande parte do petróleo mundial.

O Irã respondeu dizendo que suas forças estão em “alerta máximo” e prometeu reação rápida e forte a qualquer nova ofensiva dos EUA. (Veja o que cada lado exige para o fim da guerra no Oriente Médio)

Nos Estados Unidos, a guerra vem desgastando politicamente Trump. Pesquisas recentes mostram um aumento da rejeição popular ao conflito e queda na aprovação do presidente, principalmente por causa dos impactos econômicos e do medo de uma escalada militar maior.

Em Wall Street, os principais índices futuros dos EUA avançavam por volta das 8h45 (horário de Brasília), indicando uma abertura positiva das bolsas. O Dow Jones subia 0,2%, o S&P 500 ganhava 0,4% e o Nasdaq, que reúne empresas de tecnologia, avançava 0,7%.

Na Europa, as bolsas operavam em alta moderada. O índice Stoxx 600, que reúne ações de diversos países do continente, subia 0,2%.

Entre os principais mercados da região, o índice DAX, da Alemanha, avançava 0,5%; o CAC 40, da França, ganhava 0,6%; e o FTSE 100, do Reino Unido, registrava alta de 0,21%.

Na Ásia, a maior parte das bolsas encerrou o pregão em queda. Na China, o índice CSI300, que reúne as principais empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, recuou 0,04%, enquanto o índice de Xangai caiu 0,2%.

Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 0,6%. No Japão, o Nikkei 225 fechou em baixa de 1,2%, aos 59.804,41 pontos.

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Três superpetroleiros cruzam o Estreito de Ormuz com 6 milhões de barris após meses de bloqueio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 09:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%Oferecido por

Três superpetroleiros começaram a cruzar o Estreito de Ormuz nesta quarta-feira (20), após mais de dois meses de espera no Golfo Pérsico.

As embarcações transportam um total de seis milhões de barris de petróleo bruto do Oriente Médio para os mercados asiáticos.

Os dados de navegação são da LSEG e da Kpler. Os navios estão no grupo de superpetroleiros que saíram do Golfo neste mês por uma rota alternativa indicada pelo Irã.

Antes do início da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz era, em média, de 125 a 140 passagens diárias.

Os navios-tanque de petróleo, no entanto, ainda representam uma parcela pequena das embarcações que passam pelo Estreito, segundo análise da Reuters baseada em dados de rastreamento.

O petroleiro Seaprincess ao largo do Golfo de Fos-sur-Mer, em Port-de-Bouc. — Foto: Manon Cruz/Reuters

Três superpetroleiros começaram a cruzar o Estreito de Ormuz nesta quarta-feira (20), após mais de dois meses de espera no Golfo Pérsico em razão da guerra no Irã. As embarcações transportam um total de seis milhões de barris de petróleo bruto do Oriente Médio para os mercados asiáticos.

Os dados de navegação são da LSEG e da Kpler. Os navios estão no grupo de superpetroleiros que saíram do Golfo neste mês por uma rota alternativa indicada pelo Irã.

Antes do início da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz era, em média, de 125 a 140 passagens diárias — volume que caiu para cerca de 10 embarcações últimos dias, incluindo navios de carga e outros tipos.

Os navios-tanque de petróleo, no entanto, ainda representam uma parcela pequena das embarcações que passam pelo Estreito, segundo análise da Reuters baseada em dados de rastreamento. Desde o início do conflito, cerca de 20 mil tripulantes permanecem presos no Golfo, a bordo de centenas de navios.

"O ambiente operacional permanece de alto risco, devido aos recentes ataques a navios na região", afirmou o Centro Conjunto de Informações Marítimas, liderado pela Marinha dos Estados Unidos, em nota divulgada na terça-feira (19).

Nesta quarta-feira, associações do setor de transporte marítimo emitiram novas orientações a embarcações que pretendem navegar pelo estreito, apontando diversos riscos — entre eles, ataques, ameaças de drones e minas, congestionamento imprevisível do tráfego e “supervisão militar reduzida”.

"Centenas de embarcações continuam impossibilitadas de transitar pelo Estreito de Ormuz e, em caso de retorno a condições mais normais de navegação, o movimento simultâneo dessas embarcações no local pode representar um risco considerável", disseram as associações na orientação.

A restrição na passagem do Estreito de Ormuz tem preocupado os mercados globais, em meio ao receio de que uma oferta mais restrita de petróleo continue a pressionar os preços pelo mundo.

Em meio a incertezas sobre as negociações de paz entre os EUA e o Irã, os preços do petróleo recuam nesta quarta-feira (20). Perto das 10h, o barril do Brent (referência internacional) tinha queda de 2,23%, cotado a US$ 108,80. Já o West Texas Intermediate (WTI), do mercado americano, caía 0,82% no mesmo horário, a US$ 107,77.

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