RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo identifica potencial para terras raras em São Paulo, Paraná e Santa Catarina

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 03:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%Oferecido por

O Serviço Geológico do Brasil (SGB) identificou concentrações relevantes de elementos terras raras na região do "Cinturão Ribeira", faixa geológica que se estende entre os estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

Os resultados fazem parte da etapa inicial de um projeto de pesquisa que seguirá ao longo deste ano e de 2027, com idas a campo e aprofundamento das análises.

🔎Conhecidas como “terras raras”, essas substâncias formam um grupo de 17 elementos químicos estratégicos para a indústria de alta tecnologia. Eles são utilizados na fabricação de baterias, turbinas eólicas, carros elétricos, equipamentos eletrônicos e sistemas de defesa. Apesar de relativamente abundantes na natureza, costumam estar associados a outros minerais, o que torna sua extração complexa e de alto valor econômico.

Segundo o SGB, algumas amostras registraram teores superiores a 8 mil partes por milhão (ppm) de TREE (somatória de todos os elementos terras raras). Esse patamar é considerado elevado para esse tipo de ocorrência geológica e indica um enriquecimento mineral expressivo.

🔎Na prática, o teor em ppm significa que, para cada um milhão de partes da amostra, 8 mil são de elementos terras raras.

O trabalho incluiu atividades de campo, com coleta de amostras de solo e rocha, além do reprocessamento e da interpretação de dados geofísicos e geoquímicos.

As atividades de campo aconteceram em Itupeva, Alumínio, Morungaba, Capão Bonito, Juquiá, Jacupiranga, Cajati, Itapirapuã Paulista e Cananéia, em São Paulo; Cerro Azul, Castro, Carambeí e Tijucas do Sul, no Paraná; além de Joinville e Garuva, em Santa Catarina.

Mapa com cidades que fizeram parte do levantamento que identificou potencial de terras raras — Foto: Arte/g1

As áreas foram selecionadas a partir do "Mapa de potencial de elementos terras raras (ETR)", elaborado pela instituição.

A coordenadora do Projeto Terras Raras do SGB, Lucy Takehara, explica que a próxima etapa será concentrada nas áreas que apresentaram os resultados mais expressivos.

“Essa primeira fase de amostragem foi um estudo regional. Agora, nas áreas em que identificamos teores mais elevados, faremos um detalhamento com amostragens mais sistemáticas para identificação ou confirmação também desses teores anômalos”, explica a pesquisadora.

A coordenadora destaca ainda que a identificação positiva não significa que já há jazida para exploração.

Segundo Takehara, a região é conhecida pela presença de minerais associados a terras raras, tanto em complexos alcalino-carbonatíticos quanto em rochas graníticas.

Serviço Geológico do Brasil avança com pesquisas sobre potencial para terras raras — Foto: Divulgação/SGB

Novas idas a campo estão previstas para ocorrer ainda neste ano e incluirá, entre outros municípios paulistas, Sete Barras, Tapiraí, Piedade e Natividade da Serra.

O objetivo é ampliar o conhecimento geológico das áreas mais promissoras e subsidiar a elaboração de mapas de favorabilidade mineral em escala mais detalhada.

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Menos opções, mais lucro: por que simplificar cardápios e produtos pode ajudar a aumentar as vendas

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 20/05/2026 03:54

Empreendedorismo Guia do empreendedor Menos opções, mais lucro: por que simplificar cardápios e produtos pode ajudar a aumentar as vendas Empresas apostam na simplicidade para ganhar eficiência, reduzir custos e aumentar o faturamento. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

“Menos é mais” pode soar como clichê, mas tem se mostrado uma estratégia eficiente para muitos empreendedores. Em vez de ampliar o catálogo, alguns negócios fazem o caminho inverso: reduzem opções para ganhar eficiência, vender mais e lucrar melhor.

🍕 Um exemplo vem de Brasília. Há décadas, uma pizzaria vende apenas um sabor: muçarela, molho e orégano. Nada mais. Ainda assim, o faturamento chega a R$ 200 mil por mês.

Neste vídeo, o g1 mostra por que a simplicidade pode ser um diferencial competitivo — e como isso tem ajudado negócios a crescer.

Pizzaria que vende só um sabor de pizza fatura R$ 280 mil por mês — Foto: Pizzas Dom Bosco/ Instagram

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Quais carros posso escolher? Quais os juros? Tire dúvidas sobre novo crédito para taxistas e motoristas de app

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 00:45

Carros Quais carros posso escolher? Quais os juros? Tire dúvidas sobre novo crédito para taxistas e motoristas de app Programa reduz em mais da metade os juros do financiamento de carros zero km para quem trabalha com transporte de passageiros. O prazo para pagamento também foi ampliado. Por André Fogaça, Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

Com o lançamento do programa Move Aplicativos, o governo federal criou uma nova linha de crédito para financiar carros destinados a motoristas de aplicativo e taxistas. A iniciativa reduz em mais da metade os juros cobrados em financiamentos tradicionais e amplia o prazo de pagamento dos veículos.

O g1 reúne os principais pontos do programa, que passa a valer em todo o país a partir de 19 de junho.

O que é o programa?Quais são os juros do financiamento?Como posso participar?Quem pode participar?Como faço o cadastro?Tenho nome sujo, e agora?Como sei se fui aprovado?Como contrato o financiamento?Quais veículos posso escolher?

O programa foi criado por meio de uma medida provisória (MP) que autoriza uma linha de crédito de R$ 30 bilhões. A iniciativa reduz os juros do financiamento de veículos destinados a motoristas de aplicativo e taxistas, com limite de R$ 150 mil para carros zero quilômetro.

Os recursos virão do Tesouro Nacional e serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O objetivo é cobrir a diferença entre os juros praticados no mercado e as taxas mais baixas oferecidas pelo programa.

O programa também prevê a cobertura de até 80% do risco de crédito nessas operações, funcionando como garantia para o pagamento da dívida, de forma semelhante à atuação de um fiador.

Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, as taxas de juros devem ser de 12,6% ao ano para homens e 11,5% para mulheres, e o prazo do financiamento pode chegar a 72 meses, com seis meses de carência.

Esse percentual corresponde a menos da metade da taxa de juros praticada pelo mercado. Segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (ANEF), o índice foi de 26,4% ao ano em dezembro de 2025.

Para os motoristas de aplicativo, o programa exige que o comprador tenha cadastro ativo na plataforma há, no mínimo, 12 meses. Nesse período, é necessário ter realizado ao menos 100 corridas na mesma plataforma.

No caso dos taxistas, são exigidos licença e registro ativos nos órgãos de trânsito, além de regularidade fiscal. Motoristas cooperados também podem participar.

Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima;A resposta é enviada em até cinco dias úteis;A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.

Os taxistas precisam estar com a licença e o registro nos órgãos de trânsito em dia, além de manter regularidade fiscal.

Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima;A resposta é enviada em até cinco dias úteis;A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.

Ter o nome limpo não é uma exigência do programa, mas pode ser um critério adotado pelo banco para aprovar o financiamento do veículo. Por isso, instituições financeiras e concessionárias podem recusar a venda a pessoas com pendências financeiras.

A partir de 19 de junho, motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente na concessionária ou no banco em que já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.

O carro precisa custar até R$ 150 mil e ser classificado como sustentável, por ser flex, elétrico ou híbrido flex. Além disso, a montadora precisa estar habilitada no programa Mover.

O g1 separou a seguir hatches, sedãs e SUVs que se encaixam nesses critérios. Foram consideradas as versões abaixo do teto estabelecido pelo programa.

BYD DolphinBYD Dolphin MiniChevrolet OnixCitroën C3Citroën AircrossFiat ArgoFiat MobiHonda City HatchHyundai HB20Peugeot 208Renault Kwid

Chevrolet SpinChevrolet SonicChevrolet TrackerCitroën BasaltFiat FastbackFiat PulseRenault DusterJeep RenegadeNissan KaitVolkswagen NivusRenault KardianVolkswagen T-CrossHonda WR-V

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‘É uma completa traição’: Amazon encerra suporte a Kindles antigos e revolta usuários fiéis

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 20/05/2026 00:45

Tecnologia 'É uma completa traição': Amazon encerra suporte a Kindles antigos e revolta usuários fiéis A partir de hoje, leitores eletrônicos lançados até 2012 deixarão de baixar novos livros e receber atualizações, levando usuários a estocar títulos e adiar a troca de aparelhos que usam há mais de uma década. Por Reuters

Amazon encerrará em 20 de maio o suporte a Kindles lançados até 2012, impedindo novos downloads e atualizações.

Usuários dizem que os aparelhos antigos são mais duráveis e preferem os botões físicos para virar páginas.

Muitos donos estão carregando centenas de e-books e desligando o Wi-Fi para preservar seus dispositivos.

Consumidores afirmam que a mudança os obriga a trocar aparelhos que ainda funcionam bem após mais de uma década.

Para Claudia Buonocore, é difícil aceitar a ideia de se desfazer de seu Amazon Kindle Touch, comprado há 15 anos.

"Nunca tive vontade de trocar de dispositivo", disse a moradora da região de Pittsburgh, de 39 anos. "Ele faz parte de mim, é um salva-vidas. Eu durmo com ele quase todas as noites."

Claudia está entre os usuários afetados pela decisão da Amazon de encerrar o suporte aos leitores eletrônicos lançados em 2012 ou antes. A partir desta quinta-feira (20), esses aparelhos deixarão de baixar novos livros e receber atualizações de software.

A empresa continuará oferecendo suporte aos modelos mais recentes e passou a dar desconto de 20% na compra de novos aparelhos, vendidos entre US$ 110 e US$ 680, além de US$ 20 em créditos para e-books.

Brian Oelberg, de 64 anos, disse que começou a carregar seu Kindle Keyboard, lançado por volta de 2010, com centenas de livros digitais depois que soube da mudança. Ele pretende desligar o Wi-Fi do aparelho para evitar atualizações que possam comprometer os arquivos armazenados.

Morador de Chicago, ele conta que testou modelos mais novos em uma loja da Best Buy, mas não se convenceu a trocar de aparelho. Segundo ele, os novos leitores não têm botões físicos para virar páginas, recurso que considera mais prático, principalmente para ler ao ar livre em dias frios sem precisar tirar as luvas.

Usuários de modelos antigos afirmam que esses dispositivos se destacam pela durabilidade e pelos botões físicos. Segundo eles, versões mais recentes, como o Amazon Kindle Paperwhite, consomem mais bateria por causa da tela iluminada.

A substituição gradual de aparelhos antigos é comum entre empresas de tecnologia, que costumam citar custos e questões de segurança para encerrar o suporte a produtos antigos. Não foi possível determinar quantos dispositivos serão afetados pela decisão.

A Amazon afirmou que manteve suporte a esses aparelhos por 14 anos ou mais e que não poderia fazer isso indefinidamente. "A tecnologia evoluiu muito nesse período", disse um porta-voz da empresa.

Embora não tenha sido a primeira empresa a lançar leitores digitais, a Amazon popularizou o segmento com o primeiro Kindle, lançado em 2007. Atualmente, a companhia detém 72% do mercado de leitores eletrônicos, segundo a consultoria Business Research Insights.

Nas redes sociais, especialistas e entusiastas compartilham alternativas para prolongar a vida útil desses aparelhos. Entre elas estão o "jailbreaking", que remove restrições do sistema e permite instalar outros programas, e o "sideload", que consiste em transferir livros do computador para o dispositivo por cabo USB.

Cathy Ryan, de 59 anos, conserta Kindles antigos para revenda no eBay como hobby e acredita que a decisão da Amazon vai prejudicar a atividade. Moradora de Vermont, ela tem cinco aparelhos e ainda usa um modelo de segunda geração comprado em 2009.

Já Cathy DeMail, de 69 anos, moradora de The Villages, acredita que a medida tem objetivo comercial e está correndo para carregar o dispositivo com novos livros antes do prazo final.

"É uma pena que eu esteja sendo obrigada a fazer isso", afirmou. "Eu odeio isso. O que me incomoda é o princípio da coisa."

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