RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Imposto de Renda 2026: quais os erros mais comuns na declaração dos MEIs

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/05/2026 01:02

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: quais os erros mais comuns na declaração dos MEIs Confundir obrigações, errar no cálculo do lucro e não separar finanças pessoais da empresa estão entre os principais deslizes que podem levar os MEIs à malha fina. Por Redação g1 — São Paulo

O MEI tem duas obrigações distintas: a DASN-SIMEI, declaração anual da empresa (obrigatória mesmo sem faturamento), e o IRPF, da pessoa física, exigido apenas se houver enquadramento nos critérios da Receita Federal.

Para o IRPF 2026 (ano-calendário 2025), deve declarar quem se enquadrar nas regras — como ter rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, bens superiores a R$ 800 mil ou rendimentos isentos acima de R$ 200 mil, entre outros casos.

Um erro comum é declarar o faturamento como renda tributável. A lei permite que parte do lucro seja isenta: 8% (comércio e indústria), 16% (transporte) e 32% (serviços).

Misturar finanças pessoais e da empresa dificulta a comprovação dos valores e pode levar a questionamentos da Receita, que pode interpretar depósitos como renda não declarada.

Com a proximidade do prazo de entrega do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), muitos microempreendedores individuais (MEIs) ainda cometem erros que podem gerar multas, cobranças indevidas e problemas com a Receita Federal.

A principal dificuldade está em entender que o MEI possui obrigações tanto como empresa quanto como pessoa física – e que elas não se confundem. Segundo especialistas, boa parte das inconsistências poderia ser evitada com informação e organização ao longo do ano.

“A maioria dos erros não acontece por má-fé, mas por desconhecimento das regras ou pela falta de separação entre o CPF e o CNPJ”, explica Layla Caldas da Silva, analista de políticas públicas do Sebrae.

Além de manter em dia as obrigações tributárias da empresa, o microempreendedor também deve ficar atento aos impostos que precisa pagar como pessoa física.

Como qualquer brasileiro, o MEI tem a obrigação de entregar a Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF) 2026 se os seus rendimentos tributáveis ultrapassaram o valor de R$ 35.584,00 no ano passado.

É importante lembrar que a declaração considera o CPF, e não o CNPJ. Segundo o analista de atendimento ao cliente do Sebrae, Marcus Reis, a principal confusão entre os microempreendedores está justamente nessa separação.

O faturamento corresponde a tudo o que a empresa recebe com vendas ou prestação de serviços. Já a renda pessoal é o lucro efetivamente retirado pelo empreendedor. (veja como calcular)

Quem não fizer o procedimento dentro do prazo, que vai até 29 de maio, está sujeito a multas e pode ter problemas com a Receita Federal. A multa mínima é de R$ 165,74 a um valor máximo correspondente a 20% do imposto devido.

No caso do MEI, ter pendências com o Fisco, mesmo que relacionadas apenas à pessoa física, também pode impactar os negócios da empresa, alerta Kályta Caetano, chefe de contabilidade da plataforma de gestão MaisMei.

"O MEI com débitos no IRPF pode enfrentar dificuldades na obtenção de certidões negativas de débitos, essenciais para participar de licitações públicas, obter financiamentos, entre outros", explica.

O MEI tem duas obrigações diferentes: a DASN-SIMEI, que é a declaração anual da empresa, obrigatória todos os anos até maio, e o IRPF, que é a declaração da pessoa física, exigida apenas se o empreendedor se enquadrar nos critérios da Receita Federal. (veja quais são deste ano)

Um erro comum é achar que uma substitui a outra — o que não acontece. “A DASN-SIMEI é sempre obrigatória, mesmo que o MEI não tenha faturado. Já o Imposto de Renda só deve ser entregue se a pessoa física atender aos critérios da Receita. São obrigações diferentes, com finalidades distintas”, reforça Layla Caldas da Silva.

Na declaração de 2026, referente ao ano-calendário de 2025, o MEI deve entregar o IRPF se se enquadrar em algum dos critérios da Receita Federal — como ter rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, bens e direitos superiores a R$ 800 mil ou rendimentos isentos acima de R$ 200 mil, entre outras situações.

Mesmo quem não é obrigado pode declarar para recuperar imposto pago ou comprovar renda. “Muita gente deixa de declarar por achar que não precisa, mas acaba perdendo restituição ou tendo dificuldade para comprovar renda”, explica a analista de políticas públicas do Sebrae.

Outro erro frequente é informar o faturamento da empresa como rendimento tributável. A legislação permite que parte do lucro seja considerada rendimento isento, conforme a atividade exercida: 8% para comércio e indústria, 16% para transporte e 32% para serviços.

Apenas o valor que ultrapassa esse percentual é tributável. “Quando o MEI informa o faturamento bruto como se fosse salário, ele cria uma inconsistência e corre o risco de pagar imposto a mais ou cair na malha fina”, alerta Layla.

Usar a mesma conta bancária para despesas pessoais e movimentações do MEI dificulta a comprovação da origem dos recursos. A Receita pode interpretar depósitos como renda não declarada.

“Separar as contas é uma das atitudes mais simples e mais importantes para o MEI. Isso facilita a declaração e reduz muito o risco de questionamentos”, orienta a especialista.

Mesmo sendo um regime simplificado, o CNPJ ativo do MEI deve ser informado na ficha de bens e direitos da declaração de pessoa física para evitar inconsistências no cruzamento de dados da Receita Federal.

O MEI precisa manter registros mensais das entradas e saídas da empresa. Esses documentos são fundamentais para comprovar o lucro e a distribuição ao empreendedor.

“Sem comprovantes, o MEI perde a principal defesa em caso de fiscalização. O que parece um detalhe pode virar um grande problema”, destaca Layla.

Antes mesmo de declarar o Imposto de Renda da pessoa física, o MEI deve conferir se a DASN-SIMEI do ano anterior foi entregue corretamente e está regular. Pendências nessa obrigação podem impactar diretamente o IRPF.

“Uma DASN-SIMEI com erro ou em atraso compromete toda a organização fiscal do MEI. Por isso, a recomendação é sempre regularizar a empresa antes de declarar a pessoa física”, conclui.

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Imposto de Renda 2026: ainda não declarei; o que fazer para preencher mais rápido

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/05/2026 01:02

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: ainda não declarei; o que fazer para preencher mais rápido Declaração pré-preenchida pode ser usada por todos os contribuintes que possuem conta gov.br nos níveis ouro ou prata. Por Redação g1 — São Paulo

A declaração pré-preenchida é uma opção disponível aos contribuintes que reúne automaticamente diversas informações necessárias, sem exigir digitação manual.

Entre os dados disponibilizados, estão: rendimentos, deduções, bens, direitos, dívidas e ônus reais.

Para isso, a Receita Federal importa as informações da declaração do ano anterior, do carnê-leão e das declarações de terceiros, como pessoas jurídicas pagadoras, empresas do ramo de imóveis e prestadores de serviços médicos.

A declaração pré-preenchida pode ser utilizada por todos os contribuintes que possuem conta gov.br nos níveis ouro ou prata.

O Fisco reforça que é responsabilidade do contribuinte verificar se todos os dados pré-preenchidos estão corretos, realizando alterações, inclusões ou exclusões quando necessário.

Os contribuintes que ainda não entregaram o Imposto de Renda 2026 podem priorizar a declaração pré-preenchida para conseguir enviar o documento dentro do prazo.

Nesse modelo, as informações aparecem automaticamente no sistema, sem necessidade de digitação. Mas atenção: não esqueça de conferir os dados para evitar cair na malha fina.

A Receita Federal incluiu mais informações à declaração pré-preenchida neste ano. Além de dados de rendimentos, deduções, bens, direitos, dívidas e ônus reais — já presentes desde o ano passado —, o modelo agora também passa a trazer dados sobre renda variável e empregados domésticos.

Além disso, o Fisco simplificou alguns procedimentos. Agora, o dependente não precisa mais emitir uma procuração digital para que o titular acesse sua declaração pré‑preenchida, desde que o CPF esteja regular e o nome tenha aparecido como dependente nas três declarações anteriores.

A Receita destaca que os contribuintes que optarem pela declaração pré-preenchida continuam entre as prioridades para receber a restituição. Segundo o Fisco, mais da metade dos declarantes escolheu essa opção no ano passado.

O que é e como funciona a declaração pré-preenchida?Como fazer a declaração pré-preenchida?Quem pode fazer?Como estar habilitado?Quem é obrigado a declarar?

A declaração pré‑preenchida é uma opção disponível aos contribuintes que reúne automaticamente diversas informações necessárias, sem exigir digitação manual.

rendimentos; deduções;bens;direitos;dívidas;ônus reais (encargos, dívidas ou restrições legais vinculadas a imóveis);informaçoes de renda variável; e dados sobre empregados domésticos.

Para isso, a Receita Federal importa as informações da declaração do ano anterior, do carnê-leão e das declarações de terceiros, como pessoas jurídicas pagadoras, empresas do ramo de imóveis e prestadores de serviços médicos.

"É importante que o próprio contribuinte verifique se as informações estão corretas. Em caso de divergência, o contribuinte deve informar os valores efetivamente pagos ou recebidos, guardando os comprovantes das transações em caso de fiscalização", informou o Fisco em comunicado.

A declaração pré-preenchida pode ser utilizada por todos os contribuintes que possuem conta gov.br nos níveis ouro ou prata. (Entenda mais abaixo)

Baixe, instale e abra o programa da declaração do IR 2026Clique em "Entrar com gov.br";Abra uma declaração na aba "Nova"; eSelecione "Iniciar declaração a partir da pré-preenchida".

Acesse o portal e-CAC com o login gov.br;Clique no ano desejado;Em seguida, selecione a opção "Preencher declaração";Escolha a opção "Pré-Preenchida".

Baixe e acesse o app "Receita Federal" Faça o login com a conta gov.br;Selecione o ano desejado;Toque na opção "Preencher Declaração"; eEscolha a opção "Pré-Preenchida".

⚠️ ATENÇÃO: O Fisco reforça que é responsabilidade do contribuinte verificar se todos os dados pré‑preenchidos estão corretos, realizando alterações, inclusões ou exclusões quando necessário.

O download do programa utilizado para o Imposto de Renda 2026 foi liberado pela Receita Federal nesta segunda-feira (23). O prazo de entrega vai até 29 de maio.

Para usar a declaração pré‑preenchida, o contribuinte precisa elevar sua conta gov.br para os níveis de segurança prata ou ouro.

Contas cadastradas apenas com dados do CPF ou do INSS — ou criadas presencialmente no INSS ou no Denatran — são classificadas como nível bronze.

O usuário pode aumentar o nível de segurança realizando validações por biometria facial ou por meio de dados bancários.

Nível prata: validação pelo aplicativo gov.br, comparando a foto com os dados da CNH, ou validação via internet banking de instituições parceiras; Nível ouro: validação facial com dados do TSE ou via certificado digital.

O primeiro passo para acessar os serviços digitais da Receita Federal é aprimorar o acesso ao gov.br.

A conta gov.br funciona como uma identificação digital que comprova quem está usando o serviço. Ela é gratuita e disponível para todos os brasileiros.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

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Mega-Sena pode pagar R$ 6 milhões nesta quinta-feira; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/05/2026 01:02

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 6 milhões nesta quinta-feira; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.011 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 6 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta quinta-feira (28), em São Paulo.

O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Datafolha: 71% dos trabalhadores dizem não temer o desemprego

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/05/2026 01:02

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0610,66%Dólar TurismoR$ 5,2630,61%Euro ComercialR$ 5,8850,63%Euro TurismoR$ 6,1340,6%B3Ibovespa175.744 pts-0,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,0610,66%Dólar TurismoR$ 5,2630,61%Euro ComercialR$ 5,8850,63%Euro TurismoR$ 6,1340,6%B3Ibovespa175.744 pts-0,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,0610,66%Dólar TurismoR$ 5,2630,61%Euro ComercialR$ 5,8850,63%Euro TurismoR$ 6,1340,6%B3Ibovespa175.744 pts-0,48%Oferecido por

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (27) mostra que 71% dos brasileiros acreditam não correr risco de demissão ou de ficar sem emprego. Outros 9% veem alguma chance de que isso aconteça, enquanto para 19%, o risco é grande. Esses são os melhores números desde 2013.

O levantamento foi feito nos dias 12 e 13 de maio, em um momento em que a taxa de desocupação —que mede o percentual de pessoas procurando emprego— está em nível historicamente baixo: cerca de 6%. Durante a pandemia de Covid-19, esse número chegou a quase 15%.

Foram 1.312 entrevistados com 16 anos ou mais em 139 municípios em todo o Brasil. A margem de erro para esse dado é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

O número de otimistas é maior entre pessoas com 60 anos ou mais (80%) e funcionários públicos (84%). Já entre entre aqueles com renda de até dois salários mínimos (R$ 3.242), é menor (65%).

As pessoas ouvidas pelo Datafolha atualmente possuem um trabalho —formal ou não— e fazem parte da PEA (População Economicamente Ativa), como assalariados, autônomos e empresários. Já desempregados, aposentados e estudantes, por exemplo, não entram na conta.

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O otimismo identificado pela pesquisa está em um dos patamares mais altos na série histórica do Datafolha. Valores acima da marca de 70% foram verificados anteriormente no segundo governo Lula (2007-2010) e no primeiro governo Dilma Rousseff (2011-2014).

No final desse período, o Brasil entrou na maior recessão da história recente. Na época, o desemprego chegou a quase 14% e permaneceu alto até 2021. Atualmente, está em 6,1%.

O recorde registrado pelo Datafolha foi de 75% de pessoas que avaliavam não haver risco de ficar sem trabalho, em março de 2013. Na época, o desemprego medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) estava em 8%.

Na última vez em que o instituto fez o mesmo levantamento, em julho de 2019, 58% disseram não correr risco de ser demitidos ou ficar sem trabalho, 25% viam algum risco e 15%, grande risco. Naquele momento, a taxa de desocupação era de 11,9%.

Na mesma pesquisa, 58% dos entrevistados disseram que a possibilidade de ficar sem emprego ou trabalho é uma coisa que não lhes dá medo. Para 21%, é o que mais lhes dá medo. Para 20%, é uma das coisas que desperta esse sentimento. Esses resultados também estão próximos dos patamares vistos de 2010 a 2014.

Em julho de 2019, 41% disseram que a falta de trabalho era uma coisa que não lhes dava medo. Para 31%, era o que lhes dava mais medo, e para 26%, era uma das coisas que os preocupava.

Atualmente, o percentual dos que estão despreocupados é maior nas faixas de pessoas mais escolarizadas (61%), com 60 anos ou mais (65%) e com renda superior a 10 salários mínimos (75%). O número é de 50% nas faixas menos escolarizadas, entre pessoas de 16 a 24 anos e no grupo com renda de até dois mínimos.

Apesar dos números positivos do mercado de trabalho, incluindo o aumento dos rendimentos, pesquisa do Datafolha de abril mostrou que quase metade dos brasileiros buscou renda alternativa nos últimos meses, sobretudo entre quem recebe até dois salários mínimos. Ao mesmo tempo, cerca de 60% afirmam não ter recursos suficientes para pagar todas as contas.

Já em março, outro levantamento do Datafolha apontou que 71% dos brasileiros apoiam o fim da escala 6×1 e a redução da jornada, enquanto 27% se dizem contrários à mudança.

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