RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O erro cerebral que faz você comprar na alta e perder dinheiro em investimentos; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 03:44

g1 explica O erro cerebral que faz você comprar na alta e perder dinheiro em investimentos; entenda No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Seguir as decisões da maioria é um comportamento comum e, na economia, recebe o nome de comportamento de manada. A tendência faz com que muitas pessoas invistam em determinado ativo apenas porque ele está atraindo cada vez mais investidores.

Esse movimento costuma ganhar força em momentos de alta dos mercados. Com mais compradores, os preços sobem, reforçando a percepção de que o investimento é uma aposta segura, mesmo quando a valorização não reflete o valor real do ativo.

Episódios como a bolha das tulipas na Holanda, a crise das empresas de tecnologia e a crise financeira de 2008 mostram os riscos desse comportamento. Especialistas alertam que consenso não é garantia de acerto e que o entusiasmo coletivo pode aumentar a exposição a perdas.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Saúde mental já custa US$ 5 trilhões por ano e valor pode triplicar até 2030, diz estudo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 03:44

Trabalho e Carreira Saúde mental já custa US$ 5 trilhões por ano e valor pode triplicar até 2030, diz estudo Pesquisa da Sodexo aponta impacto bilionário dos transtornos mentais e reforça papel da NR-1 na prevenção de riscos psicossociais nas empresas. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Problemas de saúde mental já custam US$ 5 trilhões por ano à economia global e podem ultrapassar US$ 16 trilhões até 2030, segundo estudo da Sodexo.

Depressão e ansiedade geram perdas de US$ 1 trilhão em produtividade e provocam 12 bilhões de dias de trabalho perdidos anualmente.

Especialistas apontam que o ambiente corporativo tem papel central na prevenção dos transtornos mentais, tema que ganhou força com a atualização da NR-1 sobre riscos psicossociais no trabalho.

O estudo defende medidas como melhora do ambiente físico, incentivo ao descanso, conexões sociais e gestão do estresse, além de destacar que investir em saúde mental também traz retorno financeiro às empresas.

As condições de saúde mental e distúrbios cerebrais já custam cerca de US$ 5 trilhões por ano à economia global — valor que pode ultrapassar US$ 16 trilhões até 2030 caso não haja intervenções efetivas.

É o que aponta o estudo "Creating Workplace Environments that Support Brain Health" ("Criando ambientes de trabalho que apoiam a saúde cerebral"), desenvolvido pela Sodexo em parceria com a Social Impact Partners e a Global Brain Health Initiative.

Segundo o levantamento, depressão e ansiedade, sozinhas, são responsáveis por US$ 1 trilhão anuais em perda de produtividade e por 12 bilhões de dias de trabalho perdidos todos os anos.

O estudo destaca ainda que funcionários desengajados geram prejuízos estimados em US$ 8,8 trilhões no mundo, o equivalente a 9% do PIB global.

Nesse contexto, especialistas apontam que o ambiente corporativo passou a ocupar papel central na reversão desse quadro. Isso porque os trabalhadores passam, em média, 90 mil horas ao longo da vida no trabalho, o que torna esse espaço estratégico para promover o cuidado com a saúde mental.

“A forma como o trabalho é organizado, como as lideranças se relacionam e como as pessoas descansam e convivem influenciam diretamente na saúde mental. O cuidado precisa estar incorporado ao dia a dia”, afirma Ana Menegotto, vice-presidente de pessoas, comunicação e ESG da Sodexo Brasil.

A executiva destaca que a segurança psicológica não pode ser tratada como uma iniciativa isolada, mas como resultado do design do ambiente e da cultura organizacional.

O debate ganha ainda mais força com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR‑1), em vigor desde maio, que ampliou a responsabilidade das empresas sobre os riscos à saúde mental dos trabalhadores. (entenda o que mudou)

Assédio moral no trabalho pode causar consequências na saúde mental e física da vítima — Foto: Freepik

O estudo propõe uma abordagem integrada para a saúde mental, considerando fatores como alimentação, sono, atividade física, ambiente físico, conexões sociais, propósito, gestão do estresse, aptidão mental e cuidado preventivo.

A publicação reúne evidências científicas que mostram como esses elementos influenciam diretamente a saúde cognitiva, a produtividade e a capacidade de adaptação das pessoas. Entre os destaques está a defesa de ambientes de trabalho mais saudáveis.

O relatório aponta que fatores como iluminação natural, qualidade do ar, redução de ruídos, espaços de convivência e incentivo ao descanso podem melhorar significativamente o desempenho cognitivo e reduzir o estresse.

Um dos estudos citados mostra que trabalhadores em prédios com melhor ventilação e menor concentração de poluentes tiveram desempenho até 61% superior em testes cognitivos.

A pesquisa também ressalta a importância das relações sociais no ambiente corporativo. Dados reunidos no documento mostram que a solidão aumenta em 31% o risco de demência e está associada a maiores índices de ansiedade, depressão e esgotamento mental.

Além do impacto humano, especialistas defendem que investir em saúde mental também gera retorno financeiro. Segundo o relatório, iniciativas voltadas à saúde cerebral podem adicionar US$ 6,2 trilhões ao PIB global até 2050, com redução de afastamentos, aumento do engajamento e melhora da produtividade.

Para os autores, o avanço dos transtornos mentais exige que as empresas deixem de tratar o tema apenas como benefício corporativo e passem a enxergá-lo como parte da estratégia de negócio.

Nesse cenário, o local de trabalho deixa de ser um fator de risco e passa a atuar como agente de proteção — indicando que cuidar da saúde mental já não é apenas uma responsabilidade social, mas uma condição para a sustentabilidade das organizações.

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Instagram agora permite reorganizar posts no perfil; veja como fazer

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 02:55

Tecnologia Instagram agora permite reorganizar posts no perfil; veja como fazer Novo recurso dá mais liberdade para usuários destacaram conteúdos específicos e renovarem a aparência da grade de seu perfil sem precisar apagar nada. Por Redação g1 — São Paulo

O Instagram liberou na segunda-feira (8) uma função que permite reorganizar a ordem dos posts exibidos no perfil.

A novidade dá mais liberdade para usuários destacaram conteúdos específicos e renovarem a aparência da grade de seu perfil sem precisar apagar e republicar fotos e vídeos.

Os posts e reels fixados continuarão aparecendo no topo da página, independentemente da nova ordem escolhida para as demais publicações.

Abra o seu perfil no Instagram;Pressione e segure qualquer publicação da grade;Aguarde a aparição do menu de opções;Toque em "Reordenar grade";Arraste os posts para as posições desejadas;Confirme as alterações.

O novo recurso chega um pouco depois do Instagram Plus, a versão paga da rede social. Ela começou a ser liberada no Brasil nesta quinta-feira (4). O serviço oferece recursos exclusivos para usuários que pagam R$ 10 por mês.

A assinatura dá mais prioridade aos stories, aumentando as chances de eles serem vistos por mais seguidores. Também permite que as publicações fiquem no ar por 48 horas, em vez das 24 horas atuais.

Ela oferece ainda a opção de criar listas de seguidores parecidas com a de melhores amigos. A ideia é permitir que os stories sejam compartilhados exatamente com o grupo que você quiser.

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EUA acusam Baidu, Alibaba, BYD e outras de colaborar com Exército chinês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 00:44

Tecnologia EUA acusam Baidu, Alibaba, BYD e outras de colaborar com Exército chinês Lista do Departamento de Guerra dos Estados Unidos agora inclui 188 empresas. Segundo a lei americana, o órgão não poderá contratar diretamente delas a partir do final de junho. Por Redação g1 — São Paulo

Bandeiras da China e dos Estados Unidos em uma rua chinesa antes da visita de Donald Trump ao país, em 13 de maio de 2026 — Foto: Reuters/Maxim Shemetov

O Departamento de Guerra dos Estados Unidos atualizou na segunda-feira (8) a relação de empresas que, segundo o governo americano, colaboram com militares chineses. A nova versão da lista tem 188 empresas e incluiu mais nomes do setor de tecnologia.

Entre elas, estão o buscador Baidu, as fabricantes de robôs Unitree e Robosense Technology, a gigante do comércio eletrônico Alibaba e as fabricantes de chips CXMT e YMTC.

O documento passou a apresentar ainda a montadora BYD, a empresa de biotecnologia WuXi AppTec e a fabricante de equipamentos de telecomunicações Baicells.

Por conta de uma lei recente, a partir do final de junho, o Departamento de Guerra não poderá contratar diretamente de empresas presentes no documento. E, a partir de 2027, o órgão não poderá comprar seus produtos e serviços por meio de terceiros.

No documento, o Departamento de Guerra afirmou que as empresas "se qualificam para a designação de 'empresas militares chinesas'" e operam nos EUA. Elas poderão pedir a remoção da lista, segundo o órgão.

Embora o documento não imponha sanções formais às companhias chinesas, elas poderão sofrer danos concretos com a decisão. A inclusão na lista também dá uma mensagem prejudicial sobre essas companhias para fornecedores do governo americano.

A Embaixada da China nos Estados Unidos disse que o governo chinês se opõe à "criação de listas discriminatórias para perseguir empresas chinesas" e que elas cumprem leis e regulações locais.

"Os EUA devem cessar essa prática errônea e criar um ambiente justo, equitativo e não discriminatório para as empresas chinesas", afirmou a embaixada em nota, segundo a Reuters.

O Alibaba afirmou à Reuters que não há fundamento para sua inclusão na lista. Em nota, a empresa disse que "não é uma companhia militar chinesa nem faz parte de qualquer estratégia de fusão entre setores civil e militar" e que adotará as medidas legais disponíveis para contestar a classificação.

A WuXi AppTec também contestou a decisão e disse que sua inclusão na lista é equivocada. A empresa afirmou que tomará medidas imediatas para reverter a designação.

Já a Baidu rejeitou "categoricamente" sua inclusão. Em declaração à Reuters, a companhia disse que a alegação de que seria uma empresa militar é "totalmente infundada" e disse que utilizará todos os recursos disponíveis para ser retirada da relação.

Até a última atualização desta reportagem, as outras empresas não tinham respondido aos pedidos de posicionamento feitos pela Reuters.

A decisão atualiza uma lista do início de 2025 e é anunciada menos de um mês após o presidente americano Donald Trump se encontrar com seu correspondente chinês Xi Jinping em Pequim.

O encontro teve troca de elogios, mas terminou com impasses em temas sensíveis como Taiwan, considerado pela China como parte de seu território.

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Mega-Sena pode pagar R$ 3,5 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 00:44

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 3,5 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.016 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 3,5 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (9), em São Paulo.

Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia

No concurso do último sábado (6), uma única aposta simples de 6 números levou o prêmio de R$ 30 milhões. A aposta ganhadora foi feita pelos canais digitais no Distrito Federal, em Brasília. Veja os números sorteados: 09 – 18 – 26 – 31 – 53 – 58.

O g1 passou a transmitir todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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