RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: novo lote será liberado nesta quinta; veja como receber

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/06/2026 00:46

Trabalho e Carreira Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: novo lote será liberado nesta quinta; veja como receber Pagamento faz parte da liberação de valores esquecidos; veja quem pode receber, como verificar e o prazo para pedir o dinheiro. Por Redação g1 — São Paulo

Um novo lote de pagamento relativos ao dinheiro esquecido no antigo fundo PIS/Pasep será pago nesta quinta-feira (25).

Já quem pedir o ressarcimento até terça-feira (30) receberá o dinheiro em 27 de julho, conforme o calendário divulgado pelo governo.

O trabalhador pode checar se tem valores a receber por meio do site Repis Cidadão ou pelo aplicativo do FGTS.

Um novo lote de pagamento relativos ao dinheiro esquecido no antigo fundo PIS/Pasep será pago nesta quinta-feira (25). Dessa vez, o dinheiro destinado a quem solicitou o ressarcimento até 31 de maio.

Já quem pedir o ressarcimento até terça-feira (30) receberá o dinheiro em 27 de julho, conforme o calendário divulgado pelo governo. (veja abaixo como consultar, pedir o ressarcimento e quando receber)

🔎 O antigo fundo PIS/Pasep era usado para incrementar a renda de trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos entre 1971 e 1988. Ele é diferente do abono salarial PIS/Pasep pago atualmente.

O trabalhador pode checar se tem valores a receber por meio do site Repis Cidadão ou pelo aplicativo do FGTS.

Segundo o governo, o saldo médio disponível para saque é de R$ 2,8 mil por pessoa, mas o montante varia conforme o tempo trabalhado e o salário recebido na época. Os valores estão corrigidos pela inflação.

A plataforma Repis Cidadão também ensina o procedimento para retirar o dinheiro, inclusive com orientações específicas para herdeiros, no caso de falecimento do beneficiário. Para acessá-la, é necessário ter conta gov.br nos níveis prata ou ouro.

Se o ressarcimento não for solicitado até setembro de 2028, os valores serão definitivamente incorporados ao Tesouro Nacional, sem possibilidade de saque.

Como consultar se tenho dinheiro esquecido?Como saber o número do PIS/NIS?Como pedir o ressarcimento dos valores?Quando vou receber?O que é o antigo PIS/Pasep?

REPIS Cidadão, site lançado pelo Ministério da Fazenda para facilitar consulta e saque do antigo PIS/Pasep — Foto: Reprodução

Acesse o site http://repiscidadao.fazenda.gov.br/;Clique em "entrar com gov.br". Se você não tiver uma conta no sistema do governo federal, veja aqui como fazer;Faça login com seu CPF e senha, e clique em "autorizar";Informe o NIS (Número de Identificação Social) do beneficiário. O número é o mesmo do PIS e pode ser encontrado em vários lugares (leia mais abaixo); Clique em "pesquisar". E, se você tiver valores a receber, o site vai orientá-lo sobre as próximas etapas.

NIS é a sigla para Número de Identificação Social. O documento é uma sequência de 11 dígitos disponibilizada pela Caixa Econômica Federal.

Esse cadastro é necessário tanto para quem trabalha com carteira assinada como para quem quer ter acesso a programas sociais, como o Bolsa Família.

Os números do NIS e do PIS (Programa de Integração Social) são os mesmos. A diferença está na origem deles: enquanto o NIS é gerado no momento em que alguém passa a usar benefícios sociais, o PIS é gerado quando a carteira de trabalho é assinada pela primeira vez.

O NIS pode ser consultado tanto de forma física quanto digital em diversos canais do governo. Veja a seguir:

Extrato do FGTS: é possível conferir o número do PIS dentro de um dos contratos registrados no aplicativo.Cartão Cidadão: o número do NIS está identificado logo abaixo do nome do beneficiário e acima da data de emissão do cartão.Meu INSS: no site, o número do NIS aparece como NIT, na parte dos dados cadastrais. A consulta também pode ser feita pelo telefone da Previdência Social (135), de segunda a sábado, das 7h às 22h.CadÚnico: é possível encontrar o NIS após preencher informações pessoais no site CadÚnico ou pelo aplicativo.

O trabalhador pode protocolar o pedido de ressarcimento em uma agência da Caixa Econômica Federal ou fazer a solicitação pelo aplicativo do FGTS.

Ele vai precisar fazer login no app, acessar a opção "mais", "ressarcimento PIS/Pasep" e seguir as orientações para anexar os documentos exigidos.

Se o pedido for feito pelo próprio beneficiário, basta que ele tenha em mãos um documento de identidade oficial.

Certidão PIS/PASEP/FGTS emitida pela Previdência Social com a relação de dependentes habilitados à pensão por morte; ou Declaração de dependentes habilitados à pensão emitida pelo órgão pagador do benefício; ou Autorização judicial ou escritura pública assinada por todos os dependentes e sucessores, se capazes e concordantes, atestando por escrito a autorização do saque e declarando não haver outros dependentes ou sucessores conhecidos.

Após a solicitação, a Caixa vai analisar o pedido e enviar as informações ao Ministério da Fazenda. O pagamento será realizado diretamente na conta bancária do interessado na Caixa ou por meio de conta poupança social digital, de acordo com o calendário a seguir.

O Programa de Integração Social (PIS) foi criado em 1970 para incrementar a poupança individual dos trabalhadores do setor privado.

Logo depois, o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) foi lançado para servidores públicos civis e militares, inspirado no mesmo princípio.

Em 1975, os recursos dos dois programas foram transferidos para um único fundo: o Fundo PIS-Pasep, que parou de funcionar 1988, quando foi substituído pelo abono salarial atual.

Em 2020, as cotas do fundo que não haviam sido sacadas foram transferidas para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, três anos depois, para uma conta única do Tesouro Nacional.

Desde então, a Caixa abriu para que os trabalhadores com dinheiro esquecido na conta peçam o ressarcimento dos valores.

▶️ O abono salarial atual — uma espécie de 14º salário, no valor de até um salário mínimo — é pago anualmente a trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos que atendem aos requisitos do programa.

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Itaú amplia presença no escritório e reforça recuo do home office; veja efeitos para os trabalhadores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/06/2026 00:46

Trabalho e Carreira Itaú amplia presença no escritório e reforça recuo do home office; veja efeitos para os trabalhadores Decisão de ampliar os dias presenciais reforça uma tendência observada em grandes empresas, enquanto profissionais relatam custos maiores, mais tempo de deslocamento e perda de flexibilidade. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

O retorno ao trabalho presencial se consolida como um movimento crescente entre grandes empresas, que têm reduzido o home office e reforçado modelos híbridos mais rígidos.

O Itaú, por exemplo, anunciou que funcionários híbridos deverão ir ao escritório 3 vezes por semana a partir de 2028. Atualmente, a exigência é de 8 dias mensais.

Um levantamento da Mercer Brasil aponta que 76% dos gestores sentem insegurança sobre a produtividade no home office.

Esse movimento tem gerado insatisfação entre trabalhadores, que citam falta de diálogo, mudanças na rotina e decisões tomadas sem negociação.

Entre os principais motivos da insatisfação estão o aumento do tempo de deslocamento, custos maiores com transporte e alimentação e perda de flexibilidade no dia a dia.

O Itaú decidiu aumentar a presença obrigatória nos escritórios para três dias por semana a partir de 2028. Atualmente, são oito dias presenciais por mês. Assim, o banco embarca numa tendência que vem se consolidando em grandes empresas.

➡️ O trabalho remoto vem perdendo espaço, enquanto o modelo híbrido se consolida como uma espécie de meio-termo nessa transição. Em muitos casos, essa mudança veio acompanhada de novas regras, mudanças na rotina e insatisfação entre profissionais que já tinham reorganizado a vida com mais flexibilidade.

Em nota, o Itaú afirmou que o cronograma foi planejado para dar tempo de adaptação. Segundo o banco, a ideia é permitir que os funcionários reorganizem a vida pessoal e familiar sem mudanças bruscas.

A instituição também destacou que os formatos de trabalho são ajustados conforme o contexto e as necessidades de cada período.

Do lado dos trabalhadores, a reação foi de surpresa. O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região afirmou que não houve negociação prévia. A entidade pediu reunião com o banco e disse que vai acompanhar de perto a estrutura dos escritórios.

Há relatos também de que nem todos os espaços físicos comportam o aumento de pessoas nos dias presenciais.

A discussão se tornou rotina em grandes empresas. Em São Paulo, por exemplo, a quantidade de escritórios vazios caiu para 13,4% no primeiro trimestre de 2026, segundo a consultoria JLL. É o menor nível em 14 anos.

Isso mostra que mais empresas voltaram a ocupar prédios e usar mais os espaços físicos ao mesmo tempo.

Um levantamento da Mercer Brasil mostra que 76% dos gestores relatam insegurança em relação à produtividade no trabalho remoto, além de desafios como excesso de reuniões (66%) e dificuldades na gestão e na cultura organizacional.

Por outro lado, embora as empresas defendam essa retomada, o modelo presencial encontra resistência entre os trabalhadores.

Em novembro do ano passado, o Nubank também anunciou que aumentaria os dias presenciais (com dois dias por semana a partir de 2026 e três em 2027), a empresa enfrentou reação imediata. Funcionários divulgaram um manifesto com críticas sobre os possíveis impactos na vida pessoal.

De acordo com os relatos, muitos profissionais aceitaram as vagas no banco por conta do regime de home office, e organizaram a vida familiar e financeira em outras cidades, inclusive comprando imóveis e assinando contratos de aluguel.

Trabalhadores alegam que a exigência de retorno presencial pode dificultar a rotina familiar, especialmente para quem cuida de filhos, pais ou outros familiares, tornando mais difícil cumprir os novos requisitos da instituição.

Preocupações com o tempo de deslocamento, o custo do transporte e a falta de diálogo nessa mudança também foram apontadas pelos trabalhadores.

Em nota, o Nubank disse que tem canais de comunicação com os funcionários e espaços para debate interno. A empresa afirmou que não aceita descumprimento de regras, mas não comentou casos específicos de demissão.

Novo escritório da Conta Simples fica no Brooklin, um dos bairros mais valorizados de São Paulo — Foto: Gladstone Campos/ Conta Simples

No Itaú, essa mudança vem depois de outro episódio recente. No ano passado, o banco demitiu cerca de mil funcionários que trabalhavam em regime híbrido ou remoto. À época, o banco disse que a medida foi tomada após uma revisão de condutas relacionadas ao trabalho remoto e ao registro de jornada.

Um levantamento da WeWork com a Offerwise mostra que 63% dos brasileiros já trabalham totalmente de forma presencial, mas 79% dizem que isso não é escolha, e sim obrigação.

Quando podem decidir, apenas 42% escolheriam ir ao escritório todos os dias. Além disso, 44% dizem que a perda da flexibilidade gera desmotivação e 38%, ansiedade.

Os motivos aparecem no dia a dia. O deslocamento é o principal problema para 65% das pessoas. Não é só o tempo no trânsito. É a rotina que muda, com menos tempo em casa e o cansaço que começa antes mesmo do trabalho.

Mais da metade dos trabalhadores também diz gastar mais quando precisa ir ao escritório. Transporte e comida pesam no bolso, e esse custo não aparece no salário.

“O escritório não compete mais apenas com outras empresas — ele compete com o conforto do lar”, afirma Claudio Hidalgo, presidente regional da WeWork Latam.

Por outro lado, quando o ambiente é melhor, a percepção muda bastante. Em lugares mais confortáveis, a satisfação pode chegar a 96%, segundo a pesquisa.

A pesquisa, feita com 2,5 mil profissionais em todo o país, mostra predominância de millennials (37%) e da geração Z (32%). Esses grupos priorizam propósito e flexibilidade, enquanto a geração X, com 26%, mantém o papel de estabilidade nas equipes.

Segundo a WeWork, os dados da mostram uma mudança que vai além do local de trabalho. É uma mudança na vida das pessoas.

Para muita gente, o impacto não começa quando a regra entra em vigor, mas no momento em que o aviso chega. As pessoas precisam reorganizar transporte, moradia, rotina com a família e até o orçamento. Tudo de uma vez.

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Quem recebe INSS terá de fazer biometria? Entenda o que muda com as novas regras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/06/2026 00:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1870,88%Dólar TurismoR$ 5,3970,91%Euro ComercialR$ 5,9020,47%Euro TurismoR$ 6,1550,52%B3Ibovespa171.259 pts0,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,1870,88%Dólar TurismoR$ 5,3970,91%Euro ComercialR$ 5,9020,47%Euro TurismoR$ 6,1550,52%B3Ibovespa171.259 pts0,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,1870,88%Dólar TurismoR$ 5,3970,91%Euro ComercialR$ 5,9020,47%Euro TurismoR$ 6,1550,52%B3Ibovespa171.259 pts0,52%Oferecido por

O INSS publicou nova portaria tornando obrigatório o cadastro biométrico para concessão de benefícios previdenciários e assistenciais. A medida visa reduzir fraudes no sistema.

A exigência vale para pedidos a partir de novembro de 2025, exceto para o BPC, já em vigor. O solicitante deve comprovar biometria em bases como CIN ou CNH.

Se o cadastro biométrico não for feito em 30 dias, o pedido será encerrado. A portaria prevê dispensas de biometria para casos específicos e isenções.

A implantação ampla da medida foi adiada para janeiro de 2027 pelo governo federal. Cidadãos sem registro biométrico deverão emitir a CIN até esse prazo limite.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicou uma nova portaria que amplia a exigência de cadastro biométrico para a concessão de benefícios previdenciários e assistenciais, como aposentadorias, auxílios e o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas).

O cadastro biométrico da Carteira de Identidade consiste na coleta das impressões digitais dos dedos das duas mãos e da fotografia do rosto do cidadão, que são armazenadas em uma base de dados do governo federal.

O objetivo é confirmar a identidade do beneficiário e impedir que terceiros recebam valores de forma indevida.

Como vai funcionar a exigênciaQuem está dispensado da biometriaComo saber se você já tem biometriaQuem já recebe benefício precisa fazer biometria?Medida vem sendo implementada de forma gradual

Quem solicitar benefícios ao INSS deverá comprovar registro biométrico em bases oficiais do governo, como:

A exigência já vinha sendo aplicada de forma parcial. Desde setembro de 2024, ela é obrigatória para pedidos do BPC/Loas. O governo também já utiliza o cadastro biométrico em outras frentes, como no empréstimo consignado de aposentados e pensionistas.

A nova portaria regulamenta e amplia essa exigência para a maior parte dos benefícios previdenciários e assistenciais requeridos ao INSS, abrangendo os pedidos apresentados a partir de novembro de 2025.

Para quem já recebe benefícios, a implementação será gradual e não haverá bloqueio automático neste momento.

Idade superior a 80 anos: basta Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) ou documento com foto;Migrantes, refugiados ou apátridas: protocolos de solicitação de refúgio ou reconhecimento de apatridia, ou Carteira de Registro Nacional Migratório (CRNM) e Documento Provisório de Registro Nacional Migratório (DPRNM);Residentes no exterior: declaração consular, Apostila de Haia ou acordo internacional de previdência;Impossibilidade de deslocamento: atestado médico emitido nos últimos 30 dias;Localidade de difícil acesso: documentos como Imposto de Renda, contrato de locação, contas de consumo ou Cadastro Único (CadÚnico);Requerentes de salário-maternidade, benefício por incapacidade ou pensão por morte, conforme previsto na portaria.

Carteira de Identidade Nacional (CIN);Título de eleitor (Tribunal Superior Eleitoral);Carteira Nacional de Habilitação (CNH);Passaporte.

Se você já possui biometria registrada em qualquer uma dessas bases oficiais, não é necessário realizar uma nova coleta.

2. Consulte canais oficiais: a checagem pode ser feita em serviços digitais do governo, como o gov.br, além de plataformas da Justiça Eleitoral e dos Detrans, que informam se há biometria cadastrada. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), mais de 150 milhões de brasileiros já possuem biometria registrada em bases federais.

3. Se não tiver registro biométrico: pelas regras de transição do governo, quem ainda não possui nenhum cadastro biométrico deverá providenciar a partir de janeiro de 2027 a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), que se tornará a principal referência para identificação biométrica nos benefícios sociais.

Já para quem possui biometria cadastrada — seja na Justiça Eleitoral, na CNH ou no passaporte — a obrigatoriedade do documento passa a valer a partir de janeiro de 2028.

🔎 O primeiro passo para emitir a CIN é acessar o site gov.br/identidade, fazer o agendamento no sistema do estado e marcar a coleta da biometria. No atendimento, é necessário apresentar certidão de nascimento ou de casamento. A versão digital do documento permite incluir outros registros, como CNH e título de eleitor.

O governo também disponibilizará, até 31 de dezembro de 2026, o Serviço de Verificação Biométrica aos órgãos responsáveis pela gestão dos benefícios da seguridade social.

A ferramenta permitirá confirmar a identidade dos cidadãos por meio de dados biométricos, como impressões digitais e reconhecimento facial.

Não imediatamente. Segundo o governo, a implementação da exigência será gradual e não haverá bloqueio automático dos benefícios em andamento.

Durante o período de transição, quem já era beneficiário de programas sociais até 31 de dezembro de 2026 continuará com o cadastro aceito.

Além disso, até 31 de dezembro de 2027, também serão válidas as biometrias registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou no passaporte, desde que tenham sido coletadas até 31 de dezembro de 2026.

A partir de 1º de janeiro de 2028, a biometria da Carteira de Identidade Nacional (CIN) passará a ser o padrão para a concessão, manutenção e renovação de benefícios sociais. Quem já possui a CIN não precisará realizar um novo cadastro biométrico, pois a base do documento é única.

Já as pessoas que ainda não têm nenhum registro biométrico deverão emitir a Carteira de Identidade Nacional dentro do cronograma estabelecido pelo governo.

🔎 O que acontece se a biometria não for apresentada? Nos casos em que ela for exigida para a solicitação de um benefício, o requerente que não comprovar biometria nem demonstrar que se enquadra em uma das hipóteses de dispensa dentro do prazo poderá ter o pedido encerrado e considerado desistente. Segundo o Ministério da Previdência Social, a medida busca reforçar a identificação dos beneficiários e reduzir fraudes.

A exigência da biometria vem sendo adotada de forma escalonada pelo governo federal. Em abril, o Executivo adiou o cronograma de expansão total, que agora prevê implantação completa apenas em janeiro de 2027.

Até lá, a regra segue sendo ampliada por etapas. Atualmente, já vale para alguns pedidos, como aposentadorias, enquanto outras modalidades foram incluídas em fases posteriores.

O plano inicial previa uma ampliação da exigência em 2026, incluindo benefícios como auxílio por incapacidade temporária, pensão por morte, seguro-desemprego, abono salarial, Bolsa Família e salário-maternidade, mas esse cronograma foi revisto.

À época, o governo afirmou que o novo calendário buscava dar mais tempo para que a população emita a Carteira de Identidade Nacional (CIN) e faça o cadastro biométrico sem risco de exclusão.

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