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R$ 1 mil o quilo? Conheça o wagyu, boi do Japão que tem a carne mais cara do mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 03:48

Agro R$ 1 mil o quilo? Conheça o wagyu, boi do Japão que tem a carne mais cara do mundo Maciez dessa carne é explicada por genética associada a uma alimentação rica em amido. Raça chegou ao Brasil em 1992 pelas mãos da Yakult, que continua entre as principais produtoras. Por Redação g1, g1 — São Paulo

O Japão, adversário do Brasil nesta segunda-feira (29), é a origem do wagyu. A carne do animal pode custar mais de R$ 1.000 o quilo.

No passado, os bois recebiam massagem e bebiam cerveja para relaxar. No entanto, a maciez e sabor únicos são gerados pela genética do wagyu.

Os ancestrais da raça chegaram ao Japão vindos da Coreia no século 2. Após cruzamentos iniciados em 1868, o gado se espalhou pelo mundo em 1990.

Atualmente, o rebanho brasileiro possui cerca de 5 mil animais puros. O país conta também com mais 30 mil bois cruzados de wagyu.

O Japão, adversário do Brasil nesta segunda-feira (29), é o berço do wagyu, boi famoso pela carne mais cara do mundo, cujo quilo pode ultrapassar R$ 1.000 no Brasil.

Toda a fama da carne wagyu vem do marmoreio: a gordura intramuscular que dá à peça um visual semelhante ao mármore e é responsável por sua maciez.

Uma das variedades mais famosa do wagyu é o Kobe Beef, mas, para receber esse nome, o animal precisa nascer, crescer e ser abatido na província japonesa de Hyogo, além de cumprir rigorosos critérios de qualidade.

No Brasil, é possível encontrar diversos cortes do wagyu, como a picanha, o ancho, o chorizo, a fralda, entre outros. E o preço do quilo vai variar conforme o marmoreio: quanto maior, mais caro.

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O wagyu ficou famoso por conta das "mordomias" que recebia antigamente, como beber cerveja e receber massagem. Esse tratamento todo especial era muito praticado no Japão, mas não existe mais na maioria das fazendas e nem é mais visto nos grandes confinamentos do país.

Acreditava-se que a cerveja facilitaria a digestão do animal, ao provocar relaxamento, enquanto a massagem atuaria como drenagem linfática, ajudando na infiltração de gordura para a formação marmoreio.

Antigamente, no Japão, boi japonês tinha muitas "mordomias", como beber cerveja e receber massagem, como mostra imagem de reportagem de 2015 — Foto: Reprodução/Globo Rural

Mas nada disso tem comprovação científica, afirma Daniel Steinbruch, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos da Raça Wagyu (ABCWagyu). A maciez e o sabor únicos da carne são dados, na verdade, pela própria genética do wagyu.

"O que nós precisamos é dar as condições ideais para que o boi expresse a sua genética, o que significa, por exemplo, proporcionar uma dieta balanceada. O segredo está em uma alimentação rica em amido, pois é dele que o boi vai tirar energia para transformar em marmoreio", diz Steinbruch.

Os grãos ricos em amido são milho, sorgo, arroz, trigo e a própria cevada. Alguns bois wagyu no Brasil, apesar de não beberem a "cervejinha" diretamente, se alimentam das sobras dessa indústria.

"O que alguns criadores dão é a borra que sobra do processo de fermentação da cevada porque é uma boa fonte de proteína, um excelente alimento para os bovinos", diz Steinbruch.

Já a massagem pode servir para dar bem-estar aos animais, mas, nas grandes fazendas, não é algo comum, diante do tamanho do rebanho.

O nome do animal vem de “wa”, que significa "do Japão", e “gyu”, que quer dizer "gado".

Os primeiros ancestrais do wagyu moderno chegaram ao Japão por volta do século 2, vindos da península coreana. Descendentes do gado Hanwoo, eram utilizados como bois de tração, responsáveis por arar a terra e movimentar moinhos de grãos, conta a associação WagyuBrasil.

Justamente pela sua força e resistência física, desenvolveram a característica que os tornou famosos: a elevada quantidade de gordura entre as fibras musculares.

Esse rebanho permaneceu isolado no Japão até 1868, quando a Restauração Meiji deu início ao desenvolvimento do wagyu moderno. A partir daí, criadores japoneses realizaram cruzamentos com raças importadas até chegar às linhagens conhecidas atualmente.

Em 1976, os primeiros exemplares de wagyu deixaram o Japão rumo aos Estados Unidos. E, na década de 1990, começaram a se espalhar pelo mundo.

No Brasil, ele chegou em 1992, através da dona de uma famosa marca de bebida: a Yakult, que trouxe a raça pura japonesa. Mais de três décadas depois, a empresa continua entre as maiores produtoras de wagyu do Brasil.

Hoje, o rebanho brasileiro é formado tanto por animais puros quanto por cruzamentos com outras raças. Segundo a ABCWagyu, o país tem cerca de 5 mil wagyus puros e outros 30 mil animais cruzados.

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CNPJ com letras a partir de julho: quem será afetado? O que muda? Veja 10 perguntas e respostas

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 29/06/2026 03:48

Empreendedorismo CNPJ com letras a partir de julho: quem será afetado? O que muda? Veja 10 perguntas e respostas Novo modelo entra em vigor em julho deste ano e valerá para novas inscrições, incluindo profissionais liberais. Atuais CNPJs continuam válidos. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

A Receita Federal anunciou que o CNPJ passará a incluir letras em sua composição, além dos números.

A mudança, que faz parte do processo de modernização do sistema tributário nacional, tem como objetivo ampliar a quantidade de combinações possíveis, evitando o esgotamento do formato atual.

O novo modelo começará a ser adotado gradualmente a partir de julho de 2026 e será aplicado apenas a novas inscrições.

O Brasil passará a emitir CNPJs em um novo formato: além de números, a identificação das empresas também incluirá letras. A mudança, anunciada pela Receita Federal, faz parte do processo de modernização do sistema tributário nacional.

A intenção é ampliar a quantidade de combinações possíveis, evitando o esgotamento do formato atual (exclusivamente numérico) que já identifica cerca de 60 milhões de estabelecimentos.

A estrutura com 14 caracteres será mantida, mas passará a permitir a inclusão de letras entre os dígitos.

O novo modelo começará a ser adotado gradualmente a partir de julho, e será aplicado apenas a novas inscrições. Ou seja, empresas já existentes manterão seus CNPJs atuais, sem necessidade de substituição.

O que é o CNPJ alfanumérico?Por que isso está sendo feito?Quando começa?Quem vai receber CNPJ com letras?O procedimento de inscrição do CNPJ vai mudar?O que as empresas precisam fazer?Empresas e profissionais já inscritos precisam fazer algo?O que muda no cálculo do Dígito Verificador?Qual a ligação com a reforma tributária?Haverá algum custo para as empresas com essa mudança?

É o novo modelo de identificação das pessoas jurídicas no Brasil. Em vez de utilizar apenas números, o novo CNPJ combinará letras (de A a Z) e números (de 0 a 9), mantendo o total de 14 caracteres.

A estrutura visual será semelhante à atual, mas com a inclusão de caracteres alfanuméricos. (confira no exemplo abaixo)

De acordo com a Receita Federal, o número de combinações possíveis no modelo atual está próximo do limite.

Com o aumento no número de empresas e filiais, o órgão decidiu expandir o sistema para garantir sua viabilidade a longo prazo.

Segundo a Receita, será elaborado um calendário para definir quais tipos de empresas ou atividades econômicas adotarão primeiro o novo formato. Esse calendário, no entanto, ainda não foi divulgado pela Receita.

Apenas novas inscrições a partir da data de início — como empresas recém-criadas, filiais, produtores rurais, condomínios e profissionais liberais — receberão o CNPJ com letras.

O formato atual, composto exclusivamente por números, continuará válido. Não será necessário nenhum procedimento adicional por parte dos contribuintes junto à Receita Federal ou aos órgãos estaduais e municipais.

Não. O processo para abertura de empresas e solicitação de CNPJ continuará o mesmo. A única diferença é que o número gerado poderá conter letras.

Segundo a Receita, a partir de julho todos os sistemas estarão preparados e integrados à Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM).

Empresas e sistemas que lidam com emissão de notas fiscais ou controle tributário precisarão adaptar seus softwares, bancos de dados e rotinas internas.

Podem ocorrer falhas na emissão de documentos fiscais, dificuldades com fornecedores ou atrasos no cumprimento de obrigações tributárias. A recomendação é que as empresas se preparem com antecedência.

Os sistemas públicos serão atualizados para aceitar tanto o formato atual quanto o novo. A expectativa, segundo a Receita, é que essa adaptação ocorra de forma automática e transparente para as empresas.

O Dígito Verificador (DV), número que aparece no final do CNPJ e serve para validar sua autenticidade, continuará sendo calculado pelo método do Módulo 11 — um tipo de verificação matemática —, agora adaptado para incluir letras no cálculo.

Cada caractere será convertido em um valor numérico com base na tabela ASCII, que atribui um número específico a cada símbolo, e dele será subtraído o valor 48.

Por exemplo: a letra A corresponde ao número 65 na tabela ASCII e, para o cálculo, será utilizado o valor 17 (que é o resultado de 65 menos 48).

A Receita Federal disponibilizará rotinas de cálculo em linguagens de programação populares para facilitar essa adaptação técnica.

A mudança prepara o caminho para a implementação de dois novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), que visam unificar e simplificar diversos impostos atualmente em vigor.

Para isso, será necessário contar com sistemas mais modernos e integrados. O novo CNPJ alfanumérico contribui nesse processo ao ampliar a capacidade do sistema, facilitar a separação entre despesas pessoais e profissionais e automatizar processos como a recuperação de créditos tributários.

Sim. As empresas precisarão atualizar seus sistemas para reconhecer o novo CNPJ com letras e calcular corretamente o Dígito Verificador.

Essas adaptações podem gerar custos técnicos, especialmente em softwares de emissão de notas fiscais e bancos de dados.

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Adversário do Brasil, Japão tem um desafio fora de campo: um enigma econômico que dura 30 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 01:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%Oferecido por

O Japão chega ao mata-mata da Copa como a quarta maior economia do mundo, mas ainda enfrenta os efeitos de décadas de crescimento lento e envelhecimento populacional.

Após a crise dos anos 1990, o país viveu um longo período de deflação e baixo crescimento, cenário que ficou conhecido entre economistas como "Japanificação".

Mesmo crescendo cerca de 1% ao ano, o Japão combina desemprego de apenas 2,5%, liderança em inovação e investimentos de US$ 145 bilhões em pesquisa e desenvolvimento.

O envelhecimento da população reduz a força de trabalho, aumenta os gastos com saúde e aposentadorias e ajuda a explicar a dívida pública superior a 200% do PIB.

Empresas japonesas ampliaram investimentos no exterior para compensar o mercado interno menor, enquanto serviços enfrentam escassez de mão de obra e baixa produtividade.

Após derrotar a Escócia na fase de grupos, a seleção brasileira terá pela frente, nesta segunda-feira (29), um adversário que desperta interesse não apenas dentro de campo. O Japão chega à segunda fase da Copa do Mundo de 2026 levando consigo um dos casos mais estudados da economia mundial.

Quarta maior economia do planeta, o país permanece entre os líderes globais em inovação e na produção de bens de alta tecnologia. Ao mesmo tempo, convive há décadas com crescimento econômico modesto e desafios estruturais que limitam uma expansão mais acelerada. (entenda mais abaixo)

Jacob Funk Kirkegaard, pesquisador do Peterson Institute for International Economics (PIIE), explica que esse cenário começou a tomar forma após o estouro das bolhas imobiliária e do mercado de ações, entre meados da década de 1980 e o início dos anos 1990.

A partir dali, o Japão entrou em um longo período de baixo crescimento e inflação muito baixa — em alguns momentos, até de queda generalizada dos preços, fenômeno conhecido como deflação.

Ao mesmo tempo, a baixa taxa de natalidade, a redução da população em idade ativa e o envelhecimento acelerado passaram a pressionar o mercado de trabalho e as contas públicas.

📉 Esse conjunto de fatores ficou conhecido entre economistas como "Japanificação", termo usado para descrever economias que convivem por longos períodos com crescimento fraco, inflação persistentemente baixa e dificuldade para recuperar o dinamismo.

Mais de três décadas depois, porém, parte desse quadro começou a mudar. A inflação voltou a se aproximar da meta do Banco do Japão (BoJ), permitindo que a autoridade monetária abandonasse a política de juros negativos. Hoje, a taxa básica está em 1% ao ano.

"Pela primeira vez, desde que o envelhecimento populacional se acelerou no início dos anos 1990, o Japão pode ter um caminho plausível para desenvolver pressões sustentadas de salários e preços impulsionadas internamente", afirma Kirkegaard.

Kazuo Ueda, presidente do Banco Central do Japão (BoJ), participa de uma coletiva de imprensa após uma reunião de política monetária em Tóquio, Japão, em 23 de janeiro de 2026. — Foto: REUTERS/Kim Kyung-Hoon

A melhora recente, no entanto, não eliminou as características que fazem da economia japonesa um caso singular.

O país mantém uma das menores taxas de desemprego do mundo — tendo alcançado 2,5% em abril —, e tem um PIB per capita estimado em cerca de US$ 35,7 mil pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

Também continua entre as economias mais inovadoras do planeta: de acordo com o Global Innovation Index 2025, da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (WIPO), ocupa a 12ª posição no ranking e lidera indicadores ligados à sofisticação industrial e à cooperação entre universidades e empresas.

Em 2023, destinou 3,44% do Produto Interno Bruto (PIB) — cerca de US$ 145 bilhões — à pesquisa e desenvolvimento. Ainda assim, sua economia cresce, em média, apenas 1% ao ano há cerca de três décadas.

É essa combinação que pesquisadores do Centro de Desenvolvimento Internacional, da Universidade Harvard, definem como um "quebra-cabeça econômico".

Apesar do crescimento modesto, o Japão lidera o Índice de Complexidade Econômica desde 1981, reflexo da capacidade de produzir bens de alto valor agregado.

"A história econômica do Japão não é apenas sobre estagnação. É também a história de uma economia que redirecionou seu conhecimento produtivo para além de suas fronteiras", resumem os pesquisadores.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estima que, em 2026, quase 30% dos japoneses têm mais de 65 anos, enquanto a taxa de fertilidade permanece próxima de 1,2 filho por mulher.

👉 Com menos pessoas em idade ativa para trabalhar, o potencial de crescimento da economia diminui e aumentam as pressões sobre os gastos públicos, especialmente com aposentadorias e saúde.

E talvez poucos indicadores traduzam melhor esse desafio do que a dívida pública japonesa. Mesmo em trajetória de queda gradual, o FMI projeta que ela permanecerá acima de 200% do PIB em 2026, uma das maiores proporções do mundo.

Pessoas caminham por um distrito comercial em Tóquio, Japão, em 16 de junho de 2026. — Foto: REUTERS/Kim Kyung-Hoon

Parte dessa trajetória reflete as escolhas feitas pelo país para lidar com o envelhecimento da população.

Em vez de promover um ajuste fiscal mais intenso ou elevar significativamente a carga tributária, o governo passou a financiar uma parcela crescente das despesas com aposentadorias e saúde por meio da emissão de dívida.

O envelhecimento levou muitas empresas japonesas a mudar sua estratégia de crescimento: com um mercado doméstico cada vez menor e mais envelhecido, ampliaram investimentos no exterior e passaram a gerar receitas crescentes com propriedade intelectual, pesquisa e desenvolvimento e dividendos de subsidiárias internacionais.

Dados do FMI mostram que o setor de serviços responde por cerca de 70% do valor agregado da economia japonesa e concentra algumas das maiores dificuldades para contratar trabalhadores. Além disso, profissionais com mais de 60 anos estão cada vez mais presentes em atividades como serviços e construção.

Esse cenário ajuda a explicar por que os ganhos de produtividade variam entre os diferentes setores da economia.

⚙️ Enquanto a indústria manufatureira avançou nas últimas décadas com inovação e melhorias na organização da produção, serviços voltados ao mercado doméstico — como saúde, comércio, hotéis e alimentação — registraram uma evolução mais lenta.

Apesar disso, o economista Kyoji Fukao, professor da Universidade Hitotsubashi, afirma que essa diferença não é recente.

Em um estudo sobre as causas estruturais das chamadas "duas décadas perdidas" do Japão, ele argumenta que os ganhos de produtividade obtidos pela indústria não foram reproduzidos em boa parte dos serviços, onde modelos de gestão mais eficientes demoraram a ser adotados.

"O crescimento da produtividade permaneceu lento no Japão, já que as grandes empresas mais produtivas não ampliaram sua participação de mercado. Além disso, a segurança no emprego tem prioridade no Japão e, como resultado, os custos de abrir e fechar estabelecimentos são elevados", afirma.

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Vai ao banco? Veja os horários de atendimento das agências durante Brasil x Japão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 00:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%Oferecido por

Torcedores apoiam a seleção brasileira em Cleveland antes de amistoso com o Egito — Foto: Reuters

A Seleção Brasileira enfrenta o Japão nesta segunda-feira (29), pela segunda fase da Copa do Mundo de 2026. Como a partida será disputada às 14h, durante o horário de funcionamento das agências, os bancos terão atendimento ao público em horário especial.

Nesta segunda, as agências e os postos de atendimento bancário funcionarão das 9h às 12h. A mudança busca adequar o expediente das instituições ao horário do jogo.

Como o Brasil avançou para a segunda fase da Copa e as partidas podem ocorrer durante o horário comercial, os bancos poderão adotar expediente reduzido quando os jogos coincidirem com o funcionamento das agências.

Jogo às 14h: atendimento das 9h às 12h;Jogo às 16h: atendimento das 10h às 14h;Jogo às 17h: atendimento das 10h às 15h.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as agências que já abrem às 9h manterão esse horário de início de atendimento. Já postos bancários instalados em locais especiais, como shopping centers e aeroportos, poderão ter horários diferentes, que serão informados diretamente por cada estabelecimento.

A entidade recomenda que os clientes se programem com antecedência para realizar operações que dependam de atendimento presencial.

"O recomendação é que os clientes se programem com antecedência para realizar operações que exigem atendimento presencial e, sempre que possível, utilizem os canais digitais, que estarão disponíveis normalmente e oferecem conveniência, agilidade e segurança", afirma Raphael Mielle, diretor de Serviços e Segurança da Febraban.

Aplicativos, internet banking, centrais remotas de atendimento e salas de autoatendimento seguirão operando normalmente, de acordo com as regras de cada instituição. O PIX também continuará disponível 24 horas por dia, inclusive durante as partidas da Seleção.

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A meta de inflação e o juros no Brasil- O Assunto #1749

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 29/06/2026 00:45

Podcasts O Assunto A meta de inflação e o juros no Brasil- O Assunto #1749 Como funciona a meta de inflação e por que ela voltou ao centro do debate econômico. Por Natuza Nery — São Paulo

Em meados de junho, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu por um corte tímido na Selic, que é a taxa básica de juros: uma redução de 0,25 ponto percentual. A decisão unânime do Copom reduziu a Selic para 14,25% ao ano e a ata da reunião sinalizou que os cortes podem parar por aí. A definição da taxa de juros é a ferramenta que o BC tem para cumprir uma de suas atribuições, que é perseguir a meta de inflação, atualmente em 3% ao ano – essa meta é definida por um conselho formado pelos ministérios da Fazenda, do Planejamento e pelo próprio BC. Atualmente, o Brasil tem o maior juro real do mundo – que é a diferença entre a taxa básica e a inflação, que está em 4,72% no acumulado dos últimos 12 meses).

Neste episódio, Natuza Nery promove um debate com os economistas André Galhardo e Felipe Salto para responder a duas questões principais: a meta de inflação 3% ao ano é viável para o Brasil hoje? E o que o país precisa fazer para ter condições de conviver com juros menores?

Convidados: André Galhardo, economista-chefe da Análise Econômica, professor e coordenador universitário do curso de Ciências Econômicas e autor do livro ‘O Salto do Sapo: a difícil corrida brasileira rumo ao desenvolvimento econômico’; e Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos, professor do IDP, ex-secretário da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo e ex-diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente.

O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti, Stéphanie Nascimento e Guilherme Gama. Apresentação: Natuza Nery.

Banco Central admite inflação acima da meta, mas diz que 'melhores práticas' recomendam não reagir a choques de ofertaBalanço de riscos para a inflação está assimétrico para o lado altista, nota BC em ataBC vê inflação acima da meta até fim do ano e prevê ter de escrever nova carta aberta por descumprir objetivoDólar recua a R$ 5,17, com foco na inflação de Brasil e EUA; Ibovespa avançaGalípolo assume falha na comunicação do Copom, mas diz que papel do BC não é gerar consenso no mercadoMercado eleva previsão de inflação para 2026 e projeta só mais um corte de juros, a 14% em agosto

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

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