RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Sem regulamentação, mercados preditivos crescem no Brasil e viram desafio para o governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/07/2026 03:46

Tecnologia Sem regulamentação, mercados preditivos crescem no Brasil e viram desafio para o governo Enquanto o debate público se concentra nas casas de apostas, plataformas de previsão operam em uma zona cinzenta e brasileiros usam brechas para driblar proibição. Por Matheus Gouvea de Andrade

Sem regulação, mercados de predições viram desafio no Brasil — Foto: Reprodução/ Kalshi e Polymarket

Em abril, o governo bloqueou 27 plataformas que faziam previsões sobre os mais diferentes temas, como as americanas Kalshi e Polymarket, para evitar a consolidação de um modelo de apostas sem controle e que não segue a legislação do país.

O mercado preditivo funciona como uma espécie de "bolsa de apostas" sobre eventos futuros. Nele, as pessoas compram e vendem contratos baseados em perguntas simples como "Vai acontecer ou não?", relacionados aos mais diversos eventos, como guerras, mudanças climáticas ou eleições.

Se o evento acontecer, como a vitória deu um político nas urnas ou de um vencedor em um reality show, quem apostou ganha dinheiro. Se não acontecer, perde.

A diferença em relação às apostas tradicionais é que, nas bets, a empresa define as regras e paga os prêmios. Já nos mercados preditivos, os próprios usuários negociam entre si. Esses contratos são tratados como derivativos, tipo de investimento que depende do valor futuro de algo.

Apesar de proibidos, usuários brasileiros encontram lacunas para acessar a esses conteúdos. Além do uso de VPNs para driblar os bloqueios, a forma de pagamento nestes sites é outra dificuldade. Enquanto no caso de casas de apostas ilegais o governo vem intensificando verificações sobre transações com o Pix, os mercados de predição operam, sobretudo, usando criptomoedas.

Questionada, a Meta apontou que "anunciantes que desejam promover jogos de azar ou jogos online precisam solicitar permissão por escrito e fornecer provas de que as suas atividades estão licenciadas por um regulador ou estabelecidas como legítimas nos territórios nos quais desejam veicular esses conteúdos".

A empresa destacou que órgãos governamentais podem pedir a restrição de conteúdos que violam as leis.

Os mercados de predições ganharam enorme tração nas eleições americanas em 2024 após uma disputa jurídica permitir ao Kalshi ofertar palpites nos vencedores daquele pleito. Desde então, eles vêm acumulando restrições, polêmicas e bilhões de dólares movimentados.

Neste ano, altos volumes apostados associados às ações dos Estados Unidos no Irã e na Venezuela reforçaram os temores de que agentes com informações privilegiadas lucraram com os eventos nestas plataformas. Além disso, uma aposta sobre o uso de armas nucleares em 2026 saiu do ar após polêmica.

Na Copa, as plataformas oferecem apostas convencionais, como palpites no artilheiro do campeonato e o vencedor do torneio, assim como as bets tradicionais. No entanto, há mercados mais personalizados, como um que permitia apostar se Neymar entraria ou não em campo.

Em possibilidades ainda mais alternativas, apostava se também nas chances de Cristiano Ronaldo chorar em público durante a competição. No começo do torneio, a casa de análises Bernstein previu uma movimentação de 10 bilhões de dólares em apostas nestes mercados ligadas à Copa.

Propaganda que promete dinheiro fácil com bets cresce no Brasil — Foto: Reprodução/TV Verdes Mares

As diferenças no funcionamento das predições para as casas de apostas geram discussões regulatórias. Entusiastas do primeiro modelo frequentemente alegam que as características são mais próximas do mercado financeiro do que de uma bet. Uma das principais defesas é a de que a aposta ocorre contra outros usuários, e não contra a casa, como na outra modalidade.

Mercados preditivos funcionam com base na compra e venda de contratos futuros. Por exemplo, na Copa, a aposta no campeão será liquidada logo depois da final. O valor de um palpite varia de acordo com a oferta e a demanda. Quanto mais pessoas palpitarem sobre um aspecto, este contrato se valoriza. Neste modelo, o lucro da plataforma vem através de uma comissão a cada negociação.

Ou seja, o resultado final é indiferente para as receitas da operação. Maiores ganhos para a plataforma vêm através de um maior volume negociado. No caso do campeão da Copa, no começo de julho, apenas o Kalshi já tinha movimentado cerca de 850 milhões de dólares.

No caso das casas de apostas tradicionais, cada uma oferece um retorno de acordo com as probabilidades avaliadas de que um evento ocorra, as chamadas "odds". Neste modelo, é calculado, normalmente usando algoritmos, quanto se pode pagar a cada usuário vencedor por um resultado de forma que a casa ainda obtenha lucro, normalmente de 5%.

Gráfico mostra interesse repentino em María Corina Machado para o Nobel da Paz — Foto: Polymarket/Reprodução

Apesar das diferenças, estudos apontam que, assim como nas bets, a maioria dos usuários tende a ter perdas nos mercados de predição. Um estudo recente sobre o Polymarket mostrou que os ganhos são altamente concentrados, com 1% dos usuários detendo 76,5% dos lucros.

À DW, Charles Martineau, um dos autores da pesquisa e professor da Universidade de Toronto resumiu a lógica deste mercado para a grande maioria. " É muito difícil de ganhar dinheiro apostando em esportes. É possível lucrar com algumas sequências de apostas, mas para a pessoa comum, apostar muitas vezes resultará em prejuízo."

"Em plataformas como Kalshi e Polymarket, onde as apostas esportivas têm um alto volume de negociações, constatamos que os preços são tão eficientes que é praticamente impossível lucrar", aponta Martineau. Além disso, ele acrescenta: "uma coisa é certa: a introdução dos mercados de previsão levará algumas pessoas a desenvolver uma crescente dependência de jogos de azar".

Na visão da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), a oferta destas plataformas de apostas em eventos esportivos no país demandaria licenças específicas, assim como ocorre com as casas que vem operando de forma regular desde o último ano. Na ausência de uma regulamentação, o acesso a estes sites deve ser barrado no território nacional.

"Estava havendo ofertas inclusive de mercados ilegais, como eleições. O governo agiu rápido em excelente momento, antes que o tema escalasse", avalia Plínio Lemos Jorge, presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), ao comentar a decisão do governo de bloquear os sites.

Para Leonardo Henrique Roscoe Bessa, sócio do Betlaw e consultor do Conselho Federal da OAB, o cenário atual foi uma "resposta rápida", especialmente visando limitar as apostas em eleições, que são proibidas no caso das bets. Por sua vez, passado o período eleitoral e com a atual popularidade, a regulamentação destes mercados deve voltar à tona, projeta.

Bessa aponta que o uso de informações privilegiadas tende a ser uma dificuldade regulatória a mais, algo que é mais controlado no caso das bets. A legislação atual do setor aponta que potenciais envolvidos em partidas, como árbitros, jogadores e comissão técnica, não podem apostar.

No caso das predições, a atuação de agentes ligados aos eventos é menos controlada. "Quem tem informações, sai na frente", resume.

Há 5 horas Economia Em audiência, setor produtivo quer mostrar que tarifas prejudicam os EUAHá 5 horasItamaraty vê ‘risco’ de EUA usarem ‘força militar’ contra o Brasil após PCC e CV serem declarados terroristas

Há 3 horas Política Hermanos x FaraósArgentina de Messi enfrenta o Egito pelas oitavas hoje; veja onde assistir

Há 3 horas Mundo Expulsão revogada 🟥Perfil de Balogun é invadido por torcedores rivais: ‘Corrupção’

Há 6 horas Tecnologia Fifa confirma ligação de Trump, mas nega interferência ao anular cartãoHá 6 horasPrepare o casaco 🥶Frio avança pelo Centro-Sul e derruba temperaturas a partir de hoje

Há 3 horas Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidadeHá 3 horasEleições 2026Datafolha: Marina e Tebet lideram corrida pelo Senado em São Paulo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Menores que um pônei, mini-horses conquistam brasileiros e são criados como pets até em quintais de casa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/07/2026 03:46

GLOBO RURAL Menores que um pônei, mini-horses conquistam brasileiros e são criados como pets até em quintais de casa Raça reúne cerca de 9 mil animais registrados e atrai compradores em busca de companhia, enquanto criadores transformam a atividade em fonte de renda. Por Redação g1

A raça brasileira de minicavalos ganha espaço no mercado do país. Os animais são criados principalmente como pets, inclusive em quintais.

Em Santa Cruz do Rio Pardo, a veterinária Ana Maria Lorenzetti adquiriu um exemplar para seu jardim. O custo mensal de alimentação é de R$ 80.

O mini-horse brasileiro surgiu em 2002 a partir do cruzamento de pôneis nacionais menores com a raça norte-americana Miniature Horse.

No mesmo município, Rogério Andrade vive da criação de 48 animais. Os machos custam em média R$ 6 mil e as fêmeas R$ 8 mil.

Uma raça de pônei desenvolvida no Brasil tem ganhado espaço no mercado e se transformado em fonte de renda para criadores em diferentes regiões do país.

Menores do que os pôneis tradicionais, os chamados mini-horses (minicavalos, em português) são criados principalmente como animais de estimação e, em muitos casos, vivem até mesmo em quintais de casas.

Atualmente, existem cerca de 9 mil minicavalos registrados no Brasil, e a maior parte dos compradores busca esses animais para companhia.

Foi o caso da veterinária Ana Maria Lorenzetti, que mora na área urbana de Santa Cruz do Rio Pardo e realizou o sonho de ter um exemplar chamado Trovão.

A veterinária Ana Maria Lorenzetti, que mora na área urbana de Santa Cruz do Rio Pardo, com seu mini-horse chamado Trovão. — Foto: Reprodução Globo Rural

Ela conta que sempre via vídeos da raça nas redes sociais e decidiu adquirir o animal quando passou a morar em uma casa com jardim.

Hoje, Trovão divide espaço com cinco gatos e quatro cachorros, incluindo um Dobermann. Durante o dia, ele fica solto pelo quintal. À noite, permanece em um pequeno piquete e utiliza uma casinha para se abrigar da chuva.

Segundo a tutora, o gasto mensal com alimentação é de cerca de R$ 80. Além disso, é necessário recolher diariamente as fezes produzidas pelo animal.

Apesar dos cuidados, ela afirma que o mini-horse é dócil, amigável e se tornou um verdadeiro companheiro.

R$ 1 mil o quilo? Conheça o wagyu, boi do Japão que tem a carne mais cara do mundoTarifaço de Trump: veja como café, mel e pescado vão tentar escapar das novas taxas

HTrovão divide espaço com cinco gatos e quatro cachorros, incluindo um Dobermann. — Foto: Reprodução Globo Rural

A origem dos pôneis remonta a milhares de anos. Em regiões com poucos recursos naturais, cavalos menores tiveram mais facilidade para sobreviver e se reproduzir, dando origem às diversas raças de pôneis existentes atualmente.

No Brasil, a raça mais difundida é o pônei brasileiro. Em 2002, criadores passaram a selecionar os menores exemplares para reprodução e introduziram animais da raça norte-americana Miniature Horse. O cruzamento deu origem ao mini-horse brasileiro.

Enquanto o pônei pode medir até 1,15 metro de altura, o mini-horse tem limite de 89 centímetros para machos. Além disso, os criadores buscam animais mais proporcionais, com pescoço, cabeça e corpo mais leves, lembrando um cavalo em miniatura.

Na zona rural do mesmo município, em um sítio de apenas um hectare, vive Rogério Andrade, que encontrou na criação desses animais o principal sustento da família.

O interesse por equinos começou ainda na infância, quando ganhou o primeiro pônei aos 12 anos. Já adulto, decidiu investir na criação do mini-horse, raça que ajudou a desenvolver no Brasil.

Na propriedade de Rogério, a reprodução é feita por monta natural. O plantel reúne 25 éguas, três garanhões e cerca de 20 filhotes com até um ano de idade.

Segundo o criador, o custo mensal de manutenção de cada animal gira em torno de R$ 300, incluindo alimentação, vacinas e mão de obra.

A dieta é semelhante à de cavalos de grande porte, mas em quantidades menores. Enquanto um cavalo de aproximadamente 400 quilos consome até quatro quilos de ração por dia, um mini-horse adulto pesa cerca de 100 quilos e ingere aproximadamente um quilo diário, além de capim e suplementação mineral.

O preço varia conforme o porte e a pelagem. Os machos custam, em média, R$ 6 mil, enquanto as fêmeas são comercializadas por cerca de R$ 8 mil.

Antes da entrega, passam por banho, tosa higiênica e casqueamento. Por serem pequenos, podem ser transportados na carroceria de uma caminhonete.

Com o aumento da procura, Rogério afirma que a atividade deixou de ser apenas um hobbie e se transformou em seu principal negócio.

Na avaliação dele, a raça exige relativamente pouco espaço, tem custo de manutenção acessível e apresenta boa demanda, fatores que impulsionam o crescimento do mercado.

Há 5 horas Economia Em audiência, setor produtivo quer mostrar que tarifas prejudicam os EUAHá 5 horasItamaraty vê ‘risco’ de EUA usarem ‘força militar’ contra o Brasil após PCC e CV serem declarados terroristas

Há 2 horas Política Hermanos x FaraósArgentina de Messi enfrenta o Egito pelas oitavas hoje; veja onde assistir

Há 3 horas Mundo Expulsão revogada 🟥Perfil de Balogun é invadido por torcedores rivais: ‘Corrupção’

Há 6 horas Tecnologia Fifa confirma ligação de Trump, mas nega interferência ao anular cartãoHá 6 horasCrise e turbulênciasEliminação expõe falhas e amplia jejum de títulos para Seleção Brasileira

Há 5 horas Jornal Nacional Prepare o casaco 🥶Frio avança pelo Centro-Sul e derruba temperaturas a partir de hoje

Há 3 horas Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidadeHá 3 horasEleições 2026Datafolha: Marina e Tebet lideram corrida pelo Senado em São Paulo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Menores que um pônei, mini-horses conquistam brasileiros e são criados como pets até em quintais de casa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/07/2026 03:46

GLOBO RURAL Menores que um pônei, mini-horses conquistam brasileiros e são criados como pets até em quintais de casa Raça reúne cerca de 9 mil animais registrados e atrai compradores em busca de companhia, enquanto criadores transformam a atividade em fonte de renda. Por Redação g1

A raça brasileira de minicavalos ganha espaço no mercado do país. Os animais são criados principalmente como pets, inclusive em quintais.

Em Santa Cruz do Rio Pardo, a veterinária Ana Maria Lorenzetti adquiriu um exemplar para seu jardim. O custo mensal de alimentação é de R$ 80.

O mini-horse brasileiro surgiu em 2002 a partir do cruzamento de pôneis nacionais menores com a raça norte-americana Miniature Horse.

No mesmo município, Rogério Andrade vive da criação de 48 animais. Os machos custam em média R$ 6 mil e as fêmeas R$ 8 mil.

Uma raça de pônei desenvolvida no Brasil tem ganhado espaço no mercado e se transformado em fonte de renda para criadores em diferentes regiões do país.

Menores do que os pôneis tradicionais, os chamados mini-horses (minicavalos, em português) são criados principalmente como animais de estimação e, em muitos casos, vivem até mesmo em quintais de casas.

Atualmente, existem cerca de 9 mil minicavalos registrados no Brasil, e a maior parte dos compradores busca esses animais para companhia.

Foi o caso da veterinária Ana Maria Lorenzetti, que mora na área urbana de Santa Cruz do Rio Pardo e realizou o sonho de ter um exemplar chamado Trovão.

A veterinária Ana Maria Lorenzetti, que mora na área urbana de Santa Cruz do Rio Pardo, com seu mini-horse chamado Trovão. — Foto: Reprodução Globo Rural

Ela conta que sempre via vídeos da raça nas redes sociais e decidiu adquirir o animal quando passou a morar em uma casa com jardim.

Hoje, Trovão divide espaço com cinco gatos e quatro cachorros, incluindo um Dobermann. Durante o dia, ele fica solto pelo quintal. À noite, permanece em um pequeno piquete e utiliza uma casinha para se abrigar da chuva.

Segundo a tutora, o gasto mensal com alimentação é de cerca de R$ 80. Além disso, é necessário recolher diariamente as fezes produzidas pelo animal.

Apesar dos cuidados, ela afirma que o mini-horse é dócil, amigável e se tornou um verdadeiro companheiro.

R$ 1 mil o quilo? Conheça o wagyu, boi do Japão que tem a carne mais cara do mundoTarifaço de Trump: veja como café, mel e pescado vão tentar escapar das novas taxas

HTrovão divide espaço com cinco gatos e quatro cachorros, incluindo um Dobermann. — Foto: Reprodução Globo Rural

A origem dos pôneis remonta a milhares de anos. Em regiões com poucos recursos naturais, cavalos menores tiveram mais facilidade para sobreviver e se reproduzir, dando origem às diversas raças de pôneis existentes atualmente.

No Brasil, a raça mais difundida é o pônei brasileiro. Em 2002, criadores passaram a selecionar os menores exemplares para reprodução e introduziram animais da raça norte-americana Miniature Horse. O cruzamento deu origem ao mini-horse brasileiro.

Enquanto o pônei pode medir até 1,15 metro de altura, o mini-horse tem limite de 89 centímetros para machos. Além disso, os criadores buscam animais mais proporcionais, com pescoço, cabeça e corpo mais leves, lembrando um cavalo em miniatura.

Na zona rural do mesmo município, em um sítio de apenas um hectare, vive Rogério Andrade, que encontrou na criação desses animais o principal sustento da família.

O interesse por equinos começou ainda na infância, quando ganhou o primeiro pônei aos 12 anos. Já adulto, decidiu investir na criação do mini-horse, raça que ajudou a desenvolver no Brasil.

Na propriedade de Rogério, a reprodução é feita por monta natural. O plantel reúne 25 éguas, três garanhões e cerca de 20 filhotes com até um ano de idade.

Segundo o criador, o custo mensal de manutenção de cada animal gira em torno de R$ 300, incluindo alimentação, vacinas e mão de obra.

A dieta é semelhante à de cavalos de grande porte, mas em quantidades menores. Enquanto um cavalo de aproximadamente 400 quilos consome até quatro quilos de ração por dia, um mini-horse adulto pesa cerca de 100 quilos e ingere aproximadamente um quilo diário, além de capim e suplementação mineral.

O preço varia conforme o porte e a pelagem. Os machos custam, em média, R$ 6 mil, enquanto as fêmeas são comercializadas por cerca de R$ 8 mil.

Antes da entrega, passam por banho, tosa higiênica e casqueamento. Por serem pequenos, podem ser transportados na carroceria de uma caminhonete.

Com o aumento da procura, Rogério afirma que a atividade deixou de ser apenas um hobbie e se transformou em seu principal negócio.

Na avaliação dele, a raça exige relativamente pouco espaço, tem custo de manutenção acessível e apresenta boa demanda, fatores que impulsionam o crescimento do mercado.

Há 5 horas Economia Em audiência, setor produtivo quer mostrar que tarifas prejudicam os EUAHá 5 horasItamaraty vê ‘risco’ de EUA usarem ‘força militar’ contra o Brasil após PCC e CV serem declarados terroristas

Há 2 horas Política Hermanos x FaraósArgentina de Messi enfrenta o Egito pelas oitavas hoje; veja onde assistir

Há 3 horas Mundo Expulsão revogada 🟥Perfil de Balogun é invadido por torcedores rivais: ‘Corrupção’

Há 6 horas Tecnologia Fifa confirma ligação de Trump, mas nega interferência ao anular cartãoHá 6 horasCrise e turbulênciasEliminação expõe falhas e amplia jejum de títulos para Seleção Brasileira

Há 5 horas Jornal Nacional Prepare o casaco 🥶Frio avança pelo Centro-Sul e derruba temperaturas a partir de hoje

Há 3 horas Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidadeHá 3 horasEleições 2026Datafolha: Marina e Tebet lideram corrida pelo Senado em São Paulo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Do café ao arroz: El Niño ameaça produção e pode elevar preços dos alimentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/07/2026 03:46

Agro Do café ao arroz: El Niño ameaça produção e pode elevar preços dos alimentos Economistas afirmam que o fenômeno climático pode reduzir a oferta de produtos como café, milho, frutas e leite, pressionando a inflação dos alimentos nos próximos meses. Por Vivian Souza, g1 — São Paulo

O El Niño pode reduzir a oferta de alguns alimentos e aumentar os preços nos supermercados brasileiros, apontam economistas consultados pelo g1.

El Niño é um fenômeno climático marcado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, que altera os padrões do clima no mundo. Ele pode causar secas em algumas regiões produtoras e chuvas mais intensas em outras.

Ainda não é certo qual será a sua intensidade, porém, a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) estima mais de 60% de chances de um evento muito forte no período de novembro a janeiro.

Os primeiros impactos devem ser sentidos nas hortaliças, que são mais sensíveis às mudanças no clima.

Se o El Niño for realmente mais intenso, alimentos cultivados por safra, caso do milho e do café, devem encarecer no ano que vem. Isso porque são culturas plantadas no segundo semestre.

Está cada vez mais claro: o El Niño pode reduzir a oferta de alguns alimentos e aumentar os preços nos supermercados brasileiros, apontam economistas consultados pelo g1.

"Certamente vai impactar preço dos alimentos. É meio que inevitável, principalmente se afetar as janelas de plantio ou mesmo prejudicar a produção na hora da colheita", afirma Leandro Gilio, pesquisador no Insper Agro Global.

🔎 O El Niño é um fenômeno climático marcado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, que altera os padrões do clima no mundo. Ele pode causar secas em algumas regiões produtoras e chuvas mais intensas em outras.

Ainda não é certo qual será a sua intensidade, mas a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) estima mais de 60% de chances de um evento muito forte no período de novembro a janeiro.

Os primeiros impactos devem ser sentidos nas hortaliças, que são mais sensíveis às mudanças no clima. Se o El Niño for realmente mais intenso, alimentos cultivados por safra devem encarecer no ano que vem.

Segundo Cesar Castro Alves, gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA, os principais produtos que devem ser afetados são milho, café, frutas, laranja, cana-de-açúcar, trigo e arroz. O leite também pode ser impactado, dependendo do nível das chuvas no Sul do país.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a pecuária deve ser a atividade mais afetada no Centro-Oeste e no Norte, onde pode faltar água para as pastagens.

O instituto também prevê que algumas regiões do país podem ser beneficiadas. No Nordeste, o baixo volume de chuvas e o calor favorecem a colheita do feijão. Já no Sul, as chuvas acima da média podem ser boas para as culturas de inverno.

Por causa do El Niño, o Ministério da Fazenda deve aumentar sua previsão oficial para a inflação de 2026. A expectativa é que os preços subam mais do que o estimado em maio, quando a projeção era de 4,5%.

O El Niño causa irregularidade nas chuvas, que podem ser intensas depois de intervalos de estiagem. Com isso, aumenta o risco de floradas antes da hora e sem uniformidade nas lavouras de café. As flores que aparecerem podem ser abortadas ou formar grãos menores.

Outro ponto de atenção é que o fenômeno favorece temperaturas mais elevadas, episódios de calor intenso e perda de água do solo.

🔎 Para o café arábica, o mais popular no Brasil e mais sensível a esse tipo de estresse, pode haver ainda a perda da qualidade do produto.

Esse cenário traz preocupação para o setor, que iniciou o ano com uma expectativa de uma safra recorde, de mais de 66 milhões de sacas, afirma Celírio Inácio da Silva, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).

As chuvas já registradas em regiões produtoras atrasaram a colheita do café conilon. Isso pode reduzir a qualidade e a produtividade, além de favorecer pragas e fungos.

"Isso vai fazer com que a oferta não seja tão boa quanto se imagina e o mercado internacional, já sabendo que os estoques estão vazios, começa a ter especulações e isso pode fazer com que o preço da matéria-prima vá subir", afirma o diretor executivo.

Já para o café arábica, a principal preocupação é a produção de 2027, a qual os produtores já investiram para um aumento da área de plantio. Caso o El Niño aconteça de forma mais intensa, o setor espera uma perda de 25% da produção, diz Silva.

Contudo, ele afirma que ainda não dá para prever quando isso acontecerá, dependendo de como o fenômeno vai se desenvolver nas regiões produtoras.

Em anos de El Niño, a produtividade média global de milho apresenta uma queda de cerca de 4%, aponta o Itaú BBA. Isso acontece principalmente em regiões tropicais, como o sudeste Asiático, o Sul da China e na África.

O comportamento é o oposto do da soja, que tem um crescimento da produtividade em até 5%, puxada principalmente por países como EUA, Brasil e Argentina.

🔎 No Brasil, o principal impacto costuma atingir a segunda safra de milho. As chuvas irregulares atrasam o plantio da soja no Centro-Oeste. Com isso, a colheita também atrasa e reduz o período ideal para plantar milho.

Com o El Niño, alguns produtores optam por diminuir a área plantada ou decidem trocar o grão pelo sorgo, afirma Glauber Silveira, diretor executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho).

Para ele, a previsão de excesso de chuva no Sul preocupa ainda mais do que a seca no Centro-Oeste, porque pode reduzir a produtividade e aumentar a incidência de doenças.

Francisco Queiroz, especialista da Consultoria Agro do Itaú BBA, afirma que a área plantada também cresce menos por causa dos custos mais altos e das margens menores de lucro.

Segundo ele, uma queda na produção do Mato Grosso pode afetar os preços do milho no mercado internacional.

Caso o preço do milho suba em 2027, a carne também deve encarecer, uma vez que o grão é ingrediente da ração usada na criação em confinamento, afirma Alves.

Além disso, a criação de animais pode ser prejudicada pela menor disponibilidade de pastagens, por causa do deficit hídrico e da seca.

🔎 Isso prejudica a produção de leite e dificulta o ganho de peso dos animais destinados ao abate, explica Danyella Bonfim, assessora técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O calor excessivo também causa estresse nos animais, que passam a comer menos.

No Sul do Brasil, as chuvas mais volumosas podem gerar podridão, perda de qualidade e atraso no plantio.

Alimentos como a cebola, batata, tomate e cenoura são os principais afetados, aponta o Itaú BBA.Já a maçã pode ser afetada no momento da florada e da formação dos frutos, com aparecimento de doenças. A uva, no Rio Grande do Sul, pode ter uma queda na produção por causa do excesso de umidade.Em algumas regiões, porém, a redução do nível dos reservatórios pode dificultar a irrigação. Isso preocupa produtores de frutas mais sensíveis, como a manga, o mamão e a uva.

Por exemplo, no Nordeste, o tempo seco e as altas temperaturas vão favorecer o melão e a melancia nas lavouras irrigadas.

Para a laranja, a expectativa é de que hajam temperaturas acima da média no cinturão citrícola paulista. O calor pode prejudicar a florada, que acontece entre setembro e novembro, e causando o abortamento das flores e a queda de frutos jovens, aponta o Itaú BBA.

A safra da laranja já estava estimada com redução, por causa da falta de rentabilidade, do menor consumo e de doenças na lavoura. Com o El Niño, a tendência é que ela seja ainda menor, elevando os preços do suco e diminuindo a qualidade das frutas, explica Wharlhey Nunes, analista da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Segundo o Itaú BBA, o fenômeno pode provocar chuvas fora de época no Centro-Sul, região responsável por cerca de 90% da moagem de cana no país.

O excesso de umidade também pode reduzir a qualidade da matéria-prima e atrasar o acúmulo de sacarose. Com isso, aumenta o risco de colher a cana antes do ponto ideal de maturação.

Já nos plantios do Norte e Nordeste, a seca e o calor devem gerar estresse hídrico e térmico, comprometendo o desenvolvimento da planta.

Mel brasileiro será defendido em audiência contra tarifaço nos EUABrasil deve atingir cota de exportação de carne para a China em agosto, e preço do boi gordo cai

Há 5 horas Economia Em audiência, setor produtivo quer mostrar que tarifas prejudicam os EUAHá 5 horasItamaraty vê ‘risco’ de EUA usarem ‘força militar’ contra o Brasil após PCC e CV serem declarados terroristas

Há 3 horas Política Hermanos x FaraósArgentina de Messi enfrenta o Egito pelas oitavas hoje; veja onde assistir

Há 3 horas Mundo Expulsão revogada 🟥Perfil de Balogun é invadido por torcedores rivais: ‘Corrupção’

Há 6 horas Tecnologia Fifa confirma ligação de Trump, mas nega interferência ao anular cartãoHá 6 horasPrepare o casaco 🥶Frio avança pelo Centro-Sul e derruba temperaturas a partir de hoje

Há 3 horas Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidadeHá 3 horasEleições 2026Datafolha: Marina e Tebet lideram corrida pelo Senado em São Paulo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Do café ao arroz: El Niño ameaça produção e pode elevar preços dos alimentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/07/2026 03:46

Agro Do café ao arroz: El Niño ameaça produção e pode elevar preços dos alimentos Economistas afirmam que o fenômeno climático pode reduzir a oferta de produtos como café, milho, frutas e leite, pressionando a inflação dos alimentos nos próximos meses. Por Vivian Souza, g1 — São Paulo

O El Niño pode reduzir a oferta de alguns alimentos e aumentar os preços nos supermercados brasileiros, apontam economistas consultados pelo g1.

El Niño é um fenômeno climático marcado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, que altera os padrões do clima no mundo. Ele pode causar secas em algumas regiões produtoras e chuvas mais intensas em outras.

Ainda não é certo qual será a sua intensidade, porém, a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) estima mais de 60% de chances de um evento muito forte no período de novembro a janeiro.

Os primeiros impactos devem ser sentidos nas hortaliças, que são mais sensíveis às mudanças no clima.

Se o El Niño for realmente mais intenso, alimentos cultivados por safra, caso do milho e do café, devem encarecer no ano que vem. Isso porque são culturas plantadas no segundo semestre.

Está cada vez mais claro: o El Niño pode reduzir a oferta de alguns alimentos e aumentar os preços nos supermercados brasileiros, apontam economistas consultados pelo g1.

"Certamente vai impactar preço dos alimentos. É meio que inevitável, principalmente se afetar as janelas de plantio ou mesmo prejudicar a produção na hora da colheita", afirma Leandro Gilio, pesquisador no Insper Agro Global.

🔎 O El Niño é um fenômeno climático marcado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, que altera os padrões do clima no mundo. Ele pode causar secas em algumas regiões produtoras e chuvas mais intensas em outras.

Ainda não é certo qual será a sua intensidade, mas a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) estima mais de 60% de chances de um evento muito forte no período de novembro a janeiro.

Os primeiros impactos devem ser sentidos nas hortaliças, que são mais sensíveis às mudanças no clima. Se o El Niño for realmente mais intenso, alimentos cultivados por safra devem encarecer no ano que vem.

Segundo Cesar Castro Alves, gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA, os principais produtos que devem ser afetados são milho, café, frutas, laranja, cana-de-açúcar, trigo e arroz. O leite também pode ser impactado, dependendo do nível das chuvas no Sul do país.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a pecuária deve ser a atividade mais afetada no Centro-Oeste e no Norte, onde pode faltar água para as pastagens.

O instituto também prevê que algumas regiões do país podem ser beneficiadas. No Nordeste, o baixo volume de chuvas e o calor favorecem a colheita do feijão. Já no Sul, as chuvas acima da média podem ser boas para as culturas de inverno.

Por causa do El Niño, o Ministério da Fazenda deve aumentar sua previsão oficial para a inflação de 2026. A expectativa é que os preços subam mais do que o estimado em maio, quando a projeção era de 4,5%.

O El Niño causa irregularidade nas chuvas, que podem ser intensas depois de intervalos de estiagem. Com isso, aumenta o risco de floradas antes da hora e sem uniformidade nas lavouras de café. As flores que aparecerem podem ser abortadas ou formar grãos menores.

Outro ponto de atenção é que o fenômeno favorece temperaturas mais elevadas, episódios de calor intenso e perda de água do solo.

🔎 Para o café arábica, o mais popular no Brasil e mais sensível a esse tipo de estresse, pode haver ainda a perda da qualidade do produto.

Esse cenário traz preocupação para o setor, que iniciou o ano com uma expectativa de uma safra recorde, de mais de 66 milhões de sacas, afirma Celírio Inácio da Silva, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).

As chuvas já registradas em regiões produtoras atrasaram a colheita do café conilon. Isso pode reduzir a qualidade e a produtividade, além de favorecer pragas e fungos.

"Isso vai fazer com que a oferta não seja tão boa quanto se imagina e o mercado internacional, já sabendo que os estoques estão vazios, começa a ter especulações e isso pode fazer com que o preço da matéria-prima vá subir", afirma o diretor executivo.

Já para o café arábica, a principal preocupação é a produção de 2027, a qual os produtores já investiram para um aumento da área de plantio. Caso o El Niño aconteça de forma mais intensa, o setor espera uma perda de 25% da produção, diz Silva.

Contudo, ele afirma que ainda não dá para prever quando isso acontecerá, dependendo de como o fenômeno vai se desenvolver nas regiões produtoras.

Em anos de El Niño, a produtividade média global de milho apresenta uma queda de cerca de 4%, aponta o Itaú BBA. Isso acontece principalmente em regiões tropicais, como o sudeste Asiático, o Sul da China e na África.

O comportamento é o oposto do da soja, que tem um crescimento da produtividade em até 5%, puxada principalmente por países como EUA, Brasil e Argentina.

🔎 No Brasil, o principal impacto costuma atingir a segunda safra de milho. As chuvas irregulares atrasam o plantio da soja no Centro-Oeste. Com isso, a colheita também atrasa e reduz o período ideal para plantar milho.

Com o El Niño, alguns produtores optam por diminuir a área plantada ou decidem trocar o grão pelo sorgo, afirma Glauber Silveira, diretor executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho).

Para ele, a previsão de excesso de chuva no Sul preocupa ainda mais do que a seca no Centro-Oeste, porque pode reduzir a produtividade e aumentar a incidência de doenças.

Francisco Queiroz, especialista da Consultoria Agro do Itaú BBA, afirma que a área plantada também cresce menos por causa dos custos mais altos e das margens menores de lucro.

Segundo ele, uma queda na produção do Mato Grosso pode afetar os preços do milho no mercado internacional.

Caso o preço do milho suba em 2027, a carne também deve encarecer, uma vez que o grão é ingrediente da ração usada na criação em confinamento, afirma Alves.

Além disso, a criação de animais pode ser prejudicada pela menor disponibilidade de pastagens, por causa do deficit hídrico e da seca.

🔎 Isso prejudica a produção de leite e dificulta o ganho de peso dos animais destinados ao abate, explica Danyella Bonfim, assessora técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O calor excessivo também causa estresse nos animais, que passam a comer menos.

No Sul do Brasil, as chuvas mais volumosas podem gerar podridão, perda de qualidade e atraso no plantio.

Alimentos como a cebola, batata, tomate e cenoura são os principais afetados, aponta o Itaú BBA.Já a maçã pode ser afetada no momento da florada e da formação dos frutos, com aparecimento de doenças. A uva, no Rio Grande do Sul, pode ter uma queda na produção por causa do excesso de umidade.Em algumas regiões, porém, a redução do nível dos reservatórios pode dificultar a irrigação. Isso preocupa produtores de frutas mais sensíveis, como a manga, o mamão e a uva.

Por exemplo, no Nordeste, o tempo seco e as altas temperaturas vão favorecer o melão e a melancia nas lavouras irrigadas.

Para a laranja, a expectativa é de que hajam temperaturas acima da média no cinturão citrícola paulista. O calor pode prejudicar a florada, que acontece entre setembro e novembro, e causando o abortamento das flores e a queda de frutos jovens, aponta o Itaú BBA.

A safra da laranja já estava estimada com redução, por causa da falta de rentabilidade, do menor consumo e de doenças na lavoura. Com o El Niño, a tendência é que ela seja ainda menor, elevando os preços do suco e diminuindo a qualidade das frutas, explica Wharlhey Nunes, analista da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Segundo o Itaú BBA, o fenômeno pode provocar chuvas fora de época no Centro-Sul, região responsável por cerca de 90% da moagem de cana no país.

O excesso de umidade também pode reduzir a qualidade da matéria-prima e atrasar o acúmulo de sacarose. Com isso, aumenta o risco de colher a cana antes do ponto ideal de maturação.

Já nos plantios do Norte e Nordeste, a seca e o calor devem gerar estresse hídrico e térmico, comprometendo o desenvolvimento da planta.

Mel brasileiro será defendido em audiência contra tarifaço nos EUABrasil deve atingir cota de exportação de carne para a China em agosto, e preço do boi gordo cai

Há 5 horas Economia Em audiência, setor produtivo quer mostrar que tarifas prejudicam os EUAHá 5 horasItamaraty vê ‘risco’ de EUA usarem ‘força militar’ contra o Brasil após PCC e CV serem declarados terroristas

Há 3 horas Política Hermanos x FaraósArgentina de Messi enfrenta o Egito pelas oitavas hoje; veja onde assistir

Há 3 horas Mundo Expulsão revogada 🟥Perfil de Balogun é invadido por torcedores rivais: ‘Corrupção’

Há 6 horas Tecnologia Fifa confirma ligação de Trump, mas nega interferência ao anular cartãoHá 6 horasPrepare o casaco 🥶Frio avança pelo Centro-Sul e derruba temperaturas a partir de hoje

Há 3 horas Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidadeHá 3 horasEleições 2026Datafolha: Marina e Tebet lideram corrida pelo Senado em São Paulo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Cabelos coloridos e cortes alternativos impulsionam salão que fatura R$ 70 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 07/07/2026 03:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Cabelos coloridos e cortes alternativos impulsionam salão que fatura R$ 70 mil por mês Empreendedoras transformaram a paixão por cortes e colorações fora do padrão em um negócio voltado à diversidade e ao público LGBT. Estratégia nas redes sociais ajudou a atrair clientes de várias regiões. Por PEGN

Duas empreendedoras transformaram a paixão por cabelos alternativos em um salão voltado à diversidade em São Paulo. O espaço aposta em cortes e colorações fora do padrão e tem foco no público LGBT.

Para abrir o negócio, Isabela Stein e Aline Espírito Santo investiram R$ 138 mil na reforma e na estrutura inicial. Vídeos da obra publicados nas redes sociais ajudaram a impulsionar a marca logo no começo.

Hoje, praticamente todos os clientes chegam pela internet. As empresárias usam conteúdos com tendências, transformações e referências de cortes para atrair novos públicos.

Com faturamento mensal de cerca de R$ 70 mil, o salão se tornou conhecido pelo ambiente acolhedor e pela proposta de incentivar clientes a expressarem personalidade por meio do cabelo.

Tem gente que vai ao salão apenas para aparar as pontas. Outras pessoas procuram muito mais do que isso: querem transformar o visual e usar o cabelo como forma de expressão.

Foi apostando nesse público que as empreendedoras Isabela Stein e Aline Espírito Santo criaram um salão especializado em cortes e colorações alternativas em São Paulo.

O negócio nasceu da mistura de experiências bem diferentes. Isabela cresceu em uma família de cabeleireiros. Já Aline trabalhava com marketing em um banco antes de mergulhar no universo da beleza.

Juntas, decidiram abrir um espaço com identidade própria, mais despojado e acolhedor, voltado principalmente ao público LGBT, mas “hetero friendly”, como elas mesmas definem.

Para tirar o projeto do papel, as duas investiram todas as economias que tinham: R$ 138 mil. O dinheiro foi usado para reformar o imóvel e montar a estrutura inicial, com quatro cadeiras e dois lavatórios.

A obra, aliás, acabou se tornando uma ferramenta de divulgação inesperada. Elas começaram a publicar vídeos da reforma nas redes sociais — e o conteúdo viralizou.

Desde então, a internet se tornou o principal motor de crescimento do salão. Segundo as empresárias, praticamente todos os clientes chegam pelas redes sociais.

A estratégia inclui tanto publicações patrocinadas quanto vídeos orgânicos mostrando transformações, tendências e ideias de cortes e colorações.

Uma das ações que mais deram resultado foi publicar desenhos e referências de cabelos que elas gostariam de fazer. A proposta funcionava como um “cardápio criativo”: a cliente já sabia o visual e o valor do serviço antes mesmo do atendimento.

A ideia atraiu novos clientes e acabou sendo copiada por outros salões.No espaço, a diversidade é levada a sério.

Clientes destacam o acolhimento e a liberdade para experimentar estilos diferentes sem julgamentos. “Aqui eu não me sinto tão alienígena”, relata uma cliente durante as gravações.

Além das referências da internet, filmes, séries, videogames e até tendências internacionais inspiram os cortes e colorações feitos no salão. Antes de lançar novidades, as cabeleireiras costumam testar as ideias em bonecas usadas para treino, que depois viram uma espécie de vitrine para os clientes.

Entre as tendências mais procuradas estão mechas inspiradas em “rabo de guaxinim”, cabelos com blocos coloridos e cortes como o mullet modernizado. Hoje, o salão atende uma média de nove a dez cortes por dia, enquanto as colorações, apesar de mais lucrativas, demandam mais tempo.

O negócio já alcança faturamento mensal de cerca de R$ 70 mil, mas as empreendedoras dizem que ainda estão aprendendo a lidar com os desafios da gestão. “A gente quer se tornar boas empreendedoras para o lugar continuar prosperando”, afirma Aline.

Mais do que um salão de beleza, Isabela e Aline dizem que criaram um espaço onde as pessoas possam se sentir seguras e acolhidas. “A história que eu quero escrever é mostrar que pessoas LGBT estão seguras aqui”, resume uma das sócias.

📍 Endereço: Rua Sena Madureira, 729 – Vila Mariana – São Paulo/SP – CEP: 04021-051📞 Telefone: (11) 91294-4886📧 E-mail: contato@rupisalao.com.br📸 Instagram: https://www.instagram.com/rupisalao

Há 5 horas Economia Em audiência, setor produtivo quer mostrar que tarifas prejudicam os EUAHá 5 horasItamaraty vê ‘risco’ de EUA usarem ‘força militar’ contra o Brasil após PCC e CV serem declarados terroristas

Há 3 horas Política Hermanos x FaraósArgentina de Messi enfrenta o Egito pelas oitavas hoje; veja onde assistir

Há 3 horas Mundo Expulsão revogada 🟥Perfil de Balogun é invadido por torcedores rivais: ‘Corrupção’

Há 6 horas Tecnologia Fifa confirma ligação de Trump, mas nega interferência ao anular cartãoHá 6 horasPodcast 🎧O ASSUNTO: O que explica o maior jejum de Copas da seleção brasileira

Há 3 minutos O Assunto Prepare o casaco 🥶Frio avança pelo Centro-Sul e derruba temperaturas a partir de hoje

Há 3 horas Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidadeHá 3 horasEleições 2026Datafolha: Marina e Tebet lideram corrida pelo Senado em São Paulo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Cabelos coloridos e cortes alternativos impulsionam salão que fatura R$ 70 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 07/07/2026 03:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Cabelos coloridos e cortes alternativos impulsionam salão que fatura R$ 70 mil por mês Empreendedoras transformaram a paixão por cortes e colorações fora do padrão em um negócio voltado à diversidade e ao público LGBT. Estratégia nas redes sociais ajudou a atrair clientes de várias regiões. Por PEGN

Duas empreendedoras transformaram a paixão por cabelos alternativos em um salão voltado à diversidade em São Paulo. O espaço aposta em cortes e colorações fora do padrão e tem foco no público LGBT.

Para abrir o negócio, Isabela Stein e Aline Espírito Santo investiram R$ 138 mil na reforma e na estrutura inicial. Vídeos da obra publicados nas redes sociais ajudaram a impulsionar a marca logo no começo.

Hoje, praticamente todos os clientes chegam pela internet. As empresárias usam conteúdos com tendências, transformações e referências de cortes para atrair novos públicos.

Com faturamento mensal de cerca de R$ 70 mil, o salão se tornou conhecido pelo ambiente acolhedor e pela proposta de incentivar clientes a expressarem personalidade por meio do cabelo.

Tem gente que vai ao salão apenas para aparar as pontas. Outras pessoas procuram muito mais do que isso: querem transformar o visual e usar o cabelo como forma de expressão.

Foi apostando nesse público que as empreendedoras Isabela Stein e Aline Espírito Santo criaram um salão especializado em cortes e colorações alternativas em São Paulo.

O negócio nasceu da mistura de experiências bem diferentes. Isabela cresceu em uma família de cabeleireiros. Já Aline trabalhava com marketing em um banco antes de mergulhar no universo da beleza.

Juntas, decidiram abrir um espaço com identidade própria, mais despojado e acolhedor, voltado principalmente ao público LGBT, mas “hetero friendly”, como elas mesmas definem.

Para tirar o projeto do papel, as duas investiram todas as economias que tinham: R$ 138 mil. O dinheiro foi usado para reformar o imóvel e montar a estrutura inicial, com quatro cadeiras e dois lavatórios.

A obra, aliás, acabou se tornando uma ferramenta de divulgação inesperada. Elas começaram a publicar vídeos da reforma nas redes sociais — e o conteúdo viralizou.

Desde então, a internet se tornou o principal motor de crescimento do salão. Segundo as empresárias, praticamente todos os clientes chegam pelas redes sociais.

A estratégia inclui tanto publicações patrocinadas quanto vídeos orgânicos mostrando transformações, tendências e ideias de cortes e colorações.

Uma das ações que mais deram resultado foi publicar desenhos e referências de cabelos que elas gostariam de fazer. A proposta funcionava como um “cardápio criativo”: a cliente já sabia o visual e o valor do serviço antes mesmo do atendimento.

A ideia atraiu novos clientes e acabou sendo copiada por outros salões.No espaço, a diversidade é levada a sério.

Clientes destacam o acolhimento e a liberdade para experimentar estilos diferentes sem julgamentos. “Aqui eu não me sinto tão alienígena”, relata uma cliente durante as gravações.

Além das referências da internet, filmes, séries, videogames e até tendências internacionais inspiram os cortes e colorações feitos no salão. Antes de lançar novidades, as cabeleireiras costumam testar as ideias em bonecas usadas para treino, que depois viram uma espécie de vitrine para os clientes.

Entre as tendências mais procuradas estão mechas inspiradas em “rabo de guaxinim”, cabelos com blocos coloridos e cortes como o mullet modernizado. Hoje, o salão atende uma média de nove a dez cortes por dia, enquanto as colorações, apesar de mais lucrativas, demandam mais tempo.

O negócio já alcança faturamento mensal de cerca de R$ 70 mil, mas as empreendedoras dizem que ainda estão aprendendo a lidar com os desafios da gestão. “A gente quer se tornar boas empreendedoras para o lugar continuar prosperando”, afirma Aline.

Mais do que um salão de beleza, Isabela e Aline dizem que criaram um espaço onde as pessoas possam se sentir seguras e acolhidas. “A história que eu quero escrever é mostrar que pessoas LGBT estão seguras aqui”, resume uma das sócias.

📍 Endereço: Rua Sena Madureira, 729 – Vila Mariana – São Paulo/SP – CEP: 04021-051📞 Telefone: (11) 91294-4886📧 E-mail: contato@rupisalao.com.br📸 Instagram: https://www.instagram.com/rupisalao

Há 4 horas Economia Em audiência, setor produtivo quer mostrar que tarifas prejudicam os EUAHá 4 horasItamaraty vê ‘risco’ de EUA usarem ‘força militar’ contra o Brasil após PCC e CV serem declarados terroristas

Há 1 hora Política Hermanos x FaraósArgentina de Messi enfrenta o Egito pelas oitavas hoje; veja onde assistir

Há 2 horas Mundo Expulsão revogada 🟥Perfil de Balogun é invadido por torcedores rivais: ‘Corrupção’

Há 5 horas Tecnologia Fifa confirma ligação de Trump, mas nega interferência ao anular cartãoHá 5 horasCrise e turbulênciasEliminação expõe falhas e amplia jejum de títulos para Seleção Brasileira

Há 4 horas Jornal Nacional Prepare o casaco 🥶Frio avança pelo Centro-Sul e derruba temperaturas a partir de hoje

Há 2 horas Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidadeHá 2 horasEleições 2026Datafolha: Marina e Tebet lideram corrida pelo Senado em São Paulo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Tesla, Coca-Cola, Nestlé e eBay pedem que EUA não tarifem produtos do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 07/07/2026 01:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,132-0,7%Dólar TurismoR$ 5,338-0,72%Euro ComercialR$ 5,872-0,65%Euro TurismoR$ 6,123-0,67%B3Ibovespa172.448 pts-0,93%MoedasDólar ComercialR$ 5,132-0,7%Dólar TurismoR$ 5,338-0,72%Euro ComercialR$ 5,872-0,65%Euro TurismoR$ 6,123-0,67%B3Ibovespa172.448 pts-0,93%MoedasDólar ComercialR$ 5,132-0,7%Dólar TurismoR$ 5,338-0,72%Euro ComercialR$ 5,872-0,65%Euro TurismoR$ 6,123-0,67%B3Ibovespa172.448 pts-0,93%Oferecido por

Grandes empresas americanas enviaram cartas ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) solicitando que produtos importados do Brasil fiquem de fora da imposição de tarifas adicionais sob a investigação da Seção 301. As manifestações de gigantes como Tesla, Nestlé, Coca-Cola e eBay, enviadas no dia 1 de julho, alertam para os impactos negativos na competitividade, nas cadeias de suprimentos e no bolso dos consumidores dos EUA se as barreiras forem adotadas.

🔎 Nesta segunda-feira (6), iniciaram as audiências públicas sobre o tarifaço proposto pelo governo americano aos produtos brasileiros. 🔎O USTR é o órgão responsável por formular a política comercial dos EUA. Também conduz investigações sobre práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano e pode recomendar medidas, como a imposição de tarifas. Além da tarifa de 12,5%, o órgão propõe outra taxa de 25% sobre produtos brasileiros, sob a alegação de que o governo adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os norte-americanos.

A mobilização empresarial ocorre paralelamente a um momento de forte tensão diplomática. Documentos enviados pelo ministro das Relações Exteriores Mauro Vieira mostram que o Itamaraty vê "risco" de o governo de Donald Trump usar "força militar" contra o território brasileiro após os EUA terem classificado unilateralmente as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais.

Na semana passada, o Departamento do Tesouro americano já congelou bens de dois brasileiros e de quatro empresas por supostas ligações com o PCC. Apesar do cenário político conflagrado, as corporações americanas argumentam que punir comercialmente os insumos do Brasil trará prejuízos internos imediatos para a economia dos EUA.

A montadora de veículos elétricos e sistemas de energia pediu que o USTR isente os insumos industriais vindos do Brasil.

A empresa do bilionário Elon Musk afirma que está investindo bilhões de dólares para nacionalizar e diversificar sua cadeia de suprimentos nas Américas. Contudo, a transição leva tempo e certos insumos fundamentais para setores avançados (como veículos elétricos, robótica e baterias) ainda não podem ser produzidos nos EUA com a escala e qualidade necessárias.

A Tesla defende que aplicar taxas de forma mais rápida do que a capacidade de o mercado interno se adaptar vai prejudicar os trabalhadores e consumidores americanos.

Brasil chama investigação dos EUA de 'arbitrária' e diz que tarifa de 12,5% viola regras da OMC

A multinacional do setor de alimentos solicitou a expansão da lista dos isentos e inclusão de dois produtos específicos importados do Brasil: o café instantâneo não aromatizado (café solúvel) e o colágeno bovino.

A Nestlé pontua que o café em grão não pode ser cultivado em escala comercial nos EUA continental, e que o Brasil é o principal exportador global de colágeno bovino, cuja cadeia americana não supre a demanda de produtos de saúde e bem-estar.

A companhia ressalta que 96,7% de suas cadeias de suprimentos de commodities primárias já foram avaliadas como livres de desmatamento até o final de 2025, rebatendo preocupações ambientais.

A fabricante de bebidas solicitou que o governo dos EUA mantenha a isenção já proposta para o suco de laranja de origem brasileira e adicione o limão (e derivados) à lista de produtos livres de tarifas ou conceda um período de transição.

A companhia reportou que a produção de laranja na Flórida despencou drasticamente de 242 milhões de caixas na safra 2003/04 para uma estimativa de apenas 12 milhões em 2025/26 devido a doenças climáticas e pragas.

O Brasil tornou-se um fornecedor suplementar vital para garantir o café da manhã das famílias americanas, diz o documento. Mudar de fornecedores de cítricos exige tempo para testes de segurança alimentar, e novas tarifas iriam apenas encarecer os custos de produção internamente, segundo a companhia.

A plataforma global de comércio eletrônico recomendou que o USTR modifique a proposta de ação para criar uma isenção categórica para produtos de segunda mão, usados e seminovos.

O eBay explica que as tarifas foram desenhadas como um sinal de preço direcionado à produção industrial e agrícola do Brasil. Um produto usado, no entanto, já teria cumprido seu ciclo de vida. O fabricante original já foi pago e a taxa penalizaria apenas o revendedor e o consumidor de baixa renda que busca economizar, argumentou a plataforma.

Além disso, a empresa aponta ser inviável exigir declarações precisas de país de origem para itens usados (cerca de 30% das roupas chegam para revenda sem etiquetas), o que geraria um custo burocrático e operacional desproporcional para a alfândega e pequenos negócios.

Há 3 horas Economia Em audiência, setor produtivo quer mostrar que tarifas prejudicam os EUAHá 3 horasItamaraty vê ‘risco’ de EUA usarem ‘força militar’ contra o Brasil após PCC e CV serem declarados terroristas

Há 52 minutos Política Hermanos x FaraósArgentina de Messi enfrenta o Egito pelas oitavas hoje; veja onde assistir

Há 58 minutos Mundo Expulsão revogada 🟥Perfil de Balogun é invadido por torcedores rivais: ‘Corrupção’

Há 9 horas Mundo VÍDEO: ‘Um pouco suspeito’, diz Trump sobre árbitro brasileiro Há 9 horasPrepare o casaco 🥶Frio avança pelo Centro-Sul e derruba temperaturas a partir de hoje

Há 1 hora Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidadeHá 1 horaCrise e turbulênciasEliminação expõe falhas e amplia jejum de títulos para Seleção Brasileira

0

NO OLD POSTSPage 3 of 3NEXT POSTS