RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dona do ChatGPT lança teclado de R$ 1.000 para controlar agentes de IA; veja como ele funciona

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 02:46

Tecnologia Dona do ChatGPT lança teclado de R$ 1.000 para controlar agentes de IA; veja como ele funciona Dispositivo permite comandar diferentes agentes de inteligência artificial ao mesmo tempo. Empresa quer ampliar uso da tecnologia no ambiente de trabalho. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo

OpenAI lança Codex Micro, dispositivo de R$ 1.175 para controlar agentes de inteligência artificial — Foto: Divulgação/OpenAI

A OpenAI, dona do ChatGPT, lançou na quinta-feira (16) o Codex Micro, um teclado físico que permite comandar agentes de inteligência artificial. O dispositivo será vendido por US$ 230 (cerca de R$ 1.175).

O aparelho foi criado em parceria com a fabricante de teclados Work Louder e permite acompanhar, ao mesmo tempo, diferentes agentes de IA, programas capazes de executar tarefas por conta própria, sem precisar de novos comandos.

Com o dispositivo, usuários podem trabalhar mais facilmente com o Codex, agente de IA da OpenAI voltado para escrever e revisar códigos de programação, analisar documentos, pesquisar informações e executar fluxos de trabalho.

acompanhamento, em tempo real, do que cada agente de IA está fazendo;teclas de atalho para executar comandos rapidamente;joystick programável para personalizar ações frequentes;controle do nível de raciocínio da inteligência artificial, permitindo priorizar respostas mais rápidas ou análises mais detalhadas;conexão via Bluetooth e USB-C, com compatibilidade para computadores Mac e Windows.

O teclado tem ainda um sistema de luzes coloridas, em que cada dedicada a um agente de IA muda de cor conforme a situação da tarefa. A ideia é dispensar a necessidade de abrir a conversa para conferir o processamento.

As teclas recebem cinco cores: cinza, quando o agente está inativo; verde, quando há uma resposta disponível; azul, quando a tarefa está em processamento; laranja, quando o usuário precisa aprovar algo; e vermelho, quando há um erro.

OpenAI lança Codex Micro, dispositivo de R$ 1.175 para controlar agentes de inteligência artificial — Foto: OpenAI/Divulgação

O Codex faz parte da estratégia de ampliar o uso de agentes de IA no ambiente de trabalho, de acordo com a OpenAI. Segundo a empresa, o objetivo é fazer eles rodarem tarefas mais complexas na rotina de profissionais.

A companhia disse que a criação de documentos e conteúdos (72%) é o principal uso de profissionais para agentes de IA. Em seguida, estão operações de engenharia (47%) e implementação de códigos (46%).

"Com a tecnologia do Codex integrada, o ChatGPT agora pode ir além de responder perguntas e realizar trabalho de fato na web, em dispositivos móveis e no computador", afirmou a empresa em comunicado.

Segundo a OpenAI, o Codex já é utilizado semanalmente por cerca de 5 milhões de pessoas, número seis vezes maior do que o registrado quando o aplicativo para computadores foi lançado, em fevereiro.

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Alerta em publicidade de bets começa a valer nesta sexta; entenda como vai funcionar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 00:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

"Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência";"Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro"; ou"Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento".

As medidas foram anunciadas pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, na semana passada. Na ocasião, ele disse que a tolerância com bets ilegais é "zero".

sugiram a obtenção de ganho fácil ou apresentem a aposta como sinal de virtude, de êxito pessoal, social ou financeiro, como prioridade na vida ou como conduta socialmente atraente, inclusive por meio de afirmações de personalidades conhecidas ou de celebridades;apresentem a aposta como fonte de renda, forma de investimento, alternativa ao emprego, solução para problemas pessoais, sociais ou financeiros ou meio de recuperação de valores perdidos em apostas anteriores ou de outras perdas financeiras;encorajem práticas excessivas de aposta ou contenham chamadas para ação, inclusive com mecânicas promocionais, que sugiram ato imediato por parte do apostador;contenham informação falsa ou enganosa, inclusive quanto às probabilidades de ganhar ou quanto à possibilidade de a habilidade, a destreza ou a experiência do apostador influenciar o resultado da aposta;vinculem apostas a atitudes ou comportamentos ilegais ou discriminatórios, utilizem mensagens de cunho sexual ou de objetificação de atributos físicos ou ofendam crenças culturais ou tradições do País; esejam dirigidas, direta ou indiretamente, a crianças e adolescentes.

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Governo reconhece que EUA devem aplicar tarifa adicional de 12,5% por falha no combate ao trabalho forçado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 00:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

O governo brasileiro reconhece que os Estados Unidos devem aplicar uma tarifa adicional de 12,5% por falha em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

A principal dúvida do governo brasileiro é se uma eventual tarifa aplicada ao fim desse processo será cumulativa à sobretaxa de 25% anunciada pelos americanos na madrugada desta quinta-feira (16).

Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, a decisão sobre a nova tarifa deve ser divulgada na próxima semana.

"[A investigação sobre o trabalho forçado] termina na semana que vem, na sexta-feira que vem. Aí nós vamos ficar sabendo se vai ser cumulativo ou não. Se vamos ter 25% mais 12,5% ou se vamos ter exclusão", disse o Elias, durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (16).

➡️ No mês passado, uma investigação dos Estados Unidos concluiu que a União Europeia e 59 países, entre eles o Brasil, falharam em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países.

🔎A decisão do Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) se baseia na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, após uma investigação iniciada em março deste ano. Esse é o mesmo texto utilizado para fundamentar a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras.

Segundo o Mdic, a expectativa é de que a tarifa seja aplicada a todos os países citados na investigação.

"[A expectativa] é que virá para todos, porque essa tarifa da seção 301 do trabalho forçado os Estados Unidos criaram para substituir aqueles 10% que vão acabar na semana que vem. O que vai cair em 10% para o mundo inteiro eles vão substituir por essa de 10 ou 12,5%", explicou.

Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante o programa “Bom Dia, Ministro”, na EBC — Foto: Júlio César Silva/MDIC

Segundo o relatório do governo norte-americano, a prática desses países é "irracional" e restringe o comércio dos EUA ao criar uma concorrência desleal para as empresas e trabalhadores americanos.

10% de tarifa adicional para países que já possuem alguma proibição parcial ou que se comprometeram formalmente a aplicar regras por meio de acordos de comércio recíproco. São eles: União Europeia, México, Canadá, Indonésia, Paquistão e Equador.12,5% de tarifa adicional para todas as outras economias investigadas que não apresentam regimes eficazes de controle. São eles: Brasil, China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, Argentina, Arábia Saudita, entre outros.

"A falha de nossos parceiros comerciais em lidar com a importação de bens feitos com trabalho forçado é inaceitável", afirmou o embaixador Jamieson Greer. "Isso força os trabalhadores americanos a competir em um campo desigual. Não toleraremos mais."

Em relação ao Brasil, a investigação concluiu que o país falhou em impor e fiscalizar uma proibição de importação de bens produzidos com trabalho forçado.

De acordo com o relatório, embora o Brasil assuma compromissos contra o trabalho escravo em acordos de livre comércio e investimentos, o país ainda carece de uma proibição legal efetiva que impeça, na prática, a entrada de mercadorias produzidas nessas condições em seu mercado interno.

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Documento do tarifaço menciona presidente dos EUA mais de dez vezes e governo vê digital política de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 00:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

O governo federal identificou que o documento técnico dos EUA que propõe o novo tarifaço de 25% cita determinação de Trump mais de 10 vezes.

Para o Ministério da Fazenda, a repetição do trecho reforça a percepção de que o processo contra o Brasil ocorreu por motivos políticos.

O novo imposto passa a valer em 22 de julho. Ele surgiu após investigação aberta no ano passado devido a supostas práticas comerciais desleais brasileiras.

A Fazenda comparou o documento com outros casos. O carimbo presidencial pode servir para proteger técnicos norte-americanos de eventuais questionamentos administrativos.

O governo brasileiro analisou o documento técnico do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR na sigla em inglês), responsável pela investigação e proposta do novo tarifaço, e identificou um trecho que se repete mais de dez vezes.

"Em conformidade com a determinação específica do Presidente, o Representante Comercial está adotando medidas para impor tarifas de 25% sobre todas as importações do Brasil, com algumas exceções”, diz o resumo do documento, por exemplo.

A argumentação de que há uma “determinação específica do Presidente” Donald Trump sobre esse caso foi usada de maneira frequente nas páginas do documento.

Na avaliação do Ministério da Fazenda, isso reforça a percepção de que o processo contra o Brasil foi conduzido de forma política.

O novo tarifaço de 25% aplicado a produtos brasileiros surgiu de uma investigação aberta no ano passado, a pedido de Trump.

O processo foi iniciado por supostas “práticas comerciais desleais do Brasil que restringem o acesso de exportadores americanos ao seu mercado há décadas”.

Após a apuração, o USTR concluiu pela recomendação da sobretaxa a milhares de produtos brasileiros. Na quarta-feira (15), o governo de Trump confirmou o novo tarifaço, que passa a valer em 22 de julho.

O Ministério da Fazenda fez uma análise de outros documentos técnicos, semelhantes ao da conclusão do processo contra o Brasil, divulgado ontem.

A comparação preliminar mostrou que em outros casos não houve menção a determinações do presidente norte-americano, como em:

investigações sobre impostos digitais, contra a França, Índia, Turquia, Áustria, Itália, Espanha, Reino Unido, entre outros;investigação sobre direitos trabalhistas e humanos, contra a Nicarágua (direitos trabalhistas e humanos).

Já em processos contra a China, expressões semelhantes apareceram, como “orientação do presidente”.

Isso envolveu casos que levaram a tarifas aplicadas pelos EUA, como as tranches tarifárias de 2018–2019, e uma investigação de 2025 sobre cumprimento de um acordo comercial com os Estados Unidos.

O USTR pode abrir investigações por conta própria. Então, para o Ministério da Fazenda, colocar esse “carimbo” de que é uma determinação da Casa Branca reforça que a questão não é técnica, pois o canal de resolução seria político-presidencial.

A pasta avalia também que o uso frequente desta expressão no documento pode servir até para proteger técnicos de eventuais questionamentos administrativos – comuns no serviço público para investigar condutas de servidores técnicos.

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O tarifaço de Trump: a negociação e as taxas contra o Brasil – O Assunto #1763

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 00:48

Podcasts O Assunto O tarifaço de Trump: a negociação e as taxas contra o Brasil – O Assunto #1763 O governo dos Estados Unidos oficializou que irá impor a sobretaxa de 25% sobre uma ampla gama de produtos brasileiros a partir do dia 22 de julho. Por Natuza Nery — São Paulo

O governo dos Estados Unidos oficializou que irá impor a sobretaxa de 25% sobre uma ampla gama de produtos brasileiros a partir do dia 22 de julho. A decisão é resultado de uma investigação do Escritório do Representante de Comércio americano sobre supostas "práticas desleais" da economia brasileira – o relatório final cita desmatamento, proteção de propriedade intelectual, tratamento às big techs e até o PIX. Em uma manifestação pública, o secretário de Estado Marco Rubio criticou o presidente Lula e disse que faltou "boa-fé" ao governo brasileiro. O Palácio do Planalto classificou a medida como um marco "lastimável" na relação entre os países e ameaça acionar a Lei de Reciprocidade.

Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois especialistas em geopolítica e relações internacionais. Primeiro, a conversa é com o embaixador Roberto Azevêdo: ele conta os bastidores das negociações entre agentes brasileiros e americanos e analisa as regras de um comércio internacional baseado na força. Depois, Natuza fala com Bruna Santos, que comenta a deterioração das relações diplomáticas entre Brasil e EUA.

Convidados: Embaixador Roberto Azevêdo, ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) e Presidente da 9G Consultoria; Bruna Santos, diretora do Programa Brasil do Inter-American Dialogue, em Washington (EUA).

O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti, Stéphanie Nascimento e Guilherme Gama. Apresentação: Natuza Nery.

Tarifaço de Trump: EUA confirmam nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros;EUA concluem que Brasil tem práticas 'irrazoáveis' e propõem tarifa de 25% sobre produtos nacionais;VALDO CRUZ: Governo Lula classifica decisão dos EUA como 'ideológica' e diz que equipe de Trump agiu de má-fé;Alckmin contesta alegações dos EUA sobre tarifaço e diz que medida é 'injusta e descabida';Mauro Vieira diz que novas tarifas dos EUA não têm justificativa e lastro com realidade: 'Motivação política';Veja quais dos 50 produtos brasileiros mais exportados aos EUA passarão a pagar a nova tarifa de 25%;QUAEST: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra Lula;Pré-candidatos à Presidência reagem ao novo tarifaço de Trump;'Golpe comercial às vésperas da campanha eleitoral': veja como a imprensa mundial repercutiu tarifaço de Trump contra o Brasil.

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

Tarifas dos EUA podem ter efeito imediato apesar de prazo de negociação — Foto: Anadolu via Getty Images

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