RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mesmo sem o Brasil, final da Copa deve lotar bares e impulsionar faturamento em até 45%

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 19/07/2026 05:48

Empreendedorismo Mesmo sem o Brasil, final da Copa deve lotar bares e impulsionar faturamento em até 45% Segundo a Abrasel, a final representa mais uma oportunidade para bares e restaurantes impulsionarem as vendas com promoções e ações voltadas aos clientes que pretendem acompanhar a decisão. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo

O Brasil ficou fora da decisão da Copa do Mundo, mas os torcedores não deixaram de acompanhar o torneio. Bares e restaurantes que vão transmitir a final neste domingo (19) esperam registrar aumento de até 45% no faturamento em relação a um domingo comum, além de lotação máxima nos espaços preparados para a transmissão.

Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), mesmo após a eliminação da seleção brasileira, o interesse do público em assistir aos jogos fora de casa se manteve, o que deve garantir um saldo positivo para o setor ao fim do Mundial.

Uma pesquisa realizada pela entidade no mês passado mostrou que 59% dos estabelecimentos pretendiam transmitir partidas envolvendo outras seleções, mesmo sem o Brasil na disputa.

Para a Abrasel, a final representa mais uma oportunidade para bares e restaurantes impulsionarem as vendas com promoções e ações voltadas aos clientes que pretendem acompanhar a decisão.

"O saldo da Copa para bares e restaurantes foi positivo do início ao fim. (…) O setor manteve bom desempenho ao longo de todo o torneio, e a expectativa é encerrar esse ciclo com a final reforçando ainda mais esse resultado", afirma o presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci.

Para ampliar o faturamento, a estratégia precisa ser criativa. Os donos dos estabelecimentos costumam combinar ambiente, serviço e oferta de produtos.

transmissão com telões e som de qualidade;criação de combos e promoções temáticas;cardápios inspirados nos jogos ou nas seleções;planejamento de entregas antes do início das partidas.

A lógica é simples: atrair o cliente antes do apito inicial e mantê-lo consumindo ao longo do jogo.

Há 11 horas Mundo Trump lamenta morte de militares dos EUA: ‘Muito triste’Há 11 horasEUA emitem alerta global de segurança para americanosHá 11 horasGuerra na UcrâniaMísseis russos atingem Kiev, matando uma pessoa e ferindo 13

Há 2 horas Mundo Ucrânia diz ter abatido 18 dos 41 mísseis lançados pela RússiaHá 2 horasVídeo mostra armazém desabando na Rússia após ataque ucranianoHá 2 horasAtaque massivo de drones ucranianos deixa 8 mortos e 60 feridosHá 2 horasCopa do MundoArgentina mantém mistério para a final contra a Espanha

Há 9 horas Jornal Nacional Aos 19, Lamine Yamal leva talento e personalidade à finalHá 9 horasInglaterra bate a França em jogo com 10 gols e fica em 3º lugar

Há 4 horas Copa do Mundo Mbappé ultrapassa Messi no ranking histórico da artilharia da CopaHá 4 horasEleições 2026Convenções partidárias começam nesta segunda; entenda como funcionam

Há 11 horas Minas Gerais Matheus tinha leucemia; saiba quem eraHá 11 horasDurante a Assembleia da ONUPrefeito de NY diz que cogita tentar prender Netanyahu: ‘Criminoso’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

GWM Haval H9 ameaça o reinado do Toyota SW4; veja os pontos fortes e fracos do SUV chinês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 04:48

Carros GWM Haval H9 ameaça o reinado do Toyota SW4; veja os pontos fortes e fracos do SUV chinês Com preço até R$ 90 mil menor, mais equipamentos e visual robusto, o chinês já supera o japonês em alguns meses de 2026 e encostou no líder do segmento. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

É raro ver um ícone balançar no pedestal. O Toyota SW4 reinava sozinho numa categoria de clientes fiéis e com bolsos cheios.

A versão mais barata do SUV da marca japonesa custa mais de R$ 424 mil e vende bem mais do que o Chevrolet Trailblazer, que custa a partir de R$ 422 mil.

A GWM vem tentando construir no Brasil uma imagem de modernidade. Os carros híbridos do seu portfólio têm desenho requintado. Os elétricos apostam em carrocerias arredondadas e simpáticas.

E, no meio dessa turma, um jipão sisudo com motor diesel e arquitetura de carroceria sobre chassi. Difícil imaginar que ele faria sucesso.

E é justamente o H9 que vem cutucando o líder SW4 em 2026. O modelo chinês ficou à frente do Toyota em emplacamentos em março e maio. No acumulado entre janeiro e junho, o GWM tem 5.942 unidades vendidas e o SW4 tem 6.780 unidades.

Ao analisar a tabela, é impossível desconsiderar os R$ 89 mil de diferença entre H9 e SW4. E a prática da GWM de não dar descontos e ter apenas duas versões, bem próximas em preço, permite que o SUV não tenha distorções no mercado de seminovos.

O H9 Exclusive custa R$ 335 mil e a versão Selection sai por R$ 339 mil. Os R$ 4 mil extras são para um pacote visual com grade preta, rodas escurecidas e outros itens que não mudam o pacote de equipamentos do GWM.

O Toyota tem preço inicial de R$ 417.590 na versão SRX Platinum, porém, essa configuração vem com cinco lugares. Nesta reportagem foi considerada a SRX Platinum com sete assentos, que custa R$ 424.590.

Com isso, até a manutenção ligeiramente mais cara do GWM não faz nem cócegas. O detalhe é que o H9 tem revisões programadas a cada 12 mil km, enquanto o Toyota é revisado a cada 10 mil km.

Dessa maneira, o GWM até a 4ª revisão tem o custo total de R$ 9.126 e já está em 48 mil km, bem próximo dos 50 mil km que o SW4 marca na 5ª revisão. Detalhe que ambos oferecem garantias de 10 anos, desde que o cliente siga a manutenção, com disciplina, dentro da rede de concessionárias.

O argumento do preço fica ainda mais forte ao analisar as listas de equipamentos. O GWM não deve nada em relação ao Toyota. Pode-se dizer até que o H9 ganha o duelo.

No modelo chinês, a tela do multimídia é maior e a lógica do software é mais amigável. Bancos dianteiros do GWM têm aquecimento e massagem, os do Toyota só resfriamento. Na 2ª fileira de bancos, só o H9 tem resfriamento.

Seguindo os itens de tecnologia e segurança, o GWM tem assistente de permanência em faixa, enquanto o Toyota apenas conta com alerta.

Ambos têm câmeras ao redor do veículo, mas o Haval consegue criar um efeito de “transparência” e entrega um visual melhor.

A função Auto-Hold e o Stop&Go, que estão no H9, ajudam no anda e para do trânsito. Junto com o controle adaptativo de velocidade de cruzeiro, é possível acompanhar o engarrafamento sem precisar ficar apertando o pedal de freio constantemente.

Um quesito importante quando se fala desses SUVs a diesel com chassi sobre carroceria é o porte. O cliente que está disposto a gastar esse valor busca um carro imponente, espaçoso e que também transmita essa sensação visualmente.

Pela ficha técnica, é possível perceber que o H9 é maior do que o SW4 em largura, comprimento e, por isso, é mais pesado.

Na prática, quando os dois modelos estão lado a lado, a percepção (ainda que psicológica) é de que o comprador está levando “mais” ao optar pelo modelo da GWM.

No design, um aspecto naturalmente subjetivo, a GWM também seguiu um caminho que tende a agradar esse público. O H9 não se parece com outros modelos da marca vendidos no Brasil, como os da linha Ora ou o H6.

A proposta dos designers foi criar um visual que remete a modelos como o Land Rover Defender e o Mercedes-Benz Classe G, combinando a carroceria de linhas quadradas com elementos levemente arredondados, além de faróis e grade dianteira de presença marcante.

O resultado é um visual com forte apelo para quem procura um utilitário com aparência de verdadeiro jipe, ainda que ele nunca saia do asfalto e seja usado apenas para ir ao shopping.

Essa percepção também é influenciada pela evolução do SW4 ao longo dos últimos anos. Nas atualizações mais recentes, a Toyota foi deixando o SUV derivado da picape Hilux cada vez mais sofisticado e com menos aparência de um veículo voltado ao fora de estrada.

Isso não significa que o SW4 tenha perdido capacidade para enfrentar terrenos difíceis. Ele continua capaz de fazer isso muito bem. Mas, do ponto de vista do design, o modelo seguiu uma linha mais próxima de um SUV de luxo, enquanto o H9 aposta na aparência robusta e bruta de um jipão, característica que tem apelo junto aos consumidores.

Os números da ficha técnica indicam vantagem para o Toyota em desempenho. Embora a marca japonesa não divulgue oficialmente dados de velocidade máxima e aceleração, ao volante fica claro que o SW4, por ser mais leve e ter maior potência, entrega respostas mais ágeis no trânsito.

Já quem entra no H9 pode imaginar que encontrará um carro desajeitado por causa do porte e do visual robusto. No entanto, durante os testes do g1 no trânsito intenso e apertado da capital paulista, o SUV da GWM não demonstrou esse comportamento em nenhum momento.

É verdade que conduzir um veículo desse tamanho entre faixas e motocicletas exige atenção, mas o H9 não passou a sensação de ser um carro difícil ou intimidador de manobrar nas avenidas movimentadas de São Paulo.

A GWM também acertou no conjunto de suspensão e direção. Considerando o contexto de um SUV grande com chassi sobre carroceria, a dirigibilidade agrada e cumpre bem sua proposta.

Esse pode ser um dos motivos para o sucesso do H9: quem já está acostumado a dirigir veículos desse tipo encontrará uma receita bem executada, sem exageros, capaz de entregar a robustez esperada de um SUV preparado para enfrentar trilhas, mas também de se movimentar com facilidade pela selva de pedra.

Ao entrar no SW4, quem já é consumidor do modelo há muitos anos provavelmente encontrará uma sensação de familiaridade, mas também poderá sentir falta de novidades. O interior mantém uma proposta conhecida e pouco ousada, algo que, até agora, parecia não fazer diferença para o público desse segmento.

Com a chegada do H9, porém, surge a possibilidade de levar um SUV que oferece uma central multimídia maior, painel de instrumentos totalmente digital e uma experiência a bordo com maior foco em tecnologia, sem renunciar às características esperadas de um utilitário desse porte, como motor a diesel, câmbio automático e tração 4×4 com reduzida.

Além disso, os comandos e acionamentos do H9 são diferentes, mas não exigem um período de adaptação complicado nem prejudicam o uso no dia a dia.

Em alguns casos, marcas chinesas ou fabricantes que buscam se reinventar acabam apostando em soluções criativas até para funções básicas, tornando a experiência mais confusa para o usuário. No H9, esse não é o caso.

A vida a bordo do SW4 continua sendo satisfatória, mas o H9 entrega uma experiência diferente e mais atual, o que pode ser um dos fatores capazes de atrair consumidores que antes sequer consideravam um modelo da GWM.

A conclusão é que, quando existe uma diferença tão grande de preço dentro de um mesmo segmento e o desafiante consegue igualar o líder em diversos aspectos, além de superá-lo em outros, é natural que o domínio absoluto de um modelo como o Toyota SW4 passe a ser questionado.

Há 10 horas Mundo Trump lamenta morte de militares dos EUA: ‘Muito triste’Há 10 horasEUA emitem alerta global de segurança para americanosHá 10 horasGuerra na UcrâniaMísseis russos atingem Kiev, matando uma pessoa e ferindo 13

Há 44 minutos Mundo Ucrânia diz ter abatido 18 dos 41 mísseis lançados pela RússiaHá 44 minutosVídeo mostra armazém desabando na Rússia após ataque ucranianoHá 44 minutosAtaque massivo de drones ucranianos deixa 8 mortos e 60 feridosHá 44 minutosCopa do MundoArgentina mantém mistério para a final contra a Espanha

Há 8 horas Jornal Nacional Aos 19, Lamine Yamal leva talento e personalidade à finalHá 8 horasInglaterra bate a França em jogo com 10 gols e fica em 3º lugar

Há 3 horas Copa do Mundo Mbappé ultrapassa Messi no ranking histórico da artilharia da CopaHá 3 horasEleições 2026Convenções partidárias começam nesta segunda; entenda como funcionam

Há 10 horas Minas Gerais Matheus tinha leucemia; saiba quem eraHá 10 horasDurante a Assembleia da ONUPrefeito de NY diz que cogita tentar prender Netanyahu: ‘Criminoso’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Trabalhar de aplicativo vale a pena? Estudo do TST revela impacto da jornada, custos e direitos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 04:48

Trabalho e Carreira Trabalhar de aplicativo vale a pena? Estudo do TST revela impacto da jornada, custos e direitos Apesar da renda mensal próxima à média, ganhos são menores quando se leva em conta a jornada e as despesas da atividade. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Estudo do TST mostra que motoristas de aplicativo podem ter renda mensal próxima à média dos trabalhadores, mas ganham menos por hora devido à jornada mais longa.

A pesquisa aponta que a atividade envolve altos custos, como combustível e manutenção, que reduzem o valor que realmente sobra para o motorista.

Apesar da promessa de autonomia, o levantamento indica que os aplicativos mantêm forte controle sobre preços, corridas e avaliações dos trabalhadores.

O estudo revela ainda que milhões de trabalhadores enfrentam endividamento e pouca proteção social.

Estudo do TST mostra que motoristas de aplicativo podem ter renda mensal próxima à média dos trabalhadores, mas ganham menos por hora — Foto: Freepik

O motorista de aplicativo pode até olhar o valor depositado na conta no fim do mês e achar que ganhou mais do que outros trabalhadores. Mas, quando o cálculo considera o tempo dedicado ao trabalho, o cenário é outro.

Um estudo do Tribunal Superior do Trabalho (TST) mostra que a renda desses profissionais é pressionada por jornadas mais longas, custos elevados para manter a atividade e um modelo em que grande parte dos riscos recai sobre o próprio motorista.

Segundo a pesquisa, o ganho médio mensal dos motoristas de aplicativo chega a R$ 2.996. O valor fica acima do salário mínimo federal, que atualmente é de R$ 1.621, mas ainda abaixo da renda média dos brasileiros considerando todas as fontes de rendimento, que alcançou R$ 3.367 em 2025.

Enquanto a jornada média dos trabalhadores em geral é de 39,3 horas por semana, motoristas de aplicativo trabalham cerca de 44,8 horas. Com isso, o rendimento por hora fica 8,3% menor do que o de quem atua fora das plataformas.

O levantamento faz parte de um diagnóstico mais amplo sobre o trabalho por aplicativos no Brasil, especialmente no transporte de passageiros, que concentra a maior parcela desses profissionais.

Atualmente, cerca de 1,7 milhão de pessoas trabalham por plataformas digitais no país. Quase 60% delas atuam no transporte de passageiros.

🔎 O levantamento do TST combinou dados oficiais de órgãos como IBGE, OIT, Ipea e Dieese, além de estudos empíricos que acompanharam o trabalho de motoristas na prática. A partir dessa base, foram calculadas despesas reais da atividade, faturamento e jornadas.

A ideia de que esse modelo garante liberdade e flexibilidade, um dos principais argumentos das empresas, é questionada pelo estudo. Na prática, esses trabalhadores têm pouca influência sobre decisões relevantes da atividade, aponta o TST.

🔎 Os aplicativos definem o valor das corridas, distribuem as chamadas e podem até bloquear motoristas. Mais de 90% afirmam não ter controle sobre o preço cobrado pelas viagens.

O estudo aponta que o controle não desapareceu, apenas mudou de forma. Em vez de um chefe supervisionando de perto, entram em cena sistemas de avaliação, notas e rankings.

Esses mecanismos podem influenciar diretamente a quantidade de corridas recebidas e, consequentemente, a renda. Motoristas que recusam muitas viagens ou recebem avaliações baixas podem ter menos oportunidades na plataforma.

Outro ponto destacado pelo TST é que praticamente todos os custos da atividade ficam com o trabalhador. Combustível, manutenção do carro, seguro, impostos, alimentação e até a internet utilizada no trabalho saem do próprio bolso.

🔎 Quando essas despesas entram no cálculo, o ganho real diminui. O estudo estima que os custos mensais podem ultrapassar R$ 5.500.

Segundo a pesquisa, a falta de clareza sobre esses gastos pode criar uma percepção equivocada sobre a renda gerada pela atividade.

O impacto aparece também no endividamento. Dados citados no levantamento indicam que 92% dos trabalhadores de plataformas estão endividados.

Em alguns casos, as próprias empresas oferecem linhas de crédito aos motoristas. Assim, o trabalhador passa a depender do aplicativo não apenas para gerar renda, mas também para quitar dívidas que podem ser descontadas diretamente dos seus ganhos.

A falta de proteção trabalhista é outro ponto destacado pelo estudo. A maioria desses profissionais não tem acesso a direitos como férias, 13º salário, seguro-desemprego ou aposentadoria garantida.

🔎 Mais de 60% não contribuem para a Previdência Social. Entre os motivos estão a instabilidade da renda e a dificuldade de manter pagamentos regulares.

Sem essa proteção, qualquer imprevisto pode interromper a fonte de renda, explica o TST. Uma doença, um acidente ou até um problema mecânico no carro pode deixar o trabalhador sem ganhos, já que as plataformas não oferecem uma rede de proteção equivalente.

Além disso, motoristas estão expostos diariamente a riscos como acidentes de trânsito e violência urbana, sem garantias de assistência em situações desse tipo.

A pesquisa também destaca a dificuldade de organização coletiva dos trabalhadores. A comunicação com as plataformas costuma ocorrer por canais automatizados, como chatbots, e decisões como bloqueios nem sempre oferecem espaço para contestação.

Para os autores do estudo, o modelo atual de trabalho por aplicativos transfere custos, riscos e responsabilidades aos trabalhadores.

O TST destaca que a discussão precisa ir além da existência ou não de vínculo empregatício e incluir medidas que garantam condições mínimas de trabalho, remuneração adequada e proteção para esses profissionais.

Há 10 horas Mundo Trump lamenta morte de militares dos EUA: ‘Muito triste’Há 10 horasEUA emitem alerta global de segurança para americanosHá 10 horasGuerra na UcrâniaMísseis russos atingem Kiev, matando uma pessoa e ferindo 13

Há 44 minutos Mundo Ucrânia diz ter abatido 18 dos 41 mísseis lançados pela RússiaHá 44 minutosVídeo mostra armazém desabando na Rússia após ataque ucranianoHá 44 minutosAtaque massivo de drones ucranianos deixa 8 mortos e 60 feridosHá 44 minutosCopa do MundoArgentina mantém mistério para a final contra a Espanha

Há 8 horas Jornal Nacional Aos 19, Lamine Yamal leva talento e personalidade à finalHá 8 horasInglaterra bate a França em jogo com 10 gols e fica em 3º lugar

Há 3 horas Copa do Mundo Mbappé ultrapassa Messi no ranking histórico da artilharia da CopaHá 3 horasEleições 2026Convenções partidárias começam nesta segunda; entenda como funcionam

Há 10 horas Minas Gerais Matheus tinha leucemia; saiba quem eraHá 10 horasDurante a Assembleia da ONUPrefeito de NY diz que cogita tentar prender Netanyahu: ‘Criminoso’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Apicultores usam áreas de preservação ambiental para produzir mel e gerar renda em Aracruz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 04:48

Espírito Santo Agronegócios Apicultores usam áreas de preservação ambiental para produzir mel e gerar renda em Aracruz Programa Apicultura Sustentável atua de forma integrada para impulsionar o desenvolvimento local. Apicultores conseguiram um espaço nas dependências da indústria de celulose para montar os apiários. Por Viviane Maciel, g1 ES e TV Gazeta

Apicultores conseguiram espaço nas dependências de uma indústria de celulose em Aracruz, no Espírito Santo, para montar apiários.

A iniciativa surgiu no programa Apicultura Sustentável, que tem objetivo de fortalecer a cadeia produtiva do mel no estado.

Lançado em 2005 no Brasil e em 2014 no Espírito Santo, o programa contempla a organização e a gestão de associações e oferece suporte técnico e administrativo.

Apicultor há mais de 50 anos, Sebastião Grazziotti tem cerca de 30 apiários, com 20 colmeias cada, dentro das áreas de mata.

O programa apoia seis associações de apicultores, com um total de 1.170 colmeias. A produção média é de quase 35 kg cada, ou aproximadamente 40,9 toneladas de mel.

Em meio às áreas de preservação de Aracruz, no Norte do Espírito Santo, a criação de abelhas virou fonte de renda para dezenas de famílias e garantiu a posição da cidade entre as maiores produtoras de mel do estado.

Os apicultores conseguiram um espaço nas dependências de uma indústria de celulose para montar os apiários. A iniciativa surgiu no programa Apicultura Sustentável, que tem objetivo de fortalecer a cadeia produtiva do mel no estado.

Lançado em 2005 no Brasil e em 2014 no Espírito Santo, o programa contempla a organização e a gestão de associações e oferece suporte técnico e administrativo.

Apicultor há mais de 50 anos, Sebastião Grazziotti tem cerca de 30 apiários, com 20 colmeias cada, dentro das áreas de mata. Ele viu no local uma oportunidade para os produtores.

"A preservação aqui é bem cuidada. É o único lugar que a gente encontra uma preservação cuidada, com bastante recursos naturais, porque outras áreas não tem", disse.

Apicultores recebem apoio com o Programa Apicultura Sustentável em Aracruz, Espírito Santo — Foto: Douglas Abreu / TV Gazeta

PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL: Café agroecológico ganha espaço no ES com grãos de mais saborCARRAPITO: Conheça doce artesanal centenário feito no ESACHACHAIRU: conheça fruta agridoce de origem boliviana que ajuda a controlar a pressão

O programa apoia seis associações de apicultores, com um total de 1.170 colmeias. A produção média é de quase 35 kg cada, resultando em, aproximadamente, 40,9 toneladas de mel por colheita, realizada duas vezes por ano. Para entrar no projeto, é necessário fazer parte de uma das associações.

O programa trouxe também a solução para o maior problema de muitos apicultores: a falta de espaço para criar abelhas, como era o caso de Domingos Alburghetti.

"A maior parte dos apicultores não tem propriedade rural própria, então eles dependem do parceiro. Como eles têm áreas de preservação, que são bastante protegidas, ali é o lugar onde a gente consegue instalar as colmeias e elas [as abelhas] terem alimento em volta para sua subsistência", explicou.

Produtores de mel recebem capacitações, acesso a insumos, tecnologias e equipamentos relacionados à apicultura — Foto: Douglas Abreu / TV Gazeta

O programa também incentiva a capacitação dos apicultores. Rafaela Cavalcanti, consultora de desenvolvimento social da empresa, destacou que, para além da cessão do espaço, é oferecido também o acesso a insumos, tecnologias e equipamentos relacionados à apicultura.

“Nós trabalhamos com eles a questão para tirar a carteirinha de apicultor, que é extremamente importante para a profissionalização e para que eles possam comercializar o produto com maior segurança”, ressaltou.

Além da geração de renda, a apicultura e a meliponicultura, que é a criação de abelhas com e sem ferrão, respectivamente, desempenham papel fundamental para o equilíbrio do meio ambiente.

"As abelhas prestam um serviço que não tem preço para toda a humanidade, por todo o planeta, por meio da polinização", disse. Uma maneira que permite o ciclo completo de muitas espécies na natureza.

Área de preservação é utilizada para produção de mel em Aracruz, Espírito Santo — Foto: Douglas Abreu / TV Gazeta

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Espírito Santo produziu 846 mil quilos de mel em 2024, um aumento de 55% em relação a 2016, quando o volume era de 544 mil quilos.

O valor da produção de mel mais que dobrou no estado, passando de R$ 6,2 milhões em 2016 para R$ 12,3 milhões em 2024.

Entre os destaques, Aracruz lidera o ranking estadual, responsável por 10,6% da produção, seguido de Fundão (9,7%) e Marechal Floriano (9,5%).

Há 10 horas Mundo Trump lamenta morte de militares dos EUA: ‘Muito triste’Há 10 horasEUA emitem alerta global de segurança para americanosHá 10 horasGuerra na UcrâniaMísseis russos atingem Kiev, matando uma pessoa e ferindo 13

Há 44 minutos Mundo Ucrânia diz ter abatido 18 dos 41 mísseis lançados pela RússiaHá 44 minutosVídeo mostra armazém desabando na Rússia após ataque ucranianoHá 44 minutosAtaque massivo de drones ucranianos deixa 8 mortos e 60 feridosHá 44 minutosCopa do MundoArgentina mantém mistério para a final contra a Espanha

Há 8 horas Jornal Nacional Aos 19, Lamine Yamal leva talento e personalidade à finalHá 8 horasInglaterra bate a França em jogo com 10 gols e fica em 3º lugar

Há 3 horas Copa do Mundo Mbappé ultrapassa Messi no ranking histórico da artilharia da CopaHá 3 horasEleições 2026Convenções partidárias começam nesta segunda; entenda como funcionam

Há 10 horas Minas Gerais Matheus tinha leucemia; saiba quem eraHá 10 horasDurante a Assembleia da ONUPrefeito de NY diz que cogita tentar prender Netanyahu: ‘Criminoso’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Emprego dos sonhos? Eles ganharam mais de R$ 250 mil para assistir a todos os jogos da Copa do Mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 03:46

Trabalho e Carreira Emprego dos sonhos? Eles ganharam mais de R$ 250 mil para assistir a todos os jogos da Copa do Mundo Dupla de torcedores passou mais de um mês acompanhando todas as partidas da competição em uma estrutura montada no coração de Nova York. Por Reuters

Os observadores-chefes da Copa do Mundo, Kevin Akoto e Austin Franklin, comemoram um gol durante a partida semifinal da Copa do Mundo FIFA entre Inglaterra e Argentina — Foto: REUTERS/John Sibley

Os fanáticos por Copa do Mundo Kevin Akoto e Austin Franklin realizaram neste ano o sonho de qualquer torcedor de futebol: assistir a todas as partidas do torneio do início ao fim — e ainda receber por isso.

Os “chefes de observação” da emissora norte-americana Fox One vão acrescentar uma experiência inusitada aos seus currículos quando soar o apito final da partida de domingo entre Espanha e Argentina. Eles acompanharam os 104 jogos do torneio, um dos maiores eventos esportivos do mundo, realizado a cada quatro anos.

“Meu pai ganha a vida limpando vazamentos de petróleo”, disse Franklin, influenciador digital que mora em Los Angeles. “Eu fico aqui com meu amigo Kevin, assisto a todos esses jogos e ainda tenho a oportunidade de interagir com os torcedores.”

A dupla passa os dias de partidas sentada dentro de um cubo de vidro na Times Square. A atração funciona quase como um aquário humano: quem passa pelo local costuma parar para observá-los e, em alguns casos, até arrasta cadeiras para acompanhar os jogos exibidos nas TVs instaladas no espaço.

Ao longo da Copa, Akoto e Franklin também produziram conteúdo para as redes sociais, comentando as partidas e interagindo com os seguidores.

“Se aprendemos alguma coisa com esta Copa do Mundo, é que as pessoas estão consumindo esportes cada vez mais pelas redes sociais”, afirmou Akoto, que deixou o emprego de cozinheiro na Flórida para assumir a função.

“O que mais chama atenção nos bastidores é a forma como as pessoas estão consumindo conteúdo esportivo.”

Akoto e Franklin afirmam que aceitariam o trabalho novamente — mesmo que a Copa do Mundo passe de 48 para 64 seleções, uma possibilidade que a Fifa pretende discutir após o torneio.

“Acho que ainda não estamos cansados de assistir futebol”, disse Franklin. “Quantos jogos quiserem nos dar, nós assistiremos.”

Há 9 horas Mundo Trump lamenta morte de militares dos EUA: ‘Muito triste’Há 9 horasEUA emitem alerta global de segurança para americanosHá 9 horasGuerra na UcrâniaMísseis russos atingem Kiev, matando uma pessoa e ferindo 13

Há 2 minutos Mundo Vídeo mostra armazém desabando na Rússia após ataque ucranianoHá 2 minutosAtaque massivo de drones ucranianos deixa 8 mortos e 60 feridosHá 2 minutosCopa do MundoArgentina mantém mistério para a final contra a Espanha

Há 7 horas Jornal Nacional Aos 19, Lamine Yamal leva talento e personalidade à finalHá 7 horasInglaterra bate a França em jogo com 10 gols e fica em 3º lugar

Há 2 horas Copa do Mundo Mbappé ultrapassa Messi no ranking histórico da artilharia da CopaHá 2 horasEleições 2026Convenções partidárias começam nesta segunda; entenda como funcionam

Há 9 horas Minas Gerais Matheus tinha leucemia; saiba quem eraHá 9 horasDurante a Assembleia da ONUPrefeito de NY diz que cogita tentar prender Netanyahu: ‘Criminoso’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como os apps de namoro afetam os relacionamentos e a economia do desejo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 03:46

Tecnologia Como os apps de namoro afetam os relacionamentos e a economia do desejo A promessa era facilitar encontros, mas os resultados mostraram mais rotatividade sexual, dificuldade em encontrar relacionamentos estáveis e um mercado amoroso ainda mais competitivo Por Felipe Carvalho Novaes

Tinder, Bumble e Happn estão entre os aplicativos de relacionamento mais populares no Brasil — Foto: Nik/Unsplash

Nos últimos anos, tornou-se banal ver alguém escolhendo possíveis parceiros com o mesmo gesto (e entusiasmo) usados para passar vídeos no TikTok ou produtos numa loja virtual. Para a direita, interesse; para a esquerda, esquecimento.

O que antes envolvia o teatro do encontro — olhares, hesitação, aproximação, rejeição, descoberta — foi comprimido em interfaces quase gamificadas.

Os aplicativos de relacionamento ampliaram as possibilidades de encontro, mas pesquisas em psicologia social indicam que mais opções nem sempre significam maior satisfação, relacionamentos mais estáveis ou melhores resultados para todos os usuários.

Apps de namoro como o Tinder não inventaram o desejo nem o sexo casual, a comparação social ou a fantasia de que talvez exista alguém melhor logo em seguida. Sua inovação foi transformar tudo isso em uma máquina de busca.

Mas o que acontece quando uma dinâmica humana tão antiga quanto o encontro amoroso passa a operar sob as regras de uma plataforma digital?

Relacionamentos sempre pareceram pertencer ao domínio nebuloso do acaso. Duas pessoas se encontram numa festa, numa sala de aula, no corredor de uma universidade. Muitas vezes por intermédio de amigos que juram que “vocês têm tudo a ver”.

Mas, por baixo dessa névoa, existem padrões identificáveis. Encontrar alguém envolve busca, comparação, tentativa, rejeição, reputação e custo.

A própria atratividade inicial requer a satisfação de critérios estatisticamente previsíveis. O amor é tradicionalmente cantado como algo pouco racionalizável, como destino. Mas, na prática, há uma estrutura operando.

Antes dos aplicativos, essa infraestrutura era limitada por círculos sociais relativamente estreitos. A pessoa escolhia entre colegas, vizinhos, amigos de amigos, conhecidos de festa, gente que poderia reaparecer no mesmo ambiente após uma possível rejeição. A escassez reduzia as opções, porém aumentava o peso de cada encontro.

A abundância faz o oposto: amplia possibilidades, mas também banaliza as opções disponíveis. Diante da expectativa de alguém melhor depois da próxima tela, o compromisso deixa de competir apenas com outras pessoas ao redor e passa a competir com a imaginação estatística de todas as pessoas disponíveis.

Durante anos, quase tudo o que se dizia sobre aplicativos de namoro oscilava entre lamento moral e propaganda tecnológica. De um lado, o Tinder aparecia como agente da “decadência” romântica. De outro, como libertação eficiente de solteiros presos a círculos sociais estreitos.

Faltava descobrir o que mudou de fato quando essa tecnologia passou a mediar cada vez mais relações interpessoais.

Grande parte da literatura sobre aplicativos de namoro sugere que o Tinder é um “aplicativo de sexo casual”, mas há nuances importantes aqui.

Em 2017, pesquisadoras belgas desenvolveram um questionário para medir as principais motivações para seu uso, chamado de Tinder Motives Scale.

Os resultados da aplicação em mais de 3 mil jovens adultos na Bélgica identificaram 13 motivos principais para o uso da plataforma. Eles incluem curiosidade, entretenimento, validação, facilidade de comunicação e também a busca por relacionamentos amorosos.

Inclusive, estudos mostram que, nos Estados Unidos, os encontros online se tornaram a principal forma pela qual casais heterossexuais se conhecem. Isso significa que foram deslocados progressivamente os velhos intermediários do encontro — amigos, família, trabalho, escola.

Ao mesmo tempo, um estudo longitudinal com estudantes noruegueses mostrou que os usuários do Tinder tinham maior probabilidade de formar relacionamentos românticos ao longo do tempo. Ou seja, o app pode abrir portas, mas parte do “sucesso romântico” talvez reflita características dos próprios usuários, e não apenas esse efeito.

Entretanto, sexo casual segue sendo um motivo forte para os usuários dos dating apps. Eles tendem a relatar mais parceiros, maior probabilidade de encontros casuais e, em alguns estudos, maior exposição a comportamentos sexuais de risco.

Revisões sobre Tinder e saúde sexual indicam que motivações sexuais, permissividade sociossexual e busca por parceiros casuais aparecem de modo recorrente entre os preditores de uso e de desfechos sexuais. Esses resultados são relativamente constantes no Brasil e no mundo.

Geralmente as pesquisas não são claras sobre se o app leva à promiscuidade ou se são os usuários mais sexualmente liberais que os procuram com maior frequência.

Nesse ponto, vale citar um estudo publicado em 2026. Em vez de simplesmente comparar usuários e não usuários, investigou-se a difusão inicial do Tinder em universidades americanas.

Para isso, foram analisados impressionantes 1,1 milhão de respostas do National College Health Assessment entre 2008 e 2019.

Os resultados indicaram que maior exposição ao Tinder aumentou a atividade sexual, sem produzir aumento equivalente em relacionamentos estáveis ou melhora consistente na qualidade dos vínculos. Nesse caso, o app pareceu acelerar mais a busca do que o compromisso.

Também há evidências de que os apps reorganizam a distribuição da atenção – o que poderia ajudar a explicar a maior facilidade para formação de relacionamentos passageiros.

Outros estudos sobre Tinder já mostraram que deslizar mais não garante mais matches. Além disso, mulheres tendem a receber mais curtidas do que homens. E os homens, em geral, precisam iniciar mais conversas.

Esse padrão ajuda a entender por que a abundância prometida pelos aplicativos é vivida de maneira desigual. O mercado parece aberto para todos, mas a atenção não se distribui democraticamente.

Como em outros mercados ampliados por tecnologia, pequenas diferenças de atratividade, status, habilidade comunicativa ou timing podem se transformar em grandes desigualdades de resultado.

Estudos sobre Tinder já mostraram que deslizar mais não garante mais matches — Foto: TV Globo/Reprodução

Uma parte da literatura associa o uso dos aplicativos de relacionamento a piores níveis de autoestima, ansiedade, depressão, solidão, insatisfação corporal e sofrimento psicológico. No entanto, a maior parte desses estudos é correlacional e não consegue estabelecer relações de causa e efeito.

Revisões sistemáticas recentes indicam efeitos negativos especialmente consistentes para a imagem corporal e mais heterogêneos para saúde mental e bem-estar.

Ao mesmo tempo, o estudo de 2026 que citei acima não encontrou piora média da saúde mental entre os estudantes mais expostos. Em alguns indicadores, especialmente entre mulheres, houve até melhora.

Esse contraste sugere que os apps podem causar danos para certos usuários e, simultaneamente, benefícios médios para outros. Por exemplo, via validação, atenção romântica ou sensação de desejabilidade.

O ponto, portanto, não é decidir se o Tinder libertou ou corrompeu a vida amorosa. O que a literatura sugere é mais interessante: os aplicativos transformam o namoro em um mercado de busca permanente, com infinitas opções, mais comparação, mais exposição e resultados mais desiguais. Parece que a oferta maior não leva a uma maior satisfação.

Eles não criam nossos desejos por sexo, amor, status, validação e novidade. Apenas conectam esses desejos a uma infraestrutura digital desenhada para ampliar escala e reduzir custos. O romance não desaparece. Ele passa a competir com as infinitas próximas possibilidades.

Felipe Carvalho Novaes não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.

Há 9 horas Mundo Trump lamenta morte de militares dos EUA: ‘Muito triste’Há 9 horasEUA emitem alerta global de segurança para americanosHá 9 horasGuerra na UcrâniaMísseis russos atingem Kiev, matando uma pessoa e ferindo 13

Há 2 minutos Mundo Vídeo mostra armazém desabando na Rússia após ataque ucranianoHá 2 minutosAtaque massivo de drones ucranianos deixa 8 mortos e 60 feridosHá 2 minutosCopa do MundoArgentina mantém mistério para a final contra a Espanha

Há 7 horas Jornal Nacional Aos 19, Lamine Yamal leva talento e personalidade à finalHá 7 horasInglaterra bate a França em jogo com 10 gols e fica em 3º lugar

Há 2 horas Copa do Mundo Mbappé ultrapassa Messi no ranking histórico da artilharia da CopaHá 2 horasEleições 2026Convenções partidárias começam nesta segunda; entenda como funcionam

Há 9 horas Minas Gerais Matheus tinha leucemia; saiba quem eraHá 9 horasDurante a Assembleia da ONUPrefeito de NY diz que cogita tentar prender Netanyahu: ‘Criminoso’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Brechó de óculos: como empreendedor transformou armações esquecidas em um negócio de R$ 80 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 19/07/2026 02:49

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Brechó de óculos: como empreendedor transformou armações esquecidas em um negócio de R$ 80 mil por mês Empreendedor de Brasília transformou armações esquecidas na ótica da família em um negócio baseado na economia circular. Hoje, a marca tem loja física, 20 pontos de venda e clientes famosos. Por PEGN

O empreendedor Mayton Campelo transformou armações esquecidas na ótica da família em um brechó especializado em óculos vintage. O negócio começou de forma informal em feiras e hoje conta com loja física, e-commerce e 20 pontos de venda.

O acervo reúne peças das décadas de 1960 aos anos 2000, garimpadas no Brasil e no exterior. Antes da venda, cada armação passa por um processo de limpeza e restauração, reforçando a proposta de economia circular.

Com preços entre R$ 30 e R$ 2 mil, o brechó atende públicos variados, de consumidores que buscam exclusividade a produções de moda e audiovisual. A marca também conquistou famosos como Pabllo Vittar, Gloria Groove e Camila Coutinho.

Atualmente, a empresa fatura cerca de R$ 80 mil por mês. Para o empreendedor, o sucesso veio da combinação entre criatividade, reaproveitamento de produtos e crescimento gradual, sem assumir altos custos logo no início.

Quem entra em um brechó normalmente procura roupas, móveis ou objetos antigos. Em Brasília, um empreendedor decidiu apostar em outro tipo de garimpo: óculos.

O que começou com armações esquecidas no estoque da ótica da família se transformou em um negócio especializado em peças vintage, que mistura moda, sustentabilidade e memória afetiva.

Hoje, a empresa fatura cerca de R$ 80 mil por mês, tem loja física, 20 pontos de venda e até clientes internacionais.

O fundador do Brechó do Óculos, Mayton Campelo, cresceu dentro da ótica dos pais. Foi ali que percebeu que centenas de armações antigas permaneciam guardadas havia anos, sem qualquer perspectiva de venda.

Em vez de enxergar mercadoria parada, viu uma oportunidade de negócio. Em 2011, começou a vender algumas peças em feiras de brechó, de maneira informal. Aos poucos, criou uma marca, lançou um e-commerce e expandiu a operação para lojas colaborativas em diferentes cidades.

O crescimento aconteceu de forma gradual. Sem querer assumir altos custos fixos no início, Mayton preferiu validar o modelo antes de investir em uma loja física. A estratégia deu resultado.

Hoje, além da unidade em Brasília, a marca está presente em 20 pontos de venda e também comercializa peças em Portugal.

Mas o negócio deixou de depender apenas do estoque herdado da família. Atualmente, boa parte do acervo é formada por peças garimpadas em viagens pelo Brasil e pelo exterior.

Feiras de antiguidades e mercados de usados em países como Portugal, França e Turquia fazem parte do roteiro do empreendedor, que identifica a origem de diversos modelos vendidos na loja.

As armações passam ainda por um processo de limpeza, restauração e recuperação antes de serem colocadas à venda. Algumas exigem apenas higienização; outras precisam de reparos mais complexos para voltar ao mercado em boas condições.

O catálogo reúne modelos das décadas de 1960 até os anos 2000, com preços que variam entre R$ 30 e R$ 2 mil. Segundo Mayton, o diferencial está justamente na exclusividade das peças, muitas delas fora de linha e impossíveis de encontrar em óticas tradicionais.

Apesar do foco no estilo retrô, o público é bastante diverso. Além de consumidores interessados em moda vintage, a marca atende crianças, clientes que buscam armações para o dia a dia, profissionais do audiovisual e produções de moda.

A proposta também conquistou consumidores que valorizam a economia circular. Para clientes, comprar uma peça antiga significa preservar objetos de qualidade e dar continuidade à história de um produto que poderia ter sido descartado.

O alcance da marca ultrapassou o consumidor comum. Artistas e influenciadores como Elza Soares, Luísa Sonza, Rafa Kalimann, Pabllo Vittar, Gloria Groove, Rainer Cadete e Camila Coutinho já usaram peças do brechó, ajudando a ampliar a visibilidade do negócio.

Para Mayton, a experiência adquirida na ótica da família foi decisiva para construir a empresa. Além do conhecimento técnico sobre lentes e armações, ele afirma que aprendeu observando tanto os acertos quanto os erros da gestão familiar.

Foi também essa vivência que o levou a enxergar valor em um estoque que permanecia parado havia mais de duas décadas.

Hoje, o empreendedor acredita que o mercado de brechós oferece uma das formas mais acessíveis de começar um negócio, principalmente para quem sabe identificar tendências e agregar valor a produtos de baixo custo.

Mas faz um alerta: vender peças usadas exige trabalho, desde a seleção até a restauração e apresentação do produto. "Não é simples, mas também não é impossível", resume.

📍 Endereço: CLN 102 Bloco D Loja 78 – Asa Norte Brasília/DF – CEP: 70722-540📞 Telefone: (61)3047-8748 / (61)99553-9135 (Whatsapp)📧E-mail: oi@brechodooculos.com🌐 Site: www.brechodooculos.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/brechodooculos/📘Facebook: https://www.facebook.com/brechodooculos

📍 Endereço: Rua Rodolfo Dantas 81, Copacabana Rio de Janeiro/RJ – CEP: 22020-040📧E-mail: aruckcardoso@gmail.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/as_cariocas_brecho?utm_source=qr&igsh=MXgxdHd1MjNpZWI1Mg==

Há 8 horas Mundo Trump lamenta morte de militares dos EUA: ‘Muito triste’Há 8 horasEUA emitem alerta global de segurança para americanosHá 8 horasCopa do MundoArgentina mantém mistério para a final contra a Espanha

Há 6 horas Jornal Nacional Aos 19, Lamine Yamal leva talento e personalidade à finalHá 6 horasInglaterra bate a França em jogo com 10 gols e fica em 3º lugar

Há 38 minutos Copa do Mundo Mbappé ultrapassa Messi no ranking histórico da artilharia da CopaHá 38 minutosEleições 2026Convenções partidárias começam nesta segunda; entenda como funcionam

Há 8 horas Minas Gerais Matheus tinha leucemia; saiba quem eraHá 8 horasDurante a Assembleia da ONUPrefeito de NY diz que cogita tentar prender Netanyahu: ‘Criminoso’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

EUA condicionaram redução de tarifaço a concessões para empresas americanas; veja setores cobiçados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 00:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1140,29%Dólar TurismoR$ 5,3220,31%Euro ComercialR$ 5,8480,26%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,1140,29%Dólar TurismoR$ 5,3220,31%Euro ComercialR$ 5,8480,26%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,1140,29%Dólar TurismoR$ 5,3220,31%Euro ComercialR$ 5,8480,26%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

Os EUA condicionaram a redução do tarifaço contra o Brasil a concessões de tarifa zero para empresas americanas em setores industriais, químico, aeroespacial e automotivo.

Auxiliares do Palácio do Planalto avaliaram a proposta americana como indigna e inaceitável. Eles apontam que o impacto econômico seria maior que o das novas taxas.

Enquanto a oposição culpa o presidente Lula por falhas na negociação, membros do governo defendem que a medida possui caráter ideológico e político.

As novas tarifas entram em vigor em 22 de julho. O governo brasileiro realizou mais de 30 contatos com os EUA para tentar mitigar os impactos.

O governo brasileiro ouviu de autoridades dos Estados Unidos que os setores de bens industriais, químico, aeroespacial e automotivo deveriam ter tarifas zeradas para as empresas americanas para que o governo de Donald Trump pudesse considerar ao menos reduzir o novo tarifaço contra o Brasil.

A proposta se somou às exigências apresentadas em outras reuniões anteriores pelos EUA ao governo brasileiro como:

A avaliação de uma ala no Palácio do Planalto é que essa proposta era "indigna" de negociação e "inaceitável".

Segundo esses auxiliares, caso o Brasil aceitasse ceder aos pedidos dos Estados Unidos, o impacto para a economia brasileira seria maior que o causado pelas novas taxas – que impactará 18% das exportações brasileiras para os EUA, segundo o cálculo inicial previsto do governo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, em encontro na Casa Branca, em Washington — Foto: RICARDO STUCKERT/DIVULGAÇÃO

A decisão dos americanos de impor uma nova taxa sobre produtos brasileiros gerou uma disputa em torno da responsabilidade pelo novo "tarifaço".

Enquanto a oposição diz que houve falhas na negociação e culpa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), integrantes do governo defendem que a determinação tem caráter "ideológico" e "político".

A medida entra em vigor em 22 de julho. Segundo um levantamento da diplomacia brasileira, foram realizados mais de 30 contatos desde o anúncio do tarifaço original. As conversas ocorreram por telefone, videoconferência e reuniões presenciais, em níveis presidencial, ministerial e técnico.

Para interlocutores do governo Lula, o Departamento de Estado americano não deve dar margem para avançar nas negociações ao longo do ano de olho nas eleições do Brasil.

O Planalto, no entanto, seguirá, nas palavras de um negociar, tentando manter um canal de diálogo aberto com foco em diminuir os impactos para os setores afetados.

A estratégia do governo brasileiro, nesse sentido, será levar os próximos passos, "não deixando a emoção tomar conta" e "de olho nos atores" americanos. Um negociador brasileiro afirma que tudo que os Estados Unidos querem são argumentos para serem usados contra o Brasil neste momento.

Há 6 horas Mundo Trump lamenta morte de militares dos EUA: ‘Muito triste’Há 6 horasEUA emitem alerta global de segurança para americanosHá 6 horasCopa do MundoInglaterra bate a França em jogo com 10 gols e fica em 3º lugar

Há 6 horas Minas Gerais Matheus tinha leucemia; saiba quem eraHá 6 horasDurante a Assembleia da ONUPrefeito de NY diz que cogita tentar prender Netanyahu: ‘Criminoso’

Há 9 horas Bahia Como Brasil e Argentina tratam o racismo? Entenda as leis aqui e láHá 9 horasCozinheira achada mortaCaso Berenice: polícia confirma disparos na caminhonete da patroa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quanto ganha o campeão da Copa do Mundo 2026? Veja premiação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 00:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1140,29%Dólar TurismoR$ 5,3220,31%Euro ComercialR$ 5,8480,26%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,1140,29%Dólar TurismoR$ 5,3220,31%Euro ComercialR$ 5,8480,26%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,1140,29%Dólar TurismoR$ 5,3220,31%Euro ComercialR$ 5,8480,26%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

Neste domingo acontece a grande final da Copa do Mundo de 2026 entre Espanha e Argentina. Para além do prestígio de atingir o degrau mais alto do futebol mundial e entrar para a história, espanhóis e argentinos também estarão disputando uma premiação milionária.

FINAL DA COPA DO MUNDO: veja onde assistir e horário de Argentina x Espanha📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia

A Fifa distribui valores progressivos de acordo com a campanha de cada seleção no Mundial, com as equipes que avançam às fases decisivas acumulando quantias cada vez maiores. O campeão da Copa do Mundo de 2026 receberá US$ 51,5 milhões (cerca de R$ 263,5 milhões), a maior premiação da competição.

Já o vice-campeão ficará com US$ 34,5 milhões (R$ 176,5 milhões). A disputa pelo terceiro lugar também vale cifras expressivas: o vencedor do duelo entre França e Inglaterra receberá US$ 30,5 milhões (R$ 156 milhões), enquanto o quarto colocado embolsará US$ 28,5 milhões (R$ 146 milhões).

Antes mesmo da decisão, as seleções eliminadas nas quartas de final já haviam garantido os maiores valores entre os times que não chegaram às semifinais. Noruega, Bélgica, Marrocos e Suíça receberam US$ 20,5 milhões (R$ 105 milhões) cada pela campanha no torneio.

As equipes que se despediram nas oitavas de final ficaram com US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões). Foi o caso do Brasil, eliminado pela Noruega por 2 a 1, além de Paraguai, Egito, Canadá, Portugal, Estados Unidos, Colômbia e México.

Nas fases anteriores, a Fifa pagou US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões) para as seleções eliminadas nos 16 avos de final e US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões) para aquelas que não conseguiram avançar da fase de grupos.

Dessa forma, além da taça e da chance de eternizar seus nomes na história do futebol, Espanha e Argentina entram em campo sabendo que o título mundial também representa a maior recompensa financeira oferecida pela Fifa na competição.

1 – US$ 51,5 milhões (R$ 263,5 milhões)2 – US$ 34,5 milhões (R$ 176,5 milhões)3 – US$ 30,5 milhões (R$ 156 milhões)4 – US$ 28,5 milhões (R$ 146 milhões)

5 – Noruega – US$ 20,5 milhões (R$ 105 milhões)6 – Bélgica – US$ 20,5 milhões (R$ 105 milhões)7 – Marrocos – US$ 20,5 milhões (R$ 105 milhões)7 (empate) – Suíça – US$ 20,5 milhões (R$ 105 milhões)

9 – México – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)10 – Colômbia – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)11 – Brasil – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)12 – EUA – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)13 – Portugal – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)14 – Canadá – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)15 – Egito – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)16 – Paraguai – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)

17 – Holanda – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)18 – Alemanha – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)19 – Costa do Marfim – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)20 – Croácia – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)21 – Japão – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)22 – Austrália – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)23 – RD Congo – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)24 – Gana – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)25 – Equador – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)25 (empate) – África do Sul – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)27 – Suécia – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)28 – Áustria – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)29 – Bósnia e Herzegovina – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)30 – Argélia – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)31 – Senegal – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)32 – Cabo Verde – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)

33 – Irã – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)34 – Coreia do Sul – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)35 – Turquia – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)36 – Escócia – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)37 – Uruguai – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)38 – Arábia Saudita – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)39 – República Tcheca – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)40 – Nova Zelândia – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)41 – Qatar – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)42 – Curaçao – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)43 – Panamá – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)44 – Jordânia – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)45 – Haiti – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)46 – Uzbequistão – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)47 – Tunísia – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)48 – Iraque – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)

Há 6 horas Mundo Trump lamenta morte de militares dos EUA: ‘Muito triste’Há 6 horasEUA emitem alerta global de segurança para americanosHá 6 horasCopa do MundoInglaterra bate a França em jogo com 10 gols e fica em 3º lugar

Há 6 horas Minas Gerais Matheus tinha leucemia; saiba quem eraHá 6 horasDurante a Assembleia da ONUPrefeito de NY diz que cogita tentar prender Netanyahu: ‘Criminoso’

Há 9 horas Bahia Como Brasil e Argentina tratam o racismo? Entenda as leis aqui e láHá 9 horasCozinheira achada mortaCaso Berenice: polícia confirma disparos na caminhonete da patroa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Da indicação no Orçamento ao dinheiro na conta: veja as fases de execução de uma emenda parlamentar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 00:47

Política Da indicação no Orçamento ao dinheiro na conta: veja as fases de execução de uma emenda parlamentar Orçamento de 2026 tem R$61 bilhões em emendas parlamentares, das quais R$37,8 bilhões são de pagamento obrigatório. Transparência na destinação de verbas é investigada no STF. Por Luiz Felipe Barbiéri, g1 — Brasília

O Orçamento da União de 2026 reserva cerca de R$ 61 bilhões para emendas parlamentares. O montante é indicado por deputados e senadores para estados e municípios.

As emendas impositivas somam R$ 37,8 bilhões, sendo R$ 26,6 bilhões em emendas individuais e R$ 11,2 bilhões em emendas de bancada.

As emendas de comissão somam R$ 12,1 bilhões e passam por investigações do STF sobre transparência. Líderes partidários assinam as indicações, ocultando o autor real.

Nas emendas PIX, os recursos são transferidos diretamente sem a exigência de projetos. A falta de destinação detalhada motivou investigações de irregularidades pela PF.

A execução ocorre com o empenho, que reserva a verba após análise técnica. O pagamento é liberado em parcelas ou depositado diretamente aos beneficiados.

O Orçamento da União de 2026 tem cerca de R$61 bilhões para serem executados conforme indicação de deputados e senadores por meio das chamadas emendas parlamentares.

🔎As emendas parlamentares são um montante do Orçamento reservado para serem executados conforme a indicação dos congressistas.

🏗️Por meio delas, os deputados e senadores podem direcionar verbas para obras, compra de equipamentos, custeio de serviços e investimentos em estados e municípios de suas bases eleitorais.

📄A primeira etapa envolve o envio do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) pelo Executivo. As indicações dos parlamentares têm início durante a tramitação da proposta no Congresso.

As emendas individuais são impositivas, ou seja, o governo é obrigado a pagar. Elas são indicadas por cada parlamentar. Neste ano, o montante reservado para esta rubrica é de R$ 26,6 bilhões.

🧑🏻‍💼Cada deputado pode indicar cerca de R$ 40 milhões em emendas individuais, e cada senador, R$ 74 milhões.

💰O Orçamento reservou neste ano um total de R$ 11,2 bilhões para esta rubrica, ou seja, R$ 415 milhões para cada bancada.

Dessa forma, as emendas impositivas, aquelas que o governo é obrigado a pagar, somam R$ 37,8 bilhões.

Já as emendas de comissão não são de execução obrigatória. Em 2026, o montante total desta rubrica é de R$ 12,1 bilhões.

Esse total, porém, não é dividido igualmente entre as comissões. As comissões de Saúde da Câmara e do Senado concentram os maiores valores, enquanto alguns colegiados não receberam verba.

🧑🏻‍⚖️As emendas de comissão estão no centro de investigações do Supremo Tribunal Federal (STF) acerca da transparência na execução.

Isso porque o real autor da emenda fica “escondido” atrás do líder partidário, que assina a emenda. Este é um mecanismo parecido com o que já era usado nas emendas de relator.

📘Um estudo da Organização Transparência Brasil afirma que, em 2025, a Câmara dos Deputados registrou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão em nome de líderes partidários sem identificar os parlamentares que efetivamente indicaram os beneficiários dos recursos.

🕵🏻‍♀️Segundo a organização, o montante representa 16% das indicações feitas pelas comissões da Casa no ano e reproduz a lógica do extinto "orçamento secreto".

Além desses três tipo de emendas que, somadas, chegam a R$ 49,9 bilhões, o Orçamento prevê R$ 11,1 bilhões como parcelas adicionais, para despesas discricionárias e para projetos selecionados no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

As indicações para execução da verba feita pelos parlamentares precisam respeitar as regras constitucionais e ser compatíveis com o Plano Plurianual (PPA) e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Depois de elaborado o texto final do PLOA, a proposta é votada na Comissão Mista de Orçamento (CMO) e pelo Congresso. As emendas aprovadas passam a integrar a Lei Orçamentária sancionada pelo presidente da República.

📄Dependendo do tipo de emenda, o parlamentar indica o município, estado, entidade pública ou organização que receberá os recursos.

🏥Nas emendas com finalidade definida, é necessário especificar o objeto financiado, como construção de uma unidade de saúde, compra de ambulâncias, pavimentação de vias ou custeio de serviços hospitalares.

Já nas chamadas transferências especiais, conhecidas como "emendas PIX", os recursos são transferidos diretamente ao ente, que define como aplicar o recurso.

Esta modalidade de emenda já foi alvo de operações da Polícia Federal (PF) com o objetivo de apurar uso irregular de recursos públicos.

🔎Essas emendas foram criadas em 2019 e ficaram conhecidas assim pela dificuldade na fiscalização dos recursos, uma vez que os valores são transferidos por parlamentares diretamente para estados ou municípios sem a necessidade de apresentação de projeto, convênio ou justificativa – por isso, não há como fiscalizar qual função o dinheiro terá na ponta.

Após a indicação de quem vai receber a emenda, os ministérios fazem uma análise técnica e avalia aspectos como:

a regularidade do município ou da entidade beneficiada;documentação exigida;impedimentos técnicos;compatibilidade da emenda com o projeto proposto para sua aplicação.

O próximo passo é celebrar convênios ou outros instrumentos de transferência para permitir a correta aplicação da verba.

É nesta fase que o município ou entidade apresenta um plano de trabalho com o cronograma para a execução das verbas, metas e estimativas de custos.

Depois de avaliados os critérios e a documentação regularizada, a emenda é empenhada. Essa é a primeira fase da execução da despesa no Orçamento.

O empenho é uma espécie de “reserva” do recurso. É quando o governo assume formalmente o compromisso de efetuar aquele gasto.

💵Após o empenho e a fase da liquidação, que avalia o cumprimento das condições exigidas, ocorre a transferência dos recursos. Nos convênios tradicionais, o pagamento costuma ocorrer em parcelas, de acordo com o andamento do projeto.

💸Nas transferências especiais, os valores são depositados diretamente na conta do estado ou município beneficiado.

📃Encerrada a execução, o município precisa demonstrar como os recursos foram utilizados. A prestação de contas inclui documentação financeira, comprovação das despesas realizadas e evidências do cumprimento das metas estabelecidas.

Há 6 horas Mundo Trump lamenta morte de militares dos EUA: ‘Muito triste’Há 6 horasEUA emitem alerta global de segurança para americanosHá 6 horasCopa do MundoInglaterra bate a França em jogo com 10 gols e fica em 3º lugar

Há 6 horas Minas Gerais Matheus tinha leucemia; saiba quem eraHá 6 horasDurante a Assembleia da ONUPrefeito de NY diz que cogita tentar prender Netanyahu: ‘Criminoso’

Há 9 horas Bahia Como Brasil e Argentina tratam o racismo? Entenda as leis aqui e láHá 9 horasCozinheira achada mortaCaso Berenice: polícia confirma disparos na caminhonete da patroa

0

NO OLD POSTSPage 2 of 2NEXT POSTS